domingo, 17 de agosto de 2008

AHK - VDI apresentam a palestra: Trends in Public Transportation

Um sistema de transporte público eficaz, sistêmico e integrado nas regiões metropolitanas interfere de forma positiva na qualidade de vida da população metropolitana.

O aumento do congestionamento nas maiores metrópoles brasileiras tem sido a causa da elevação dos índices de poluição atmosférica e sonora, do número de acidentes, do maior consumo de energia e da queda na qualidade de vida. O cenário convida à reflexão e ao desenvolvimento de novas propostas e soluções.

A VDI-Brasil e a Câmara Brasil-Alemanha convidaram três especialistas do setor de transportes que abordarão os desafios e as oportunidades na gestão da mobilidade na cidade de São Paulo:

Dario Rais Lopes
Vice-Presidente do Instituto de Engenharia de São Paulo
"Desafios e Oportunidades na Gestão da Mobilidade em São Paulo"

Rogério Pires
Gerente Executivo - Divisão Automotiva - Voith Turbo
"Aspectos Operacionais - Ônibus Urbanos na Cidade de São Paulo"

Eleonora Pazos
Head of Regional Office - International Association of Public Transport (UITP)
"Impactos do Congestionamento Urbano no Sistema de Transporte Público: Experiência Internacional"


Serviço:
Trends in Public Transportation
Segunda-feira, 15 de setembro de 2008 às 17:00 até as 19:00hs
Instituto de Engenharia de São Paulo - Av. Dr. Dante Pazzanese 120 - Vila Mariana
Entrada Gratuita

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail ou pelo telefone (11) 5187-5140.

Maiores informações pelo link: www.ahkbrasil.com/ver_evento.asp?id=1162&area=Eventos

Fonte: Câmara Brasil Alemanha

ABIPTI leva reivindicações dos institutos privados ao MCT

Representantes de um grupo de institutos de pesquisa tecnológica privados levaram, no dia 13, ao MCT, uma antiga reivindicação desse segmento da C&T brasileira. A proposta trata sobre o reembolso de custos indiretos de P&D e pagamento de pessoal, encargos e benefícios realizados pelos institutos privados. O grupo foi recebido no ministério pelo secretário executivo do órgão, Luis Antonio Rodrigues Elias.

O encontro foi articulado pela Aliança Estratégica para a Promoção da Inovação Tecnológica, que é composta pela ABIPTI, pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e pela Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei).

Na avaliação do gerente executivo da ABIPTI, Delile Guerra de Macêdo, a reunião foi muito positiva. De acordo com ele, o secretário executivo do MCT, Luis Antonio Rodrigues Elias, ouviu todas as ponderações e dificuldades que os institutos de pesquisa tecnológica vêm enfrentando no Brasil em relação à aplicação de recursos financeiros.

A mesma avaliação foi feita pelo diretor de Gestão da Inovação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Antonio Carlos Bordeaux Rego. “Ele entendeu muito bem em que nível estavam as considerações dos problemas que nós apresentamos porque na verdade eles têm uma dimensão que envolve desde o MCT e as suas unidades internas, como Finep e CNPq, como a postura que o MCT vai ter de articular com outros ministérios, até a problemática da C&T com os órgãos de controle, que é a CGU e o TCU”, diz, em entrevista ao Gestão CT.

Custos indiretos
O diretor ainda explica que a proposta sobre o reembolso de custos indiretos de P&D e pagamento de pessoal, encargos e benefícios realizados pelos institutos de pesquisa privados tem dimensões que parecem simples, mas que envolvem desde os aspectos operacionais até ações que passam pelo arcabouço legal atual e percepções sobre a maneira como os órgãos de controle vêem os convênios ou outras formas de repasse de recursos de fomento do governo para projetos de pesquisa e desenvolvimento em instituições privadas.

Segundo Bordeaux, o secretário executivo do MCT disse que dará, em dez dias, um posicionamento pelo menos inicial em relação ao que está dentro da competência do ministério. “Aquilo que não compete ao MCT, que perpassa por um arcabouço legal, precisa de uma discussão mais ampla dentro do próprio governo e isso não se faz da noite para o dia. Isso requer argumentações e estudos”, afirmou.

