quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

UFRJ: sementes de café mais resistentes à seca

Em tempos de preocupação com o superaquecimento do planeta e o abastecimento de água para os próximos anos, surge enfim uma alternativa à agricultura a partir de uma planta bem conhecida pelo brasileiro: o café.

Uma pesquisa realizada pelo Laboratório de Genética Molecular Vegetal do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IB-UFRJ), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Laboratórios na Alemanha e Argentina, analisou genes de sementes do café responsáveis pela grande resistência da planta a grandes períodos de estiagem e, a partir disso, tornou possível o desenvolvimento de sementes de outras espécies com a mesma característica.

O estudo é resultado de um trabalho de seis anos em laboratório, realizado na UFRJ pela aluna de doutorado no Instituto de Biologia da UFRJ, Fernanda Cruz.

Foi necessário dividir a análise em etapas. Desde a busca dos genes do café, que poderiam estar envolvidos com a tolerância à falta de água, até a comprovação experimental do resultado e, por fim, a aplicação do resultado, a partir de transformação genética em uma planta modelo, garantindo a importância do gene para controle do estresse hídrico. O resultado reverberou em plantas mais resistentes a períodos de estiagem e à salinidade do solo.

Os benefícios da descoberta atingem desde a ciência ao comércio. De acordo com Marcio Alves Ferreira, professor do Instituto de Biologia da UFRJ e orientador da pesquisa, a possibilidade de desenvolvimento de mais plantas resistentes a esse tipo de ambiente através de melhorias convencionais ou da transgenia é somada aos benefícios direcionados à agricultura, à população e ao comércio:

“A obtenção de tais cultivares pode ser benéfica a agricultores vitimados por estiagens ou secas. Além disso, regiões que a princípio, não são propícias ao cultivo de algumas plantas, podem vir a ser utilizadas, como o semiárido brasileiro e regiões com alta salinidade no solo. Para a população em geral, plantas mais resistentes a secas podem levar a uma maior estabilidade nos preços, pois evitariam altas repentinas por contas de eventos climáticos”, explica.

Andamento do estudo
Em breve serão realizados testes em sementes de soja, cana de açúcar e algodão. Porém ainda há uma grande jornada até as sementes modificadas chegarem aos cultivos.

Segundo o biólogo, por consumir café durante muito tempo, o risco de essas sementes modificadas apresentarem risco ao ser humano é quase nulo. Apesar disso, há a necessidade de avaliação sobre possíveis riscos que o cultivo desses transgênicos pode causar ao campo. Por esse motivo, antes de chegar ao consumidor, diversas normas e avaliações devem ser realizadas para garantir que não exista nenhum perigo.

“Somente depois das avaliações é que uma cultiva transgênica pode ser liberada para sua utilização pelo agricultor. Isso não será diferente para as plantas que serão transformadas com o gene de café”, analisa.

Benefícios ao meio ambiente
Dentre os maiores beneficiados com os resultados do estudo está o próprio meio ambiente. É o que explica o professor: “atualmente 70% de toda água utilizada pelo homem é para agricultura. Portanto, a menor utilização na agricultura pode levar à diminuição do impacto da agricultura no ambiente”.

Além disso, com o aumento da temperatura global e o esperado aumento na incidência de secas em todo o mundo, a existência de sementes mais resistentes a esse tipo de situação climática pode evitar grandes problemas, como o abastecimento.

“É sabido que a elevação da temperatura global vai levar a acentuação dos efeitos de eventos climáticos críticos, tal como secas em várias regiões do planeta. O desenvolvimento de cultivares mais resistentes a estes eventos climáticos ajudará de sobremaneira a mitigação dos problemas gerados pela elevação da temperatura global e ajudará a evitar crises de abastecimento”, revela o biólogo.

