terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Unesp desenvolve e patenteia novos sensores para aplicações em biomedicina e na indústria alimentícia


Aplicação na dose certa
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram três tipos distintos de sensores com aplicações úteis para a biomedicina e outras áreas. Os dispositivos são resultado de um projeto de pesquisa coordenado por Carlos Graeff, professor da Faculdade de Ciências do campus de Bauru (SP) da Unesp.

“Como resultado, desenvolvemos um dosímetro à base de polímeros condutores, um sensor para óxido nítrico e um dosímetro à base de alanina para aplicação, por exemplo, em técnicas especiais de radiocirurgia”, disse Graeff.

O projeto "Novos materiais e métodos para aplicações em (bio) medicina" foi financiado pela FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.

De acordo com o pesquisador, o subprojeto dedicado ao dosímetro à base de polímeros condutores foi motivado por uma descoberta, feita por seu grupo, que gerou uma publicação e uma patente.

Os polímeros semicondutores tradicionais, hoje aplicados em uma série de dispositivos eletrônicos – em especial os “dispositivos orgânicos emissores de luz” (oleds) –, apresentavam mudanças de cor quando eram submetidos a raios gama e estavam em solução.

“Descobrimos que esses polímeros semicondutores, quando estavam em solução – diferentemente dos que eram usados inicialmente na forma de filmes finos –, mudavam de cor ao serem irradiados. Ou seja, pela cor podíamos inferir a dose irradiada”, explicou.

Conforme avançaram as pesquisas, o grupo conseguiu também a aprovação de um projeto junto à Financiadora de Estudos de Projetos (Finep) voltado para o desenvolvimento da ideia do ponto de vista comercial.

“Avaliamos qual seria o mercado para o dosímetro. Pelo valor da dose a que ele se aplica, concluímos que o mercado potencial seria principalmente a indústria alimentícia, já que a sensibilidade não é tão grande a ponto de permitir aplicações médicas em radiodiagnóstico, por exemplo”, disse Graeff.

Durante o desenvolvimento do Temático, o grupo ampliou a gama de materiais que poderiam ser utilizados nessa aplicação, abrindo o leque para uma série de compostos orgânicos, em especial as moléculas pequenas utilizadas na indústria de corantes.

O segundo aspecto do projeto envolveu a investigação sobre os mecanismos físicos que estavam por trás da mudança eletrônica estrutural observada nos materiais.

“Mostramos em artigos publicados que a reação envolvida nesse processo é uma reação indireta. Isto é, ela não é absorvida pelo polímero, mas pelo solvente. Quando descobrimos esse mecanismo, procuramos uma otimização desse efeito, buscando solventes alternativos que fossem ideais para esse tipo de aplicação”, disse.

Os cientistas descobriram que, além do clorofórmio – que era o solvente originalmente utilizado –, havia outras possibilidades de solventes capazes de dar origem a materiais muito mais sensíveis.

“Conseguimos demonstrar que vários polímeros diferentes sofrem uma degradação quando irradiados por radiação ionizante, portanto trata-se de um feito geral. Além disso, descobrimos que diversos solventes podem ser utilizados no processo – o que possibilita a adaptação às aplicações que forem desejadas”, explicou Graeff.

Dose determinada
Nos estudos para o desenvolvimento do sensor de óxido nítrico, os processos não foram tão grandes. Mas a proposta surgiu de uma ideia original: utilizar compostos especiais de ditiocarbonatos para fazer o aprisionamento da molécula de óxido nítrico dentro de uma matriz sólida.

“Esses materiais produzem sinais fortes pela técnica de ressonância paramagnética eletrônica. O nosso método consistiu em colocar o ditiocarbonato dentro de uma matriz sólida. Até então ele era usado apenas em solução”, disse Graeff.

Os pesquisadores exploraram o efeito em diferentes matrizes: à base de sílica gel – ou óxido de silício –, de membranas de látex natural, ou de matrizes de sílica gel com precursores diferentes que davam características mecânicas especiais ao produto, resultando em uma membrana flexível e transparente.

“A matriz mais promissora, com a qual conseguimos os resultados mais significativos, é a molécula cucurbituril. Com essa matriz nanométrica, estamos conseguindo uma grande sensibilidade, o que possibilita detectar quantidades muito pequenas de óxido nítrico em solução. Temos evidências de que vamos poder medir doses na faixa do nanomolar, o que tornaria o material útil para muitas aplicações, em especial na área biomédica”, afirmou.