Durante o encontro, o grupo de institutos privados apresentou um estudo com um benchmarking de como o problema é enfrentado no mundo desenvolvido, em especial, nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Nós focamos fortemente nos EUA e na Comunidade Européia”, afirma.

O diretor destaca que, com a reunião, foi aberto um canal de comunicação com o MCT. Ele acredita que ainda serão realizadas discussões no âmbito do ministério em torno da proposta. “A idéia é primeiro amadurecer a proposta no MCT e talvez depois levá-la para outros ministérios até para vê-la dentro desse arcabouço legal porque existe hoje na Lei de Inovação e em alguns decretos aspectos que não são interpretações. Claro que você pode interpretar de uma maneira mais branda, mas levando ao pé da letra são limitadores”, avalia.

A ABIPTI e a Anpei foram representadas na reunião por suas presidentes, Isa Assef dos Santos e Maria Ângela do Rego Barros. Também participaram do encontro o gerente executivo da ABIPTI, Delile Guerra de Macêdo, além de representantes dos institutos CPqD, Eldorado, Brisa, Cesar, Fucapi e Genius.

Informações adcionais podem ser obtidas na ABIPTI pelo telefone (61) 3348-3110 e pelo e-mail .

Fonte:Bianca Torreão / Gestão CT

Venom - Banco de dados sobre venenos e espécies vegetais

Banco de dados disponibiliza na internet informações sobre venenos de animais e espécies vegetais com propriedades antiveneno

Informações sobre venenos de animais e plantas medicinais que anulam seus efeitos estão reunidas no banco de dados Venom, organizado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Todos os dados podem ser consultados na internet, com a possibilidade de pesquisadores contribuírem com os resultados de novas pesquisas. O sistema computacional que permite gerenciar e relacionar as informações foi desenvolvido pelo analista de sistemas Renato David Puga, em sua dissertação de mestrado na FMRP.

O sistema reúne 97 informações sobre plantas medicinais com propriedades antiveneno e 4.623 sobre animais venenosos. A maioria dos dados sobre as plantas foi extraída de artigos científicos.

O levantamento teve a colaboração do professor Andreimar Soares, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP), que pesquisa a relação entre espécies vegetais e venenos de serpentes brasileiras. “Foi um procedimento manual, com a verificação de todos os artigos para identificar os efeitos de cada planta e categorizá-las conforme as propriedades antiveneno”, conta Puga.

As informações sobre animais envolvem 392 espécies, de dez organismos diferentes, como serpentes, cobras, escorpiões, sapos, aranhas, moluscos e abelhas. Os dados foram obtidos no site do National Center for Biotechnology Information (NCBI), dos Estados Unidos. “Os dados de gênero, espécie, função da proteínas, entre outros foram coletados desse banco internacional e relacionados com os dados de plantas medicinais cadastrados”, aponta o analista.

Para organizar o Venom, Puga utilizou um Gerenciador de Conteúdo (CMS) baseado em software livre conhecido como Drupal, com ferramentas que ajudam a estabelecer as correlações entre plantas e venenos. “Como ele é estruturado de forma modular, é possível adicionar novos recursos para as buscas, mantendo o sistema sempre atualizado”, ressalta. “Essa flexibilidade permite realizar o gerenciamento sem a dependência do programador original, evitando o engessamento da base de dados”.

Internet
O site com o banco de dados é mantido pelo Grupo de Bioinformática do Departamento de Genética da FMRP e pode ser acessado no endereço gbi.fmrp.usp.br/venom. A montagem do sistema de busca e gerenciamento das informações no Venom é descrita na dissertação de Puga na FMRP, orientada pela professora Silvana Giuliati e apresentada em abril deste ano.

As plantas podem ser pesquisadas por espécie, família e propriedades anti-veneno, com foto da estrutura química relacionada, e as espécies animais com que o anti-veneno interage, com possibilidade de busca pela parte da planta utilizada na produção do composto (folha, caule, raiz). Os animais são divididos por espécie, gênero, seqüências de proteínas (no formato FASTA) e seus produtos. Os mecanismos de busca permitem o cruzamento de dados entre as diversas categorias.

O Venom também oferece um link para que grupos de pesquisa possam se cadastrar e incluir informações sobre animais e plantas. “O administrador do site fornece uma senha e os grupos tem a opção de programarem quando as informações estarão disponíveis ao público”, explica o analista de sistemas. “Embora no Brasil haja vários grupos de pesquisadores, sobre venenos de animas e plantas medicinais, faltava um banco de dados que fizesse a relação entre ambos”.

