sábado, 29 de novembro de 2008

Bases psicopatológicas do crime violento: estudo caso-controle retrospectivo de pacientes delirantes criminosos e não-criminosos

Psicopatologia do crime

Um estudo realizado com pacientes psicóticos delirantes sugere que o delírio, ao contrário do que se imaginava, pode reduzir o potencial de ações violentas. O trabalho, que investigou a relação entre o delírio e a ocorrência de crimes violentos, foi realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e teve seus resultados publicados no Jornal Brasileiro de Psiquiatria.

O artigo foi produzido pelos professores Paulo Dalgalarrondo, da FCM, e Eduardo Henrique Teixeira, do Departamento de Neuropsiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. Dalgalarrondo orientou o doutorado de Teixeira na Unicamp.

O estudo avaliou diversas dimensões do delírio, síndrome constituída por um conjunto de idéias mórbidas que geralmente traduzem uma alteração do juízo, levando o paciente a se apegar a alguma convicção inabalável. De acordo com Teixeira, existem consensos na literatura sobre o tema, que, no entanto, ainda é pouco estudado.

“Os resultados alertam para a necessidade de uma visão muito cuidadosa em relação ao paciente potencialmente agressor. Oferecem dados que sugerem que um indivíduo, mesmo estando em plena atividade psicótica delirante, poderá apresentar outros elementos do psiquismo com pouco comprometimento ou pequena manifestação clínica. Sendo assim, poderá ser negligenciado e não receber a atenção preventiva devida”, disse.

Participaram do estudo dois grupos de 30 indivíduos com psicose delirante. Um grupo consistia de pacientes de uma Casa de Custódia do Estado de São Paulo. Segundo Teixeira, os pacientes do grupo comparado foram selecionados de enfermarias psiquiátricas comuns.

A idade média de ambos os grupos foi – com uma pequena variação entre os grupos – de 38 anos, e a duração média da doença foi de 15,8 e 16,5 anos, respectivamente, com maior representação, pela ordem, dos transtornos psicóticos (como a esquizofrenia), dos transtornos delirantes, dos transtornos psicóticos agudos e dos transtornos esquizoafetivos.

O delírio persecutório foi o mais comum presente em ambos os grupos, com 70% contra 76,7% no grupo comparado. “Trata-se do tipo de delírio mais comum entre os diversos subtipos de pacientes com esquizofrenia. Esse delírio é caracterizado por pensamento paranóide, isto é, de conteúdo de perseguição, como acreditar estar sendo seguido, vigiado ou ter sido vítima de macumba”, explicou.

A fim de identificar a atividade delirante nos dois grupos, os pacientes tiveram seus sintomas do passado e do presente confirmados no início da entrevista. O critério de inclusão exigia que todos os pacientes ainda estivessem delirantes, mesmo sob uso de medicação. Nenhuma diferença foi encontrada entre os dois grupos em relação à psicopatologia, segundo o estudo.

“Concluímos que é possível que os delírios que conduzam a maior inibição de ações possam inibir ações agressivas e potencialmente violentas resultantes do delírio e, ao contrário do que se afirma correntemente, pacientes delirantes assustados parecem cometer menos atos violentos. Portanto, fatores inerentes a algumas dimensões do delírio podem ser relevantes na ocorrência de crimes violentos cometidos por pacientes psicóticos”, afirmou Teixeira.

Avaliação imediata
De acordo com o estudo, das várias dimensões estudadas, "afeto negativo", "atuação no delírio" e "inibição de ação por causa do delírio" foram as que mostraram diferença estatística significativa entre os dois grupos. Os resultados apontam que, em relação às dimensões do delírio, o grupo-caso teve menor pontuação em "inibição de ação por causa do delírio" e "afeto negativo".

A principal limitação do estudo, segundo o professor da PUC-Campinas, diz respeito ao longo tempo já transcorrido após a ocorrência do crime e a presença e comorbidade com álcool e drogas. “É possível que alguns pacientes tentassem esconder ou negar os sintomas, pois poderiam acreditar que a entrevista acabaria por afetar indiretamente sua condição, no que se refere à avaliação de periculosidade”, disse.

