quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Em 1473 nascia Nicolau Copérnico

No dia 19 de fevereiro de 1473, nasceu Copérnico, que descreveu o sistema heliocêntrico, segundo o qual o Sol é o centro do sistema solar e a sucessão de dias e noites deve-se à rotação da Terra sobre o próprio eixo.

Não foi fácil para o papa Gregório 16 pegar na pena para admitir um grande erro de seus antecessores. A verdade era evidente demais e não podia continuar sendo negada.

De revolutionibus orbium coelestium libri VI (Das Revoluções dos Mundos Celestes) havia sido publicado no ano da morte de Copérnico, e quase 300 anos depois, em 1835, foi retirado pelo papa do index de obras blasfêmicas da Biblioteca do Vaticano. Nicolau Copérnico tentava provar em seu livro a teoria de que o Sol era o centro do sistema solar.

Natural de Torum, hoje território polonês, Copérnico ficou órfão cedo, sendo criado por um tio. Em 1491, ingressou na Universidade de Cracóvia para cursar Medicina. Também estudou Filosofia, Matemática e Astronomia e se interessou pelo Humanismo.

Viajou para a Itália em 1497 para aprender os clássicos gregos e o Direito Canônico em Bolonha. Voltou à Polônia em 1501 e ordenou-se padre, mas permaneceu pouco tempo no país, como cônego da Catedral de Frauenburg.

Observação dos corpos celestes
Em 1506, construiu um pequeno observatório e começou a estudar o movimento dos corpos celestes. A partir dessas observações, escreveu o Pequeno Comentário sobre as Hipóteses de Constituição do Movimento Celeste, que só se tornou público em 1530, apesar de ter sido escrito muito antes, por volta de 1507.

Copérnico demorou a divulgá-lo por receio da reação da Igreja Católica, a qual respeitava e temia. De volta à Itália, frequentou as universidades de Pádua e Ferrara. Em Bolonha, aprofundou suas observações astronômicas.

Em 1543, pouco antes de morrer, na cidade de Frauenburg (hoje Polônia) apresentou o sistema cosmológico com os princípios do heliocentrismo na obra Das Revoluções dos Mundos Celestes. Ao afirmar que a Terra se move em torno do Sol, refutou o sistema de Ptolomeu e a idéia que o homem da época fazia de si mesmo: feito à imagem e semelhança de Deus e, portanto, centro do Universo.

Embora não seja criador do heliocentrismo (defendido poucos anos antes por Nicolau de Cusa e, na Antiguidade, por Aristarco de Samos), Copérnico foi o autor do primeiro tratado de astronomia heliocêntrica capaz de rivalizar com o Almagesto de Ptolomeu, que vinha regendo a astronomia há quase 14 séculos, com o aval da Igreja Católica.

Temor da reação da Igreja
Copérnico demonstrou o duplo movimento dos planetas, em torno de si mesmos e em torno do Sol, concepção que seria fortalecida pelas observações de Galileu Galilei no século seguinte, e permitiria a emancipação da cosmologia em relação à teologia. Para ele, o movimento dos planetas era circular e uniforme.

Em 1609, Johannes Kepler descobriu as órbitas planetárias elípticas. Temendo represálias por parte da Igreja Católica, na época abalada pela Reforma Protestante, Copérnico relutou em publicar seu trabalho, só o permitindo após os apelos de um discípulo, o matemático Rethicus.

Tentando amortecer o impacto que causaria, o livro foi dedicado ao papa Paulo 3º e continha um prefácio afirmando que ele não apresentava nada de novo e servia apenas para facilitar o uso das tábuas planetárias.

Isto colocou em dúvida por muitos anos a reputação de Copérnico, mas Kepler, em 1609, descobriu que o prefácio provavelmente não foi visto pelo matemático. Somente em 1687, Isaac Newton conseguiu provar, através da física, que o movimento dos planetas em torno do Sol é conseqüência do fenômeno gravitacional. [Jens Teschke (rw)]

Fonte: GW

ES tem novo secretário de Ciência e Tecnologia

O Estado do Espírito Santo conta com novo secretário de Ciência e Tecnologia. É o deputado estadual Paulo Roberto Foletto (PSB). Ele substituirá o professor Rogério Queiroz, que pediu para se afastar do cargo por motivos pessoais. Foletto tomou posse no dia 16, em Vitória (ES).

De acordo com ele, entre as suas prioridades constam: executar o projeto Cidade Digital; dar continuidade ao projeto de construção dos 16 Centros Vocacionais Tecnológicos na região metropolitana e expandi-lo para a região norte do Espírito Santo; ampliar as parcerias com as prefeituras municipais, com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). O novo secretário também terá como foco as áreas tecnológicas portadoras do futuro como a energia. "Todas as ações continuarão alinhadas ao Plano de Desenvolvimento 2025 do governo do Estado e com o Plano de Ação 2007-2010 do MCT", disse.