Os resultados que são depositados no site passam por uma validação dos dados funcionais, realizada pela equipe do professor Andreimar Soares. A iniciativa tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo ao Ensino e a Pesquisa (Faepa), da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP).

Mais informações: (16) 3602-4588, ou pelo e-mail

Fonte : Júlio Bernardes / Agência USP de Notícias

Colóquios do CBPF apresenta: "PROGRAMA DE RENDA MÍNIMA " com Eduardo Suplicy

Autor da lei 10.835, que instituiu, em 2004, a Renda Básica de Cidadania, o Senador Eduardo Suplicy (PT-SP) é o convidado da próxima segunda (18) da Série de Colóquios do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), que retorna este mês à agenda de eventos da instituição.

Baseado na idéia de distribuição igualitária de recursos e na promoção do desenvolvimento junto com a prática da justiça, o projeto apresentado pelo Senador Suplicy propõe que a Renda de Cidadania, concedida inicialmente, por decisão do Executivo, para os mais necessitados, seja instituída para todos os residentes no país, inclusive os estrangeiros aqui radicados há 5 anos ou mais. Segundo o projeto, será direito de toda e qualquer pessoa, sem restrição de origem, raça, sexo, idade, condição civil ou mesmo socioeconômica, receber uma renda que, na medida do possível, e com o progresso do país, deverá ser suficiente para atender às necessidades vitais de cada um. Suplicy acredita que, a exemplo dos primeiros programas de renda mínima associados à educação (que instituídos localmente logo passaram a ser nacionais), também seja possível uma transição do atual Programa Bolsa-Família para a Renda de Cidadania no nível dos municípios.

Professor de Economia da Escola de Administração de Empresas e de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, Ph.D. em Economia pela Michigan State University (USA), autor dos livros Renda Básica de Cidadania. A Saída é Pela Porta. (Editora Fundação Perseu Abramo e Cortez Editora, 2006) e Renda Básica de Cidadania: A Resposta é dada pelo Vento (L&PM, 2006) e Co-Chair da BIEN, Basic Income Earth Network, o Senador Eduardo Suplicy vem ao CBPF falar sobre os fundamentos da proposta, a evolução e o amadurecimento do debate sobre a renda básica ao longo da sua recente história, a experiência bem sucedida no Alasca desde o início dos anos 80, a iniciativa pioneira numa localidade da Namíbia neste ano, a boa receptividade à proposta de países como o Iraque e o Timor Leste, e, principalmente, de suas motivações para estimular a participação de todos os setores da sociedade nessa cruzada pelo desenvolvimento e pela justiça social.

Serviço
Série de Colóquios do CBPF
“Do Programa Bolsa Família à Renda Básica de Cidadania no Brasil”
Senador Eduardo Suplicy (PT-SP)
18/08, segunda, 15h30
Auditório Ministro João Alberto, CBPF
Rua Lauro Muller, 455 (próximo ao Shopping Rio Sul)

Fonte: Dayse Lima / CBPF

Futuro da USP em debate

Reitora e ex-reitores debatem o futuro da USP
No dia 20 de agosto (quarta-feira), às 15h, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP reúne a reitora Suely Vilela e cinco ex-reitores da universidade num debate sobre as ações prioritárias para que na próxima década a USP integre o grupo das melhores instituições de pesquisa do mundo.

A reitora, Profa. Dra. Suely Vilela, falará sobre "O Cenário Atual da USP e suas Perspectivas". Os cinco ex-reitores e seus temas serão: José Goldemberg, "Ciências Básicas"; Adolpho José Melfi, "Ciências da Terra"; Antônio Hélio Guerra Vieira, "Engenharias"; Flávio Fava de Moraes, "Ciências Biomédicas"; e Jacques Marcovitch, "Humanidades". A coordenação será de César Ades, diretor do IEA.

O encontro "A USP e as Universidades de Pesquisa de Classe Mundial: Prioridades de Ação para a Próxima Década" encerra o "Colóquio 2010-2020: um Período Promissor para o Brasil", realizado de 24 a 26 de junho, em homenagem aos 60 anos de atuação profissional de José Goldemberg (os vídeos do colóquio estão na seção Futuro da Midiateca Online do IEA).

