sexta-feira, 15 de agosto de 2008

“Projeto de Sacolas Retornáveis” é lançado pelo Sebrae

Sebrae promove mudança de hábito com o uso de sacolas ecológicas

Promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas da Paraíba (Sebrae-PB) em parceria com mercados e padarias das cidades de João Pessoa e Campina Grande, o “Projeto de Sacolas Retornáveis”, que carrega a marca “Planeta Feliz”, integra ações de mudança de hábitos de consumidores e empresários evitando a utilização dos sacos plásticos no ato da embalagem das compras. Os consumidores poderão adquirir as sacolas nos estabelecimentos engajados no projeto, após o lançamento dos modelos, que acontecerá no dia 20 de outubro, no Sebrae, em João Pessoa.

As sacolas contarão com modelos de três tamanhos diferentes e serão criadas e ilustradas por cindo artistas-plásticos da Paraíba, convidados para participar do projeto. São eles: Tito Lobo, Clóvis Júnior, Jonas Lourenço, Jô Cortes e Margarete Aurélio que serão os responsáveis para dar os tons das sacolas ecológicas que serão confeccionadas em algodão.

Segundo texto da Fundação Verde (Funverde), ao comprar e utilizar uma sacola retornável deixa-se de lançar no meio ambiente cerca de 500 sacos plásticos. Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, as sacolas ecológicas trazem uma redução de custos dos estabelecimentos com gastos na compra de embalagens. O prestígio também é outro benefício oferecido aos empresários aderentes ao projeto.

Informações adicionais acerca do projeto estão disponíveis pelos números (83) 2108-1218/ 1219. (Com informações do Sebrae-PB)

Fonte: Gestão CT

Pílulas de rejuvenescimento funcionam?

Quem nunca ouviu falar em pílulas que prometem ser a fonte da juventude e da beleza? Elas fazem parte do chamado mercado dos nutricosméticos e diariamente invadem os mais variados meios de comunicação, através de anúncios publicitários que as propagam como autoras de verdadeiros milagres de rejuvenescimento e de estética. A questão é: as pílulas de fato são capazes de realizar tais maravilhas?

Elisabete Pereira dos Santos, professora da área de Tecnologia de Cosméticos da Faculdade de Farmácia da UFRJ, esclareceu ao Olhar Vital a questão: “É difícil acreditar que pílulas combatem rugas e rejuvenescem. Não há uma comprovação científica para isso.”

De acordo com a professora, a confusão começa com o fato de nutricosméticos não serem cosméticos. Para todo produto cosmético fabricado, é necessário um registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isto para que se saiba se o produto possui componentes que possam provocar irritação e se estão em concentrações aceitáveis para o uso como cosméticos. “Na legislação da Anvisa, a definição diz que produtos cosméticos são para uso externo na pele ou no máximo em mucosas como a oral. Ou seja, cápsulas e comprimidos, que devem ser ingeridos, não poderiam ser considerados cosméticos. Sendo assim, o nome “nutricosmético” é equivocado. Seriam mais apropriadas classificações como “alimento funcional”, ou “complemento alimentar”, algo que se encaixasse na área de alimentação ou de medicamentos”, esclarece Elisabete.

Para a especialista, se forem pílulas que contenham complementos alimentares, que possuem vitaminas e substâncias capazes de auxiliar o metabolismo ou combater algum tipo de anormalidade, os efeitos ao organismo serão benéficos, mas não ocorrerão milagres. “Não tem como a pessoa tomar uma pílula e ficar dez anos mais jovem. O que pode ocorrer é uma melhora no funcionamento do organismo”, constata Elisabete.

Segundo a professora, pessoas que querem rejuvenescer muito rápido acabam cometendo excessos: tomam os comprimidos em doses maiores do que o receitado. “É preciso cuidado na utilização desses produtos, é aconselhável que haja uma orientação, para não surgirem efeitos indesejados”, alerta Elisabete Pereira.

"O marketing muitas vezes promete coisas que não vai cumprir e não há um controle do conteúdo veiculado nas mídias. Freqüentemente ocorrem exageros nas propagandas de certos produtos, que normalmente prometem maravilhas na realidade inatingíveis, sem maneira da vigilância fiscalizar ­", observa a professora.

A especialista acredita que não existe diferencial nesses produtos: “Não sei se daqui a alguns anos poderemos encontrar algum que, quando ingerido, realize de fato todas essas maravilhas. A verdade é que para se ter uma pele saudável, é necessária uma alimentação apropriada, uma vida equilibrada, evitando o fumo e a bebida, e principalmente a proteção contra o sol, que é o maior foco de envelhecimento”, constata Elisabete.

Para a professora, não existe pílula capaz de reverter os efeitos do sol na pele. “Todos nós vamos sofrer com o envelhecimento, não há como permanecer jovem a vida toda. O desgaste do organismo sempre acontece, mas o envelhecimento pode ser menos acelerado. O que podemos fazer é incorporar hábitos de vida mais adequados, menos agressivos ao organismo”, relata Elisabete.

De acordo com a especialista, o passar do tempo naturalmente deixa a pele com uma aparência mais envelhecida. No entanto, se o indivíduo se proteger durante exposições aos fenômenos externos, como sol, poeira, vento e poluição, os efeitos na pele serão atenuados. “Aconselho a utilização de protetores e hidratantes. Pílula não faz milagre, pode até ajudar em alguma coisa, mas não vai diminuir as rugas. O essencial é o estilo de vida”, finaliza Elisabete Pereira.

Fonte: Cília Monteiro / Olhar Vital

Conseqüências do veto à profissão de ecólogo

Golpe na mediação ambiental
No dia 4 de agosto, um projeto de lei que regulamentava a profissão de ecólogo, aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, foi integralmente vetado pela presidência da República, por sugestão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Para Décio Semensatto Junior, presidente da Associação Brasileira dos Ecólogos, a decisão foi um equívoco que pode custar caro ao país.

O veto alegou que o projeto não prevê regras para a fiscalização da profissão e não definiu com exatidão o campo de atuação profissional específico, além de não estabelecer quais outros profissionais poderiam compartilhar as mesmas atribuições definidas para o ecólogo.

"A referência à ausência de definição do 'campo de atuação profissional específico do ecólogo' é, no meu entender, equivocada. O projeto deveria ser elogiado por não estabelecer reserva de mercado, ou seja, atribuições que só podem ser exercidas pelo ecólogo e por nenhum outro profissional", destacou a senadora Marina Silva (PT-AC), ex-ministra do Meio Ambiente, em artigo na Terra Magazine.

Segundo Semensatto Junior, que é pesquisador do Departamento de Geologia Aplicada da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro (SP), a decisão "mostra ao mundo que o país não está completamente afinado com as causas ambientais".

Segundo ele, os ecólogos, formados para dialogar com profissionais de diversas áreas, são mediadores cada vez mais importantes para a área ambiental, que se caracteriza essencialmente pela interdisciplinaridade.

Em entrevista à Agência FAPESP, o ecólogo salientou que, sem a regulamentação, os ecólogos não podem formar um conselho de classe, o que os impede de assumir a responsabilidade técnica por laudos e pareceres ambientais, limitando o exercício de suas atribuições.

Desde quando há ecólogos atuando profissionalmente no Brasil? E quantos são?
O primeiro curso de ecologia foi criado em 1976, na Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro. Hoje há cerca de mil ecólogos atuando e temos outras cinco universidades que oferecem cursos. Ao todo, são oferecidas 400 vagas por ano nos vestibulares para os cursos de ecologia.

