quinta-feira, 29 de julho de 2010

Fapes concede bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (ICT)

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) está com as inscrições abertas até 6 de agosto para o edital nº 6/2010, que irá conceder quotas de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (ICT). O objetivo é despertar vocações e estimular estudantes de graduação para a carreira científica.

São elegíveis para apoio as propostas apresentadas por Programas Institucionais de Iniciação Científica e Tecnológica, vinculados a instituições públicas ou privadas de ensino e/ou pesquisa com sede no Estado.

O edital prevê investimentos da ordem de R$ 432 mil, oriundos do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Funcitec). Serão oferecidas 100 bolsas de iniciação científica e tecnológica pelo prazo de até 12 meses.

Fonte: Gestão CT

Fapergs: workshop para discutir programa Biota

Nos dias 11 e 12 de agosto, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) promoverá um workshop para discutir o programa Biota-Fapergs, que pretende estimular a realização de projetos de pesquisa com vistas à ampliação do conhecimento sobre a biodiversidade dos biomas do Estado.

De acordo com a fundação, o objetivo do Biota-Fapergs é contemplar inventários, coleções, estudos taxonômicos e monitoramento, que possibilitarão compreender de forma integrada os processos geradores, mantenedores e impactantes da biodiversidade, visando a sua restauração, conservação, uso sustentável e prospecção.

Informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3221-3296.(Com informações da Fapergs)

Fonte: Gestão CT

Programa Apollo era lançado em 1960

No dia 29 de julho de 1960, a Nasa divulgou o programa espacial Apollo, que em 1969 levaria o primeiro ser humano à Lua.
 
A antiga União Soviética foi a primeira nação do mundo a obter sucesso no lançamento de satélites artificiais e sondas espaciais. Em 1957, lançou o Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra.

Os sinais radiofônicos enviados pelo Sputnik podiam ser captados em todo o planeta, mas em uma outra nação essa recepção causava um certo desconforto: nos Estados Unidos. A nação tão orgulhosa de sua supremacia tecnológica via-se relegada a um mero segundo lugar na corrida espacial.

A resposta dos EUA só foi anunciada três anos depois, em 29 de julho de 1960, em Washington, numa conferência da Nasa. No encontro, a agência espacial norte-americana apresentou o Apollo, um programa de dez anos que tinha por objetivo garantir a liderança dos Estados Unidos na corrida espacial.

Origem mitológica
Segundo a mitologia grega, Apolo, filho de Zeus e de Leto, irmão gêmeo de Artemis, era idolatrado principalmente como deus da luz e do sol. Foi Apolo que, em carruagem de ouro, pôs o disco solar no firmamento. Quem deu o nome Programa Apollo ao ambicioso projeto norte-americano foi o executivo da Nasa T. Keith Glennan.

Mas a denominação, sonora em si, não garantia o sucesso do projeto. A Nasa precisava, sobretudo, de muito dinheiro.

Entusiasmado com a ideia de transformar os EUA na nação líder na corrida espacial, o presidente John F. Kennedy apoiou o programa sem restrições. Em discurso no Congresso, a 25 de julho de 1961, disse: "É chegada a hora de empreeender esforços maiores. É tempo de um novo empreendimento americano. Está na hora desta nação assumir a liderança na pesquisa espacial."

Em princípio, a Nasa havia previsto o envio do primeiro homem à Lua para bem depois de 1970. Mas isso não interessava ao presidente. Ele sabia que era mais fácil convencer o Congresso e a opinião pública se lhes fosse apresentada uma grande e impressionante meta.

Arbitrariamente, ele mudou o cronograma do projeto e exigiu que a Nasa realizasse um pouso na Lua ainda antes de 1970. "Acredito que esta nação deve ser comprometer a mandar um homem à Lua ainda nesta década e trazê-lo de volta com segurança", disse.

Kennedy também apelou ao orgulho patriótico dos congressistas. "Nenhum outro projeto espacial desta época será mais impressionante para a humanidade e mais importante para a pesquisa do universo do que este. E nenhum outro é de realização tão difícil e dispendiosa." O Congresso aprovou a liberação dos recursos necessários e a tarefa nacional foi realizada num esforço extraordinário.

Pequenos grandes passos
O Programa Apollo, no entanto, começou com um fracasso. Em 27 de janeiro 1967, um curto-circuito incendiou o módulo de comando da Apollo 1, durante um teste na plataforma de lançamento do Cabo Kennedy, na Flórida. No acidente morreram os astronautas Virgil "Gus" Grissom, Ed White e Roger Chaffee.

O desastre foi seguido por uma série de sucessos. A Apollo 7 conseguiu fazer um teste de voo de onze dias, em 1968. Em dezembro do mesmo ano, a primeira missão espacial tripulada dos EUA deu a volta na Lua a bordo da Apollo 8. Na primavera européia de 1969, o módulo de aterrissagem foi testado pelas missões Apollo 9 e 10.