Uma aplicação alternativa foi elaborada com a colaboração de Ângela Kinoshita e Sergio Catanzaro Guimarães, ambos pesquisadores da Universidade do Sagrado Coração, de Bauru: os pesquisadores usaram a mesma matriz para aplicação em regeneração óssea guiada.

“Os resultados indicam que essa matriz, com ou sem óxido nítrico, tem grande potencial de aplicação nos casos em que os dentistas precisam estimular o desenvolvimento ósseo antes de um implante”, disse Graeff.

O subprojeto dedicado ao desenvolvimento de um dosímetro à base de matrizes de alanina foi conduzido pelo professor Oswaldo Baffa Filho, do Laboratório de Biomagnetismo do Departamento de Física e Matemática da Universidade de São Paulo (BIOMAG-USP) em Ribeirão Preto (SP).

“Os dosímetros de alanina são conhecidos há muito tempo e utilizados na detecção de radiação ionizante a partir da técnica de ressonância paramétrica eletrônica. Nossa ideia era desenvolver um método para realizar a dosimetria local em técnicas de radioterapia, onde se colocasse uma cápsula radioativa muito próxima do tumor”, disse.

A dificuldade com esse tipo de tratamento é determinar qual foi a dose de radioterapia aplicada. “Existe uma clara demanda por um dosímetro de dimensões reduzidas para fazer esse tipo de dosimetria, dando informações ao médico sobre qual a dose efetivamente aplicada”, disse Graeff.

“Desenvolvemos esses pequenos dosímetros à base de alanina e os resultados foram muito promissores. Os diferenciais são as dimensões reduzidas e o uso da alanina, um aminoácido que tem total compatibilidade com o tecido humano”, destacou.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Produção científica brasileira em medicina é destaque, mas país precisa investir e produzir mais

Mais visibilidade mundial
O Brasil ocupa a 14ª posição entre os países de maior produtividade científica, segundo os dados mais recentes do ranking SCImago, índice que leva em conta o número de publicações (o país registrou 34.145 em 2008), documentos citáveis (32.829) e citações (38.237).

Na lista, o Brasil figura atrás de países desenvolvidos, como Estados Unidos (1º), Inglaterra (3º), a Alemanha (4º) e Japão (5º) e também de economias em desenvolvimento, como a China (2º lugar) e a Índia (10º). Está uma posição à frente da Rússia (15º), outro dos quatro países que formam os Brics.

“Entre os Brics, a China foi a única que mostrou um crescimento explosivo em termos de produção científica, registrando mais de 230 mil publicações em 2008”, disse Manoel Barral-Netto, professor da Universidade Federal da Bahia, na semana passada durante a conferência “Avanços e Perspectivas da Ciência no Brasil, América Latina e Caribe”, realizada pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Rio de Janeiro.

A mesa que tratou da área de Ciências Biomédicas reuniu, além de Barral-Neto, Jorge Kalil (professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e diretor do Laboratorio de Imunologia do Instituto do Coração) e Sergio Costa Oliveira (professor da Universidade Federal de Minas Gerais), que traçaram um panorama da produção científica brasileira atual, especialmente em medicina.

Diferentemente da produção científica total, em algumas áreas de medicina o Brasil se destaca no ranking SCImago. Na categoria Doenças Infecciosas, por exemplo, ocupa o 4º lugar (com 328 documentos), atrás apenas dos Estados Unidos (com 1.583), Reino Unido e França. Em Anatomia, está em 9º e em Cirurgia, em 8º

No campo da Imunologia e Alergia, no entanto, o Brasil está na 13ª posição. Segundo os especialistas da área reunidos na ABC, a razão para esse quadro é a falta de investimentos.

“O Brasil investe pouco e tem ainda um longo caminho em relação a pessoal para fazer ciência, especialmente em áreas como a imunologia”, disse Kalil.

No país, as áreas que contam com um maior número de artigos científicos publicados, de acordo com a Thomson Reuters, são: Medicina Clínica (35.214 artigos), Química (19.929), Física (19.243) e Biologia e Bioquímica (11.173). Os artigos brasileiros são mais representativos em Agronomia e Veterinária (3,07% do total mundial), Física (2,04%), Astronomia e Ciência Espacial (1,89%), Microbiologia (1,89%) e Ciências de Plantas e Animais (1,87%).