Quais serão as principais conseqüências do veto ao projeto de lei?
O veto traz prejuízos imensos para os ecólogos, porque representa a manutenção de uma situação de marginalidade em determinadas atribuições do profissional no mercado de trabalho. A decisão impede, por exemplo, que o ecólogo seja responsável técnico por um relatório de impacto ambiental. O responsável precisa, necessariamente, ser um profissional que pertence a um conselho de classe. E, sem regulamentação da profissão, não se pode criar um conselho de classe.

Com a decisão os ecólogos não podem participar de estudos ou de relatórios de impacto ambiental?
Eles podem integrar as equipes que fazem os estudos ou relatórios, mas não podem ser os responsáveis técnicos. Isso cria situações constrangedoras, como a desenvolver todo um trabalho e ter que pagar outro profissional para assinar.

Como definir a importância da atuação de ecólogo?
A ecologia é uma ciência estratégica no mundo atual, ameaçado pela degradação ambiental. O ecólogo deve ter boa formação na área de biológicas, de geociências e também uma inserção nas áreas de ciências humanas. É um profissional que consegue dialogar muito bem com todas as carreiras que lidam com meio ambiente. É um mediador na área ambiental, com condições de transitar entre geólogos, sociólogos, biólogos, antropólogos e outros profissionais.

É possível que o veto leve alguns ecólogos a abandonar a atuação na área?
Não deixaremos de exercer nossas atividades, mas não poderemos exercer nossas atribuições em sua plenitude. Isso tem causado, há três décadas, situações tristes como a de um colega que é ecólogo experiente, com mestrado e doutorado na área. Foi convidado por uma grande empresa para desenvolver determinado trabalho em uma área na qual ele é um dos principais especialistas. Mas a atividade exigia ligação com um conselho de classe. Apesar do currículo ideal e da excelência profissional, ele não poderá executar o trabalho.

Haverá outros prejudicados além dos próprios ecólogos?
Sim, o próprio governo federal, porque o veto traz um desgaste desnecessário. Nosso país é uma potência ambiental mundial e vai ser difícil para a presidência da República explicar por que, em pleno Ano Internacional do Planeta Terra, vetou a profissão que é símbolo do engajamento do Brasil na resolução das questões ambientais.

O país perderá credibilidade no cenário internacional?
Acredito que sim. Ao deixar de regulamentar a profissão, o país mostra que não está completamente afinado com as causas ambientais. Além disso, há uma grande incoerência, porque o próprio governo federal forma ecólogos nas universidades federais do Rio Grande do Norte e da Paraíba. O governo está mostrando ao mundo que não está fazendo a lição de casa.

A profissão é reconhecida em outros países?
É reconhecida nos Estados Unidos, na Europa e em países da América do Sul, como Venezuela, Colômbia e Chile.

Desde quando o projeto tramitava?
A primeira versão do projeto havia sido apresentada em 1993, mas algumas deficiências acabaram por resultar em arquivamento. Com os problemas corrigidos, o projeto foi reapresentado em 2003 e desde então vinha tramitando. O projeto que regulamentava a profissão de oceanógrafo tramitava desde 1991.

Quais foram os principais argumentos para o veto?
O veto alega que o projeto não define com precisão o campo de atuação profissional, não prevê regras para a fiscalização da profissão e não estabelece que outros profissionais poderiam compartilhar as mesmas atribuições do ecólogo. Todos os argumentos mostram desconhecimento das atividades na área ambiental.

Por quê? O projeto definia precisamente o campo de atuação?
Um dos artigos determina 13 atribuições profissionais. As áreas nas quais o profissional pode atuar estão extremamente claras. Mas trata-se de uma profissão interdisciplinar. O que pode ter ocorrido é que os avaliadores estão acostumados com profissões muito tradicionais e não entenderam o campo de atuação específica. Mas os oceanógrafos também trabalham com áreas que têm intersecção com a geologia, com a biologia e até com a engenharia. É impossível, além de indesejável, lotear todas as áreas.

E quanto ao argumento de que não estão especificados os profissionais que podem atuar nas mesmas atribuições do ecólogo?
O projeto diz que as atribuições previstas para os ecólogos podem ser exercidas por profissionais de áreas correlatas, desde que habilitados. Se fôssemos especificar cada uma delas, sempre haveriam lacunas que nos levaria a atritos com outros profissionais. É algo irreal.

O argumento restante era que não havia regras estabelecidas para fiscalizar a profissão. Como o senhor avalia essa alegação?
Quem prevê as regras para fiscalização da profissão é o Poder Executivo. O Executivo, portanto, cobrou do Legislativo algo que ele deve determinar. De todos os erros técnicos do veto, esse foi o mais crasso.

Que atitude os ecólogos tomarão a partir de agora?
Nossa primeira alternativa é derrubar o veto. Mas isso será uma missão muito difícil e trabalhosa, porque depende de uma ampla articulação política. Se não conseguirmos, vamos ter que propor um novo projeto de lei, o que será um tanto absurdo, uma vez que o projeto voltará a tramitar em um Congresso que já o aprovou por unanimidade, sem qualquer manifestação contrária de nenhuma entidade.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Cadeia produtiva do biodiesel já é a 3ª maior do mundo


Após sete meses da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, produção brasileira já é a terceira maior do mundo

A Presidência da República divulgou, esta semana, que a cadeia produtiva do biodiesel no Brasil, apenas sete meses após a entrada em vigor da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, já é a terceira maior do mundo, atrás da Alemanha e dos Estados Unidos. Segundo o informativo Em Questão, editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência, por meio de um marco regulatório estável e uma série de leilões de compra, a cadeia produtiva foi estruturada e o abastecimento do mercado, garantido. O Brasil conta hoje com 41 usinas em operação comercial e outras 52 unidades estão em processo de regularização na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A capacidade instalada da indústria é de 2,8 bilhões de litros — volume bem superior aos 1,3 bilhão de litros exigidos pela mistura de 3% de biodiesel ao diesel comercializado em todo o país. Mais de 65% das usinas detêm o Selo Combustível Social, as quais representam 95% da capacidade instalada. Concedido pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), o selo assegura benefícios fiscais para as unidades produtoras que compram matéria-prima da agricultura familiar.

Ainda com dados do Em Questão, combinada com o agronegócio, a participação da agricultura familiar é cada vez mais organizada e aproximadamente 100 mil famílias já produzem cerca de 20% de toda a matéria-prima entregue às usinas. Hoje, a cultura mais utilizada na produção de biodiesel no Brasil é a soja e a agricultura familiar responde por 25% da produção total dessa oleaginosa.

O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) foi lançado em 2004 pelo governo federal e está baseado em três pilares: econômico (criação de uma nova indústria), social (inserção da agricultura familiar) e ambiental (captura de gases de efeito estufa).

Fonte: Gestão CT

AEB apóia projeto de educação espacial em Sergipe

Baseado no programa da Agência, Estado cria modelo de incentivo aos estudos das ciências espaciais

A Agência Espacial Brasileira (AEB), por meio do Programa AEB Escola, auxiliará o projeto Espaço&Escola. O projeto é desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Tabulheiros Costeiros e pela Rede Sergipe de Geotecnologias (Resgeo). O anúncio da parceria foi feito durante a cerimônia de abertura do IV Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (IV GeoNordeste), realizado na última terça-feira (12), em Aracaju (SE).

