terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ação do hormônio leptina em região do hipotálamo desencadeia o amadurecimento sexual

 Leptin’s effect on puberty in mice is relayed by the ventral premammillary nucleus and does not require signaling in Kiss1 neurons

Obesidade e puberdade
Um grupo coordenado pela neurocientista brasileira Carol Elias deu um passo importante para desvendar os mecanismos bioquímicos de um fenômeno que vem alarmando médicos norte-americanos: a antecipação da puberdade feminina.

Depois de quase uma década de investigação que começou no Brasil, com financiamento da FAPESP, da Capes e do CNPq, e terminou nos Estados Unidos, com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), Carol e sua equipe identificaram a região cerebral em que o hormônio leptina age despertando o amadurecimento sexual. É o núcleo pré-mamilar ventral.

“Há um mecanismo bioquímico delicado que informa ao cérebro que o organismo está pronto para reproduzir”, disse Carol, ex-professora na Universidade de São Paulo (USP) e atualmente pesquisadora na Universidade do Texas. E quem dá esse recado ao cérebro é a leptina, hormônio secretado pelas células de gordura, mais conhecido por despertar a sensação de saciedade e reduzir a fome.

Anos atrás surgiram as primeiras pistas de que esse hormônio iniciava uma cadeia de reações químicas que levam ao desenvolvimento dos órgãos sexuais e à fertilidade. Camundongos e seres humanos que não produzem leptina não entram na puberdade, período em que começam transformações fisiológicas que preparam o corpo para procriar.

De 1997 a 1999, período em que passou na Universidade Harvard, Carol colaborou com a identificação das regiões cerebrais que produzem receptores de leptina, proteína à qual o hormônio de mesmo nome se liga estimulando o funcionamento das células cerebrais (neurônios).

Entre as regiões do hipotálamo que expressam receptores de leptina, uma chamou a atenção: o núcleo pré-mamilar ventral. Esse grupo de células, como já havia sido demonstrado por outro brasileiro, Newton Canteras, pesquisador da USP, se conecta a regiões cerebrais produtoras do hormônio liberador de gonadotrofinas, responsável por estimular a secreção de outros hormônios sexuais.

Mas a comprovação de que era esse núcleo que mediava a ação da leptina no início da puberdade levou mais tempo. Convidada pelo neurocientista Joel Elmquist a integrar sua equipe no Texas, Carol e os pesquisadores José Donato Júnior, Roberta Cravo e Renata Frazão desenvolveram em laboratório um camundongo geneticamente modificado para, em certas condições, produzir o receptor de leptina apenas no núcleo pré-mamilar ventral. A estratégia deu certo, relatam os pesquisadores em artigo publicado no dia 22 na revista Journal of Clinical Investigation.

As fêmeas de camundongo inférteis entraram na puberdade e se tornaram capazes de procriar quando se estimulou a produção do receptor de leptina exclusivamente no núcleo pré-mamilar ventral. “As células desse núcleo passaram a reconhecer a presença da leptina, induzindo o amadurecimento sexual”, explicou Carol.

A provável explicação é que os neurônios do núcleo pré-mamilar ventral estimulam a atividade de células produtoras do hormônio liberador de gonadotrofinas que, por sua vez, induz a produção de outros hormônios sexuais. Essa cadeia de reações bioquímicas, que, por razão ainda desconhecida despertou a puberdade apenas nas fêmeas, ajuda a compreender porque uma proporção cada vez maior de meninas norte-americanas com 7 e 8 anos de idade estão entrando na puberdade, como mostrou estudo publicado em setembro na Pediatrics.

“É possível que as taxas mais elevadas de leptina em crianças obesas estejam estimulando regiões cerebrais que normalmente só seriam ativadas mais tarde”, disse Carol.

“Agora que identificamos o grupo de células responsáveis por mediar a ação da leptina no início da puberdade teremos condições de desvendar os mecanismos celulares, genéticos e bioquímicos envolvidos nesta função”, disse.


Fonte: Ricardo Zorzetto / Revista Pesquisa FAPESP / Agência FAPESP

Agricultural lending jumps in Brazil, will Amazon deforestation follow?

