terça-feira, 26 de outubro de 2010

PNUD: IBAS reforça busca do Brasil por afirmação

Grupo formado por Índia, Brasil e África do Sul é útil para conquista de papel global mais decisivo, diz acadêmico da Universidade de Brasília

Sete anos após sua criação, o IBAS (grupo formado por Índia, Brasil e África do Sul) é uma importante ferramenta brasileira na busca por um papel mais decisivo em nível global, avalia o pesquisador Alcides Costa Vaz, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (IREL-UnB).

Em artigo publicado na 21ª edição da revista “Poverty in Focus”, do CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro, Vaz declarou que o bloco é útil para o país transmitir compromissos sobre ideais, preocupações e objetivos da relação sul-sul.

“O IBAS estabelece uma plataforma política em que Índia, Brasil e África do Sul buscam não apenas fomentar a cooperação trilateral em diferentes áreas de interesse, mas também sustentar um diálogo político regular ajustado a posições coordenadas e desenvolvendo aproximações conjuntas sobre assuntos de importância global”, acrescenta o pesquisador da UnB.

Ainda segundo Vaz, por meio do IBAS, Índia, Brasil e África do Sul adotaram uma agenda ambiciosa e elevaram expectativas de atuações conjuntas em organismos multilaterais como as Nações Unidas e a Organização Mundial do Comércio (OMC), dando mais voz aos países do sul em assuntos como a reforma do Conselho de Segurança.

Reforçando palavras da pesquisadora alemã Susanne Gratius, da Fundação para Relações Internacionais e Diálogo Exterior (Fride), o especialista da UnB diz que o bloco também despertou maior atenção entre protagonistas de peso na política internacional, como a União Europeia, que se tornaria um “parceiro em potencial na consolidação da multipolaridade e na defesa do multilateralismo”.

Vaz destaca, no entanto, que o IBAS é um pouco diferente do bloco europeu, sendo, também, mais complexo. Isso porque, segundo o pesquisador, segue refletindo, em geral, algumas das esperanças positivas que já existiam em sua criação, em junho de 2003.

Antes de se tornar importante referência na política internacional, observa, o IBAS tem de se consolidar como um protagonista em suas respectivas políticas externas, em temas que podem ser relevantes indivualmente ou em grupo. Por isso, completa Vaz, ainda é difícil deixar para trás a ideia de que os três membros do grupo dão importâncias diferentes ao IBAS.

“O Brasil parece ser o país que pretende fazer o melhor investimento político do IBAS, enquanto muitos observadores acreditam que a emergência do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) lançou sombras sobre o organismo trilateral”, diz.

“Da perspectiva do Brasil, o IBAS e o Bric não podem ser considerados competidores. As duas iniciativas devem ser vistas como de dimensões complementares no esforço do país para assegurar a disposição de mudar seu status internacional, de reconhecido como potência regional para o de independente, pró-ativo e incluente ator global”, completa.

Futuro de desafios
Ainda de acordo com o pesquisador da UnB, o IBASproporciona um retrato muito expressivo não apenas do potencial, mas também das limitações das organizações plurilaterais. O bloco não nega a relevância do multilateralismo nem busca substituí-lo.

Vaz reforça também que a relevância e a credibilidade internacional do bloco precisam ser resultado da capacidade dos três países para traduzir as oportunidades de se trabalhar juntos em resultados práticos.

“Somente um mecanismo que é flexível e atraente o suficiente para acomodar diferentes pontos de vista e avaliações pode atender ao desafio da obtenção conjunta de interesses e objetivos convergentes, amplificando vozes no sistema internacional, e construindo novas formas e processos de governabilidade global”, afirma.

"Independentemente dos compromissos e do crescimento de outras iniciativas de apelo, o IBAS é adequado à obtenção dessas metas. Consequentemente, o bloco certamente merece a energia política que os seus três membros estão pretendendo imprimir a ele", conclui.

Fonte: FREDERICO ROSAS / da PrimaPagina

BIOEN: James Barber, do Imperial College London, fala dos desafios para se usar a energia da fotossíntese

Folhas artificiais
A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 bilhões de anos: a fotossíntese.

A afirmação foi feita por James Barber, professor do Imperial College London, Reino Unido, nesta segunda-feira (25/10), durante o BIOEN Workshop on Molecular Mechanisms of Photosynthesis, promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo.

Considerado um dos principais pesquisadores no mundo no tema da fotossíntese, Barber é membro da Royal Society of Chemistry e publicou 15 livros e mais de 500 artigos científicos sobre o assunto.

“Imitar a natureza e desenvolver catalisadores capazes de mimetizar a fotossíntese – propiciando uma fonte de energia limpa e praticamente ilimitada – não é um sonho. É uma possibilidade real, contanto que seja feito um esforço internacional multidisciplinar que reúna os cientistas mais talentosos do planeta”, disse.

