sexta-feira, 27 de agosto de 2010

USP: Partículas lipídicas nanométricas levam medicamentos a órgãos e tecidos

Nanotransporte de medicamentos
Uma nanopartícula desenvolvida pelo grupo do professor Raul Cavalcante Maranhão, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP), é capaz de levar medicamentos especificamente a células cancerosas ou a tecidos de órgãos transplantados. Recentemente, a equipe verificou que a técnica também é eficiente contra a aterosclerose.

“Trata-se de um avanço muito importante, pois é a primeira vez que se trata o efeito base da aterosclerose. Até agora, a doença era tratada com remédios para hipertensão – para a desobstrução de vasos –, que atingem os efeitos mas não a doença”, disse Maranhão. O pesquisador apresentará os resultados da pesquisa no sábado (28/8), na 25ª Reunião da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), em Águas de Lindoia (SP).

A pesquisa para criar a partícula nanométrica começou a tomar corpo em 1995, quando Maranhão iniciou o Projeto Temático “LDL artificial: um novo método para o tratamento do câncer”, apoiado pela FAPESP.

O objetivo era criar uma versão artificial da LDL (lipoproteína de baixa densidade, em inglês), partícula que concentra mais de 70% do colesterol presente no sangue humano. O resultado foi a LDE, uma LDL artificial composta de um envoltório de fosfolípedes e um núcleo de colesterol.

Na circulação, a LDE recebe partes proteicas das liproproteínas naturais ao se chocar com elas. Uma dessas partes é a Apo E, que passa a fazer parte da LDE. “Com ela, a LDE começou a se ligar ao receptor com muito mais força do que a própria LDL, porque a Apo E tem muito mais afinidade com o receptor”, explicou Maranhão.

A aplicação prática da pesquisa teve início quando o professor da USP conheceu o trabalho ganhador do prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1995, conquistado pelos norte-americanos Michael Stuart Brown e Joseph Goldstein.

Os dois haviam descoberto o receptor da LDL, mas a parte do trabalho que mais interessou a Maranhão foi a que mostrava que esse receptor é muito aumentado em células neoplásicas, as afetadas pelo câncer. Essa superexpressão dos receptores foi percebida pela primeira vez na leucemia.

A explicação disso seria que a célula cancerosa se divide com muito mais velocidade do que as células comuns. Para isso, ela precisa duplicar todo o seu estoque de membranas, que são formadas basicamente de lípides. A maneira mais fácil de a célula obter essa matéria-prima é pelo aumento no número de receptores para o LDL, que carregam o colesterol.

“Com essa descoberta, decidimos injetar uma droga na LDE para que atingisse diretamente o câncer, pois as demais células têm muito poucos receptores para a proteína”, contou o professor, afirmando que essa manobra seria impossível de ser feita com a LDL.

Em alguns testes clínicos, as nanopartículas LDE foram marcadas, o que permitiu a visualização de sua trajetória pelo organismo. O experimento acabou confirmando que ela se concentrava nos sítios de medula óssea afetados pela leucemia.

O resultado é uma quimioterapia com toxicidade extremamente reduzida, que chega a ser até dez vezes menor na comparação com outras drogas. A quimioterapia tem como um dos principais obstáculos os efeitos colaterais provocados pela toxicidade dos medicamentos.

A seletividade do alvo conquistada com a nanotecnologia permitiu o combate às células doentes preservando as demais de uma exposição exagerada ao medicamento. Esse efeito foi observado também em outros tipos de cânceres, como ginecológico, mieloma múltiplo, mamário e ovariano.

Essa etapa foi desenvolvida no âmbito de outro Projeto Temático FAPESP, intitulado “Lipoproteínas artificiais na investigação das dislipidemias e no tratamento do câncer”, conduzido de 2000 a 2004.

Veículo para aterosclerose
Ao aplicar a LDE em coelhos, Maranhão percebeu que a nanopartícula também se concentrava nas lesões ateroscleróticas dos animais. “A aterosclerose é um processo proliferativo desencadeado por uma doença inflamatória e, na proliferação, o número de receptores para LDL é aumentado”, explicou.

Os resultados mostraram que a mesma LDE pode ser utilizada como veículo para levar drogas específicas contra a aterosclerose. Em testes feitos em coelhos, a técnica conseguiu reduzir a doença em até 60%.