O novo secretário é formado em medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Após a sua formação profissional, ele atuou como cirurgião em Colatina, no Norte do Estado. Na política, pertenceu ao histórico MDB, de onde saiu para ajudar a fundar o PSB colatinense. Foletto é o atual presidente do diretório municipal do partido. Ele foi vereador entre 1993 e 1996 e, em 2002, elegeu-se deputado estadual. Na Assembléia Legislativa, foi segundo secretário da Mesa Diretora.

Informações sobre as ações da Sect-ES podem ser obtidas no site www.sect.es.gov.br. (Com informações da Sect-ES)

Fonte: Gestão CT

GTI analisará as normas que dizem respeito à relação entre as fundações de apoio e as Ifes

Os ministros da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, da Educação, Fernando Haddad, do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo Silva, e da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage Sobrinho, assinaram uma portaria que cria um Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) (MEC/MPOG/MCT/CGU n.º 138, de 9/2/2009) com o objetivo de analisar as normas que dizem respeito à relação entre as fundações de apoio e as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). O termo foi publicado na edição do dia 10 do Diário Oficial da União.

O GTI também deverá sugerir a implementação de medidas que representem o atendimento às determinações exaradas no Acórdão nº 2.731/2008, do Tribunal de Contas da União (TCU), que impõe novas regras para a relação entre as fundações de apoio e as Ifes.

A instância conta com a participação de representantes dos diversos ministérios citados. O MEC será representado por: Maria Paula Dallari Bucci, secretária de Educação Superior; Paulo Eduardo Nunes de Moura Rocha, subsecretário de Planejamento e Orçamento; e Emídio Cantídio de Oliveira Filho, diretor de Programas e Bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O grupo conta com a participação dos seguintes representantes do MCT: Antonio Ibañez Ruiz, secretário executivo substituto; Fernando Nielander Ribeiro, diretor de Administração e Finanças da Finep; e José Roberto Drugowich de Felício, diretor de Programas Horizontais e Instrumentais do CNPq.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) será representado por: Francisco Gaetani, secretário executivo adjunto; Ariosto Antunes Culau e Franselmo Araujo da Costa, assessores da Secretaria Executiva; e Maria do Socorro Mendes Gomes, secretária adjunta de Recursos Humanos.

A instância também contará com a participação de representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Educação Superior (Andifes). São eles: José Geraldo de Souza Júnior, reitor da Universidade de Brasília (UnB), e Josué Modesto Passos Subrinho, reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Fonte: Gestão CT

Plantas que poderão ser usadas como medicamentos fitoterápicos são divulgadas pelo Ministério da Saude

São 71 espécies (VIDE LISTA ABAIXO), que servirão de base para o desenvolvimento de remédios. Relação inclui plantas que já são usadas pela população com fins terapêuticos; hoje SUS disponibiliza apenas dois remédios fitoterápicos

O Ministério da Saúde (MS) divulgou uma lista com 71 plantas medicinais que poderão ser usadas como medicamentos fitoterápicos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A ideia é que a relação sirva de base para uma ampliação do número de fitoterápicos que hoje são financiados com verba federal. Atualmente, só dois, feitos à base de guaco (para tosse) e espinheira-santa (para úlcera e gastrite), são bancados pela pasta. A previsão é chegar a oito até o final do ano. De acordo com o governo, a relação inclui plantas nativas que já são tradicionalmente usadas pela população com fins terapêuticos e que poderão ser cultivadas em pelo menos uma macrorregião do país. Foram selecionadas plantas com potencial para serem utilizadas no combate a inflamações, hipertensão, infecções na garganta, úlceras, aftas, vermes, diarreia, osteoporose, sintomas da menopausa e do diabetes, entre outros problemas de saúde. Entre elas, estão produtos como babosa, usada no combate à caspa e à calvície, camomila (para dermatites), alho (anti- inflamatório), caju (cicatrizante), abacaxi (para secreções), carqueja (para problemas estomacais), pitanga (para diarreia) e soja (para sintomas da menopausa e da osteoporose).