Informações e confirmação de presença
O evento é aberto ao público e as vagas são limitadas. Os interessados devem entrar em contato com Marilda Gifalli pelo e-mail ou telefone (11) 3091-1683.

Local
O encontro acontece no Auditório Alberto Carvalho da Silva, sede do IEA, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, 374, térreo, Edifício da Antiga Reitoria, Cidade Universitária, São Paulo (mapa).

Via internet
Quem não puder comparecer poderá assistir à transmissão ao vivo do evento em www.iea.usp.br/aovivo.

A USP e as Universidades de Pesquisa de Classe Mundial:
Prioridades de Ação para a Próxima Década

20 de agosto de 2008, 15h — Auditório Alberto Carvalho da Silva do IEA-USP

h-15h05
Abertura
César Ades (diretor do IEA)
15h05-15h25
Cenário Atual da USP e suas Perspectivas
Suely Vilela (reitora da USP)
15h25-15h45
Ciências Básicas
José Goldemberg (IEE-USP)
15h45-16h05
Ciências da Terra
Adolpho José Melfi (Esalq-USP)
16h05-16h25
Engenharias
Antônio Hélio Guerra Vieira (EP-UP)
16h25-16h45
Ciências Biomédicas
Flávio Fava de Moraes (ICB-USP)
16h45-17h05
Humanidades
Jacques Marcovitch (FEA-USP)
17h05-18h
Debate
Fonte: IEA

Unicamp e Itaipu Binacional firmam parceria para construção de laboratório

Na manhã desta sexta-feira (15/08), representantes da Itaipu Binacional estarão presentes no Laboratório de Hidrogênio da Unicamp, em Campinas,
para realizar a entrega oficial do projeto executivo para a construção da Unidade Experimental de Produção de Hidrogênio de Itaipu.

A construção desse laboratório é parte integrante do projeto intitulado “Assessoria Técnica e Científica para a Implementação do Programa de Hidrogênio em Itaipu”, desenvolvido pelo Laboratório de Hidrogênio do Instituto de Física da Unicamp.

O objetivo é inserir Itaipu no contexto da Economia do Hidrogênio, de forma a permitir que a empresa possa realizar novos projetos na área, incluindo a demonstração de veículos elétricos híbridos com células a combustível.

Com quase 600 m2, o laboratório será equipado para produzir hidrogênio pelo processo de eletrólise da água (dissociação da água através de energia elétrica) para as atividades futuras, que vão do treinamento de pessoal que trabalhará na área, até a análise do gás produzido no posto de abastecimento para o futuro microônibus a hidrogênio e células a combustível.

Com o projeto espera-se que a usina possa aproveitar parte da energia
vertida turbinável (o excedente de água que não pode ser armazenado no reservatório por estar em sua capacidade máxima e que, por isso, não gera energia elétricada) na Hidrelétrica de Itaipu.

Esta nova opção deverá abrir novos negócios para a empresa, e permitir um melhor aproveitamento de todo o seu potencial energético, uma vez que o
armazenamento poderá ser feito através de hidrogênio e não do reservatório de água.

O projeto em andamento tem ainda um importante componente de formação de pessoal, já tendo contemplado dois alunos de mestrado oriundos do Paraguai, e outros dois brasileiros que iniciaram suas atividades em 2008. A previsão é de que a Unidade Experimental de Produção de Hidrogênio de Itaipu esteja pronta em 2009.

Fonte: Unicamp

'Estudos Avançados' 63 dedica dossiê à água

A preservação, o gerenciamento, a distribuição e o uso racional dos recursos hídricos são os principais aspectos discutidos no "Dossiê Água" da edição nº 63 da revista "Estudos Avançados", com lançamento na primeira quinzena de setembro.

Alfredo Bosi, editor da revista, destaca a participação do limnologista José Galizia Tundisi, presidente do Instituto Internacional de Ecologia, no levantamento científico dos tópicos contemplados pelo dossiê. Tundisi é o autor do artigo "Recursos Hídricos no Futuro: Problemas e Soluções", que abre o conjunto de textos (leia abaixo o sumário da edição).

