domingo, 28 de dezembro de 2008

Prominp: Cursos recebem mais de 200 mil inscrições

As inscrições para os cursos dos níveis básico, médio, técnico e superior do 4º ciclo de Cursos do Prominp, encerradas no dia 21/12, totalizaram 206.240 inscritos. Nessa etapa de seleção, serão preenchidas 20.631 vagas em 11 estados do país.

A procura pelos cursos tem sido crescente. No primeiro ciclo de qualificação (2006), obteve-se uma média de 3,2 inscritos por vaga oferecida, durante o processo de seleção. No segundo ciclo (2007), esse número aumentou para 4,2 por vaga. Já no terceiro ciclo (abril/2008), chegou-se a uma média de 9,3 inscritos por vaga oferecida. E no processo de seleção atual (4º ciclo), essa média passou para 10 candidatos inscritos por vaga. O próximo ciclo de Cursos do Prominp está previsto para meados de 2009.

Cartão de Inscrição - Os candidatos que se inscreveram têm quase um mês para estudar para a prova de seleção nacional, que será realizada no dia 18 de janeiro. O local e horário da prova serão informados no Cartão de Confirmação de Inscrição, que será encaminhado para cada candidato até o dia 14 de janeiro de 2009, via Correios, conforme endereço informado no ato da inscrição. O candidato poderá obter cópia impressa do Cartão no site da Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br).

O Edital Seletivo Público alerta que é dever do candidato conferir todas as informações contidas no "Cartão de Confirmação de Inscrição", e caso algum dado esteja incorreto, o mesmo deverá entrar em contato com a Fundação Cesgranrio, das 9 às 17 horas, horário de Brasília, nos dias 15 ou 16 de janeiro, pelo telefone 0800 701 2028 ou por e-mail . O candidato também deve entrar em contato caso o "Cartão de Confirmação de Inscrição" não seja recebido até o dia 14 de janeiro.

Ainda segundo o edital o candidato não poderá alegar desconhecimento dos locais de realização das provas como justificativa de sua ausência. O não-comparecimento às provas, qualquer que seja o motivo, será considerado como desistência do candidato e resultará em sua eliminação do processo seletivo público. Os candidatos aprovados na prova de seleção que estiverem desempregados durante o período de realização do curso receberão uma bolsa-auxílio no valor de R$ 300 a R$ 900, dependendo do nível do curso.

Mais informações sobre os cursos oferecidos nesta etapa de seleção podem ser obtidas no Edital, que está disponível para consulta e download nos sites do Prominp (www.prominp.com.br) e da Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br). Para tirar dúvidas, os candidatos devem enviar um e-mail para o "Fale Conosco" do site do Prominp ou ligar para o atendimento da Cesgranrio, no número 0800 701 2028.

Fonte: Agência Petrobras

Amazônia: Mais de 10 mil plantas com potencial econômico

São espécies com princípios ativos para uso medicinal, cosmético e controle de pragas.

Mais de 10 mil espécies de plantas da Amazônia são portadoras de princípios ativos para uso medicinal, cosmético e controle biológico de pragas. A região concentra também outras 300 espécies de frutas comestíveis e uma rica fauna silvestre. Ao todo, a Amazônia guarda em suas florestas, várzeas, cerrados e rios, um total de 33 mil espécies de plantas superiores. É o que aponta o Plano de Amazônia Sustentável (PAS), lançado este ano pelo governo federal. O plano faz um diagnóstico detalhado da realidade e potenciais econômicos amazônicos.

Ainda poucos significativos em termos macroeconômicos, os produtos florestais não-madeireiros, em especial as plantas medicinais, podem se tornar, se tiverem sua exploração incentivada corretamente, em atrativa e rentável atividade econômica para os povos da Amazônia. É o caso específico das ervas e plantas com aplicação nas áreas medicinais e de cosméticos.

“Esse segmento tem tudo para crescer e se tornar uma atividade lucrativa em vários estados da Amazônia desde que se profissionalize”, prevê o pesquisador Juan Revilla Cordenas, doutor em Ciências Biológicas. Cordenas atua na área de botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus (AM), órgão que é referência em estudo de produtos não-madeireiros.

O pesquisador avalia que o aproveitamento dos atuais produtos florestais não-madeireiros pode significar a geração de emprego e renda para o ribeirinho, o caboclo, e melhorar a qualidade de vida das pessoas que lidam diretamente com a coleta, armazenamento e venda das plantas medicinais, por exemplo.

