quinta-feira, 10 de junho de 2010

Capes: Lançado o Programa Novos Talentos

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou, ontem (9), o edital do Programa de Apoio a Projetos Extracurriculares: Investindo em Novos Talentos da Rede de Educação Pública para Inclusão Social e Desenvolvimento da Cultura Científica. A data limite para a submissão das propostas é o dia 23 de julho.

O edital tem como objetivo selecionar propostas para a realização de atividades extracurriculares tais como cursos, oficinas ou atividades equivalentes no período de férias das escolas públicas e/ou em horário que não interfira na frequência escolar.

As atividades deverão ocorrer nas dependências de universidades, laboratórios e centros avançados de estudos e pesquisas, museus e outras instituições, inclusive empresas públicas e privadas, visando ao aprimoramento e atualização de professores e alunos da educação básica.

De acordo com o edital, as propostas devem contemplar o currículo da educação básica, articulando-o com perspectivas educacionais, científicas, culturais, sociais ou econômicas (arranjos produtivos locais) inovadoras, contribuindo para enriquecer a formação de alunos e docentes.

A íntegra do edital está disponível neste link.

UFPE, UFRJ, USP: Vacina pode ser alternativa ao tratamento de HIV

O coquetel já utilizado pelos portadores do vírus HIV pode ganhar um novo aliado: uma vacina terapêutica

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), resultou na produção de um vírus artificial de HIV, a partir de uma manipulação genética com técnicas de clonagem, capaz de torná-lo inativo.

Esta descoberta significa mais um passo dado nos estudos contra a AIDS e pode proporcionar melhoria na qualidade de vida do portador de HIV. De acordo com Amilcar Tanuri, pesquisador do Laboratório de Virologia Molecular, do Instituto de Biologia da UFRJ, a vacina ainda não poderia substituir o coquetel, mas durante os testes em pacientes pode mostrar força capaz de suspendê-lo por um tempo.

“Nada ainda é comprovado, um teste feito pelos europeus conseguiu suspender o coquetel por no máximo um ano e meio. Essa vacina ainda não foi testada em um grande grupo de portadores do vírus, só após os testes poderemos saber seu verdadeiro potencial”.

Mesmo não tendo o poder de substituir o coquetel, a vacina, que ao contrário da medicação tradicional não possui nenhum efeito colateral, pois apenas estimula as defesas naturais do organismo, contribuiria para evitar a infecção de outras células: “A vacina é individualizada, pois coletamos o vírus do próprio paciente. A ideia é injetar a célula modificada e tentar que o paciente se adapte a essa nova célula, utilizando o coquetel que já está no sangue para manter vírus suprimido, depois retiramos a medicação e o paciente fica apenas com a vacina”, explica o pesquisador.

Necessidade de investimentos do governo
Segundo o professor, a UFRJ contribui com a pesquisa na área de virologia por ser detentora da tecnologia necessária para a manipulação do vírus. Já a USP responsabiliza-se pela área de imunologia da pesquisa. Enquanto a UFPE, além de ser a produtora do vírus artificial, estuda a criação de um centro de produção em massa da vacina com qualidade. A parceria das três instituições resultou na criação dessa tecnologia de grande valia aos portadores de HIV. Contudo, há ainda a necessidade de aprovação do projeto pelo congresso e do financiamento para a execução dos testes e produção da vacina.

“Este é um processo caro. Para chegar à célula artificial, é necessário separar, transportar, manipular células e fragmentos. Por isso a fase de testes ainda não se iniciou”, afirma Tanuri. Em virtude disso, os testes só devem ser iniciados no ano de 2011.

Fonte:Michelly Rosa/Olhar Vital/UFRJ

UFRJ: Zimduck promete fortalecer o sistema imunológico no combate a infecções como a Aids

Cientistas dependem de aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa para concluírem o estudo

A caixa de e-mail do pesquisador Luiz Fernando Mesquita anda abarrotada desde a veiculação na televisão do Zimduck, um biofármaco 100% natural, em desenvolvimento no Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais (NPPN/UFRJ). As mais de 3 mil mensagens do Brasil e exterior que chegam para o médico inventor e dono da patente intelectual do produto querem saber mais sobre esta revolução no tratamento de infecções, na qual é restabelecida a imunidade original do organismo humano ao invés de se combater o agente infeccioso. A fórmula para combater qualquer infecção pode ser um trunfo contra a Aids.

Sem apoio financeiro de entidades de fomento à pesquisa, já são 15 anos de estudo com cerca de 150 participantes, entre pesquisadores de diferentes especialidades e outros de conhecimento popular, para desenvolver um mecanismo de “reensinar o corpo a trabalhar para o próprio corpo. Trabalhamos permanentemente, sem descanso. Os microorganismos não tiram férias”, diz Luiz Fernando.

