quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bolsas de pós-graduação na Alemanha em “International Media Studies

A DW Akademie, instituto de formação profissional da Deutsche Welle, a emissora internacional da Alemanha, está oferecendo 15 bolsas integrais para seu primeiro curso de pós-graduação Master “International Media Studies (IMS)”. O curso bilíngue é fruto de parceria entre a Deutsche Welle, a Universidade de Bonn e a Universidade de Ciências Aplicadas (Fachhochschule) de Bonn-Rhein-Sieg.

O primeiro ano letivo do novo master começará em setembro de 2009 em Bonn. O curso terá a duração de quatro semestres em período integral. O master objetiva uma formação profissional tanto prática quanto com fundamentos científicos. Seu programa abrangerá meios de comunicação e desenvolvimento, jornalismo, ciência da comunicação e gestão de meios de comunicação.

Os candidatos têm ser de países em desenvolvimento e possuir bacharelado, além de pelo menos um ano de experiência profissional na área de comunicação, como jornalista, gestor de veículo de comunicação ou assessor de comunicação. É necessário ter proficiência tanto em inglês quanto em alemão, uma vez que o curso é bilíngue.

Prazo final para candidaturas: 31 de maio de 2009.

Mais informações:

· sobre o Master IMS: www.ims-master.de

· sobre a DW Akademie: www.dw-akademie.de

· ou por e-mail

Pedidos de esclarecimentos e candidaturas às bolsas devem ser encaminhados (em alemão ou inglês) diretamente à DW Akademie. O DAAD está apenas colaborando na divulgação do curso.

Fonte: DAAD

Nanocristais de uso farmacêutico, desenvolvidos por pesquisadora brasileira, poderão ser usados no tratamento contra o câncer

Reduzir para absorver

Cerca de 40% dos novos medicamentos formulados por laboratórios em todo o mundo não são aprovados nos testes clínicos por não serem absorvidos adequadamente pelo organismo humano. Para reduzir esse problema, uma alternativa é o desenvolvimento dos nanocristais de uso farmacêutico.

O cenário foi apresentado por Maria Inês Ré, fundadora do Laboratório de Tecnologia de Partículas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), na manhã desta terça-feira (11/11), durante o Workshop Nanobio, na sede da entidade na capital paulista.

A pesquisadora, que atualmente conduz um projeto de pesquisa no Rapsodee Research Centre, vinculado à École des Mines d'Albi-Carmaux, na França, apresentou parte de seus estudos naquele país, realizados em parceria com a indústria e o governo, relacionados com a formulação de novos medicamentos para o tratamento do câncer.

“O desenvolvimento de nanocristais para a área farmacêutica é uma tendência nova que está sendo estudada em alguns laboratórios pelo mundo. As pesquisas com nanocristais em sistemas microfluídicos são bem recentes e começaram a ser conduzidas a partir de 2006”, disse Maria Inês.

Ainda não há, segundo ela, produtos com essa tecnologia no mercado. “E em termos de desenvolvimento mundial desse tipo de processo, o Brasil está na linha de frente ao lado da China, Japão, Estados Unidos e de alguns países da Europa”, apontou a pesquisadora, que apresentou a palestra Nanopartículas e nanoencapsulação.

Além de boa parte dos fármacos lançados no mercado ser muito potente, segundo ela os problemas de má absorção podem ser explicados pelo fato de a maioria dos fármacos reprovados nos testes clínicos ser extremamente hidrofóbica, ou seja, apresenta grande dificuldade de solubilizar no organismo humano, principalmente as moléculas sintetizadas.

“Por isso é preciso reduzir o tamanho desses medicamentos até a escala nanométrica visando a aumentar sua área de contato com os fluidos biológicos do organismo e a favorecer a solubilização e a absorção correta do fármaco pelo organismo”, explicou.

De acordo com a pesquisadora, que teve apoio da FAPESP para alguns projetos de pesquisa relacionados a sistemas de micro e nanoencapsulação – capazes de identificar o órgão, tecido ou célula a ser tratado –, os resultados do trabalho desenvolvido na instituição francesa poderão ser utilizados, por meio de um convênio firmado com o IPT, pelos pesquisadores e pela indústria dos dois países.

“Assim como ocorre com a exploração das propriedades da matéria na escala nanométrica, estamos explorando as propriedades dos fluidos para a mistura de líquidos que gerem partículas de interesse farmacêutico. Estamos associando competências para a geração dos nanocristais, levando em conta todos os riscos e a compatibilidade dos materiais envolvidos no processo”, apontou.

Segundo ela, as metodologias de desenvolvimento dos nanocristais validadas durante seu intercâmbio no Rapsodee Research Centre deverão ser transferidas aos pesquisadores brasileiros, podendo gerar benefícios para a indústria farmacêutica nacional.

