quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Brasil conquista primeiro lugar na Olimpíada Iberoamericana de Matemática

Brasil é primeiro na Olimpíada Iberoamericana de Matemática

O Brasil ficou em primeiro lugar na 23ª edição da Olimpíada Iberoamericana de Matemática, realizada de 20 a 28 de setembro em Salvador.

Com duas medalhas de ouro e duas de prata, o país foi o primeiro colocado entre os 21 participantes. O time brasileiro obteve também a maior pontuação total da competição, com 155 pontos.

Henrique Pondé de Oliveira Pinto, de Salvador, que atualmente estuda em São Paulo, obteve a medalha de ouro atingindo a pontuação máxima da prova, com 42 pontos. Ramon Moreira Nunes, de Fortaleza, também levou o ouro, com 39 pontos.

Régis Prado Barbosa, de Fortaleza, e Renan Henrique Finder, de Joinville, mas que também estuda atualmente na capital paulista, foram os ganhadores das medalhas de prata.

O Brasil participa da competição desde 1985, tendo conquistando desde então 81 medalhas, sendo 44 de ouro, 27 de prata e 10 de bronze.

A Olimpíada Iberoamericana de Matemática é realizada com a colaboração dos ministérios da Educação e das sociedades de matemática dos países participantes, além de grupos de professores e alunos. Os objetivos principais da competição são fortalecer e estimular o estudo da matemática, contribuir para o desenvolvimento científico da comunidade iberoamericana, detectar jovens talentos na área e incentivar a troca de experiências entre os participantes.

Este ano participaram da competição delegações da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, representados por equipes de até quatro alunos, em um total de 81 participantes.

A participação brasileira na competições é organizada por meio da Olimpíada Brasileira de Matemática, iniciativa realizada nas modalidades de ensino fundamental, médio e superior nas instituições públicas e privadas de todo o Brasil que atualmente atinge cerca de 350 mil estudantes e tem desempenhado um importante papel relacionado à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática.

A Olimpíada Brasileira é um projeto conjunto da Sociedade Brasileira de Matemática, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Instituto do Milênio Avanço Global e Integrado da Matemática Brasileira e da Academia Brasileira de Ciências. (Foto divulgação)

Mais informações: www.obm.org.br

Fonte: Agência FAPESP

Colóquio Anual de Engenharia - "120 anos de Engenharia Química: das Operações Unitárias à Nanotecnologia"

A COPPE promove, dias 9 e 10 de outubro, o Colóquio Anual de Engenharia 2008 , que tem como tema principal os "120 anos de Engenharia Química: das Operações Unitárias à Nanotecnologia".

O colóquio contará com a realização de conferências, fóruns de debates e mini-cursos, reunindo professores, cientistas e representantes da indústria.

Promovido pelo Programa de Engenharia Química (PEQ) da COPPE, o evento será realizado no auditório da COPPE, Centro de Tecnologia, Bloco G - sala 122, Ilha do Fundão. Mais informações e inscrições pelo site: www.peq.coppe.ufrj.br/coloquio/index.html

No fórum de abertura, dia 9, às 9h40, será discutido o tema "Retomada e as perspectivas da petroquímica no Brasil", ressaltando a instalação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e a ampliação de atividades de empresas nacionais e multinacionais, com o aquecimento da economia e do mercado de trabalho.

A relação entre a engenharia química e os nanomateriais será o destaque do segundo fórum. As discussões abordarão a evolução da atual engenharia de processos, evidenciando sua contribuição na pesquisa de ponta, na manipulação em escala molecular, resultando no desenvolvimento de novos processos e produtos.

O evento se insere na programação dos 45 anos da COPPE/UFRJ

Fonte: Peq/ COPPE

Sintomas de depressão pós-parto e interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo nos dois primeiros meses de vida

Symptoms of postpartum depression and early interruption of exclusive breastfeeding in the first two months of life

Aleitamento e depressão
Uma pesquisa feita na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) indica que crianças de mães com sintomas de depressão pós-parto apresentam risco 80% maior de interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo.