Segundo ele, uma tecnologia capaz de usar a luz do Sol com eficiência semelhante à observada nas plantas seria a solução definitiva para a questão energética. “A quantidade de radiação solar que se precipita no planeta Terra é gigantesca”, disse.

“Uma hora de luz solar equivale à totalidade da energia que utilizamos em um ano em todo o mundo. É a maior quantidade de energia disponível. Não há nada que se aproxime disso. É também uma energia que incide sobre praticamente todo o globo. É, portanto, igualmente distribuída. Aprender a usar essa energia seria um salto sem precedentes na história da humanidade”, destacou.

A população da Terra consome a cada ano, segundo Barber, 14 terawatts de energia, sendo que a maior parte é proveniente de combustíveis fósseis como petróleo (4,5 terawatts), gás (2,7 terawatts) e carvão (2,9 terawatts).

“Como sabemos, isso é insustentável. Estamos queimando combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial e chegamos a emitir carbono em uma concentração de 360 partes por milhão (ppm). À medida que a população global aumenta de modo exponencial, essa emissão piora. Sabemos que se chegarmos a 550 ppm, haverá mudanças dramáticas no clima do planeta”, afirmou.

Desenvolver uma “folha artificial” seria, segundo ele, a melhor solução a longo prazo. A tecnologia para capturar a energia solar e transformá-la em eletricidade já é bem conhecida: a energia fotovoltaica. Mas, embora seja importante, a energia fotovoltaica não resolve o problema energético.

“A energia fotovoltaica é cara para competir com os baratos combustíveis fósseis. Em segundo lugar, não é suficiente apenas a produção de eletricidade. Precisamos de combustíveis para carros e aviões. O ideal é que tenhamos combustíveis líquidos de alta densidade, como é o caso do petróleo, do gás ou até mesmo dos biocombustíveis”, afirmou.

A folha artificial, segundo Barber, é uma tecnologia que absorveria energia solar, armazenando-a em bombas químicas e produzindo combustível. “Talvez produza metanol, ou metano. Mas o importante é que teremos um combustível de alta densidade, como o petróleo, que tem uma quantidade incrível de energia armazenada em um pequeno barril”, disse.

“É muito difícil armazenar grandes quantidades de energia em baterias. Ainda não temos a tecnologia para isso. Talvez um dia tenhamos, mas, no momento, acreditamos que armazenar energia em bombas químicas, como a fotossíntese faz, é o ideal”, apontou.

Com o armazenamento em bombas químicas, a energia solar poderia ser guardada, transportada e distribuída. “Esse armazenamento se daria de uma forma mais complexa que a da energia fotovoltaica. O armazenamento é o verdadeiro desafio que temos pela frente para chegar à folha artificial”, afirmou.

A solução desse desafio, no entanto, pode não estar tão distante quanto parece. Para Barber, a vantagem é que a química envolvida com a fotossíntese já foi desenvolvida, testada e aprovada pela natureza.

“Conforme queimamos combustíveis fósseis, jogamos dióxido de carbono na atmosfera e isso é ruim para nós. Mas não e ruim para as plantas. Elas gostam de dióxido de carbono. Tanto que usamos o enriquecimento por CO2 em estufas. Então, trata-se de uma química que já existe. As plantas capturam o dióxido de carbono e o convertem novamente em combustível, em moléculas orgânicas”, disse.

A folha artificial, segundo Barber, usará energia da luz para tirar oxigênio da água. Em seguida, o oxigênio servirá para converter o dióxido de carbono novamente em um composto rico em carbono. “Mas, para conseguir isso, teremos que desenvolver a catálise química. É preciso ter uma concepção robusta, usando materiais baratos e funcionando de maneira eficiente, que permita competir com os combustíveis fósseis”, afirmou.

Única alternativa
O pesquisador britânico comparou o desafio do desenvolvimento da folha artificial ao desafio da aviação. “Leonardo da Vinci observou pássaros voando e sabia que o voo era fisicamente possível”, disse.

“Ele tentou desenhar máquinas voadoras. Se olharmos os rascunhos, veremos que ele tentou, sem sucesso, mimetizar o voo de uma ave. No fim, conseguimos voar. Era possível. Há milhões de pessoas voando todos os anos em veículos construídos pelo homem, mas de uma maneira que Da Vinci jamais poderia imaginar”, disse.

Assim como os aviões voam de maneira completamente diferente das aves – embora elas tenham sido a primeira inspiração para os inventores –, as folhas artificiais, segundo Barber, provavelmente não terão semelhança com as folhas das árvores.