O Zimduck não é concebido para atacar um agente invasor. “Ele Funciona ‘acordando’ o organismo enfraquecido por inúmeros fatores como desnutrição gestacional, medicações incorretas ou, mesmo, fome. Desenvolvemos fora do corpo o que o próprio poderia fazer perante desequilíbrios naturais”, analisa o pesquisador.

Sabidamente, o leite materno é fonte de imunidade, pois transfere para o bebê nutrientes e anticorpos, doses de proteção contra doenças e infecções que os acompanham por toda a vida. Partindo desta premissa, os cientistas se inspiraram na amamentação para produzir o Zimduck. Ele é composto por uma combinação de leites de quatro mamíferos: cabra, ovelha, vaca e um outro mantido em sigilo, cada um possui certa carga de anticorpos. A produção do medicamento independe de qualquer adição química e ainda não foram constatadas contra-indicações.

Primeira fase de avaliação
As etapas de avaliação pré-clínicas confirmaram que o novo fármaco é seguro para ser testado em seres humanos. Em 2003, foi realizada a fase clínica I no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ). O Zimduck foi aplicado, através de injeção no músculo, uma vez por semana durante um mês em 30 voluntários saudáveis, que apresentavam apenas pequenos incômodos como gripes, alergias respiratórias e resfriados.

Os resultados foram surpreendentes. Efeitos, como a suavização de alergias, a menor ocorrência de gripe e até um caso de melhora da manifestação do herpes foram verificados. A análise feita em laboratório constatou grande quantidade de células natural killers ou exterminadoras naturais, que aumentam a imunidade. Elas protegem os seres humanos de infecções provocadas por vírus, como gripes, herpes e hepatite C.

Os pesquisadores imaginam que o biofármaco estimule as glândulas supra-renais a liberarem um hormônio chamado SDHEA, que possui aproximadamente 150 funções diferentes do corpo humano, entre as quais o aumento da quantidade de células natural killers no sangue.

Tratamento da Aids
Desta maneira, o novo fármaco auxiliaria no tratamento da Aids - complementando a ação dos medicamentos antirretrovirais - e o tornaria mais acessível. Atualmente, o Governo fornece coquetel de antirretrovirais a cerca 200 mil portadores, de um total estimado, no país, de 630 mil. O gasto chegou a um bilhão de reais em 2009, segundo o Ministério da Saúde. É nesse sentido que os pesquisadores do NPPN apontam como fundamental o desenvolvimento de um fármaco nacional, com grandes possibilidades de um custo mais baixo, diminuindo a importação de medicamentos.

Todavia, para se ter a confirmação do seu mecanismo de ação e eficácia no combate aos efeitos do vírus HIV é necessário o estudo dos experimentos da fase clínica II. “Em hipótese, o Zimduck será um seguro e competente adjuvante no tratamento da Aids. O tratamento também poderia ser barateado, pois teríamos menos infecções oportunistas e menos internações”, avalia Luiz Fernando.

Reprovação pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa
No entanto, após a conclusão da fase clínica I, o Zimduck não foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para a realização da fase clínica II, seu último estágio de avaliação. “Fomos reprovados pela Conep, mesmo tendo passado no primeiro ano. Não fomos credenciados a fazer o segundo ano, aonde teríamos a oportunidade de dar ao Zimduck o que ele precisa como fato científico”, avalia o doutor Mesquita.

O dono da patente do produto garante que a reprovação não teve motivação científica e não impede o andamento do protocolo clínico, porém não pode ser divulgada. “Não é nada científico. Não cabe recurso de nenhuma espécie. Temos que começar o processo todo do zero e aí se vão mais uns dez meses no mínimo. Nunca o Zimduck foi questionado quanto ao fato científico que apresenta. Que mais podemos fazer? Continuamos nossa trajetória em direção aos pacientes que precisam, não só do Zimduck, mas de uma nova maneira de pensar a saúde e sua propedêutica”, ou seja, o que devemos conhecer antes de iniciar uma investigação.

E complementa: “fomos aprovados pelo CEP (Comitê de Ética em Pesquisa) da UFRJ em 2003 e chancelados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com o resultado de que o Zimduck era seguro para o uso em humanos. Desde lá já tentamos através das agências reguladoras tradicionais e fomos aprovados por três CEP’s de Pesquisa Clinica o que não gerou na Conep a esperada apreciação da história pré-clínica e clínica do Zimduck”.