Os outros artigos de especialistas tratam da gestão das doze regiões hidrográficas brasileiras, da situação dramática do Nordeste semi-árido, do impacto das mudanças climáticas na América do Sul no ciclo hidrológico, das dificuldades de suprimento de água e saneamento básico em áreas urbanas, da contaminação por mercúrio e da urgência da racionalização do uso da água em escala mundial.

Segundo Bosi, depois de ouvir atentamente os pesquisadores, a editoria da revista procurou saber o que estão pensando e realizando os agentes educacionais e pastorais que vivenciam efetivamente o drama da escassez nos lugares onde estão enraizados: "Demos a palavra àqueles que lutam pela revitalização do Rio São Francisco e pela 'educação para a água', tanto no nível universitário como no âmbito do ensino básico".

A seção "Evolução Darwiniana e Ciências Sociais" traz uma síntese ciclo temático homônimo realizado em 2007 escrita por José Eli da Veiga, da FEA-USP e coordenador da atividade, artigos de dois participantes (Ricardo Waizbort, da Fiocruz, e Mario Luiz Possas, da UFRJ) e uma entrevista feita por Veiga com Geoffrey M. Hodgson, da Universidade de Hertfordshire, Reino Unido, considerado o principal teórico da economia evolucionista da atualidade. (Os vídeos do ciclo estão na seção "Filosofia da Ciência" da Midiateca Online: www.iea.usp.br/online/midiateca.)

A edição conta também com resenhas de seis livros e de um CD musical lançados recentemente.

SUMÁRIO

Dossiê Água

  • Recursos Hídricos no Futuro: Problemas e Soluções — José Galizia Tundisi
  • Pacto Federativo e Gestão das Águas — Benedito Braga, Rodrigo Flecha, Dilma Pena e Jerson Kelman
  • Gestão de Bacias Hidrográficas — Monica Porto e Rubem La Laina Porto
  • Políticas Públicas de Recursos Hídricos para o Semi-Árido — José Almir Cirilo
  • Água e Mudanças Climáticas — José Antônio Marengo
  • Águas Urbanas — Carlos Tucci
  • A Economia dos Recursos Hídricos: os Desafios da Alocação Eficiente de um Recurso (Cada Vez Mais) Escasso — Antonio Eduardo Lanna
  • Um Novo Paradigma para a Gestão de Recursos Hídricos — Ivanildo Hespanhol
  • A Bacia Hidrográfica do Tietê/Jacaré: Estudos de Caso em Pesquisa e Gerenciamento — José Galizia Tundisi, Takako Matsumura-Tundisi, Daniela Pareschi, Anna Luzia, Paulo von Haeling e Eduardo Frollini
  • Contaminação por Mercúrio em Ecossistemas Aquáticos: uma Análise das Áreas Críticas — Luiz Drude de Lacerda e Olaf Malm
  • Transposição das Águas do Rio São Francisco — Dom Luiz Cappio
  • A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do Rio São Francisco — Antonio Thomaz da Mata Machado
  • Educação para a Água — Denise de La Corte Bacci e Ermelinda Moutinho Pataca
  • Os "Vigilantes da Natureza" numa Escola em São Paulo — Ana Elisa Siqueira e Adelina de Barros Carneiro
  • Dezoito Anos Catando Papel em Belo Horizonte — José Aparecido Gonçalves, Fabiana de Oliveira e Diogo da Silva
  • A Convivência Harmônica com a Água: uma Lição Japonesa — Maurício Andrés Ribeiro

Evolução Darwiniana e Ciências Sociais

  • Evolução Darwiniana e Ciências Sociais — José Eli da Veiga
  • Vespeiros da Razão: Perspectivas para um Diálogo entre as Ciências Biológicas e as Ciências Sociais — Ricardo Waizbort
  • Darwinismo e Ciências Sociais: um Diálogo Possível — Entrevista com Geoffrey Hodgson
  • Economia Evolucionária Neo-Schumpeteriana: Elementos para uma Integração Micro—Macrodinâmica — Mario Luiz Possas

Resenhas

  • A Democracia e seus Inimigos — Francisco José Soares Teixeira
  • Comunhão com o Homem Comum — Fraya Frehse
  • Sabinadas — Daniel Afonso da Silva
  • Entre Afinidades Eletivas e Escolhas Pragmáticas — André Botelho
  • O Legado de Marx no Brasil — Ricardo Musse
  • "Meditatio Mortis" — a Poesia de Joan Reventós — Alfredo Bosi
Maiores informações pelo e-mail ou pelos telefones (11) 3091-1675 e 3091-1676.