O sucesso da nanopartícula fez com que Maranhão recebesse um convite para estender as aplicações da técnica. A iniciativa foi do diretor do Instituto do Coração da USP (Incor), Noedir Stolf, que havia desenvolvido técnicas de transplantes de coração em coelhos.

Nos animais, Stolf conseguiu implantar um coração sem retirar o órgão original. Com os dois corações trabalhando em paralelo, Maranhão testou a LDE e notou que ela se concentrava quatro vezes mais no órgão transplantado em comparação com o original. Mais uma vez, um processo inflamatório, provocado pela rejeição, estava aumentando os receptores para a nanopartícula.

Além da rejeição há uma aterosclerose acelerada conhecida por doença coronária do transplante, que afeta boa parte de transplantados cardíacos após cinco anos com o novo órgão. Trata-se de um processo de obstrução dos vasos e para o qual muitas vezes o único tratamento é um novo transplante.

Nos coelhos, tanto a rejeição como a obstrução das artérias foram tratadas com sucesso por meio da LDE. Segundo Maranhão, os resultados serão publicados em breve no periódico Journal of Thoraxic and Cardiovascular Surgery, que já aceitou o trabalho.

Para o professor titular da USP, que agora desenvolve o seu terceiro Projeto Temático com apoio FAPESP, a LDE faz parte de uma nova categoria de medicamentos baseados na nanotecnologia e que podem abrir inúmeras aplicações na medicina.

“A ideia é ter uma nova classe de drogas para combater a aterosclerose cerebral, a periférica, doenças cardíacas, cânceres e muitas outras”, indicou.

Fonte: Fabio Reynol/Agência FAPESP

Capes e JSPS do Japão selecionam candidatos a bolsas

Estão abertas as inscrições para o edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no âmbito do Memorando de Entendimento para Cooperação Acadêmica assinado entre a Capes e a Sociedade Japonesa de Promoção da Ciência (JSPS). A data limite para envio das candidaturas é 30 de setembro.

A chamada irá selecionar projetos conjuntos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento, com vistas ao intercâmbio científico entre instituições de ensino superior (IES) do Brasil e do Japão, visando à formação de recursos humanos de alto nível nos dois países.

A proposta deverá estar vinculada a um programa de pós‐graduação avaliado pela Capes,
preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, além de contemplar a formação de pós‐graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas.

O edital prevê uma missão de trabalho por ano por projeto, que consiste no
financiamento de viagens para docentes doutores da equipe, com duração entre sete e 30 dias. Para períodos de permanência de até 20 dias, serão pagas diárias no valor de US$ 140, e entre 21 e 60 dias, serão concedidas bolsas de até US$ 3 mil.

Também está prevista uma missão de estudo por ano por projeto. Nesse caso, serão concedidas bolsas de estudo no exterior nas modalidades doutorado sanduíche, com mensalidade no valor de US$ 1,3 mil, e pós-doutorado, cujo valor é de US$ 2,1 mil.

O edital está disponível neste link

Fonte: Gestão CT

Unicamp: água presente na atmosfera pode transferir cargas elétricas para determinados materiais


Umidade elétrica
Durante muito tempo a ciência considerava que a gotículas de água presentes na atmosfera eram eletricamente neutras, assim permanecendo mesmo depois de entrar em contato com as cargas elétricas de partículas dispersas no ar.

Mas um experimento realizado por cientistas brasileiros demonstrou que a água na atmosfera pode adquirir cargas elétricas e transferi-las para outros materiais. A descoberta abre caminho para o futuro desenvolvimento de dispositivos capazes de coletar eletricidade diretamente do ar, utilizando-a para abastecer residências, fábricas ou veículos, por exemplo.

Partículas minúsculas de sílica e de fosfato de alumínio foram utilizadas no experimento. A equipe coordenada por Fernando Galembeck, professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que, na presença de alta umidade, a sílica se torna mais negativamente carregada, enquanto o fosfato de alumínio ganha carga positiva. A eletricidade proveniente da umidade foi denominada pelos cientistas comohigroeletricidade”.

“Com um dispositivo simples, conseguimos verificar que é possível gerar voltagem a partir da umidade do ar. Essa prova conceitual poderá abrir caminho, no futuro, para que se possa usar a eletricidade da atmosfera como uma fonte de energia alternativa. Mas ainda não podemos prever quanto tempo levará para desenvolver uma tecnologia desse tipo”, disse Galembeck.

