terça-feira, 27 de julho de 2010

Insulina é descoberta em 1921

No dia 27 de julho de 1921, dois pesquisadores da Universidade de Toronto isolavam pela primeira vez o hormônio fabricado nas células do pâncreas: a insulina. Descoberta permitiu controle da diabetes, até então mortal.

A primeira pessoa a ser salva após a descoberta da insulina foi Elizabeth Hughes. Ela tinha 14 anos de idade e era diabética. Até o começo dos anos 1920, não havia nenhum medicamento para esta doença mortal. A diabetes era combatida apenas através de uma rigorosa dieta. Uma solução pouco prática, uma vez que, para conter os efeitos da doença, era preciso passar fome, o que gerava graves consequências.

Os médicos haviam recomendado à jovem a única terapia existente. Elizabeth não teve outra saída senão se submeter a uma dieta controlada. O objetivo era impedir que as elevadas taxas de açúcar aumentassem ainda mais, provocando o coma diabético. Este tratamento era um dilema: por um lado, os doentes não entravam mais em coma, por outro, iam definhando por falta de alimentação.

No verão de 1922, Elizabeth era só pele e osso e estava muito enfraquecida. Quando sua mãe ficou sabendo que, no Canadá, havia sido descoberto um novo medicamento contra a diabetes, procurou Frederick Banting, responsável pela pesquisa. No dia 16 de agosto, o médico iniciou o tratamento na jovem paciente.

Elizabeth recebeu a primeira injeção de insulina. Nas semanas seguintes, começou a ganhar peso e recuperou as energias. Em outubro, percebeu que tinha crescido. Pouco tempo depois, deixou o leito e voltou a frequentar a escola. Sua recuperação parecia um milagre.

O distúrbio
Diabetes mellitus é um distúrbio no metabolismo da glicose do organismo, no qual a glicose presente no sangue passa à urina sem ser aproveitada pelo corpo. Todos nós produzimos insulina, um hormônio protéico, através das células do pâncreas.

Quem sofre de diabetes açucarado não produz insulina. Com isso, o corpo não consegue absorver a glicose do sangue, as células começam a "passar fome" e o nível de açúcar no corpo permanece constantemente alto.

A insulina como medicamento é obtida em forma cristalina do pâncreas de bovinos e suínos. Ela é injetada no organismo através de uma aplicação subcutânea, ajudando o sangue a absorver a glicose.

A solução
Muitos médicos já haviam chegado à conclusão de que a solução do problema estaria no pâncreas. Em 1889, os pesquisadores Oskar Minkowski e Josef von Mehring descobriram a insulina no pâncreas de um cachorro. A dificuldade era isolar o hormônio que segrega a insulina.

Alguns anos depois, em 1921, o médico canadense Frederick Banting e seu auxiliar, o estudante de Medicina Charles Best, decidiram repetir o experimento, sacrificando um cão para analisar seu pâncreas. Eles cortaram a glândula em pedacinhos, congelaram numa solução com sal e a trituraram. Esse líquido foi filtrado, resultando em um extrato cor-de-rosa: a insulina. Ao ser testado em animais, teve sua eficiência comprovada.

No ano seguinte, com a técnica de coleta aprimorada, a insulina passou a ser fabricada em série. Esta descoberta, que logo recebeu um Prêmio Nobel, livrou milhares de pessoas do sofrimento e é, até hoje, o método mais eficiente de controle da diabetes.

Fonte: Rachel Gessat (ms)/ GW

Inpe: Nordeste é uma das regiões mais vulneráveis às mudanças globais no clima.

O Nordeste e as mudanças climáticas
O primeiro quadrimestre de 2010 foi o mais quente já registrado, de acordo com dados de satélite da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos Estados Unidos.

No Brasil, a situação não foi diferente. Entre 1980 e 2005, as temperaturas máximas medidas no Estado de Pernambuco, por exemplo, subiram 3ºC. Modelos climáticos apontam que, nesse ritmo, o número de dias ininterruptos de estiagem irá aumentar e envolver uma faixa que vai do norte do Nordeste do país até o Amapá, na região Amazônica.

Os dados foram apresentados pelo pesquisador Paulo Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante a 62ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que começou no domingo (25) e vai até a sexta-feira (30), em Natal, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Além da expansão da seca, o pesquisador frisou que o Nordeste deverá sofrer também com as alterações nos oceanos, cujos níveis vêm subindo devido ao aumento da temperatura do planeta. Isso ocorre não somente pelo derretimento das geleiras, mas também devido à expansão natural da água quando aquecida.

Cidades que possuem relevos mais baixos, como Recife (PE), sentirão mais o aumento do nível dos oceanos. E Nobre alerta que a capital pernambucana já está sofrendo as alterações no clima. “Com o aumento do volume de chuva, Recife tem inundado com mais facilidade, pois não possui uma rede de drenagem pluvial adequada para um volume maior”, disse.

