quinta-feira, 28 de outubro de 2010

UFRJ: "Lei Seca" é mais aceita pelos motoristas, diz estudo

O que antes era um problema na vida dos motoristas do Rio de Janeiro hoje é uma questão de saúde pública. É o que comprova pesquisa realizada por alunos da Escola de Enfermagem Anna Nery da UFRJ (EEAN).

De acordo com o estudo, o número de motoristas que se recusa a utilizar o bafômetro diminuiu de 12% para 1,4% dos casos. Além disso, 91,7% dos entrevistados concordam que a “Lei Seca” contribui para a saúde pública da população.

O objetivo do projeto é analisar o perfil do motorista no Rio de Janeiro, como a população vê a operação “Lei Seca” e qual o perfil dos indivíduos que dirigem alcoolizados. Além disso, o estudo avaliou a qualidade do serviço realizado pela equipe da “Operação Lei Seca”.

O estudo foi realizado em operações “Lei Seca” nos bairros de Copacabana, Humaitá e Barra da Tijuca com o apoio do governo do Estado do Rio de Janeiro. Foram entrevistadas 362 pessoas. A grande maioria deles prefere voltar para casa de táxi ou não consumir bebida alcoólica a arriscar dirigir um carro alcoolizado. Outros dados mostram que 95,9% dos motoristas entrevistados não estavam alcoolizados no momento da abordagem e mais de 90% definiu a abordagem na barraca da “Lei Seca” como boa ou muito boa.

Esses dados revelam mudança de comportamento do motorista carioca após o início da fiscalização. Porém, segundo Ângela Abreu, coordenadora do projeto e chefe do Departamento de Saúde Pública da Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN/UFRJ), apesar da melhoria nas estatísticas e da mudança de comportamento do cidadão, é preciso atentar para o número de motoristas que ainda combina álcool e direção.

“O resultado positivo de 2,8% dos entrevistados para o uso de álcool, significa que ainda há pessoas que dirigem alcoolizadas. Por isso devemos continuar informando orientando sobre educação e saúde no transito e o Estado continuar fiscalizando e punindo, quando necessário”, alerta a professora.

Após 2 anos, “Lei Seca” ainda precisa de melhorias
A “Lei Seca” ou “Lei da Alcoolimia Zero” foi implementada em julho de 2008, após a divulgação de estudos relacionados à grande quantidade de mortes decorrentes de acidentes de trânsito e a ocorrência de catástrofes como a morte de cinco jovens no bairro da Lagoa no mesmo ano, vítimas do uso de álcool no trânsito.

A partir de março de 2009, foram iniciadas as blitz da “Lei Seca” em diversos pontos do Rio de Janeiro. O resultado da medida é significante: no Rio de Janeiro, a porcentagem de mortes relacionadas a acidentes de trânsito diminuiu em mais de 30% depois do início da fiscalização.Contudo, para a professora, a operação “Lei Seca” ainda está muito concentrada na Barra da Tijuca e em bairros da Zona Sul: “nós tivemos um grande ganho nas estatísticas, e é importante manter e ampliar a operação e realizar ações mais abrangentes e efetivas, em todo o Rio de Janeiro”.

Ainda de acordo com Ângela, o papel da universidade e da escola nesse sentido é promover a educação e a informação em relação sobre educação no trânsito. “A Educação começar nas escolas, pois o aluno sai do ensino médio e já começa a dirigir. Existe uma responsabilidade da escola em relação a esta questão, cidades como Brasília já conseguiram implementar educação no trânsito com sucesso, o Rio de Janeiro precisa disso”, completa a professora.

Fonte: Michelly Rosa / Olhar Vital - UFRJ

22 International Symposium on Computer Architecture and High Performance Computing (SBAC-PAD 2010)

Itaipava sedia maior evento brasileiro de computação de alto desempenho

Teve início ontem (27), em Itaipava (RJ), a 22ª edição do International Symposium on Computer Architecture and High Performance Computing (SBAC-PAD 2010). O principal evento brasileiro de computação de alto desempenho segue até o dia 30 e está sendo organizado pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

No total, 350 pesquisadores, estudantes e professores participam da iniciativa. O evento reúne os maiores nomes que contribuem para o desenvolvimento da computação de alto desempenho, como William D. Gropp, da Universidade de Illinois Urbana-Champaign (Estados Unidos), César Gonzáles (IBM), e Rafaelle Tripiccione (Universitá di Ferrara).