“Não é preciso que se pareça com uma folha. Será uma tecnologia muito diferente da fotossíntese feita por elas. A forma como alcançaremos essa tecnologia poderá ser muito diferente da maneira encontrada pela natureza”, apontou.

Para o cientista do Imperial College London, a folha artificial não foi desenvolvida até agora porque só recentemente se acelerou o avanço do conhecimento a respeito da fotossíntese. Os cientistas não sabiam, por exemplo, como ocorria a quebra da água no processo.

“Hoje existe muito mais informação sobre os processos naturais. Os químicos estão trabalhando na construção de catalisadores artificiais e estão muito mais confiantes para começar a sintetizar”, disse.

“Estamos no caminho do desenvolvimento dessa catálise. Mas, até agora, não tínhamos muitos trabalhos feitos sobre o tema, em nível global. Outro fator limitante é que os combustíveis fósseis dominam. E não houve ênfase em tentar desenvolver outras tecnologias inovadoras para o futuro. O motivo é simples: os combustíveis fósseis são baratos”, afirmou.

Para Barber, o desenvolvimento da folha artificial seria a principal solução global para o problema energético. “Não consigo ver nenhuma outra alternativa a longo prazo. A curto prazo, provavelmente continuaremos queimando petróleo, carvão e gás. E rezar para que nada mais dramático aconteça com o clima. A médio prazo, deveremos usar biocombustíveis, mas nem todos os países poderão se valer dessas tecnologias”, disse.

Segundo o cientista, a folha artificial é provavelmente mais viável, como solução global, do que as tecnologias limpas com uso de fusão nuclear. “Isso é algo difícil demais para se fazer. Não dá para comparar com a viabilidade da folha artificial, cuja tecnologia já existe”, ressaltou.

“Posso produzir uma amanhã mesmo, usando um aparelho de produção de energia fotovoltaica, combinado com eletrodos de platina, alimentando o equipamento com energia solar, fazendo oxigênio e hidrogênio. Não é um sonho. É uma questão de otimização e de barateamento de produção”, afirmou.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Shell: prorrogadas inscrições para o programa de estágio

A Shell prorrogou para 5 de novembro o prazo para inscrição no Programa Central de Estágio. Os interessados devem se cadastrar pelo site . E a empresa aproveita também para anunciar o aumento da bolsa auxílio para os universitários. A partir de agora, o estagiário que ingressar na empresa contará com uma bolsa de R$ 1.250,00 para 4 horas de estágio, podendo chegar a R$ 1.875,00 no período das férias. Nesses valores estão incluídos benefícios como vale refeição, assistência médica e vale transporte.

Para concorrer, o universitário dever ter previsão de formatura entre julho e dezembro de 2012. Neste semestre, estão abertas vagas para os cursos de Administração, Comunicação, Contabilidade, Direito, Informática e Engenharias (Petróleo, Produção, Mecânica e Química).

Por meio desse processo, a Shell pretende formar um banco de talentos, principalmente para as áreas de negócios em expansão, como Exploração e Produção e Lubrificantes, em que há atualmente o maior número de vagas em aberto para estagiários. Como o mercado de energia é um dos que oferece mais perspectivas a longo prazo no Brasil, a empresa aposta no Programa Central de Estágio para qualificar a mão de obra e formar futuros profissionais e líderes para a empresa.

Desenvolvimento profissional
Aprovado nas etapas de seleção, o candidato será acompanhado diretamente por um supervisor, que será responsável pela definição de metas e avaliação de seus resultados. Todas as vagas de estágio são anunciadas na intranet da companhia, o que permite ao estagiário a oportunidade de se movimentar na empresa e conhecer diferentes áreas do negócio.

Ao ingressar no Programa, o estudante fará parte de uma metodologia de desenvolvimento e integração desenvolvida pela área de Recursos Humanos com o objetivo de incentivar e agregar valor e conhecimento ao período de estágio. Assim, o estagiário terá a oportunidade de participar de palestras internas com executivos da empresa, grupos de discussão, estudos de caso e visitas aos pontos de fabricação dos produtos da Shell.

Para os estagiários que estiverem a seis meses da formatura, serão realizados workshops com foco em plano de carreira e avaliação do período de estágio. Todas essas atividades ajudarão os estudantes a conhecer melhor a empresa e consolidar o trabalho dele na Shell.

Além das vagas abertas pelo programa no Rio de Janeiro, a Shell possui ainda estagiários em outros locais, como Espírito Santo, São Paulo, Brasília e Bahia. O processo de seleção para essas vagas acontece pontualmente, de acordo com a demanda local, e conta com as mesmas etapas de avaliação.

