segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sebrae Amazonas: treinamento de Agentes Locais de Inovação (ALI)

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) iniciou, hoje (13), o treinamento de 20 profissionais para atuar como Agentes Locais de Inovação (ALI) no Amazonas.

A capacitação será realizada até o dia 15 de outubro, na Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica do Amazonas (Fucapi) e objetiva preparar os participantes para atuar nos setores prioritários de construção civil, alimentação, comércio e vestuário e levar conhecimento sobre inovação para 400 micro e pequenas empresas de Manaus (AM).

“Hoje, a inovação é um diferencial competitivo para as empresas e o ALI é mais uma oportunidade que o Sebrae oferece aos empresários locais”, avalia o superintendente do Sebrae Amazonas, Nelson Rocha. Ao final do treinamento, somente 10 agentes serão escolhidos.

Caberá aos agentes fazer visitas previamente agendadas nas empresas para explicar aos empresários como cada pequena empresa pode inovar. O acompanhamento é gratuito e ofertado por um período de até dois anos.Informações sobre o programa podem ser obtidas no site www.sebrae.com.br.(Com informações do Sebrae) 

Fonte: Gestão CT

Fabesp: Concurso Ideias Inovadoras 2010

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) receberá, até o dia 24 deste mês, as inscrições para o concurso Ideias Inovadoras 2010. O objetivo é disseminar a cultura empreendedora no Estado, com a destinação de R$ 80 mil em prêmios aos trabalhos vencedores.

A premiação conta com cinco categorias e podem participar estudantes de cursos de graduação, mestrado, doutorado, além de pesquisadores e inventores independentes. Os participantes poderão concorrer individualmente ou em grupos de no máximo três pessoas.

Os critérios de avaliação são: originalidade; aplicação prática; capacidade de inserção da solução proposta no mercado; impactos que o projeto irá gerar em termos econômicos, sociais e ambientais; entre outros.

O concurso irá conceder prêmios nos valores de R$ 8 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, para o primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, em cada uma das categorias. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão contratada pela fundação A Fapesb é uma entidade associada à ABIPTI.

Informações sobre o concurso podem ser obtidas pelo telefone (71) 3116-7683 ou pelo e-mail .

Fonte: Gestão CT

Fapern: Projetos do Inova no Rio Grande do Norte serão avaliados

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) anunciou que avaliará os 43 projetos aprovados nos três editais do Programa Inova RN, lançados nos anos 2008 e 2009. O objetivo é possibilitar a geração de indicadores do programa, cujo valor total é de mais de R$ 4,1 milhões.

A avaliação será executada pelo Instituto de Inovação e Sustentabilidade, empresa contratada pela fundação. A empresa vai acompanhar a avaliar o desenvolvimento das atividades previstas nos planos de trabalho classificados nos editais.

Serão considerados no processo critérios como: principais mudanças geradas na empresa; geração de novos negócios; apoio à sustentabilidade econômica do negócio; atendimento aos resultados esperados; entre outros.(Com informações da Fapern)

Fonte:Gestão CT

Fapergs: Conselho Superior tem nova presidente

O Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) conta com uma nova presidente, Themis Reverbel da Silveira. Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 8. Silveira já havia ocupado o cargo de vice-presidente da fundação.

Graduada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a nova presidente do Conselho Superior possui mestrado em gastroenterologia e doutorado em genética (sanduíche UFRGS e Kings College Hospital Londres, Inglaterra).

Silveira também é professora dos Programas de Pós-graduação em Saúde da Criança e do Adolescente e de Ciências em Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da UFRGS. Atualmente, orienta e desenvolve atividades como pesquisadora responsável através de ensaios clínicos no Núcleo de Pesquisa em Vacinas (Nuclivac) e de pesquisa básica no Laboratório Experimental de Hepatologia e Gastroenterologia (LEHG) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA).

Conselho Superior
Cabe ao Conselho Superior definir a política e as linhas gerais de atuação da instituição. A instância é formada por 12 membros, nomeados pelo governo do Estado, que devem ter curriculum comprovado de atuação na área científica e tecnológica.(Com informações da Fapergs)

Fonte: Gestão CT

Marco legal uruguaio poderá atrair empresas brasileiras para a Zonamerica

A Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) realiza, na próxima quinta-feira (16), em Florianópolis (SC), palestra sobre a Zonamerica, parque de negócios localizado em Montevidéu, no Uruguai. A proposta é avaliar alternativas com menor custo tributário e operacional para impulsionar a internacionalização das empresas de tecnologia do Estado.

"O marco jurídico, tributário, econômico, financeiro e político do Uruguai oferece importantes benefícios para as empresas brasileiras”, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios da Zonamerica, Leandro Bonilla. Atualmente o parque localizado na capital uruguaia abriga 300 empresas internacionais, responsáveis por cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Uruguai.