Em relação ao número de pesquisadores por habitantes, o índice, apesar de maior que em passado recente, ainda pode ser considerado baixo se comparado a outros países. Segundo o Relatório Unesco sobre Ciência 2010, feito pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, cujos dados foram destacados na conferência da ABC, o Brasil tem cerca de 650 pesquisadores por milhão de habitantes. O Japão, para efeito de comparação, tem mais de 5,5 mil por milhão.

“Apesar de o Brasil ter conseguido aumentar o número de novos doutores formados para 12 mil ao ano, o país ainda enfrenta uma situação de carência. No passado esse número era ainda menor, mas não podemos nos dar por satisfeitos”, disse Barral-Netto à Agência FAPESP.

Segundo ele, o país precisa melhorar a visibilidade internacional de sua ciência. “Em algumas áreas, tais como as biomédicas e as doenças infecciosas, nossa produção está entre as mais altas do mundo, mas o investimento em tecnologia e no número de pesquisadores é muito baixo se comparado ao dos países desenvolvidos. Esse investimento tem que crescer se quisermos alcançar um papel de destaque na ciência e tecnologia mundial”, disse o também pesquisador do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (Fiocruz).

De acordo com dados apresentados por Barral-Netto, o Brasil enfrenta ainda outro grande desafio no nível da graduação: em 2008, apenas 16% dos jovens entre 18 e 24 anos estavam matriculados no ensino superior. “Tal número precisará triplicar se o Brasil quiser alcançar um nível competitivo internacionalmente”, disse.

Na América Latina, de acordo com os ranking de produção científica mencionados na conferência, o Brasil sozinho produz mais que a soma de todos os outros países latino-americanos juntos. No cenário nacional, a maior parte da produção está no Estado de São Paulo.

Fonte: Washington Castilhos / Agência FAPESP

Capes: divulgado resultado de bolsas concedidas a novos cursos de Pós-Graduação

Já está disponível no site da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) o resultado das 390 bolsas concedidas pelo Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup).

As bolsas foram concedidas a novos cursos aprovados entre 2007 e 2010 e que estejam atualmente em atividades acadêmicas. O Prosup/Cursos Novos prevê auxílio financeiro, por meio de bolsas de mestrado e/ou doutorado, para a manutenção de alunos regularmente matriculados e recursos de custeio para o financiamento das atividades do projeto.(Com informações da Capes)

Fonte: Gestão CT

FINEP: resultado das chamadas nanotecnologia, produtos médicos e biomaterias e Sinat

A Finep divulgou, no dia 2, os resultados finais das chamadas públicas de nanotecnologia, produtos médicos e biomaterias, e de infraestrutura laboratorial (Sinat).

Serão contemplados 12 projetos de nano, de acordo com o edital 5/2009, no valor total de aproximadamente R$ 15 milhões. No edital de produtos médicos e biomateriais, foram aprovadas oito propostas que receberão cerca de R$ 9 milhões. As quatro instituições que tiveram propostas aprovadas no Sinat receberão cerca de R$ 8 milhões.(Com informações da Finep) 

Fonte: Gestão CT

Fiocruz: proposta para criação de uma rede especializada em Sepse

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apresentou na última sexta-feira (3), ao Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), uma proposta para a criação de uma rede nacional para investigação, inovação e educação em Sepse.

O objetivo é promover e apoiar a pesquisa básica e clínica, para o desenvolvimento de novas terapias voltadas para umas das principais causas de morte nos centros de terapia intensiva (CTI) do mundo, com vistas a definir políticas públicas de saúde para a área.

“A sepse se desenvolve quando o paciente apresenta duas condições: infecção e uma resposta inflamatória sistêmica”, explicou Hugo Castro, que divulgou o projeto durante a reunião do Confap, realizada em Fortaleza (CE). Ainda de acordo com ele, a rede também poderá fortalecer o treinamento e ensino de profissionais de saúde, mediante a ação conjunta de especialistas brasileiros de diferentes Estados.

Segundo dados apresentados pelo pesquisador da Fiocruz, somente nos Estados Unidos a síndrome é a terceira causa de morte, responsável por aproximadamente 250 mil óbitos por ano, perdendo apenas para doenças cardíacas e o câncer. No Brasil, o índice de letalidade é de 46%.

“Os estudos reportam que aproximadamente 15% dos leitos no Brasil de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] são ocupados por pacientes com sepse severa o que corresponderia a um total de 400 mil pacientes por ano”, completou. De acordo com ele, o custo de uma internação pode alcançar a marca de US$ 9,6 mil, o que mostra a urgência em fortalecer a pesquisa no setor.