O pesquisador, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Materiais Complexos Funcionais, apresentou os resultados do estudo na última quarta-feira (25/8), durante a reunião da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos. O INCT de Materiais Complexos tem apoio da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Segundo Galembeck, relatos experimentais do século 19 já associavam a interface ar-água a fenômenos eletrostáticos. O britânico William Thomson, conhecido como Lord Kelvin (1824-1907), idealizou um equipamento que ele denominou “condensador de gotas de água” para reproduzir o fenômeno experimentalmente. Mas, até hoje, a ciência não havia sido capaz de descrever os mecanismos do acúmulo e da dissipação das cargas elétricas na interface ar-água.

“Mostramos que a adsorção do vapor de água sobre superfícies de materiais isolantes ou de metais isolados – protegidas em um ambiente blindado e aterrado – leva à acumulação de cargas elétricas sobre o sólido, em uma intensidade que depende da umidade relativa do ar, da natureza da superfície usada e do tempo de exposição”, disse Galembeck.

O aumento das cargas elétricas acumuladas é ainda mais acentuado quando são usados substratos líquidos ou isolantes sólidos, sob a ação de campos externos, conforme a umidade relativa do ar se aproxima de 100%.

De acordo com Galembeck, a descoberta foi um resultado inesperado de uma longa série de estudos relacionados a dois tipos de microscopia de materiais não-isolantes, especialmente polímeros.

“Estávamos trabalhando com microscopia eletrônica de transmissão – que nos permitia montar um mapa da composição química de determinados materiais em escala nanométrica – e com microscopia de varredura, que fornecia um mapa das propriedades e do potencial elétrico desses materiais”, explicou.

O interesse da equipe estava inicialmente limitado aos materiais. “Mas, ao obter esses mapas, começamos a observar muitos fenômenos que não estavam na literatura. Havia, em especial, heterogeneidades inesperadas nas distribuições de cargas elétricas. Embora não fossem contrários a estudos anteriores, os resultados do nosso trabalho iam contra concepções amplamente difundidas. Era preciso entender o que estávamos observando e isso me levou a estudar mais sobre eletrostática”, disse.

Aprofundando as pesquisas, Galembeck percebeu que havia imensas polêmicas na literatura sobre o tema. Apesar disso, essas discussões não estavam no foco dos debates científicos.

“Percebi que havia muitas lacunas, algumas delas muito grandes. Alguns autores se referiam a essas lacunas, mas não conseguiam despertar muita atenção da comunidade científica. Continuei estudando, até que, em 2005, um trabalho de pós-graduação de um aluno gerou a hipótese de trabalho de que existe troca de cargas com a atmosfera”, disse.

No decorrer desse trabalho, o grupo da Unicamp percebeu que, além da sílica e do fosfato de alumínio, alguns metais também adquiriam carga. “A partir daí fizemos também experimentos com os metais. Esse trabalho já começou a gerar resultados também. A primeira publicação saiu na semana passada, na edição on-line da revista Langmuir”, disse.

Longo caminho para a tecnologia
Segundo Galembeck, há um longo caminho pela frente para que essa demonstração de conceito se transforme um dia em aplicações tecnológicas, como dispositivos que coletem a eletricidade do ar e a direcionem para equipamentos elétricos nas casas, de forma semelhante aos painéis que transformam a luz solar em energia.

“De um ponto de vista conservador, eu diria que estamos mais ou menos no ponto em que a energia fotovoltaica estava no começo do século 20. Sabemos que hoje a energia solar tem algumas aplicações, mas a maior parte delas ainda tem alto custo. De uma perspectiva mais otimista, eu diria que o uso da higroeletricidade dependerá essencialmente do desenvolvimento de novos materiais, que é cada vez mais acelerado com os recursos da nanotecnologia”, apontou.

No momento, os cientistas têm duas tarefas principais para fazer com que um dia a nova tecnologia se torne realidade: a identificação dos melhores materiais e a obtenção de dados para fazer a modelagem dos dispositivos.

“Estamos agora trabalhando no levantamento de dados a partir dos materiais que sabemos que funcionam. Por enquanto, são materiais simples como alumínio, aço inox e latão cromado”, disse. Provavelmente, não serão esses os materiais usados nos dispositivos do futuro, mas o fundamental agora é fazer o levantamento de dados”, disse.

Quando tiverem concluído o levantamento de dados para a modelagem de dispositivos, segundo Galembeck, os cientistas terão boas perspectivas em relação a duas questões fundamentais: quanta energia poderá ser produzida com a higroeletricidade e quais são as propriedades necessárias para os materiais que serão utilizados nos dispositivos.