O Espaço&Escola utilizará o material didático produzido pelo Programa AEB Escola, que deverá ser reproduzido pelas secretarias de educação municipais e estaduais de Sergipe que apoiam o projeto. Especialistas da Embrapa e da Universidade Federal de Sergipe ministrarão aulas sobre satélites, sensoriamento remoto e meteorologia. A AEB promoverá a formação de multiplicadores para os temas sobre astronomia e veículos espaciais, de acordo com a concepção do Curso Astronáutica e Ciências do Espaço do Programa AEB Escola.

O primeiro curso, que acontecerá entre os dias 17 e 19 de setembro, será ministrado por pesquisadores do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que colaboram com as ações do AEB Escola.

O coordenador executivo da Rede Sergipe de Geotecnologias, um dos idealizadores do Espaço&Escola, Marcos Silva, explica que a proposta é incentivar os educadores a trabalhar com a temática espacial em sala de aula, enriquecendo os conteúdos das diferentes disciplinas. "Queremos aumentar a participação dos estudantes de Sergipe na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica que acontece todos os anos", explica Marcos Silva. "Esperamos sensibilizar o Estado e as prefeituras para que o projeto Espaço&Escola seja incluído em seus calendários anuais de promoção da ciência e tecnologia e assim consolidar mais um pólo de disseminação das ações do Programa AEB Escola", complementa.

Evento
A gerente do AEB Escola, Ivette Rodrigues, apresentou o Programa AEB Escola durante uma sessão técnica em educação do IV GeoNordeste. Ela destacou o projeto do foguete recuperável de uma escola do sertão de Sergipe como um exemplo da acertada iniciativa da AEB, em investir em um programa de divulgação cientifica como o AEB Escola. Ivette destacou que bastou ao professor Nilson Santos e seus alunos, do colégio Estadual General Calazans, tomar contato com o material para se unir e desenvolver o projeto.

A AEB participa do evento também com uma exposição até a próxima sexta-feira (15/08). Além de cartazes e material explicativo sobre o Programa Espacial Brasileiro e o Programa AEB Escola, o estande da AEB conta também com o apoio do Professor Nilson e seus alunos que estão apresentando o projeto do foguete ao público visitante. (Assessoria de Comunicação da Agência Espacial Brasileira)

Fonte: Agência CT

16º Fórum de Private Equity, Venture Capital e Empreendedorismo

O 16º Fórum de Private Equity, Venture Capital e Empreendedorismo será realizado no dia 25 de agosto, a partir das 17h, na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Promovido pelo Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital (GVcepe), o evento terá como tema "Aproximando investidores de universidades e incubadoras".

"O que o investidor procura?", "O que a academia e as incubadoras oferecem?", "Quais as principais barreiras e como facilitar a aproximação entre esses dois mundos" e "Quais processos cada uma das partes envolvidas adota para que as negociações aconteçam? serão algumas das questões em discussão.

Paulo Lemos (gerente de pré-Incubação da Inova-Unicamp), Regina Fátima Faria (gerente da incubadora de empresas da Coppe-UFRJ), Robert Binder, (diretor-presidente da Antera Gestão de Recursos, gestora do fundo Criatec), Paulo Henrique Todaro (managing partner da Mercatto Investimentos) e Fabrício Bloisi (presidente da Compera) serão os debatedores.

Na ocasião haverá a premiação dos alunos vencedores do 1° Prêmio GVcepe de Venture Capital and Strategy in the Marketplace. O fórum será realizado no salão nobre da FGV, Av. 9 de julho, 2029, 4º andar.

Mais informações: www.cepe.fgvsp.br ou (11) 3281-3459.

Fonte: FGV

Conferência Científica Internacional Amazônia em Perspectiva: Ciência Integrada para um Futuro Sustentável

Conferência avalia impacto de mudanças do clima na Amazônia

Termina hoje (15) o prazo para submissão de resumos para a Conferência Científica Internacional Amazônia em Perspectiva: Ciência Integrada para um Futuro Sustentável. O evento será realizado entre os dias 7 e 20 de novembro, em Manaus (AM).

A Conferência reunirá os grupos de pesquisa que atuam na Amazônia, em especial as comunidades científicas do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), Rede Temática em Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma), Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio). A proposta é fomentar o debate e destacar as sinergias, cooperação e integração dos trabalhos, resultando em propostas interdisciplinares que conduzam a uma reflexão sobre o estado presente e os cenários futuros da Amazônia.

Ao divulgar os resultados sobre a biodiversidade, clima e o uso e cobertura da terra na Amazônia e, avaliar diferentes cenários de alteração ambiental - provocados pelo desmatamento e pelo aquecimento global - espera-se a identificação de novas prioridades, tanto para a agenda de pesquisa, quanto para as ações de desenvolvimento sustentável.

Saíba mais aqui.

Fonte: Agência CT

Anvisa registra 2025 casos de micobacteriose - contaminação por Mycobacterium massiliense


Alerta Vermelho nas cirurgias
Os números são alarmantes e assustadores: já somam 2.025 os casos de contaminação registrados em todo o território nacional pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ironicamente, a causadora de todo esse caos na saúde brasileira possui algarismos bem menos expressivos para medir seu tamanho: 0,2-0,6 a 1-10 µm, ou seja, o equivalente a 20 mil vezes menor que uma formiga ou 80 mil vezes mais miúda que um pernilongo. A comparação dá a noção da importância da Mycobacterium massiliense, bactéria da mesma família das causadoras de doenças como lepra e tuberculose.

Ainda que o microorganismo só tenha ganhado destaque nas páginas dos jornais e revistas esse ano, o grande surto da chamada micobacteriose de pele ocorreu entre 2006 e 2007, quando cerca 1.051 pacientes apresentaram sintomas da doença logo após passarem por videolaparoscopias ou por cirurgias estéticas como lipoaspiração e implante de próteses de silicone. O Rio de Janeiro foi o estado mais atingido. Esse ano é o Espírito Santo que lidera a lista de locais com a maior incidência de pessoas infectadas, levando inclusive à decisão extrema da Secretaria de Estado da Saúde de suspender intervenções estéticas em todas as clínicas e hospitais do estado.

O aparecimento
Anterior ao primeiro surto no Brasil, o surgimento da micobactéria não pode ser datado com precisão. Assim explica Rafael Silva Duarte, professor e chefe do laboratório de micobactérias do Instituto de Microbiologia Prof. Paulo Goés da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde estão sendo realizadas extensas pesquisas sobre a Mycobacterium massiliense.

"É uma espécie nova, descrita apenas em 2004, que provavelmente já existia anteriormente sem ter sido bem caracterizada. Em 2003, por exemplo, houve uma infecção relacionada à bactéria, o que quer dizer que antes mesmo dela ser publicada com tal nome, já fora detectada".

Ainda que não se possua o registro exato do aparecimento do microorganismo, nem se consiga entender como ele penetrou no ambiente hospitalar, muito já se sabe a respeito de seu comportamento no organismo humano. “Ele vive no ambiente, é oportunista e, havendo qualquer quebra da barreira epitelial, como uma incisão por um instrumento cirúrgico ou por administração de alguma solução contaminada, ele pode acabar infectando seres humanos e causando granulomas na superfície (lesão histopatológica significativa), que muitas vezes progride para o espaço subcutâneo e órgãos adjacentes, podendo também se disseminar pelo corpo. Há ainda alguns casos raros associados à infecção no trato respiratório inferior”, explica Rafael.

Fatores que propiciam a doença
Em busca de uma conclusão para o que estava desencadeando tantos casos de micobacteriose, uma equipe do Ministério da Saúde, realizou um estudo, para o qual foram visitados hospitais e centros de esterilização de material. Constatou-se, a partir da visita, que o processo de limpeza e desinfecção não era validado, o que em parte pode ser explicado pela inexistência de protocolos de esterilização, fazendo com que cada lugar estabelecesse seu próprio método. É claro, isso tornou visível a deficiência de alguns estabelecimentos e conseqüentemente foi admitida assim, a hipótese de que um dos fatores associados ao surto seja a inadequação da limpeza.