A pesquisa apontou ainda que no primeiro mês de vida a interrupção precoce de aleitamento materno foi cerca de 60% mais alta entre as crianças que moravam em condições ambientais insatisfatórias. O estudo foi publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, editada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz.

Entretanto, de acordo com Maria Helena Hasselmann, professora do Instituto de Nutrição da Uerj e uma das autoras do artigo, a suspeição de depressão pós-parto foi mais determinante na interrupção da amamentação do que as variáveis socioeconômicas.

“Quando se analisa a escolaridade e as condições ambientais de moradia em relação à manutenção do aleitamento materno exclusivo durante os dois primeiros meses de vida, os fatores socioeconômicos não se mostraram tão importantes como os aspectos psicossociais”, disse.

De acordo com a pesquisadora, a depressão pós-parto (DPP) pode representar não somente os perfis psicológico-emocionais maternos, mas também aspectos relacionados a dificuldades em amamentar. Outra possível explicação estaria atrelada à relação que a DPP tem com os cuidados maternos e a interação mãe-filho.

“Sintomas de depressão no pós-parto imediato podem levar à interrupção precoce do aleitamento em virtude de sentimentos de baixa auto-estima e auto-confiança, o que pode gerar na mãe uma percepção exagerada das dificuldades para amamentar. Isso sugere que mães com DPP podem perder a confiança em seu papel materno, deixando de perceber os benefícios da amamentação”, explicou.

O estudo analisou variáveis demográficas, socioeconômicas, maternas (como número de consultas pré-natais) e condições de nascimento, entre outras. Participaram 429 crianças recém-nascidas no período de junho de 2005 a dezembro de 2006 em Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

As crianças participaram de três etapas de coleta de dados. A primeira foi feita com 20 dias ou menos após o nascimento. A segunda durante o primeiro mês de vida e a terceira no segundo mês de vida.

Uma das limitações da pesquisa, segundo Maria Helena, é a adesão ao seguimento. As crianças que não prosseguiram corresponderam a 13,2% do total no primeiro mês e a 28,9% no segundo mês de vida. “Entretanto, não se observou diferença significativa na proporção de mulheres com sintomas depressivos entre aquelas que não foram acompanhadas e as que permaneceram no estudo”, afirmou.

A suspeita de depressão pós-parto, principal variável exposta no estudo, foi medida usando uma versão em português da Edinburgh Post-Natal Depression Scale, aplicada diretamente junto às mães, utilizando-se cartelas para facilitar as respostas. Esse questionário é composto de dez questões, que cobrem itens como sintomas de humor, distúrbio do sono, perda do prazer, idéias de morte e suicídio, diminuição do desempenho e culpa.

Apesar de todos os indícios, a professora da Uerj aponta que não é possível associar o abandono da amamentação exclusivamente à depressão pós-parto. Segundo ela, o estudo mostrou que outras características foram importantes, como as condições de moradia, se a criança nasceu prematura ou não e a existência de laços sociais. “Além disso, o trabalho indicou que a DPP aumenta a chance do desmame, mas o desmame precoce continua ocorrendo em diversas situações em que a mãe não apresenta DPP”, ponderou.

Das 429 crianças, a prevalência inicial da interrupção do aleitamento materno exclusivo foi de 20,8%. Entre as 295 crianças que mantiveram o leite materno como alimentação exclusiva no primeiro mês, cerca de 33,2% apresentaram risco de interrupção. A incidência acumulada de interrupção precoce foi de 57,9% no segundo mês de vida.

Os achados, segundo Maria Helena, evidenciam a importância da saúde mental materna para o sucesso do aleitamento materno exclusivo. “É importante que os profissionais de saúde que lidam com as mulheres nesse período possam ter um olhar diferenciado para a saúde mental dessas mães. Os resultados desta pesquisa poderão contribuir para o desenvolvimento de ações de promoção de saúde, tanto em relação à DPP como no incentivo à prática da amamentação exclusiva”, disse.