O programa espacial dos EUA chegou ao seu auge a 20 de julho de 1969. A Apollo 11 levou o primeiro homem a pisar na Lua. "É um pequeno passo para um homem, mas um salto para a humanidade", disse o astronauta Neil Armstrong, ao desembarcar do módulo Eagle. Ele e Edwin "Buzz" Aldrin fincaram a bandeira dos EUA e permaneceram na superfície lunar por 21 horas, coletando amostras de rochas e poeira.

Com isso, a Nasa cumpriu a promessa feita nove anos antes pelo presidente Kennedy, de levar os americanos à Lua ainda naquela década. O anúncio do Programa Apollo, a 29 de julho de 1960, foi o primeiro de uma série de passos que representaram um grande salto para a humanidade. [Dirk-Ulrich Kaufmann (gh)]

Fonte:DW

Cientistas brasileiros identificam organela que pode gerar novos tratamentos contra a Toxoplasmose

Nova arma no combate à Toxoplasmose
A toxoplasmose é uma doença infecciosa bastante comum, causadora de graves sequelas a seus portadores. A doença é transmitida pelo protozoário Toxoplasma gondii, presenteprincipalmente em fezes de gatos e outros felinos, e na carne do porco ou do carneiro. Uma nova organela presente no protozoário foi identificada recentemente por um grupo de cientistas brasileiros, o que abre possibilidade para a criação de tratamentos mais eficazes e vacinas contra a doença.

“No trabalho, descrevemos uma nova organela com características similares a vacúolos de plantas (do inglês, Plant-like vacuole, ou PLV) no parasito Toxoplasma gondii. A organela possui uma estrutura peculiar, definida através de técnicas de tomografia associadas a microscopia eletrônica, apresentando-se como um vacúolo grande contendo algumas vesículas internas, que pode interagir com outras organelas do parasito. Após invadir outra célula hospedeira, o PLV gradualmente se fragmenta, sendo por isso não reconhecido como uma estrutura característica em parasitos intracelulares”, explica Kildare Miranda, professor do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF-UFRJ), um dos responsáveis pela pesquisa.

Com a identificação da organela, é possível que sejam desenvolvidas técnicas específicas para desativá-la, permitindo que a doença seja combatida sem agressão ao corpo do hospedeiro. “Um aspecto importante no combate a doenças parasitárias é a seletividade do tratamento. Isso significa que a droga utilizada para combater o parasito deve ser seletiva e causar o mínimo de efeitos colaterais para o seu hospedeiro. Nesse sentido, um dos focos das pesquisas para o desenvolvimento racional de novas drogas é a procura por características estruturais, bioquímicas e fisiológicas que sejam específicas para os parasitos, que não existam, portanto, nos seus hospedeiros, servindo como alvo para o desenvolvimento de um quimioterápico”, expõe o professor.

A toxoplasmose possui tratamentos limitados, principalmente em níveis mais avançados ou em pacientes especiais. Desta forma, a descoberta permite o desenvolvimento de combate mais eficaz contra a doença. “A caracterização de uma organela que possui características estruturais e fisiológicas parecidas com a de vacúolos de células de plantas pode abrir perspectivas para o desenho racional de novos tratamentos contra a toxoplasmose. Além disso, o vacúolo se forma em estágios extracelulares do parasito e é justamente neste momento que ele está mais suscetível a ação de drogas”, relata Kildare.

O perigo da toxoplasmose consiste na facilidade com que ocorre a contaminação. De acordo com o especialista, a infecção com o toxoplasma pode ocorrer através da ingestão de formas infectivas através da água e alimentos contaminados. A doença é, segundo ele, normalmente assintomática em adultos, mas pode causar cegueira em alguns indivíduos e retardo mental em crianças congenitamente infectadas.

“A toxoplasmose é uma das infecções parasitárias mais comuns ao homem e possui ampla distribuição, podendo infectar cronicamente aproximadamente um terço da população mundial. Isso não significa que este número de pessoas desenvolva a doença, pois o toxoplasma é um parasita oportunista que causa quadros de patologia mais severos em pacientes imunocomprometidos”, conclui o pesquisador.

Fonte: Olhar Vital - UFRJ

Pesquisa brasileira em química de produtos naturais deve avançar para o mar


Amazônia azul
A química de produtos naturais extraídos do mar é recente em todo o planeta. Iniciada na década de 1960, essa área de investigação começa agora a despontar no Brasil, país que guarda gigantesca biodiversidade em suas águas oceânicas, a ponto de receberem o apelido de “Amazônia azul”.

Foi o que apresentou Vanderlan da Silva Bolzani, professora titular do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro da coordenação do Projeto Biota-FAPESP, em conferência na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que está sendo realizada em Natal (RN) e segue até sexta-feira (30/7).

Segundo ela, a pesquisa de substâncias químicas oriundas do mar apresenta defasagem em relação à bioprospecção de elementos retirados de biomas terrestres.

Iniciada na década de 1960, a química de produtos naturais marinhos começou a isolar metabólitos secundários na década seguinte, diversificando as substâncias extraídas com o aprimoramento de tecnologias.