Serviço:
• Carga horária: 4 horas por dia, podendo ser de 6 horas no período de férias universitárias
• Bolsa-auxílio: R$ 1.250,00 para 4 horas e R$ 1.875,00 para 6 horas durante o período de férias na universidade
• Recesso: 15 dias a cada seis meses
• Período de provas: No período de provas, a carga horária deve ser reduzida pela metade, de 4 para 2 horas
• Contrato: renovável a cada seis meses com prazo máximo de dois anos

Processo Seletivo
• Triagem de currículos
• Provas online de conhecimentos gerais, raciocínio lógico e inglês
• Dinâmica de grupo
• Entrevistas individuais de RH e com o supervisor da vaga

Informações adicionais:
• Perfil do candidato: universitário
• Previsão de formatura: julho de 2012 a dezembro de 2012.
• Cursos: Administração, Comunicação, Contabilidade, Direito, Informática e Engenharias (Petróleo, Produção, Mecânica e Química)

Fonte: TN

CNPq lança o Prêmio Álvaro Alberto 2010

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou a edição 2010 do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia.

A premiação é concedida a pesquisadores que se destaquem pela realização de obra científica ou tecnológica de reconhecido valor para o progresso da sua área de atuação. A premiação consiste de diploma, medalha e R$ 150 mil.

Resultado de uma parceria entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, o CNPq e a Fundação Conrado Wessel, o prêmio é concedido anualmente em sistema de rodízio. A cada ano o prêmio contempla uma grande área do conhecimento. A área contemplada nessa edição será a das Ciências da Vida.

Uma comissão de especialistas será designada para indicar os nomes dos candidatos e encaminhar a lista, contendo de quatro a seis nomes, ao CNPq. A comissão será composta por nove integrantes, incluindo um presidente designado pelo ministro da Ciência e Tecnologia.

Os outros membros serão indicados por instituições como a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Associação Nacional dos Docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa dos Estados (Confap).

Os ganhadores das últimas edições foram: o físico Luiz Davidovich (2009), o historiador José Murilo de Carvalho (2008) – ambos professores titulares da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) –, o médico e farmacologista Sérgio Henrique Ferreira (2007), professor titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), e o químico Fernando Galembeck (2006), professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Instituído em 1981 e restaurado pelo Decreto 5.924, de 4 de outubro de 2006, o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia é considerado uma das mais importantes premiações do país, entregue anualmente pelo presidente da República.

Idealizador e primeiro presidente do CNPq, então Conselho Nacional de Pesquisas, o almirante Álvaro Alberto também foi o representante brasileiro na Comissão de Energia Atômica das Nações Unidas e presidiu a Academia Brasileira de Ciências.

Fonte: Agência FAPESP

UFSCar: programa de Verão tem inscrições abertas

O Departamento de Matemática da Universidade Federal de São Carlos (DM-UFSCar) abriu inscrições para o seu 24º Programa de Verão, que será realizado nos meses de janeiro e fevereiro.

O objetivo é promover a integração entre pesquisadores de outras instituições e, especialmente, estimular o interesse dos estudantes de graduação pela pesquisa e atrair candidatos ao programa de pós-graduação do departamento. O programa é responsável pela seleção de alunos para mestrado e doutorado em Matemática.

As inscrições para o Programa de Verão da UFSCar vão até 15 de novembro. Para participar, os interessados devem preencher as informações na ficha de inscrição disponível no site do programa.

Para as atividades no começo de 2011 estão previstas as participações de pesquisadores do Brasil e do exterior. Entre outras, a área de equações diferenciais parciais receberá Ziad Adwan, da Universidade do Texas (Estados Unidos), e Nikolai Chemetov, da Universidade de Lisboa (Portugal). Na área de física matemática o convidado é João Carlos Barata, da Universidade de São Paulo.

Mais informações pelo e-mail  ou (16) 3351-8218.

Fonte: Agência FAPESP

GAIA - CTI procura mestres e doutores

GESTÃO TECNOLÓGICA – SUSTENTABILIDADE – APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
SETORES-ALVO: ELETROELETRÔNICO E ELETROMÉDICO

Grupo multidisciplinar (Grupo de Apoio à Inovação e Aprendizagem em organizações e sistemas cooperativos - GAIA) que atua na área de “Gerenciamento da Inovação e da Aprendizagem Organizacional, sediado no CTI – unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia em Campinas - procura mestres e doutores para atuar em projeto nacional envolvendo uma rede de instituições públicas e privadas, nas seguintes condições:

- dedicação: 32 a 40 horas/semana (em horário comercial)
- Bolsa D.T.I. do CNPq (o valor da bolsa depende do currículo, conforme tabela CNPq)
- Local de trabalho: CTI (Rodovia Dom Pedro I, Km 143 – Campinas )