“O Brasil possui um número expressivo de grupos de pesquisa básica e clínica disseminados por várias regiões do país e com produtividade internacional reconhecida. Entretanto, estes grupos interagem de maneira ainda incipiente e existe pouco sinergismo entre as ações individuais de cada grupo”, lembrou Castro. A rede terá duração de três anos, sendo renovável por igual período, após avaliação.

O Confap se comprometeu em analisar a proposta. O esboço de apoio poderá ser apresentado já em fevereiro, na primeira reunião do conselho, que acontecerá nos dias 24 e 25, no Espírito Santo. “Neste encontro já teremos uma proposta inicial, com o potencial dos pesquisadores interessados em participar”, garantiu o presidente do Confap, Mário Neto Borges.

Fonte:Cynthia Ribeiro para o Gestão CT

8th HTAi: maior evento internacional de avaliação de tecnologias em saúde acontece no Brasil

O Brasil será a sede de um dos principais eventos internacionais no campo da avaliação de tecnologias em saúde (ATS). Conhecida como HTAi, a conferência que ocorrerá pela primeira vez na América Latina, reunirá as grandes agências de fomento à pesquisa do mundo e será um importante canal para o país divulgar suas ações no setor.

Participarão do encontro mais de mil pessoas, entre representantes de governos, de centros de pesquisa e de empresas. O evento será coordenado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde e segundo a instituição, mais de 100 propostas para divulgação de painéis foram recebidas.

“A avaliação de tecnologias é a ferramenta que a gente dispõe hoje para contrapor o lobby das indústrias farmacêuticas para a incorporação de novas tecnologias nos sistemas nacionais de saúde”, destacou a coordenadora geral de Fomento à Pesquisa do ministério, Márcia Motta, na última sexta-feira (3), durante a reunião do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), realizada em Fortaleza (CE).

O tema do evento será “sustentabilidade dos sistemas de saúde” e debaterá assuntos como: o desenvolvimento de métodos de avaliação e de comparações indiretas e o uso da pesquisa aplicada para o sistema de saúde. A proposta é fortalecer as pesquisas na área, assim como estimular a inovação no setor. “O evento será um avanço da pesquisa estratégica, divulgando o que é oportunidade e onde é possível investir”, completou Motta.

O encontro será realizado em junho, no Rio de Janeiro (RJ). As inscrições para a conferência terão início em 15 de janeiro de 2011.

Ética na pesquisa
Motta também informou na reunião do Confap que será apresentado ainda neste mês à Comissão de Ciência e Tecnologia do Congresso Nacional, um projeto de lei para regular o sistema nacional de pesquisa com seres humanos. A proposta é controlar, principalmente, as pesquisas financiadas pela indústria farmacêutica, para que estas passem a assumir o risco desses estudos.

“Nosso objetivo é promover no país pesquisas que respeitem a dignidade das pessoas”, destacou. A proposta foi elaborada por um comitê, composto por membros dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia, da Finep, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entre outros.

Fonte: Cynthia Ribeiro para o Gestão CT

Programa Reflora financia repatriamento de espécies levadas para outros países

O Programa Reflora do CNPq financiará projetos para resgate da flora brasileira. De acordo com o presidente do conselho, Carlos Alberto Aragão, a composição orçamentária da iniciativa já está praticamente fechada, mas algumas negociações ainda estão em curso. “Acreditamos que na próxima semana isso venha a ser resolvido”, informou, no dia 2, em Fortaleza (CE).

Aragão foi um dos participantes da reunião conjunta dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), realizada nos dias 2 e 3, na capital cearense.

Na ocasião, ele explicou que o Reflora repatriará espécies que estão no exterior, em instituições como o Museu Histórico Nacional de Paris. “São espécies que foram levadas para esses países por expedições que vieram ao Brasil no século 19 e nós não temos registro. Isso é muito importante”, destacou.

Para isso, será construído um herbário virtual. As espécies que estão nas instituições do exterior serão fotografadas, digitalizadas e enviadas para o Brasil. Em seguida, estarão disponíveis para a comunidade científica. “Isso tem um valor inestimável porque pode nos dar acesso inclusive a patrimônio genético do qual não tínhamos nem conhecimento”, afirmou.

O Reflora tem um edital associado a ele, mas também possui uma encomenda para que se processe o repatriamento das espécies. “O edital é uma etapa posterior em que os grupos de pesquisa poderão se candidatar uma vez as espécies repatriadas e constituídas nesse herbário virtual”, disse.