Para Vanderlan, o Brasil começa somente agora a formar uma quantidade de pesquisadores mínima para começar a responder à demanda nacional do setor. “Novas gerações de cientistas vêm expandindo as áreas de pesquisa e incluindo o mar”, observou.

Isso é importante, segundo ela, porque o país está muito atrás nesse conhecimento com relação a Japão, Estados Unidos, Chile, Canadá e Itália. Em um levantamento publicado por John Blunt, da Universidade Canterbury, na Nova Zelândia, o Brasil nem sequer aparece entre os países que apresentam atividades de pesquisa marinha.

“O número de pesquisadores é tão pequeno que desapareceu quando ele aplicou o desvio padrão. É como se não participássemos da pesquisa de marinhos do mundo”, disse Vanderlan.

A pesquisadora defende a abertura de oportunidades e de incentivos para que novos talentos ingressem nessa área de pesquisa. “Após dez anos de programa, nós do Biota-FAPESP percebemos que não bastava fazer renascer o verde. Precisamos também salvar o azul dos oceanos”, afirmou.

Por conta dessa deficiência, o programa lançou chamada de propostas, que anunciou os projetos apoiados na semana passada. A chamada busca promover o avanço do conhecimento em áreas relacionadas à biodiversidade do ambiente marinho.

“A SBPC foi muito feliz ao pensar no mar logo após a reunião [do ano passado] que tratou da Amazônia, pois são patrimônios importantes para o país que devem ser preservados”, afirmou.

“Além do conhecimento, a ciência poderia trazer desenvolvimento econômico e social tanto para a população amazônica como para aquelas que habitam o litoral brasileiro. Na reunião de Manaus, afirmei que o extrativismo não havia levado riqueza à Amazônia, mas a pesquisa em moléculas de alto valor agregado poderia cumprir essa função. O mesmo pode ocorrer com o mar”, disse.

O Brasil teria vocação, segundo Vanderlan, para avançar ainda mais longe no mar e participar do grupo de países que começam a explorar os ambientes marinhos extremos, marcados por condições severas de temperatura, pressão e outros fatores.

“A química encontrada nesses ambientes é diferenciada e muito mais diversificada, pois a natureza é obrigada a responder quimicamente aos imensos estresses impostos pelo ambiente”, disse, enquanto apresentava o mapa mundial dos chamados hot spots oceânicos desses extremos.

Entre as conquistas da química vinda do mar, a professora da Unesp salientou um peptídeo extraído do caramujo marinho Conus magus, que deu origem ao medicamento Prialt, considerado uma alternativa à morfina, analgésico utilizado há cerca de dois séculos no tratamento de dores crônicas.

Preservar o azul
Como os biomas terrestres, os marinhos também precisam ser explorados de maneira sustentável para que não sejam degradados. Vanderlan comparou o mar brasileiro ao Cerrado, bioma em boa parte degradado antes que a ciência descobrisse sua complexidade molecular.

O desenvolvimento da ecologia marinha, a criação de redes colaborativas internacionais, a aproximação com o setor industrial e a realização de encontros entre especialistas foram algumas sugestões da cientista para a consolidação do conhecimento dos mares.

A instalação de centros de pesquisa ao longo da costa brasileira também seria importante, segundo Vanderlan, para que fossem contempladas as diferentes características do mar do Brasil.

“Realizamos reuniões de altíssimo nível em São Paulo que podem ajudar muito, especialmente para aumentar os contatos entre pesquisadores”, disse, convidando os interessados para o primeiro Workshop de Biologia Marinha do Biota-FAPESP, que será realizado nos dias 9 e 10 de setembro na sede da Fundação.

As reuniões e as redes internacionais são, segundo Vanderlan, excelentes auxílios na formação de recursos humanos em ciências marinhas. Segundo ela, a investigação sobre o mar beneficiará o país não somente por gerar novos produtos químicos, mas também porque irá aumentar o conhecimento básico sobre o mar, que ainda é pequeno.

“A química de produtos naturais brasileiros ainda é tradicional e conservadora, precisamos pesquisar novos ambientes e o mar é um excelente laboratório”, destacou.

Fonte: Fabio Reynol / Agência FAPESP

Bioquímica da UFRJ ganha o Prêmio Pedro Kassab

A nutricionista e doutoranda do Instituto de Bioquímica Médica (IBqM) da UFRJ, Danielly Cristiny Ferraz da Costa, ganhou o primeiro lugar do Prêmio Pedro Kassab, em reconhecimento à produção de estudos científicos nas áreas de nutrição e câncer. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 16 de junho, durante a abertura do IV Congresso Brasileiro de Nutrição e Câncer (CBNC), em São Paulo. O evento teve como tema central "Prevenção e tratamento do câncer: o papel da nutrição hoje e amanhã". Danielly recebeu a medalha e o certificado de premiação das mãos do prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, filho de Pedro Kassab.

Dos trinta trabalhos que concorreram ao prêmio, apenas dois foram selecionados para serem apresentados durante a solenidade de abertura do Congresso. O trabalho que rendeu o primeiro lugar à Danielly é intitulado “Modulação da proteína supressora tumoral p53 por resveratrol: aspectos celulares e estruturais”.