With commodity prices surging, lending to Brazilian farmers for tractors, harvesters and plows reached 8.2 billion reais ($4.8 billion) for the July through November 2010 period, a 64 percent increase since the same period last year and the fastest pace since 2004, reports Bloomberg.

Banco do Brasil, the country's biggest state-owned bank and the largest farm lender, boosted lending for agricultural capital equipment 38 percent for the first five months of the harvest season. The increase was also the biggest since 2004. Overall, commercial farm lending grew 29 percent to $49.8 billion this harvest season.

The news that agricultural lending is rising does not come as a surprise. Commodity markets are booming: soy and sugar prices have climbed more than 30 percent in the past year, while beef is up by 25 percent and coffee prices jumped 60 percent. Brazil is the world's largest producer of sugarcane, coffee, and cattle, and trails only the United States in soybean production.

But increased lending to the agricultural sector may raise environmental concerns, particularly in the Amazon rainforest and cerrado, a vast savanna that borders the Amazon and is the primary area of expansion for agriculture.

Commodity production is a key driver of deforestation in the Brazilian Amazon and the
last time lending rose this fast was 2004, a year when deforestation in the Brazilian Amazon reached 27,772 square kilometers, the second highest level on record (in 1995 29,059 square kilometers were cleared). Analysis released earlier this month by Imazon, an NGO, found that forest degradation, which is often a pre-cursor to outright deforestation, has risen sharply in recent months. Degradation this year has been exacerbated by a severe drought, which has caused rivers in the Amazon Basin to fall to record lows. The drought has turned vast tracts of the Amazon into a tinderbox, worsening the impact of land-clearing fires set by ranchers and farmers.

Nevertheless, Brazilian lending institutions have put some safeguards in place since 2004. Last year, BNDES, Brazil's national development bank, mandated a zero-deforestation policy for cattle production. The bank, which lends more money than the World Bank, now requires meatpackers to have a traceability system to ensure cattle production does not result in deforestation. BNDES has also launched a 1 billion reais ($588 million) fund to finance projects to reduce greenhouse gas emissions associated with agriculture. Meanwhile, Banco do Brasil earlier this month announced it will now require farmers applying for credit to certify the origin of their soybeans to ensure production does not come at the expense of ecologically sensitive areas. Private banks like Rabobank have also implemented stricter environmental criteria for lending to the agricultural sector. (Source: Mongabay.com)


Source: amazonrainforestnews.com

A engenheria agrônoma Victória Rossetti morre aos 93 anos

A engenheira agrônoma Victória Rossetti, reconhecida como uma das maiores pesquisadoras no mundo em doenças que atingem a citricultura, morreu na madrugada do domingo (26/12), de pneumonia, aos 93 anos. Velório e sepultamento foram realizados no Cemitério do Morumbi, no mesmo dia.

“Em nome da FAPESP, é com grande pesar que lamentamos o falecimento da doutora Victória, pioneira no estudo das doenças que acometem as plantas cítricas, cientista de carreira belíssima e de grande importância, responsável por formar e apoiar gerações de pesquisadores brasileiros e que esteve ligada à FAPESP desde a sua fundação”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.

“Ela foi um das maiores autoridades em fitopatologia no país. Trabalhou com quase todas as doenças de laranjeiras, desde a “tristeza dos citros”, na década de 1940, doença provocada por vírus, passando pela leprose de citros, cancro cítrico e declínio dos citros”, disse Elliot Watanabe Kitajima, professor aposentado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).

Veridiana Victória Rossetti nasceu em Santa Cruz das Palmeiras (SP), em 15 de outubro de 1917, filha de imigrantes italianos – o pai, Thomaz, estudou agronomia. Viveu os primeiros meses na fazenda Santa Veridiana, de onde recebeu o primeiro nome, e cresceu na fazenda Paramirim, adquirida por seu pai, no município de Limeira.

