quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Finep: R$ 50 milhões não reembolsáveis para parques e incubadoras

Duas chamadas públicas foram divulgadas hoje (23) pela Finep para fomentar iniciativas inovadoras em parques tecnológicos e incubadoras de empresas no país. Um edital para parques tecnológicos já implantados na ordem de R$ 40 milhões e R$ 10 milhões para aprimorar ações do Programa Nacional de Apoio a Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos (PNI).

O anúncio foi feito durante o 20º Seminário Anprotec, que acontece em Campo Grande (MS). As chamadas estarão no site da financiadora a partir da próxima terça-feira (28). De acordo com Marcelo Camargo, chefe do Departamento e Apoio às Empresas Nascentes da Finep, a agência está concretizando um esforço grande e criando um edital mais robusto.

“Nenhuma ação é tomada sem que a gente escute as bases. A eficácia das chamadas só pode ser alcançada se estiverem em consonância, por isso trabalhamos nos últimos três meses ouvindo a comunidade de parques e incubadoras”, ressaltou.

Não foram anunciados os detalhes, como o valor da contrapartida a ser exigida dos agentes. Além disso, Marcelo Camargo lembrou que o montante ainda não é o ideal. “A previsão de ideal, conforme modelos internacionais, seria R$ 14 milhões por proposta”, observou.

Incubadoras
A carta convite para uma nova edição do PNI irá privilegiar a formação de redes de incubadoras. Estão aptas a participar da chamada 30 incubadoras âncoras, que fazem parte do PNI e terão como missão se unir a outras instituições de estímulo ao empreendedorismo para desenvolver projetos que poderão ser de R$ 1 milhão até R$ 1,5 milhão.

“Precisamos solidificar o conhecimento já estabelecido no PNI, não deixar buracos nesse país, por isso a ideia é fortalecer as redes”, ressaltou Marcelo. O programa é desenvolvido pela Finep desde 2006.

A chamada vai permitir, também, o investimento em infraestrutura e na implementação de um novo modelo de gestão da qualidade para incubadoras, denominado Cerne, que está sendo formatado pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). A partir do modelo, elas receberão selos que vão mensurar os níveis de organização de cada empreendimento e as suas iniciativas para a promoção do empreendedorismo inovador.

Parques Tecnológicos
Marcelo destacou que uma das preocupações da Finep era pensar em uma chamada pública que não mais atendesse iniciativas para a criação de novos parques. “Era preciso que tivesse um salto qualitativo”, afirma o chefe de departamento, explicando que a meta é fortalecer parques já existentes.

Os projetos podem solicitar, no mínimo, R$ 4 milhões e, no máximo, até R$ 8 milhões. Ou seja, podem ser apoiados de cinco a 10 parques. A verba pode ser aplicada em recursos humanos e instalação predial, que estejam em condições finais de uso, entre outros itens.

Meio ambiente
Durante o 20º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas também foi anunciado o lançamento, na próxima semana, por meio do CNPq, de uma chamada no valor de R$ 30 milhões para estruturar uma rede entre as universidades federais e estudais implantadas na região Centro-Oeste. A proposta é fortalecer a produção de pesquisas que têm como escopo o Cerrado e o Pantanal.

Trata-se da Rede Centro-Oeste de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação (Pro-Centro-Oeste), criada em 2009, com o intuito de formar recursos humanos e produzir conhecimento científico, tecnológico e de inovação.

Fonte: Tatiana Fiuza / Gestão CT

Rio Grande do Sul: R$ 3,6 milhões em parques científicos e tecnológicos

A Secretaria de Ciência e Tecnologia (SCT) do Rio Grande do Sul recebe propostas, até 3 de novembro, para o edital de apoio a implantação de parques científicos e tecnológicos no Estado (Edital PGTec 03/2010). . Os parques proponentes deverão estar credenciados no Programa Gaúcho de Parques Científicos e Tecnológicos (PGTec), no momento da formalização da proposta.

O valor total dos recursos a serem investidos é de R$ 3,6 milhões, sendo R$ 1,4 milhão para despesas de capital e R$ 2,1 milhões para custeio. O valor solicitado à SCT para cada projeto deve estar compreendido entre R$ 600 mil a R$ 1 milhão. Será apoiada apenas uma proposta por parque.

Fonte: Gestão CT

Funcap: R$ 13 milhões para dois novos editais

A Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) lançou dois novos editais que, juntos, somam R$ 13 milhões em investimentos. A data limite para submissão das propostas às duas chamadas é 18 de outubro.

