sábado, 15 de agosto de 2009

Fiocruz desenvolve medicamento contra a gripe A ( H1N1)

Tratamento contra gripe A
A Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), iniciou a preparação dos primeiros lotes do medicamento oseltamivir, indicado para o tratamento da gripe pelo vírus influenza A (H1N1).

O medicamento começou a ser entregue ao Ministério da Saúde para distribuição aos hospitais de referência. Foram produzidos inicialmente 210 mil tratamentos. Cada tratamento é composto por dez cápsulas de fosfato de osetalmivir, quantidade indicada para um paciente.

Segundo a Fiocruz, se houver necessidade Farmanguinhos está preparado para produzir cerca de 120 mil tratamentos por semana no Complexo Tecnológico de Medicamentos em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

O medicamento é considerado o mais eficiente, até o momento, no tratamento de gripe A, sendo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Da transformação em cápsulas até a autorização para a sua distribuição, o medicamento fabricado no Brasil passou por testes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que encaminha processo para concessão do registro.

O oseltamivir inibe a atividade da enzima viral neuraminidase e, dessa forma, reduz a proliferação dos vírus da influenza A e B. Isso ocorre pela inibição da liberação de vírus infecciosos de células infectadas, diminuindo a gravidade da doença e a incidência de complicações associadas.

Fonte: AGÊNCIA FAPESP

Brasileiros são premiados na 40ª Olimpíada Internacional de Física - IPhO

Física campeã
Os cinco estudantes que representaram o Brasil na 40ª Olimpíada Internacional de Física (IPhO, na sigla em inglês), realizada de 11 a 19 de julho, em Mérida, no México, foram premiados na competição.

O Brasil participa da IPhO desde 2000 por iniciativa da Sociedade Brasileira de Física. Os participantes são selecionados por meio da Olimpíada Brasileira de Física (OBF).

Os premiados deste ano foram André Luis Farias, de Pernambuco, e Ivan Mitoso Rocha, do Ceará, que ganharam medalhas de prata, os paulistas Illan Halpern e Leonardo Stédile, ambos com medalhas de bronze, e Márcio de Paiva Filho, do Rio Grande do Norte, que ganhou menção honrosa.

Participaram da IPhO cerca de 400 estudantes de 90 países. Os estudantes brasileiros iniciaram sua maratona de estudos para a competição em 2007, quando cursavam a 1ª série do ensino médio e fizeram parte dos 48 alunos mais bem classificados entre 165 mil estudantes do país inscritos na OBF.

No total, foram inscritos 520 mil estudantes do ensino médio e último ano do ensino fundamental na OBF 2007, provenientes de escolas públicas e privadas de todo o país.

Também participaram da seleção para a equipe que concorreu em 2009 os dez alunos da 2ª série do ensino médio mais bem classificados entre 200 mil alunos, num total de 770 mil inscritos na OBF 2008.

Durante 2008 e o primeiro semestre de 2009, os selecionados foram orientados por professores nas coordenações estaduais da OBF, realizaram provas seletivas e, durante um curso intensivo de oito dias, em maio de 2009, fizeram provas teóricas e experimentais para a formação da equipe.

A Olimpíada Brasileira de Física é um programa da Sociedade Brasileira de Física destinado a estudantes do ensino médio e último ano do ensino fundamental.

Mais informações sobre a OBF: www.sbfisica.org.br/olimpiadas

Mais informações sobre a IPhO: www.jyu.fi/kastdk/olympiads

Fonte: Agência FAPESP

Inglaterra oferece bolsas de pós-graduação

Bolsas na Inglaterra
O governo britânico abriu inscrições para bolsas de estudos de pós-graduação em universidades britânicas durante o ano letivo de 2010 e 2011. As bolsas são concedidas, normalmente, para programa formal de estudos em tempo integral com duração que varia de três a 12 meses, excluídos estágio prático ou pesquisa. As inscrições vão até 30 de setembro.

O auxílio, oferecido por intermédio do Ministério das Relações Exteriores (Foreign and Commonwealth Office), destina-se a profissionais em início ou meio de carreira que se destaquem em sua área de atuação e que busquem aperfeiçoamento.

Para se candidatar é necessário ser brasileiro, trabalhar em regime de tempo integral e residir no Brasil, ter curso superior e no mínimo dois anos de experiência profissional. O participante deve ter bom domínio da língua inglesa.

As bolsas oferecidas servem para auxiliar ou cobrir um ou mais dos seguintes custos: taxas do curso; manutenção do bolsista (como estadia, alimentação, transporte, roupas de inverno, sem considerar a família); livros e tese. O limite de taxas pagas pelo programa no Brasil é de 12 mil libras (cerca de R$ 37 mil).

Para conhecer instituições do Reino Unido que oferecem cursos na área de interesse, o candidato pode consultar os centros de informação do British Council ou o site Education UK, que dispõe de listas com links que dão acesso às páginas das universidades.

Os cursos devem estar diretamente relacionados à área de atuação do candidato e à sua carreira. O formulário de inscrição deve ser preenchido em inglês e encaminhado, juntamente com a documentação de apoio, também indicada no site, ao escritório do British Council em Brasília, Recife, Rio de Janeiro ou São Paulo.

Mais informações: www.chevening.org.br