“Há duas semanas começamos a fazer o trabalho de levantamento de dados para a modelagem. Começamos também a fazer experimentos com a modificação da superfície dos metais. Há uma infinidade de possibilidades para explorar. A dificuldade está em determinar em quais delas devemos nos concentrar”, disse.

Fonte: Fábio de Castro/Agência FAPESP

IPCC: revisão será divulgada no dia 30

A revisão dos procedimentos e processos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), conduzida por um comitê independente de especialistas, será divulgada na próxima segunda-feira (30/8), às 11h (hora de Brasília), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

O documento será entregue pelo InterAcademy Council (IAC), organização que reúne academias de ciências de diversos países e que conduz a revisão, ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao presidente do conselho do IPCC, Rajendra Pachauri.

O relatório, intitulado “Climate change assessments: review of the processes and procedures of the IPCC”, será divulgado em seguida em uma coletiva de imprensa que será transmitida ao vivo pela internet, no endereço: www.un.org/webcast.

O comitê de 12 especialistas responsável pela revisão é coordenado pelo economista Harold Shapiro, ex-reitor das universidades Princeton e de Michigan, nos Estados Unidos. O Brasil está representado no comitê por Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

A revisão do IPCC foi solicitada pelas Nações Unidas. O comitê revisou os procedimentos empregados pelo painel na preparação de seus relatórios. Entre os assuntos analisados estão o controle e a qualidade dos dados utilizados e a forma como os relatórios lidaram com diferentes pontos de vista científicos.

“O que o IAC espera do comitê é uma contribuição especial para que os trabalhos do IPCC tenham a base científica mais sólida possível, o que é fundamental para que as conclusões e projeções tenham cada vez maior legitimidade junto a governos e ao público em geral”, disse Brito Cruz.

Entre os integrantes do comitê de revisão estão Maureen Cropper, ex-economista chefe do Banco Mundial, Mario Molina, ganhador do Nobel de Química em 1995, e Peter Williams, vice-presidente da Royal Society.

Roseanne Diab, diretora da Academia de Ciências da África do Sul, é a vice-presidente do comitê, que teve seus integrantes indicados pelas academias de ciência que fazem parte da IAC.


Fonte: Agência FAPESP

MCT e CNPq: edital fortalece a formação de recursos humanos em biotecnologia

O MCT e o CNPq lançaram o edital 60/2010, que selecionará propostas de cursos para formação de recursos humanos em biotecnologia. A data limite para submissão das propostas é 6 de outubro e os projetos aprovados contarão com aporte de R$ 500 mil.

Podem participar professor ou pesquisador vinculados a instituições de pesquisa e desenvolvimento brasileiras, públicas ou privadas, que possuam título de doutor e tenham currículo cadastrado na Plataforma Lattes. Também é exigido que o proponente seja o coordenador do curso.

Serão apoiadas propostas de cursos na área de biotecnologia, em nível de pós-graduação, que tenham seu prazo máximo de execução estabelecido em um ano. Cada projeto aprovado será financiado com até R$ 50 mil.

As áreas de pesquisa previstas no edital são: aplicações inovadoras da biotecnologia sobre aqüicultura e suas problemáticas; biocombustíveis de segunda e terceira gerações; biossegurança e manejo de biotérios; biotecnologia agrícola e economia da água, entre outras. (Com informações do CNPq) 

Fonte: Gestão CT

IFGW: Homenagem à dedicação de veteranos

Homenagem à dedicação
O Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) fará, no dia 27 de agosto, uma homenagem a um grupo especial de professores.

O objetivo do evento é homenagear dez professores que se aposentaram, mas que continuam suas atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão no IFGW.


“Eles continuam ministrando disciplinas na graduação e na pós-graduação, realizam pesquisa e orientam alunos. São pesquisadores que contribuíram para o desenvolvimento da física no país, reconhecidos no cenário nacional e internacional”, disse Daniel Pereira, professor titular no Departamento de Eletrônica Quântica do IFGW e organizador da homenagem.

Segundo Pereira, grande parte do grupo homenageado foi aposentado compulsoriamente, por conta da idade. “Mesmo os que requereram a aposentadoria por direito estão há mais de dez anos conosco. É um momento oportuno também para valorizar e reconhecer aqueles que se aposentam no instituto”, afirmou.