Fonte: Michelly Rosa / Olhar Vital - UFRJ

PNUD: País pobre não deve ter ação social de rico

Economista diz que modelo de proteção social de países desenvolvidos não pode ser 'transferido servilmente' a nações em desenvolvimento

Os países em desenvolvimento não devem usar o mesmo enfoque e os mesmos conceitos das políticas sociais dos desenvolvidos, defende o economista Armando Barrientos, professor da Universidade de Manchester, na Inglaterra. Um dos riscos que os emergentes correm ao simplesmente transplantar o ideário europeu, por exemplo, é excluir os trabalhadores informais, afirma ele em artigo publicado na última edição da Poverty in Focus, revista do CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), um órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro.

Os programas aplicados na Europa e nos Estados Unidos podem ser levados em consideração, admite o pesquisador, até porque há grande volume de pesquisas sobre essas estratégias e seus efeitos. No entanto, “as condições nos países em desenvolvimento recomendam que as instituições e o enfoque europeus não sejam transferidos servilmente aos países em desenvolvimento”, escreve Barrientos no artigo “Os Limites da Proteção Social”.

Um dos exemplos de que esse tipo de transferência não deve ser feito vem da América Latina, avalia o autor. “A extensão das instituições de seguro social iniciadas no início do século 20 nunca foi além dos trabalhadores com emprego formal, criando um sistema de proteção social ‘truncado’”, afirma o economista. A expansão recente das políticas sociais da região, avalia, são um reconhecimento da necessidade de encontrar modos próprios de alcançar os excluídos.

As políticas criadas nos países ricos — desde o século 17, na Inglaterra, até a década de 70, nos Estados Unidos — basicamente abrangem seguro social (programas contributivos para proteção contra envelhecimento ou riscos ligados ao trabalho), assistência social (programas de combate à pobreza financiados por impostos) e programas ligados a emprego.

Nos emergentes, parece ser mais conveniente uma abordagem de política social mais abrangente, em que, segundo Barrientos, o desenvolvimento é visto como algo mais amplo do que aumento da renda per capita e inclui atenção à saúde, ao meio ambiente e à autonomia (empoderamento). “Para os países em desenvolvimento, o desafio é fortalecer o papel de estímulo ao desenvolvimento das políticas sociais, integrar essas políticas ao desenvolvimento social e econômico e reconhecer o papel fundamental da assistência social”, avalia.

Essa abordagem pode ajudar as políticas de proteção social a contribuir para o desenvolvimento, mas, adverte o autor, é preciso entender que “o desenvolvimento é muito mais do que a proteção social”. Projetos bem elaborados no âmbito da assistência social podem reduzir a pobreza, diminuir as disparidades no acesso aos serviços básicos e reforçar a capacidade produtiva dos pobres. Mas “é muito menos provável que programas de assistência social possam oferecer amplo crescimento econômico ou empoderamento”.(Agência Brasil)

Fonte: PrimaPagina

Prêmio CRQ-IV - inscrições até o dia 1º

As inscrições para a edição 2011 do Prêmio CRQ-IV estão abertas até o dia 1º de fevereiro. Podem participar do concurso público alunos matriculados em 2010 em cursos técnicos ou superiores da área química ministrados no Estado de São Paulo.

O prêmio é dividido nas modalidades Química de Nível Médio, Química de Nível Superior, Química de Nível Superior com Tecnologia e Engenharia da Área da Química. O candidato vencedor em cada uma delas receberá R$ 10 mil e um certificado. O professor ou profissional que orientar o trabalho ganhador levará R$ 4,6 mil. Desses valores serão descontados os impostos.

Organizada pelo Conselho Regional de Química – 4ª Região, a premiação tem por objetivo estimular a pesquisa entre os futuros profissionais da química. A nova edição tem sua importância aumentada uma vez que 2011 foi definido como Ano Internacional da Química pela Organização das Nações Unidas.

Os estudantes interessados em participar deverão apresentar um trabalho sobre qualquer tema relacionado à química. Os textos poderão ser individuais ou em grupo. Se o trabalho vencedor da modalidade for coletivo, todos os integrantes receberão certificados. O prêmio em dinheiro, porém, será entregue ao aluno indicado na ficha de inscrição, cabendo a ele fazer a divisão do valor entre os colegas.