Pesquisas
“A lista vem para orientar estudos e pesquisas”, afirma José Miguel do Nascimento Júnior, diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica da pasta. “É preciso que a academia nos retorne que essas plantas poderão gerar produtos e ser agregadas no âmbito do sistema de saúde.” Entre os aspectos que têm que estar definidos antes da inclusão dos produtos na lista de compras do ministério estão a parte das plantas que deve ser utilizada para a obtenção do medicamento (caule, folha, semente, fruto etc.) e o estabelecimento dos parâmetros de toxicidade, já que, como qualquer produto alopático, os fitoterápicos também apresentam efeitos colaterais. Comprovada a eficácia e a segurança das substâncias, o governo poderá bancar medicamentos produzidos na indústria ou plantas in natura para serem distribuídas pelas secretarias de Saúde.

Em Cuiabá, já existe um programa municipal que utiliza 20 plantas e orienta os moradores a fazerem hortas em casa. Segundo Isanete Bieski, supervisora do Programa Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterapia, da Secretaria da Saúde de Cuiabá, parte das plantas que constam da lista já é cultivada em quintais e utilizada rotineiramente pela população. “O número de plantas da relação nacional não é suficiente, mas viabilizará o começo do desenvolvimento de várias atividades em programas já existentes”, afirma a supervisora.

Prefeituras
Nos últimos dois anos, o número de prefeituras que disponibilizam medicamentos fitoterápicos pelo SUS subiu de 116 para 350, chegando a 6,3% dos municípios em 2008. O governo, que anunciou em dezembro a aprovação de um programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos, estuda a criação de uma linha especial de financiamento para as pesquisas relacionadas às 71 plantas. Outra ideia é que haja um incentivo para que o plantio seja feito por meio da agricultura familiar.

Confira a relação abaixo:

Achillea millefolium
nome popular: Mil-folhas, Dipirona
uso:combate úlceras, feridas, analgesica

Allium sativum
nome popular: Alho
uso: Anti-séptico, Antiiflamatório e Anti-hipertensivo

Aloe spp (A. vera ou A. barbadensis)
nome popular: Babosa, áloes
uso: combate caspa, calvíce e é antisseptico, tira lendia de piolhos e é cicatrizante

Alpinia spp (A. zerumbet ou A. speciosa)
nome popular: Colônia
Uso: Anti-hipertensivo

Anacardium occidentale
nome popular: Caju
uso:Antisseptico e cicatrizante

Ananas comosus
Nome popular: Abacaxi
Uso: mucolítica e fluidificante das secreções e das vias aéreas superiores.

Apuleia ferrea = Caesalpinia ferrea
Nome popular: Jucá, pau-ferroverdadeiro, ibirá-obi
Uso: Infecção catarral, garganta, gota, cicatrizante
Localização: Centro Oeste e Mato Grosso

Arrabidaea chica
nome popular: Crajirú, carajiru
uso: Afeções da pele em geral (impigens), feridas, Antimicrobiano
Centro Oeste

Artemisia absinthium
Nome popular: Artemísia
Uso: Estômago, fígado, rins, verme (lombriga e oxíuru, giárdia e ameba)

Baccharis trimera
nome popular: Carqueja, carquejaamargosa
Uso: combate feridas e estomáquico

Bauhinia spp (B. affinis, B. forficata ou variegata)
Nome popular: Pata de vaca

Bidens pilosa
nome popular: Picão
uso: combate úlceras

Calendula officinalis
Nome popular: Bonina, calêndula, flor-de-todos-osmales, malmequer
Uso: feridas, úlceras, micoses

Carapa guianensis
nome popular: Andiroba, angiroba, nandiroba
uso: combate úlceras, dermatoses e feridas

Casearia sylvestris
nome popular: Guaçatonga, apiáacanoçu,bugre branco, café-bravo
uso: combate úlceras, feridas, aftas, feridas na boca

Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla = Matricaria recutita
nome popular: Camomila
uso: combate dermatites, feridas banais

Chenopodium ambrosioides
nome popular: Mastruz, erva-de-santa- maria, ambrosia, erva-debicho, mastruço, menstrus
uso: Corrimento vaginal, antisseptico local

Copaifera spp
Nome popular: Copaíba
Uso: antiinflamação

Cordia spp (C. curassavica ou C. verbenacea)
Nome popular: Erva baleeira
Uso: Antiiflamatoria

Costus spp (C. scaber ou C. spicatus)
nome popular: Cana-do-brejo
uso: combate leucorréia e infição renal

Croton spp (C. cajucara ou C. zehntneri) nome popular: Alcanforeira, herva-mular, péde-perdiz
Uso:combate feridas, úlceras

Curcuma longa
nome popular: Açafrão

Cynara scolymus
nome popular: Alcachofra
uso: combate ácido úrico

Dalbergia subcymosa
nome popular: Verônica
uso: Auxiliar no tratamento de inflamações uterinas e da.anemia