Interessou-se pela fitopatologia já nesta época quando, com os irmãos e orientados pelo pai, colhia material para estudar o efeito das pragas e doenças que afetavam as plantas. Iniciou seus estudos no Collegio S. Vicenzo de Paula, na Itália, seguido pelo Colégio São José, em Limeira, e pelo Colégio Piracicabano.

Foi a primeira engenheira agrônoma formada pela Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, em 1937. Em 1940, ingressou como estagiária no Instituto Biológico, onde desenvolveria toda a sua carreira.

Dedicou-se sempre à pesquisa das doenças dos citros. Iniciou seus trabalhos sob orientação de Agesilau Bitancourt, que a encaminhou para estudos do isolamento de fungos do gênero Phytophthora da gomose dos citros. Com o advento da tristeza dos citros, em 1947, tornou-se prioridade a necessidade de se adotar um porta-enxerto tolerante ou resistente às duas doenças.

Seguiu para os Estados Unidos, onde realizou, em 1947, curso de Estatística Experimental na Universidade da Carolina do Norte. Em 1951 e 1952, com bolsa da Fundação Guggenheim, estudou fisiologia de ficomicetos na Universidade da Califórnia em Berkeley, e fez especialização em fungos do gênero Phytophthora, com o professor J. Zentmyer, em Riverside.

Passou a integrar a Comissão Internacional de Phytophthora. Em 1960, com apoio da Fundação Rockefeller, visitou as estações de pesquisas em citros na Flórida e na Califórnia. A convite do governo da França e do Institut National de la Recherche Agronomique (Inra), desenvolveu programa de colaboração científica, trabalhando, em 1961, com Joseph Bové em estudos sobre viroides dos citros.

Capacitou-se nas técnicas de diagnóstico de vírus transmissores por enxertia, visando ao Programa de Registro de Matrizes de citros livres de vírus, implantado no Estado de São Paulo.

Em 1958, iniciou trabalhos sobre a leprose dos citros e experimentos para seu controle. Resultado relevante foi a comprovação do ácaro Brevipalpus phoenicis como vetor da leprose e, em 1965, também como vetor da clorose zonada.

Estudos sobre o cancro cítrico e sobre a clorose variegada dos citros (CVC) – nome sugerido pela pesquisadora em substituição ao popular “amarelinho” –, causada pela bactéria Xylella fastidiosa, motivaram vários trabalhos, com colegas de diversos institutos no Brasil e no exterior.

Foi presidente da Comissão Permanente de Cancro Cítrico de 1975 a 1977. Teve mais de 300 trabalhos publicados ou apresentados em congressos nacionais e internacionais e recebeu dezenas de prêmios e homenagens, entre os quais a Medalha Sigma Xi da Universidade da Califórnia (1952), o título de Engenheira-Agrônoma do Ano da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (1982) e o de Professor Honorário da Universidade de Flórida (1987), o Prêmio Frederico de Menezes Veiga, da Embrapa (1993) e a Medalha Luiz de Queiroz (1999).

Membro da Academia Brasileira de Ciências, foi condecorada com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico pelo presidente da República em 2004.

No Instituto Biológico, assumiu a chefia da Seção de Fitopatologia Geral em 1957, tornando-se diretora da Divisão de Patologia Vegetal em 1968, cargo no qual se aposentou em 1987. Mesmo depois de aposentada continuou suas pesquisas junto ao instituto. O Herbário Uredinológico “Victória Rossetti” é parte do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Vegetal do instituto. Em 1988, recebeu o título de Servidora Emérita do Estado de São Paulo.

Descobertas e nomes
O nome Victória Rossetti estará sempre profundamente ligado às pesquisas das doenças que atingem as plantas cítricas. Se o Brasil se tornou o maior exportador mundial de suco de laranja, não foi sem vencer ou controlar uma série de doenças dos citros e a cientista se envolveu com boa parte delas.

Com a leprose dos citros, especificamente, começou a trabalhar em 1959. A doença foi descrita em 1935 e teve sua transmissão associada a um ácaro por Agesilau Bitancourt, seu mentor no Instituto Biológico.