Perspectivas
Atualmente, não estão sendo realizados testes com o Zimduck. “Não há estudos clínicos em andamento, portanto não há voluntários nem patologias em teste”, afirma Luiz Fernando. Apenas com a aprovação do CEP e da Conep, e a realização da fase clínica II, o medicamento poderá ser autorizado pela Anvisa, Ministério da Saúde e pela própria Conep para ser prescrito pelos médicos e disponibilizados pelo Sistema único de Saúde (SUS) e nas farmácias.

“Acredito que o conhecimento científico não cartesiano encontre o caminho do meio, como dizia Gautama. Que o produto natural Zimduck possa 'provar' na fase clinica II sua qualidade como modulador natural da resposta de cada desequilíbrio imune-hormonal que cada patologia manifesta”, deseja o pesquisador. Que conclui: “em breve divulgaremos uma página no site do NPPN para divulgar mais informações sobre o Zimduck. O e-mail continua também livre para perguntas e respostas”.

Fonte: Thiago Etchatz / Olhar Vital/UFRJ

USP: sociedades que construíram sambaquis no litoral brasileiro eram mais sofisticadas do que se estimava

Sambaquis and landscape: modeling cultural and natural relationships at the Brazilian southern shores, Santa Catarina

Sambaquienses tinham rituais elaborados
Chamados muitas vezes de meras “comedoras de moluscos”, as sociedades sambaquienses que habitaram o litoral brasileiro durante um período entre 2 mil e 7 mil anos mantiveram hábitos e culturas elaboradas, de acordo com uma pesquisa coordenada pelo professor Paulo Antônio Dantas de Blasis, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP).

As informações foram levantadas durante o Projeto Temático “Sambaquis e paisagem: modelando a inter-relação entre processos formativos culturais e naturais no litoral sul de Santa Catarina”, apoiado pela FAPESP.

Desde 2005, os pesquisadores coletam informações de sítios arqueológicos catarinenses sobre as sociedades que construíam os morros conhecidos como sambaquis, palavra que significa “monte de conchas” em tupi-guarani.

Essas comunidades ocupavam uma ampla faixa do litoral brasileiro que vai da região Sul até o Nordeste e desapareceram há cerca de mil anos. Os primeiros colonos europeus que chegaram ao Brasil ficaram intrigados com essas construções litorâneas, segundo Blasis. “Mas, até hoje, sabemos muito pouco sobre a finalidade dos sambaquis”, disse.

Entre suas funções principais estava a funerária. Covas rasas eram feitas na areia para depositar os mortos. O material encontrado pelo estudo evidencia grandes festas funerárias que reuniam várias comunidades sambaquianas. Os restos de comida eram depositados sobre os corpos que depois ficavam sob conchas.

Esses túmulos em forma de pequenos montes eram construídos lado a lado, recebiam mais corpos em novas camadas e, por fim, eram agrupados em um único monte. Com o passar do tempo, o cálcio se espalhava por toda a estrutura, petrificando-a.

O ritual funerário aponta para uma sociedade mais sofisticada do que se estimava anteriormente. “A maneira de tratar os mortos é bem característica de cada cultura”, disse Blasis, que também destacou outros aspectos encontrados que apresentam um maior aprimoramento daquelas sociedades.

Um deles é o sedentarismo. Diferentemente do que se estimava, os sambaquianos não eram nômades, mas estabeleciam comunidades fixas, o que exigia um maior grau de organização.

Seus membros também eram mais numerosos do que se pensava. Estima-se que havia milhares pela costa brasileira e os grupos interagiam entre eles, como indicam os rituais funerários que eram partilhados por mais pessoas do que caberia em uma única comunidade.

Essa característica levantou a hipótese de haver uma outra função para os sambaquis, a de funcionar como um marcador territorial, servindo de aviso a forasteiros de que o local pertencia a um determinado grupo.

Para levantar esses dados, os pesquisadores do Projeto Temático executaram escavações minuciosas, além de lançar mão de recursos tecnológicos como radares de superfície e instrumentos de datação de objetos com o método de carbono 14 e da luminescência opticamente estimulada.

Túmulos empilhados
Uma das principais conquistas do Temático, segundo Blasis, foi a realização de mais de cem datações, o que permitiu detalhar o mapa do desenvolvimento das sociedades sambaquianas e a construção de uma “supercronologia regional”.

Para realizar esse trabalho foi necessária a coordenação de uma equipe de geólogos, bioantropólogos, geofísicos e arqueólogos, entre outros profissionais. De modo a redesenhar as características geológicas e climáticas da época, foi necessário o auxílio da paleoclimatologia.

