terça-feira, 1 de julho de 2008

2ª temporada do "TV É Ciência" estréia hoje

A produção científica e tecnológica do Espírito Santo terá mais espaço na televisão a partir de hoje, 1º de julho, com a estréia da segunda temporada do TV É Ciência. O programa será exibido nas noites de terças-feiras, às 22h, com reprises aos domingos, às 14h30.

A partir de uma parceria entre a Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Fapes) e a TV Educativa do Espírito Santo, o objetivo da iniciativa é divulgar as pesquisas desenvolvidas no Estado, mostrar a importância cada vez maior da ciência no cotidiano das pessoas e veicular informações a respeito de eventos científicos e tecnológicos de importância local, nacional e internacional.

Nessa temporada, o programa vai estar mais interativo e o telespectador poderá participar, sugerindo temas de abordagem. Além da divulgação de eventos técnico-científicos, o TV É Ciência terá espaço para entrevistas, lançamentos de editais e programas de pesquisas.

A intenção é que cada edição apresente novos temas e trabalhe mais os temas dos programas anteriores, como por exemplo, diversidade, biotecnologia, água, biodiversidade, violência e segurança pública, robótica, magnetismo e trabalho escravo.

Para o acompanhamento e avaliação dos assuntos veiculados no TV É Ciência, a Fapes criou um comitê assessor para que funcione como um conselho editorial. O comitê é formado por representantes do setor empresarial, de instituições públicas do Estado e por pesquisadores.

Na sexta-feira (27), foi realizada a primeira reunião do conselho para a discussão de novos temas que serão abordados.

O TV É Ciência estreou em abril de 2007 e desde então já foram exibidas 44 edições.

Mais informações podem ser obtidas no site www.sect.es.gov.br.

Fonte: Gestão CT

Ciências dos Materiais será contemplada com edital do CNPq

Em breve, o CNPq lançará um edital que contemplará projetos de pesquisa do Programa de Colaboração Interamericana em Materiais (Ciam).

De acordo com o conselho, esta será a quarta chamada de propostas de trabalhos conjuntos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de ciências dos materiais desenvolvidos em colaboração científica entre pesquisadores da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México, Jamaica e Trindad &Tobago.

Em notícia divulgada no seu site, o CNPq informa que nesta chamada não será obrigatório o envolvimento de pesquisadores de três países. No entanto, as propostas multilaterais serão priorizadas.

Os brasileiros que têm interesse em participar do Ciam deverão submeter suas propostas diretamente ao CNPq. Os candidatos deverão seguir as normas estabelecidas no edital que será lançado. Já os pesquisadores estrangeiros deverão apresentar os projetos às instituições financiadoras participantes do CIAM em seus países.

Outras informações sobre o edital podem ser obtidas com a Coordenação de Cooperação Bilateral da Assessoria de Cooperação Internacional do CNPq pelo e-mail .

Fonte: Gestão CT

Espaço de composição e performance musical: computador e ambiente acústico

Sinfonia digital
O computador modificou a música de forma profunda e definitiva, seja como ferramenta para composição, para tratamento de material sonoro, para aprimoramento de técnicas instrumentais tradicionais ou simplesmente como instrumento musical.

O estudo dessa transformação foi o eixo central de um projeto de pesquisa recém-concluído que envolveu diversas instituições e gerou amplos resultados no campo da criação musical e mais de 20 teses, dissertações e trabalhos de iniciação científica, além de publicações, concertos, palestras, workshops e interação internacional.

O Projeto Temático O espaço de composição e performance musical: computador e ambiente acústico, apoiado pela FAPESP, foi coordenado pelo professor e compositor Silvio Ferraz Mello Filho, do Departamento de Música da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

De acordo com Ferraz, desde o fim da década de 1960 se previa que o computador seria de grande utilidade para os músicos assim que fossem implementados os recursos necessários. Hoje, a relação entre máquina e música já se tornou uma realidade incontornável.

“Observando o desenvolvimento da música eletroacústica e eletrônica, depois da popularização do computador, verificamos que ele se tornou um instrumento quase que obrigatório. E não se trata apenas de fazer partituras no computador – o músico trabalha de fato com linguagem de programação”, disse.

O projeto nasceu no fim da década de 1990 a partir de um projeto do programa Jovem Pesquisador desenvolvido na Pontifícia Universidade Católica (PUC). Ali, trabalhando com o professor Fernando Iazetta, que hoje atua na Universidade de São Paulo (USP), Mello iniciou pesquisas que relacionavam música e tecnologia usando dois laptops em diversos concertos.

“Concebemos o temático com o objetivo de atualizar os estudantes da Unicamp em relação aos novos softwares de performance musical, permitindo que eles pudessem desenvolver estudos nesse campo – tanto na criação musical como na criação de aplicativos, isto é, de instrumentos digitais”, explicou.

Uma das ferramentas básicas utilizadas foi o software Max/MSP, que permite a transformação de sons em tempo real. Nesse ambiente de programação, o usuário pode criar um instrumento musical que é tocado com a manipulação de conjuntos de operadores. “O ambiente tem um formato aberto conhecido como Pure-Data (PD) e, nele, os alunos têm programado diversos instrumentos tanto de criação musical como de performance”, disse.

Reconstrução sonora
Além de abordar o uso do computador para composição e execução, o projeto se dedicou também a estudar o que a presença da máquina teria alterado na concepção da música acústica, escrita em partitura. O estudo verificou que a alteração foi radical, porque o computador agiliza cálculos e facilita a análise de sons.

“Podemos fazer a análise do som de um sino, por exemplo, isolar suas componentes e brincar de refazer esse som com uma orquestra sinfônica ou com um quarteto de cordas. Esse tipo de possibilidade fez com que as novas tecnologias tivessem implicações muito grandes no modo contemporâneo de compor”, explicou Ferraz.

Além dessas vertentes, uma linha desenvolvida pela professora Denise Garcia, também da Unicamp, aprofundou-se em um estudo mais ligado à história da música eletrônica e eletroacústica no Brasil.

“Dentro desses campos de estudo, envolvemos pesquisadores de todos os níveis da pós-graduação de diversas áreas de graduação, e com bolsas de iniciação científica. Acabamos tendo intensa atividade de graduação dentro do projeto. Tivemos intercâmbio com outros centros de pesquisas brasileiros e internacionais”, disse Ferraz.

Um exemplo foi a visita, em 2003, de dez pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Coordenação Acústica e Músical (Ircam, na sigla em francês), que faz parte do Centro Georges Pompidou, em Paris. “Além de um concerto, foi realizado um importante simpósio, ambos na sede da FAPESP. Um dos objetivos era formar um instituto virtual de música e tecnologia, o que, infelizmente, acabou não ocorrendo”, disse.

A iniciativa, no entanto, gerou um projeto de sonologia que envolve os departamentos de Música e de Matemática da USP, o Departamento de Música e o Laboratório de Vibroacústica da Unicamp e os departamentos de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Patentes acústicas
“No espaço estrito do temático, um dos principais resultados foi uma patente do professor José Augusto Mannis [da Unicamp], que desenvolveu um sistema de adequação acústica para ambientes de performance musical. O primeiro protótipo dessa patente foi a sala do laboratório em que instalamos o projeto”, disse Mello.

A prática de adequação acústica, segundo ele, tem sido bastante desenvolvida com foco no conforto acústico, mas, no caso do sistema de Mannis, o foco foi bem diferente: difusão e performance musical. A adequação dessa sala acabou gerando outros projetos. Atualmente Mannis trabalha no projeto de adequação do Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, em parceria com uma equipe de arquitetura.

