segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Interdisciplinaridade e resolução de problemas: algumas questões para quem forma futuros professores de ciências

Interdisciplinarity and problem solving: some important issues for those who educate future science teachers


Aprender para ensinar
Muitos professores de ciências do ensino básico enfrentam situações de constrangimento por ter que ensinar conteúdos de disciplinas para as quais não foram adequadamente preparados. Um estudo realizado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP) – conhecida como USP Leste – mostra que uma formação fundamentada na interdisciplinaridade e na resolução de problemas pode ser a solução para essas situações.

O estudo, que analisou o currículo implantado no curso Licenciatura em Ciências da Natureza da EACH, teve como resultado um ensaio publicado na revista Educação & Sociedade. A pesquisa foi feita por Silvana Santos, pesquisadora do Centro de Estudos do Genoma Humano da USP – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP –, e por Maria Elena Infante-Malachias, também geneticista e professora de didática da EACH.

Segundo as autoras, o curso da EACH – que, diferente dos de outras unidades da USP, não tem departamentos – está estruturado de forma a oferecer uma visão abrangente e integrada das ciências da natureza e da matemática, “contribuindo para adequar a grade curricular à formação do professor de ciências”. O curso tem o objetivo de formar professores de ciências preparados para ensinar conteúdos de diferentes disciplinas, como física, biologia, química, astronomia, geologia e matemática.

De acordo com Maria Elena, com a expansão da pesquisa científica e a crescente especialização, a formação do professor de ciências se tornou mais complexa e problemática. A formação disciplinar rigorosa, segundo ela, impede um olhar mais amplo sobre a natureza do conhecimento. A análise indica que esse contexto resulta em um baixo desempenho dos professores de ciências e, principalmente, em um menor interesse pela ciência.

“Uma análise qualitativa parcial indica que a ciência é absolutamente carente de sentido para os alunos. Nós, professores de ciências, pela nossa formação, acabamos tornando o conhecimento pouco atraente e esquecemos de mostrar os aspectos humanos, sociais, culturais, históricos e políticos da construção desse conhecimento”, disse Maria Elena.

O estudo analisa as principais mudanças propostas para a formação inicial de professores da educação básica. Segundo o ensaio, uma das soluções encontradas para melhorar a formação inicial desses professores foi o rompimento do vínculo bacharelado-licenciatura. A proposta de flexibilização da gestão pedagógica e a reafirmação da autonomia escolar também permitiram às instituições de ensino superior a responsabilidade de elaborar seus projetos pedagógicos.

No esquema tradicional de formação de professores, concebido na década de 1930, a formação pedagógica tinha um caráter de complementação para a formação profissional. Esse esquema predominou na USP até 2005. “Para atuar como professor, o estudante ingressava em um curso de bacharelado, completando sua formação com disciplinas da licenciatura, oferecidas pela Faculdade de Educação”, explicou.

O parecer que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais (em 2001) também representou, segundo a pesquisadora, um avanço na medida em que se tornou necessária a organização em torno das competências profissionais em vez da tradicional relação de disciplinas e a inserção de eixos articuladores, como o da interdisciplinaridade.

Para Maria Elena, de forma geral, a discussão sobre interdisciplinaridade nos currículos apresenta, entre outros problemas, um foco muito amplo e a falta de definição de um eixo articulador. O problema principal, segundo ela, é que não existe essa discussão, “apenas se cita a necessidade de uma visão ou de uma perspectiva interdisciplinar”.

“Antes de definir um eixo articulador – que é muito importante –, falta uma discussão aprofundada sobre o conceito de interdisciplinaridade. Se não há um consenso na literatura especializada, seria oportuna uma reflexão e recriação do conceito por parte dos profissionais que participam de uma proposta ou de um curso de formação de professores, claro que de acordo com o contexto e com a realidade”, afirmou.

Um dos equívocos comuns, segundo ela, é confundir o conceito com uma formação mais generalista. Mas interdisciplinaridade não é antônimo de especialização.

“A interdisciplinaridade concebida como processo de construção de conhecimento e no caso da ciência não apenas de ciências, senão sobre a ciência, colaboraria para desmontar a visão positivista e ajudaria a compreender o processo de construção social, com algumas importantes conseqüências para a cidadania também. Precisamos formar profissionais especializados em pensar por si mesmos”, disse.

Resolução de problemas
O estudo analisou também a introdução da disciplina Resolução de Problemas (RP) no currículo do curso de formação de professores da EACH. Todos os alunos, dos dez diferentes cursos, têm disciplinas comuns para a sua formação.

“A organização dessas disciplinas mostra uma preocupação evidente para que os alunos entrem em contato com os conhecimentos, a linguagem e a maneira de ver o mundo a partir de diferentes campos do conhecimento, e isso ocorre antes de cursar as disciplinas específicas do seu curso”, disse Maria Elena.