“Essa especialidade diz sobre as oscilações do nível do mar, se há vestígios de mangue, se o ambiente era mais frio em relação ao clima de hoje ou se o solo era mais salgado comparado ao atual, entre outras informações”, exemplificou Blasis.

A equipe de pesquisa escolheu o Estado de Santa Catarina por ser o local onde se encontram os maiores sambaquis remanescentes. “O litoral brasileiro tinha sambaquis de cerca de 70 metros de altura, inclusive na Baixada Santista, mas a maioria foi destruída”, contou o pesquisador.

Ao lado do óleo de baleia, a cal extraída dos sambaquis serviu de matéria-prima para a construção civil entre os séculos 17 e 19. E os montes continuaram a ser degradados pela ação humana até a década de 1970, segundo Blasis.

O estudo ainda apontou que o desaparecimento das comunidades deve ter ocorrido de forma pacífica. “Nos ossos encontrados não há sinais de mortes violentas, o que sugere que os sambaquienses podem ter desaparecido de forma pacífica ao se miscigenar com outros grupos”, sugeriu.

De acordo com Blasis, os resultados levantados serão organizados em um livro, de modo a sistematizar e organizar a grande quantidade de informações coletadas. A pesquisa ainda gerou dez trabalhos de mestrado e doutorado em diversas disciplinas envolvidas no projeto.

Fonte: Fábio Reynol / Agência FAPESP

INSERM e FAPESP abrem chamada

A FAPESP e o Instituto Nacional de Saúde e da Pesquisa Médica (Inserm) da França abrem nova chamada para apresentação de propostas no âmbito do acordo de cooperação entre as instituições.

Os interessados podem apresentar projetos para a realização de programas de intercâmbio entre pesquisadores do Estado de São Paulo e da França. As propostas para o biênio 2011-2012 serão recebidas até o dia 31 de agosto de 2010.

A chamada está aberta a pesquisadores vinculados a instituições paulistas de ensino superior ou pesquisa, públicas ou privadas, que já colaboram cientificamente com uma equipe francesa. O Inserm publica simultaneamente chamada para pesquisadores franceses.

Cada projeto deverá ter vigência de até 24 meses, renováveis uma vez. A duração dos estágios poderá ser de até três meses e podem ser feitas até duas viagens por ano/projeto.

As propostas devem ser apresentadas simultaneamente pelo pesquisador do Estado de São Paulo à FAPESP e pelo seu colaborador na França ao Inserm. Somente as propostas aprovadas por ambas as partes serão financiadas.

Mais informações sobre a chamada no site

Fonte: Agência FAPESP

Seminário Nacional de Inovação e Mercado

O Seminário Nacional de Inovação e Mercado, tem por finalidade apresentar aos participantes o modelo brasileiro de inovação bem como as políticas e linhas de apoio existentes no país, envolvendo todos os setores da sociedade provocando o debate entre o setor produtivo, setor público, academia e inventores independentes.

O surgimento de novos mercados a partir da produção em série de produtos inovadores gerados a partir de invenções e o conseqüente criação de novas empresa e geração de novos empregos.

Os temas são interligados e complementares, sendo convidados como palestrantes e debatedores especialistas nos temas, e após as apresentações será franqueada ao público presente a elaboração de perguntas aos palestrantes e debatedores.

O Estado do Espírito Santo tem se destacado no cenário nacional, pelo seu pioneirismo em iniciativas que posteriormente serão utilizadas como modelo pelo restante do Brasil, O Desafio Inovar - Seminário Nacional de Inovação e Mercado é mais uma atividade pioneira do Estado, onde se pretende reunir especialistas em cada setor definido na programação do evento, e proporcionar ao participantes um primeiro contato com ferramentas que possibilitem aos mesmos usufruir de benefícios identificados a partir das Leis de Inovação Nacional, Estaduais e Municipais.

Não somente para o Estado do Espírito Santo como também para o restante do Brasil, o conhecimento destas ferramentas pode ser um ótimo passo para a popularização do acesso as linhas de crédito, e subvenções existentes no país.

PROGRAMAÇÃO
DATA
HORARIO
PROGRAMAÇÃO
26/07/2010
8 HORAS
ABERTURA CREDENCIAMENTO

CADA PALESTRA TERÁ TEMPO MÁXIMO DE 30 MINUTOS, COM MAIS 30 PARA DEBATES.