Em seu estudo, a doutoranda analisou o envolvimento da proteína supressora de tumor p53 na morte celular induzida por resveratrol (principal composto bioativo presente nas uvas e no vinho tinto), em linhagens celulares tumorais de mama e pulmão. Danielly foi orientada por Jerson Lima Silva, professor do IBqM, e co-orientada por Eliane Fialho, professora do Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC) da UFRJ. O grupo de pesquisa da doutoranda faz parte do Programa de Oncobiologia, vinculado ao IBqM.

O lançamento do prêmio foi uma homenagem póstuma do Congresso Brasileiro de Nutrição e Câncer (CBNC), em parceria com a Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), ao doutor Pedro Salomão Kassab, que se dedicou intensamente à medicina. Foram mais de 50 anos. Ele foi presidente da Associação Médica Brasileira e responsável pela elaboração de seu estatuto. 

Fonte: Olhar Vital - UFRJ

Petrobras premia contratações pelo Prominp

As organizações que mais contratarem mão de obra do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp) vão receber o Prêmio Prominp Parceiros da Oportunidade. O critério para a classificação será o maior percentual de contratações de alunos em relação ao total de empregados.

Podem concorrer ao prêmio as empresas com sede em um dos 13 municípios da área de abrangência da Bacia de Campos, que efetuarem admissões até o dia 31 de agosto. As interessadas em participar deverão fazer contato com o Fórum Regional do Prominp pelo e-mail

Para contratar os alunos, a empresa terá de acessar o Banco de Currículos no site , no qual encontrará milhares de profissionais capacitados, nos níveis básico, médio, técnico e superior, em 150 categorias diferentes.


O prêmio constará de um certificado de reconhecimento, emitido pela Petrobras e pelo Prominp, em três categorias: ouro, para as classificadas do 1º ao 3º lugar; prata, do 4º ao 6º lugar; e bronze, 7º ao 9º. Os certificados serão entregues no mês de dezembro.

Fonte: Agência Petrobras

UFPR - FDA - liberados R$ 54 mil para projetos

O Fundo de Desenvolvimento Acadêmico (FDA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aprovou o investimento de R$ 54,8 mil em oitos projetos de apoio ao ensino e à pesquisa. Foram beneficiados o campus Palotina e os setores de ciências da saúde, agrárias e biológicas.

Na modalidade de ensino de pós-graduação e pesquisas, por exemplo, serão apoiados projetos voltados para saúde da criança e do adolescente e qualidade do ar. Também foram aprovadas propostas para aquisição de materiais. Já no setor de ensino de graduação e técnico, foram aprovados projetos para o setor de infraestrutura do curso de agronomia. O objetivo é atender aos processos de reformulação curricular de acreditação internacional.(Com informações da UFPR) 

Fonte: Gestão CT

O neurocientista Miguel Nicolelis é premiado pelos NIH - National Institutes of Health

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, professor da Universidade Duke, foi anunciado como um dos ganhadores em 2010 do Director’s Pioneer Award, programa de apoio a pesquisas dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), nos Estados Unidos.

O programa financia pesquisas consideradas de “criatividade excepcional e com propostas pioneiras” para desafios importantes na pesquisa médica e comportamental.

O auxílio de US$ 2,5 milhões em cinco anos possibilitará expandir o trabalho de pesquisa do grupo liderado por Nicolelis em interfaces cérebro-máquina.

Nicolelis, codiretor do Centro de Neuroengenharia de Duke, passa a integrar uma seleta lista de 81 pesquisadores premiados pelo Pioneer Award desde o início do programa, em 2004. É o primeiro brasileiro a receber a honraria, a principal concedida pelo governo norte-americano a cientistas na área de biomedicina.

Há mais de 20 anos o pesquisador estuda os princípios neurofisiológicos básicos que permitem que circuitos neurais no cérebro de mamíferos produzam comportamentos sensoriais, motores e cognitivos. Tem desenvolvido abordagens experimentais e inovadoras que combinam enfoques computacionais, genéticos, eletrofisiológicos, farmacológicos e comportamentais.

O conhecimento resultante tem possibilitado a evolução da tecnologia cérebro-máquina, um campo revolucionário no qual Nicolelis é pioneiro, em uma ampla variedade de terapias clínicas.

Por meio da tecnologia cérebro-máquina, o grupo do brasileiro tem demonstrado que humanos e outros primatas podem usar efetivamente a atividade elétrica derivada de seus cérebros para controlar diretamente o movimento de dispositivos artificiais e complexos, como próteses e ferramentas computacionais.

Nicolelis planeja usar o Pioneer Award para desenvolver o primeiro ambiente em realidade virtual controlado pelo cérebro e projetado para investigar as propriedades dinâmicas de atividades cerebrais em grande escala. Outra aplicação do auxílio será no desenvolvimento de alternativas para o tratamento de distúrbios neurológicos.