Para ler o artigo Symptoms of postpartum depression and early interruption of exclusive breastfeeding in the first two months of life, de Maria Helena Hasselmann e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP

Maior temperatura na floresta amazônica não surpreende pesquisadores

Floresta mais quente não é absurdo
Um estudo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que indica que em certas regiões da Amazônia a temperatura poderá aumentar em até 7°C, não causou espanto em outros pesquisadores.

Segundo Paulo Moutinho, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), ele apenas confirma previsões anteriores. “Certamente ele não está deslocado”, disse. Utilizando como base modelos do IPCC, o Inpe chegou à conclusão de que, no Pará, o calor pode subir até 6,5°C nos próximos 80 anos, em uma análise mais pessimista. Nas previsões otimistas, algumas regiões do estado, especialmente o norte, poderão ter a temperatura elevada em, ao menos, 4,5°C. No Maranhão, a elevação pode alcançar 7°C. s.

Uma Amazônia quente e seca
O estudo do Inpe também prevê que a Amazônia Oriental possa ficar de 5% a 10% mais seca, já a partir de 2011, e que, quando as chuvas vierem, chegarão com bastante intensidade, aumentando o risco de enchentes. Segundo Paulo Moutinho tais informações poderão ser usadas para a formulação de estratégicas de adaptação em atividades industriais e agrícolas que, certamente, serão afetadas pelo aquecimento. Até o final de 2009, o Inpe deverá lançar outros dois relatórios sobre as conseqüências das mudanças climáticas para a Amazônia. O trabalho foi financiado pela Companhia Vale do Rio Doce.(Portal REMADE / O Eco)

Fonte: Portal do Meio Ambiente

Estudo propõe a produção de hidrogênio a partir do tratamento de águas residuais

Hidrogênio biológico
Um projeto de pesquisa que integra a geração de energia e o controle da poluição ambiental rendeu, a docentes e estudantes da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), a primeira colocação na quinta edição do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, na categoria Integração.

O trabalho, apoiado pela FAPESP por meio de um Auxílio Regular a Pesquisa, foi conduzido por pesquisadores do Laboratório de Processos Biológicos da EESC, em parceria com colegas da Universidade da República (Udelar), no Uruguai.
O estudo propõe a produção de hidrogênio como fonte de energia renovável, em alternativa aos combustíveis fósseis, a partir do tratamento de águas residuárias.

Um dos coordenadores, Marcelo Zaiat, professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da EESC, explica que a produção biológica de hidrogênio pode ocorrer por duas vias: fotossíntese e processo fermentativo.

“A produção fermentativa foi o tema abordado na pesquisa, que objetivou o desenvolvimento de biorreatores anaeróbios e o estudo das melhores condições para produção de hidrogênio. A fermentação é tecnicamente mais simples e, nesse caso, o hidrogênio pode ser obtido a partir da matéria orgânica presente em águas residuárias”, disse Zaiat.

Segundo ele, o processo anaeróbio de conversão de matéria orgânica divide-se basicamente em duas fases: acidogênica e metanogênica. O hidrogênio é obtido na primeira fase (acidogênica), a qual é mediada por organismos que consomem a matéria orgânica das águas residuárias e produzem ácidos orgânicos, álcoois e hidrogênio.

“O desafio nessa fase está no desenvolvimento de reatores biológicos mais adequados para essa conversão, permitindo a maximização da produção de hidrogênio. O uso de biorreatores acidogênicos conjugados com os metanogênicos possibilita o tratamento de água residuária, assim como a produção de hidrogênio como fonte de energia”, apontou.

Nesse contexto de associação entre a produção de hidrogênio com baixo custo e o controle da poluição ambiental, Zaiat aponta que os trabalhos de pesquisa na área começaram a ser desenvolvidos na década de 1990 e que, até hoje, mais de 200 estudos sobre bioprodução de hidrogênio já foram publicados no mundo.

Os grupos de pesquisa premiados da USP e da Udelar têm desenvolvido reatores biológicos inovadores, com a busca de parâmetros de engenharia para maximizar a produção de hidrogênio.

“Muitos problemas de engenharia ainda devem ser resolvidos antes de essa tecnologia poder ser aplicada em escala industrial, mas os dois grupos têm trabalhado com águas residuárias de várias origens, buscando aplicações em vários setores produtivos ligados à América Latina”, apontou o professor da USP.