Cordenas avalia, no entanto, que o extrativismo a ser praticado na Amazônia deve ser planejado. “Não é a descoberta de princípios ativos de remédios — o grande interesse da indústria — que vai ajudar”, avalia. Muitas vezes, diz ele, o caboclo da Amazônia repassa seu conhecimento sobre os poderes medicinais das plantas, os laboratórios descobrem poderosos medicamentos, mas não recebe royalties algum.

Plantas de grande potencial
Em Manaus, o Inpa emprega grande dos seus recursos à pesquisa e à descoberta do potencial das plantas da Amazônia. E o resultado é surpreendente. São cerca de 300 espécies nativas da Amazônia ou nela introduzidas já catalogadas pelo instituto e com potencial para as áreas medicinal, fitoterápica, aromática e de cosméticos. “O que falta é operacionalizar a produção local de medicamentos e cosméticos com a utilização de plantas amazônicas”, diz ele.

O pesquisador Juan Cordenas é autor do livro “Plantas da Amazônia — Oportunidades Econômicas e Sustentáveis”, editado pelo Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amazonas, em parceria com o Inpa. O livro cataloga as potencialidades comerciais de 72 espécies de plantas da Amazônia, nativas e introduzidas, que têm aplicação garantida nas áreas medicinal e de cosméticos.

Já o PAS indica uma grande variedade de produtos florestais para a alimentação. São espécies que podem ser usadas tanto no consumo próprio quanto em escala comercial. A lista inclui açaí, araçá, araticum, babaçu, bacaba, bacuri, biribá, buriti, buritirana, cacau, caju, camu-camu, cupuaçu, graviola, jambo, jenipapo, mamorana, mangaba, murici, pequi, pitanga, pupunha, sapota, taperebá, umbu e uxi.

Atualmente, alguns produtos florestais da Amazônia são comercializados em mercados nacionais: o açaí, o guaraná, as frutas tropicais — em forma de polpas, doces e sorvetes —, o palmito (pupunha e açaí), diversos fitoterápicos e fitocosméticos, o couro vegetal, o artesanato de capim dourado e o artesanato indígena.

Além desses, existem outros produtos não-madeireiros com grande valor de exportação: castanha do Brasil, jarina (o marfim vegetal), a rutila e jaborandi (princípios ativos), pau-rosa (essência de perfume), e resinas e óleos.

Para o governo, esses produtos podem alcançar nichos significativos em nível nacional. “Estes nichos podem garantir escala suficiente para prover meios de vida sustentáveis com a diversidade socioambiental amazônica”, destaca o Plano Amazônia Sustentável, quando avalia o potencial dos produtos não-madeireiros da Amazônia.(Chico Araújo / Agência Amazônia.)

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Anvisa lança 6ª Edição do Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde (BRATS)


Inibidores da Angiogênese para o tratamento da Degeneração Macular Relacionada à Idade

Já está disponível no site da Anvisa a 6ª Edição do Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde (BRATS), resultado de um esforço conjunto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, que reconhecem a necessidade de difundir informações responsáveis sobre as tecnologias para todos os atores envolvidos na atenção à saúde no Brasil.

O Boletim é composto por uma seção de AVALIAÇÃO DA TECNOLOGIA propriamente dita, uma seção DESTAQUE que apresenta ações relevantes realizadas na avaliação de tecnologias em saúde no Brasil e uma seção CARTAS, para que o leitor possa apresentar suas críticas sobre o Boletim e sugestões de temas importantes a serem abordados nas próximas edições.

Para se tornar um assinante e receber gratuitamente as edições do BRATS, você deve se cadastrar no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br), na seção “Anvisa Divulga”, “Boletins Eletrônicos”.

Fonte: Anvisa

Professor da UFPR é um dos cinco ganhadores do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2008


O professor Daniel Weingaertner, do Departamento de Informática da UFPR, foi um dos cinco vencedores do "Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS 2008", organizado pelo Ministério da Saúde.

Sua tese de doutorado, intitulada "Aquisição de impressões palmares em formato digital para identificação biométrica de recém-nascidos", foi premiada na categoria doutorado, no último dia 9 de dezembro, em Brasília.

A pesquisa consiste no desenvolvimento de um sensor ótico para a coleta de impressões palmares e plantares, com vistas à criação de um banco de imagens e um sistema automatizado de identificação de recém-nascidos. Criado em 2002, o prêmio busca valorizar as pesquisas que contribuem para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no país.

Fonte: e-boletim - UFPR