“A pesquisa em interface cérebro-máquina até hoje apenas tocou o enorme potencial biomédico que as tecnologias ativadas pelo cérebro deverão ter no futuro, tanto na neurociência básica como na clínica”, disse Nicolelis.

Nicolelis graduou-se em medicina pela Universidade de São Paulo (1984), onde fez o doutorado em ciências-fisiologia geral (1989), com Bolsa da FAPESP. É também professor do Instituto Cérebro e Mente da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) e fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS). Em abril, o cientista foi eleito para a Academia Francesa de Ciências.

Fonte: Agência FAPESP

Cientistas brasileiros estudam combinação de células-tronco e selante derivado de veneno de serpente para reimplantar raízes nervosas


Cola para os nervos
A realização de reparos eficientes em lesões do sistema nervoso é um desafio para a medicina. Compreender o rearranjo dos circuitos neurais provocado por essas lesões pode ser um passo fundamental para otimizar a sobrevivência e a capacidade regenerativa dos neurônios motores e restabelecer os movimentos do paciente.

A partir de investigações sobre esses mecanismos de rearranjo dos circuitos nervosos, um grupo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está desenvolvendo um modelo inovador que associa terapia celular ao reimplante das raízes nervosas.

Para restabelecer a conexão entre o sistema nervoso periférico e o central, os pesquisadores utilizam células-tronco mononucleares de medula óssea e uma “cola” desenvolvida a partir do veneno de serpentes.

O projeto é coordenado por Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira, professor do Departamento de Anatomia, Biologia Celular e Fisiologia e Biofísica (DEP_ABCF), e conta com apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Participam também do projeto Roberta Barbizan, orientanda de doutorado de Oliveira no Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Estrutural da Unicamp, Rui Seabra Ferreira Júnior, professor do Departamento de Doenças Tropicais e Diagnóstico por imagem da Faculdade de Medicina (FMB) da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Botucatu e Antônio de Castro Rodrigues, professor da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), da USP.

Coordenador do Laboratório de Regeneração Nervosa da Unicamp, Oliveira apresentou na segunda-feira (26/7), durante o 15º Congresso da Sociedade Brasileira de Biologia Celular, em São Paulo, modelos utilizados por sua equipe para investigar os mecanismos de regeneração do sistema nervoso central e periférico.

Este ano, o grupo já publicou artigos sobre o tema nas revistas Neuropathology and Applied Neurobiology, Journal of Comparative Neurology e Journal of Neuroinflammation.

“Após lesão no sistema nervoso – periférico ou central –, ocorre um rearranjo considerável dos circuitos neurais e das sinapses. Entender esse rearranjo é importante para determinar a sobrevivência neural e a capacidade regenerativa posterior”, disse Oliveira.

Para estudar os mecanismos de regeneração, os cientistas utilizam técnicas que unem microscopia eletrônica de transmissão, imuno-histoquímica, hibridação in situ e cultura de células gliais e neurônios medulares.

“Procuramos associar a terapia celular ao reimplante das raízes nervosas. Para isso, temos usado células-tronco mesenquimais e mononucleares no local da lesão ou nas raízes reimplantadas. A ideia não é repor neurônios, mas estimular troficamente essas células e evitar a perda neural, de modo a conseguir otimizar o processo regenerativo”, disse.

O projeto mais recente do grupo envolve o uso de um selante de fibrina – uma proteína envolvida com a coagulação sanguínea –, produzido a partir de uma fração do veneno de jararaca pelo Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Botucatu.

“Os axônios dos neurônios motores saem da medula espinhal e entram na raiz nervosa, dirigindo-se aos nervos. O nosso modelo emprega essa ‘cola’ biorreabsorvível para reimplantar as raízes nervosas na superfície da medula, onde o sistema nervoso periférico se conecta ao sistema nervoso central. Associamos essa adesão às células-tronco, que produzem fatores neurotróficos – isto é, moléculas proteicas capazes de induzir o crescimento e a migração de expansões das células neurais”, explicou Oliveira.

Quando as raízes motoras são arrancadas, cerca de 80% dos neurônios motores morrem duas semanas após a lesão. Mas os motoneurônios que sobrevivem têm potencial regenerativo após o reimplante de raízes nervosas.

“Porém, na maioria das vezes, o reimplante das raízes não é suficiente para se obter um retorno da função motora, porque a lesão causa uma perda neuronal grande demais. Por isso, é preciso desenvolver estratégias para diminuir a morte neuronal após a lesão. Achamos que o uso do selante de fibrina pode auxiliar nesse processo”, indicou.

Segundo Oliveira, quando há uma lesão periférica – comum em acidentes de trabalho, por exemplo –, com transecção ou esmagamento de nervos, ocorre uma resposta retrógrada, isto é, uma reorganização sináptica visível na medula espinhal, onde se encontram os neurônios.