O IFGW foi criado em 1967 e conta com quatro departamentos: Eletrônica Quântica, Física Aplicada, Física da Matéria Condensada e Raios Cósmicos e Cronologia.

“Consideramos fundamental a permanência desses professores. A renovação de quadros na área técnico-científica e tecnológica é desejável e natural, mas não se consegue renovar rapidamente a qualidade, a experiência ou a vivência na ciência”, disse Pereira.

A homenagem – que ocorrerá no auditório do IFGW – contará com o descerramento de uma placa, seguido de coquetel. Outros professores do instituto, como Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, estarão presentes no evento.

Mais informações:  (19) 3521-5300.

Fone: Alex Sander Alcântara /Agência FAPESP

Capes - Mitacs: parceria com Canadá na área de modelagem matemática

Uma parceria firmada este mês entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Mathematics of Information Technology and Complex Systems (Mitacs), do Canadá, estabelecerá um acordo-quadro de colaboração entre as instituições, baseado no reconhecimento de suas similaridades na capacitação de recursos humanos de alto nível.

O termo de cooperação contempla uma iniciativa internacional em modelagem matemática de sistemas complexos. Nesse sentido, a Capes e o Mitacs lançarão um edital para apresentação de propostas que serão avaliadas no Brasil e no Canadá por meio de revisão de pares.

No âmbito do acordo, serão realizados workshops, projetos conjuntos de pesquisa nas áreas de interesse mútuo e mobilidade de estudantes. A parceria também possibilitará o intercâmbio de jovens pesquisadores, pós-doutorandos, professores e pesquisadores sênior.(Com informações da Capes)

Gestão CT

CNI: Déficit de engenheiros é elevado no setor industrial

Déficit de engenheiros é elevado no setor industrial
Dados apresentados nesta semana, em São Paulo (SP), mostraram que o país forma, por ano, a metade dos engenheiros que necessita para o setor industrial. No cenário de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), entre 5% e 6% ao ano, a demanda por esses profissionais é de cerca de 60 mil por ano, ante 32 mil formados atualmente.

“Hoje a indústria primeiro contrata o engenheiro e depois pergunta o que ele sabe fazer. A disputa é acirrada”, destacou o diretor-geral do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Paulo Afonso Ferreira, na última segunda-feira (23), durante o workshop Tecnologia e Inovação: Desafios na Formação de Profissionais de Engenharia para o Século 21. O evento, realizado pelo instituto, com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), terminou dia 25.

O Brasil tem hoje apenas 400 escolas de engenharia e 2,2 mil cursos de graduação na área. Das 197 mil vagas anuais oferecidas, 120 mil são ocupadas. Somente um em cada grupo de 800 alunos do ensino fundamental inicia um curso de engenharia.

Para se ter uma ideia, a China forma 400 mil engenheiros por ano, enquanto a Índia alcança a marca de 250 mil e a Rússia, 100 mil. “No mundo globalizado, em que a inovação encurta cada vez mais o tempo de acesso da população aos novos produtos e serviços, o engenheiro é fundamental”, completou Lueny Morell, gerente de programa do Escritório de Estratégia e Inovação da Hewlett-Packard, que também participou do evento.(Com informações da CNI) 


Fonte: Gestão CT

Inpe e Cnes da França discutem desenvolvimento de satélite de meteorologia

Está em fase de conclusão a primeira etapa de desenvolvimento de um satélite inovador de meteorologia, que será usado na medição de chuva e na coleta de dados sobre mudanças climáticas.

Para trabalhar na concretização dessa iniciativa, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) esteve reunido ontem (25) e hoje (26) com uma equipe do Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (Cnes).

A ideia é fabricar um satélite franco-brasileiro para orbitar em regiões tropicais, como a Amazônia, permitindo o monitoramento mais freqüente e eficaz de precipitação sobre a floresta e fornecendo novos dados sobre o comportamento do clima.

As discussões bilaterais para esta missão resultarão em um acordo após a aprovação de um relatório a ser divulgado em outubro. No Brasil, este documento deve ser avaliado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e, na França, depende da aprovação de um comitê de avaliação de projetos do Cnes.

Lançamento
Com lançamento previsto para 2016, o satélite terá como base a plataforma multimissão (PMM) desenvolvida pelo Inpe, e levará um radiômetro responsável pela mediação de chuva, a ser desenvolvido em conjunto pelos dois países.O Inpe é uma instituição associada à ABIPTI.(Com informações do Inpe)

Fonte:Gestão CT

Sebrae: Primeira parcela para indicações geográficas sairá nos próximos dias

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) liberará nos próximos dias, a primeira parcela dos recursos para apoio a gestão das indicações geográficas. Ao todo, o órgão destinará R$ 1,7 milhão, sendo 50% aplicados agora e a outra metade em 2011, após a comprovação da execução de, no mínimo, 80% da primeira parcela.