“No campo da criação musical também tivemos bons resultados: concertos, palestras, workshops, participação em encontros internacionais e nacionais, como o Festival de Música Nova e a Bienal Brasileira de Música Contemporânea”, disse Sílvio Ferraz. Outro resultado do projeto foi gerar o Grupo de Criação Musical, associado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Junto às atividades composicionais, o projeto resultou também em diversos concertos com o uso de computador enquanto instrumento musical. “Atualmente temos, na Unicamp, um grupo bem grande de estudantes que utiliza o computador como ferramenta de análise musical, criação musical e performance, com softwares de última geração”, disse.

As modalidades musicais são muito variadas: desde instalações sonoras desenvolvidas por Mannis, que também é compositor, até a composição escrita erudita com cálculos, feitas no computador, pelo grupo de Ferraz e pelo professor Jônatas Manzolli, que também coordena o Núcleo Interdisciplinar de Comunicação Sonora na Unicamp.

“O resultado composicional é muito grande e continua se expandindo. Há trabalhos de estudantes ligados a uma estética mais recente, além da produção de diversas teses e publicações”, afirmou Ferraz.

Atualmente, o grupo reunido em torno do projeto recém-concluído está trabalhando em uma tentativa de desdobramento desses estudos. A proposta, segundo o pesquisador, tende a se transformar em outro projeto, com o objetivo de tentar associar o computador ao estudo de técnicas instrumentais.

“Queremos utilizar a máquina para ampliar algumas técnicas utilizadas em instrumentos como violino, clarinete e flauta, sempre com o propósito composicional experimental. Mesmo que acabemos fazendo instalações sonoras, com um efeito mais próximo da música popular, o propósito é um resultado experimental”, destacou.

Um exemplo desse tipo de proposta experimental, segundo Ferraz, é um trabalho apresentado por ele diversas vezes, envolvendo piano, computador e um poeta lendo seus poemas.

“A voz e o piano são transformados e interagem ampliando as possibilidades sonoras dos instrumentos, fazendo-os dialogar, a partir da análise de suas inflexões, com a voz humana ou com sons eletrônicos”, disse.

Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

Quase todos os municípios brasileiros aderem ao Proinfo

Noventa e dois por cento dos municípios brasileiros já aderiram ao Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo). Do total de 5.561 municípios, apenas 432 ainda não fizeram a adesão à iniciativa. Os números foram divulgados na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC).

O programa tem o objetivo de promover o uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica. Ele é resultado de uma ampla parceria entre o governo federal, Estados e municípios.

No momento em que assinam o termo de compromisso com o Proinfo, os prefeitos podem selecionar as escolas que serão contempladas com os laboratórios de informática. Neste ano, 12 mil laboratórios serão distribuídos para escolas públicas de todo o país. Eles foram licitados em dezembro de 2007, no maior pregão para aquisição de computadores da história do programa. Também está previsto para o segundo semestre deste ano o lançamento de um edital para a compra de mais 29 mil laboratórios de informática.

Em uma primeira fase, serão destinados 9 mil laboratórios às escolas de 5ª a 8ª séries localizadas em áreas urbanas e com mais de 100 alunos. Os outros três mil laboratórios contemplarão as escolas de 5ª a 8ª séries localizadas em áreas rurais com mais de 50 alunos.

Os computadores já contam com roteador wireless (internet sem fio). Eles também possuem o sistema operacional Linux Educacional, software livre criado especialmente para as escolas brasileiras, que conta com diversas ferramentas de produtividade.

De acordo com o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, o Proinfo conta com três ações básicas: infra-estrutura, capacitação de professores e conteúdos digitais. “Queremos garantir uma sala de aula mais dinâmica e, para isso, além de entregar os computadores, lançamos o Portal do Professor e vamos capacitar 100 mil professores até o fim do ano”, afirma.

Informações sobre o Proinfo podem ser obtidas neste link.

Fonte: Gestão CT

Leitura crítica dos dados estatísticos em trabalhos científicos

Lectura crítica de los datos estadísticos en trabajos científicos

Confusão com números
Muitos trabalhos científicos que dão peso excessivo a cálculos estatísticos podem trazer conclusões discutíveis e equivocadas, de acordo com uma pesquisa publicada na Revista Brasileira de Anestesiologia.

O estudo, que analisou trabalhos publicados na área médica em periódicos de língua inglesa, espanhola e portuguesa, aponta que métodos estatísticos mal planejados, tomados como fatores definitivos, podem referendar conclusões errôneas.

A pesquisa, realizada por Mário José da Conceição, professor de Técnicas Cirúrgicas da Universidade Regional de Blumenau (Furb), detectou que o “erro da prova de equivalência”, exemplos de “amostra muito grande” e “escolha errada de programa estatístico” são algumas das recorrências nos artigos.

Segundo Conceição, o objetivo do estudo foi apresentar alguns conceitos relacionados com os cálculos estatísticos que são fundamentais para a leitura e o pensamento críticos na literatura médica.

“A estatística, quando utilizada em trabalhos da área médica, tem como finalidade referendar conclusões. Muitos autores apóiam seus resultados de forma excessiva nos cálculos estatísticos, como prova incontestável de acerto. O risco implícito é que os cálculos matemáticos podem ter sido planejados de forma errada, manipulados voluntária ou involuntariamente, ou apresentar apenas uma das facetas do problema”, disse.

Um dos erros mais freqüentes e que comprometem os resultados é a prova de equivalência. Muitas vezes, afirma Conceição, o erro ocorre por desconhecimento do autor, que se limita a repetir a forma que foi consagrada por especialistas no assunto.

“A comparação entre duas amostras pode ser insuficiente para garantir a existência de determinado fenômeno, ou negá-lo por completo, mesmo que os testes estatísticos indiquem o contrário. O autor necessita explicar aos leitores esses pormenores e evitar concluir de forma absoluta a existência ou inexistência do fenômeno observado”, salientou.

Conceição usa como exemplo um estudo hipotético que tenha por objetivo estudar a prevalência de acidentes entre duas empresas aéreas brasileiras durante a primeira semana de junho. “Se aplicarmos qualquer modalidade de testes estatísticos, os resultados jamais serão significativos, porque na primeira semana de junho não se registrou acidente aéreo no Brasil. Com base nisso, poderíamos afirmar que aviões não sofrem acidentes, ou que viajar de avião é 100% seguro sem nenhum risco.”

“Essas conclusões na prática diária estão erradas. O cálculo correto deveria levar em consideração as inúmeras variáveis que podem contribuir para os acidentes e quais as probabilidades de elas ocorrerem. Nesse caso, ainda existem fatores agravantes do risco, como equipamentos sucateados ou controladores de vôos despreparados”, afirmou.

Perpetuação do erro
Outro erro recorrente nas pesquisas, de acordo com Conceição, é isolar uma amostra grande ou pequena demais, levando a falsos resultados. “Centenas de pessoas foram tratadas com o antiinflamatório Rofecoxibe, mas o fármaco foi retirado de uso porque causou graves problemas cardiovasculares em determinados pacientes. A grande amostra de indivíduos sem problemas revelou-se uma falácia. A conclusão precipitada foi de que a droga era segura em 100% dos pacientes, sem se considerar determinadas variáveis como a idade avançada, por exemplo”, disse.

O mais grave, segundo ele, é a perpetuação do erro, sobretudo nos trabalhos que retomam a pesquisa do ponto no qual a anterior foi interrompida, ou repetem a mesma fórmula como garantia de acerto na escolha das amostras.