Entretanto, o Instituto de Microbiologia levanta outra suposição, baseada em resultados divulgados recentemente em congresso. Alguns exemplares de M. massiliense isolados durante o surto no RJ foram colocados em contato com a substância comumente usada para fazer esterilização, o glutaraldeído a 2%, pelos seguintes períodos: 30 minutos, 1, 6 e 10 horas. Foram usadas algumas marcas comerciais diferentes e teste foi repetido três vezes. Reparou-se que elas continuavam viáveis.

"Os resultados sugerem que a micobactéria pode ser tolerante ao glutaraldeído a 2%, então mesmo se fossem seguidos os procedimentos de limpeza corretos, a infecção não seria evitada. É claro que ainda são necessários mais testes, que já estão sendo desenvolvidos em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e com um grupo de São Paulo. É importante ressaltar também que esses resultados não indicam que o desinfetante não esteja funcionando, mas que o protocolo oficial do Teste da Eficácia Micobactericida de Desinfetantes não permite inferir os resultados para todas as micobactérias, provavelmente as propriedades biológicas estão variando de espécie para espécie" assegurou o professor.

Quem está indeciso a respeito de uma cirurgia em tempos de surto pode se tranqüilizar, a Mycobacterium massiliense não é resistente ao calor, logo se a temperatura ultrapassar 121 ºC por, pelo menos, 15 minutos no processo de esterilização ela é completamente exterminada. Então, pergunte ao seu cirurgião como será feita a limpeza do material cirúrgico e prefira a esterilização térmica à química (feita com o glutaraldeído a 2%) sempre que pertinente. É um direito do paciente saber o que acontece na cirurgia.

Sintomas
Após uma cirurgia há o processo de recuperação, que é agilizado pela retirada dos pontos, dali até um mês, haverá a cicatrização integral das feridas. Se algo de errado aconteceu, é válido ficar alerta para os sintomas da infecção.

"Quando há a infecção, mesmo após a cicatrização, pode aparecer uma secreção ou um nódulo inflamatório exatamente na região da cicatriz. Esse nódulo vai progredindo na região subcutânea, apalpando pode-se sentir uma área endurecida e dolorida" aponta o pesquisador.

O que fazer?
Se a confirmação dos sintomas ocorrer, retorne ao cirurgião. Mas não se precipite, apenas com um exame mais completo em mãos poderá haver total certeza que se trata da doença.

"Se a pessoa não estiver fazendo uso de nenhum antibiótico é indicada uma biópsia, para a confirmação do quadro infeccioso, pois assim com o diagnóstico preciso em mãos fica mais fácil ser tratado. Há vários laboratórios que são bem capacitados nessa análise da biópsia como o Laboratório Sérgio Franco, o próprio laboratório do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da UFRJ e o IPEC da Fiocruz".

Caso as suspeitas sejam confirmadas, é importante que a secretaria de saúde do seu estado seja notificada, procedimento que pode ser feito através de preenchimento de ficha pela internet.

Fonte: Heryka Cilaberry / Olhar Vital

Lançada caravana da UNE: Saúde, Educação e Cultura

No último dia 12, o Ministério da Saúde e a União Nacional dos Estudantes (UNE) lançaram, no Rio de Janeiro, a Caravana da UNE: Saúde, Educação e Cultura. Por meio da iniciativa serão visitadas 41universidades, públicas e privadas, em um trajeto de 32 mil Km, passando por 26 Estados e o Distrito Federal.

Segundo informações do informativo Em Questão, editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em cada parada, a equipe do ônibus da Caravana realizará um dia de mobilizações, com atividades culturais e debates sobre temas como violência no trânsito e alcoolismo, educação sexual, prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, políticas públicas para as mulheres, direitos sexuais e reprodutivos — e política de redução de danos. Os jovens levarão, entre outros assuntos, a defesa dos princípios do Sistema Único de Saúde — universalidade, eqüidade, descentralização e participação popular

O principal objetivo da expedição é promover uma campanha em defesa da saúde pública, sempre com foco na realidade dos jovens e nas necessidades e problemas específicos de cada Estado. Ainda segundo o informativo, na preparação da caravana, a direção da UNE contou com a orientação de assessores e técnicos do Ministério da Saúde para trabalhar a abordagem de cada um dos temas que serão levados ao debate nas universidades.

Confira neste link o roteiro completo da Caravana.

Fonte: Gestão CT

Utilização obrigatória do Portal de Convênios começa a partir do dia 1º

O início da obrigatoriedade de utilização do Portal de Convênios para a celebração, a liberação de recursos, o acompanhamento da execução e a prestação de contas dos convênios firmados com recursos repassados voluntariamente pela União começa no dia 1º de setembro. O portal também funcionará com todo o processo de credenciamento e cadastramento de propostas.

A alteração vale para todos os usuários do novo sistema: órgãos federais com programas passíveis de convênios e contratos de repasse, bem como órgãos estaduais e municipais e organizações não governamentais (ONGs) que firmarem esses convênios e contratos com a União.

A data anterior para o início da obrigatoriedade era o dia 1º de julho e foi adiada para 1º de setembro pelo Decreto nº 6.497/08, publicado na mesma data. A medida atendeu a órgãos federais, municipais e estaduais que solicitaram um tempo maior para se adequarem às modificações no processo de celebração de convênios e contratos de repasse. Por meio deste decreto, foi determinado também que os convênios e contratos de repasse celebrados entre 30 de maio e 1° de setembro de 2008 deverão ser registrados no novo portal até 31 de dezembro desse ano.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), por meio da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), disponibilizou módulos de educação a distância para auxiliar a adaptação e facilitar o acesso aos que utilizarão o portal. Para acessar essas ferramentas, acesse o site www.convenios.gov.br. (Com informações do MPOG)

Fonte: Gestão CT

Resultados incongruentes sobre o desempenho acadêmico do Brasil

O fôlego na berlinda
Dois rankings de produção científica mundial divulgados em julho apresentaram resultados incongruentes em relação ao desempenho acadêmico do Brasil em 2007.

A tradicional base de dados Thomson Scientific indica que o Brasil continua a ganhar fôlego, embora mantenha a 15ª posição no ranking mundial conquistada no ano passado. Foram 19.428 artigos publicados nos periódicos científicos indexados na base de dados, 2.556 a mais do que em 2006. Com isso, o país respondeu em 2007 por 2,02% do total da produção científica mundial, diante de 1,92% no ano anterior. Segundo os dados, o Brasil está um pouco à frente da Suíça e da Suécia e se aproxima da Holanda e da Rússia.

Já a base de dados Scopus, comercializada pela editora Elsevier, registrou 26.369 artigos brasileiros em publicações estrangeiras, 292 a menos do que em 2006, com o país ocupando também a 15ª posição no ranking, mas com 1,75% da produção mundial. Como as duas bases de dados contemplam universos distintos, é difícil afirmar se a divergência é acidental e qual é a tendência atual.

A ferramenta Web of Science, da Thomson Scientific, cobre cerca de 10 mil periódicos, ante 15 mil da ferramenta SCImago, da Scopus. Nos anos cobertos pela base de dados SCImago - de 1996 a 2008 - a Scopus contém até 45% mais registros que a Thomson. Ainda assim, a divergência animou um debate sobre o futuro e os limites de expansão da produção acadêmica brasileira.