“O interessante é que, quando a lesão é periférica, o neurônico sinaliza de alguma forma para a glia – o conjunto de células do sistema nervoso central que dão suporte aos neurônios –, que se torna reativa. Essa reatividade está envolvida no rearranjo sináptico por meio de mecanismos ainda pouco conhecidos. Nosso objetivo é compreender e otimizar esse processo de rearranjo sináptico para, futuramente, criar estratégias capazes de melhorar a qualidade da regeneração neuronal”, afirmou.

Rearranjo sináptico
No laboratório da Unicamp, os cientistas induzem em ratos e camundongos doenças como a encefalomielite autoimune experimental – que é um modelo para estudar a esclerose múltipla. Após a indução de uma forma aguda da doença, os animais apresentam todos os sinais clínicos, tornando-se tetraplégicos de 15 a 17 dias após a indução.

“Por outro lado, eles se recuperam da tetraplegia muito rapidamente, entre 72 e 96 horas. O rearranjo sináptico induzido pela inflamação é tão grande que paralisa completamente a funcionalidade tanto sensitiva como motora, mas de forma transitória”, disse Oliveira.

No entanto, a esclerose múltipla destrói a bainha de mielina, uma substância que isola as terminações dos nervos e garante o funcionamento dos axônios. Segundo Oliveira, porém, essa bainha se recupera em surtos temporários: em alguns momentos há desmielinização; em outros, a resposta imune fica menos ativa, permitindo que a bainha de mielina se recomponha.

“O paradoxal é que, mesmo que a remielinização não tenha se completado, o animal volta a andar normalmente. Nossa hipótese é que o processo autoimune causa lesões cuja repercussão no sistema nervoso central é similar àquela que ocorre após uma injúria axonal. Transitoriamente, os neurônios param de funcionar. Quando a inflamação cede, as sinapses retornam muito rapidamente. No modelo animal, em algumas horas a função é retomada e os sinais clínicos vão desaparecendo”, disse.

Além do modelo da esclerose múltipla, os cientistas trabalham também com um modelo de lesão periférica dos nervos e na superfície da medula espinhal.

“Quanto mais perto da medula ocorre a lesão, mais grave a lesão em termos de morte neuronal. Todas são graves, mas aquela que ocorre perto da medula causa perda neuronal e aí não há perspectiva de recuperação. Mesmo com as vias íntegras, o neurônio que conecta o sistema central com o músculo morre e nunca mais haverá recuperação”, explicou o professor da Unicamp.

“Tanto no animal como no homem, ocorre uma perda grande de neurônios, mas da pequena porcentagem que resta, apenas cerca de 5% consegue se regenerar. No homem, entretanto, há uma demora de mais de dois anos para que se recupere alguma mobilidade. No rato, a mobilidade é recuperada em três ou quatro meses”, disse.

“Uma vez que isso foi descoberto, começou-se a tentar reimplantar as raízes, desenvolvendo estratégias cirúrgicas e tratamentos com drogas que evitem a morte neuronal nesse período em que há desconexão. Essa parece ser a saída mais promissora para evitar a perda neuronal e otimizar a regeneração”, afirmou.

Fonte: Fábio de Castro /Agência FAPESP

1º Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro

O 1º Simpósio Internacional Explorando as Fronteiras da Relação Mente-Cérebro será realizado de 24 a 26 de setembro, em São Paulo.

O encontro tem como principal objetivo discutir relações entre mente e cérebro sob as perspectivas científica e filosófica.

“Ciência e mente: análise empírica e filosófica do cartesianismo e do materialismo reducionista” será a palestra proferida por Robert Almeder, professor emérito de filosofia da Universidade do Estado da Geórgia (UGA), nos Estados Unidos.

Mario Beauregard, professor da Universidade de Montreal (Canadá), falará sobre “Cérebro, a mente e experiências transcendentes”. Chris J. S. Clarke, da Universidade de Southampton (Reino Unido), abordará o tema “Física sem colapso, mecanicismo e espiritualidade”.

O simpósio será realizado no Centro de Convenções Rebouças, na Avenida Rebouças, 600.

Fonte: Agência FAPESP

Unesp: Observatório Móvel Astronômico percorre o noroeste paulista

Astronomia sobre rodas
A Faculdade de Ciências (FC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Bauru, criou o Observatório Móvel Astronômico, que vem percorrendo escolas do município e de outras cidades do noroeste paulista.

Os objetivos são aproximar a astronomia da vida cotidiana e dar aos profissionais que atuam na educação básica uma chance de aprimorar seus conhecimentos.

No observatório são realizadas palestras sobre reconhecimento do céu, fases da Lua, Sistema Solar, distâncias no Universo, ciências atmosféricas e funcionamento de radares meteorológicos. Do lado externo há pôsteres e uma tenda para apresentações com materiais didáticos e equipamentos

O observatório consiste em um semirreboque (carreta) que mede 2,5 metros de altura e 8 metros de largura. No interior da estrutura, foram instalados 25 assentos, um projetor multimídia, um computador e equipamentos de som.

As apresentações teóricas são realizadas na parte interna e ministradas durante o dia, reservando o período noturno para a contemplação do céu. Para isso, os pesquisadores contam com telescópios, lunetas e binóculos.