Um dos grandes obstáculos ao desenvolvimento da região Nordeste seria a constante associação entre seca e pobreza. A pobreza, segundo o pesquisador, vem de atividades não apropriadas ao clima local e que vêm sendo praticadas ao longo dos anos na região. Plantações de milho e feijão e outras culturas praticadas no Nordeste não são bem-sucedidas por não serem adequadas à caatinga, segundo Nobre.

“A agricultura de subsistência é difícil hoje e ficará inviável em breve. Para que o sertanejo prospere, teremos que mudar sua atividade econômica”, disse.

O cientista citou um estudo feito na Universidade Federal de Minas Gerais e na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que indicou que o desemprego no Nordeste tenderá a aumentar caso as atividades econômicas praticadas no interior continuem.

Nobre sugere a instalação de usinas de energia solar como alternativa. “A Europa está investindo US$ 495 bilhões em produção de energia captada de raios solares a partir do deserto do Saara, no norte da África. O mercado de energia solar tem o Brasil como um de seus potenciais produtores devido à sua localização geográfica e clima, e o Nordeste é a região mais adequada a receber essas usinas”, indicou.

“Ficar sem chuva durante longos períodos é motivo de comemoração para um produtor de energia solar”, disse Nobre, que ressaltou a importância dessa fonte energética na mitigação do aquecimento, pois, além de não liberar carbono, ainda economiza custos de transmissão por ser produzida localmente.

Mais eventos extremos
O potencial do Nordeste para a geração de energia eólica também foi destacado pelo pesquisador do Inpe. Devido aos ventos alísios que sopram do oceano Atlântico, o Nordeste tem em seu litoral um constante fluxo de vento que poderia alimentar uma vasta rede de turbinas.

Além da economia, Nobre chamou a atenção para as atividades que visam a mitigar os efeitos das mudanças climáticas, que seriam importantes também para o Nordeste. “Os efeitos dessas mudanças são locais e cada lugar as sofre de um modo diferente”, disse.

Um dos efeitos dessas alterações é o aumento dos eventos extremos como tempestades, furacões e tsunamis. Em Pernambuco, as chuvas de volume superior a 100 milímetros em um período de 24 horas aumentaram em quantidade nos últimos anos.

“Isso é terrível, pois as culturas agrícolas precisam de uma precipitação regular. Uma chuva intensa e rápida leva os nutrientes da terra, não alimenta os aquíferos e ainda provoca assoreamento dos rios, reduzindo ainda mais a capacidade de armazenamento dos açudes”, disse.

Nobre propõe que os governos dos Estados do Nordeste poderiam empregar ex-agricultores sertanejos em projetos de reflorestamento da caatinga com espécies nativas. A reconstrução dessa vegetação e das matas ciliares ajudaria a proteger o ecossistema das alterações climáticas e ainda contribuiria para mitigá-las.

O cientista defendeu também o acesso à educação de qualidade a toda a população, uma vez que a porção mais afetada é aquela que menos tem acesso a recursos financeiros e educacionais.

A implantação de uma indústria de fruticultura para exportação é outra sugestão de Nobre para preparar o Nordeste para as mudanças no clima e que poderia fortalecer a sua economia.

“A relação seca-pobreza é um ciclo vicioso de escravidão e que precisa ser rompido. Isso se manterá enquanto nossas crianças não souberem ler, não aprenderem inglês ou não conseguirem programar um celular, por exemplo”, disse.

Fonte: Fabio Reynol / Agência FAPESP

Marco Antônio Raupp, presidente da SBPC, destaca a importância dos institutos de pesquisa

O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), Marco Antônio Raupp, destacou a importância dos institutos de pesquisa para o fortalecimento e ampliação do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Durante a abertura da 62ª Reunião Anual da entidade, Raupp elencou os avanços do setor no país e demonstrou que o sucesso do Brasil em áreas como o agronegócio, petróleo e aeronáutica, está atrelado diretamente à atuação desses agentes.

"O que dá competência à Petrobras para que ela explore petróleo em águas profundas é o seu centro de pesquisas. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) trabalha em parceria com diversas universidades do país. Já a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) foi construída com o suporte tecnológico do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). O nosso problema é que não alcançamos muito além desses três exemplos em termos de iniciativas de grande porte", disse.

Na sua opinião, o sistema de produção científica nacional está maduro. O Brasil ocupa a 13ª posição do ranking mundial da produção da ciência, o que coloca o país a frente de nações com mais tradição na área, como Holanda e Rússia. De acordo com Raupp, o SNCT tem características acadêmicas de qualidade, mas o desafio que se apresenta agora é a “capacidade desse sistema se ampliar de modo a produzir conhecimento que tenha utilidade direta para a sociedade, especialmente nos setores industrial e de serviço", disse.