“Muitas vezes são seguidas linhas de pesquisa, com a repetição do erro por várias amostras. O problema quase sempre está no planejamento pouco cuidadoso da metodologia, ou seja, o seu desenho. Os cálculos estatísticos fazem parte desse desenho e, portanto, precisam ser planejados de forma adequada. Um trabalho de pesquisa precisa partir de uma hipótese clara que se pretende provar. No final logra-se esse êxito ou não. A estatística deveria ser a contraprova”, destacou.

Equívoco não menos raro, segundo Conceição, é a escolha errada do programa estatístico, o que também pode comprometer os resultados. “Existem erros óbvios, como o uso de testes exclusivos para dados paramétricos em dados não paramétricos, e outros mais sutis, como a utilização de testes idealizados para comparações a priori em comparações post hoc [posteriores ao evento]. Se o autor se sente inseguro na escolha do modelo estatístico a adotar, o melhor caminho é discutir os detalhes com profissional da área, quando do planejamento da metodologia.”

O professor da Furb apresenta no estudo algumas recomendações, como conhecimento básico dos princípios de estatística. De acordo com ele, durante o planejamento do método é possível desprezar determinadas variáveis.

“O autor, no entanto, precisa explicar de forma convincente qual poderia ter sido o impacto das variáveis excluídas em seus resultados. Modelos com muitas variáveis são difíceis de interpretar e utilizar. Os resultados só serão convincentes se forem apresentados de forma correta. Antes de escrever a conclusão, ele deve rever as hipóteses e examinar o que apontam seus resultados. Sua conclusão deverá definir se a hipótese foi provada ou não, levando em consideração o tamanho da amostra e as condições nas quais foi realizada sua pesquisa”, disse.

Para ler o artigo Leitura crítica dos dados estatísticos em trabalhos científicos, de Mário José da Conceição, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP

Museu de História Natural da UFMG abre temporada Inverno no Museu

Com o objetivo de aproximar o Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) da comunidade, foi aberta, no sábado (28), a temporada Inverno no Museu, mais uma etapa do Projeto Quatro Estações. O projeto foi inaugurado no ano passado e prevê, a cada estação do ano, uma série de atividades. Esta temporada segue até o dia 3 de agosto.

Estão previstas atividades como: caminhadas pela mata; experiências no Espaço de Química; exposição de morcegos; exposições de física, arqueologia, paleontologia e mineralogia; sessões pipoca para o público infantil; cinema no museu para o público interno; entre outras. Também será realizado o 1º Simpósio de Espeleologia – Grupo Guano, que será realizado de 29 a 31 de agosto. Os interessados em se inscrever nas oficinas ou no simpósio devem encaminhar um e-mail para o e-mail . A inscrição é gratuita.

A primeira temporada do Projeto Quatro Estações foi a Primavera no Museu, realizada em setembro de 2007.

Mais informações podem ser obtidas no site www.mhnjb.ufmg.br ou pelo telefone (31) 3461-5805

Fonte: Gestão CT

Centros de ciência de diversos países assinam a Declaração de Toronto

The Toronto Declaration

Nos dias 15 a 19 de junho, mais de 400 representantes de 51 países se reuniram em Toronto (Canadá) para o 5° Congresso Mundial de Centros de Ciência. Na ocasião, foi assinado um compromisso - Declaração de Toronto - entre os centros de ciências da Ásia, da China, da Europa, da África e da América Latina e Caribe. O acordo firmado entre os países busca incentivar o trabalho da ciência junto à sociedade; financiar mecanismos que tenham relevância ambiental e educacional científica, entre outros objetivos.

Em texto do congresso, o presidente do Centro de Ciência de Ontário, Lesley Lewis, afirma que pela primeira vez centros de ciência trabalham juntos e a assinatura da Declaração de Toronto, que visa estimular a ciência na sociedade, é muito importante. A declaração foi preparada por um comitê de seis membros do Centro de Ciência de Ontário. Pelo Brasil, foi signatária Associação Brasileira Centros e Museus de Ciências (ABMC).

Durante os quatro dias, os principais líderes dos centros de ciência se uniram a instituições acadêmicas e governo para discutir as funções centrais dos centros de forma a engajar a ciência e a sociedade. Esta foi a primeira vez que o teve sede na América do Norte.

0 6° Congresso Mundial de Centros de Ciência acontecerá nos dias 23 a 28 de Agosto de 2011 na África do Sul.

Informações sobre a declaração e a programação do encontro estão disponíveis em inglês neste link.

Para ler a Declaração de Toronto, em inglês , clique aqui.

4º Simpósio Brasileiro em Química Medicinal

O 4º Simpósio Brasileiro em Química Medicinal reunirá, entre os dias 9 e 13 de novembro, em Porto de Galinhas (PE), especialistas nacionais e estrangeiros dos setores acadêmicos e industriais.

O encontro científico, de caráter multidisciplinar e promovido pela Divisão de Química Medicinal da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), tem como objetivo o engajamento da química medicinal brasileira na discussão e apontamento do estado da arte no planejamento de fármacos.

O tema central será “Aplicações e tendências da modelagem de fármacos guiada por ensaios farmacológicos”. Outros temas abordados nas sessões científicas são “Estrutura e energética da interação fármaco-receptor”, “Ensaios baseados em células”, “Estratégias em planejamento de fármacos” e “Parceria e descoberta de fármacos: união sinérgica entre universidade e indústria”.

Mais informações: www.brazmedchem.iqsc.usp.br

Fonte: Agência FAPESP

Tundisi e Ariosto Holanda destacam contribuições de Ruth Cardoso a programas de tecnologias apropriadas

Em entrevista ao Gestão C&T online, o ex-presidente do CNPq, José Galizia Tundisi, relembra as contribuições da ex-primeira dama Ruth Cardoso, que morreu no último dia 24, ao Programa de Tecnologias Apropriadas (PTA), desenvolvido pelo conselho, no primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso.

“A Dra. Ruth teve um papel muito importante no Programa de Tecnologias Apropriadas (PTA), pois este programa estava em conexão com o Programa Comunidade Solidária. A idéia de apoiar tecnologias alternativas era estimular a capacidade de produção de material, como artesanato, ou de outras formas de trabalho em localidades de determinadas regiões do país, como o Nordeste e a Amazônia”.

Segundo Tundisi, o CNPq fez, na época, um esforço muito grande para que o programa fosse adequado às diferentes regiões. Ele explicou que o CNPq concedeu bolsas de apoio a técnicos e bolsas de apoio a estudantes. “Ela [Ruth] teve um papel importante na relação entre o CNPq e o Programa Comunidade Solidária e no desenvolvimento dessas políticas públicas, que resultaram em muitos projetos que duram até hoje e que possibilitaram centenas, milhares de empregos e de sistemas de educação para melhorar a qualidade de vida e a renda populações carentes”.

O professor Tundisi informou ainda que o PTA foi, posteriormente, incorporado por universidades, por outras instituições nos Estados, e que o papel do CNPq foi dar o impulso inicial. “O princípio de trabalho que a Dona Ruth sempre estimulou era que os projetos tivessem vida própria, que conseguissem se desenvolver por meio do estímulo inicial e que pudessem caminhar sem grandes problemas.”

Projetos
José Galizia Tundisi também recordou de outro projeto em que o CNPq esteve envolvido e que contou com a participação da antropóloga. “O Projeto Xingó, no rio São Francisco, onde fundamos um grupo de pesquisa na represa de Xingó, o que possibilitou o desenvolvimento de um conjunto de programas para o Nordeste, para o Semi-Árido, no sentido de desenvolver também tecnologias alternativas para essa região.”