O biólogo Marcelo Hermes-Lima, professor da Universidade de Brasília (UnB) e co-editor do periódico on-line PLoS One, afirmou em seu blog Ciência Brasil que a oscilação detectada pela Scopus pode ser o primeiro sinal de saturação. "A meu ver, o aumento da produção científica brasileira chega ao seu limite. Ou seja, a taxa de crescimento poderá ser nos próximos anos entre zero e 2% - que é o limite do crescimento vegetativo da população de cientistas de verdade. Em outras palavras, estamos no ponto de saturação da curva de crescimento no número de papers do Brasil", disse.

Rogério Meneghini, coordenador científico da biblioteca eletrônica SciELO Brasil, considera necessário esperar mais um ano para avaliar qual é a tendência. "É precipitado afirmar que a produção brasileira bateu no teto", diz Meneghini, especialista em cienciometria, disciplina que busca gerar informações para estimular a superação dos desafios da ciência.

Enquanto a produção brasileira cresceu 133% nos últimos dez anos, a da China avançou 300%. No Brasil, as áreas ligadas à biologia e às ciências médicas, como medicina, agricultura, bioquímica, genética e biologia molecular, seguida pela física e a astronomia, são as mais produtivas.

As cinco instituições com maior número de artigos publicados são a Universidade de São Paulo (USP), a Estadual de Campinas (Unicamp), a Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Federal de Minas Gerais (UFMG).

Clique aqui para ler o texto completo na edição 150 de Pesquisa FAPESP. (Fabrício Marques / Revista Pesquisa FAPESP)

Fonte: Agência FAPESP

SBM e Inmetro mapearão parque industrial brasileiro

Laboratórios de todo o território nacional podem fazer parte do projeto que vai mapear o parque industrial brasileiro e identificar a oferta e a demanda de serviços laboratoriais dos setores de química, farmácia, materiais plásticos, bens de capital, máquinas e equipamentos, biocombustíveis e agronegócio. Os laboratórios que tenham interesse em participar do projeto podem acessar este link, baixar o formulário eletrônico e fazer o cadastro do laboratório.

O projeto “Estudo da Oferta e da Demanda por Serviços Laboratoriais de Ensaios e Calibração” tem o apoio do MCT e é coordenado pela Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM) e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que são instituições associadas à ABIPTI. A vantagem de participar do projeto é a divulgação dos serviços prestados pelos laboratórios em um banco de dados único e de acesso nacional.

As redes metrológicas estaduais vão auxiliar no mapeamento dos laboratórios no país e verificar a consistência das informações preenchidas por meio dos formulários eletrônicos. A pesquisa faz parte do Projeto Escola Nacional de Tecnologia Industrial Básica (Entib) e conta com o apoio da Finep.

Além do estudo da demanda, está contemplado no projeto o estudo da oferta, que objetiva mapear, em todo território nacional, os serviços prestados por instituições públicas ou privadas ofertados à indústria.

Confira a relação das redes metrológicas e os Estados que estão sob sua abrangência:
• Associação Rede Metrológica de Alagoas
Alagoas e Sergipe
• Rede Baiana de Metrologia
Bahia
• Associação Rede Cearense de Laboratórios de Metrologia
Ceará e Rio Grande do Norte
• Associação Rede Capixaba de Metrologia
Espírito Santo
• Rede Metrológica de Goiás/ Instituto Euvaldo Lodi
Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
• Rede Metrológica de Minas Gerais/ Instituto Euvaldo Lodi
Minas Gerais
• Rede Metrológica do Pará/ Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará (Sedect)
Pará, Amapá, Tocantins, Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre.
• Rede de Metrologia e Qualidade da Paraíba – Rede de Metrologia e Qualidade da Paraíba (Remeq-PB)
Paraíba
• Associação Rede Metrológica de Pernambuco
Pernambuco
• Rede Metrológica de Piauí/Vaportec Ltda
Piauí e Maranhão
• Rede Paranaense de Metrologia e Ensaios
Paraná e Santa Catarina
• Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
• Associação Rede de Metrologia e Ensaios do Rio Grande do Sul
Rio Grande do Sul
• Rede Metrológica do Estado de São Paulo
São Paulo

Informações adicionais podem ser obtidas pelo número (41) 3271-7567 ou pelo e-mail . (Com informações da Rede Paraná de Metrologia e Ensaios)

Fonte: Gestão CT

Resolução institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em meteorologia

A Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação publicou, na edição do dia 7 do Diário Oficial da União, uma resolução que institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em meteorologia a serem observadas pelas instituições de educação superior em sua organização curricular.

De acordo com o texto, o curso de graduação na área deve ensejar, como perfil desejado do formando, sólida formação científica e profissional que capacite o meteorologista a absorver e desenvolver novas tecnologias de observação e modelos conceituais e de previsão, que o possibilite a gerar, analisar e interpretar produtos meteorológicos para a aplicação nos diversos ramos da ciência, face às demandas sociais, com visão crítica, criativa e humanística.

O curso de graduação em meteorologia deverá possibilitar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: desenvolver métodos e elaborar previsões do tempo; elaborar diagnósticos e projeções climáticas; elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental; diagnosticar a poluição do ar e prever a dispersão de poluentes atmosféricos; entre outras.

O curso deverá contemplar, em seu projeto pedagógico e em sua organização curricular, os seguintes conteúdos básicos: física geral e experimental; matemática; estatística; computação; dinâmica de fluídos geofísicos; elementos de cartografia e astronomia; expressão oral e escrita. A programação também contará com os seguintes conteúdos específicos: física da atmosfera; instrumentação meteorológica; sensoriamento remoto da atmosfera e da superfície; previsão do tempo; clima; e meio ambiente.

A íntegra da RESOLUÇÃO No- 4, DE 6 DE AGOSTO DE 2008 está disponível no link.

Fonte: Gestão CT

Em defesa do uso de aquecedor solar em casas populares

Especialista defende uso de aquecedor solar em casas populares

No dia 12, o diretor executivo do Departamento Nacional de Aquecimento Solar da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Carlos Faria, defendeu, em audiência pública promovida pela Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia da Câmara dos Deputados, que a proposta do governo federal para reduzir o déficit habitacional seja acompanhada da implantação de um programa nacional de substituição de chuveiros elétricos por outros movidos a energia solar.

Durante a audiência, Faria destacou que a eliminação de um déficit habitacional de 8 milhões de moradias no Brasil implicaria o aumento de cerca de 7 mil megawatts no consumo de energia, apenas para suprir a demanda dos novos chuveiros elétricos. De acordo com ele, o montante equivaleria à produção de uma grande usina, a um custo de construção de mais de R$ 30 bilhões.

Na ocasião, o relator da comissão, deputado Fernando Ferro (PT-PE), questionou o especialista se a indústria nacional de aquecedores solares teria condições de suprir esse aumento de demanda. Faria respondeu afirmativamente e disse que a capacidade produtiva do setor está ociosa. O especialista ainda ressaltou que os benefícios da instalação de painéis solares nas habitações populares vão além dos ganhos para a economia energética.

“Há também um benefício social direto para a população, com um aumento de renda. Nós chamamos de bolsa-família solar, porque a família economiza de R$ 30 a R$ 50 por mês. E essa economia pode durar 20 anos, se o equipamento estiver com a manutenção adequada, o que é muito simples”, afirmou.

O representante da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Evandro Vasconcelos, informou que as habitações populares financiadas pelo governo estadual já são construídas com painéis solares. Ele acredita que uma política nacional de incentivo ao setor de energias alternativas poderia expandir esse tipo de experiência pelo país, além de trazer mais segurança ao sistema.

