terça-feira, 5 de abril de 2011

Programa Bem Morar é um dos finalistas do Concurso Global: Moradia Ideal

O Programa Bem Morar, do qual o Escritório Modelo Célula - UFES é parceiro, é um dos finalistas do Concurso Global: Moradia Ideal - COLABORAÇÃO PARA CIDADES MAIS INCLUSIVAS E SUSTENTÁVEIS.

O Bem Morar atua na região da Poligonal I, em Vitória-ES, com diversos projetos na área de gestão participativa, cooperativismo, microcrédito e assistência técnica

Nesta etapa do concurso a escolha é através de votação aberta e online, por isso, vale a pena entrar no site para conhecer as 11 iniciativas selecionadas em todo o mundo e votar, especialmente no conterrâneo capixaba, claro!

(A votação termina amanhã!!!)

Os vencedores, além de prêmio em dinheiro, participarão do evento de encerramento do desafio em junho de 2011 no National Building Museum em Washington, D.C., EUA onde serão vistas por parceiros públicos e privados, incluindo potenciais financiadores.

Segue o link para votação e um breve resumo do BEM MORAR:

"BEM MORAR: É um pacote integrado de serviços e tecnologias para promover o acesso de famílias e comunidades de baixa renda a moradias dignas, seguras e confortáveis: alia crédito habitacional, assistência técnica e produção e difusão de métodos, soluções e materiais de construção sustentável. O crédito é concedido pelo banco comunitário (Banco Bem, em Vitória). As famílias têm assessoria para fazer os projetos arquitetônicos e os orçamentos de suas obras, que consideram a aplicação de soluções ecoefientes: como tijolos de solo-cimento, aquecedores solares e sistemas de reuso de águas servidas. O próximo passo do programa é produzir e aprimorar essas soluções e materiais para difundir entre as famílias de baixa renda por menor custo."

CNPq - propostas para Pibic e Pibic-Af somente até maio


O CNPq está com as inscrições abertas para dois editais até o dia 2 de maio. O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) tem como objetivo contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa.

Já o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (Pibic-Af) visa ampliar a oportunidade de formação técnico-científica de estudantes de graduação do ensino superior, cuja inserção na comunidade acadêmica se deu pelo vestibular.

As bolsas terão duração de até 12 meses. No âmbito do Pibic, destinam-se a instituições públicas, comunitárias ou privadas, com ou sem curso de graduação, que efetivamente desenvolvam pesquisa e tenham instalações próprias.

No Pibic-Af, as bolsas são voltadas a instituições públicas que já participam do Pibic ou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti).

Fonte: Gestão CT

CGEE - consulta eletrônica para colher sugestões sobre papel do CNPq

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) está enviando um questionário por e-mail a cerca de 40 mil atores, representantes do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI), para obter a percepção em relação ao papel do CNPq no cenário atual e futuro da CT&I.

O objetivo é colher as opiniões e sugestões dos servidores do CNPq, pesquisadores que interagem com a instituição com regularidade, participantes de comitês, gestores de CT&I e parceiros do sistema, tendo em vista o Plano de Reconfiguração Estratégica do conselho. O resultado da pesquisa eletrônica será incorporado ao trabalho.

O plano, desenvolvido pelo CNPq, com o apoio metodológico do CGEE, tem como finalidade aprimorar e consolidar sua atuação no SNCTI. A consulta constitui uma das etapas desse trabalho, que pretende gerar subsídios para o reposicionamento estratégico do conselho.(Com informações do CNPq)

Fonte: Gestão CT

Ranking Benchmarking 2011- Inscrições Abertas

Com uma metodologia estruturada e participação de especialistas de vários países, o Ranking Benchmarking define e reconhece os detentores das melhores práticas de sustentabilidade. Faz parte do Programa Benchmarking, que além do Ranking congrega outras ações de fomento a sustentabilidade como publicações, banco digital de livre acesso, encontros técnicos e feira internacional.