Já o Universidade Solidária foi outro programa destacado por Tundisi como importante e que também teve o envolvimento do CNPq. “Participamos com bolsas para estudantes universitários irem trabalhar em determinadas regiões do Brasil, fazendo com que esse projeto [Comunidade Solidária] pudesse se desenvolver nas regiões. Eles [estudantes] iam fazer trabalhos sociais em outras localidades do país. Ela [Ruth], evidentemente, teve um papel fundamental neste projeto.”

Ceará
O deputado federal Ariosto Holanda (PSB-CE), também em entrevista ao Gestão C&T online, lembrou que quando era secretário de Ciência e Tecnologia do Ceará, o governador Tasso Jereissati, eleito em 1994 e reeleito em 1998, convocou os secretários que tinham forte compromisso com a área social para um encontro com a primeira dama, Ruth Cardoso. “Eu tive a oportunidade de fazer uma exposição a ela sobre o papel dos centros vocacionais tecnológicos. Lembro que ela se interessou muito pelas ações que apresentamos na área do caju”. Segundo Ariosto, na época, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) havia desenvolvido praticamente todas as tecnologias ligadas à cajuína, doce, farinha.

“Ela enxergava nessa linha caminhos para ajudar aquelas comunidades que trabalhavam com o caju, assim como as que desenvolviam outras tecnologias.” Segundo Holanda, também foram apresentadas, à primeira dama, todo o acervo de tecnologias desenvolvidas pelo Nutec, como a de cisternas.

CVTs e Centecs
“Naquele momento eu pude sentir de perto o compromisso que ela tinha com esses programas da Comunidade Solidária. E eu diria que foi por esse caminho que eu cheguei ao Betinho [Herbert de Souza], que fazia parte desse programa. Foi por meio do Betinho que nós chegamos ao ministro [José] Israel Vargas, [da C&T] e ao ministro [Walter] Barelli, [do Trabalho]. Daí surgiram os programas dos CVTs, dos Centecs”, lembra Ariosto Holanda.

O deputado explica que, em sua visão, hoje, o CVT é a continuidade dos Liceus de Artes e Ofícios. Na época, no Nutec, haviam os Liceus de Artes e Ofícios, que tinham o objetivo de transferir para a população os conhecimentos nas áreas de serviços técnicos, como serviços de eletricista e de bombeiro. “Só que, com o avanço tecnológico, foi dado um salto de qualidade no laboratório e chegamos aos CVTs, assim como tinham os programas das Fábricas de Escolas, que hoje seriam os Centecs [Centros de Ensino Tecnológico).”

Atitude
Para Ariosto Holanda, Ruth Cardoso deu um rumo importante ao governo de seu marido, Fernando Henrique, direcionando os programas corretamente para a área das comunidades mais pobres. O deputado lembra ainda que, num outro momento, em visita às comunidades do Ceará, as pessoas começaram a cobrar da primeira dama a aprovação dos projetos que tinham sido encaminhados, mas que ainda não tinham recebido nenhum recurso.

“Eu me lembro de uma frase que ela me colocou: ‘acho que é melhor a gente pegar um helicóptero e soltar o dinheiro para a comunidade do que enfrentar essa burocracia. Porque realmente isso me estranha. É mais fácil, mais objetivo, mais eficiente a gente pegar o dinheiro, sobrevoar as comunidades e soltar o dinheiro lá de cima’. E realmente, porque a burocracia no país era tanta que você encaminhava os projetos e os caminhos eram tão longos, que custava chegar lá na ponta. Eu nunca esqueci essa frase de Dona Ruth”, recorda Holanda.

Fonte:Fabiana Santos e Flamínio Araripe / Gestão CT

R$ 7,5 milhões para apoiar inovação nas empresas no Amazonas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), instituição associada à ABIPTI, lançou, na semana passada, dois editais que pretendem investir juntos R$ 7,5 milhões para apoiar a inovação nas empresas.

Pappe
O edital nº 08/2008 - MCT/Finep/Fapeam/Seplan/Afeam/Sebrae-AM/Sect – é do Programa Amazonas de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Micro e Pequenas Empresas na Modalidade Subvenção Econômica. As empresas interessadas em participar devem se inscrever eletronicamente até o dia 25 de julho manifestando interesse em participar da seleção.

A Fapeam fará a análise da manifestação de interesse e dos documentos das empresas. Os projetos serão analisados numa segunda fase, que tem como prazo final o dia 22 de agosto.

O objetivo é incentivar o desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica com recursos não-reembolsáveis, visando o aumento da cultura de inovação e a competitividade das MPEs sediadas no Estado do Amazonas.

A chamada vai beneficiar pesquisas nas seguintes áreas: pesca e piscicultura; madeira e móveis; fruticultura; fitoterápicos e fitocosméticos; mandiocultura; cerâmica; castanha do Brasil; e turismo. Os recursos são da ordem de R$ 6 milhões, sendo R$ 4 milhões investidos pela Finep e o restante pelo governo do Estado.

Cada projeto poderá solicitar um valor máximo de financiamento de até R$ 200 mil. A expectativa é investir a metade dos recursos totais da chamada em micro e pequenas empresas com receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões. Podem concorrer aos recursos de subvenção as empresas sediadas no Amazonas que tenham um faturamento bruto anual de até R$ 10,5 milhões. A íntegra da chamada e o formulário para inscrições estão disponíveis neste link.

Pesquisadores nas empresas
Já o edital MCT/CNPq/FAPEAM nº. 009/2008 - Programa Pesquisadores nas Empresas no Amazonas – PPE/AM – recebe propostas em fluxo contínuo.

O objetivo é apoiar atividades de pesquisa tecnológica e de inovação, mediante a seleção de propostas que visem estimular a inserção de mestres e doutores, nas empresas sediadas ou com unidades permanentes no Estado.

A Fapeam selecionou cinco áreas consideradas prioritárias para aumentar a competitividade das empresas. São elas: inovação; adensamento tecnológico e dinamização das cadeias produtivas; incremento, compatível com o setor de atuação, dos gastos empresariais com atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico; atendimento a relevância regional; cooperação com instituições científicas e tecnológicas.

Os temas das propostas deverão seguir prioritariamente as áreas determinantes da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce). A chamada dispõe de R$ 1,5 milhão em recursos, sendo R$ 1 milhão do CNPq e o restante do orçamento da Fapeam.

Serão concedidas bolsas para os pesquisadores doutores e mestres, que podem variar entre R$ 4,5 mil a R$ 2,5 mil. As empresas também poderão contratar graduandos ou profissionais. Nesses casos, a bolsa varia de R$ 161 a R$ 3,1 mil. A contrapartida mínima a ser oferecida pelas empresas deverá ser de 20%.

Os detalhes do edital e o formulário para apresentação de propostas estão disponíveis neste link

Fonte: Gestão CT

Presidente da ABNT defende direito autoral para normas técnicas

O presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Normas Técnicas, Pedro Buzzato Costa, defendeu, no último dia 25, o reconhecimento do direito autoral das normas técnicas.

Em notícia divulgada pela ABNT, Costa afirmou que encaminhará ao governo um pedido para estender o direito de propriedade intelectual aos autores das normas técnicas.

A idéia também foi defendida pelos participantes do seminário Proteção das Normas e Padrões Técnicos, organizado pela ABNT, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que aconteceu em Brasília (DF). Durante o encontro, os participantes defenderam o reconhecimento do direito autoral das normas técnicas como importante para a competitividade do Brasil.