Para dar continuidade ao estudo, segundo Teixeira, a idéia é tentar realizar esse tipo de pesquisa no menor tempo possível após a ocorrência do crime pelo paciente psiquiátrico.

“Se possível, poderíamos começar logo que for atendido em uma unidade médica após o crime. Uma outra possibilidade é realizar um estudo de seguimento para acompanhar a evolução desses pacientes após serem submetidos a um tratamento especializado”, destacou.

O pesquisador reforça que o estudo faz parte de um campo pouco estudado, mas de grande relevância. “Acredito que um dos possíveis motivos seja a falta de incentivos, além das dificuldades impostas no contato com esse subgrupo de pacientes”, disse.

Para ler o artigo Bases psicopatológicas do crime violento: estudo caso-controle retrospectivo de pacientes delirantes criminosos e não-criminosos, de Eduardo Henrique Teixeira e Paulo Dalgalarrondo, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP

Influência do óleo de peixe sobre o metabolismo lipídico

Fatores dietéticos têm demonstrado forte influência sobre a função tireoideana. Um bom exemplo é o óleo de peixe, que comprovadamente diminui as taxas de colesterol e triglicerídeos do organismo. “Populações que o consomem, mesmo que em cápsulas, apresentam uma menor incidência de doenças cardiovasculares e aterosclerose”, informa Carmen Cabanelas Pazos de Moura, professora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF). “Trabalho há muitos anos em laboratório com a ação do hormônio tireoideano e a regulação de sua produção”, relata a professora. De acordo com ela, trata-se de um hormônio com importante papel na regulação do metabolismo lipídico.

Segundo Carmen, os componentes do óleo de peixe responsáveis por seus efeitos positivos são os ácidos graxos poliinsaturados do tipo n-3, chamados ômega três. “Seu mecanismo de ação não é muito conhecido, sabe-se que regulam o metabolismo hepático de lipídios, diminuindo a síntese de colesterol e glicerídeos e aumentando a oxidação de ácidos graxos”, explica a pesquisadora.

"Começamos a nos perguntar se o óleo de peixe não estaria de alguma maneira interferindo também na ação do hormônio tireoideano, visto que parte de seu efeito poderia ser proveniente de uma melhora na produção ou ação deste hormônio" indica Carmen. Para que a questão fosse investigada, iniciou-se uma pesquisa em parceria com o Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC).

Conforme relatou Carmen, os objetivos do estudo estão relacionados a aspectos nutricionais. A pesquisa corresponde a uma tentativa de comprovar que é necessário modificar o padrão lipídico das dietas para se obter efeitos positivos à saúde. “Efetivamente não restam dúvidas de que uma dieta rica em peixe, ômega três, é muito mais saudável e traz benefícios bastante demonstrados na literatura”, expõe a professora.

Experimentos
Os experimentos consistiam em oferecer a um grupo de modelos animais, desde seu período neonatal, uma dieta rica em óleo de peixe, enquanto outro grupo seria alimentado através de uma dieta padrão, equilibrada, porém sem abundância em ômega três. “Os ratos de laboratório foram tratados até a vida adulta e tiveram peso e ingestão alimentar avaliados. Depois de sacrificadas, pudemos avaliar o colesterol, triglicerídeos, HDL, secreção do hormônio tireoideano e verificar se havia alguma alteração na função da tireóide”, aponta Carmen.

Não foram encontradas alterações na produção do hormônio e os parâmetros de secreção da tireóide estavam normais. Após esta etapa, foi avaliada a expressão do receptor de hormônio tireoideano no tecido hepático. Observou-se que estava aumentada. “Receptor é a molécula através da qual o hormônio tireoideano exerce seus efeitos. Seu aumento sugeriu que talvez os efeitos deste hormônio no tecido hepático estivessem também mais elevados”, indica a pesquisadora.