Foram selecionados projetos que tenham registro ou pedido depositado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), por processo de encomenda. A seleção recebeu inscrições até o dia 14 do mês passado. Doze territórios foram aprovados, e os valores individuais concedidos para cada região variam de R$ 50,8 mil a R$ 200 mil.

“As regiões que já têm o registro utilizarão o recurso para aprimorar a gestão em termos de processo e sustentabilidade do negócio, de forma a manter as mesmas características dos produtos reconhecidos pelo mercado. Quem tem o pedido depositado junto ao INPI poderá desenvolver seus produtos para obter o registro”, afirmou o gerente da Unidade de Acesso a Inovação e Tecnologia do Sebrae, Edson Fermann.

As propostas selecionadas também contarão com recursos dos próprios produtores e parceiros locais, que somam R$ 2 milhões. Os produtores têm 24 meses para executar os projetos e implementar as ações previstas.

Indicações geográficas
Indicação geográfica é a identificação de um produto ou serviço como originário de um local, região ou país, quando determinada reputação, característica e qualidade possam ser vinculadas essencialmente a esta questão. É uma garantia quanto à origem de um artigo ou serviço e de suas qualidades e características, uma vez que ele deve, necessariamente, ser produzido sob determinadas regras.

O interesse pelo registro de indicações geográficas é cada vez maior no Brasil. Estão em análise 24 pedidos no INPI. O volume é três vezes maior que o número de autorizações concedidas pelo órgão desde 2002, ano em que foi autorizada a primeira região com a denominação.(Com informações do Sebrae)

Fonte: Gestão CT

UK-Brazil Frontiers of Science Symposium terá transmissão on-line

"Fronteiras da ciência" terá transmissão on-line
O UK-Brazil Frontiers of Science Symposium será aberto nesta sexta-feira (27/8), às 18 horas, em Itatiba (SP). Os debates terão início no sábado, às 8h15. O encontro é aberto apenas aos pesquisadores convidados, mas será transmitido pela internet.

O evento de quatro dias faz parte do programa Fronteiras da Ciência, uma série de encontros promovida periodicamente pela Royal Society, em diversos países, com o objetivo de estimular os participantes a refletir sobre os novos rumos de seus campos de atuação, assim como de outras áreas do saber.


Os debates se concentrarão em nove temas: “Biocombustíveis”, “Plasticidade cerebral”, “Sistema da Terra profunda”, “Modelagem matemática de populações e doenças”, “Formação e evolução do planeta”, “Mudança climática e desenvolvimento de plantas”, “Emaranhamento quântico”, “Regulação de metabolismo energético” e “Jornalismo científico”.

“As palestras terão um enfoque geral – já que serão apresentadas a cientistas de outras áreas –, contextualizando os temas. O objetivo é fomentar a discussão, para que cada um possa expandir seus horizontes de pesquisa, refletindo sobre assuntos que normalmente não temos oportunidade de abordar, devido à especialização da ciência”, disse um dos coordenadores da organização do evento, Marcelo Knobel, pró-reitor de graduação e professor do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ao todo, serão 70 participantes: 35 brasileiros e 35 britânicos. “Neste simpósio de 2010, no entanto, teremos também a presença de oito cientistas chilenos com o mesmo perfil, e que atuam nas oito áreas em pauta, convocados pela Academia Chilena de Ciências”, disse Knobel.


Fonte: Agência FAPESP

7ª edição do Simpósio Brasileiro de Bioinformática (BSB 2010)

Simpósio Brasileiro de Bioinformática debaterá seqüenciamento de genomas

A cidade de Búzios, no Rio de Janeiro (RJ), sediará, de 31 de agosto a 3 de setembro, a 7ª edição do Simpósio Brasileiro de Bioinformática (BSB 2010). Um dos temas a ser debatido será o seqüenciamento de genomas.

Durante o evento, os participantes poderão acompanhar mini-cursos sobre método de alinhamento de seqüências, probabilidade e estatística em bioinformática, bioinformática estrutural de proteínas e genômica comparativa: teoria e prática.