O perfil ideal do bolsista é o seguinte:
- Mestres, Doutorandos (alunos doutorado) ou Doutores em áreas afins com os temas: Engenharia de Produção, Economia, Gestão Tecnológica, Administração etc
- São desejáveis experiências em algumas das seguintes áreas: inovação tecnológica, gestão de P&D, aprendizagem organizacional, transferência de tecnologia, cooperação universidade-empresa, processos ligados ao setor eletroeletrônico, gestão de redes institucionais e temas afins
- Aptidão para trabalhar com Pesquisas Aplicadas
- Dinamismo, entusiasmo e vontade de aprender
- Capacidade para trabalhar em equipe
- Bons conhecimentos de inglês (especialmente para escrita)

Enviar currículo com URGÊNCIA para e-mail. (mais detalhes só serão fornecidos no agendamento da entrevista)

Fonte:  GEEIN

BIOEN: Workshop on Molecular Mechanisms of Photosynthesis

Pesquisa renovável
“O Brasil tem uma posição muito privilegiada em termos de suprimento de energia. Mas essa posição será perdida se não houver um esforço de pesquisa para aumentar a participação das energias renováveis na matriz energética.”

A afirmação foi feita por Cylon Gonçalves da Silva, professor emérito do Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (IFGW-Unicamp) e coordenador adjunto de Programas Especiais da FAPESP, no BIOEN Workshop on Molecular Mechanisms of Photosynthesis, promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia.

“No Estado de São Paulo, em particular, um terço da energia é proveniente de fontes renováveis. Para 40 milhões de habitantes, temos uma situação energética que muitas economias avançadas apenas sonham em ter um dia. Mas se trata de uma vantagem temporária”, disse.

“À medida que a economia cresce e a demanda aumenta, a pressão para o uso de combustíveis fósseis também se eleva. A menos que consigamos acompanhar essa demanda com o crescimento do uso de fontes renováveis, a situação tende a se degradar”, destacou o também presidente da Ceitec.

Segundo ele, há muitos desafios a serem enfrentados para que o problema da energia seja resolvido, entre eles a compreensão dos mecanismos da fotossíntese.

“Sabemos que estudar e entender os mecanismos atômicos e moleculares da fotossíntese é um projeto a longo prazo. Mas, no Brasil, queremos alavancar nossa posição para fortalecer a pesquisa básica para a bioenergia. Não há dúvida de que essa pesquisa fundamental passa pelo conhecimento daqueles mecanismos”, afirmou.

O BIOEN-FAPESP, segundo Gonçalves da Silva, é um projeto de longo prazo cujo objetivo é construir, no Brasil, uma comunidade de pesquisa forte e focada no problema da energia.

“Mesmo que não tivéssemos o desafio energético, a busca pela compreensão das reações de fotossíntese seria, por si só, um programa científico fascinante. Nunca devemos perder essa perspectiva em relação ao BIOEN, que a FAPESP estabeleceu para atuar a longo prazo”, afirmou.

O cientista destacou que o uso dos combustíveis fósseis não deverá terminar tão cedo e que pode causar mudanças radicais na atmosfera, com consequências catastróficas. Por isso, é preciso pesquisar e buscar alternativas.

“Trata-se de um problema com uma magnitude incrível. O watt mais barato, em termos de investimento de capitais, custa hoje pelo menos US$ 1. Isso significa que precisamos de US$ 1 trilhão para cada terawatt. Portanto, além de um lindo desafio do ponto de vista de pesquisa básica, temos pela frente um terrível desafio do ponto de vista prático”, afirmou.

Novas tecnologias e disciplinas
Glaucia Mendes de Souza, professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) e membro da coordenação do BIOEN-FAPESP, destacou a importância do workshop, o 11º organizado pelo programa.

“Procuramos reunir, nesses workshops, pesquisadores e especialistas que possam resolver alguns dos principais desafios da pesquisa relacionada à bioenergia – e a fotossíntese é um desses desafios em torno dos quais precisamos organizar a comunidade científica”, disse.

“O BIOEN, que teve início em 2008, tem cerca de 60 projetos em andamento e R$ 65 milhões já foram empregados”, destacou. O programa tem cinco divisões: Biomassa para bioenergia; Processo de fabricação de biocombustíveis; Biorrefinarias e alcoolquímica; Aplicações de etanol para motores automotivos; Pesquisa sobre impactos socioeconômicos, ambientais e uso da terra.

“Estamos tentando trazer para a pesquisa sobre cana-de-açúcar uma abordagem da biologia de sistemas. Queremos novas tecnologias e novas disciplinas no campo de melhoramento da planta. Um dos objetivos é aprimorar a tecnologia para melhorar a cultura de cana. Estudamos também, por exemplo, as tecnologias de processos e os impactos socioeconômicos do mercado e da sociedade baseada em bioenergia”, destacou.