Uma série de atividades ocorre paralelamente ao SBAC PAD. Entre elas, o Simpósio em Sistemas Computacionais (WSCAD-SSC), um fórum de discussão sobre recentes desenvolvimentos em arquitetura de computadores, processamento de alto desempenho e sistemas distribuídos.

A programação ainda conta com o Workshop Challenges In eScience, que acontece no dia 29 de outubro. O evento vai reunir cientistas e outros profissionais para discutir as últimas realizações das aplicações da chamada eCiência. O workshop terá palestras de Eric K. Neumann, diretor executivo do Clinical Semantics Group; Geoffrey Charles Fox, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos; Philippe Cudre-Mauroux, do Database Systems, do Massachusetts Institute of Technology (MIT); e Pedro Leite da Silva Dias, diretor do LNCC.

Fonte: Gestão CT

ESPCA: New developments in the field of syncrotron radiation

Ciência avançada em radiação síncrotron

Entre os dias 17 e 25 de janeiro de 2011, pesquisadores de diversos países interessados na área da tecnologia síncrotron estarão reunidos em Campinas (SP) na Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) “New developments in the field of syncrotron radiation”.

O evento tem apoio da FAPESP e será realizado no campus do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), com esperados 100 estudantes de doutorado e pós-doutorado, metade do Brasil e de nações latino-americanas e metade de outros países.

As inscrições foram prorrogadas até o dia 15 de novembro e, para a submissão, é necessária uma carta de recomendação do orientador ou coorientador citando o tema da pesquisa do candidato.

Na ESPCA-LNLS serão apresentados recentes avanços em radiação síncrotron nas suas mais variadas aplicações. A escola é voltada somente a doutorandos e pós-doutorandos, especialmente os que atuam em áreas que podem usufruir da luz síncrotron. No entanto, não é obrigatório que estejam familiarizados com essa tecnologia, segundo os organizadores.

Estão programadas sessões sobre biologia estrutural, imageamento 3D, catálise, magnetismo e supercondutividade, nanociências e meio ambiente. Haverá dois dias de visitas aos campi de São Carlos e de São Paulo da Universidade de São Paulo (USP) e ao campus da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Entre os professores convidados estão os ganhadores do Prêmio Nobel Ada Yonath (Instituto de Ciência Weizmann, Israel), Química em 2009, e Albert Fert (Unidade Mista de Física, Conselho Nacional de Pesquisa Científica, França), Física em 2007.

Daniel Ugarte (Universidade Estadual de Campinas), Daniela Zanchet (LNLS), Franz Pfeiffer (Universidade Técnica de Munique, Alemanha), Galo Soler Illia (Comissão Nacional de Energia Atômica, Argentina), Gemma Guilera (Síncrotron Alba, Espanha), Igor Polikarpov (USP), Jin Wang (Laboratório Nacional Argonne, Estados Unidos), Sebastian Stepanow (Instituto Max Planck, Alemanha) e Steven G. Louie (Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos) são alguns dos outros cientistas confirmados.

Yves Petroff, diretor científico do LNLS e ex-diretor do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), na França, é o coordenador do evento.

A Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) é uma modalidade de fomento da FAPESP destinada a cursos de curta duração em temas avançados de ciência e tecnologia e voltados a qualquer área do conhecimento.

O objetivo é promover a interação entre estudantes e pesquisadores locais e de outros países. Para isso, a FAPESP oferece apoio à vinda de jovens estudantes ou pós-doutores internacionais ao Estado de São Paulo para participar de cada Escola e debater os temas abordados.

Os professores responsáveis por ministrar as disciplinas devem ser cientistas de excelente qualificação e destaque em seus campos de pesquisa, incluindo-se cientistas estrangeiros convidados.