Manoel Pereira dos Santos, do Programa de Especialização de Direito da Fundação Getúlio Vargas (GVLaw), que também participou do evento, disse que a norma técnica é uma obra intelectual. Em sua avaliação, a norma também deve ser protegida pela legislação como são as obras de arte, os projetos de geografia, topografia e arquitetura e os programas de computadores.

Segundo Santos, a definição de propriedade intelectual para as normas técnicas não impedirá o acesso ao conteúdo. Mas que a idéia é impedir a reprodução e a comercialização do conteúdo por pessoas ou empresas que não produziram a norma. Dados apresentados por Santos mostram que apenas 3,5% das normas criadas no país são de aplicação obrigatória.

A expectativa é que a ABNT apresente o pedido de extensão do direito de propriedade intelectual em até 30 dias.

Para mais informações sobre o trabalho da ABNT, acesse o site www.abnt.org.br.

Nota de esclarecimento
Esclarecemos que o presidente da ABNT, Pedro Buzatto Costa, não pretende levar a proposta de reconhecimento do direito autoral para as normas técnicas ao governo. O prazo de 30 dias apresentado na matéria refere-se ao tempo necessário para reunir todo o material produzido no seminário, visando à elaboração de um documento, que será posteriormente divulgado pela ABNT. - Gestão CT - 10/07/08

Fonte: Gestão CT

3° Fórum Nacional de Museus

Nos dias 7 a 11 de julho, será realizado no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) o 3° Fórum Nacional de Museus. A iniciativa é do Departamento de Museus e Centros Culturais (DMU) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O fórum será um espaço de troca de experiências entre a comunidade museológica, sociedade civil, museus e órgãos de gestão museológica federais, estaduais e municipais. A presença do ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, está confirmada.

Durante o fórum serão oferecidos minicursos de capacitação em diversas áreas de atuação do campo museológico. Também serão reunidos grupos de trabalhos temáticos para discussão das diretrizes da Política Nacional de Museus (PNM).

Paralelo a programação principal, serão realizados o 3° Encontro Nacional de Estudantes de Museologia; o Encontro Nacional de Professores Universitários de Museologia; o 2º Encontro Ibero-Americano de Museus, que reunirá representantes da área museológica dos 22 países da Ibero-América; a reunião preparatória para o 1º Seminário sobre Museus-casas e Memoriais de Presidentes da República; e a Assembléia anual do Conselho Internacional de Museus.

O Fórum Nacional de Museus é um evento bienal, de abrangência nacional, com o objetivo de refletir, avaliar e estabelecer diretrizes para a PNM e para o SBM. O público alvo é formado por profissionais de museus, museólogos, historiadores, antropólogos, arqueólogos, artistas, sociólogos, educadores, professores, secretários estaduais e municipais de cultura, agentes de cultura, estudantes e interessados no tema.

A programação do fórum está disponível neste link.

Fonte: Gestão CT

CNPq instala Comissão de Assessoramento Técnico-Científico

No dia 25, o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago, instalou a Comissão de Assessoramento Técnico-Científico (CATC) da instituição. A instância foi criada para o assessoramento científico e tecnológico da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo do CNPq.

De acordo com o conselho, a comissão terá um importante papel no planejamento e execução das suas ações, na harmonização das atividades dos diferentes Comitês de Assessoramento (CAs) e das diferentes áreas do conhecimento, e na elaboração de critérios de avaliação. A instância também servirá como principal vínculo entre a diretoria da agência e a comunidade científica.

Em notícia divulgada no site do CNPq, o presidente da agência explica que a comissão inicialmente tratará de questões como a estruturação dos critérios de julgamentos de bolsas e editais, a avaliação da produção científica, a orientação na distribuição de bolsas e auxílios nas diferentes áreas, a proposição de critérios de acompanhamento e avaliação, as formas de interação com a comunidade para o aperfeiçoamento do processo de consultoria ad hoc e o julgamento de propostas.

O CATC já conta com os seguintes membros: Jailson Bittencourt de Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Manoel Barral Neto, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/BA); Angelina Maria Chibub Figueiredo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Armando Carlos Cervi, da Universidade Federal do Paraná (UFPR); José Augusto Penteado Aranha, da Universidade de São Paulo (USP); Leonardo José Richtzenhain, da Universidade de São Paulo (USP); Oscar José Pinto Eboli, da USP; Wander de Mello Miranda, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); além dos dois diretores do CNPq, José Roberto Drugowich e José Oswaldo Siqueira, que presidirá a comissão até junho de 2009. Outros quatro integrantes serão nomeados após a renovação dos CAs, que está em curso.

Informações sobre o CNPq podem ser obtidas no site www.cnpq.br.

Fonte: Gestão CT

Projeto de inclusão digital " Navega Pará" ganha certificado do Fome Zero

No dia 24, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect) do Pará recebeu, na sede da Universidade Federal do Pará (UFPA), um certificado do governo federal em reconhecimento à importância social do programa Navega Pará. A iniciativa pretende levar internet de alta velocidade a 2 milhões de usuários paraenses.

O certificado foi emitido pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O documento foi entregue ao secretário adjunto da Sedect, João Crisóstomo Weyl, na mesma solenidade de entrega do Prêmio Samuel Benchimol 2007 ao reitor da UFPA, Alex Fiúza de Melo, como personalidade 2007.

O secretário explica, em notícia divulgada pela Sedect, que o Navega Pará é um sistema público e gratuito de comunicação que, além da inclusão digital, desenvolve ações nas áreas da saúde, segurança e educação. A iniciativa também disponibiliza telecentros de negócios, onde os empresários, sindicatos e cooperativas podem comprar e vender, pela internet, insumos e produtos.

De acordo com a Sedect, o Navega Pará está inserido no âmbito de um amplo programa do governo que pretende induzir um novo modelo de desenvolvimento do Estado baseado na informação e na agregação de maior intensidade tecnológica a produtos e processos.

Entre outras autoridades, a cerimônia realizada na UFPA contou com a participação do diretor de Articulação Tecnológica da Secretaria de Tecnologia Industrial do MDIC, José Rincón Ferreira; do vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará, Gualter Leitão; do 1º vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, José Leitão de Almeida Viana; e da representante da classe dos empresários do Pará, Maria de Fátima Chamma.

Informações sobre o Navega Pará podem ser obtidas no site:
www.navegapara.pa.gov.br/.

Fonte: Gestão CT

Abertas as inscrições para o 13º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal

Estão abertas até o dia 15 de agosto as inscrições para o 13º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal.

Com o objetivo de estimular a implementação de iniciativas inovadoras de gestão em organizações do governo federal, que contribuam para a melhoria dos serviços públicos, o concurso é uma iniciativa da Fundação Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Também conta com o apoio da Embaixada da França, da Cooperação Espanhola, da Escola Canadense do Serviço Público (CSPS) e da Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (Cida).

Iniciativas desenvolvidas nos órgãos e entidades do Poder Executivo e em organizações sociais poderão ser inscritas no concurso. A inscrição deverá ser feita por meio do preenchimento da ficha de inscrição eletrônica. No momento da inscrição, a equipe ou o responsável pelo trabalho deverão selecionar uma área temática para enquadrar a iniciativa. São elas: arranjos institucionais para coordenação e implementação de políticas públicas; atendimento ao cidadão; avaliação e monitoramento de políticas públicas; gestão da informação; gestão e desenvolvimento de pessoas; melhoria dos processos de trabalho; planejamento, gestão e desempenho institucional.