O Edital 12/2010 – Inovação de Tecnologia da Informação nas Empresas tem como objetivo convocar empresas privadas, estatais e demais entidades beneficiárias de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sediadas no Ceará, a apresentarem propostas, em associação com pesquisadores, para o desenvolvimento de produtos, métodos e processos inovadores.

Serão aplicados recursos da ordem de R$ 3 milhões, provenientes do Fundo de Inovação Tecnológica (FIT). O valor máximo de aporte a ser solicitado ao FIT é de R$ 500 mil por proposta. O prazo de duração dos projetos é de até 24 meses.

Esta chamada tem por finalidade ampliar o índice de inovação tecnológica das empresas no Estado e aumentar sua competitividade nos âmbitos nacional e internacional. São elegíveis empresas que realizem ou se proponham a realizar atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). Os investimentos somam R$ 10 milhões.

O edital contempla as seguintes áreas: comércio e serviços; indústria da construção civil; indústria do turismo e hotelaria; agronegócio; setores têxtil, calçadista e moveleiro; inovação social; tecnologia de materiais; biotecnologia; biocombustíveis; pesca e aqüicultura; mineração; equipamentos, instrumentos, produtos e processos da área da saúde; economia criativa e indústria cultural; agricultura familiar; e infraestrutura para inovação.

Fonte: Gestão CT

Fundação Araucária: divulgado resultado de programa de bolsas de pós-doutorado

Está disponível no site da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná o resultado dos projetos submetidos ao edital 18/2009Programa de Bolsas de Pós-Doutorado. Ao todo, foram aprovadas dez propostas.

Os investimentos somam R$ 286 mil. As instituições contempladas são: Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Entre os trabalhos escolhidos estão “A Dupla Dimensão Metropolitana de Londrina”; “Engenharia genética de E. coli para maior eficiência na produção de químicos e etanol celulósico”; “Leituras públicas da ciência: uma excursão na área EMIC-ETIC do universo da ciência e de suas práticas”.A Fundação Araucária é uma instituição associada à ABIPTI.

Fonte: Gestão CT

Planejamento da bioprospecção marinha para preservar a sustentabilidade

 Sustentabilidade no mar
A halicondrina B é um composto anticâncer de origem marinha. Para se obter 350 miligramas da substância no ambiente natural é preciso coletar 1 tonelada de esponjas da espécie Lissodendoryx, na qual a halicondrina é encontrada.

Por conta disso, um trabalhado de bioprospecção mal planejado pode simplesmente provocar a extinção da espécie, o que já aconteceu localmente com esponjas em algumas regiões da costa europeia.

O exemplo foi usado pelo professor Renato Crespo Pereira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), para ilustrar a importância de se planejar a exploração sustentável da biodiversidade marinha.

Pereira proferiu a palestra “Compostos bioativos de organismos marinhos: como prospectar e preservar esse potencial” no Workshop sobre Biodiversidade Marinha: Avanços recentes em bioprospecção, biogeografia e filogeografia, realizado nos dias 9 e 10 de setembro na sede da FAPESP, na capital paulista.

A despeito de todas as dificuldades, o pesquisador afirma que o Brasil não pode deixar de explorar seus biomas marinhos. “O país já se encontra bem atrás de outros na exploração da biodiversidade dos oceanos. Países da Oceania, da Ásia, da Europa e da América do Norte apresentam atividade de pesquisa muito mais intensa em seus sistemas costeiros”, disse.

Segundo ele, as condições adversas presentes nos oceanos, como as variações de temperatura, que vão de registros negativos até 350º C, e de pressões, que variam de uma a mil atmosferas, fazem dos mares o ambiente propício para o desenvolvimento de metabólitos secundários extremamente complexos e sem paralelo nos ambientes terrestres.

Substâncias que combatem fungos, bactérias e inflamações são alguns exemplos de produtos que vieram do mar e que justificam a intensificação das pesquisas marinhas no país, que ainda são incipientes. “Justamente por estar começando nesse trabalho de prospecção marinha é que o Brasil deve começar a pensar nos rumos que quer tomar”, afirmou.

Para o professor da UFF, há uma série de questões que devem ser levadas em conta para balizar a maneira de se explorar os recursos oceânicos, especialmente o fato de a natureza conseguir suprir a demanda da ciência e, posteriormente, de mercado por aquela substância.

Pereira ilustrou com o caso da descoberta de uma alga encontrada somente em uma ilha brasileira. “Devemos nos perguntar: vale a pena fazer toda uma pesquisa a respeito dela para depois ver que não há algas suficientes para suprir a indústria?”, colocou.

Antes mesmo de se iniciar uma pesquisa de compostos bioativos marinhos seria preciso verificar se a natureza tem condições de fornecer a matéria-prima em quantidade necessária. “Muitas vezes não encontramos o suficiente nem mesmo para os testes de bioatividade, o que dizer então da utilização comercial em maior escala”, alertou.