“O docente é um tutor. Ele orienta os alunos que, em pequenos grupos, trabalham tentando responder perguntas que exigem organização e colaboração. Apesar de interessante, essa prática é muito diferente da prática comum à docência universitária. É uma metodologia ativa, na qual o aluno assume responsabilidades e se torna um sujeito ativo”, disse.

Segundo ela haveria necessidade de se analisar mais profundamente a proposta da disciplina, uma vez que ela adquiriu personalidade própria. Para entender melhor, ou para assumir a disciplina RP com “a cara” da EACH, “seria importante uma discussão, mesmo que inicial e ainda superficial, para começar o debate”.

Para ler o artigo Interdisciplinaridade e resolução de problemas: algumas questões para quem forma futuros professores de ciências, de Silvana Santos e Maria Elena Infante-Malachias, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP

SUS 20 Anos: desafios para a comunicação e informação em saúde

Seminário discute desafios para comunicação em saúde
O seminário SUS 20 Anos: desafios para a comunicação e informação em saúde será realizado no salão de leitura da Biblioteca de Ciências Biomédicas, no campus da Fundação,em Manguinhos, nos dias 10 e 11 de novembro. O presidente da Fiocruz, Paulo Buss, abrirá o evento com o tema Determinantes Sociais, 20 anos do SUS e a Informação. As inscrições são gratuitas e já estão abertas.

O SUS na informação e comunicação, Informação em C&T em Saúde, Comunicação e Saúde e Informação em Saúde são os eixos temáticos do evento, que contará ainda com as mostras Fsesp e VideoSaúde e uma exposição fotográfica. O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), da Fiocruz; a Associação Brasileira de Pós-graduação em Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) são os organizadores da iniciativa.

Serviço
Salão de Leitura da Biblioteca de Ciências Biomédicas (Fiocruz)
Av. Brasil, 4.365 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos, Rio de Janeiro
Tel.: (55xx21) 3865-3131 Fax.: (55xx21) 2270-2668.

Mais informações no site.

Fonte: Portal Fiocruz

Unicamp acaba de conquistar a Cátedra FAO de Segurança Alimentar e Nutricional

Procuram-se talentos

A Unicamp acaba de conquistar a Cátedra FAO de Segurança Alimentar e Nutricional. A Universidade, que concorreu com várias instituições latino-americanas, receberá recursos da ordem de US$ 40 mil que serão alocados em pesquisas na área.

Segundo Walter Belik, professor do Instituto de Economia e coordenador do projeto, a cátedra da Organização para a Agricultura e a Alimentação das Nações Unidas funcionará como um espaço de pesquisa e docência interdisciplinar. Professores, pesquisadores e alunos de pelo menos cinco unidades da Unicamp dedicam-se hoje aos estudos de temas relacionados à segurança alimentar.

A intenção é reuni-los em um grupo, agregando representantes de outras faculdades e institutos. A proposta apresentada pela Unicamp tem como objetivo a formação de novos pesquisadores, que serão escolhidos por meio de concurso que oferecerá auxílios para projetos de iniciação científica, teses e publicação de artigos. As propostas, que serão analisadas por uma comissão, devem ser entregues até 5 de novembro.

Em entrevista ao JU, Belik fala sobre a cátedra e analisa os efeitos da crise financeira no combate à fome no Brasil e no mundo.

Mais informações pelo site

Fonte: Jornal Unicamp

Satélite monitorará biomas do Brasil

O Ministério do Meio Ambiente deve começar, ainda neste ano, a monitorar por satélite todos os biomas brasileiros, com objetivo de combater o desmatamento. À Amazônia, da qual o Brasil capta imagens de satélite desde 1988, serão somados Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa — num total de 4,3 milhões de quilômetros quadrados, uma área maior do que a Índia e sobre a qual não há dados confiáveis a respeito da degradação florestal.

A previsão do ministério é que as informações estejam disponíveis a partir do ano que vem. Com o monitoramento por satélite, será possível elaborar com mais precisão políticas públicas de conservação ambiental.

O projeto de monitoramento dos biomas brasileiros via satélite é uma parceria entre o PNUD, o Ministério do Meio Ambiente e o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). No primeiro ano — até 31 de dezembro de 2009 —, será financiado integralmente pelo PNUD, que também será responsável pelos editais para contratação de pessoal e compra de equipamentos. No total, serão disponibilizados US$ 663.997.