“O conhecimento gerado na França com a validação dos sistemas microfluídicos para a obtenção dos nanocristais permite que essas metodologias sejam posteriormente alteradas e adaptadas. Essas informações deverão ser absorvidas pelo grupo de cristalização do IPT, transformando-se em conhecimento tecnológico para o país”, disse.

Nanobiotec
O Workshop Nanobio, que apresentou aplicações da nanobiotecnologia em áreas como saúde, meio ambiente e agronegócio, teve o objetivo de discutir possibilidades de elaboração de projetos de pesquisa a serem apresentados ao edital do Programa Rede-Nanobiotec-Brasil da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O programa, que teve seu prazo para a apresentação de projetos adiado para 28 de novembro, apoiará estudos sobre as implicações de produtos, processos e serviços nanotecnológicos com foco na formação de recursos humanos, por meio da implantação da Rede de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, Cooperação Acadêmica e Acadêmica-Empresarial no país.

“A importância desse programa é que ele visa não apenas a apoiar as pesquisas científicas sobre nanobiotecnologia, mas também a analisar seus riscos, que podem eventualmente se transformar em oportunidades. Nós cientistas não podemos ter medo dos riscos”, disse no evento o físico Sérgio Mascarenhas, professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) e diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP de São Carlos, por ele fundado em 1996.

Mais informações:
www.capes.gov.br/editais/abertos/2300-programa-de-nanobiotecnologia

Thiago Romero/ Agência FAPESP

Para cientistas divulgação do conhecimento científico deve orientar sensibilização da sociedade para a conservação

Divulgar para preservar

Os caminhos concretos para a transformação do conhecimento científico em políticas públicas de conservação. Esse foi o tema debatido nesta terça-feira (11/11), em São Paulo, no último dia do simpósio “Biologia evolutiva e conservação da biodiversidade: aspectos científicos e sociais”.

Um dos aspectos debatidos no evento – realizado pelos programas Biota-FAPESP e bioGENESIS, da organização internacional Diversitas, sediada no Museu de História Natural, em Paris, na França – foram as estratégias mais favoráveis para sensibilizar os gestores públicos e a sociedade para a necessidade da preservação da biodiversidade.

O debate final foi conduzido pelos dois coordenadores científicos do evento: Carlos Alfredo Joly, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e ex-coordenador do Biota-FAPESP, e Lúcia Garcez Lohmann, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e integrante brasileira do comitê científico do bioGENESIS.

Depois de apresentar, no primeiro dia, os mais recentes avanços da pesquisa na área de biologia evolutiva e suas implicações para a aplicação na conservação da biodiversidade, o simpósio dedicou o último dia a debater os mecanismos para a efetiva aplicação desses estudos.

“Trouxemos participantes de várias das instituições que trabalham para fazer essa ligação entre a pesquisa científica e aplicações. O objetivo era orientar estudantes, professores e pesquisadores que querem fazer isso e não têm idéia de como proceder”, disse Lúcia.

Segundo ela, o evento permitiu que os participantes situassem suas próprias pesquisas no cenário das últimas inovações da área e também em relação às instituições encarregadas de levá-las ao plano prático. “Os pesquisadores puderam avaliar a relevância de seus próprios estudos”, disse.

Além da Diversitas, do bioGENESIS e do Biota-FAPESP, a professora se referia a instituições como o Mecanismo Internacional de Expertise Científica em Biodiversidade (Imoseb), o Biodiversity Observation Network (Geo Bon) e a rede européia European Distributed Institute of Taxonomy (Edit).

Uma questão sobressaiu no debate com o público: que meios utilizar para convencer a opinião pública e, conseqüentemente, os tomadores de decisão, de que a preservação da biodiversidade tem importância crucial.

“Quase sempre, nas discussões sobre a tomada de decisões relacionadas à conservação da biodiversidade, os aspectos relacionados aos serviços de ecossistemas são levantados. Esse é um ponto que nós biólogos – em particular os taxonomistas – temos tentado colocar em discussão, porque restringe a necessidade de conservação a uma visão utilitária dos organismos. Achamos que é preciso preservar a biodiversidade por si mesma”, disse Lúcia.

Para a maior parte dos cientistas presentes, o melhor caminho para estimular as políticas de preservação é o conhecimento da biodiversidade. “As pessoas querem preservar o que conhecem. Por isso costumamos dizer que a taxonomia está para a conservação assim como a língua está para a educação. Sem conhecer, não há como preservar”, afirmou.