“A leprose provoca manchas amarelas nas folhas e lesões escuras e deprimidas nos frutos. Os frutos terminam caindo em grande quantidade, o que resulta em perda de produtividade e de qualidade, principalmente da laranja doce”, explicou a pesquisadora anos depois. Em 1972, Kitajima constatou pela primeira vez, por microscopia eletrônica, um bastonete semelhante a vírus em lesões de leprose.

“Foi da doutora Vitória o primeiro avanço no conhecimento da leprose de citros, ao destacar a importância do controle do vetor da doença, transmitida pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, que afeta principalmente as laranjeiras doces”, disse César Martins Chagas, pesquisador aposentado do Instituto Biológico, que trabalhou durante anos com a pesquisadora no estudo da leprose de citros.

Outra doença, o cancro cítrico, foi importante para a cientistas e para a própria FAPESP. Em 1963, quando a Fundação mal completara um ano de funcionamento, a doença se alastrava e ameaçava a jovem agroindústria da laranja no Estado de São Paulo.

Foi nesse momento que a FAPESP concedeu o primeiro auxílio para os estudos de controle do cancro, realizados no Instituto Biológico sob a direção de Victória. Desde então, a Fundação concedeu mais de dez outros auxílios às pesquisas feitas pela cientista.

Em 1987, foi convidada a identificar uma doença nova na Fazenda Ana Prata, na região de Bebedouro (SP). “Eu não sabia o que era”, diria anos mais tarde. Ninguém sabia. Aos poucos, a pesquisadora foi desvendando o mistério. Cobrindo algumas plantas com telas e comparando-as, depois, com as que estavam expostas, ela descobriu que o vetor da doença era um inseto: as plantas cobertas continuaram sãs.

Para testar a hipótese do entupimento dos vasos da planta, criou um equipamento tão simples quanto engenhoso: tubos transparentes por onde eram introduzidos galhos da planta. Depois, eles eram cheios com água. Nos tubos que continham galhos saudáveis, surgiam muitas bolhas, como resultado do ar que saía dos vasos da planta.

Nos tubos contendo plantas doentes, a água borbulhava bem menos, prova de que os vasos estavam entupidos. Para identificar a bactéria causadora da doença, Victória foi à França, onde teve a ajuda de Joseph Bové, especialista em fitopatologia.

No mesmo ano, a pesquisadora identificou a bactéria Xylella fastidiosa, causadora da doença a que deu o nome de clorose variegada dos citros. “Chamei-a assim porque as manchas amareladas na folha apresentam-se de forma variegada, não contínua”, disse. O sequenciamento do genoma da bactéria foi concluído treze anos depois, em um dos grandes momentos da história da ciência brasileira.

“A identificação do patógeno pela doutora Victória foi o ponto de partida do projeto de sequenciamento apoiado pela FAPESP. Outro ponto a se destacar é que ela soube fazer brilhantemente a mediação do conhecimento entre a academia, técnicos e produtores. A prova disso são os manuais que escreveu direcionado aos técnicos”, disse Kitajima.

“Ser visionário e ter extrema capacidade de desenvolver trabalhos são duas características muito difíceis de se encontrar em um pesquisador, mas que a doutora Vitória tinha de sobra”, disse Chagas. (* Com informações da Academia Brasileira de Ciências, do Museu da Pessoa e da revista Pesquisa FAPESP.)

Fonte: Agência FAPESP

9º Fórum de Debates Brasilianas.org - Integração com a universidade

Com o tema “Integração com a universidade”, o 9º Fórum de Debates Brasilianas.org será realizado no dia 27 de janeiro, no Instituto de Engenharia, em São Paulo, a partir das 9h15. As inscrições são gratuitas.

De acordo com o estudo Sondagem de Inovação, elaborado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), 71,4% das grandes empresas industriais realizaram inovações tecnológicas durante o primeiro trimestre de 2010.

Segundo os organizadores do evento, nesse sentido a questão da integração entre empresas, universidades e centros de pesquisa é central para orquestrar o sistema industrial brasileiro e posicioná-lo nos patamares dos países desenvolvidos.