Os estudantes participantes devem estar matriculados em cursos de graduação ou pós-graduação no Brasil ou exterior, sendo potenciais candidatos aos cursos de mestrado, doutorado ou a estágios como pós-doutores em instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo. Também poderão ser aceitos alguns jovens doutores.

Os estudantes selecionados para participar dos cursos terão oportunidade de apresentar, em sessões de pôsteres, os resultados de suas pesquisas, discutindo os progressos de seus resultados com os cientistas participantes.

O LNLS fica à Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, 10.000, Polo 2 de Alta Tecnologia, Campinas (SP).

Mais informações sobre ESPCA-LNLS e submissão de trabalhos ou pelo email  com Roberta Santarosa Colleto.

Fonte: Fábio Reynol / Agência FAPESP

Debate sobre OGM será fundamental para construir uma boa imagem da biologia sintética

 Debate antecipado
Quando as tecnologias baseadas em organismos geneticamente modificados (OGM) começaram a se tornar realidade, há alguns anos, a polêmica deu o tom do debate público sobre o tema. Por longo tempo a percepção da sociedade sobre os OGM foi distorcida pela carência de informação científica e o resultado foi, muitas vezes, a polarização de opiniões e a resistência à inovação.

A análise foi feita por Patricia Osseweijer, da Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), durante o BIOEN Workshop on Synthetic Biology, promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) no dia 26.

Aproveitando a experiência adquirida a partir da discussão sobre os OGM, a comunidade científica internacional procura agora evitar que os mesmos problemas se repitam em relação à percepção pública sobre a biologia sintética – nova área que visa a projetar e construir novas funções e sistemas biológicos com inspiração nos processos naturais.

Segundo Patricia, as tecnologias proporcionadas pela biologia sintética têm relação com os aspectos mais profundos da vida – e isso levantará, inevitavelmente, preocupações na sociedade.

“São tecnologias que tendem a trazer mudanças abruptas, com alto potencial de impacto na sociedade. Trata-se de questões cujo centro é a noção da vida. Os cientistas têm um papel central no esclarecimento dessas questões. Temos que ser criativos em relação ao tratamento desse assunto e às formas de comunicação”, disse.

A biologia sintética, segundo Patricia, é uma ferramenta fundamental para o avanço de um tipo de conhecimento que gera preocupação em certos setores da sociedade. “A comunidade científica precisa estar aberta para discutir essas preocupações. O ideal é que, antes que se inicie qualquer polêmica, estejamos preparados para lidar com a questão”, afirmou.

A pesquisadora aponta que a melhor estratégia consiste em antecipar quais serão as preocupações do público de modo que a comunidade científica esteja preparada para combater a desinformação e saiba como lidar com eventuais polêmicas.

“É nisso que estamos investindo. Lidar com a questão da biologia sintética será uma tarefa muito mais fácil que a de lidar com os OGM, porque agora as preocupações da sociedade são parte fundamental do debate. Vamos nos concentrar nessas preocupações de modo que o público possa desenvolver confiança nos cientistas, compreendendo que essa tecnologia poderá levar a importantes conquistas”, explicou.

Patricia apresentou, durante o evento, resultados de dois projetos realizados por parcerias público-privadas na Holanda sobre a percepção pública relacionada à biologia sintética.

Um deles, no Centro Kluyver para Genômica Industrial – que tem orçamento anual de 200 milhões de euros e dispõe de 250 pesquisadores nas universidades e na indústria –, buscou compreender os problemas públicos subjacentes relacionados com a biologia sintética e a genômica industrial.

“O objetivo foi identificar futuros problemas, quantificar os impactos da inovação e desenvolver, a partir de tudo isso, estratégias de comunicação proativa”, disse Patricia.

O segundo projeto, denominado Be-Basic, tem orçamento de 120 milhões de euros anuais, 150 pesquisadores e um programa que avalia o uso na sociedade de produtos e processos de base biológica, além de questões de sustentabilidade.