O evento será realizado no auditório da Acate, com início marcado para às 8h30.

Fonte: Gestão CT

Fiesc: iniciativa fortalecerá a inovação em Santa Catarina

Foi instalado na última sexta-feira (10), na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC), um núcleo para impulsionar a inovação no Estado. Entre os objetivos da unidade está articular ações junto a universidades e instituições envolvidas com inovação, com vistas a tornar as empresas catarinenses globalmente competitivas.

A ação é resultado da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que tem por objetivo disseminar a inovação, ampliando o número de empresas inovadoras no país. O núcleo funcionará com a ação articulada do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), do Serviço Social da Indústria (Sesi) e da Fiesc.

“Nossas ações serão ampliadas com a implantação do núcleo e com o alinhamento nacional encabeçado pela MEI. Será um divisor de águas. Teremos ótimos ganhos”, prevê o superintendente do IEL de Santa Catarina, Natalino Uggioni. Este é o segundo núcleo inaugurado no país. O primeiro foi instalado em Porto Alegre (RS), há cerca de 15 dias.(Com informações da CNI)

Fonte:Gestão CT

Faperj: 45 propostas de apoio a popularização da ciência são aprovados

A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) divulgou o resultado do Edital de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado. Ao todo, foram contempladas 45 propostas, de 17 instituições, cujo investimento será de R$ 1,5 milhão.

Os projetos aprovados são das seguintes universidades: Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Federal Fluminense (UFF), Estadual do Norte Fluminense (Uenf), do Grande Rio (Unigranrio), Severino Sombra (USS), Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), além do Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo), da Faculdade União Araruama de Ensino (Unilagos), e do Centro de Ensino Superior de Valença (FAA).

Também foram escolhidas propostas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), do Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e da Fundação Dom André Arcoverde.

De acordo com a Faperj, os pesquisadores contemplados receberão um e-mail informando sobre a aprovação de seus projetos e convidando-os a comparecerem à fundação para a retirada dos Termos de Outorga e dos documentos para a abertura de conta bancária específica.

Fonte: Gestão CT

Novos métodos podem preencher lacunas científicas da genética de populações marinhas

Mistérios do mar
O conhecimento atual sobre a genética das populações marinhas ainda é repleto de lacunas e, nos últimos 20 anos, muitos estudos sobre a dispersão desses organismos no tempo e no espaço levaram a resultados cientificamente inexplicáveis. Mas esses mistérios podem estar com os dias contados, de acordo com Joseph Neigel, do Departamento de Biologia da Universidade da Louisiana em Lafayette, nos Estados Unidos.

Segundo o cientista, pesquisas que tiveram resultados intrigantes no passado poderão ter seus dados reinterpretados, graças ao desenvolvimento de novos métodos e tecnologias que permitam identificar geneticamente as larvas e investigar sua distribuição temporal e espacial em comunidades planctônicas.


Seu grupo de pesquisa desenvolveu métodos inicialmente usados para identificar larvas de espécies invasivas, mas a utilização dessas técnicas foi reorientada de acordo com as lacunas científicas existentes.

“Logo percebemos que esse método de identificação das larvas poderia ser utilizado para determinar seu genótipo. Mais tarde, essas técnicas foram associadas a métodos estatísticos capazes de estimar o fluxo genético das espécies a partir do uso de sequências de DNA como marcadores moleculares. Com isso, podemos detectar a presença de um único organismo em uma grande amostra de plâncton”, disse Neigel.

A combinação desses novos métodos com outras ferramentas – incluindo tecnologias desenvolvidas para campos como a pesquisa em biomedicina –, estão propiciando, segundo ele, uma rápida transformação no conhecimento sobre genética de populações marinhas.

“Houve avanços tecnológicos muito rápidos. Atualmente, por exemplo, usamos robôs para fazer boa parte do nosso trabalho de extração do DNA dos organismos. Isso tudo permite ter dados muito mais amplos e reinterpretar resultados de pesquisas antigas”, afirmou.

Neigel apresentou exemplos de mistérios científicos que poderão ser resolvidos com as novas ferramentas. Um deles se refere a um estudo realizado por seu grupo, no Golfo do México, com duas espécies de caranguejo – a Menippe andina e a Menippe mercenaria, ambas comuns em costões da região.

“Os estudos sobre essas espécies, que apresentam pequenas diferenças morfológicas, começaram em 1986. Os dois caranguejos foram analisados a partir de alozimas – formas alternativas de enzimas, codificadas por diferentes alelos de um mesmo lócus genético”, explicou.

As análises mostraram que as espécies eram muito diferentes geneticamente. Quanto à distribuição na costa norte-americana, a M. andina predomina no litoral do Texas e a M. mercenaria se espalha por toda a costa Atlântica da Flórida. Enquanto isso, no litoral da Flórida voltado para o Golfo do México, há uma faixa de transição com as duas espécies.

