quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Pesquisa multidisciplinar avança o conhecimento sobre a epilepsia do lobo temporal mesial

Descobertas sobre a epilepsia
Logo atrás das têmporas encontra-se o lobo temporal mesial, região do cérebro que compreende estruturas como a amígdala e o hipocampo, responsáveis por funções fundamentais humanas, como a memória e as emoções.

É a partir dessa região que são disparados sinais elétricos anormais que vão provocar a mais comum das manifestações epilépticas em adultos, a epilepsia do lobo temporal mesial.

“Essa também é considerada uma das formas mais graves de epilepsia, porque uma proporção significativa dos pacientes não apresenta resposta aos tratamentos mesmo que sigam criteriosamente as recomendações médicas”, disse Iscia Lopes Cendes, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp).

A professora titular do Departamento de Genética Médica coordenou um Projeto Temático apoiado pela FAPESP que estudou por cinco anos a epilepsia do lobo temporal mesial e lidera atualmente uma pesquisa sobre o mesmo assunto, que conta com o apoio da Fundação por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Ambos os projetos estão inseridos no programa Cooperação Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre o Cérebro (CInAPCe) da FAPESP e produziram importantes avanços do conhecimento sobre esse tipo de problema relacionado a uma lesão nas estruturas mesiais.

Chamada de esclerose mesial temporal, a lesão começou a ser identificada em vida somente após o advento de técnicas modernas de imageamento médico, como a propiciada pela ressonância magnética nuclear. Antes, só poderiam ser detectadas e examinadas com o corte do cérebro por meio de autópsia ou após uma cirurgia.

Na hipótese levantada pelos cientistas, esses neurônios lesados seriam os causadores dos disparos elétricos irregulares que provocam a epilepsia e também a razão para a resistência aos medicamentos, uma vez que o tecido lesado seria incapaz de absorvê-los adequadamente.

Como essas lesões são formadas – se elas são genéticas ou adquiridas e se podem se agravar por causa das crises – é uma das perguntas que a pesquisa procurou responder. Uma das ferramentas utilizadas nesse sentido foi o acompanhamento prospectivo de pacientes, constantemente monitorados para que o especialista pudesse identificar o surgimento e o aumento da esclerose mesial temporal.

Esse acompanhamento auxiliou em uma das alternativas de tratamento: a cirurgia de remoção de parte de um dos lobos temporais. Em geral, a retirada da parte lesionada resulta em uma redução das crises, o que permite também a diminuição da medicação empregada. No entanto, esses efeitos positivos não se manifestam para todos e variam de intensidade de um paciente a outro.

Para investigar o motivo dessas diferenças, um subprojeto do Temático, coordenado por Fernando Cendes, professor titular no Departamento de Neurologia da FCM-Unicamp, aprimorou exames pré-operatórios a fim de avaliar como seria a resposta de um paciente à cirurgia antes de se submeter a ela.

Com esse avanço, pessoas que não teriam uma resposta eficaz a esse tipo de tratamento são poupadas da cirurgia enquanto que indivíduos que obtêm diagnósticos de boa resposta podem ser operados antes, atenuando e até poupando anos de crises epilépticas.

Essa parte do trabalho exigiu o emprego de técnicas computacionais para a análise de imagens médicas. Softwares específicos foram desenvolvidos para auxiliar na detecção de anomalias que até então tinham de ser descobertas com análise visual humana.

“Há anomalias que são detectadas pela assimetria entre os volumes de estruturas de um lado e de outro do cérebro, só que o olho humano não é muito bom para detectar assimetrias”, explicou Iscia, ressaltando que a visão computacional consegue avaliar com precisão essas medidas.

O desenvolvimento dos programas computacionais ficou por conta de dois professores da Unicamp, Alexandre Xavier Falcão, do Instituto de Computação, e Roberto de Alencar Lotufo, da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação.

Além de softwares de avaliação de volumes específicos para determinadas estruturas cerebrais, também foram desenvolvidos programas avaliadores de texturas de tecidos, uma vez que, além de variações volumétricas, as alterações em tecidos também podem ser indicadores de lesões no cérebro.

“Ao comparar esses programas com o diagnóstico humano na análise de imagens de ressonância magnética, percebemos que eles apresentaram um grande número de acertos”, disse Iscia. Um dos desdobramentos desses trabalhos foi a tese de doutorado de Felipe Bergo, orientado por Falcão, que ficou em primeiro lugar no Concurso de Teses e Dissertações da Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

O desenvolvimento de novas funcionalidades em um software de análise de imagens médicas, feito pela neurologista Clarissa Yasuda durante o seu doutorado, rendeu a ela dois prêmios nacionais e três internacionais.