Águas residuárias são águas utilizadas em algum processo, seja industrial ou residencial, e que são devolvidas ao ambiente. Um exemplo são os esgotos domésticos que, lançados nos rios sem o devido tratamento, podem causar impactos negativos ao meio ambiente.

“O nosso projeto propõe que, acoplado à estação de tratamento do esgoto doméstico, possa estar um reator acidogênico para produção do hidrogênio, um combustível limpo que gera, nas células, a água como único produto”, disse Zaiat. Entre as formas de obtenção de hidrogênio estão a queima de combustível fóssil, eletrólise e a produção biológica.

“A produção biológica é a mais atrativa por envolver tecnologias de baixo custo quando comparada a outras técnicas, além de requerer menos energia para geração. Esse tipo de produção pode contribuir para a redução de custos na geração de hidrogênio principalmente se a matéria-prima, os compostos orgânicos, for obtida de águas residuárias geradas por indústrias ou esgoto de domicílios”, afirmou.

Segundo o pesquisador, além de ser um combustível limpo, outra vantagem é que o hidrogênio é quase três vezes mais energético do que os hidrocarbonetos. “Essa conta é feita pela termodinâmica. O calor de combustão do hidrogênio é de 122 quilojoules por grama (kJ/g), cerca de 2,75 vezes maior do que o dos hidrocarbonetos”, calculou.

Prêmio Mercosul
Os trabalhos vencedores do Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia 2008, promovido pela Reunião de Ciência e Tecnologia do Mercosul (Recyt), foram anunciados na semana passada, conforme noticiou a Agência FAPESP.

O prêmio selecionou os melhores estudos sobre o tema “Biocombustível”, elaborados por estudantes e pesquisadores da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

O objetivo foi homenagear trabalhos que representam potencial contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países-membros do bloco econômico, contribuindo para o processo de integração regional.

A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 20 de outubro, em Brasília, quando serão entregues troféu e US$ 10 mil aos autores do trabalho vencedor, intitulado Producción de biohidrógeno a partir de aguas residuales para ser utilizado como fuente alternativa de energia.

Para Marcelo Zaiat, desenvolver pesquisas em conjunto com pesquisadores do Uruguai, visando ao avanço do conhecimento na área dos biocombustíveis, foi determinante para os resultados alcançados.

“O entrosamento entre os dois grupos nesse projeto foi excepcional. Os pesquisadores decidiram desde o início que trabalhariam juntos e, enquanto a USP desenvolvia um tipo de biorreator no qual somos especialistas – o biorreator de leito fixo com microrganismos aderidos em material suporte – o grupo da Udelar desenvolveu outro tipo, o biorreator de mistura com microrganismos em suspensão, com o qual vem trabalhando há vários anos”, explicou.

“Hoje podemos comparar os desempenhos e direcionar as pesquisas para caminhos mais seguros”, afirmou. O grupo do Uruguai, segundo ele, trabalha com processos anaeróbios desde a década de 1980. “Nosso grupo também desenvolve pesquisas na área desde a década de 1970 e a troca de experiências entre os dois grupos tem resultado em avanços significativos.”

No Brasil, participaram ainda do projeto premiado os professores Eugenio Foresti e Maria Bernadete Varesche, ambos da Escola de Engenharia de São Carlos da USP, e, no Uruguai, as professoras Claudia Etchebehere, Liliana Borzacconi e Elena Castelló, da Udelar, além de vários alunos de mestrado e doutorado das duas instituições.

Fonte: Thiago Romero / Agência FAPESP

12º Seminário de Automação e Processos

Vitória recebe os participantes do 12º Seminário de Automação a ABM - Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais

Inteligência computacional, gestão da automação, simulação e otimização de processos industriais, entre outros fatores que asseguram a melhoria da produtividade e a segurança operacional das usinas, estão entre os temas de discussão do 12º Seminário de Automação e Processos, que acontece entre os dias 1º e 3 de outubro, em Vitória (ES).