Para testar a hipótese, foi avaliada a atividade de uma enzima considerada marcadora de ação de hormônio da tireóide no fígado. “Verificamos que houve um aumento importante desta enzima, e imaginamos que o tratamento crônico dos animais com dieta em óleo de peixe esteja melhorando a ação hepática do hormônio tireoideano”, constata Carmen. De acordo com ela, os animais tratados com esta dieta ganharam menos peso e apresentaram diminuição de gordura visceral.

"Importante ressaltar que esta não é uma dieta hiperlipídica, portanto fornecemos os lipídios em quantidades normais, de acordo com o necessário para que o animal mantenha seu peso ideal, dentro de uma dieta normolipídica" observa a professora. O que ocorre é uma substituição de lipídios para que a fonte lipídica da dieta seja enriquecida em ômega três.

Importância e alternativas
Carmen acredita que o mais interessante na pesquisa é demonstrar que se o indivíduo tiver uma dieta rica em ômega três, pode se precaver de danos à saúde e não somente realizar um tratamento quando colesterol e triglicerídeos estiverem elevados. Desta forma, é possível prevenir aterosclerose, doenças coronarianas, infarto e outras enfermidades provenientes de alterações lipídicas.

Em alguns países é difícil ou caro o consumo de peixe, ou até mesmo os hábitos da população não favorecem sua ingestão. “Para estas situações temos os suplementos dietéticos, como o óleo de peixe em cápsulas, que pode se tornar um agente terapêutico”, sugere a pesquisadora.

Próximos passos
"Estamos observando os receptores no músculo para entender se a alteração de lipídios pode ser decorrente deste órgão capaz de oxidar ácidos graxos, importante no metabolismo lipídico. Queremos entender melhor este mecanismo e como é a conversa dos ácidos graxos com o hormônio tireoideano e os receptores" aponta a professora. Planeja-se saber se há alteração da expressão do gene do receptor ou se ele está alterando outros co-fatores que modulam a expressão da enzima que concluíram estar bastante aumentada. “Enfim, estamos tentando destrinchar em nível molecular como se dão estas interações”, conclui Carmen.

Fonte: Cília Monteiro / Olhar Vital

A nova lei do estágio: avanço ou retrocesso?

ABMES realiza seminário sobre a nova lei do estagiário
Na próxima terça-feira (2), será realizado um seminário cujo tema é "A nova lei do estágio: avanço ou retrocesso?". A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) é a responsável pela organização do seminário.

Os subtemas discutidos serão: as condições e os requisitos para a legalidade do estágio com o assessor parlamentar do MEC, Rodrigo Lamego; o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e dos estágios obrigatórios e não obrigatórios com o assessor jurídico do Instituto Latino Americano de Planejamento Educacional (Ilape), Gustavo Fagundes; e o papel dos agentes de integração, as mudanças na intermediação dos contratos com o presidente do Conselho Executivo do Centro de Integração Empresa Escola (Ciee), Luiz Gonzaga Bertelli. O seminário terá início às 9h30.

A partir das 10h30 haverá o lançamento da Revista Estudos n° 38 sobre o tema "Avaliação do ensino superior brasileiro,modelos, divulgação de resultado e normas regulamentadoras". Também será lançada a revista "Direito Educacional: Aspectos Práticos e Jurídicos". Às 14h30 será realizada uma reunião da diretoria da ABMES e, às 20h, o jantar de confraternização na sede da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup). (Com informações da ABMES)

Saiba mais : Lei do Estágio é sancionada

Fonte: Gestão CT

IPT amplia participação no Procel

No dia 24, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) lançou novos laboratórios que ampliam a participação da instituição nos ensaios de eficiência energética para o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica da Eletrobrás (Procel). O IPT é associado à ABIPTI.

A iniciativa conta com o apoio do Banco Mundial e, de acordo com o IPT, terá repercussões importantes, evitando o desperdício de energia. Além disso, os testes e ensaios também contribuirão para o Programa Brasileiro de Etiquetagem do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que tem como objetivo alertar o consumidor para a eficiência energética de alguns dos principais eletrodomésticos nacionais. O Inmetro também é uma instituição associada à ABIPTI.