PALESTRA
DATA
HORARIO
PALESTRANTE
INOVAÇÃO SE FAZ NO CHÃOINVENTOS DE BAIXA TECNOLOGIA E ALTA CRIATIVIDADE.
26/07/2010
08h30min
SERGIO ROGÉRIO DE CASTRO Vicepresidente da FINDES- Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, graduado em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde ainda cursou pós-graduação em engenharia econômica
A SUBVENÇÃO COMO FERRAMENTA DE INCREMENTO AO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO.
26/07/2010
09h30min
SILVIO ROBERTO RAMOS - Diretor Presidente da Companhia de Desenvolvimento de Vitória Secretaria de Turismo de Vitória ;Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciência Tecnologias e Inovação
MANUAL DE OSLO - CAPÍTULO 2 E 3
26/07/2010
10h30min
MARCO JUNIO DE FARIA
GODINHO
- Assessor Especial da Presidência da CDV
APOIO INSTITUCIONAL AOS INVENTORES DE FUNDO DE QUINTAL.
26/07/2010
13h30min
TADEU PISSINATI SANT'ANNA Graduado Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Espírito Santo (1990)Pró reitor de produção e extensão do IFES-Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo
PROPRIEDADE INDUSTRIAL, A RELAÇÃO ENTRE EMPREGADO E EMPREGADOR À LUZ DA LEI DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL.
26/07/2010
14h30min
DENISE NAIMARA S. TAVARES - Analista de Propriedade Intelectual e Tecnologia da Vale

INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO
O CASO DA BAHIA

26/07/2010.
15h30min
ELIAS RAMOS DE SOUZA- Diretor de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB).Bacharel em Física (UFBA, 1982), mestre em Física (UFBA, 1992) e doutor em Ciências Biológicas/Biofísica (UFRJ, 1999). Atuou como pesquisador livre na Universidade Livre de Bruxelas (1996/1997). É professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA) e professor participante do programa de pós-graduação em física (UFBA) e do doutorado multi-institucional em difusão do conhecimento (UFBA, LNCC, IFBA, UNEB, UEFS, FVC). Tem experiência em Modelagem Computacional de Sistemas Biológicos e em Biofísica Molecular.
CRIAÇÃO DE CENTRO DE IDÉIAS
26/07/2010
16h30min.
PAULO SERGIO TELES BRAGA
Graduado em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Espírito Santo, Atualmente é Gerente de Inovação e Tecnologia do SENAI-ES.

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PALESTRA
DATA
HORARIO
PALESTRANTE
INOVAÇÃO E INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISA
27/07/2010
08h30min
AURELIANO NOGUEIRA DA COSTA -
Presidente da FAPES- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Espírito, professor doutor das Faculdades Integradas Espírito Santenses, professor e pesquisador do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Espírito Santo.
PROCEDIMENTOS PARA USO DOS RECURSOS PARA FUNDAÇÕES ESTADUAIS DE APOIO A PESQUISA- CASO FAPES
27/07/2010
09h30min
CHESMAN SOARES DOS SANTOS Sub. Gerente de prestação de contas da FAPES
EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA
27/07/2010
10h30min
PAULO RENATO MACEDO
CABRAL
Graduado em Engenharia Metalúrgica pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997) . Tem experiência na área de Engenharia de Materiais e Metalúrgica, presidente do Instituto Inovação.
ELABORAÇÃO DE PROJETOS PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS NÃOREEMBOLSÁVEIS
27/07/2010
13h30min
MARCOS ADOLFO FERRARI Doutorado em Economia pelo Instituto de Economia Industrial e Tecnológica da Universidade Federal do Rio de Janeiro
INOVA FINDES – A CONTRIBUIÇÃO EMPRESARIAL NA GESTÃO DA INOVAÇÃO
27/07/2010
14h30min
IOMAR CUNHA DOS SANTOS
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Espírito Santo, especialização em corredores de transporte, marketing voltado a TI e docência superior. Atualmente é coordenador do Inova FINDES.
O PAPEL DOS EVENTOS NA POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
27/07/2010
15h30min
MARIA ALICE S. ZUCOLOTO Graduada em Licenciatura em Curta Duração em Ciências pela Universidade Federal do Espírito Santo (1974) e graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (1980). Atuando principalmente nos seguintes temas: biologia, história, espírito santo, ensino e patrimônio histórico, divulgação na área da Educação.
EVENTOS DE DIVULGAÇÃO E POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
27/07/2010-
16h30min
WAGNER JOSÉ FAFÁ BORGES
Pós-graduado em informação tecnológica pela Universidade Federal de Santa Catarina, Sócio do CENDI-Assessoria Presidente do IBI-Instituto Brasileiro da Inovação,
ENCERRAMENTO E
CONFRATERNIZAÇÃO
27/07/2010
17h00min



Fonte: Inventar