Cada trabalho poderá ter até dois orientadores. Sendo o trabalho ganhador tiver dois orientadores, ambos receberão certificados. O cheque representativo do prêmio será entregue ao profissional que figurar no anverso da ficha de inscrição, sendo sua responsabilidade dividi-lo com o colega.

Em 2010, das quatro categorias do Prêmio CRQ-IV, três foram vencidas por trabalhos apoiados pela FAPESP.

Fonte: Agência FAPESP

ESPCA – New developments in the field of synchrotron radiation

 Escola São Paulo de Ciência Avançada no LNLS reúne estudantes do Brasil e do exterior com alguns dos maiores especialistas no uso de técnicas avançadas de luz síncrotron, incluindo ganhadores do Nobel

Os iluminados
Até o próximo dia 25 de janeiro, 19 estudantes brasileiros e 64 de outros 24 países terão a oportunidade de assistir, em Campinas (SP), a aulas proferidas por alguns dos maiores especialistas no mundo no uso de técnicas avançadas de luz síncrotron.

Luz síncrotron é uma intensa radiação eletromagnética produzida por uma carga acelerada de elétrons e refletida por um campo magnético em um acelerador de partículas (o síncrotron).

Entre os participantes estão Ada Yonath, do Instituto de Ciência Weizmann, de Israel, que falou na segunda-feira (17/1) sobre os 25 anos que dedicou à pesquisa da função e estrutura do ribossomo por meio de uma técnica chamada cristalografia por raios X.

“Os ribossomos são fábricas de proteínas e, por causa de seu importante papel desempenhado no organismo humano, muitos antibióticos foram desenvolvidos a partir do que descobrimos com a cristalografia por raios X”, disse Ada.

A contribuição valeu à pesquisadora o Prêmio Nobel de Química em 2009, dividido com o indiano Venkatraman Ramakrishnan e o norte-americano Thomaz Steitz.

No dia 24, a aula será com outro laureado com a máxima distinção científica, o francês Albert Fert.Nobel de Física Juntamente com o alemão Peter Grünberg, Fert ganhou em 2007 o pela descoberta da magnetorresistência gigante, o efeito mecânico e quântico que levou à fabricação de aparelhos como celulares, laptops e iPods.

As aulas dos renomados cientistas integram a programação da Escola São Paulo de Ciência Avançada – New developments in the field of synchrotron radiation, que ocorre no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).

A escola é realizada no âmbito da ESPCA, modalidade lançada em 2009 pela FAPESP para financiar a organização de cursos de curta duração em pesquisa avançada nas diferentes áreas do conhecimento do Estado de São Paulo.

O objetivo do evento no LNLS é contribuir para a formação dos participantes e criar um polo de atração de talentos científicos competitivo mundialmente.

“A FAPESP criou a ESPCA de modo a trazer estudantes brasileiros e do exterior para conhecer instituições como o LNLS, que é uma das grandes realizações da ciência e da tecnologia brasileira. Nossa expectativa é que, com esse trânsito de estudantes, nós consigamos manter alguns deles por aqui no Brasil”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, na abertura do evento.

O curso teve a procura de 272 candidatos de 41 países, que apresentaram currículos e projetos de pesquisa com o endosso de seus orientadores. Entre os selecionados estão alunos de doutorado e de pós-doutorado de universidades e institutos de pesquisa dos Estados Unidos, Europa, Ásia e Oriente Médio.

Aplicações
A luz síncrotron é uma luz como a convencional, mas produzida por alta carga acelerada, que é refletida por um campo magnético. Tem alta intensidade, alto brilho e é colimada (com raios paralelos). Em função dessas propriedades, é tida como uma ferramenta poderosa para o estudo da estrutura de materiais em nível atômico.

“Hoje, quando estamos caminhando para o entendimento mais sofisticado da matéria, a luz síncrotron é uma ferramenta fundamental, porque permite obter informações com resolução nanométrica e fazer a identificação química e atômica do material”, disse Antonio José Roque, diretor do LNLS.