Em abril, Clarissa foi contemplada com o International Scholarship Award, concedido a jovens pesquisadores pelo Congresso Americano de Neurologia, por seu estudo comparativo da eficácia no longo prazo entre os tratamentos clínico e cirúrgico da doença.

O mesmo prêmio foi concedido aos mestrandos Renato Oliveira dos Santos, que investigou o possível papel dos polimorfismos do gene interleucina 1-beta na predisposição à epilepsia, e Marina Coelho Gonsales, que estudou a aplicação clínica do teste de mutações no gene SCN1A em crianças com a doença.

Os trabalhos ficaram entre os 13 destacados pelo evento entre mais de 4 mil inscritos e os três autores tiveram Bolsas da FAPESP. Clarissa dispõe atualmente de uma Bolsa de Pós-Doutorado para desenvolver softwares de planejamento cirúrgico.

Ajuda da física
Outra importante conquista do Projeto Temático foi o domínio de uma difícil técnica de diagnóstico, a ressonância magnética funcional (IRMf) com corregistro por eletroencefalograma (EEG), que reúne dados sobre os sinais elétricos do cérebro e os relaciona com a sua atividade metabólica.

Esse tipo de exame é importante por identificar as áreas em que são emitidos sinais elétricos do cérebro, por meio de um eletroencefalograma, e relacioná-las com os locais em que ocorrem as principais atividades metabólicas cerebrais, que são registradas por ressonância magnética de alto campo.

“Unir essas duas ferramentas é um grande desafio. É uma tarefa extremamente difícil e que envolve física pura”, disse Iscia. Para realizar essa tarefa foi convidado o professor Roberto Covolan, do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp.

Covolan passou um ano em instituições como o Massachussets General Hospital (MGH) e a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, para desenvolver uma nova técnica. O resultado colocou o Brasil entre o seleto grupo de países que dominam a ressonância magnética funcional com corregistro por eletroencefalograma.

O sucesso também dependeu da aquisição do aparelho de ressonância magnética de alto campo de 3 Tesla, ou aproximadamente 60 mil vezes a intensidade do campo magnético terrestre. O equipamento foi um dos três da mesma categoria adquiridos com recursos da FAPESP por meio do programa CInAPCe

Além do aparelho da Unicamp, a Universidade de São Paulo recebeu duas unidades: uma para o Hospital das Clínicas, na capital paulista, e outra para a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

A disponibilidade do equipamento para a pesquisa permitiu uma descoberta importante para a neurologia. Os pesquisadores decidiram examinar também parentes de pacientes que nunca haviam apresentado crises de epilepsia. Para a surpresa do grupo, foram encontradas lesões mesiais temporais em alguns irmãos saudáveis de pacientes.

Isso indicou que, nessas famílias, as lesões apareceram antes da epilepsia podendo ser inatas. “Isso derrubou um paradigma da neurologia, pois acreditava-se que as lesões temporais mesiais eram adquiridas, provocadas, por exemplo, por crises febris durante a infância”, disse Iscia Cendes.

A descoberta gerou a criação de um novo subgrupo para a enfermidade – o da epilepsia mesial temporal familiar – e ainda quebrou outro paradigma, o qual versava que as lesões estavam incondicionalmente relacionadas às crises, o que foi desmentido ao encontrar indivíduos com a região lesionada e sem histórico de crises.

A partir daí foi realizado um estudo de genética molecular nessas famílias, a fim de se buscar os genes responsáveis pela predisposição a essa lesão cerebral. Após examinar mais de 300 marcadores polimórficos comparando indivíduos com e sem a lesão, os pesquisadores identificaram uma região com cerca de 8 milhões de pares de bases no braço curto do cromossomo 18.

Esse foi o trabalho de doutorado de Claudia Maurer Morelli, que rendeu a ela o Young Investigator Award, concedido pela Sociedade Norte-Americana de Epilepsia, e o International Scholarship Award, outorgado pela Academia Norte-Americana de Neurologia (AAN), ambos em 2007. Cláudia teve Bolsa da FAPESP durante o doutorado e atualmente é docente do Departamento de Genética Médica da FCM-Unicamp.

A região foi completamente sequenciada e atualmente os pesquisadores procuram a chamada variante funcional, a qual está presente nos indivíduos afetados e ausente nos indivíduos controle.

“Estamos na expectativa de encontrar essa variante, que indicará o gene responsável pela lesão e, com ele, saberemos muito mais sobre a biologia dessa lesão”, disse Iscia.

Para a professora da Unicamp, pesquisas com o DNA de famílias de pacientes poderão revelar a frequência com que essa lesão ocorre, que pode ser maior do que a estimada.