Para Michael Donoghue, da Universidade Yale, nos Estados Unidos, a importância dos serviços de ecossistemas – como regulação da erosão, manutenção da qualidade do ar, purificação da água, controle de doenças e provisão de produtos naturais – é sempre ressaltada porque “parece ser uma argumentação mais fácil de ‘vender’ para quem cria as políticas de conservação”.

“Mas acho que esse não é o único tipo de estímulo que gera resposta nos gestores públicos. A maior parte da população não sabe o que são serviços de ecossistemas. Por outro lado, a preservação de pandas e baleias tem uma apelo muito popular, sendo que o fim dessas espécies não representaria a supressão de nenhum serviço de ecossistemas”, apontou.

Elena Conti, professora da Universidade de Zurique, na Suíça, enfatizou o papel importante da educação e da divulgação científica para influenciar as tomadas de decisão.

“O papel dos biólogos inclui a produção de mais materiais didáticos que ajudem as crianças a conhecer a biodiversidade, estimulando a vontade de preservar. Eu gostaria de ver a produção de filmes que mostrassem como ficaria o mundo em diferentes cenários de redução da biodiversidade”, sugeriu.

Expressão e negociação
Para Maria Cecília Wey de Brito, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), se gestores, responsáveis por políticas de conservação ou a opinião pública não dão importância suficiente à biodiversidade, a razão disso não é uma suposta falta de sensibilização.

“A comunidade científica deveria rediscutir sua argumentação e sua forma de expressão do conhecimento. Se ninguém entende o que dizemos ou se ninguém faz uso do que ensinamos, há algo de errado na comunicação”, disse.

Segundo ela, é preciso diminuir a distância subjetiva existente entre a comunidade científica e os especialistas em conservação que atuam em entidades governamentais.

“Eu não me sinto distante desse público de pesquisadores. E é evidente que não preciso ser sensibilizada em relação à importância da biodiversidade. Mas falta à comunidade ambientalista – em seu sentido mais amplo – entender que não há como fazer as coisas virarem realidade sem negociações. Não há meios para fazer prevalecer sempre os pontos de vista de nenhum grupo, ainda que eles sejam absolutamente relevantes”, afirmou.

Ao responder às perguntas da platéia após sua exposição no simpósio, Maria Cecília debateu com pesquisadores a polêmica em torno da divulgação, em setembro, da lista das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção.

A lista original elaborada pela Fundação Biodiversitas, sediada em Minas Gerais e incumbida pelo governo de fazer a pesquisa, apresentava 1.495 espécies. O MMA, no entanto, publicou uma lista com 472 espécies ameaçadas e outra lista com 1.079 espécies com deficiência de dados.

“Alguns pesquisadores acusaram o ministério de fazer uma lista política. Ela não era política, absolutamente. Mas a lista original era impraticável do ponto de vista da aplicação. As informações sobre muitas espécies eram insuficientes para confirmar o risco. Se deixamos passar algo assim e alguém descobrir que uma daquelas espécies existe em profusão, além de deslegitimar a lista inteira, vamos colocar a pessoa que vai aplicá-la em situação de improbidade administrativa”, disse.

As apresentações do simpósio estão disponíveis no link

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Arquivo Público do Estado de São Paulo digitalizará acervos da ditadura militar no Brasil (1964 - 1985)

Documentos da ditadura na internet
O Arquivo Público do Estado de São Paulo deu início no dia 7 de novembro a sua participação no projeto Memórias Reveladas – Centro de Referência das Lutas Políticas, 1964-1985, uma iniciativa da Casa Civil da Presidência da República, com a coordenação do Arquivo Nacional.

Segundo o Arquivo Público de São Paulo, o projeto pretende catalogar acervos e colocar à disposição do público, pela internet, os registros documentais sobre as lutas políticas no Brasil durante a ditadura militar.

O Centro de Referência das Lutas Políticas conta com mais de 13 mil páginas de documentos. Em 2005, a Casa Civil determinou que as instituições federais transferissem toda a documentação sobre a ditadura militar para o Arquivo Nacional.

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin), por exemplo, teve recolhidos todos os arquivos do Conselho de Segurança Nacional (CSN), da Comissão Geral de Investigações (CGI) e do Serviço Nacional de Informações (SNI). Com esse grande volume de documentos, o Arquivo Nacional aumentou em mais de dez vezes o seu acervo sobre a ditadura militar.

A participação paulista na primeira fase do projeto terá duração de oito meses. Dentre as atividades previstas está a microfilmagem de 2 mil pastas com dossiês. Para isso, será adquirida uma microfilmadora com a qual o Arquivo Público também irá atender aos pedidos de microfilmagem dos centros de pesquisa de São Paulo. O projeto prevê ainda a digitação de 420 mil fichas temáticas do Arquivo Geral do Deops. Nessa fase, apenas essas fichas poderão ser consultadas pelo público.