O deslocamento do observatório fica a cargo das prefeituras, que providenciam um caminhão que acopla a carreta e a leva aos locais de apresentação. Os municípios também se comprometem a dar segurança aos equipamentos e energia elétrica para funcionamento da estrutura.

As secretarias de educação que querem solicitar o serviço devem enviar um e-mail para a coordenadora do observatório, a física Rosa Maria Fernandes Scalvi, professora da FC no endereço

A Unesp de Bauru tem também o Observatório Didático Astronômico, que reúne uma cúpula de 5,30 metros de diâmetro – onde um telescópio artesanal do tipo newtoniano (aproximadamente 300 milímetros de diâmetro) é utilizado –, um terraço com dois telescópios refletores menores e uma sala com auditório e tela de projeções.

Fonte: Agência FAPESP

Mudanças Climáticas e Perspectivas para o Brasil

No mês de agosto, quatro palestrantes discutirão, em São Paulo, na série Mudanças Climáticas e Perspectivas para o Brasil. O evento será realizado, respectivamente, nos dias 4, 11, 18 e 25 de agosto.

O evento tem a curadoria de José Eli da Veiga, professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), e apoio da CPFL Cultura.

Serão quatro encontros que abordarão transformações econômicas, políticas e sociais que o Brasil terá que enfrentar para organizar a Copa do Mundo 2014, com foco na emergência de novas fontes de energia a partir dos atuais quadros de mudanças climáticas e de desenvolvimento sustentável.

No dia 4, a palestra “A dinâmica das potências climáticas e as perspectivas da transição ao baixo carbono” será proferida por Eduardo Viola, cientista político e professor titular do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB).

No dia 11, Sérgio Besserman Vianna, ambientalista, economista e professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), falará sobre as “Transformações econômicas, políticas e sociais na transição ao baixo carbono”.

“Governos, empresas e movimentos sociais na transição ao baixo carbono”, no dia 18, será a palestra de Ricardo Abramovay, professor titular do Departamento de Economia da FEA e do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP e coordenador do Projeto Temático “Impactos socioeconômicos das mudanças climáticas no Brasil: dados quantitativos para orientação de políticas públicas”, apoiado pela FAPESP.

No dia 25 de agosto, Eli da Veiga abordará o tema “Crescimento econômico e desenvolvimento na transição ao baixo carbono”.

As inscrições são gratuitas e livres de taxas. O evento será realizado às 19h30, no Centro de Excelência da FAAP, localizado na rua São Vicente de Paulo, 463, na capital paulista.

Mais informações pelo telefone (11) 3662-7449.

Fonte: Agência FAPESP

Participação brasileira no 14º Simpósio da Sociedade Internacional Dostoiévski

Encontro sobre Dostoiévski atrai brasileiros
A obra do escritor russo Fiódor Mikhailovich Dostoiévski (1821-1881) vem sendo estudada há várias décadas por pesquisadores de diversos países cujo interesse não se limita apenas à literatura, mas abrange as mais diversas áreas do conhecimento.

Com o objetivo de criar um fórum de debates em todo o mundo, surgiu em 1971 a Sociedade Internacional Dostoiévski (IDS)  , que conta com mais de 500 associados para difundir estudos da vida e da obra do autor e contribuir para a sua compreensão por meio de simpósios internacionais.

O 14º Simpósio da Sociedade Internacional Dostoiévski, ocorrido entre os dias 14 e 20 de junho, em Nápoles, na Itália, contou pela primeira vez com a participação de uma delegação da Sociedade Brasileira de Dostoiévski (SBD), fundada e afiliada à IDS desde 2008.

Segundo Fátima Bianchi, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH) , representante nacional da IDS, a sociedade brasileira tem 29 membros, entre professores e alunos de pós-graduação.

“Foi a primeira vez que uma delegação brasileira participou oficialmente com apresentação de trabalhos. Eu participei do simpósio em 2007, em Budapeste, na Hungria, mas na condição de observadora”, disse.

Segundo ela, a Sociedade Brasileira de Dostoiévski à época ainda não havia sido criada e a IDS, apesar de existir há 40 anos, era pouco conhecida entre os pesquisadores brasileiros.

“Por isso, somente este ano pudemos participar de forma efetiva com a apresentação de trabalhos”, disse Fátima, que é professora da área de Língua e Literatura Russa do Departamento de Letras Orientais da FFLCH.

De acordo com a docente da USP, com a criação da SBD, pretende-se difundir mais, no Brasil, a produção de Dostoiévski e aumentar a inserção internacional da pesquisa brasileira sobre literatura russa.

A SBD é aberta a todos os interessados, que podem entrar em contato pelo e-mail: .

Fonte: Agência FAPESP

UFPR: 1ª Feira de Inovação Energia

Feira da UFPR aproxima academia e setor empresarial

A Agência de Inovação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) realizará entre os dias 11 e 13 de agosto, a 1ª Feira de Inovação Energia

O evento contará com palestras sobre a temática, além de um espaço paralelo destinado a reuniões de negócios. Haverá, ainda, exposição de painéis sobre os projetos de nove laboratórios que desenvolvem trabalhos na área de energia sustentável.