Fonte:Fabio Reynol / Agência FAPESP

Exposição sobre Einstein vai até outubro no Palácio Anchieta


Está aberta no Palácio Anchieta, na Cidade Alta, em Vitória, a Exposição Einstein, que tem apoio da Ufes

A exposição já foi vista por mais de dois milhões de pessoas em 11 cidades do mundo, apresentando a vida e a obra de um dos maiores gênios do século 20, exibindo objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas e manuscritos.

A exposição vai apresentar, por um lado, quem foi Albert Einstein, o físico que se tornou celebridade e usou sua fama para condenar o racismo e a energia nuclear usada para fins militares. Por outro, traça um paralelo entre as teorias do cientista sobre o espaço, o tempo, a luz, a gravidade e a matéria e suas aplicações nos dias de hoje. Ao todo serão 10 seções, algumas com instalações interativas.

A exposição Einstein estará aberta de terça a sexta-feira, das 8h às 18h; e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. A entrada é gratuita. Para garantir a visita guiada é preciso agendar pelo telefone 0300 789 0002 ou pelo e-mail  

Fonte: UFES

UFRJ completa 90 anos

UFRJ completará 90 anos no próximo dia 08 de setembro

Fonte: UFRJ

Estudar e Pesquisar na Alemanha 2010

Feiras de universidades para quem deseja estudar ou pesquisar na Alemanha
As feiras Estudar e Pesquisar na Alemanha 2010 não podem faltar na agenda de quem deseja ou já planeja uma estada numa universidade alemã, bem como de docentes e pesquisadores interessados em parcerias acadêmicas e científicas. Os eventos acontecerão no dia 12 de setembro no Hotel Pestana Copabacana, no Rio, dia 14 de setembro no Hotel Mercure Lourdes, em Belo Horizonte, e dia 18 de setembro no Goethe-Institut São Paulo. A entrada é franca e não exige inscrição prévia. Em São Paulo, a feira completa 16 anos e comemora o recorde de 23 expositores, em parte instalados num pavilhão erguido especialmente para o evento no estacionamento do instituto.

A turnê traz ao Brasil algumas das melhores universidades da Alemanha, como a de Göttingen e a FU Berlin (eleitas entre as nove de excelência do país), a Bauhaus-Universität de Weimar (mundialmente famosa na área de design, arquitetura e comunicação visual), a de Colônia (a maior universidade da Alemanha) e a de Münster, que recém-inaugurou seu Centro de Brasileiro de estudos.

O estande da TU9 representará as nove principais universidades técnicas da Alemanha, dentre elas outras três das chamadas “Universidades de Excelência”. As universidades da Baviera terão igualmente um estande conjunto, sendo que a LMU e a TU de Munique também fazem parte do selecionado time “de excelência”.

O Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), a Fundação Alemã de Pesquisa Científica (DFG), ambos órgãos de bolsas e fomento institucional, o Centro Alemão de Ciência e Inovação e o Clube Humboldt do Brasil (este dois últimos somente em São Paulo) completam o elenco de expositores do meio acadêmico e científico alemão.

Questões sobre visto e permissão de trabalho, entre outras, poderão ser esclarecidas nos estandes da República Federal da Alemanha. O Goethe-Institut estará presente no Rio e em São Paulo, assim como a Abipe (Associação Brasileira de Intercâmbio Profissional e Estudantil), mediadora de estágios no exterior para estudantes. Como convidada, participa em todas as cidades a Campus France.

Uma novidade deste ano é a participação de universidades brasileiras nas feiras de Belo Horizonte e São Paulo. O objetivo é mostrar que o caminho para uma estada de estudo ou pesquisa na Alemanha passa muitas vezes por uma universidade brasileira, sobretudo para estudantes de graduação que precisam de reconhecimento dos créditos estudados no exterior. Isto só é possível quando há convênio neste sentido entre as instituições de origem e do exterior. Sendo assim, o DAAD convidou universidades brasileiras conveniadas com alemãs: UFMG, UFOP, PUC-Minas, Unifei, USP, Unicamp, Unesp, Unifesp e PUC-SP, além das agências de fomento Fapemig e Fapesp. Em São Paulo, a emissora Deutsche Welle e a Senator Turismo completam o leque de expositores.

Fonte: DAAD

A novel pathway for inducible nitric oxide synthase (iNOS) activation through inflammasomes

Detector de flagelos
Um grupo de pesquisadores de instituições paulistas descreveu uma nova via de ativação de uma enzima responsável pela geração do óxido nítrico –molécula envolvida no controle de microrganismos intracelulares.

Publicado na revista Journal of Biological Chemistry, o artigo descreve uma nova via de ativação da enzima Óxido Nítrico Sintase Induzida (iNOS, na sigla em inglês), ativada a partir do reconhecimento da flagelina– proteína que compõe o flagelo de bactérias móveis – pelos receptores da imunidade inata conhecidos como inflamassomas. Os pesquisadores mostraram que essa nova via está envolvida com o controle de bactérias flageladas, atribuindo aos inflamassomas um mecanismo efetor até então desconhecido.