No fim de 2008, o BIOEN organizou uma reunião para desenvolver o roadmap da cana-de-açúcar e, naquele momento, surgiram novos tópicos que foram agregados ao BIOEN.

“Um deles foi a pesquisa básica sobre fotossíntese. Por isso, neste novo workshop, trouxemos alguns dos principais pesquisadores da área de estudos em fotossíntese. Esperamos que o evento proporcione cooperações com instituições estrangeiras – somando-se aos vários acordos internacionais já assinados pela FAPESP”, disse.

Nesta terça-feira (26/10), o BIOEN realiza na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP) o BIOEN Workshop on Synthetic Biology

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Braskem: prorrogadas inscrições para Programa de Trainee 2011

A Braskem oferece nova chance para os interessados em ingressar na empresa. As inscrições para o Programa de Trainee 2011 foram prorrogadas até o dia 3 de novembro. Ao todo são 20 vagas divididas nos seguintes cursos: Administração, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Economia, Psicologia, Pedagogia e engenharias da Computação, Civil, de Materiais, de Produção, Elétrica, Mecânica, Naval, Ambiental, Sanitária e Química. 

Para participar, basta acessar o hotsite  e fazer a inscrição para o programa. Como pré-requisito, o candidato precisa ter a graduação concluída entre dezembro de 2008 e janeiro de 2011.

O objetivo da empresa é atrair e desenvolver jovens talentos que se identifiquem com os valores da Braskem. Trabalhar em equipe, vontade de aprender, humildade, ambição de propósitos, objetividade, espírito positivo, saber se posicionar e construir relações serão algumas características observadas.

O trainee que conseguir uma vaga na companhia passará por um programa de desenvolvimento pessoal e profissional com o objetivo de se capacitar para a carreira que se abre na empresa. Para tanto a companhia coloca à disposição dos recém-chegados um programa estruturado de aprendizagem que está composto por diversos módulos que visam, um a um, a integração à companhia, o conhecimento da organização e cultura da indústria petroquímica, do negócio e das estratégias que envolvem a empresa. 

Fonte: TN

Capes: abertas inscrições para Pibid - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está com as inscrições abertas, até o dia 22 de novembro, para o edital conjunto com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), do Ministério da Educação, Edital nº 2/2010 - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid).

O objetivo é selecionar projetos institucionais com vistas à concessão de bolsas de iniciação à docência para alunos regularmente matriculados nos cursos de licenciatura para educação do campo e licenciatura para a educação indígena, no âmbito dos programas de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas (Prolind) e de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (Procampo).

O financiamento será de no máximo R$ 2 milhões por projeto institucional, pelo prazo de 24 meses. As bolsas de estudo variam de R$ 400 a R$ 1,5 mil. Podem apresentar proposta as instituições públicas, as universidades e centros universitários comunitários, confessionais e filantrópicos, sem fins econômicos, que desenvolvam projetos do Prolind e Procampo, e as instituições de ensino superior (IES).

Fonte: Gestão CT

Prêmio Finep: saem os finalistas do Sul e do Nordeste

Já está disponível no site da Finep os finalistas das regiões Sul e Nordeste do Prêmio Finep de Inovação 2010. Com sete categorias, a iniciativa recebeu, neste ano, mais de 880 inscrições de todo o país, sendo 306 dessas duas regiões. Os vencedores receberão prêmios entre R$ 120 mil a R$ 2 milhões que deverão ser aplicados em projetos de ciência, tecnologia e inovação.

Segundo a agência de fomento, no Nordeste, o Estado do Ceará lidera a disputa, com seis concorrentes, seguido da Bahia e Rio Grande do Norte, com dois cada. Já na região Sul, o grande destaque é o Paraná, com oito concorrentes. Os primeiros colocados regionais irão concorrer à etapa nacional, com premiação no dia 29 de novembro, em Brasília (DF).

Fonte:Gestão CT

UnB: inaugurado laboratório de ciências naturais em unidade de Planaltina

A Universidade de Brasília (UnB) inaugurou, na última quinta-feira (21), um laboratório de ciências naturais, em Planaltina, cidade a 48 Km de Brasília (DF). Instalada na Faculdade UnB Planaltina (FUP), a unidade é equipada com esqueletos e modelos de fetos em todos os estágios da gestação e conta com espaços para aulas teóricas e práticas.

A construção do laboratório foi financiada com recursos do Programa de Consolidação das Licenciaturas (Prodocência), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), num aporte de R$ 155 mil. O objetivo é auxiliar estudantes da FUP e de escolas públicas parceiras a desenvolver atividades práticas das áreas de química, física e biologia.