Vasconcelos ainda ressaltou que o Brasil concentra quase toda a produção de energia elétrica na fonte hidráulica. “Se tivermos anos secos sucessivos, pode haver problemas. É necessário diversificar as fontes para que tenhamos outras opções e para que a escassez de um recurso não comprometa todo o fornecimento de energia elétrica”, afirmou.

Informações sobre as ações da Comissão Especial de Fontes Renováveis de Energia podem ser obtidas neste link. (Com informações da Agência Câmara)

Fonte: Gestão CT

Aumenta pesquisa na região Norte, afirma o CNPq

CNPq divulga crescimento da pesquisa na região Norte
Este ano, o número de bolsas de mestrado e doutorado concedidos pelo CNPq à região Norte vai ter um crescimento de 65% em relação ao ano passado. Já o número de pesquisadores com bolsas de Produtividade em Pesquisa quase triplicou quando comparado ao ano de 2002. Esses são alguns dos dados que foram divulgados pelo presidente do conselho, Marco Antônio Zago, durante uma reunião realizada no dia 12, na sede do CNPq, em Brasília, com o senador Tião Viana (PT-AC), representantes das fundações de amparo à pesquisa do Pará e do Amazonas, e diretores e coordenadores da agência.

De acordo com Zago, o aumento global dos recursos investidos busca atender à diversidade regional sem abrir mão do mérito e da competência. “A formação de recursos humanos é prioridade do CNPq. Quanto mais estimularmos a formação de doutores na região, aumentamos a capacidade de absorção no local”, disse, em notícia divulgada pelo conselho.

Os investimentos na região ainda serão ampliados. Com os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, cujo edital foi recentemente lançado pelo CNPq, com a previsão de investimentos de R$ 475 milhões para a criação de cerca de 60 institutos, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste deverão receber aproximadamente 35% do total.

Durante a reunião, o senador Tião Viana destacou a importância do papel do CNPq e disse que não acredita em um futuro para o país sem a ciência e tecnologia. Ele também demonstrou-se bastante impressionado com a mudança da curva de concentração dos investimentos na área e com a consistência da decisão em descentralizar os recursos.

Informações sobre as ações do CNPq podem ser obtidas no site www.cnpq.br. (Com informações do CNPq)

Fonte: Gestão CT

2° Simpósio Brasileiro de Recursos Genéticos

Simpósio reúne cientistas para discutir o uso de recursos genéticos

Nos dias 25 a 28 de novembro, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 41 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entidade associada à ABIPTI, promoverá no Hotel Nacional, em Brasília, o 2° Simpósio Brasileiro de Recursos Genéticos.

O evento reunirá cerca de 500 profissionais das áreas de recursos genéticos vegetais, animas e de microorganismos com o objetivo de discutir a situação atual, os avanços e as perspectivas na conservação e uso de recursos genéticos no país.

Em pesquisas da Embrapa, o Brasil é privilegiado em relação a recursos genéticos, visto que a sua biodiversidade compreende 20% de todas as espécies de plantas, animais e microrganismos do planeta, o que representa o maior patrimônio biológico do mundo.

Portanto, o simpósio, estruturado em workshops, mesas-redondas, e dez mini-cursos, contará com mais de cem palestrantes que abordarão temas como recursos genéticos de importância para a agroenergia e para enfrentar as mudanças climáticas.

Uso de recursos genéticos
A Embrapa desenvolve ações de conservação e uso de recursos genéticos vegetais, animais e de microrganismos desde a década de 1970 e hoje possui o maior banco genético vegetal do Brasil, com aproximadamente mais de 100 mil amostras e 400 espécies de importância sócio-econômica conservadas a 20ºC abaixo de zero.

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia gerencia também um sistema nacional de curadoria de recursos genéticos, o qual está ligado com mais de 235 bancos de germoplasma, onde mais de 250 mil amostras de plantas, animais e microorganismos são conservadas.

A importância desses bancos levou à assinatura de um acordo de cooperação, em julho deste ano, entre a Embrapa e o Real Ministério de Agricultura e Alimentação da Noruega que garante o depósito de sementes da Empresa no Banco Global de Sementes de Svalbard, na Noruega.

Informações adicionais pelo e-mail e pelo número (61) 3448-4656.(Com informações da Embrapa)

Fonte: Gestão CT

23° Olimpíada Ibero-Americana de Matemática

Salvador promove simpósio internacional e olimpíada ibero-americana de matemática

Nos dias 18 a 28 de setembro, acontecerá na cidade de Salvador(BA) a 23° Olimpíada Ibero-Americana de Matemática. O evento será organizado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicado (Impa), instituição associada à ABIPTI, pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Este evento reunirá alunos e professores dos países ibero-americanos e, proporcionará uma importante aproximação de professores interessados no desenvolvimento do ensino da matemática nesses países.

Na ocasião, e como forma de aproveitar o potencial científico dos participantes, será realizado nos dias 18 a 20 de setembro o 1° Simpósio Internacional de Ensino da Matemática. A programação de ambos os eventos está disponível no link: www.oimba.com.br/programa.html

Do programa farão parte palestras, conferências, minicursos, mesas-redondas, oficinas, comunicações e também sessões de trabalho sobre problemas de matemática. O simpósio é de inscrição aberta para professores e estudantes.

Informações complementares podem ser obtidas pelos telefones (71)3283- 6287/3369-0992 e pelo e-mail . (Com informações da Oimba)

Fonte: Gestão CT

22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões

A 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões (SBTE) será realizada de 21 a 24 de agosto no Casa Grande Hotel & Resort no Guarujá, litoral paulista.

Entre as palestras confirmadas estão Oocyte-cumulus cell interactions regulating oocyte quality, com Robert Gilchrist (Universidade de Adelaide, Austrália), Artificial insemination of cattle with sexed semen, com George Seidel Jr. (Universidade do Estado do Colorado, Estados Unidos), Origin and evolution of domestic cattle, com Paolo Ajmone-Marsan (Universidade Católica do Sagrado Coração, Itália), e Laser assisted hatching in bovine in vitro produced embryos to improve pregnancy rates, com Chuck Long (Universidade Texas A&M, Estados Unidos).

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista, Universidade de São Paulo, Embrapa, Central Fleury Reprodução Eqüina, Universidade Estadual do Ceará, Hematech, Universidade de Buenos Aires, do Instituto de Reprodução Animal de Córdoba e de diversas outras instituições estarão participando de palestras, workshops e demais atividades do encontro.

Mais informações e inscrições: www.sbte.org.br/reuniaoanual

Fonte: Agência Fapesp

6º Seminário Rio-Metrologia

Sexta edição do Rio-Metrologia acontece em setembro

Nos dias 2 e 3 de setembro, será realizado no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro (RJ), o 6º Seminário Rio-Metrologia. O evento é uma realização da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro (Redetec), no âmbito da sua Rede de Laboratórios do Rio de Janeiro - rede temática (Rio-Metrologia) em parceria com a Gerência de Normalização do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

O tema desta edição é: A Metrologia Presente na Geração de Fontes Alternativas de Energia e na Qualidade Laboratorial.

O objetivo do evento é apresentar temas de interesse para atores diversos tais como: laboratórios prestadores de serviços, empresas demandantes de serviços laboratoriais, Inmetro, governo, agentes de fomento ao desenvolvimento tecnológico, pesquisadores e profissionais interessados no tema central.

