quinta-feira, 5 de junho de 2008

Óleos Térmicos e Lubrificantes

Bom dia,

Gostaria de receber informações sobre óleos térmicos e lubrificantes puros e usados e se existe algum portal ou associação de empresas mais específico para esse assunto.

Grata

Paula

Cietec - Centro Incubador de Empresas Tecnológicas - completa 10 anos

Parques da inovação
Na comemoração dos dez anos de existência do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) da Universidade de São Paulo (USP), nesta quarta-feira (4/6), na capital paulista, além do reconhecimento à excelência de uma das maiores incubadoras de base tecnológica na América Latina, com 116 empresas instaladas atualmente, o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos também esteve no centro das atenções.

O Sistema Paulista de Parques Tecnológicos é um projeto que teve origem em 2002, na Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, como um instrumento para a correção da assimetria entre conhecimento e riqueza com base na criação de novas oportunidades de negócio entre academia e indústria.

Cláudio Rodrigues, presidente do Cietec, fez uma breve apresentação do Núcleo do Parque Tecnológico de São Paulo, que será vinculado ao centro aniversariante. Segundo ele, o crescimento e a sustentabilidade de novas empresas com base no conceito de parques tecnológicos são grande tendência para os próximos dez anos do centro.

“À medida que trarão para locais privilegiados do Estado de São Paulo empresas dispostas a inovar e a inserir novos produtos e serviços competitivos no mercado, os parques tecnológicos deverão ampliar a oferta e a demanda de tecnologia em diferentes setores industriais, como petroquímica, eletroeletrônica e novos materiais”, afirmou.

Segundo ele, nas instalações do núcleo do parque estão previstos espaços como um condomínio de empreendimentos inovadores, um centro de pesquisas cooperativas e um local exclusivo para a prestação de serviços tecnológicos.

“O maior projeto para os próximos dez anos do Cietec é a ampliação, com a instalação do Núcleo do Parque Tecnológico na Cidade Universitária e do condomínio de empresas, visando a fortalecer sua condição de referência tecnológica no cenário mundial”, disse.

A missão dos parques será a criação de um ambiente de alta qualidade para as atividades de pesquisa e desenvolvimento capaz de atrair empresas, introduzir novas tecnologias no mercado e fomentar a capacitação tecnológica em setores-chave para o desenvolvimento nacional.

Também presente à solenidade, o secretário-adjunto de Desenvolvimento, Luciano Santos de Almeida, disse que o programa de parques tecnológicos, que está sendo conduzido pela Coordenadoria de Ciência e Tecnologia, é uma prioridade da secretaria e sua concretização está cada vez mais próxima.

“A secretaria traçou uma meta, que é a de termos dez parques instalados até 2010. Para isso, estamos trabalhando em parceria com diversas entidades, entre elas a Finep [Financiadora de Estudos e Projetos], que deverá anunciar, no mês de junho, um aporte de recursos que poderá variar entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões por parque tecnológico”, adiantou Almeida.

“Se tudo der certo, a partir de junho estaremos assinando os contratos para a construção dos três primeiros parques”, afirmou. As cidades candidatas para receber os parques são Campinas, São José dos Campos, Piracicaba, São Carlos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Paulo.

História ascendente
Quando o Cietec iniciou suas atividades, em abril de 1998, contava com 15 empresas incubadas. No fim de 2007, o número subiu para 127 companhias, que tiveram uma receita total de R$ 33,4 milhões e empregaram 780 profissionais.

“Como instituição gestora de uma incubadora, o Cietec está demonstrando que aprendeu a lição pelos seus bons indicadores de crescimento e pelos vários modelos de negócio que aqui nasceram. Costumamos dizer que o piloto já está no automático”, brincou Sérgio Risola, coordenador-geral do Cietec, durante a comemoração também marcada pelo lançamento do novo portal e por homenagens diversas a dirigentes e empresários da incubadora.

O Cietec é mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), que, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 5 milhões no centro. As empresas incubadas recolheram, de 1998 a 2007, cerca de R$ 26,7 milhões em impostos.

