sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PISA 2009 - Educação no país evoluiu, aponta pesquisa internacional

O relatório preliminar do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2009, divulgado nesta terça-feira (7), pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, apontou que o Brasil é o terceiro país que mais cresceu em educação básica nesta década.

De acordo com o estudo, o ensino brasileiro evoluiu 33 pontos entre os exames realizados no período de 2000 a 2009. Na avaliação do ministro da Educação, Fernando Haddad, diversos fatores contribuíram para esse resultado, com destaque para a evolução dos investimentos no setor e maior atenção para a aprendizagem das crianças.

“O sistema educacional brasileiro está reagindo aos estímulos”, disse. A média brasileira das notas em leitura, matemática e ciências passou de 368 para 401 pontos no período observado. Na média nacional, o país cresceu principalmente em matemática, passando de 334 pontos, em 2000, para 386 pontos em 2009; em ciências, passou de 375 para 405; e em leitura, de 396 para 412.(Com informações do MEC) 

Fonte: Gestão CT

CNPq: R$ 21 milhões em chamadas públicas

Estão disponíveis no site do CNPq o resultado de quatro editais, que juntos investirão recursos superiores a R$ 21 milhões. As chamadas são nas áreas de tecnologia da informação, residência em software e extensão inovadora em TI, mapeamento das infecções hospitalares no SUS e prevenção e tratamento de diabetes Mellitus. Foram aprovadas mais de 100 propostas, sendo 78 para a área de tecnologia da informação.

O resultado da chamada 06/2010 – Residência em software e extensão inovadora em TI

Já a lista dos projetos aprovados no edital 09/10, que selecionou propostas na área de tecnologia da informação

Os selecionados para a chamada 40/2010, que apoiou propostas para o mapeamento das infecções hospitalares no SUS

Já o resultado da chamada 42/10, que selecionou propostas que irão permitir estudos referentes ao Diabetes Mellitus(Com informações do CNPq) 

Fonte: Gestão CT

R$ 377 mil para parque tecnológico de Araçatuba

A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo assinou, ontem (8), dois convênios no valor total de R$ 377 mil com a prefeitura de Araçatuba para a elaboração de estudos voltados à implantação do futuro parque tecnológico da cidade.

Os recursos serão aplicados na construção de documentos que definirão a viabilidade econômica e financeira, assim como nos planos de negócios, comunicação, marketing e de ciência, tecnologia e inovação. Este último irá determinar, por exemplo, o perfil de atuação e os serviços que serão oferecidos pelo empreendimento.

De acordo com informações da secretaria, o parque será dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos nas áreas de genética animal, energias renováveis, agroindústria alimentícia e produção sucroalcooleira, com foco em biocombustíveis e bioenergia.

O empreendimento será instalado no Distrito Industrial Maria Isabel Almeida Prado, numa área de mais de 230 mil metros quadrados. O projeto faz parte do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec), criado pelo governo do Estado, que prevê entre outros benefícios, incentivos fiscais.

Fonte: Gestão CT

Fapergs e Sebrae: edital para estimular a inovação nos empreendimentos de pequeno porte

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e a unidade local do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) lançaram edital para estimular a cultura da inovação nos empreendimentos de pequeno porte. As inscrições estarão abertas até 15 de março de 2011.

Trata-se de uma chamada inédita no país. A iniciativa prevê o aporte R$ 7,2 milhões, em 50 bolsas para profissionais, com titulação de doutor, que executarem projetos de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação. O benefício tem valor mensal de R$ 6 mil e será concedido por 24 meses.(Com informações da Fapergs) 

Fonte: Gestão CT

Chip do Boi: Tecnologia de monitoramento de gado ampliará valor comercial da carne bovina

Maior exportador mundial de carne, com 200 milhões de cabeças de gado bovino, o Brasil avança em tecnologia de monitoramento de gado. Nesta terça-feira (8), o ministro da C&T, Sergio Rezende, recebeu o presidente do Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec/MCT), Cylon Gonçalves da Silva, ao lado de representantes da empresa e parceiros, para a apresentação dos testes finais do chip do boi, que permite o monitoramento do gado de forma barata e eficiente e está pronto para ser comercializado.

Primeiro equipamento comercial da Ceitec, o chip do boi foi analisado inicialmente em novembro de 2009 na cidade de Presidente de Morais (MG), em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

O chip foi testado em 250 vacas leiteiras e teve 100% de funcionamento. O chip é armazenado em um pequeno equipamento implantado na orelha do animal e registra informações captadas por meio de um leitor eletrônico de tecnologia RFID (Identificação por Radiofreqüência).