Fonte: Gestão CT

FAPDF: R$ 1,3 milhão em 21 projetos do PPSUS

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) divulgou o resultado do Edital 13/2010 - Programa Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS). Foram aprovados 21 projetos totalizando mais de R$ 1,3 milhão em investimentos.

Entre as propostas selecionadas estão “Organização e implantação de banco de tumores e biobanco no Hospital Universitário de Brasília segundo normas do Banco Nacional de Tumores”, e “Estimativa da frequência de alterações cromossômicas submicroscópicas em indivíduos com retardo mental no Distrito Federal”.

Fonte: Gestão CT

MCT cria parque tecnológico CTI-Tec em Campinas

Por meio da portaria nº 877, de 20 de outubro, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, criou o parque tecnológico CTI-Tec, na sede do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas (SP).

O objetivo é viabilizar a sinergia entre empresas, instituições científicas e tecnológicas e organizações de direito privado sem fins lucrativos que atuem em setores tecnológicos de interesse do país, por meio do compartilhamento de infraestrutura, conhecimentos, tecnologias e serviços tecnológicos na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC).

O CTI-Tec, administrado pelo CTI, está alinhado com as políticas dos governos federal e estadual voltadas para a inovação, com destaque para a Política Industrial, Tecnologia e de Comércio Exterior (Pitce), sucedida pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), Lei de Inovação federal, Lei Paulista de Inovação, Lei do Bem, entre outras.

No parque será implantada uma incubadora de empresas para fomentar a criação de novas entidades de base tecnológica em setores emergentes da área de TIC. Nesse sentido, está prevista a realização de convênios de parceria com incubadoras da cidade de Campinas para o início dessa atividade.

A estratégia a ser adotada é criar editais específicos nos programas já existentes nessas incubadoras para que sejam selecionadas empresas que possam se instalar no CTI-Tec e ao mesmo tempo usufruir de toda a experiência e os apoios por elas oferecidos.

O projeto de implantação do parque está disponível neste link

Fonte: Gestão CT

Sudam: edital voltado para pesquisa, desenvolvimento e tecnologia

A Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) está selecionando projetos de pesquisa, desenvolvimento e tecnologia, (Chamada 001/2010),  de instituições sediadas nos Estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) . A data limite para a submissão das propostas é o dia 10 de novembro.

O objetivo é selecionar projetos que contribuam para o desenvolvimento regional, a expansão do conhecimento e a geração de impactos positivos para o desenvolvimento sustentável da região amazônica.

Serão disponibilizados R$ 3 milhões, oriundos da parcela de 1,5% do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia para o ano de 2010. Os interessados devem apresentar as suas propostas por meio da ferramenta SICONV, que pode ser acessada no Portal de Convênios do governo federal, no site .

Fonte: Gestão CT

Sebrae: estudo aponta diretrizes para o desenvolvimento do Nordeste

Pesquisa divulgada na última quinta-feira (21), em Maceió (AL), apresentou iniciativas para o desenvolvimento do Nordeste, tendo como eixo o fortalecimento das micro e pequenas empresas. Elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o estudo aponta, por exemplo, as oportunidades e ameaças do cenário local e traz sugestões de temas que podem ser trabalhados ou incorporados às estratégias da instituição.

“Esse relatório define iniciativas para que as micro e pequenas empresas aproveitem esse momento econômico do Brasil, cresçam junto com o Nordeste e passem a ser o suporte dessa nova economia”, destacou Cláudio Marinho, consultor do Sebrae em Pernambuco, responsável pelo estudo.

Entre os pontos que precisam ser fortalecidos, de acordo com a pesquisa, destaque para o comércio justo, internacionalização das empresas e indicação geográfica. Intitulado “Relatório Propositivo para Identificação de Projetos e Iniciativas Regionais”, o estudo foi elaborado após uma série de reuniões com gerentes da instituição de todo o país. 
(Com informações do Sebrae) 

Fonte: Gestão CT

19ª Reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) discute políticas para o setor agropecuário

Países da América do Sul se reúnem para discutir políticas para o setor agropecuário

A 19ª Reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), realizada na semana passada, em Santiago, no Chile, reuniu ministros da agricultura de seis países da América do Sul para definir uma agenda comum de políticas públicas para o setor.

Um dos assuntos discutidos foi o combate à febre aftosa. A ideia é acelerar o processo de erradicação da doença no continente. Também foram debatidos temas como biotecnologia e controle sanitário.

O ministro chileno José Antonio Galilea lembrou que a demanda de alimentos no mundo é permanente e que os setores agropecuários devem cumprir uma tarefa essencial: alimentar seus povos. “Todos os nossos países aspiram colocar os produtos do setor agropecuário nos mercados internacionais”, disse.