“Era difícil explicar essa mistura das duas espécies. Analisando a história geológica do continente, chegou-se a uma explicação provisória: entre os períodos Plioceno e Mioceno, quando os níveis dos mares eram mais altos, a península da Flórida estava submersa e havia uma corrente que ia do golfo para o oceano. A espécie M. andina invadia então a região da M. mercenaria. Quando o nível das águas baixou, esses ‘invasores’ ficaram isolados e, milhões de anos depois, havia uma região de espécie híbrida”, disse Neigel.

De acordo com essa explicação, as diferenças genéticas mais marcantes entre as espécies deviam remontar ao período anterior à alta da maré. Com a submersão da Flórida, houve uma mistura, que explicaria as sequências genéticas mais semelhantes.

Depois do recuo da maré, o fluxo gênico entre as duas espécies deveria ter cessado. Mas, segundo Neigel, essa explicação não se sustentou quando confrontada a dados mais recentes.

“Em 1998, uma pesquisadora do nosso grupo participou de estudo que testou essas previsões com um relógio molecular. Essa técnica é usada para relacionar o tempo de divergência entre duas espécies com o número de diferenças moleculares medidas entre as sequências de DNA ou proteínas: quanto maior a proximidade genética, menor o tempo de separação entre duas espécies. Os dados conseguidos nesses testes eram bem diferentes dos previstos caso a hipótese da barreira geográfica estivesse correta”, disse.

Novas perspectivas
Nas previsões, a sequência genética mais distinta deveria refletir 6 milhões de anos de evolução. O estudo com o relógio molecular mostrou uma divergência menor que a esperada, refletindo um período de 1,5 milhões a 2,7 milhões de anos. A sequência com maior similaridade deveria refletir 2,6 milhões de anos de evolução, segundo a previsão. Mas o estudo de 1998 mostrou que as espécies compartilhavam sequências idênticas há menos de 900 mil anos.

“O mistério permanece. Há milhares de estudos na área de genética de populações marinhas com esse tipo de lacuna científica. Mas, a partir de agora, as novas metodologias e tecnologias poderão levar a novos avanços, permitindo que olhemos esses dados sob novas perspectivas”, apontou.

Ao superar certas limitações tecnológicas, os cientistas começam também a mudar interpretações e tendências teóricas. Segundo Neigel, os pressupostos relacionados à seleção natural eram em boa parte responsáveis pelos dilemas científicos apresentados por certos estudos. Às novas metodologias, será importante associar novas interpretações.

“Percebemos que havia padrões de dispersão e distribuição das espécies demasiadamente complexos para serem explicados apenas por um mecanismo. Há algumas décadas, tudo era atribuído a mecanismos de seleção. Mais tarde, passou-se a acreditar que esse era o mecanismo menos importante. Estamos chegando à conclusão de que há um equilíbrio entre seleção natural, a deriva genética e os fluxos genéticos”, destacou.

Fonte: Fábio de Castro /Agência FAPESP

Aplicação de compostos marinhos no combate ao câncer


Química submersa
Ambiente de alta diversidade e propício à produção de compostos naturais, o mar tem sido fonte de novas substâncias e microrganismos antitumorais descobertos pela equipe da professora Letícia Veras Costa-Lotufo, do Departamento de Fisiologia e Farmacologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza.

A pesquisadora apresentou as potencialidades das espécies oceânicas no combate ao câncer durante Workshop sobre biodiversidade marinha: avanços recentes em bioprospecção, biogeografia e filogeografia, realizado pelo Programa Biota-FAPESP nos dias 9 e 10 de setembro.

“No ambiente marinho, há pressões ecológicas que favorecem a defesa por meio da produção de substâncias”, disse Letícia, explicando que essas moléculas são produzidas pelo chamado metabolismo secundário de animais e vegetais marinhos.

O grande número de predadores e a acirrada competição por espaço são algumas ameaças presentes no mundo marinho. Tais adversidades fazem com que esses seres desenvolvam um metabolismo secundário muito eficiente, o que os torna capazes de se defender quimicamente, segundo Letícia.

Como resultado, as espécies marinhas formam uma grande fábrica de moléculas complexas e que apresentam mecanismos de ação inéditos e de interesse científico.

Letícia ressalta que essa complexidade adiou as descobertas de substâncias marinhas, sendo que as pesquisas na área se intensificaram somente a partir da década de 1950, quando surgiram as primeiras técnicas de estudo.

“Nossa fronteira mais recente são os microrganismos marinhos. Um grama de sedimento marinho chega a conter 1 bilhão de bactérias, um número bastante alto”, disse. Esses microrganismos são encontrados em invertebrados, sedimentos e até na água do mar e a sua fermentação em laboratório também resulta em substâncias bastante complexas.