Serão premiadas as dez primeiras práticas inovadoras escolhidas de acordo com os critérios apontados no regulamento do concurso. O primeiro colocado receberá uma visita técnica à França, uma assinatura de um ano da Revista do Serviço Público (RSP) e publicações da Enap. Todas as iniciativas vencedoras receberão certificado, livro publicado pela Enap com os relatos das iniciativas, divulgação no Banco de Soluções e o Selo Inovação.

A divulgação das iniciativas premiadas será feita no dia 28 de novembro. O regulamento e o manual de orientação estão disponíveis no site inovacao.enap.gov.br.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail

Fonte: Gestão CT

1° Seminário Internacional Propriedade Intelectual nos Países de Língua Portuguesa

Países de língua portuguesa reúnem-se para discutir propriedade intelectual

O 1° Seminário Internacional Propriedade Intelectual nos Países de Língua Portuguesa teve início ontem, 30 de junho, e vai até o dia 2 de julho. No seminário serão discutidos, entre outros temas, o direito à saúde, os direitos do autor e as indústrias criativas tendo como ponto de vista a dimensão pública da propriedade intelectual, conectada com a inovação e o desenvolvimento dos países de língua portuguesa, que são: Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Portugal, e Brasil, que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), e, finalmente, Macau, região especial da República Popular da China.

De hoje até dia 1° de julho o evento acontece no Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No dia 2 de julho, será realizado no Clube da Engenharia localizado no edifício Edson Passos. Avenida Rio Branco, 25° andar.

Além de buscar a fronteira do conhecimento, o seminário pretende constituir uma rede de docentes e pesquisadores que poderão contribuir para o aperfeiçoamento das posições dos países de língua portuguesa nas negociações internacionais. O evento terá o Ministério da Cultura (MinC) como um dos apoiadores.

A abertura do evento vai ser feita pelo reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aloísio Teixeira, pelo presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição associada à ABIPTI, Paulo Buss, pelo presidente da Finep, Luis Manuel Rebelo Fernandes, pelo vice-coordenador de direitos autorais do Ministério da Cultura (Minc), José Vaz, pelo diretor de tecnologia da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Rex Nazaré Alves, pela chefe da Divisão de Propriedade Intelectual e Novas Tecnologias da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Maria Beatriz Amorim Bohrer, pelo presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Jorge Ávila, e pelo decano da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alcino Câmara Neto.

A programação será das 9h às 19h nos dois primeiros dias. No dia 2 de julho, será das 9h às 13h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do site:
www.ideiad.com.br/propriedadeintelectual.

Fonte: Gestão CT

Organização Cientistas Sem Fronteiras coleta informações para montagem de banco de dados

Previsto para ser lançado até o final deste ano, o banco de dados gratuito da organização Cientista sem Fronteiras está em fase de captação de dados. Instituições, grupos de projetos, redes e pesquisadores podem registrar o seu perfil neste site. Os dados são de acesso livre pela internet.

Por meio do banco de dados será possível visualizar oportunidades de engajamento em atividades científicas, levando em consideração as habilidades de cada pesquisador, tempo disponível e interesse nos projetos.

O banco também possibilitará que cientistas e instituições possam combinar necessidades de um lado com recursos de outro, além de poderem obter informações das atividades em realização por outras localidades.

A iniciativa é coordenada pela Academia de Ciências de Nova York. E, segundo informações divulgadas no site da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ (Faperj), até o momento, há 543 indivíduos, 71 projetos e 104 organizações cadastrados.

Informações adicionais podem ser obtidas com a diretora executiva do Cientistas Sem Fronteiras, Evelyn Strauss, pelo e-mail .

Fonte: Gestão CT

Workshop FAPESP sobre Pesquisa em Bioenergia

O Workshop FAPESP sobre Pesquisa em Bioenergia, que ocorrerá no dia 3 de julho, na capital paulista, marcará o lançamento do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (Bioen) com a abertura de diversas chamadas de propostas para o financiamento de projetos de pesquisa na área.

O evento será aberto às 9 horas pelo diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, com a palestra “A FAPESP e a Pesquisa em Bioenergia”.

Em seguida, às 9h30, Glaucia Souza, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, apresentará o programa Bioen-FAPESP, que tem o objetivo de estimular e articular atividades de pesquisa e desenvolvimento utilizando laboratórios acadêmicos e industriais para promover o avanço do conhecimento e sua aplicação em áreas relacionadas à produção do bioenergia no Brasil
A programação do evento terá seqüência com uma série de apresentações, que abordarão os seguintes temas “Respostas da cana-de-açúcar às mudanças climáticas e as perspectivas para a produção de etanol celulósico”, “Desafios da genômica em cana-de-açúcar”, “Estratégias para melhoramento genético da cana-de-açúcar”, “Projetos do convênio FAPESP-Oxiteno para pesquisa nas áreas de alcoolquímica e sucroquímica”, “Polímeros via matérias-primas renováveis” e “Etanol de segunda geração: o processo Dedini Hidrólise Rápida – DHR”.

A primeira chamada será a do Programa Bioen, que inclui a chamada para Projetos Temáticos-Pronex e a chamada para Auxílio Regular a Pesquisa e Programa Jovem Pesquisador em Centros Emergentes. Participará Marco Antonio Zago, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A segunda será a chamada de propostas para o Convênio FAPESP-Dedini de apoio à pesquisa sobre processos industriais para a fabricação de etanol de cana-de-açúcar, e a terceira, a chamada de propostas para o Convênio FAPESP-Fapemig de pesquisa em biocombustíveis, com a participação de Alberto Duque Portugal, secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais.

No período da tarde, “O Centro de Tecnologia do Bioetanol (CTBE)”, “Ciência e Tecnologia no Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e “Road Map Tecnológico” serão os assuntos em pauta.

Inscrições pelo site

Mais informações pelo e-mail ou (11) 3838-4216

Fonte: Agência FAPESP

Começa hoje curso de elaboração de projetos para entidades setoriais

Tem início no Rio de Janeiro (RJ), o treinamento em elaboração de projetos de inovação voltado para técnicos de Entidades Tecnológicas Setoriais (ETS). O evento, que é promovido pela Rede de Entidades Tecnológicas Setoriais (Rets), terá a duração de dois dias.

Segundo informações da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), instituição que coordena a rede, o treinamento tem o objetivo de capacitar, orientar as empresas e auxiliar na elaboração de projetos para editais de apoio à inovação.

"As Entidades Tecnológicas Setoriais também devem começar a se mobilizar para procurar e identificar nos seus respectivos nichos as oportunidades e projetos com potencial para pleitear o apoio e aporte de recursos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep)", afirmou Nicolsky, em notícia divulgada pela Protec.

Uma das propostas do encontro é colocar em discussão as políticas públicas de inovação tecnológica adotadas tanto pelo BNDES como pela Finep, identificar gargalos e propor soluções.

Manual
A Rets ainda está preparando um manual de formatação de projetos de pesquisa e desenvolvimento. De acordo com a Protec, o manual "Projeto de Inovação Tecnológica: Planejamento, Formulação, Avaliação e Tomada de Decisões", está em fase final de elaboração. A publicação é do especialista em inovação Joel Weisz e deverá ser lançada em breve.

Mais informações sobre o curso podem ser obtidas na Protec pelo telefone (21) 3077-0800.

Fonte: Gestão CT

UFF é escolhida como universidade-âncora de centro de excelência na área de petróleo e gás

No dia 23, foi realizada a assembléia de fundação do Centro de Excelência (CE) em Engenharia, Suprimento e Construção (EPC, sigla em inglês), no edifício-sede da Petrobras no Rio de Janeiro. Na ocasião, a Universidade Federal Fluminense (UFF) foi escolhida como universidade-âncora no campo acadêmico do CE-EPC e foi representada pelo reitor da instituição, Roberto Salles.