“O foco consiste em verificar os melhores modelos e tecnologias e, ao mesmo tempo, fazer análise de percepção do público em questões de política tecnológica global”, disse.

O material levantado pelas duas instituições foi a base para um primeiro estudo sobre as questões éticas e percepção pública a respeito da biologia sintética, na mídia e na sociedade europeia de modo geral. O objetivo foi fornecer orientação para os legisladores e formadores de opinião de modo a informar o público sobre o assunto de maneira imparcial.

“O estudo gerou quatro questões principais que podem ser preocupações para a sociedade: a noção de que trabalhar com a biologia sintética equivale a ‘brincar de Deus’; as complexas questões relacionadas à governança – envolvendo questões de monopólio tecnológico –; o tema das patentes; e os riscos de segurança envolvidos com a tecnologia”, disse Patricia.

Os cientistas holandeses analisaram o material já publicado na mídia sobre biologia sintética e fizeram entrevistas com legisladores. “Na avaliação que fizemos, concluímos que as questões éticas são mais sérias e preocupantes do que as questões técnicas envolvidas com o tema”, disse.

Com a análise de material publicado na imprensa na Europa e nos Estados Unidos, os cientistas puderam avaliar a presença de cada uma das quatro questões no debate público. Cerca de 17% das matérias sobre o tema remetiam à ideia de “brincar de Deus”. As questões ambientais apareciam em 70% dos textos.

“As questões sociais surgiram em menos de 10% dos casos. As questões legais, em 25%. E as questões econômicas também em 25%. A discussão sobre o biorrisco é expressivamente mais frequente nos Estados Unidos que na Europa”, disse a cientista holandesa.

Relação de confiança
Em um balanço sobre a percepção pública feito a partir do material reunido, os pesquisadores constataram que a maioria das pessoas considera ter pouco conhecimento sobre o tema.

“Vimos que o público também acha que os riscos parecem ser muito vagos e que não existe alguém que controle o que é feito na área de biologia sintética. A consequência dessa percepção é, sem dúvida, um baixo grau de confiança nos cientistas. E sabemos que, na balança da percepção pública, pouca confiança leva ao anseio por mais regulamentação”, disse.

De acordo com os estudos, na Europa o público vê os cientistas como os atores mais bem qualificados para explicar os impactos dessas tecnologias à sociedade. “Temos dados de 2005 que diziam que 52% dos europeus confiavam nos cientistas para explicar os impactos dos novos conhecimentos. Agora, chegamos a cerca de 63%. Essa é uma boa notícia”, afirmou Patricia.

Segundo Patricia, o debate público, por definição, não pode ser programado. Mas é possível prever as questões que deverão ser discutidas. “Esse tipo de estudo pode nos ajudar a fazer o público entender essas questões muito cedo, em particular aquelas ligadas à ética. Os cientistas têm um papel muito importante na construção dessa relação de confiança”, disse.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

UNESP: Bolsa de Pós-Doutorado em modelagem de incêndios florestais

O Projeto Temático "Análise Física e Computacional de Incêndios Florestais no Brasil", apoiado pela FAPESP, tem uma vaga de Bolsa de Pós-Doutorado, para o período de dois anos.

O candidato escolhido fará parte de um grupo de pesquisa interdisciplinar que realiza trabalhos de modelagem que serão utilizados para melhor entender as características de queima de combustíveis florestais.

É esperado que o bolsista interaja com os membros do grupo e que produza artigos para apresentação em congressos e publicação em revistas científicas com rigorosa política editorial.

O Projeto Temático é coordenado pelo professor João Andrade de Carvalho Júnior, do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá da Universidade Estadual Paulista (FEG- Unesp).

Candidatos devem enviar curriculum vitae, amostra de publicações representativas, declaração de uma página com interesses de pesquisa e nomes e contatos de três referências.

Os documentos deverão ser enviados em um único arquivo pdf para o professor Guenther Krieger Filho (e-mail), no Departamento de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

O processo de seleção terá início no dia 1º de dezembro de 2010, mas a posição permanecerá aberta até que seja escolhido o bolsista.

A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP, no valor de R$ 5.028,90 mensais.