O estudo foi feito por cientistas do Departamento de Ciências Biológicas, Campus Diadema e do Centro de Terapia Celular e Molecular (CTC-Mol) – ambos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – e dos Departamentos de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas e de Biologia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, ambos da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com a autora principal do artigo, Karina Bortoluci, da Unifesp, a pesquisa é vinculado ao seu projeto “Interação entre receptores da imunidade inata na ativação de macrófagos e células dendríticas”, que tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio – Jovem Pesquisador.

“Os inflamassomas são receptores citosólicos descobertos recentemente e que são de grande interesse na comunidade científica, por terem relação com a ativação de processos inflamatórios. Ainda há muitas lacunas no conhecimento sobre esses receptores e, em nosso trabalho, conseguimos acrescentar a descrição de um importante mecanismo efetor por eles conduzido”, disse Karina.

O início do trabalho consistiu em uma tentativa de comparar o reconhecimento inato da flagelina pelos receptores do tipo Toll – uma família de proteínas transmembrânicas que fazem parte do sistema imunológico inato e são responsáveis por reconhecer várias estruturas-padrão de patógenos, incluindo a flagelina – com os receptores citosólicos do tipo inflamassomas, também capazes de reconhecer a flagelina.

“Queríamos saber se a resposta era diferente quando esses receptores distintos reconheciam a flagelina. Quando fomos avaliar a ação da enzima iNOS, esperávamos que ela só fosse ativada pela flagelina por fora da célula, através dos conhecidos receptores do tipo Toll. Mas vimos que a flagelina por dentro da célula também conseguia ativar a enzima”, explicou Karina.

Até então, segundo ela, não havia nenhuma referência na literatura à ativação da enzima iNOS por esses inflamassomas. “Fomos, então, estudar como esses receptores estavam ativando a enzima iNOS. Vimos que se tratava de dois membros pertencentes à família dos receptores citosólicos do tipo NOD: Ipaf e Naip5. Usamos camundongos deficientes para esses receptores e vimos que neles não havia ativação da enzima iNOS”, disse.

O estudo conseguiu demonstrar que a enzima iNOS é ativada por uma via dependente da protease caspase-1, ativada por Naip5 e Ipaf.

“O mais importante é que nunca havia sido demonstrado que esses receptores eram capazes de ativar a enzima iNOS. Isso nos permite acrescentar mais um mecanismo efetor desempenhado pelos receptores Ipaf e Naip5”. O artigo mostra que essa nova via participa do controle de bactérias flageladas, abrindo perspectivas para a utilização dos inflamassomas como alvo em intervenções terapêuticas e adjuvantes vacinais”, afirmou.

O artigo A novel pathway for inducible nitric oxide synthase (iNOS) activation through inflammasomes, de Karina Bortoluci e outros, pode ser lido por assinantes da Journal of Biological Chemistry .

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

King’s College London contrata professor

O King’s Brazil Institute, unidade do King´s College London (KCL) voltada a realizar pesquisas e organizar disciplinas sobre o Brasil, abriu um processo seletivo para a contratação de professor.

A instituição procura um profissional com experiência em pesquisa especialmente nas áreas: política brasileira e internacional, indústria criativa e cultural, economia política da energia, política ambiental, direito, direitos humanos, políticas de saúde, políticas sociais e história do Brasil.

O aprovado realizará pesquisas sobre o Brasil, além de desenvolver disciplinas que estimulem o interesse dos estudantes do KCL a respeito de temas brasileiros. São desejáveis experiência em orientação de pós-graduandos e habilidades didáticas.

Também fará parte da função a manutenção de uma rede de contatos internacionais de pesquisa especialmente com instituições brasileiras, a fim de desenvolver trabalhos colaborativos e de apoio à pesquisa feita no Brasil.

O salário dependerá da qualificação e experiência apresentadas e vai de 33 mil a 47 mil libras esterlinas por ano, além de benefícios.

Os candidatos podem tirar dúvidas sobre a vaga com o professor Anthony Pereira, diretor do King's Brazil Institute, pelo e-mail: .

O King's College London é a quarta mais antiga universidade na Inglaterra e é considerada uma das 25 mais importantes no mundo (segundo o Times Higher Education 2009). Voltada à pesquisa, a universidade está sediada no centro de Londres e tem cerca de 23 mil alunos de quase 140 países.

Com o objetivo de estreitar as relações com o Brasil, a universidade criou em 2008 o King’s Brazil Institute, voltado ao ensino e à pesquisa de assuntos brasileiros.

Fonte: Agência FAPESP