O presidente do CNPq ainda destacou outras ações que contemplam a área de biodiversidade, como os programas Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (Sisbiota); o Repensa- Sustentabilidade Agropecuária; e de Capacitação em Taxonomia (Protax). “Esses editais já foram lançados, julgados e os resultados estão sendo agora divulgados”, informou.

Ao todo, serão disponibilizados R$ 162 milhões por meio dessas iniciativas, com recursos oriundos de fontes como o CNPq, fundações estaduais de Amparo à Pesquisa e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Fonte: Bianca Torreão / Gestão CT

CNPq e Capes: programa de mobilidade no âmbito da pós-graduação - Casadinho e Procad

O CNPq e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) devem lançar, até o dia 19, um novo programa de mobilidade no âmbito da pós-graduação. A informação foi dada no dia 3, em Fortaleza (CE), pelo presidente do CNPq, Carlos Aragão, durante a reunião conjunta dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).

A iniciativa contará com R$ 60 milhões para os anos de 2011 e 2012 e será resultado da união entre os programas Casadinho, do CNPq, e do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (Procad) da Capes, que são de mobilidade no âmbito da pós-graduação. “Tanto o CNPq quanto a Capes tinham ações destinadas a promover a qualificação dos cursos de pós-graduação nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste”, afirmou Aragão, em entrevista ao Gestão C&T online.

Diante da complementaridade das iniciativas, Aragão explicou que as duas agências decidiram implantar um programa único, com ambas colaborando. “Vamos ter uma iniciativa mais robusta que está em construção”, disse. Foi sugerido o nome de Programa Nacional de Integração da Pós-Graduação (Pronip).

A ideia é lançar a iniciativa em dezembro, para empenhar os recursos até o dia 19. “Nós estamos atuando para ver se é possível dar partida no programa ainda em 2010, fazendo o anúncio do lançamento”, informou.

Fonte: Bianca Torreão Gestão CT

Anpei: proposta para agilizar processo de obtenção de patente

A Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) apresentará, na próxima reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), marcada para o início do ano, uma proposta para desburocratizar o processo de obtenção de patentes no país. A informação foi antecipada pelo secretário executivo da instituição, Naldo Dantas, na última quinta-feira (2), em Fortaleza (CE).

"Patente com oito anos e meio anos esquece. Capital de risco sai em seis anos. Se não reduzirmos esse período não entrará capital internacional nenhum aqui", alertou durante o painel que debateu o tema “Como a relação governo, empresa e universidade poderá contribuir para inovação tecnológica?”, na reunião conjunta dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de CT&I, realizado na capital cearense.

De acordo com Dantas, a sugestão é de que o prazo caia para quatro anos e meio. A proposta conta com o apoio do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), entre outros.

Dantas também criticou a relação entre universidade, governo e empresa, no que tange à inovação. Para ele, o modelo brasileiro está travado, com pouco dinamismo, baixa profissionalização e uma visão distorcida de alguns mecanismos que podem intensificar o crescimento tecnológico.

"O brasileiro não tem a cultura de enxergar a fusão e aquisições como estratégia de crescimento tecnológico e de inovações", observou. O secretário da Anpei destacou, ainda, a importância de se estabelecer relações perenes entre os três eixos. "Inovação é negócio e dessa forma é fundamental fazer uma estruturação em que o relacionamento se perpetue”, disse.

O secretário executivo do MCT, Luiz Antonio Elias, também reconheceu a fragilidade dessa relação, mas disse que pode ser melhorada, mediante uma maior atuação da iniciativa privada. "Falta capacidade empresarial de responder ao risco. A capacidade do setor empresarial de responder ao conjunto de instrumentos criados pelo governo federal e de recursos é baixa", ponderou.

Fonte: Cynthia Ribeiro Gestão CT

MCT: é preciso repensar o modelo de parques tecnológicos

Para secretário executivo do MTC é preciso repensar o modelo de parques tecnológicos
O secretário executivo do MTC, Luiz Antonio Elias, disse na semana passada que o Brasil precisa reformular o modelo de parques tecnológicos. Na avaliação dele, é fundamental discutir a proposta ideal para o país, com vistas a não fragmentar recursos e minimizar a baixa diversidade produtiva.

“Parque é importante? Sim. Mas se tivermos um objetivo bem delineado. O Brasil não tem condições de ter 15 parques. Não temos dimensão e capacidade de recursos para isso”, pontuou na última quinta-feira (2), durante a reunião conjunta dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de CT&I, realizado em Fortaleza (CE).