As Instituições com boas práticas de sustentabilidade podem inscrever seus cases até 30/05/2011 pela internet, e uma vez rankeadas farão parte do maior Banco Digital de Boas Práticas Socioambientais de livre acesso do país, fonte de consulta para pesquisadores, universidades e mídias especializadas. A comissão técnica é multidisciplinar e congrega especialistas de vários países. As inscrições poderão ser feitas online no hot site acima

Programa Benchmarking cresce e ganha respeito
Com uma metodologia única e inovadora, o programa em seus 9 anos de existência já selecionou e compartilhou aproximadamente 198 práticas de sustentabilidade. Passaram pelo crivo Benchmarking, mais 120 instituições brasileiras atuantes nos 03 setores da economia, e localizadas em 12 diferentes estados do país.

As práticas são pontuadas por uma comissão técnica multidisciplinar com participações relevantes do cenário nacional e internacional, o que garante credibilidade e transparência, e uma vez selecionadas, integram o Ranking Benchmarking e o banco de Boas Práticas, o maior de livre acesso no país. A partir daí, o Programa compartilha estas práticas com públicos especializados e com interesse em sustentabilidade.

Boas Práticas de Sustentabilidade, quem tem mostra e compartilha
Gestores e Instituições com ações concretas que comprovam melhorias ao meio ambiente natural, as comunidades e competitividade a organização, podem inscrever seus “cases de sustentabilidade” para concorrer ao Ranking 2011, que será conhecido no “Dia Benchmarking, compartilhar para crescer”, em 28 de Julho no Centro de Eventos São Luis, em São Paulo.

Os Rankeados passam a integrar o maior e mais respeitado BD de boas praticas de sustentabilidade de livre acesso do país com o resumo executivo dos cases que demonstraram efetividade nas seguintes áreas: Resíduos, Energia, Gases e Poluentes, Recursos Hídricos e Efluentes, Educação, Informação e Comunicação Ambiental, Ferramentas e Políticas de Gestão. Manejo e Reflorestamento, Pesquisas Científicas e Desenvolvimento de Novos Produtos, Proteção e Conservação e Arranjos Produtivos.

Comissão Técnica 2011, multidisciplinar e com participações internacionais

Um dos pilares do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro é a sua comissão técnica que é única em seu formato e composição, analise e critérios de avaliação.

A comissão técnica compreende identificação de nomes consagrados de personalidades e especialistas comprometidos com ações sustentáveis e atuantes em entidades de reconhecido valor representante dos mais significativos segmentos da sociedade.

Os critérios de avaliação são transparentes e os membros da comissão técnica avaliam a qualidade das praticas de sustentabilidade do case sem ter acesso ao nome da instituição.

Nomes confirmados em ordem alfabética:

1. Alicia Torres – Setor Energia Renovável do CEFIR - Centro de Formação para a Integração Regional do Mercosul - Uruguai
2. Andre Luis Saraiva - Diretor da Área de Responsabilidade Socioambiental da ABINEE – Associação Brasileira da Industria Elétrica e Eletrônica- Brasil
3. Afonso Rodrigues de Aquino - Pesquisador no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – Brasil
4. Antônio Luís Aulicino – Presidente do IDS - Instituto para o Desenvolvimento Sustentável e membro da Comissão de Honra da Plataforma Sinergia
5. Carolina Cabral Murphy – Pesquisadora da Columbia University e fundadora da MicroEmpowering.Org com sede em Nova York – USA
6. Germano Julio Badi - Grupo de Excelência em Ética e Sustentabilidade do Conselho Regional de Administração de São Paulo - Brasil
7. Gunars H. Platais - Sr. Environmental Economist do Banco Mundial – USA
8. Kark S. Langevin, Ph.D. - Director at BrazilWorks e Professor Adjunto University of Maryland University College – USA
9. Luis Fernando de Freitas Penteado - Assessor Jurídico da Fundação Agencia da Bacia Hidrográfica do Alto-Tiete e Coordenador de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da PUC, FGV e FAAP- Brasil
10. Myriam Barbejat – Pesquisadora na Universidade Federal de Santa Catarina e Membro do corpo editorial da IJIE - Iberoamerican Journal of Industrial Engineering – Brasil
11. Paola Fiori – Especialista em Comunicação e fundadora da ETICAMBIENTE com sede em Milão – Italia
12. Sandrine Lage – jornalista e autora do livro Sustentabilidade na mídia: o poder de (in)formar – França
13. Sergio Rodrigues Costa – Editor Chefe da Revista Case Studies – FGV RJ – Brasil
14. Silvia Czapski - jornalista especializada em questões ambientais e de sustentabilidade, colaboradora do Valor Econômico (cadernos especiais) e revista Carta Capital – Brasil 