O objetivo é estabelecer um canal de comunicação entre os empresários e pesquisadores da UFPR atuantes na área de energia, com o propósito de acelerar o processo de transferência de tecnologia e articulação de projetos de pesquisa e desenvolvimento.

O evento será realizado no pavilhão de exposições do sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Os interessados podem fazer as inscrições pelo e-mail .

Informações sobre a feira podem ser obtidas pelo site acima ou pelo telefone (41) 3310-2760.(Com informações da UFPR) 

Fonte: Gestão CT

Fapeam: aprovadas quatro propostas para o edital de Astronomia

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou o resultado do edital 10/2009, que prevê apoio para projetos que popularizem a astronomia no Estado. Foram aprovadas quatro propostas, que juntas receberão recursos da ordem de R$ 158 mil para a execução das atividades.

Os recursos serão alocados em linhas temáticas que envolvem a elaboração, desenvolvimento, produção e/ou aquisição de materiais; promoção de eventos; implantação, aprimoramento ou expansão de espaços destinados à popularização da astronomia; e produção de conteúdos de divulgação desta ciência destinados aos diferentes meios de comunicação como jornais, revistas, rádio, TV e internet.

O edital é resultado do convênio entre o MCT e da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sect), do Amazonas.A Fapeam é uma instituição associada à ABIPTI.(Com informações da Fapeam )

Fonte:Gestão CT

Sebrae: Agentes de inovação visitam empresas da construção civil de Tocantins

Um programa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) tem percorrido ao longo deste mês empresas do setor da construção civil de Palmas (TO). O objetivo é prestar consultoria em inovação, com a identificação das necessidades e apresentação de soluções específicas para o setor.

As visitas são realizadas por nove pessoas que compõem o programa Agentes Locais da Inovação (ALI) no Estado. Estes profissionais são capacitados pelo Sebrae para implementar práticas inovadoras em serviços, produtos, processos e marketing. Até o momento 25 empreendimentos já foram visitados e a meta da instituição é atender 400 nos próximos dois anos.

Segundo o superintendente do Sebrae em Tocantins, Paulo Massuia, os agentes têm como missão levar soluções ligadas à gestão, com o intuito de elevar a inovação nas empresas e torná-las mais competitivas. Neste primeiro momento, as consultorias serão realizadas somente na cadeia da construção civil. Serão atendidas empresas como serralherias, fábricas de pré-moldados, marcenarias, vidraçarias, marmorarias, comércios de materiais para construção e materiais elétricos, cerâmicas e ferragens.

As instituições interessadas em receber a consultoria podem agendar uma visita pelo telefone 0800 570 0800. As visitas são gratuitas.(Com informações do Sebrae) 

Fonte: Gestão CT

Facepe: sai o resultado do Pibic

A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) divulgou o resultado do edital 2/2010 – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Foram concedidas 187 novas bolsas, além de renovadas mais 107.

De acordo com a Facepe, as renovações foram recomendadas pelas comissões que avaliaram os trabalhos apresentados na 14ª Jornada de Iniciação Científica da fundação. Tiveram prioridade na concessão de bolsas os estudantes que foram beneficiários dos programas de concessão de bolsas de incentivo acadêmico (BIA) e de iniciação científica junior (BICJ).

 Segundo a fundação, ao final, a classificação atendeu a demanda qualificada por área do conhecimento, com base em uma pontuação obtida pela média ponderada de notas atribuídas ao curriculum vitae, ao projeto e ao histórico escolar do estudante.

A Facepe informou ainda que os alunos contemplados deverão aguardar o comunicado oficial da fundação para assinarem o termo de outorga na sede da entidade. Os bolsistas serão solicitados a comparecem à Facepe, por meio de comunicado enviado por e-mail. A Facepe é uma instituição associada à ABIPTI. 

Fonte: Gestão CT

Fapitec: Sai o resultado do edital Pibic Jr

Seis bolsistas são contemplados pelo edital Pibic Jr da Fapitec

A Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec) divulgou o resultado do edital 7/2010 – Programa de Bolsas de Iniciação Científica Junior (Pibic Jr). Foram contempladas seis propostas, sendo quatro da Universidade Federal de Sergipe (UFS), e duas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado.

Alguns dos projetos classificados são: “Biodiversidade aquática de Sergipe”; “Impactos sócio-ambientais na foz do rio Japaratuba em Pirambu-SE”; e “Estudo da caracterização física e química do agregado miúdo utilizado na construção civil com a função de revestimento, na região do município de Lagarto/SE”, entre outros.

O Pibic Jr. tem como objetivo promover o contato de jovens estudantes com o conhecimento científico, incentivando a descoberta de talentos potenciais e a difusão científica nas instituições de ensino. Cada aluno receberá bolsa no valor de R$ 100 mensais do CNPq para participar dos projetos de pesquisa. A Fapitec é uma instituição associada à ABIPTI.

Fonte: Gestão CT