Para Luiz Elias, esses empreendimentos precisam ter horizontes bem definidos, a exemplo do de São José dos Campos (SP), que investe em energia e tecnologia da informação. “O parque não é apenas uma junção de empresas e de incubadoras. Temos que saber como identificar os empreendimentos que apresentarão resultados positivos para o desenvolvimento da região”, acrescentou.

O secretário executivo da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Naldo Dantas, concordou com a opinião do representante do MCT e acrescentou que a criação de parques tecnológicos não é induzida. “Surge porque há uma cadeia produtiva forte na região ou devido a uma grande universidade com capacidade tecnológica para atrair start-ups [empresas com um histórico de operação curto]”.

Somente nos últimos anos, o MCT lançou vários programas voltados para este segmento e apoiou de 2007 a 2010, três parques tecnológicos, num montante da ordem de R$ 130 milhões.

Fonte: Cynthia Ribeiro / Gestão CT

LABNANO: Rio ganha primeiro Laboratório de Nanociência e Nanotecnologia aberto a grupos de pesquisa

Em dezembro, o Rio vai ganhar seu primeiro laboratório de nanociência e nanotecnologia totalmente aberto aos grupos de pesquisa de todo o país, o LABNANO. Instalado no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o Laboratório, que será inaugurado no dia 10 de dezembro pelo ministro Sergio Rezende, da Ciência e Tecnologia, vai impulsionar as pesquisas na área de materiais nanoestruturados e dará ênfase à produção de estruturas em escala nanométrica, tais como sensores com ampla gama de aplicações, desde imageamento térmico até sistemas lab-on-chip para diagnósticos médicos.

As decisões estratégicas relacionadas à implementação e ao gerenciamento do LABNANO estão a cargo de um comitê gestor, presidido pelo diretor do CBPF, Ricardo Galvão, e integrado pelos pesquisadores José d'Albuquerque e Castro (UFRJ), José Soares (UERJ), Fernando Lázaro Freire Jr. (PUC-Rio), Marcelo Prado (IME), Roberto Bechara Muniz (IF-UFF), Edson Passamani (UFES).

Os investimentos para montagem do LABNANO somam cerca de R$ 7 milhões e financiaram, além da obra civil, uma sofisticada infraestrutura de nanofabricação e caracterização de amostras, que conta com microscópio eletrônico de transmissão de alta resolução, sistema de nanolitografia por feixe de elétrons RAITH e_LINE, microscópio eletrônico de varredura com sistema de espectroscopia por dispersão de Raios X, além de outros recursos integrados.

A equipe de especialistas do CBPF estima que o LABNANO atenda a pelo menos 100 projetos de pesquisa por ano.

Fonte: Vanessa Mebus / CBPF

LISA - Laboratório Interinstitucional de Sanidade em Aquicultura

Laboratório para análise de águas
O Instituto Biológico e o Instituto de Pesca – órgãos mantidos pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – inauguraram no dia 3 o Laboratório Interinstitucional de Sanidade em Aquicultura (LISA).

Sediado no Instituto Biológico, na zona sul da capital paulista, o Laboratório foi idealizado para atender as demandas da produção de organismos aquáticos, como peixes, moluscos e crustáceos, no país.

O Laboratório de Sanidade em Aquicultura terá o objetivo de detectar a presença de agentes patogênicos, por meio de métodos recomendados pela Organização Mundial de Saúde Animal.

Para isso, serão implementados protocolos de microbiologia, histopatologia, hibridização in situ e microscopia eletrônica de transmissão, entre outros. Também serão habilitados técnicos da Secretaria de Agricultura em tais técnicas.

Por meio do treinamento e da implantação dessas técnicas, o Laboratório deverá suprir uma lacuna na detecção de doenças de organismos aquáticos, especialmente as de notificação compulsória, que atualmente são percebidas no Estado de São Paulo, segundo a Apta.

O Laboratório também terá a missão de divulgar informações técnico-científicas para programas de sanidade de organismos aquáticos e de sustentabilidade de cadeias produtivas da pesca, aquicultura e sistemas agrícolas.

Fonte: Agência FAPESP

Brasil e França: + cooperação na área de CT&I

O conselheiro de cooperação da Embaixada da França no Brasil, Pierre Colombier, apresentou na última sexta-feira (3), em Fortaleza (CE), os principais projetos realizados em parceria com instituições brasileiras de ciência e pesquisa, e propostas para fortalecer a cooperação bilateral.