O centro tem o objetivo de unir e potencializar os esforços das empresas e instituições da área de petróleo, gás e energia no Brasil. O CE-EPC reúne as principais entidades do setor, entre operadoras, fornecedores de bens e serviços, instituições de ensino e pesquisa, e entidades de classe, e é o resultado de ações desenvolvidas no âmbito do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) criado pelo governo federal em 2003 para impulsionar a atividade.

A UFF foi indicada para liderar o setor acadêmico porque desde a década de 1980 participa de projetos de parceria com a indústria naval e de construção.
Para atingir as metas, o CE-EPC pretende promover a capacitação de recursos humanos; buscar recursos públicos e privados para financiamentos de projetos estruturantes de interesse da indústria, desenvolvidos em parceria com as universidades e aumentar a participação da indústria nacional de EPC nos projetos de investimentos das empresas do setor no Brasil e exterior. A ênfase será dada à produtividade, sustentabilidade e competitividade.

Informações adicionais, no site www.uff.br.

Fonte: Gestão CT

Confap firmará termo de cooperação com o Instituto Chico Mendes

Nas próximas semanas, o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) assinará um termo de cooperação com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. A informação foi dada hoje (30), pelo presidente da entidade, Odenildo Sena, em entrevista ao Gestão CT.

Por meio do acordo, as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) de todo o país poderão fechar parcerias diretas com o Instituto Chico Mendes para estimular o desenvolvimento de pesquisas nas unidades de conservação federais. O termo de cooperação foi um dos pontos de debate da reunião técnica do Confap realizada nos dias 26 e 27, em São Luis (MA). O encontro contou com a participação de 17 FAPs.

Na ocasião, o Instituto Chico Mendes foi representado pelo diretor de Conservação da Biodiversidade da instituição, Rômulo Melo. “É importantíssimo lembrar que nós tivemos a presença do instituto na reunião. Nas próximas duas ou três semanas nós estaremos fechando a parceria”, afirma Sena.

Embaixada da França
Outro destaque da reunião, de acordo com Sena, foi a participação do adido científico da Embaixada da França no Brasil, Jean Pierre Courtiat. Segundo ele, esse contato abriu caminho para que as FAPs construam parcerias diretamente com agências francesas de financiamento à pesquisa ou para que um grupo de fundações de determinada região, com interesses comuns, firme cooperações com institutos de pesquisa franceses e programas de mobilidade docente e de financiamento a pesquisas.

Como resultado da participação do adido científico na reunião, o Confap firmará, em setembro, um termo de cooperação com a Embaixada da França. “Será um termo que a gente chama de ‘guarda-chuva’ e que vai permitir com que as FAPs livremente construam essa parceria diretamente com as agências ou institutos franceses. Isso foi um saldo extremamente positivo”, aponta.

CNPq
O CNPq também esteve presente na reunião técnica do Confap, por meio do assessor de Cooperação Nacional da instituição, Felizardo Penalva. Ele representou o diretor de Programas Horizontais e Instrumentais do conselho, José Roberto Drugowich. Sena destaca a participação do órgão no evento. “A presença do CNPq sinalizou para novas parcerias. O conselho é o maior parceiro dos Estados na construção de acordos para a implementação de projetos e programas”, lembra.

Entre os novos programas que serão desenvolvidos em parceria com as FAPs, ele cita o bolsa sanduíche e o Programa de Pós-Doutorado. “Além de reforçarmos o Pronex, segundo entendemos as palavras do Dr. Penalva, que acenou com a possibilidade de expansão do programa”, afirma.

O presidente do Confap ainda ressalta a importância da relação do CNPq com as FAPs. Para ele, outras agências de fomento poderiam procurar mais as fundações e se envolver com o trabalho que é desenvolvido por essas instituições. “Até pela importância que elas têm hoje no cenário nacional para a consolidação do sistema”, afirma.

Informações sobre as ações do Confap podem ser obtidas pelo telefone (61) 3039-9448.

Fonte: Gestão CT

Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia Industrial tem inscrições prorrogadas

Os interessados em participar do Seminário de Jovens Pesquisadores em Economia Industrial podem fazer as suas inscrições até o dia 6 de julho. A data acaba de ser prorrogada pela organização do evento. O seminário será realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), na Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, de 13 a 15 de agosto, como parte integrante do 9º Seminário de Economia Industrial.

O evento é promovido pelo Grupo de Estudos em Economia Industrial (Geein) da Unesp. O objetivo é reunir estudantes de graduação e pós-graduação das universidades e institutos de pesquisa que estão realizando pesquisa científica na área de economia industrial e afins. No seminário, também serão divulgados os resultados das atividades do Geein.

Durante o evento, serão atribuídos três prêmios aos melhores trabalhos apresentados nas seguintes categorias: originalidade do tema e importância para o desenvolvimento; mérito científico; e originalidade e relevância das informações.

A ficha de inscrição para o evento está disponível no site geein.fclar.unesp.br. Outras informações sobre o seminário podem ser obtidas pelo e-mail .

Fonte: Gestão CT

1ª Mostra de Produtos de Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Sul

Mostra apresenta produtos e tecnologias do Rio Grande do Sul

Acontece em Porto Alegre (RS), no próximo dia 7, das 10h às 18h, a 1ª Mostra de Produtos de Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Sul. O evento será realizado na sede da Assembléia Legislativa estadual.

A iniciativa é da Associação Gaúcha de Empresas de Tecnologia e Inovação (Ageti) e conta com o apoio da Finep e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul (Fapergs).

A proposta do evento é apresentar as tecnologias e produtos resultantes do Programa de Apoio à Pequenas Empresas desenvolvido pela Finep e que no Rio Grande do Sul conta com o apoio da Fapergs. Informações complementares sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (51) 3367 5847 ou pelo e-mail.

Fonte: Gestão CT

5º Fórum Ciência e Sociedade reúne comunidade escolar e científica

Alunos do ensino médio de escolas públicas de Brasília participaram, na semana passada, do 5º Fórum Ciência e Sociedade com o tema “Saúde direito de todos e dever do Estado: vamos discutir?”. Coordenado pela Embrapa Informação Tecnológica e pela Fundação Oswaldo Cruz, o evento foi realizado, de 25 a 27 de junho, no auditório do edifício-sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília. Também participaram do fórum representantes da comunidade científica e profissionais ligados a ações de popularização da ciência.

No fórum foram realizadas palestras promovidas por representantes do Ministério da Saúde, mesas-redondas com a participação de representantes da Embrapa e das unidades Embrapa Informação Tecnológica, Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e Embrapa Cerrados e da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), além de trabalhos em grupos para a participação dos inscritos.

Nesta edição, foram inscritos cerca de sessenta alunos dos Centos de Ensino Médio 01 e 05 do Gama, do Centro de Ensino Fundamental e Médio Agrourbano, dos Centros Educacionais 01 e 04 do Guará I e II, do Centro de Ensino Médio Setor Leste e estagiários de ensino médio da Embrapa Informação Tecnológica.

Criado em 2002, o fórum já reuniu mais de 600 alunos, 40 professores e mais de 20 estagiários em nove edições realizadas no Rio de Janeiro, em Brasília e na França. O Fórum Ciência e Sociedade 2008 foi realizado em parceria com a Universidade de Brasília, a ABIPTI, a Embaixada da França, a Prefeitura de Petrolina, o Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz, a Prefeitura de Macapá e o Governo da Guiana Francesa.