Mais informações:(11) 3729-9005/ 3257-9660 ou pelo e-mail

Fonte: Kathellym Santos

Pesquisa internacional identifica gene que pode ter papel importante na regulação do consumo de bebidas alcoólicas


 Genome-wide association and genetic functional studies identify autism susceptibility candidate 2 gene (AUTS2) in the regulation of alcohol consumption
Gene ligado ao consumo de álcool
Uma pesquisa conduzida por um grupo internacional de dezenas de cientistas conseguiu identificar um gene que pode ter um papel importante no consumo de álcool. O estudo é destaque na nova edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Os pesquisadores analisaram amostras de DNA de mais de 26 mil voluntários em busca de genes que pudessem afetar o consumo de bebidas alcoólicas. Os resultados foram comparados com dados de outras 21 mil pessoas. Os participantes disseram quando bebiam por meio de questionários.

De acordo com os autores, encontrar uma variante genética que influencia os níveis de consumo de álcool pode levar a um melhor entendimento sobre os mecanismos por trás do alcoolismo.

O gene é denominado AUTS2, sigla para “candidato para suscetibilidade ao autismo número 2”. Estudos anteriores indicaram a relação do gene com o autismo e com o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade.

A nova pesquisa, liderada por cientistas do Imperial College London e do King's College London, verificou que há duas versões do AUTS2, uma três vezes mais comum do que a outra.

Indivíduos com a versão menos comum do gene bebem em média 5% menos álcool do que as pessoas com a versão mais comum, apontou o estudo.

O gene se mostrou mais ativo nas regiões do cérebro associadas com mecanismos de recompensa neurofisiológicas, o que sugere que possa ter um papel importante na regulagem na resposta à ingestão de bebidas alcoólicas.

Sabe-se que o consumo de álcool é parcialmente determinado geneticamente, mas até agora o único gene conhecido com contribuição significativa era um que decodifica a álcool-desidrogenase, enzima que quebra as moléculas do álcool no fígado.

“Claro que há muitos fatores que afetam quanto de álcool uma pessoa bebe, mas sabemos que os genes têm um papel importante. A diferença promovida por esse gene específico [AUTS2] é pequena, mas, ao descobrir o seu papel, abrimos uma nova área na pesquisa sobre os mecanismos biológicos que controlam a ingestão de bebidas alcoólicas”, disse Paul Elliott, da Escola de Saúde Pública do Imperial College London, um dos coordenadores da pesquisa.

“Uma vez que as pessoas bebem por motivos muito diferentes, entender o comportamento especificamente influenciado pelo gene identificado ajuda a compreender melhor as bases biológicas desses motivos. Esse é um passo importante em busca do desenvolvimento de prevenções e tratamentos individuais para o abuso de álcool e para o alcoolismo”, disse Gunter Schumann, do Instituto de Psiquiatria do King's College London, primeiro autor do artigo.

O artigo Genome-wide association and genetic functional studies identify autism susceptibility candidate 2 gene (AUTS2) in the regulation of alcohol consumption (doi/10.1073/pnas.1017288108), de Gunter Schumann e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS

Fonte: Agência FAPESP