De uma espécie de ascídia endêmica no litoral do Nordeste, por exemplo, o grupo da UFC isolou duas moléculas estauroporinas que apresentaram atividades anticâncer. Agora, os pesquisadores estão isolando microrganismos da ascídia na tentativa de encontrar entre eles os produtores dessas moléculas. A partir dessa identificação será possível produzir os compostos por meio da fermentação.

A ação antitumoral foi testada com sucesso em animais e também in vitro. Para os testes em células, os cientistas contam com um banco de 50 linhagens de células tumorais mantido pelo Laboratório Nacional de Oncologia Experimental da UFC. “Os testes mostraram que os compostos atacam preferencialmente as células tumorais”, disse Letícia.

Atenuante para quimioterapia
Da alga marinha parda Sargassum vulgare, a equipe cearense isolou uma substância capaz de atenuar os efeitos colaterais da quimioterapia, além de potencializar a atividade antitumoral do agente quimioterápico.

“Os quimioterápicos atacam o sistema imunológico, diminuindo as defesas do organismo. Nós conseguimos reverter esse efeito mantendo ou até melhorando a atividade antitumoral”, disse Letícia, ressaltando que até agora só foram realizados testes em animais.

A leucopenia, queda do número de glóbulos brancos provocada pela quimioterapia, foi completamente revertida nesses ensaios e a atividade antitumoral chegou a aumentar cerca de 30%.

Os resultados abrem perspectivas para que a substância seja aplicada como um coajudvante no tratamento quimioterápico. Já está em andamento o processo de depósito de uma patente para esse produto antitumoral e imunoestimulante, resultado de parceria entre a UFC e uma empresa privada.

Além da patente, a parceria visa também a desenvolver um processo de produção da Sargassum vulgare. Segundo Letícia, um fator facilitador é que a substância é um polissacarídeo já presente na alga, ou seja, é uma molécula estrutural.

“Muitas vezes, a substância de interesse deriva de um processo natural que deve ser reproduzido, como uma situação de estresse, por exemplo, que desencadeia a produção de um determinado composto”, explicou.

Uma bactéria marinha associada ao sedimento demonstrou seletividade para células que superexpressam os receptores dos fatores de crescimento, característica de células tumorais. “Apesar de estar ainda em fase inicial, a pesquisa apresenta perspectivas para se descobrir mecanismos voltados a encontrar e atingir somente células de tumores”, disse Letícia.

Fonte: Fábio Reynol/ Agência FAPESP

Unicamp: PD em biologia molecular com Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP

O Laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tem uma oportunidade de Bolsa de Pós-Doutorado, pelo período de dois anos, na área de biologia molecular.

A bolsa está vinculada ao Projeto Temático "Estudo de expressão gênica em epilepsia de lobo temporal mesial", apoiado pela Fundação.

São requisitos mínimos:

* Doutorado concluído na área de biologia molecular ou similar;
* Experiência em estudos de expressão gênica em larga escala utilizando microarranjos em tecido humano;
* Experiência em bioinformática para análise dos dados;
* Desejável experiência com microdissecção tecidual;
* Mínimo de três publicações em revistas de circulação internacional.

A inscrição poderá ser feita até o dia 23 de outubro de 2010 com a professora Iscia Lopes-Cendes (pelo e-mail ).

O candidato deverá enviar: curriculum vitae, histórico escolar da pós-graduação e duas cartas de recomendação.

A vaga está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP, no valor de R$ 5.028,90 mensais.

Outras vagas de bolsas de pós-doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades

Fonte: Agência FAPESP

Museu de Anatomia Veterinária apresenta Dimensões do corpo: da anatomia à microscopia.


O Museu de Anatomia Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo inaugurou, no dia 10 de setembro, a exposição Dimensões do corpo: da anatomia à microscopia.

A mostra, que reúne mais de 500 peças, aborda formas, funções e sistemas orgânicos, incluindo esqueletos montados de animais silvestres e domesticados, peças fixadas em formol, animais taxidermizados, modelos educativos e peças anatômicas preparadas por diferentes técnicas.

Com linguagem didática e o suporte de painéis e legendas explicativas, a exposição é organizada em cinco módulos: "A FMVZ da USP e a sua história", "O que é anatomia comparada", "Origem e diversidade de animais", "Anatomia dos sistemas orgânicos" e "Osteologia e morfologia dos mamíferos".

O horário de visitação da exposição, que tem previsão de ficar em cartaz por um ano, é de terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas, e aos sábados, das 9 às 14 horas. O valor do ingresso é R$ 6, com meia-entrada para idosos, alunos e professores das redes pública e particular e isenção para alunos, professores e funcionários) da USP.

O Museu de Anatomia Veterinária da FMVZ fica na Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-1309 e pelo e-mail

Fonte: Agência FAPESP