O público-alvo são profissionais e estudantes das áreas de biologia, informática, bioquímica e biofísica. O encontro contará com a participação de Satoru Miyano, da Universidade de Tokio, considerado o profissional de maior destaque na área nos EUA. O especialista trabalha no Human Genome Center, Steve Bryant, do National Center for Biotechnology Information (NCB).

Bioinformática
A bioinformática permite simulações computacionais nos estudos de comparação de sequência de genes, construção de árvores evolutivas, montagem de fragmentos de DNA, pesquisas com células-tronco e genoma humano. É um estudo de campo com base computacional.

O BSB 2010 é realizado pelo International Workshop on Genomic Databases (IWGD), em parceria com a Escola Brasileira de Bioinformática (EBB). O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e conta com o apoio da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do CNPq.(Com informações da PUC-Rio) 

Fonte: Gestão CT

Relatórios de gestão de IPTs são avaliados

Teve início neste mês, o processo de avaliação dos relatórios de gestão apresentados pelos 12 institutos que participam do ciclo 2010 do Programa da Excelência na Gestão (PEG), realizado pela ABIPTI.

A análise, que segue até meados de outubro, levará em conta os parâmetros do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), que englobam critérios como: governança corporativa; formulação e implementação de estratégias; relacionamento com clientes; sistema de trabalho; responsabilidade socioambiental, entre outros.

Segundo a coordenadora do programa, Bibiana Moura, neste ciclo foram adotados novos procedimentos para atender as especificidades das instituições públicas. “Abrimos a possibilidade delas entregarem seus relatórios com o instrumento de avaliação GesPública”, disse.

De acordo com ela, este formato tem como diferencial o critério ‘‘cidadãos”, que examina como a organização identifica os usuários dos seus serviços e produtos, conhece suas necessidades e avalia sua capacidade de atendê-las.

Serão avaliadas neste ciclo as seguintes instituições: Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes); Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar); Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi); Instituto Nacional de Tecnologia (INT); Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital); Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS); Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec); Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Manaus (SECT-AM); Centro de Tecnologia em Materiais (CTCmat); as unidades de Agroenergia e Amazônia Oriental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Criciúma; e a própria ABIPTI.

PEG
O Programa da Excelência na Gestão é realizado pela ABIPTI, em parceria com a Finep e com o apoio do MCT. A iniciativa apóia a melhoria contínua do desempenho dos institutos de pesquisa tecnológica (IPTs) brasileiros, por meio do aprimoramento da gestão.

Entre os objetivos específicos, constam: estimular e promover a implementação de práticas modernas de gestão empresarial nos IPTs; formar multiplicadores, promotores e avaliadores do modelo de excelência da gestão dos institutos; e consolidar e validar um conjunto de indicadores de desempenho para os IPTs.

Informações sobre o programa podem ser obtidas pelo telefone (61) 3348-3127. 

Fonte: Gestão CT

Distrito Federal valorizará pesquisas que resultem em patentes

A Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sect) do Distrito Federal estuda mudanças na política científica local. A proposta é valorizar a obtenção de patentes sem deixar de lado a produção acadêmica. A informação é do titular da pasta, Divino Valero Martins.

Segundo ele, o objetivo é seguir os exemplos de países como Coréia do Sul, Taiwan e China que, nos últimos anos, investiram maciçamente em educação de qualidade em todos os níveis. Neste ano, os recursos destinados para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) são inferiores a 1% do orçamento.

“O Brasil está muito atrasado em relação aos Tigres Asiáticos. Lá, todos procuram a criação de patentes que, além de ofertarem novos produtos ao mercado, geram dividendos na balança de pagamentos”, falou durante a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação da Engenharia, Arquitetura e Agronomia, realizada no dia 17 deste mês. Martins é pesquisador e detentor de duas patentes na área da saúde.

Ainda de acordo com o secretário, essa proposta e outras reivindicações de pesquisadores do DF serão entregues aos candidatos à Presidência da República, ao governo local e ao MCT.(Com informações da Sect-DF) 

Fonte: Gestão CT

Fapeg: seleção de candidatos para concessão de bolsas DCR

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) está com as inscrições abertas para o edital 5/2010, no âmbito do Programa Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional (DCR). A data limite para a submissão das propostas é 11 de outubro.

O objetivo é estimular a fixação de doutores com experiência em ciência, tecnologia e inovação em instituições de ensino superior e pesquisa e/ou institutos de pesquisa e empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento que atuem em investigação científica ou tecnológica no Estado de Goiás.