Mais informações podem ser obtidas no site www.sct.embrapa.br.

Fonte: Gestão CT

Rede de Pesquisas para a Amazônia é debatida por secretários de C&T da região Norte

Teve início ontem (30), em Macapá (AP), o Fórum Regional Norte do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti). O evento, que é uma promoção da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Amapá (Setec), segue até hoje (1º). Nesta ocasião, será debatida a estruturação de uma Rede de Pesquisas para a Amazônia.

Para a abertura do encontro, estava prevista a participação do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT, Luiz Antônio Barreto de Castro; do diretor do Consecti na região Norte e secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Tocantins, Osmar Nina Garcia; além dos demais secretários de C&T da região e de representantes de instituições de pesquisa como o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O evento também deverá contar com a participação de um representante do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação da região Norte, do reitor da Universidade Federal do Amapá (Unifap), José Carlos Tavares Carvalho, e de gestores do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) e da Embrapa.

Durante o evento, os integrantes do Consecti e os convidados do encontro participarão de uma oficina para debater e estruturar uma Rede de Pesquisas para a Amazônia. De acordo com informações divulgadas pela Setec, essa rede vem sendo discutida desde maio entre as secretarias de C&T da região Norte com o apoio do MCT e visa a formação local de doutores para a execução de pesquisas em áreas estratégicas para a Amazônia.

Informações sobre as ações do Consecti podem ser obtidas pelo site www.consecti.org.br

Fonte: Gestão CT

Workshop Anpei Incentivos à Inovação Tecnológica – A Lei de Inovação e a Lei do Bem

Anpei promove workshop sobre incentivos à inovação tecnológica

No dia 15 de agosto, a Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei) realizará, em São Paulo (SP), o Workshop Anpei Incentivos à Inovação Tecnológica – A Lei de Inovação e a Lei do Bem. As vagas são limitadas.

Entre outras questões, o evento abordará os principais pontos da Lei de Inovação. Também falará sobre a estruturação dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) em instituições e empresas. Sobre a Lei do Bem, serão apresentados os principais pontos da legislação, mostrando a sua relação com a Lei de Inovação e discutindo os principais incentivos fiscais à pesquisa tecnológica e ao desenvolvimento de inovação tecnológica nela contido, incluindo a aplicabilidade desses incentivos.

Durante o seminário, ainda será apresentada uma metodologia de enquadramento de projetos em inovação tecnológica e de estruturação dos processos contábeis para segregação da contabilidade em conformidade com a lei.

O evento tem como público-alvo os diretores e gerentes de Engenharia, P&D ou Inovação; coordenadores de projetos tecnológicos; controllers; diretores e gerentes financeiros.

A ficha de inscrição do evento está disponível neste link. Informações sobre as ações da Anpei podem ser obtidas no site www.anpei.org.br.

Fonte: Gestão CT

Edital da Fapeg em parceria com Assembléia Legislativa de Goiás recebe projetos até dia 11

Foi divulgado, no último dia 26, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e pela Assembléia Legislativa do Estado, um edital de apoio a projetos de pesquisa em áreas estratégicas sobre temas de interesse do Legislativo. O objetivo, segundo texto da Assembléia, é chegar à efetiva implantação da Universidade do Parlamento. A data final para o encaminhamento eletrônico das propostas vai até 11 de julho e os resultados serão divulgados após o dia 8 de agosto.

Podem participar do edital pesquisadores integrantes de redes goianas de pesquisa credenciadas na Fapeg. O prazo limite para o credenciamento de novas redes vai até 7 de julho.

Serão disponibilizados recursos da ordem de R$ 255 mil para a execução de projetos de pesquisas dentro dos seguintes domínios: Constituição, Justiça e Redação; Tributação, Finanças e Orçamento; Organização dos Municípios; Educação, Cultura e Esporte; Saúde e Lazer; Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia; Segurança Pública; Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa; Habitação; Reforma Agrária e Urbana; Agricultura, Pecuária e Associativismo; Criança, Adolescente e Idoso; Comunicação e Política.

Cada um desses domínios terá, pelo menos, um projeto aprovado, no valor de até R$ 15 mil por pesquisa. Os projetos deverão ser executados no período de até um ano, sendo que os recursos poderão ser utilizados em aquisição de bens duráveis e custeio de pesquisa - diárias, serviço de pessoa jurídica, material de consumo e passagens e despesa com locomoção.

Segundo texto da Assembléia, a Comissão Científica Julgadora será formada, no mínimo, por três profissionais indicados por órgãos governamentais, três profissionais ou parlamentares indicados pela Assembléia Legislativa, três profissionais sugeridos por entidades da sociedade civil organizada e seis pesquisadores doutores, na forma de ad hoc.

Universidade do Parlamento
A Universidade do Parlamento é um projeto de instituição coorporativa que vai financiar pesquisas sobre temas de interesse do Parlamento, promover eventos como seminários, workshops e oferecer cursos de graduação, extensão e pós-graduação voltados para servidores e parlamentares, não só da Assembléia Legislativa, mas também de Câmaras Municipais que firmarem convênios.

Veja a íntegra do edital no link: www.fapeg.go.gov.br/anexos/2008CHAMADA01.pdf.

Fonte: Agência CT

Faperj divulga lista dos contemplados no edital de apoio à melhoria do ensino de ciências e de matemática

Na última quinta-feira (26), a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) divulgou a lista dos contemplados no edital do Programa de Apoio à Melhoria do Ensino de Ciências e de Matemática em Escolas Públicas sediadas no Estado do Rio de Janeiro. Foram beneficiadas 47 propostas que estão disponíveis neste link.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) submeteu 11 projetos e dez foram aprovados. Já a Universidade Federal Fluminense (UFF) teve contempladas todas as seis propostas que apresentou, enquanto a Fundação Oswaldo Cruz, instituição associada à ABIPTI, submeteu sete projetos, dois quais seis foram beneficiados. A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), que é associado à ABIPTI, foram contemplados com três propostas cada; enquanto a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy (Unigranrio) tiveram dois projetos beneficiados.

A Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, a Universidade Católica de Petrópolis (UCP) e o Centro Federal de Educação Tecnológica de Química (Cefet de Química-RJ) tiveram uma proposta aprovada cada.

O edital se destina ao aprimoramento da infra-estrutura das escolas públicas e visa particularmente ao aperfeiçoamento do ensino de ciências e de matemática, por meio do estímulo a iniciativas voltadas para temas relevantes ao processo de ensino - aprendizagem.

O edital do programa dispõe de R$ 2 milhões em recursos. Desse total, 30% se destinam a financiar projetos em escolas públicas fora da região metropolitana do Rio de Janeiro. O valor máximo de cada proposta é de R$ 40 mil. De acordo com o edital, será possível custear material permanente e equipamentos; material de consumo; pequenas obras de infra-estrutura e instalações (até o máximo de 30% do montante solicitado); aquisição de acervo bibliográfico; produção de material didático e instrucional; serviços de terceiros (até o máximo de 20% do montante solicitado); pagamento de diárias e passagens (até o máximo de 10% do montante solicitado); e despesas acessórias de importação.

Os proponentes de projetos aprovados, independentemente do auxílio concedido, poderão ainda solicitar até duas bolsas de treinamento e capacitação técnica (TCT) para professores das escolas públicas envolvidas; até duas bolsas de iniciação científica para alunos de graduação e até quatro bolsas de pré-iniciação científica para alunos de ensino médio das escolas envolvidas.

Veja a íntegra do edital neste link.

Fonte: Gestão CT