Compõem a comissão organizadora do 6º Seminário Rio-Metrologia: Eduardo Cavalcanti - INT/RioMetrologia; Aldo Dutra - Inmetro ; Carla Gioseffi – IBP; Fabiana R. Leta – UFF; João Batista – IBP; Rosana Almeida de Azevedo - Cenpes/Petrobras; Sidney Teylor de Oliveira - Cefet/RJ; Silvia Inez Carvalho - Sebrae/RJ; Ruth Epsztejn - Redetec/Rio-Metrologia; Vera Harcar – Redetec; Juliana da Silva Nunes – Redetec; e Custódio Menezes – Redetec.

Informações adicionais podem ser obtidas pelos contatos pelo e-mail e (21) 3575-7982, ou ainda pelo e-mail e (21) 3575-7972.

Fonte: Gestão CT

Consulta pública para certificação profissional é lançada

No último dia 11, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, participou da cerimônia de lançamento da consulta pública para a certificação profissional parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), instituição associada à ABIPTI. O evento aconteceu no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). A consulta encerra-se no próximo dia 31.

O objetivo da iniciativa é elevar a qualidade dos cursos de capacitação desenvolvidos em todo o país. Respaldada pelas leis nº 7.998/90, referente ao Programa do Seguro-Desemprego; pela Lei de Diretrizes e Bases na educação nacional nº. 9.394/96; e pela Resolução 575 do CODEFAT, a certificação garantirá que as instituições que venham a promover cursos de Qualificação Social e Profissional (QSP) estejam de fato aptas a prestar um serviço de qualidade.

Segundo informações do MTE, ao estabelecer os critérios de avaliação da conformidade desses cursos, financiados com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), todas as interessadas em participar de futuras licitações deverão se enquadrar em um mesmo nível de excelência e providenciar que cada educando seja submetido às práticas e condições reais da ocupação.

O objetivo de estabelecer esses critérios é ampliar as chances do cidadão chegar e permanecer no mercado, minimizando os números de vagas não preenchidas por falta de qualificação. Segundo dados do Sistema Nacional de Empregos (Sine), só em 2007 foram 2,06 milhões de vagas oferecidas e apenas 980.829 mil pessoas colocadas.

Segundo texto do MTE, em seu discurso, o presidente do Inmetro, João Alziro Herz da Jornada, elogiou a iniciativa do ministério, afirmando que a parceria será a garantia de um aprimoramento permanente da qualificação profissional no país e do incentivo à inovação tecnológica. Ele ressaltou que o Conselho Administrativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) continuará dando as linhas gerais dos cursos. "Nós não vamos dizer como os cursos deverão ver feitos, mas vamos garantir que eles atendam às exigências do ministério", disse.

A parceria entre o MTE e o Inmetro conta com o apoio do Ministério da Educação. A consulta pública foi lançada, de fato, no dia 27 de junho deste ano. Veja por este link a portaria com informações completas sobre a consulta pública. (Com informações do MTE)

Fonte: Gestão CT

Unesp lança portal "O Toque da Ciência"

Lançado portal para divulgação científica da Unesp

No dia 11, a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) lançou, no campus de Bauru, o portal eletrônico O Toque da Ciência. A iniciativa foi desenvolvida pelo Laboratório de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã (Lecotec) da instituição e é destinada à divulgação da produção científica nacional por meio de uma linguagem simples. O serviço tem uma periodicidade diária e um acervo de mais de cem programas.

O portal foi lançado durante a programação do 1º Seminário Lecotec de Comunicação Científica, que contou com a participação do diretor do Departamento de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia do MCT, Ildeu de Castro Moreira. “O Toque de ciência procura fazer pequenas inserções de ciência no cotidiano do brasileiro e, desta forma, devolver à população, em forma de conhecimentos, os investimentos públicos em pesquisa”, explica o coordenador do projeto, Juliano Maurício de Carvalho.

O portal conta com o financiamento do CNPq e da Unesp, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e do Programa Ciência na Unesp. A idéia é distribuir os programas produzidos para rádios comunitárias, educativas, públicas ou comerciais do país que tenham interesse em divulgar a ciência em sua programação. As emissoras interessadas deverão se cadastrar diretamente no portal por meio da URL.

Para conhecer o Toque de Ciência, acesse www.ciencia.inf.br. (Com informações do MCT)

Fonte: Gestão CT

Programa Inova Engenharia e MCT realizam oficina de educação da engenharia

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) vai realizar uma oficina com o objetivo de elaborar um projeto visando a modernização na educação da engenharia brasileira. Marcada para 1º de setembro, a iniciativa é resultado da reunião de ontem (14) do ministro do MCT, Sergio Rezende, com representantes do programa Inova Engenharia.

O projeto será apresentado no Congresso Mundial de Engenheiros (WEC – World Engineers Convention) e pretende reverter o atual quadro da educação de engenharia no Brasil. O levantamento feito pelo programa Inova Engenharia mostra que o País tem 350 escolas, porém apresenta um alto índice de abandono, em torno de 60%. Um dos principais motivos reside na grade curricular dos cursos oferecidos principalmente pelas faculdades particulares. “Queremos que o aluno comece a resolver um problema de engenharia logo no primeiro dia de aula”, exemplificou Marcos Formiga, representante do programa e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Outro problema levantado está na qualificação e na inserção ao mercado de trabalho dos jovens engenheiros. Sergio Rezende destacou que o governo federal coloca à disposição dos empresários diversos instrumentos que permitem a inovação das empresas com a contratação desses profissionais capacitados. Porém, não existe procura por causa do desconhecimentos dessas normas. “Precisamos de uma mobilização das empresas para a contratação de engenheiros mestres, o governo está concedendo incentivos para isso”, pontuou.

O ministro lembrou que o problema da falta de engenheiro remonta as décadas de 80 e 90, quando o País ficou estagnado economicamente e os jovens não viam uma perspectiva de futuro e emprego. “Agora, que o Brasil está crescendo, estamos sentindo falta de engenheiros. Iniciativas como a do Inova Engenharia são importante e positivas na procura de jovens pelos cursos de engenharia. Estamos precisando de movimento como este, que mostre à sociedade e aos empresários a importância desse profissional para o desenvolvimento e, principalmente, para as novas tecnologias. O MCT vai apoiar a proposta apresentada”, destacou.

O programa Inova Engenharia foi criado para promover uma ação de mobilização nacional em prol da modernização na educação da engenharia nacional. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e tem o apoio de 17 instituições do meio acadêmico e dos setores público e privado, entre elas a Abipti.

“Para a oficina teremos apoio do Ministério da Educação, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)”, acrescentou o secretário-executivo do MCT, Luiz Antonio Rodrigues Elias.

WEC
Pela primeira vez no continente americano, a terceira edição do Congresso Mundial de Engenheiros (WEC – World Engineers Convention) – que já passou pela Alemanha e pela China – pretende reunir mais de cinco mil engenheiros de todo o mundo em Brasília, entre 2 e 6 de dezembro próximo.

O WEC é conhecido como o maior evento da área de engenharia em nível mundial. Na sua terceira edição, profissionais e estudantes dos cinco continentes participarão de debates, fóruns, palestras, visitas técnicas e atividades culturais, todos norteados pelas discussões atuais de meio ambiente e engenharia sustentável.