O monitoramento dos biomas será iniciado pela leitura das imagens do Cerrado. De acordo com Júlio Roma, técnico especializado do ministério, esse é o bioma sob maior pressão humana depois da Amazônia. “A expansão das commodities agrícolas está acontecendo atualmente no Cerrado. Este seria o bioma sob forte impacto hoje, além da Amazônia. Só que a Amazônia já tem esse sistema de monitoramento que está sendo bastante eficiente. Por isso priorizar o Cerrado.”

A Amazônia é monitorada por dois sistemas de satélite, o PRODES (Programa de Cálculo de Deflorestamento da Amazônia) e o DETER (Detecção do Desmatamento em Tempo Real). O PRODES, implantado há 20 anos, mede a taxa anual de áreas totalmente desmatadas; como a observação é feita nos meses de seca, sem muitas nuvens, os dados são detalhados e precisos. Já o DETER, lançado em 2004, é um sistema de alertas mensais que não mede áreas desmatadas, mas lugares em que pode estar havendo desmatamento. Seus dados são menos precisos porque muitas vezes a observação é prejudicada pelas condições climáticas.

O monitoramento dos outros biomas será semelhante ao do PRODES, e terá seus dados divulgados anualmente. Serão usadas imagens do satélite chinês Cbers, do americano Langsat e do japonês Alos. A interpretação das informações ficará a cargo dos técnicos do Centro de Monitoramento Ambiental do IBAMA, que, segundo Roma, será responsável por toda a parte técnica do projeto.

Após o término do financiamento do PNUD, no final do ano que vem, o ministério vai buscar novas fontes de recurso, até ser possível incluir o gasto do monitoramento no orçamento do governo federal, afirma o técnico. “A gente não está falando de muitos recursos, então acreditamos que vamos conseguir sem grandes dificuldades. Este projeto com o PNUD é da ordem de R$ 1 milhão, só que depois que a estrutura estiver funcionando bem, os custos diminuem.”

O coordenador da unidade de meio ambiente do PNUD, Carlos Castro, não descarta possibilidade de a instituição disponibilizar recursos adicionais para o projeto, caso ele tenha sucesso. Para o coordenador, o monitoramento dos biomas extra-amazônicos é de grande importância, pois somente com este acompanhamento será possível questionar o desmatamento nessas regiões. (MARIANA DESIDÉRIO / PrimaPagina)

Fonte: PNUD Brasil

Perspectivas para a pesquisa em computação no Estado de São Paulo

Visibilidade para a computação
Estimular a internacionalização, atrair bolsistas de pós-doutorado e estreitar as relações com o mundo corporativo são medidas necessárias para fortalecer a área de ciência da computação. O tema foi discutido durante o workshop “Perspectivas para a pesquisa em computação no Estado de São Paulo”, realizado nesta terça-feira (21/10) na sede da FAPESP.

O evento reuniu cerca de 25 pesquisadores da área, incluindo responsáveis por Projetos Temáticos e coordenadores de pós-graduação dos cursos de ciências da computação. De acordo com um dos palestrantes, José Carlos Maldonado, professor do Departamento de Ciências da Computação e Estatística da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, o objetivo principal foi discutir ações que permitam aumentar os resultados e a visibilidade da pesquisa na área.

“O Estado de São Paulo é responsável por mais de 50% da produção científica do país e, na área de computação, forma de 30% a 40% dos recursos humanos. Precisamos ter uma visibilidade compatível com essa relevância. Para isso, temos que identificar com mais precisão nossas dificuldades e competências”, disse.

Segundo ele, uma das necessidades apontadas durante o workshop é o estímulo à realização de eventos internacionais. “Trazer visitantes internacionais, incluindo jovens pesquisadores e grandes personalidades da área, é importante para aprender a trabalhar em rede. Esses visitantes eventualmente podem se interessar em vir trabalhar, cooperar ou fazer seus pós-doutorados aqui”, disse Maldonado, um dos coordenadores da FAPESP na área de Ciência e Engenharia da Computação e presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

As discussões também apontaram para a necessidade de estimular a procura pelo pós-doutorado, que, segundo Maldonado, tem um papel central no sistema de produção científica. “Notamos que o número de pós-doutorandos na área no Estado de São Paulo não tem crescido, mesmo com um apoio muito forte da FAPESP, com bolsas e recursos complementares de valores bastante significativos”, disse.

Manter os doutores nas instituições de pesquisa não é uma missão fácil, porque a demanda e os salários no mercado são altos. “A concorrência do mercado em computação é salutar e é importante formar gente competente para o setor produtivo. Por outro lado, temos que pensar na realimentação do sistema de pesquisa. Se não formos capazes de manter alguns pós-doutores, quebramos a cadeia de formação e a indústria também acabará prejudicada”, afirmou.