O Estado de São Paulo mantém registros do Deops abertos para consulta pública desde o início da década de 1990, mediante a assinatura de um termo de responsabilidade pelo pesquisador.

Desde então, os arquivos do Deops são os mais procurados no Arquivo Público do Estado, principalmente por pesquisadores e por pessoas investigadas durante a ditadura militar. Trata-se do maior acervo do gênero no país, com 150 mil prontuários, 1,1 milhão de fichas e 9 mil pastas com dossiês, 1,5 mil pastas de Ordem Política e 2,5 mil pastas de Ordem Social.

Documentos secretos
Este ano foi firmado um acordo de cooperação técnica entre 25 instituições e o Arquivo Nacional para a implantação de uma política pública de integração em rede de acervos e instituições.

De acordo com o projeto, será criado o banco de dados Memórias Reveladas, alimentado on-line pelas instituições parceiras com informações dos acervos do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops), referentes ao período de 1964-1985. Também fará parte desse banco de dados a documentação do Arquivo Nacional sobre a ditadura militar.

O banco de dados estará disponível na internet para a livre consulta e permitirá recuperar e identificar informações sobre a repressão no Brasil. Apenas os documentos sigilosos não serão disponibilizados na internet. A classificação de documentos como “ultra-secretos” era comum no passado, com sigilo de 10, 15 ou até 30 anos, renováveis pelo mesmo período. Os documentos cujo prazo de sigilo já tenha expirado e aqueles que não possuem qualquer classificação poderão ser livremente consultados.

Também está prevista no projeto uma linha de financiamento para organização e tratamento de acervos de diversos fundos documentais sob a guarda de arquivos públicos estaduais e centros de documentação em universidades.

Mais informações: www.arquivoestado.sp.gov.br ou (21) 2234 - 7338/7457

Fonte: Agência FAPESP

4º Congresso Internacional de Comunicação, Cultura e Mídia

O 4º Congresso Internacional de Comunicação, Cultura e Mídia (coMcult) será realizado juntamente com o 1º Simpósio Internacional ReVer Flusser no Núcleo de Design do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, de 12 a 15 de novembro.

O coMcult é um evento anual promovido pelo Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia com o objetivo de permitir a divulgação e a interlocução de pesquisas em áreas como as ciências da comunicação e as ciências humanas.

O tema central escolhido este ano foi “Cultura da imagem”, para o qual estão programadas sessões que devem abrigar trabalhos científicos de outras áreas do conhecimento que fazem investigação sobre objetos inscritos nessa área temática central.

A conferência de abertura será nesta terça-feira (12/11), às 20h, com homenagem a Edith Flusser, viúva e curadora do acervo do filósofo Vilém Flusser (1920-1991). O presidente da FAPESP, Celso Lafer, estará presente.

Nascido em Praga, atual República Tcheca, Flusser viveu cerca de 30 anos no Brasil, tendo escrito diversos livros, como Língua e realidade (1963), Da religiosidade (1967), Pós-história (1982) e A filosofia da caixa preta: Ensaios para uma futura filosofia da fotografia (1983).

Também colaborou com a Revista Brasileira de Filosofia e com os jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo. Flusser foi professor convidado de filosofia da ciência da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e ajudou a fundar o curso de comunicação social da Fundação Armando Álvares Penteado.

Mais informações: www.belasartes.br/comcult

Fonte: Agência FAPESP

Congresso Internacional Novas Fronteiras da Subjetivação

Examinar algumas das novas fronteiras da subjetivação decorrentes do impacto de profundas transformações ocorridas a partir da segunda metade do século 20 é o objetivo do Congresso Internacional Novas Fronteiras da Subjetivação, que será realizado de 19 a 21 de novembro, no Instituto Metodista Bennet, no Rio de Janeiro.

O encontro é realizado pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com o Programa de Cooperação Intercultural Brasil-Alemanha e com o Programa de Estudos e Pesquisa da Ação e do Sujeito.

Entre as palestras programadas estão “Entre objetos naturais e sujeitos culturais”, com Maurizio Meloni (Universidade de Roma “La Sapienza”), “As origens da possessão e a moralidade”, com Philippe Rochat (Universidade Emory, Estados Unidos), “O valor trabalho: ponto cego entre imanência e transcendência”, com Eric Lecerf (Universidade de Paris), e “Sou o que sou: do ‘natural’ ao geneticamente transformado”, com Sophia Vackimes (Instituto Max Planck da História da Ciência, Berlim).

Mais informações: www.pepas.org ou (21) 2234-7338/7457

Fonte: Agência FAPESP