Reprodução em laboratório
Pereira afirma ser necessário olhar o processo como um todo a fim de não realizar pesquisas em vão ou que acabem provocando impactos perigosos como a extinção de espécies.

“Se conhecemos o gargalo, às vezes é melhor começar a pesquisa por ele, ou seja, primeiro desenvolver métodos de reprodução daquele organismo marinho para depois testar os seus compostos”, disse.

Alternativas interessantes, segundo o professor da UFF, seriam investimentos em pesquisas em genômica e proteômica que desenvolvam o cultivo de organismos marinhos. Esses trabalhos ajudariam a reproduzir em laboratório moléculas e organismos de interesse científico e comercial.

“A bioprospecção brasileira deve considerar vários objetivos: conservar a biodiversidade, promover o manejo sustentável dos organismos para a fabricação de produtos naturais e, é claro, encarar a biodiversidade como um valioso recurso econômico para o país”, disse.

Fonte:Fabio Reynol / Agência FAPESP

Pesquisadores brasileiros desvendam via bioquímica pela qual o hormônio melatonina modula a morte de células T

Melatonin Protects CD4+ T Cells from Activation-Induced Cell Death by Blocking NFAT-Mediated CD95 Ligand Upregulation

Via completa
Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros desvendou a via bioquímica pela qual a melatonina – um hormônio produzido pela glândula pineal e em células do sistema imunológico – modula a morte induzida por ativação de determinadas células T, que são glóbulos brancos especializados em matar células contaminadas por microrganismos intracelulares, inacessíveis aos anticorpos circulantes.

O estudo teve participação de cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Imunologia e do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Os resultados foram publicados no Journal of Immunology em artigo que mereceu um comentário na mesma edição.

Autor principal do artigo, Gustavo Amarante-Mendes, professor do Departamento de Imunologia do ICB-USP, explica que a melatonina já é utilizada clinicamente para tratar distúrbios do sono, por exemplo. Mas, até agora, nada foi explorado em relação ao sistema imunológico.

“O foco do estudo foi avaliar se a melatonina teria um papel na regulação da resposta imune. Essa foi a questão científica que uniu nossos grupos em torno desse trabalho”, disse à Agência FAPESP.

O laboratório coordenado por Amarante-Mendes é voltado para o estudo da sinalização e da morte celular em câncer e no sistema imunológico. “Uma de nossas linhas de pesquisa consiste em estudar a regulação dos receptores de morte celular, a expressão dos receptores e a sinalização efetuada quando os ligantes engajam esses receptores”, explicou.

Os pesquisadores publicaram dois trabalhos anteriores na mesma linha de investigação. Um deles, em 2008, na revista Cell Death and Differentiation, mostrou a regulação da expressão do receptor CD95 – cuja ativação leva à morte celular – pelo hormônio prostaglandina E2. “No segundo artigo, demonstramos o mesmo tipo de regulação por outra molécula, a melatonina”, disse.

A melatonina, segundo ele, é um hormônio inicialmente descrito como sendo produzido na glândula pineal, mas cada vez mais se consolida o conceito de que ela também é produzida em outros pontos no organismo.

“Aparentemente, em situações inflamatórias a produção de melatonina no próprio local da inflamação é até maior do que a produção pineal. Assim, nos interessamos por estudar até que ponto esse hormônio tem o efeito de modular a relação entre o sistema imune e a inflamação”, contou.

Segundo Amarante-Mendes, o interesse por essa questão científica levou seu grupo do ICB-USP a trabalhar em colaboração com a equipe liderada por Ana Campa, da FCF-USP – coautora do artigo na Journal of Immunology, que tem grande experiência em trabalhos sobre melatonina.

Os primeiros autores do artigo, Alziana Moreno da Cunha Pedrosa e Ricardo Weinlich – respectivamente orientandos de doutorado de Ana e de Amarante-Mendes, tiveram Bolsa da FAPESP. Participaram ainda do estudo Giuliana Patricia Mognol, Bruno Kaufmann Robbs e João Paulo de Biaso Viola, todos do Inca.

“Nossa questão mais geral consistia em saber se, nas situações em que há inflamação ou infecção, existia a produção de alguma via de sinalização extra que controlasse a existência de células T-Helper”, disse. As células T-Helper, também conhecidas como linfócitos CD4+, são os intermediários da resposta imune que proliferam após o contato com o antígeno para ativar outros tipos de células com ação mais direta.