A possível solução para o impasse pode estar ligada à internacionalização e à cooperação com o setor privado. “Já existem iniciativas para tentar trazer aporte financeiro capaz de melhorar o valor das bolsas, em cooperação com a indústria. Há exemplos muito bons disso em outras áreas como a de petróleo, no caso da Petrobras”, disse.

Outra prioridade para o pós-doutorado é atrair estudantes de outros países, principalmente da América Latina. “Com programas de doutorado-sanduíche podemos atrair pós-doutores dos países desenvolvidos. Mas há um potencial ainda maior entre os estudantes latino-americanos, que têm maior identificação cultural”, afirmou.

Segundo Maldonado, a pós-graduação em computação tem grande potencial de crescimento no Brasil. O país tem 16 programas de doutorado e 46 de mestrado na área. Em comparação, física tem 31 programas de doutorado e 48 de mestrado e química tem 36 de doutorado e 59 de mestrado.

“Dos 733 docentes permanentes da área em todo o Brasil, 175 estão em São Paulo, 118 no Rio de Janeiro, 60 em Minas Gerais e 20 no Espírito Santo. A região Sul tem 169, o Nordeste 128, o Centro-Oeste 37 e o Norte 26”, apontou.

Oportunidades desperdiçadas

De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, que idealizou o workshop, a Fundação teve, em 2007, mais de 500 solicitações de auxílio na área de computação, contra cerca de 100 em 1993. As concessões passaram de 50, em 1993, para mais de 200 em 2007. Segundo ele, a FAPESP é a principal responsável por financiar pesquisa na área.

“A FAPESP investe cerca de R$ 12 milhões anualmente. São Paulo conta também com cerca de R$ 6 milhões do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico] e R$ 2 milhões da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior]”, disse.

Apesar do considerável volume de recursos, segundo Brito Cruz, São Paulo ainda conta com um número muito baixo de bolsas concedidas por pesquisador no pós-doutorado em computação. “Isso não ocorre por falta de recursos. Ao contrário, faltam projetos que cumpram os critérios de excelência para preencher toda a oferta de bolsas. Em mestrado e doutorado isso não acontece e o número de bolsas concedidas é equivalente à oferta”, afirmou.

Segundo ele, em 2007 a FAPESP concedeu cerca de 40 bolsas de mestrado, 25 de doutorado e 15 de pós-doutorado na área. “O número que calibra a quantidade de pós-doutorandos em uma boa universidade de pesquisa internacional é o número de doutorados defendidos no ano. Mas, nas universidades paulistas, o número de pós-doutorandos é mais ou menos equivalente a um terço do número de doutores formados. Isso mostra que há oportunidades que não estão sendo aproveitadas”, disse.

O Auxílio Pesquisador Visitante, modalidade oferecida pela FAPESP também não é suficientemente aproveitado na área de computação, segundo Brito Cruz, embora seja um recurso importante para promover a projeção internacional da pesquisa brasileira. Nos últimos 16 anos, houve 99 solicitações e 69 concessões.

“Seis solicitações por ano é um número muito baixo. Isso é um indicador da falta de comunicação das nossas instituições de pesquisa com o resto do mundo. Esses recursos permitem trazer pesquisadores para visitas de uma semana a um ano. É uma experiência valiosa para um aluno brasileiro ter em sua universidade palestras dos cientistas de expressão internacional que escreveram os livros que são usados em aula. Mas não estamos usando esse recurso”, ressaltou.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Cetec oferece vagas em diversas áreas

A Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec) está com uma série de vagas de emprego e bolsas para profissionais de diversas áreas de atuação.

  • Secretária, com segundo grau completo e experiência em atendimento a clientes e rotinas administrativas. Carga horária de 40 horas semanais. Salário de R$ 519 mais benefícios.
  • Profissional com curso superior nas áreas de exatas ou humanas com experiência em Gestão de Projetos, Gestão para a Qualidade, conhecimentos avançados em informática e habilidade para lidar com as pessoas na atuação e suporte às atividades de Planejamento Estratégico, Gestão de Processos vinculados a Projetos, dentre outras atividades. Carga horária de 40 horas semanais.
  • Técnico em Informática para atuar como bolsista no projeto "Adequação do Setor de Biotecnologia e Tecnologia Química do Cetec às normas de boas práticas laboratoriais para o desenvolvimento e controle da qualidade de produtos". Carga horária de 40 horas semanais. Salário de R$ 724.
  • Técnico de Edificações com experiência para atuar na organização e manutenção do acervo de plantas arquitetônicas, das instalações hidrosanitárias, elétricas, dentre outras atividades da área na Instituição. Carga horária de 40 horas semanais. Salário de R$ 670 mais benefícios.
Os interessados em participar da seleção devem enviar seus currículos para o e-mail ou ligar para 3489-2372 e conversar com Aline ou Juliana.

Fonte: CETEC