Fonte: IEA

Institutos de Estudos Avançados: na França, no Brasil*

É com um sentimento de excitação que tomei conhecimento da criação dos quatro IEAs franceses, em Paris, Lyon, Marseille e Nantes. Decorrem de um projeto do Ministério da Pesquisa da França para a formação de redes temáticas de pesquisa pautadas pela interdisciplinaridade e pela abertura internacional. A tradição francesa de reflexão e pesquisa, em nível de excelência, a respeito das "grandes interrogations de notre temps" nos leva à melhor das expectativas.

Embora a idéia dos IEAs, que remonta à criação do Institute for Advanced Studies de Princeton, há mais de setenta anos, não possa ser entendida como recente, ela atende ao espírito moderno do fazer científico, que rompe com a tendência de fechamento das áreas sobre suas especializações e instaura uma interface produtiva entre a ciência básica e as investigações científicas em áreas aplicadas. "Estudos avançados" significa a tentativa de ir mais longe no conhecimento e na cultura, mas também a inserção da ciência e da reflexão acadêmica no contexto da relevância social.

O IEA da Universidade de São Paulo, criado em 1986, através da iniciativa precursora do reitor José Goldemberg, tem servido de ambiente de convergência e de inovação. Seus grupos de pesquisa e seus pesquisadores, em diversas áreas das ciências exatas, biológicas e humanas, têm explorado temáticas emergentes e têm se preocupado em fornecer subsídios relevantes para as políticas públicas. O dia-a-dia, eu diria a efervescência, do IEA-USP é tomado por palestras, simpósios e reuniões maiores em que pontos de vista são construídos através do debate e do exame das diferenças de posição. Os eventos são transmitidos ao vivo e permanecem disponíveis na midiateca do Instituto (www.iea.usp.br/online/midiateca).

Outro vetor importante de divulgação do IEA-USP é a revista "Estudos Avançados", que reúne textos sobre problemáticas sociais e científicas de impacto e pode ser consultada, inclusive em versão inglesa, na Scielo. A atuação das cátedras — como a Lévy-Strauss — garante ao Instituto inserção no contexto internacional.

Participaremos ativamente do "Ano da França no Brasil", em 2009. Estamos programando um ciclo de palestras no Centro Universitário Maria Antonia da USP (Núcleo de Pesquisa Brasil-França), simpósios em ciências humanas (Cátedra Lévy-Strauss) e jornadas em química, biociências e ciências humanas (com o Collège de France e a Academia Brasileira de Ciências). Uma perspectiva muito positiva, do ponto de vista do relacionamento acadêmico entre França e Brasil, seria a criação de programas conjuntos entre o IEA-USP e os IEAs franceses. Poderá ser esta aproximação uma das metas do Instituto para o ano que vem.

* Artigo publicado originalmente em França Flash (nº 63, 10 de agosto de 2008), boletim do Centro Franco-Brasileiro de Documentação Técnica e Científica (CenDOTeC).

César Ades é Diretor do IEA.

Fonte: IEA

Cursos en Áreas Protegidas

El Área de Capacitación del CATIE (Centro Agronómico Tropical de Investigación y Enseñanza) les informa que estamos recibiendo solitudes para los siguientes cursos en Áreas Protegidas:

1) Curso Internacional Planificación y Manejo de Áreas Marinas Protegidas el cual se realizará del 13 al 25 de octubre, 2008

2) Curso Internacional de Áreas Protegidas "Las Zonas de Amortiguamiento y los Corredores Biològicos en el Manejo Ecosistémico del Paisaje el cual se realizará del 20 de octubre al 14 de noviembre, 2008.

3) Curso Internacional Planificación y Manejo de Visitantes en Areas Protegidas, 1° - 12 de diciembre del 2008.

Favor divulgar esta información. Las personas interesadas en postular deben enviar su inscripción completa y curriculum vitae a la dirección electrónica: CATIE
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Elena Florian, MSc.
Área de Capacitación
Tel.: (506) 2558-2433, (506) 2558-2435
Fax: (506) 2558-2041
Costa Rica

Fuente: Msega