A programação técnica prevê a apresentação de 41 trabalhos empresariais e acadêmicos sobre a Tecnologia Wireless, Tecnologia da Informação Aplicada, MES / LIMS / PIMS / RtPM, Sistemas de Suporte e Apoio à Manutenção e Tratamento de Imagem, entre outros.

Também estão previstas três palestras especiais. No primeiro dia do evento, o Prof. João Antonio Zuffo (Poli/USP) falará sobre ‘Flagrantes da Vida no Futuro: Desafios Científicos, Tecnológicos, Éticos e Morais de uma Sociedade Tecnotrônica’.

No dia 2, os temas serão: ‘Gerenciamento de Riscos em Projetos, segundo abordagem do PMI’, a cargo do Prof. Rodrigo F. Espírito Santo (Fundação Dom Cabral), e ‘Projetos de Aplicações de Robótica de Universidade Federal do Espírito Santo’, com o Prof. Dr. Teodiano Bastos Filho (UFES).

No dia 3, será realizado o curso ‘Sistema Wireless em Automação Industrial’, ministrado pelos engenheiros André Riyutti Hirakawa, professor doutor da Universidade de São Paulo, e Paulo Roberto Pedroso de Oliveira, mestre em Tecnologia da Informação. O curso é direcionado a engenheiros, técnicos, estudantes e profissionais atuantes ou interessados na tecnologia de comunicação sem-fio.

Também na sexta-feira, 3, está prevista visita técnica à planta da ArcelorMittal Tubarão, localizada no município de Serra (ES). Paralelamente ao Seminário acontece exposição com produtos, serviços e literatura técnica dos patrocinadores.

A comissão organizadora do 12º Seminário de Automação de Processos é formada por profissionais das seguintes empresas: ArcelorMittal (Tubarão, Timóteo e Monlevade), Vale, Usiminas, Cosipa, V&M do Brasil, Gerdau Açominas, CSN, Samarco Mineração, Siemens VAI, Jahgor Automação e Unitech.

Inscrições no local: Centro de Convenções de Vitória (foto), à Rua Arnaldo Magalhães Filho, 225, bairro Santa Lúcia.

Informações adicionais na página do evento:
www.abmbrasil.com.br/seminarios/automacao/2008/

Fonte: ABM

3ª Mostra Amazônica do Filme Etnográfico

A 3ª Mostra Amazônica do Filme Etnográfico, realizada pelo Núcleo de Antropologia Visual da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), será realizada em Manaus entre os dias 14 e 19 de outubro

O evento, que incluirá reflexões e debates, terá foco especialmente sobre a produção dos documentários para televisão sobre a região Norte. Realizadores dos sete estados amazônicos participarão de fóruns de debates e mostras paralelas. A abertura contará com a presença do Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Silvio Da-Rin.

A mostra homenageará o antropólogo belga Claude Lévi-Strauss, que completa 100 anos em outubro, com uma mesa-redonda e exibição de seus filmes e fotos. Além disso, haverá minicursos, palestras e o lançamento de DVDs do Projeto Cartografia Social da Amazônia, realizado pela Ufam e pela Fundação Ford.

A revista Somanlu, do Programa de Pós Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia, lançará um número especial sobre Antropologia Visual e a Mostra do Filme Etnográfico.

Mais informações: www.mostraetnografica.ufam.edu.br

Fonte: Agência FAPESP

1ª Secomp - Semana da Computação da UFSCar

Robótica móvel, mercado de trabalho e desenvolvimento de softwares e de jogos são os temas da 1ª Semana da Computação da UFSCar (1ª Secomp). O evento ocorrerá de 6 a 8 de outubro, em São Carlos (SP).

A programação contará com palestras, minicursos, mesas-redondas, exposições e competições voltados aos estudantes e profissionais do setor. O objetivo do evento é contribuir com a formação dos estudantes de Computação da UFSCar e de outras instituições, de profissionais de Tecnologia da Informação e de outros interessados na área.

As atividades serão realizadas nas salas e laboratórios do Departamento de Computação da UFSCar, localizado na área norte do campus São Carlos da Universidade.

Mais informações: www.secomp.com.br

Fonte: Agência FAPESP