Consolidar o WEC como um evento importante para os debates da atualidade mundial é o desafio proposto pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), pela Federação Brasileira de Associação de Engenheiros (Febrae) e Fédération Internationale des Organisations d’Ingénieurs (WFEO/FMOI ), responsáveis pela realização do congresso. (Fabio Lino - Assessoria de Comunicação do MCT)

Fonte: Agência CT

CCJ aprova projeto de lei que institui o Estatuto dos Museus

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou, ontem (13), o projeto de lei da Câmara (PLC) 115/08, que institui o Estatuto dos Museus. A proposta tem como relatora a senadora Ideli Salvati (PT-SC) e ainda será analisada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte antes de ser submetida ao Plenário da Casa.

A proposição aprovada define o Sistema Brasileiro de Museus, que terá como principais objetivos promover a interação entre os museus, a disseminação de conhecimentos específicos no campo museológico, a gestão integrada e o desenvolvimento de ações voltadas para as áreas de aquisição de bens, capacitação de recursos humanos, documentação e pesquisa. O texto ainda determina que os museus deverão elaborar e implantar um plano museológico, que definirá sua missão básica e a sua função específica na sociedade.

Na mesma sessão, seria votado o projeto de lei do Senado (PLS) 228/05, que define um novo marco legal para as fundações. No entanto, a proposição foi retirada da pauta a pedido do seu relator, senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Ele deverá reexaminar o relatório.

O PLS é de autoria do senador José Sarney (PMDB-AP). O texto define legalmente as fundações como pessoas jurídicas de direito privado e limita o campo de atuação das fundações a propósitos culturais, religiosos e de assistência. A proposta modifica o Código Civil. De acordo com o texto, a fundação, quando não instituída ou mantida pelo Poder Público, “não terá sua organização nem o seu funcionamento submetidos ao exame ou fiscalização do Ministério Público”.

Além disso, o PLS determina que, para se criar uma fundação, o seu instituidor fará, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, declarando, se desejar, a maneira de administrá-la. Dias já havia dado voto favorável ao projeto de lei, observando que atualmente as fundações enfrentam restrições à sua liberdade de atuação e “formalismos ociosos”. Para ele, esses fatos resultam de uma “confusão histórica entre fundações de direito privado e as de direito público, estas últimas, sim, instituídas e mantidas para cumprir a vontade do Poder Público”.

A íntegra do PLC 115/08 está disponível neste link. Já o PLS 228/05 pode ser acessado por meio deste link. (Com informações da Agência Senado)

Fonte: Gestão CT

Workshop : Experiências da Implantação da TV Digital no Brasil e Japão

Brasil e Japão trocam experiência sobre TV Digital
As experiências com a implementação da TV digital no Brasil e no Japão serão debatidas nos próximos dias 25 e 26, no American Hall, e no dia 27, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, no "Workshop sobre TV Digital: Experiências da Implantação da TV Digital no Brasil e Japão".

Promovido pelo Grupo de Trabalho Conjunto Brasil-Japão (GTC) e pelo Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD), o evento reúne técnicos, engenheiros das empresas de radiodifusão e associados do Fórum.


Entre os palestrantes estão Koji Osaki, diretor-associado do departamento de engenharia da Japan Broadcasting Corporation (NHK), Tsuyoshi Yamanaka, diretor-presidente da Chukyo TV Broadcasting; além de membros da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Fórum SBTVD.

O workshop é patrocinado pela Arib, com o apoio dos ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações, das Relações Exteriores, da Casa Civil e Comunicação do Japão (MIC), da NHK, da The National Association of Commercial Broadcasters in Japan (NAB), do Consulado japonês em São Paulo, do Fórum SBTVD, e da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET).


Serviço :"Workshop sobre TV Digital: Experiências da Implantação da TV Digital no Brasil e Japão"

Data: 25 e 26 de agosto
Local: American Hall: (www.americahall.com.br)
Av. Major Sylvio de Magalhães Padilha, 5.200 – Morumbi (Marginal do Rio Pinheiros)
Horário: das 9h às 17h30

Data: 27 de agosto
Local: Centro de Exposições Imigrantes: (www.centroimigrantes.com.br)
Av. Miguel Stefano, 3.900 – Água Funda
Horário: das 9h às 17h30 (Assessoria de Comunicação do MCT)

Fonte: Agência CT

Portaria reestrutura Sisbio

Foi publicada, no Diário Oficial da União do dia 11, uma portaria do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que reestrutura o Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (Sisbio). O texto foi assinado pelo ministro Carlos Minc.

Com a reestruturação, foram incluídas várias novas atividades científicas ou didáticas no âmbito da atuação do sistema. Entre elas: coleta de material biológico; captura ou marcação de animais silvestres in situ; manutenção temporária de espécimes de fauna silvestre em cativeiro; transporte de material biológico; e realização de pesquisa em unidade de conservação federal ou em cavidade natural subterrânea.

De acordo com o texto, compete ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade gerir o Sisbio e aprovar a realização das atividades. A portaria ainda institui um Comitê de Assessoramento Técnico (CAT) para assessorar o órgão. A instância será responsável por: avaliar e propor critérios para a concessão de autorizações referentes a pesquisa científica e didática; definir critérios para concessão de licença permanente; propor procedimentos para fiscalização relativa à atividade científica; e propor uma política de uso e divulgação da informação.

O CAT será coordenado por um representante do MMA e contará com a participação de integrantes das seguintes instituições: Instituto Chico Mendes; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ); MCT; CNPq; Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); Sociedade Botânica do Brasil; Sociedade Brasileira de Zoologia; Sociedade Brasileira de Microbiologia; Sociedade Brasileira de Genética; e Ministério da Saúde.

O texto determina que o Instituto Chico Mendes terá a função de secretaria executiva do CAT. O órgão poderá transferir para as instituições de pesquisa nacionais, observados os critérios de qualificação do MCT, mediante celebração de termo de responsabilidade, a atribuição de aprovar a realização de pesquisas científicas nas unidades de conservação federal.

Veja a íntegra da PORTARIA No- 236, DE 8 DE AGOSTO DE 2008 no link.

Fonte: Gestão CT

Emissoras públicas de TV dão início à transferência de programação

Até o final deste mês, as emissoras públicas de TV poderão transferir e trocar as suas programações. Para isso, elas utilizarão a infra-estrutura de vídeo digital da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP/MCT).

A princípio, serão interligadas as TVs educativas de Salvador, de Belém, de São Paulo, Brasília, São Luís e do Rio de Janeiro aos pontos de presença (POPs) da RNP.

No dia 18 de julho, o servidor com as informações básicas sobre os conteúdos audiovisuais (metadados) do projeto Rede de Intercâmbio de TV Pública (RITVp), financiado pela TV Brasil, foi hospedado no Internet Data Center (IDC) da RNP.

Informações sobre as ações da RNP podem ser obtidas no site www.rnp.br. (Com informações da RNP)

Fonte: Gestão CT

Fórum Estadual de Energias Alternativas e Renováveis no Espírito Santo


Nesta sexta-feira (15/08), a engenheira Olga Simbalista, da Eletronuclear, participará do Fórum Estadual de Energias Alternativas e Renováveis no Espírito Santo, que acontecerá no Centro de Convenções de Vitória, das 8:00 às 17:00 horas.

Olga fará parte de uma mesa redonda que vai debater o papel da geração nuclear no Sistema Elétrico Brasileiro. E abordará pontos importantes como segurança, resíduos radioativos, atratividade econômica e não proliferação de armas nucleares.

O evento também terá conferências sobre o estado atual da segurança energética no Brasil. A atual tendência, devido a limitações ambientais, de não se construir novas hidroelétricas com grandes reservatórios de acumulação plurianuais, e o papel fundamental das termelétricas como equivalentes desses reservatórios, promete ser um dos destaques do encontro.

Fonte: Eletronuclear