Expansão imunológica
O grupo demonstrou, no primeiro artigo, que em resposta a padrões moleculares presentes em patógenos, as células apresentadoras de antígeno liberam a prostaglandina E2. “O hormônio atua nas células T-Helper, que são estimuladas pelas células apresentadoras de antígeno de tal maneira que essas células T não acionam os receptores CD95”, explicou Amarante-Mendes.

A interpretação desses resultados, segundo ele, tem duas interpretações possíveis. Uma delas é que os receptores CD95, quando aumentados pelo estímulo antigênico, podem levar ao fenômeno conhecido como morte celular induzida por ativação – o que regula a sobrevivência da célula T.

“Por outro lado, os receptores CD95 poderiam também estimular a morte da célula apresentadora, o que também contribuiria para a expansão da ligação clonal. Nos dois casos, o CD95 é uma molécula que estaria controlando a expansão e, portanto, a resposta imune mediada pelas células T-Helper”, disse.

No primeiro trabalho, de acordo com Amarante-Mendes, o grupo descreveu uma via de reconhecimento de infecções, gerando um mediador lipídico para a célula apresentadora.

“No segundo caso, mostramos que a melatonina produzida em resposta inflamatória, com a presença ou não de infecção, também previne o aumento da expressão do receptor CD95. Nesse caso em particular, descrevemos completamente a via bioquímica, mostrando que a melatonina interage com o NFAT, um fator de transcrição que é fundamental para a expressão do CD95”, disse.

Na presença de melatonina, não há ativação do NFAT, portanto a transcrição do receptor CD95 não aparece e isso regula a sobrevivência da possível expansão da resposta imunológica.

“Nosso objetivo agora, tanto no caso da prostaglandina como no caso da melatonina, é contextualizar esses processos biologicamente em algum sistema de infecção com camundongos, por exemplo. Estamos procurando passar da pesquisa básica sobre sinalização para a contextualização de alguma doença”, afirmou Amarante-Mendes.

O artigo Melatonin Protects CD4+ T Cells from Activation-Induced Cell Death by Blocking NFAT-Mediated CD95 Ligand Upregulation (doi:10.4049/jimmunol.0902961), de Gustavo Amarante-Mendes e outros, pode ser lido por assinantes no Journal of Immunology 

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

IPT: parceria com instituto sul-coreano Kitech

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e o Korea Institute of Industrial Technology (Kitech), da Coreia do Sul, assinaram acordo de cooperação técnica que permitirá às duas instituições trocar experiências e informações em áreas estratégicas em pesquisa e desenvolvimento.

O acordo, que terá vigência de cinco anos, prevê desenvolvimento de projetos nas áreas de plásticos verdes, gaseificação de biomassa e silício grau solar (aplicado na fabricação de células fotovoltaicas).

Além disso, a cooperação permitirá dar suporte tecnológico ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas nessas áreas.

De acordo com o IPT, uma das vantagens da cooperação é a semelhança de perfil entre as duas entidades, composto basicamente por 50% de serviços tecnológicos e 50% de projetos em pesquisa e desenvolvimento.

Outro ponto em comum é que ambos os institutos trabalham com tecnologias em processo final de maturação, preparando-as para sua inserção no mercado.

Fonte: Agência FAPESP

Engenharia de Lorena - USP lança a revista eletrônica O Alquimista: História e Memória da EEL.

A Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da Universidade de São Paulo (USP) lançou a revista eletrônica O Alquimista: Memória e História da EEL.

O objetivo da publicação é resgatar e divulgar a memória histórica, científica e acadêmica da instituição. Na primeira edição, a revista quadrimestral aborda o surgimento, em 1969, da Faculdade Municipal de Engenharia Química (Famenquil) – que se tornaria Faculdade de Engenharia Química de Lorena (Faenquil), dois anos depois e, em 2006, seria transferida para a USP, passando a se chamar Engenharia de Lorena.

Outro destaque é a participação da faculdade no Programa Brasileiro de Álcool (Pró-Álcool). São dois textos sobre o tema. O artigo O Pró-Álcool: O Brasil em busca de um combustível alternativo faz um breve histórico do programa e aborda como a Faenquil foi inserida nesse contexto. O entrevistado é o professor Alexandre Visconti, que foi um dos primeiros a ir a Lorena para realizar pesquisas com álcool combustível.

No site da revista há vídeos, galeria de documentos escritos e fotográficos, galeria de diretores, declarações de quem viveu os primórdios da instituição, resumo histórico da unidade, relações e fotos de formandos.

A revista está aberta a contribuições de profissionais, pesquisadores, funcionários e estudantes que queiram apresentar trabalhos dentro da linha editorial do veículo.

Fonte: Agência FAPESP