Exemplo é uma chamada pública lançada pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação (Inria) e as fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), com o objetivo de estimular a mobilidade de cientistas com atuação em quaisquer áreas das ciências voltadas para informação e comunicação.

O projeto conta com a parceria de 11 FAPs e os editais começaram a ser lançados no último dia 3. As inscrições poderão ser feitas até 1º de março de 2011. De acordo com o adido da França, Pierre Bliman, o resultado será divulgado em maio do próximo ano e os financiamentos também começarão a ser liberados no mesmo mês.

“Nosso objetivo é fortalecer o intercâmbio entre universitários, promover parcerias científicas e de inovação”, disse Colombier, durante a reunião do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), realizada na capital cearense.

Hoje os dois países mantêm uma estreita relação no campo de ciência e tecnologia (C&T), com ações nas áreas de saúde (segurança transfusional, luta contra a aids); agricultura (agronomia tropical); meio ambiente (áreas protegidas, gestão do território, gestão florestal, proteção da Amazônia); entre outras.

Somente em 2009, foram firmados 583 acordos para intercâmbios de estudantes universitários, sendo 52 deles de dupla diplomação. Com o Inria, o Brasil tem oito termos de cooperação assinados, com 11 projetos em andamento e outros 15 em elaboração.

Vale citar também a parceria firmada entre o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária e Científica com o Brasil (Cofecub) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que soma 700 projetos apoiados, beneficiando 59 instituições brasileiras de ensino superior e a formação de mais de 1.500 doutores brasileiros e 300 franceses.

Destaque também para o programa Brasil-France-Ingénieur-Technologie (Brafitec), lançado em 1999. A iniciativa apoiou, em 2010, 58 projetos de parceria entre 35 universidades brasileiras, mais de 50 escolas de engenharias francesas e beneficiou de 2003 a 2009, 684 estudantes franceses e 1.540 brasileiros.

“O Brasil é um parceiro estratégico da França, notadamente por sua presença crescente na cena científica internacional”, destacou Pierre Colombier. Segundo ele, há mais de dois mil pesquisadores franceses trabalhando em instituições de pesquisa brasileiras e a proposta é intensificar essa relação no próximo ano.

“Para atrair mais cientistas da França para cá é preciso atualizar a imagem do Brasil no exterior. O país também precisa oferecer melhores condições para os pesquisadores se fixarem aqui após os estudos”, disse.

“Nossas instituições estão pouco preparadas para acolher pesquisadores estrangeiros”, reconheceu o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Pernambuco (Facepe), Diogo Ardaillon Simões. Segundo ele, o assunto será tratado na próxima reunião do conselho executivo da Confap, do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e do MCT.

Fonte: Cynthia Ribeiro para o Gestão de CT

RNP interliga Manaus com 1 Gbps de velocidade

A Rede Nacional de Pesquisa (RNP), que interliga todas as sedes das universidades e os laboratórios e institutos de pesquisa públicos, chegou ao norte do país, numa velocidade de 1 gigabits (Gbps). O Estado beneficiado é o Amazonas, que a partir de agora passa a contar com uma das melhores infraestruturas de tecnologia da informação do mundo.

“Asseguramos recursos e chegamos ao Estado do Amazonas, permitindo a interligação de todas as universidades lá existentes", comemorou o secretário executivo do MCT, Luiz Antonio Elias, na última quinta-feira (2), em Fortaleza (CE). Ele participou da reunião conjunta dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de CT&I.

A velocidade de conexão via RNP varia entre 155 megabits (Mbps) a 10 gigabits (Gbps). A iniciativa permite, por exemplo, a realização de videoconferência entre os mais de 57 hospitais universitários e comunicação de voz pela internet, o que confere à rede o posto de primeiro lugar em telemedicina da América Latina. Hoje, mais de 600 instituições de ensino e pesquisa do país estão interligadas.

Também na quinta-feira, Luiz Elias firmou a extensão do processo de videoconferência com a RNP. A iniciativa amplia a capacidade da rede e permite a integração não só das instituições das capitais, como também das regiões mais longínquas. “Nosso objetivo é dar sustentabilidade àquela infraestrutura de pesquisa científica inerente ao processo de construção do conhecimento”, completou o secretário executivo do MCT.

As redes metropolitanas da RNP atendem escolas municipais, instituições privadas, bibliotecas e museus. A estrutura alcança os 26 Estados da federação e o Distrito Federal, contemplando mais de um milhão de usuários. A RNP está conectada às redes acadêmicas latino-americana (RedClara), europeia (Géant) e norte-americana (Internet2), além de ter conexão própria com a internet mundial.