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor-científico da FAPESP, Carlos Américo Pacheco, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, o senador Aloísio Mercadante e Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), são os palestrantes previstos. A apresentação será feita por Luís Nassif, diretor presidente da Agência Dinheiro Vivo.

“Universidade e empresa: estratégias para uma relação saudável”, “O Brasil como potência criadora” e “Articulação: políticas de educação e políticas industriais” serão os temas em debate.

O Instituto de Engenharia está na avenida Doutor Dante Pazzanese nº 120, Vila Mariana.

Mais informações e inscrições: (11) 3016-2336

Fonte: Agência FAPESP

15º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

O 15º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), será realizado em Curitiba (PR) de 30 de abril a 5 de maio de 2011.

Promover o encontro das comunidades acadêmico-científicas de sensoriamento remoto, de geotecnologias e áreas afins é um dos objetivos do simpósio.

O simpósio oferecerá aos participantes dez cursos, que envolvem aplicabilidades do sensoriamento remoto em áreas como agricultura, ambientes urbanos, atmosfera, educação, floresta e vegetação, geologia e modelagem de sistemas terrestres.

Novos métodos em processamento e classificação de imagens digitais em sensoriamento remoto”, “Sensoriamento remoto aplicado ao estudo da vegetação”, “Mapeamento e monitoramento da agricultura” são alguns dos cursos previstos.

Inscrições deverão ser feitas pela internet até o dia 20 de abril. A partir desta data, somente na secretaria geral do simpósio, em Curitiba. O evento será realizado na Estação Convention Center, na avenida Sete de Setembro, 2777.

Fonte: Agência FAPESP

16ª Escola de Verão Jorge André Swieca de Partículas e Campos


A Sociedade Brasileira de Física (SBF) realizará, entre os dias 31 de janeiro e 11 de fevereiro de 2011, a 16ª Escola de Verão Jorge André Swieca de Partículas e Campos, em Campos do Jordão (SP).

O evento é direcionado aos estudantes de pós-graduação, pós-doutores e jovens doutores da área da física de alta energia, teoria de campos e cosmologia. A escola, que ocorre a cada dois anos, tem o apoio da FAPESP, por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa - Organização de Reunião Científica e/ou Tecnológica e de outras instituições.

A primeira semana da Escola será dedicada a cursos introdutórios que preparam os alunos para os cursos mais avançados oferecidos na segunda semana.

Francis Halzen (Universidade de Wisconsin-Madison), Jan de Boer (Universidade de Amsterdã), Edward Witten (Universidade Princeton), Chris Quigg (Laboratório Fermi), Rogério Rosenfeld (IFT-Unesp) e Ioav Waga (IF-UFRJ) são alguns dos professores convidados.

Introdução ao modelo padrão das interações fundamentais”, “Introdução à cosmologia e astropartículas”, “Introdução às teorias de gauge não abelianas e BRST”, “Potential discoveries at the LHC” e “A new look at the path integral of quantum mechanics” serão alguns dos tópicos abordados.

O encontro será realizado no Hotel Leão da Montanha, na rua Dr. Raul Mesquita 443, em Campos do Jordão.

Fonte: Agência FAPESP

H.A.C.Camargo / CIPE realiza o curso a distância: Antineoplásicos: Farmacologia, Interações e Uso Adequado

O Centro Internacional de Pesquisa e Ensino (Cipe) do Hospital A.C. Camargo realizará, de 1º de março a 31 de maio de 2011, o curso a distância “Antineoplásicos: Farmacologia, Interações e Uso Adequado”.

O curso é destinado a farmacêuticos e biomédicos e tem por objetivos instrumentalizar e atualizar o aluno de farmácia na área de farmacologia, visando à capacitação do profissional para o entendimento da terapêutica e interação medicamentosa.

A duração é de dois meses e carga horária é de 40 horas. “Atualização sobre o tratamento do câncer”, “Farmacologia avançada e aplicações”, “Interações medicamentosas” e “Manipulação de antineoplásicos” são alguns dos módulos previstos. As inscrições vão até 23 de fevereiro.

Fonte: Agência FAPESP