Por meio de um convênio com o IPT, a Eletrobrás investiu em equipamentos de última geração capazes de verificar com precisão o desempenho elétrico e a eficiência energética de diversos aparelhos. "O investimento permitiu criar no IPT uma nova atividade e modernizar laboratórios que já realizavam testes de eficiência, ampliando a sua capacitação", disse Douglas Messina, pesquisador do Centro Tecnológico do Ambiente Construído (Cetac) e um dos responsáveis pelos trabalhos. A Eletrobrás e o instituto investiram, até agora, cerca de R$ 1 milhão em treinamento de pessoal e equipamentos.

Em notícia divulgada no seu site, o IPT destaca que, com os novos instrumentos, aumenta a capacidade para testes em equipamentos como aquecedores de água elétricos e sistemas stand by de diversos aparelhos eletrodomésticos de uso doméstico, como microondas, televisores, aparelhos de áudio e monitores, além dos ventiladores industriais. Depois de reequipados, participarão dos testes o Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento; o Laboratório de Equipamentos Elétricos e Ópticos; e o Laboratório de Vazão. O IPT foi responsável pela adequação da infra-estrutura e pelo treinamento de pessoal.

Ainda segundo o instituto, as novas atividades contemplarão o consumidor, que terá acesso aos resultados de testes divulgados pelo Procel, podendo escolher os produtos energeticamente mais eficientes. Ganharão eficiência as políticas públicas com foco em economia de energia e, também, os fabricantes com acesso a novas tecnologias. Informações sobre as ações do IPT podem ser obtidas no site www.ipt.br. (Com informações do IPT)

Fonte: Gestão CT

13º Encontro Anual da Indústria Química

Abiquim realiza Encontro Anual da Indústria Química

No dia 5, a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) realizará, em São Paulo (SP), o 13º Encontro Anual da Indústria Química. A Abiquim é uma instituição associada à ABIPTI.

Durante o evento, serão debatidas as perspectivas da indústria química para 2009 e o desempenho do setor neste ano. O encontro contará com a participação do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, do ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, que fará uma análise do cenário econômico mundial, e do secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho. Na ocasião, serão entregues o Prêmio Abiquim de Tecnologia e o Prêmio Abiquim de Exportação. A programação do encontro está disponível neste link.

Memória
Em 2007, a associação perdeu um grupo de colaboradores no acidente aéreo da TAM, ocorrido no dia 17 de julho. O vice-presidente executivo da instituição, Guilherme Duque Estrada de Moraes, a diretora adjunta para Assuntos Regulatórios, Marta Maria Franco Laudares de Almeida, e a assessora técnica, Mirtes Suda, estavam entre os passageiros do vôo 3054 da TAM, que se acidentou no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP).

Os executivos viajaram ao Rio Grande do Sul para participar de um seminário promovido pela Abiquim, em Porto Alegre (RS), sobre o tema Reach (sigla que significa Registration, Evaluation, Authorization and Restriction of Chemicals), a nova política para substâncias químicas da União Européia. As ações da Abiquim relacionadas a essa política estavam sob a coordenação de Marta Laudares.

Fonte: Gestão CT

3ª Semana Potiguar de Ciência e Tecnologia

Encerramento da 3ª edição Semana Potiguar de Ciência e Tecnologia é marcada por entrega de prêmios e medalhas


No dia 27, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) realizou, em Natal, a cerimônia de encerramento da 3ª Semana Potiguar de Ciência e Tecnologia. A iniciativa contou com mais de 250 eventos, organizados entre abril e novembro de 2008, por mais de 60 instituições.