O custo do equipamento é de aproximadamente R$ 3 a unidade, menos da metade do valor dos chips similares importados. Com o equipamento, a pesagem do boi é feita de forma rápida e os erros no controle manual do gado são eliminados. Para Rezende, o produto também permite maior valor comercial da carne bovina, pois o gado rastreado impulsiona a exportação nacional.(Com informações do MCT)

Fonte: Gestão CT

CNI - proposta para integrar ensinos médio e profissionalizante

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) elaborou uma proposta para fortalecer a educação no país. A sugestão da instituição é integrar o ensino médio oferecido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com o profissionalizante ofertado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), e estender esse modelo às escolas públicas e privadas do país.

“A ideia é que os estudantes comecem, desde o ensino médio, a ter uma qualificação profissional”, defendeu Robson Braga de Andrade, presidente da confederação, nesta quarta-feira (8), em Brasília (DF), durante a reunião da bancada nordestina da Câmara dos Deputados, realizada na sede da instituição. De acordo com ele, a proposta já foi apresentada ao ministro da Educação, Fernando Haddad.(Com informações da CNI) 

Fonte: Gestão CT

PDP 2011 a 2014 priorizará pequenos negócios

O diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), João Carlos Ferraz, destacou na última sexta-feira (3), que as micro e pequenas empresas serão priorizadas na nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que vai vigorar de 2011 a 2014.

“Na PDP 2 estamos ampliando as metas com políticas de continuidade, como as voltadas para as pequenas empresas”, disse ele durante a reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realizada na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo (SP).

Já o presidente do banco, Luciano Coutinho, destacou que uma das grandes metas da nova política é elevar a participação de setores intensivos em conhecimento no Produto Interno Bruto. Outro desafio será aumentar a eficiência do setor produtivo e incentivar uma produção mais limpa, tanto para proteger o meio ambiente como para evitar problemas no acesso a mercados externos.

(Com informações do Sebrae)

Seminário Competências Empresariais e de Apoio ao Desenvolvimento do Setor Aeroespacial

Pequenas empresas discutem políticas para o setor aeroespacial

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizaram nesta quinta-feira (9), em São José dos Campos (SP), o “Seminário Competências Empresariais e de Apoio ao Desenvolvimento do Setor Aeroespacial”.

Realizado das 14h às 18h, o evento discutiu temas como: pontos chaves para o adensamento da cadeia aeroespacial e estratégias em cadeias de valor global. O objetivo foi subsidiar as ações e medidas da política industrial para o segmento. Também teve como proposta impulsionar as pequenas e médias empresas a se engajarem em estratégias empresariais que elevem sua competitividade por meio da agregação de valor.

O setor aeroespacial brasileiro é responsável por 2,7% do total das exportações brasileiras. Somente em 2009, o valor das exportações e das importações deste segmento alcançou a marca de US$ 4,1 bilhões.(Com informações da ABDI)

INPI e ABDI - Acordo amplia acesso a informações tecnológicas sobre nanotecnologia

Na última segunda-feira (6), o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) assinaram um acordo de cooperação para divulgar patentes brasileiras na área de nanotecnologia.

A parceria inclui publicações semestrais para apresentar as tecnologias brasileiras neste campo. De acordo com o presidente do INPI, Jorge Ávila, o aumento do acesso à informação tecnológica disponível sobre nanotecnologia facilitará a identificação de possíveis parceiros para as empresas nacionais. (Com informações do INPI)

Fonte: Gestão CT

Desafios para tornar o Brasil mais competitivo

Gestores de CT&I apontam os desafios para tornar o Brasil mais competitivo

Diversos gestores de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) do país enumeram nesta quarta-feira (8), em Brasília (DF), os desafios para tornar o país mais competitivo, a partir do fortalecimento dos instrumentos voltados para o setor. O debate foi realizado durante um café da manhã organizado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Na avaliação do grupo, que contou com a participação de representantes do governo e da iniciativa privada, o ano de 2011 começará com um ambiente de CT&I diferente, com investimentos crescentes e a maior participação brasileira no número de artigos científicos, mas ainda desafiador para a área de inovação.

Para o diretor de Operações da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, o país precisa avançar em infraestrutura, ambiente macroeconômico e institucional. “Nós temos que estabelecer uma grande agenda voltada para a inovação e estamos muitos distantes dela ser representativa”, avaliou.

Dados da última Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o Brasil tem 41 mil empresas envolvidas na inovação, mas apenas três mil delas fazem pesquisa e desenvolvimento (P&D) de forma consistente.