Algumas das principais aplicações da técnica estão em áreas como a ciências de materiais, farmacologia e geofísica. Recentemente, também começou a ser aplicada em outras áreas, como artes plásticas, paleontologia e arqueologia.

Em arqueologia, por exemplo, a luz síncrotron pode fornecer, por meio de uma técnica chamada holotomografia por raios X, imagens tridimensionais do interior de um ovo encontrado em um sítio arqueológico, sem a necessidade de quebrá-lo.

Nova fonte
Atualmente, há cerca de 30 fontes de luz síncrotron em atividade no mundo. A do LNLS é a única na América Latina e uma das duas no Hemisfério Sul – a Austrália construiu recentemente uma fonte.

A fonte brasileira tem recebido atualizações, como a recente instalação de dispositivo para aplicação em cristalografia de proteínas, mas deverá ser substituída em alguns anos por um equipamento de terceira geração, segundo Roque.

“Uma das principais limitações da fonte atual é a relativamente baixa energia dos elétrons, que faz com que o espectro da radiação emitida atinja intensidade de raios X ‘moles’ (de mais baixa energia)”, afirmou.

Denominada Sírius (a estrela mais brilhante vista da Terra), a nova fonte deverá ter energia de 3 GeV (bilhões de elétrons-volts), além de capacidade de receber mais dispositivos de inserção magnéticos e menor emitância, que possibilitará que a luz emitida seja muito mais brilhante.

Mais informações sobre a ESPCA – New developments in the field of synchrotron radiation: http://espca.lnls.br

Fonte: Elton Alisson / Agência FAPESP

Tese que destaca o universo das estruturas atômicas dos metais nobres é premiada pela SAE

Bastão atômico
Muita paciência e habilidade. Foi com essas palavras que o professor Daniel Ugarte, do Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (IF-Unicamp), definiu seu orientando Maureen Joel Lagos, vencedor do Prêmio Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho – edição 2010.

O jovem físico, natural de Chanchamayo, província localizada na região central do Peru, foi um dos 37 doutorandos que tiveram suas teses premiadas no fim do ano passado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.

O pesquisador recebeu R$ 8 mil, além do direito de publicação da tese “Efeitos Estruturais na Condutância Quântica e na Deformação Mecânica de Nanofios Metálicos”, que teve apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Doutorado.

A principal motivação para o trabalho foi entender como os metais nobres se comportam ao serem estirados em escalas atômicas. Como matéria-prima, Lagos utilizou ouro, prata, platina, cobre e misturas de ouro e cobre. “O estudo desses fios microscópicos pode ser a chave para a implementação de nanocircuitos futuros”, disse o físico, que atualmente desenvolve pesquisas em Antuérpia, na Bélgica.

Sobre a aplicação prática desses bastões de dimensões atômicas, o pesquisador indica que eles são capazes de formar componentes de equipamentos eletrônicos de altíssimo desempenho.

Segundo Ugarte, o projeto começou há 15 anos no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), com pesquisas sobre o transporte eletrônico de fios de cerca de dois a três átomos de diâmetro “como se fossem um colar de pérolas”.

Uma das teses orientadas por Ugarte descreve como a eletricidade é conduzida por esse minúsculo filamento, uma vez que é caracterizada pelo transporte quântico e, dessa forma, não se comporta da mesma forma que os fios de tamanho natural.

Instigados pela conduta desses fios metálicos em escala nanométrica, o professor e sua equipe começaram a questionar o que ocorreria se fossem esticados como uma espécie de goma de mascar, até atingir o máximo de estiramento.

A partir desse trabalho, que rendeu a Ugarte e sua equipe um série de publicações, surgiu a pesquisa de Lagos, também no LNLS. Ao integrar o grupo, o objetivo do estudante era observar a estrutura dos fios de ouro ao serem esticados em baixas temperaturas – a 150º C negativos em nitrogênio líquido –, considerado um desafio devido às propriedades mecânicas do material.