Fonte: Agência FAPESP

Unicamp lança novo portal de vídeo

O Centro de Computação da Universidade Estadual de Campinas (CCUEC) lançou um novo portal para hospedagem de vídeos. O serviço é mais rápido, abrangente e fácil de usar do que o anterior, em funcionamento desde 1999.

O serviço reunia vídeos com eventos, palestras e cursos, entre outros. Grande parte do conteúdo foi feita a partir de transmissões de eventos ao vivo, realizadas por diversas unidades da Unicamp. Esse conteúdo era armazenado no portal, para visualização posterior, utilizando o formato Real Media.

Segundo o CCUEC, em um projeto iniciado este ano, com a proposta de oferecer mecanismos de uso mais fáceis e ágeis para que a comunidade da Unicamp pudesse publicar seus vídeos, todo o site foi migrado para o sistema ClipBucket, baseado em software livre.

A instalação do sistema requereu a tradução de toda a interface, visto que ainda não havia uma tradução completa para a língua portuguesa. Inicialmente, o sistema foi liberado para usuários das faculdades de Educação, de Ciências Médicas e de Engenharia Elétrica, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, da RTV Unicamp e do Programa RedeFor na Unicamp. A partir de novembro, o sistema será aberto ao cadastramento de contas de novos usuários.

Para o lançamento do novo portal, denominado Camera Web CCUEC, foi realizada a conversão de aproximadamente 370 vídeos para o formato Flash Video, o mesmo usado pelo YouTube. O formato permite que os vídeos possam ser assistidos diretamente a partir do próprio programa de navegação na internet, sem a necessidade de instalação de visualizadores externos, como ocorre na exibição de vídeos no formato Real Media.

O serviço já conta com cerca de 500 vídeos publicados. Faz parte do acervo, dentre outros, a palestra A História da Unicamp, ministrada por Eustáquio Gomes, em 2006, no auditório do Centro de Computação.

O vídeo mais exibido até o momento faz parte do acervo criado para o programa RedeFor na Unicamp, no qual a professora Márcia Abreu, do Instituto de Estudos da Linguagem, faz a apresentação da disciplina Literatura, Leitura e Ensino.

O novo sistema possui ferramentas semelhantes às oferecidas pelo YouTube, Blip.tv e outros, que permitem criar listas de favoritos, publicar recomendações em redes sociais, buscar vídeos por autores, palavras-chave ou categorias e agrupar segundo tópicos.

Os visitantes podem ver quais vídeos estão sendo exibidos no momento, os mais populares e os acrescentados mais recentemente ao acervo. Também podem publicar comentários sobre os vídeos.

O serviço oferece também recursos de conversão de diferentes formatos em Flash Video (flv), durante o processo de publicação.

Fonte: Agência FAPESP

Araçatuba ganhará Parque Tecnológico

A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo e a prefeitura de Araçatuba (SP) assinaram nesta quarta-feira (27/10) o credenciamento provisório da cidade no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec).

O município tem projetos para um complexo a ser construído em duas áreas do Distrito Industrial Maria Isabel Almeida Prado, perto da rodovia Elyeser Montenegro Magalhães (SP 463). Os dois terrenos somam cerca de 230 mil m².

O parque será voltado às áreas de pesquisa e desenvolvimento em genética animal, energias renováveis, agroindústria alimentícia e produção sucroalcooleira, com foco em biocombustíveis e bioenergia, áreas relacionadas à vocação econômica da região.

O objetivo do credenciamento provisório é estruturar o Parque Tecnológico e atrair empresas inovadoras interessadas em investir no local.

Empresas instaladas em parques tecnológicos do SPTec poderão participar do programa estadual de incentivos fiscais, o Pró-Parques.

O Estado de São Paulo conta com 30 iniciativas para implantação de parques tecnológicos e, com a adesão de Araçatuba, já são 18 com credenciamento provisório no SPTec: Barretos, Botucatu, Campinas (duas iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp e CPqD), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos (duas iniciativas: ParqTec e EcoTecnológico), São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Fonte: Agência FAPESP