“Temos uma necessidade de engajar as empresas nesse processo e a Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras) desenvolverá no próximo ano um grande trabalho para inserir as empresas que ainda não inovam nesse ambiente inovativo”, destacou o secretário executivo da instituição, Naldo Dantas. Ainda segundo ele, a entidade focará principalmente nas instituições de pequeno porte.

Na avaliação do diretor do Centro de Pesquisa e Inovação do Parque Tecnológico do Rio de Janeiro, Maurício Guedes, a agenda da inovação ainda não incorporou e falta maior posição tanto do governo, quanto da iniciativa privada. “No MCT, a pauta da inovação tem que ser prioridade para o próximo governo. As pré-condições estão criadas. O ambiente econômico é mais favorável”.

Guedes também criticou a falta de políticas públicas voltadas para os parques tecnológicos e disse que a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), movimento liderado pela CNI, teve uma repercussão tímida. “Se existe um modelo de parque tecnológico brasileiro é o que não conta com recursos públicos para o seu desenvolvimento”, falou.

Já para o secretário executivo do MCT, Luiz Antonio Elias, o Brasil dispõe de um ambiente altamente propício, o que falta é uma articulação maior entre os atores. “Instrumentos de apoio nós temos. Aperfeiçoamos o marco legal. Falta dar uma nova capacidade de realização através de parcerias com entidades como a Anprotec”, considerou.

Também para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a agenda da inovação é uma realidade no Brasil e pauta, inclusive, negociações internacionais. Segundo o secretário de Comércio Exterior do órgão, Welber Barral, a inovação foi o tema central de um acordo firmado com os Estados Unidos. “Junto ao MCT estamos estudando mecanismos para alavancar as importações e as exportações na área de pesquisa”, disse.

Baixa produtividade
Para o diretor-técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Alberto dos Santos, para fortalecer essa agenda é preciso fundamentalmente elevar o padrão de produtividade nos empreendimentos de pequeno porte.

Dados apresentados por ele mostram que a participação das micro e pequenas empresas (MPEs) brasileiras na economia está no mesmo patamar das instituições de países como Itália e Holanda. Respectivamente os percentuais são: 99,1%, 99,4% e 98,3%.

No que se refere ao volume de empregos gerados, a distribuição também é equilibrada com 52,2% no Brasil; 68,5% na Itália; e 50,5% na Holanda. A curva muda quando se analisa a contribuição desses empreendimentos para o Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, esse percentual patina nos 20%. Nos outros dois países europeus os percentuais são de 55,6% e 41%, para Itália e Holanda, respectivamente.

“Temos que elevar o padrão da produtividade das pequenas empresas. Nós só vamos conseguir mudar esse quadro quando agregarmos valor tecnológico e inovação”, disse. Para os anos de 2011 a 2013, o Sebrae destinará 30% dos recursos para C&T.

“O Brasil avançou na estabilidade do crescimento. Nosso desafio sem dúvida é a competitividade. Essa é a agenda principal da CNI, para que possamos manter esse crescimento na faixa de 5%, com avanço da renda per capita de 4,5%”, completou Lucchesi.

Fonte: Cynthia Ribeiro  Gestão CT

Capes, MEC e CNPq : edital para projetos de inclusão digital

Doutores com projetos focados em inclusão digital têm até 7 de fevereiro de 2011 para enviar propostas para concorrer ao edital (nº 76/2010 - PROUCA) do CNPq, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC).

O edital prevê investimento de R$ 5 milhões em projetos que fomentem inovações e diferentes estratégias, ações e parcerias no âmbito do Programa Um Computador Por Aluno (Prouca).

O pesquisador interessado deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, experiência em projetos educacionais e no uso pedagógico de tecnologias da informação e comunicação (TICs) e ainda ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto.

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas

Fonte: Gestão CT

CNPq: R$ 6,8 milhões para o setor mineral

Edital (44/2010) lançado pelo CNPq nesta semana apoiará projetos voltados para o setor mineral, num aporte de R$ 6,8 milhões. A submissão das propostas poderá ser feita até 31 de janeiro do próximo ano. Os recursos são oriundos do Fundo Setorial Mineral, pertencente ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e financiarão itens referentes a custeio, bolsas e capital.

O edital está dividido em duas chamadas públicas. O escopo da primeira, que contará com recursos da ordem de R$ 4 milhões, é a pesquisa que promova o desenvolvimento de metodologias de exploração geológica de suporte à exploração mineral voltados às especificidades do ambiente geológico do Brasil. O objetivo é contribuir para aprimorar e ampliar o conhecimento geológico do subsolo brasileiro.

Já a segunda chamada priorizará tecnologias em Arranjos Produtivos Locais (APLs) do setor mineral com prioridades para os segmentos de água mineral, calcário de cal, cerâmica vermelha e de revestimento, gemas, entre outros. Para esta, o conselho reservou R$ 2,8 milhões.