O edital selecionará candidatos para a concessão de bolsas DCR, sendo disponibilizadas um total de até 18 bolsas, concedidas pelo CNPq, por até 36 meses cada, juntamente com 18 auxílios-pesquisa, no valor mínimo de R$ 20 mil, concedidos pela Fapeg, nas vertentes regionalização e interiorização.

Entre os requisitos, é exigível título de doutor, não ter vínculo empregatício no momento da implementação e durante a vigência da bolsa, currículo atualizado na Plataforma Lattes, dedicar-se integralmente às atividades previstas no projeto de pesquisa, entre outros.

A proposta deve contemplar uma das seguintes áreas temáticas: qualidade de vida; conhecimento e expressão humana; infraestrutura e sistemas produtivos; desafios estratégicos e políticas públicas; agronegócio, desenvolvimento rural e fundiário; pesquisa inicial e fundamental.

Fonte: Gestão CT

Fapeam: autorizadas novas bolsas no âmbito do RH-Interinstitucional

Conselho diretor da Fapeam autoriza novas bolsas no âmbito do RH-Interinstitucional
Sete novos pesquisadores irão receber bolsas de pesquisa e auxílio para despesas de deslocamento e instalação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no âmbito do edital 22/2009, referente ao Programa de Apoio à Formação de Recursos Humanos Pós-Graduados do Estado do Amazonas (RH-Interinstitucional).

Por meio da decisão 113/2010 do conselho diretor da Fapeam, que analisou as propostas submetidas ao programa, será concedido o montante de R$ 182 mil, destinado ao pagamento de uma bolsa de mestrado e seis de doutorado. Todos os contemplados são da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Os recursos disponibilizados serão usados na realização do estágio obrigatório nas instituições promotoras de programas de pós-graduação stricto sensu, conveniadas aos programas das instituições receptoras no Estado do Amazonas. Os sete contemplados realizarão seus estágios na Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB) e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).A Fapeam é uma instituição associada à ABIPTI.

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Fonte: Gestão CT

CBA: governo não tem consenso sobre modelo de gestão

A proposta em transformar o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) em empresa pública, apresentada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), não agradou toda a comissão interministerial encarregada de coordenar a implantação do centro.

A sugestão é rejeitada, por exemplo, por Luiz Antonio Barreto de Castro, titular do MCT no comitê, que diz temer pelo futuro do CBA caso ele não tenha uma participação efetiva do setor privado.

"Um centro de biotecnologia, necessariamente, deveria ser gerenciado pelo setor privado, que estabeleceria suas demandas e aportaria recursos para desenvolvimento de projetos", disse. Segundo ele, uma alternativa viável seria o compartilhamento da gestão, por meio de parceria público-privada.

Estimativas da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), atual responsável pela administração do CBA, apontam que a criação da empresa pública demoraria de dois a três anos, a partir do início da tramitação no Legislativo.

"Isso é uma eternidade. Em dois anos, hoje em dia, nós não podemos nem imaginar como será a cara do mundo", afirmou. Ainda na avaliação de Barreto, o fato de 2010 ser um ano eleitoral, o processo pode atrasar ainda mais. "É uma história triste a do CBA, que está lamentavelmente caminhando para um desfecho ainda mais difícil, porque talvez ele nem aconteça, talvez nem se consiga criar [a empresa pública]”, disse.

Trâmites
Desde o dia 16 de julho, o relatório apresentado pelo comitê interministerial aguarda a decisão do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Dest), responsável pela manifestação sobre a criação de empresas públicas. Só depois do posicionamento do Dest, o Executivo poderá preparar o projeto de lei.

Para que o CBA ganhe condições de operar até que o governo decida ou não por sua transformação em empresa estatal, a comissão recomendou a criação de uma "instância público-privada". De acordo com informações da Suframa, essa seria a saída provisória para a falta de "identidade jurídica" do centro.(Com informações da Fapeam)

Fapesb: novos editais

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) lançará nesta sexta-feira (27), uma série de editais e apresentará os resultados de pesquisas que receberam o apoio da fundação.

Segundo informações da instituição, entre os destaques estão os apoios à implantação e fortalecimento das assessorias internacionais das universidades e articulação entre pesquisa e extensão.

A ação faz parte das comemorações dos nove anos da entidade. O lançamento será às 16 horas, na sede da fundação.A Fapesb é uma instituição à ABIPTI.(Com informações da Fapesb) 

Fonte: Gestão CT