A proposta da SBPC para atender as demandas desse novo cenário é fortalecer os institutos de pesquisa. "Entendemos que os institutos são os entes mais apropriados para fazer a intermediação do conhecimento científico com o sistema produtivo", explicou. "Sem esses investimentos em P&D, as empresas não inovam, perdem produtividade e podem ser ultrapassadas pela concorrência internacional", explicou.

Segundo ele, essa interação mais fácil com o setor empresarial se dá pelo fato dos institutos não terem a obrigação de ensinar, como ocorre com as universidades. “Esse agentes dispõem das condições ideais para não só fortalecer o setor, como também impulsionar a inovação no país. Eles estão aptos a desenvolver novas tecnologias sem obrigações acadêmicas, o que garante flexibilidade para se adaptar ao sistema produtivo", disse.

Raupp também sugeriu a criação de novos institutos de pesquisa, para atender os desafios da Amazônia, do Semiárido e do mar, por exemplo. O presidente da SBPC lembrou que a gestão desses agentes requer um novo tipo de organização.

"Precisamos construir um modelo de desenvolvimento que faça aliança entre o conhecimento científico e a economia. Está na hora de o Brasil ampliar o seu universo científico para que a ciência seja projetada nas atividades econômicas e que tragam benefícios mais diretos e mais rapidamente para a sociedade. Para tanto será necessário um novo paradigma legal que possibilite a interação de forma plena", defendeu.

Mas o presidente da SBPC ponderou que estes institutos não vão cumprir a missão especifica de P&D nas empresas. "Eles atuarão numa fase pré-competitiva, gerando conhecimento científico e tecnológico que servirá de base para as atividades de pesquisa das empresas. Eles têm a missão de antever as tendências e colocar o Brasil no caminho do futuro. Tratam-se de vigorosos instrumentos de políticas públicas para o setor de C&T e indutores da inovação tecnológica nas empresas", concluiu.

Fonte: Cynthia Ribeiro / Gestão CT

Escola de Verão sobre Desigualdades Interdependentes na América Latina

Estão abertas até o dia 15 de agosto as inscrições para a Escola de Verão sobre Desigualdades Interdependentes na América Latina, que será realizada de 1º a 5 de novembro, em São Paulo.

A iniciativa é do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da FAPESP e também um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) – e da rede desiguALdades.net, rede internacional de estudos sobre as desigualdades sociais na América Latina financiada pelo governo da Alemanha.

O evento é um programa intensivo de estudos que receberá até 30 jovens pesquisadores, residentes na América Latina, com interesse de pesquisa vinculado ao tema das desigualdades em contextos latino-americanos.

A Escola de Verão se destina em especial a estudantes de doutorado em Ciências Sociais e áreas afins. A participação de pós-doutorandos também é estimulada pela organização. As atividades serão desenvolvidas em português, espanhol e inglês.

Os participantes deverão ter sólida formação acadêmica e interesse específico na temática das desigualdades sociais, econômicas e políticas.

A programação prevê aulas, workshops, painéis com especialistas internacionais, debates em torno de artigos produzidos pelos participantes com base em suas pesquisas e leituras interdisciplinares. Os participantes farão, ainda, uma visita de campo a um bairro da periferia de São Paulo, acompanhada por moradores, pesquisadores e membros de associações locais.

Fonte: Agência FAPESP

Ética na Ciência

Pesquisadores debatem ética na ciência
A relação entre ciência e ética envolve uma linha muito tênue, que inclui conflitos de interesses de diversas ordens e contextos. Essa foi uma das constatações dos palestrantes que participaram do fórum “Ética na Ciência” no 15º Congresso da Sociedade Brasileira de Biologia Celular, realizado de 24 a 27 de julho em São Paulo.

Os palestrantes abordaram também a importância do sistema de avaliação pelos pares na análise de projetos de pesquisa e na publicação de artigos, além da utilização de animais em pesquisa e no ensino no Brasil.

Para Fernando Augusto Soares, professor titular de Patologia Geral da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do Departamento de Patologia do Hospital A.C. Camargo, o choque de interesses pessoais em pesquisas tem sido uma preocupação importante em todo o mundo.

“Nos casos de pareceres de projetos, existem os critérios que são óbvios – como não possuir parentesco, não ser ou ter sido orientador do estudo, não estar diretamente ligado ao projeto ao qual está julgando, além de não ter interesses financeiros – mas existe uma série de casos mais sutis”, disse.

De acordo com Soares, a discussão é sistêmica e envolve uma série de atores e interesses: médico, pesquisador, indústria e empresas, além de revistas e periódicos especializados.