Durante a cerimônia, foram entregues os prêmios aos ganhadores do Prêmio de Iniciação Científica, nas categorias Augusto Severo e Leopoldo Nelson e conferidas medalhas e certificados aos alunos melhores classificados nas olimpíadas coordenadas no Rio Grande do Norte nas modalidades matemática, física, química e informática. Na ocasião, também foi lançada a Revista Ciência Sempre nº 8 que, nesta edição, traz um relatório das atividades da Semana Potiguar de Ciência e Tecnologia 2007.

De acordo com a coordenadora do evento, Lucina Guerra, o aumento das instituições participantes e das atividades realizadas em relação à edição do ano passado foram os principais avanços da Semana 2008. Ela também aponta, como ganho social para o fomento à divulgação científica, o fato de a Fapern ter estimulado as instituições potiguares a cadastrarem suas atividades no sistema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, realizada pelo MCT.

No entanto, Guerra cita como dificuldade a adesão das escolas a participarem da programação. "Tanto os prêmios de iniciação científica, quanto as visitas guiadas dos alunos às instituições de C&T, organizadas pela Fapern, poderiam ter uma maior participação das escolas", destacou. Segundo ela, para a próxima edição, a Fapern terá uma atuação mais direcionada no apoio à realização de trabalhos científicos no nível do ensino fundamental e médio.

Os alunos classificados em 1º, 2º e 3º lugares na categoria Augusto Severo (ensino médio) foram contemplados com bolsas de cem reais, durante 12 meses, totalizando R$ 1,2 mil. Na categoria Leopoldo Nelson (ensino fundamental) o prêmio para os três melhores colocados foi um micro-computador. Os seis professores-orientadores dos projetos ganhadores receberam o valor correspondente a três salários mínimos (R$ 1,2 mil) cada um.

Informações sobre as ações da Fapern podem ser obtidas no site www.fapern.rn.gov.br. (Com informações da Fapern)

Fonte: Gestão CT

CGEE realiza Encontro Estratégico-Capital Intelectual na Europa: o Projeto InCas

CGEE realiza Encontro Estratégico-Capital Intelectual na Europa: o Projeto InCas

No dia 2 de dezembro, será realizado no Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em Brasília, o "Encontro Estratégico - Capital Intelectual na Europa: o Projeto InCas". Na ocasião, haverá palestra do professor José Maria Viedma Marti, da Universidade Politécnica de Barcelona. Marti leciona também na Universidade Politécnica da Catalunha, Espanha, e seus estudos enfatizam temas relacionados à gestão do conhecimento e do capital intelectual e aprendizagem organizacional.

O InCas é um projeto empresarial que atua promovendo a colaboração entre instituições acadêmicas de ponta e associações de pequenas e médias empresas.

O evento será transmitido ao vivo pelo site www.cgee.org.br. (Com informações da CGEE)

Fonte: Gestão CT

Seminário Internacional de Integração Produtiva: Caminhos para o Mercosul

Brasília é sede do Seminário Internacional de Integração Produtiva: Caminhos para o Mercosul


Nos dias 8 e 9 de dezembro, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) irão realizar o "Seminário Internacional de Integração Produtiva: Caminhos para o Mercosul", que reunirá gestores públicos, formuladores de políticas, empresários, gestores de entidades, pesquisadores e representantes de órgãos regionais e internacionais. No dia 8, o evento terá início às 19h. No dia 9, será das 8h30 às 18h. O seminário será realizado no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília (DF).

O seminário tem como principal objetivo propor diretrizes para a integração produtiva no Mercosul, com a identificação de pontos a serem trabalhados nas agendas dos órgãos governamentais dos países-membros, órgãos relacionados e setor empresarial. Para isso, especialistas debaterão sobre o conceito de integração produtiva, sobre casos vividos em outras regiões e o que pode ser replicado no Mercosul, os papéis dos setores privado e público neste processo, quais as indústrias e atividades com maior potencial de integração no bloco, entre outros aspectos relevantes.

A programação do seminário está disponível neste link. Mais informações, no site www.abdi.com.br, ou pelo telefone (11) 3676-0688.(Com informações da ABDI)

Fonte: Gestão CT