Para o ministro da Agricultura do Brasil, Wagner Rossi, o momento político, econômico e social vivido pela América do Sul é decisivo. Rossi acredita que o encontro foi uma oportunidade para avançar na definição de uma pauta comum para os países da região.

Rossi irá presidir o conselho, por um período de um ano, em substituição ao ministro da Agricultura do Paraguai, Enzo Cardozo. O sistema é de rodízio entre os seis países integrantes do conselho, Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai.(Com informações do Ministério da Agricultura) 

Fonte: Gestão CT

MDIC: Workshop Nanotecnologias: expectativa da indústria brasileira

MDIC abre inscrições para workshop sobre nanotecnologia

Já estão abertas as inscrições para o workshop “Nanotecnologias: expectativa da indústria brasileira”. O evento, que será realizado nos dias 2 e 3 de dezembro, em São Paulo (SP), tem como proposta discutir os impactos da introdução da nanobiotecnologia sobre os custos e sistemas de produção das empresas brasileiras.

O workshop será realizado pelo Fórum de Competitividade de Nanotecnologia, uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Podem participar empresas e pesquisadores interessados na temática.

As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo e-mail . As vagas são limitadas.(Com informações do MDIC)

INT: seminário “Novos desafios para a agricultura: propriedade intelectual e novas tecnologias”

Seminário aborda desafios para a agricultura

Será realizado nesta, quinta-feira (28), no Instituto Nacional de Tecnologia, no Rio de Janeiro (RJ), o seminário “Novos desafios para a agricultura: propriedade intelectual e novas tecnologias”. O objetivo é discutir os desafios da agricultura em termos do uso da propriedade intelectual e do desenvolvimento tecnológico.

Como parte da programação estão previstas palestras a serem ministradas por Ana Célia Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Filipe Geraldo de Moraes Teixeira, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e José Maria Ferreira Jardim da Silveira, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A moderação ficará por conta de Sérgio Paulino de Carvalho, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O seminário é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail , enviando nome completo e a instituição.(Com informações do INPI)

Fonte: Gestão CT

Fiocruz: eventos discutem propriedade intelectual no setor de saúde

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizou, nesta segunda-feira (25), debates sobre a propriedade intelectual na área de saúde. O evento foi realizado no campus Manguinhos, no Rio de Janeiro (RJ), e tratou principalmente sobre o direito autoral em instituições públicas de pesquisa.

A ação faz parte de um ciclo de palestras iniciado na última sexta-feira (22). Os próximos encontros serão nos dias 8 de novembro e 3 de dezembro. O evento é gratuito e conta com apoio do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Informações sobre os debates podem ser obtidas no telefone (21) 3885-1721.(Com informações do INPI) 

Fonte: Gestão CT

ABDI: Seminário - "Áreas Estratégicas na Indústria de Saúde"

Evento propõe formulação de agenda de PD&I para saúde

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Produtivo (ABDI) realiza, nesta terça-feira (26), em São Paulo (SP), o seminário “Áreas Estratégicas na Indústria de Saúde”. O objetivo é impulsionar o intercâmbio entre o setor produtivo e os centros de pesquisa, além de apoiar na elaboração de uma agenda de ações em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) no setor de fármacos e medicamentos.

A pauta do evento conta com debates sobre nanotecnologia e suas aplicações na indústria; fontes de financiamentos e infraestrutura em P&D; recursos humanos voltados para áreas estratégicas no complexo industrial da saúde; entre outros.

As palestras serão ministradas por representantes do MCT, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo. Trata-se de uma parceria da ABDI com a Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos Médicos (Abimo) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).(Com informações da ABDI) 

Fonte: Gestão CT

Embrapa: Tanzânia se interessa por pesquisas brasileiras na área de biocombustíveis

Representantes do governo da Tanzânia estiveram no Brasil na semana passada para conhecer a experiência brasileira na exploração de petróleo e avançar na cooperação bilateral no setor de biocombustíveis.

Para o chefe da delegação e Comissário de Assuntos de Energia e Petróleo da Tanzânia, Bashir Mrindoko, o Brasil é modelo a ser seguido, tanto em relação a produção de alimentos como de energia.

Os dois países têm desenvolvido intenso diálogo na área de energias renováveis, com ênfase nos biocombustíveis. O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da unidade de Agroenergia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Esdras Sundfeld, falou à comitiva sobre a importância de desenvolver matérias-primas com características tecnológicas adequadas ao processamento industrial, de custo mais baixo, e com balanço energético favorável para as várias regiões.

Durante a visita, Vinícius Skrobot, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), também apresentou as especificações técnicas e controle de qualidade de biocombustíveis no Brasil. (Com informações da Embrapa)