Fonte: Cynthia Ribeiro / Gestão CT

Prêmio Emerald/Capes 2010

Prêmio incentiva projetos em ciência da informação, administração e gestão

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com o Emerald Group Publishing Limited, lançaram, na última semana, mais uma edição do Prêmio Emerald/Capes.

O objetivo da iniciativa é estimular o acesso e o uso do Portal de Periódicos (www.periodicos.capes.gov.br) e promover a pesquisa nas áreas de ciência da informação, administração e gestão, que são as categorias do prêmio. As inscrições podem ser feitas até 16 de abril de 2011. Confira o edital neste link.

Todas as instituições usuárias do Portal de Periódicos podem participar com projetos que conciliem a disseminação do conhecimento com o desenvolvimento social aplicado à realidade brasileira.

Informações sobre o prêmio podem ser obtidas pelo e-mail  ou pelo telefone (61) 8585-0033.(Com informações da Capes) 

Fonte: Gestão CT

ITEP: Prorrogado o prazo para candidaturas ao cargo de diretor

Interessados no cargo de diretor de Pesquisa e Pós-Graduação do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) têm até 28 de fevereiro de 2011 para apresentar propostas para o processo seletivo.

O prazo foi prorrogado e os candidatos devem enviar currículo comprovado e Plano Preliminar de Gestão, a ser executado por um período de três anos, para a sede do Itep (Av. Professor Luiz Freire, 700, Cidade Universitária – CEP: 50.740-540, Recife, PE), aos cuidados da Assessoria da Presidência.

Podem se candidatar brasileiros natos ou naturalizados, com título de doutor, e com experiência comprovada em atividades de Pesquisa e Pós-Graduação. Também é necessário comprovar atuação profissional mínima de quatro anos na área.

O processo seletivo será dividido em três etapas: análise de currículo do candidato; análise do plano de gestão; e entrevista com os integrantes do Comitê de Seleção.

Informações também pelo telefone (81) 3186-4266.(Com informações do Itep)

Fonte: Gestão CT

FAPERJ e Inria: Abertas inscrições de edital para projetos entre Rio de Janeiro e França

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) lançou na última quinta-feira (2), em parceria com o Institut National de Recherche en Informatique et Automatique (Inria), o programa Cooperação Bilateral Faperj/Inria – 2010. O objetivo é a internacionalização de atividades na área de ciência e tecnologia. As inscrições podem ser feitas até 1º de março de 2011.

Os proponentes devem ser pesquisadores com grau de doutor e produção científica ou tecnológica de qualidade, especialmente nos últimos cinco anos. Também precisam ainda estar ativa e produtivamente envolvidos em pesquisa relevante com o tema proposto, além de manter vínculo funcional em instituições de ensino públicas ou privadas, sediadas no Rio de Janeiro, sempre em colaboração com pesquisadores vinculados ao Inria.

Cada projeto terá valor máximo de R$ 45 mil para financiar exclusivamente itens de custeio. Após o término do prazo de inscrição, o proponente terá até o dia 15 do mesmo mês para entregar a cópia impressa da documentação. A divulgação dos resultados está prevista para acontecer a partir do dia 12 de maio de 2011.(Com informações da Faperj)

Fonte: Gestão CT

Fapeam amplia o Programa Ciência na Escola no interior do Amazonas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) lançou, na última quinta-feira (2), o edital da 5ª edição do Programa Ciência na Escola (PCE). O desafio da fundação é ampliar a participação do programa no interior do Estado.

Em 2010, 17 municípios tiveram 161 projetos desenvolvidos e 1.127 bolsas destinadas a alunos, professores e apoios técnicos. Para 2011, a expectativa é atender 40 municípios. A apresentação das propostas de escolas públicas estaduais e municipais deve ser feita até 25 de fevereiro de 2011.

O edital prevê investimentos da ordem de R$ 3,39 milhões. Cada proposta poderá contemplar uma bolsa Professor Jovem Cientista, uma bolsa de Apoio Técnico Nível A e até cinco bolsas de Iniciação Científica Jr. Após a divulgação do resultado, prevista para o mês de abril, a execução das ações previstas na proposta de pesquisa terá a duração de seis meses, com início do projeto a partir de junho de 2011. (Com informações da Fapeam) 

Fonte: Gestão CT