Fora os pontos óbvios, um dos problemas tem a ver com a caracterização do que não é conflito de interesse, segundo os palestrantes presentes. O aprimoramento das normas éticas que consiga definir essas “bordas” foi um dos caminhos sugeridos pelos palestrantes.

Análise isenta
Outro aspecto abordado no encontro recaiu sobre o trabalho de divulgação científica e a relação entre pesquisadores e revistas. Ivan Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), ressaltou a importância do sistema de análise pelos pares não apenas na publicação de livros e artigos científicos, mas também na participação em congressos e na análise de projetos de pesquisas apoiados e de candidatos a vagas em universidades.

“A revisão por pares consiste na avaliação do trabalho por outros pesquisadores da área que indicam se aquele material deve ou não ser aceito e se deve sofrer correções, se esse for o caso. Esse sistema é fundamental para dar credibilidade. Se um congresso ou a publicação de um livro não tiver a revisão por pares, melhor não participar”, afirmou.

Eventualmente, o próprio editor pode fazer a avaliação. “Mas o objetivo é estabelecer parâmetros fora dos critérios do próprio editor, ou seja, ainda que a avaliação dele seja boa, a revisão por pares é necessária”, disse, indicando que os revisores devem ser anônimos.

Izquierdo criticou o procedimento de se enviar apenas um comunicado padrão nos casos em que o artigo não é aceito. “O problema é que o pesquisador não sabe por que o artigo foi recusado. Ele deveria receber a crítica, que é boa para o debate científico”, disse.

Segundo Izquierdo, a análise pelos pares é uma ferramenta indispensável. “Dizer apenas que alguém é ‘bom’ não é um argumento válido. Se deixarmos que as emoções prevaleçam nos julgamentos científicos, estamos perdidos”, afirmou.

Outro tema debatido no fórum foi o uso de animais em pesquisas. Apesar do aumento na quantidade e na qualidade da pesquisa feita no Brasil, não se sabe quantos animais são criados e usados para ensino e pesquisa no país.

“Também desconhecemos quais espécies são utilizadas, em que condições e quais tipos de procedimentos. Além disso, não sabemos quais áreas do conhecimento estão usando mais ao longo do tempo e com quais finalidades”, disse Rafael Roesler, professor do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e membro do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (Concea).

Roesler apresentou um panorama da situação do Concea, órgão criado em 2009, após a aprovação em outubro de 2008 da Lei Arouca, cuja função é regulamentar o uso de animais para pesquisa e ensino.

Segundo ele, o órgão não é fiscalizador nem punitivo. “Não vamos fazer auditorias nem diligências. Compete ao conselho formular diretrizes, cadastrar e credenciar instituições que utilizam animais para ensino e pesquisa”, disse.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP

CBMEG-Unicamp: vaga para pesquisador

O Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu processo seletivo para contratação de um pesquisador da área de Análise Genética Molecular.

O profissional selecionado terá jornada de trabalho de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva às atividades do CBMEG. As inscrições para o concurso estarão abertas até o dia 9 de setembro. Os candidatos deverão ser portadores, no mínimo, do título de doutor.

O processo seletivo consistirá em avaliação de títulos acadêmicos, prova – na qual serão verificados os conhecimentos técnico-científicos do candidato sobre a sua linha de pesquisa e projetos na área de Análise Genética e Molecular – e arguição.

A seleção compreenderá ainda uma avaliação do conjunto de atividades de natureza científica, cultural ou técnica realizado pelos candidatos, incluindo trabalhos científicos ou relatórios técnicos publicados, artigos publicados em revistas, livros e capítulos de livros, traduções, resenhas e prefácios de livros, trabalhos apresentados em congressos e artigos de revisão.

Mais informações no link:

Fonte: Agência FAPESP

Perspectivas sobre Células-Tronco – 1º Encontro sobre Pesquisas em Células-Tronco do Instituto de Química da USP

O evento Perspectivas sobre Células-Tronco – 1º Encontro sobre Pesquisas em Células-Tronco do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) será realizado entre 20 e 24 de setembro, em São Paulo.

O objetivo do encontro é reunir e favorecer a discussão científica e ética das perspectivas na pesquisa com células-tronco envolvendo pesquisadores nacionais e internacionais cujas pesquisas tenham contribuído de modo relevante para a área.

O evento será composto por palestras e mesas-redondas, além do lançamento do livro Perspectives Of Stem Cells: From Tools For Studying Mechanisms Of Neuronal Differentiation Towards Therapy, que tem como público-alvo estudantes de pós-graduação de diferentes instituições nacionais, bem como pesquisadores e profissionais atuantes na área.

Luiz Eugênio Mello, professor do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e responsável pela implantação do Instituto Tecnológico Vale, apresentará a palestra de abertura, sobre o tema Comparative assessment of stem cell therapy in a rat model of amyotrophic lateral sclerosis.

Fonte: Agência FAPESP