Para vencer esse obstáculo, Lagos construiu um aparelho para medir o transporte de nanofios e também fez experimentos em microscópio eletrônico para observar as propriedades mecânicas – ou como o fio é rompido, em temperatura tão baixa.

“Nesses fios há tão poucos átomos que quando são submetidos a temperaturas abaixo de zero seu comportamento estrutural é alterado, ou seja, sua dinâmica é muito alterada”, explicou Ugarte.

Publicações
Em janeiro de 2009, a determinação de Lagos, Ugarte e colegas foi recompensada com a publicação de artigo na Nature Nanotechnology, sobre a menor estrutura tridimensional oca formada pela prata. Desde então, Lagos realizou experimentos com metais nobres em temperatura ambiente e em nitrogênio líquido, estudando os nanofios em diferentes formas: tubos, bastões e cadeias.

O pesquisador peruano teve seu estudo com o menor bastão de ouro, de 1 nanômetro de espessura e 2 nanômetros de comprimento, entre outros, aceito em oito periódicos até o momento. Dois artigos têm publicação prevista para a próxima edição de fevereiro na Physical Review Letters.

Além da aceitação de trabalhos para apresentações orais em diversos congressos internacionais, Lagos foi convidado para apresentar e discutir os resultados de sua tese no laboratório liderado pelos professores Sumio Iijima e Kazu Suenaga, no Japão. Iijima é considerado o descobridor dos nanotubos de carbono.

Lagos pretende continuar as pesquisas com nanofios, estudando-os em diferentes estruturas cristalinas, como o cobalto.


Bolsistas premiados

Além do trabalho de Lagos, outros bolsistas da FAPESP foram vencedores no Prêmio Marechal-do-Ar Casimiro Montenegro Filho – Edição 2010:

Sidnei João Siqueira Sant’Anna
Tese: “Modelagem do espelhamento eletromagnético de estruturas multicamadas com aplicações em sensoriamento remoto por microondas”
Área: Física
Instituição: Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

Juliana Martin do Prado
Tese: “Estudo do aumento de escala do processo de extração supercrítica em leito fixo”
Área: Engenharia de alimentos
Instituição: Unicamp

Flávio Vieira Loures
Tese: “O receptor de reconhecimento de patógenos TLR-2 e a proteína adaptadora MYD88 apresentam um importante papel na infecção murina contra paracoccidioides brasiliensis”
Área: Imunologia
Instituição: Universidade de São Paulo (USP)

Artur José Lemonte
Tese: “Estatística gradiente e refinamento de métodos assintóticos no modelo de regressão Birnbaum-Saunders”
Área: Estatística
Instituição: USP

Luiz Fernando Mendes
Tese: “Desenvolvimento de ensaio bioluminescente de toxidade com o fungo gerronema viridilucens”
Área: Química
Instituição: USP

Paula Regina Fortes
Tese: “Sistemas de análises químicas em fluxo explorando mecanismos de realimentação, calibração multivariada e outras abordagens para melhoria em desempenho”
Área: Ciências (Energia Nuclear na Agricultura)
Instituição: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) / USP

Daniel Breseghello Zoccal
Tese: “Alterações no acoplamento entre as atividades simpática e respiratória em ratos jovens submetidos a hipóxia crônica intermitente”
Área: Fisiologia
Instituição: USP – Ribeirão Preto

Lorena Lima de Oliveira
Tese: “Remoção de alquilbenzeno linear sulfonado (LAS) e caracterização microbiana em reator anaeróbico de leito fluidificado”
Área: Engenharia Hidráulica e Saneamento
Instituição: USP

Daniela Barreto Barbosa Trivella
Tese: “Bases moleculares e estruturais do reconhecimento de ligantes pela proteína transtirretina humana”
Área: Física
Instituição: USP – São Carlos

Mais informações sobre o prêmio: www.sae.gov.br/site/?page_id=3877

Fonte: Mônica Pileggi / Agência FAPESP