Eleutherine plicata
nome popular: Marupa, palmeirinha
uso: Hemorróida, vermífugo

Equisetum arvense
nome popular: cavalinha
uso: diurético

Erythrina mulungu
nome popular: Mulungu
uso: Sistema nervoso em geral

Eucalyptus globulus
nome popular: eucalipto
uso: combate leucorréia

Eugenia uniflora ou Myrtus brasiliana
nome popular: Pitanga
uso: Diarréia

Foeniculum vulgare
nome popular: Funcho
uso: anti-séptico

Glycine max
Nome popular: Soja
Uso: sintomas da menopausa, oesteoporose

Harpagophytum procumbens
Nome popular: garra-do-diabo
Uso: Artrite reumantoide

Jatropha gossypiifolia
nome popular: Peão-roxo, jalopão, batata-de-téu
uso: antisseptico, feridas

Justicia pectoralis
Nome popular: anador
Uso: cortes, afecções nervosas, catarro bronquial

Kalanchoe pinnata = Bryophyllum calycinum
nome popular: Folha-da-fortuna
uso: furúnculos

Lamium album
nome popular: Urtiga-branca
uso: leucorréia

Lippia sidoides
Nome popular: estrepa cavalo, alecrim, alecrim-pimenta

Malva sylvestris
Nome popular: malva, malva-alta, malva-silvestre
Uso: furúnculos

Maytenus spp (M. aquifolium ou M. ilicifolia)
Nome popular: concorosa, combra-de-touro, espinheira-santa, concerosa
Uso: antiséptica em feridas e úlceras

Mentha pulegium
Nome popular: poejo

Mentha spp (M. crispa, M. piperita ou M. villosa)
Nome popular: hortelã-pimenta, hortelã, menta

Mikania spp (M. glomerata ou M. laevigata)
Nome popular: Guaco
Uso: broncodilatador

Momordica charantia
Nome popular: Melão de São Caetano

Morus sp
Nome popular: amora

Ocimum gratissimum
Nome popular: alfavacão, alfavaca-cravo

Orbignya speciosa
Nome popular: babaçu

Passiflora spp (P. alata, P. edulis ou P. incarnata)
Nome popular: maracujá
Uso: calmante

Persea spp (P. gratissima ou P. americana)
Nome popular: abacate
Uso: ácido úrico, prevenir queda de cabelo, anti-caspa

Petroselinum sativum
Nome popular: falsa

Phyllanthus spp (P. amarus, P.niruri, P. tenellus e P. urinaria)
Nome popular: erva-pombinha, quebra-pedra

Plantago major
Nome popular: tanchagem, tanchás
Uso: feridas

Plectranthus barbatus = Coleus barbatus
Nome popular: Boldo

Polygonum spp (P. acre ou P. hydropiperoides)
Nome popular: erva-de-bicho
Uso: corrimentos

Portulaca pilosa
Nome popular: amor-crescido
Uso: feridas, úlceras

Psidium guajava
Nome popular: goiaba
Uso: leucorréia, aftas, úlcera, irritação vaginal

Punica granatum
Nome popular: romeira
Uso: leucorréia

Rhamnus purshiana
Nome popular: cáscara sagrada

Ruta graveolens
Nome popular: arruda

Salix alba
Nome popular: salgueiro branco

Schinus terebinthifolius = Schinus aroeira
Nome popular: araguaíba, aroeira, aroeira-do-rio-grande-do-sul
Uso: feridas e úlceras

Solanum paniculatum
Nome popular: jurubeba

Solidago microglossa
Nome popular: arnica
Uso: contusões

Stryphnodendron adstringens = Stryphnodendron barbatimam
Nome popular: Barbatimão, abaremotemo, casca-da-virgindade
Uso: Leucorréia, feridas, úlceras, corrimento vaginal

Syzygium spp (S. jambolanum ou S. cumini)
Nome popular: jambolão

Tabebuia avellanedeae
Nome popular: ipê-roxo

Tagetes minuta
Nome popular: cravo-de-defunto

Trifolium pratense
Nome popular: trevo vermelho

Uncaria tomentosa
Nome popular: unha-de-gato
Uso: imunoestimulante, antiinflamatório

Vernonia condensata
Nome popular: boldo da Bahia

Vernonia spp (V. ruficoma ou V. polyanthes)
Nome popular: assa-peixe

Zingiber officinale
Nome popular: gengibre
Uso: tosse

Observações: a aplicação medicinal depende da parte da planta utilizada (caule, semente, fruto etc). Fontes: Ministério da Saúde (para os nomes científicos), estudos e Secretaria Municipal de Cuiabá (para nomes populares e usos possíveis) ( Folha de SP)

Fonte: SBEF News