Fonte: Gestão CT

Em discussão MP que dará mais autonomia à Embrapa no exterior

Senadores e deputados discutem MP que dará mais autonomia à Embrapa no exterior

O senador Gilberto Goellner (DEM-MT) e o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG) propuseram requerimentos para um debate no Congresso Nacional em audiência pública sobre as alterações feitas pela Medida Provisória (MP) 504/10 na lei 5.851/72, que criou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As mudanças ampliam a participação da estatal fora do país.

Os encontros foram realizados na última terça-feira (7) – pela manhã, na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal e, à tarde, na Câmara dos Deputados - que contaram com a presença do presidente da Embrapa, Pedro Arraes, e do diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Marco Farani. A medida está em análise da Câmara dos Deputados. Depois segue para votação no Senado Federal.

No início das apresentações, Arraes mencionou que a Embrapa – que possui um orçamento de R$ 1,1 bilhão - já é uma empresa internacional, com ampla atuação nas áreas de cooperação científica, técnica e negócios tecnológicos. Entretanto, ressaltou que com a formalização da medida, as atividades da instituição se tornarão mais ágeis e flexíveis.

“Hoje em dia é muito difícil arrecadar royalties por falta da institucionalização da atuação da Embrapa no exterior. A mudança também vai facilitar a realização de cursos e o pagamento de técnicos, uma vez que a estatal ampliará sua participação entre grandes empresas internacionais de pesquisa”.

Os acordos de cooperação técnica permitem a criação de tecnologias com avançados centros de pesquisa no mundo, dando ao Brasil reconhecimento como fornecedor de soluções agrícolas para os países de clima tropical. Porém, por meio da MP, a Embrapa também poderá criar escritórios no exterior, com maior flexibilidade de gestão e administração.

“Com as mudanças, a Embrapa terá mais autonomia, mas nossa intenção não é criar novas estruturas em outros países, muito menos fechar os acordos já existentes. Nós iremos consolidá-los. O que temos que ressaltar é nossa necessidade em não ter mais a obrigação de fazer convênios com organismos internacionais para a Embrapa atuar fora do Brasil”, afirmou.

A empresa também poderá enviar e receber recursos, sem limitações jurídicas, para regiões em que existam projetos instalados. A abertura de novas contas bancárias, a contratação de pessoal e demais procedimentos administrativos serão ações possíveis de fazer independente dos acordos.

O diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Marco Farani, explicou que a agência faz parte da estrutura do Ministério das Relações Exteriores e busca o fortalecimento da liderança brasileira entre os países em desenvolvimento. Ela coordena a prestação de cooperação da Embrapa no exterior por meio de projetos.

“Realizamos uma transferência de conhecimento a outros países”, assinalou. O Brasil desenvolve projetos de cooperação com 81 países. Para isso, a ABC executou integralmente os R$ 52 milhões de recursos do Orçamento que recebeu em 2010. “Em 2011, estão garantidos R$ 42 milhões em recursos, com mais R$ 50 milhões que foram solicitados por meio de emendas”.

O deputado Paulo Piau ressaltou que a afinidade cultural do Brasil com a África tem que ser vista como uma oportunidade. Um exemplo é a possibilidade do etanol por meio da capacitação e transferência de tecnologia do Brasil ao continente africano. “Quanto mais argumentos tivermos, mais rápido se consolidará a internacionalização da Embrapa. A igreja é forte porque a missa é a mesma todo domingo”, compara.

A Embrapa promove o intercâmbio de pesquisadores e a execução de programas de pesquisa atuando com laboratórios virtuais no exterior - Labex Estados Unidos, Labex Europa e Labex Coreia, além da transferência de tecnologia a países da África, América Latina e outros continentes.

Fonte: Cristiane Rosa /  Gestão CT

INPI - Parcerias tecnológicas e o ambiente jurídico de PI no Brasil e nos Estados Unidos

INPI apresenta ambientes jurídicos americano e brasileiro de PI

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) apresenta dia 10, no Rio de Janeiro (RJ), os modelos brasileiro e americano e o ambiente jurídico de propriedade intelectual (PI). O evento é gratuito e objetiva mostrar como a PI pode contribuir para estimular novas parcerias entre universidades, institutos de pesquisa e empresas.

O simpósio será realizado no Centro Cultural da Justiça Federal, das 9h às 17h30 e contará com a participação dos ministros Dias Toffoli e Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do juiz Randall Ray Rader, da Corte de Justiça norte-americana.

Fonte: Gestão CT

(Com informações do INPI)