“Até hoje, 70 empresas foram graduadas pelo Cietec e estão no mercado. Trabalhamos com a política do ganha-ganha. De cada R$ 1 que o Sebrae investe, R$ 5 são revertidos em impostos, fazendo com que tanto as empresas como o governo e a sociedade saiam ganhando”, disse Rodrigues.

Com o objetivo de abrigar empresas de base tecnológica e, desse modo, ampliar o índice de sobrevivência desses empreendimentos, o Cietec foi criado por meio de um convênio entre a Secretaria de Desenvolvimento, o Sebrae-SP e a USP, com participação do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Mais informações: www.cietec.org.br

Fonte: Thiago Romero / Agência FAPESP

Quais os caminhos para estudar na França?

O CampusFrance/CenDoTeC a Aliança Francesa de Florianópolis e a UFSC promovem a "Palestra sobre os estudos superiores na França,da graduação ao doutorado".

A palesta abordará os assuntos como :os diplomas franceses, inscrições, bolsas de estudos, visto de estudante, testes de proficiência, novo procedimento pré-consular CampusFrance.

Haverá Participação da Secretaria de Assuntos Institucionais e Internacionais
da UFSC apresentando os intercâmbios com a França e os procedimentos
administrativos.

Serviço:
Dia: 09 de junho de 2008, segunda-feira - das 15h00 às 16h00
Local: Auditório do Centro Sócio-Econômico (CSE)

Maiores informações pelos telefones 3721-8225/8220 ou pelo site:
www.ufsc.br

Fonte: ENS - UFS

Brazilian Nature – Mystery and Destiny


Biodiversidade brasileira na Alemanha
A FAPESP e o Museu Botânico de Berlim inauguraram nesta quarta-feira (4/6), na capital alemã, a exposição Brazilian Nature – Mystery and Destiny (Natureza Brasileira – Mistério e Destino), cujo tema é o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.

A mostra, que fica aberta ao público até o dia 14 de setembro na sede do museu, tem como referência maior a Flora Brasiliensis, obra do botânico alemão Carl Philipp von Martius (1794-1868), que até hoje é o mais completo levantamento da flora brasileira.

Os 37 painéis que compõem a exposição foram concebidos com base nos dados provenientes de três projetos apoiados pela FAPESP: a Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, a Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e o programa Biota-FAPESP.

A cerimônia de inauguração contou com a participação de Maria do Carmo Amaral, da coordenação do Flora Brasiliensis On-line, Maria das Graças Lapa Wanderley, da coordenação da Flora Fanerogâmica e Carlos Alfredo Joly, da coordenação do Biota.

Com reproduções de imagens, ilustrações e textos explicativos, os painéis, cujo conteúdo foi compilado com a ajuda de representantes dos três projetos, estão dispostos no terceiro andar do museu e também ao longo da escada que dá acesso ao pavimento.

De acordo com o diretor do Museu e do Jardim Botânico de Berlim, Hans-Walter Lack, a exposição é uma amostra da excelência da produção científica brasileira, mostrando que o país não apenas detém a maior biodiversidade do mundo, como também se empenha em conhecê-la e em divulgá-la.

“A pesquisa científica na área de biodiversidade feita no Brasil, particularmente no Estado de São Paulo, é de notável qualidade e está dentro dos mais altos padrões internacionais. A exposição, também concebida e produzida dentro desses padrões, reflete essa excelência com grande precisão”, disse Lack.

Para o embaixador do Brasil na Alemanha, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, também presente na inauguração, a exposição é considerada pela embaixada um evento extremamente positivo para a relação entre os dois países.

“Ela é boa para nossa imagem tanto do ponto de vista de sua substância – que transmite uma idéia positiva do que estamos fazendo nos institutos de pesquisa no Brasil para preservar nosso patrimônio ambiental – como em relação ao momento em que ela ocorre, já que o tema da biodiversidade está à frente das atenções da comunidade internacional, principalmente na Alemanha, que acaba de receber do Brasil o bastão da presidência da Convenção sobre Diversidade Biológica”, disse.

Corrêa destacou que nas próximas semanas haverá um trabalho intenso para estabelecer as bases da continuação do trabalho da cooperação internacional sobre a biodiversidade entre Brasil e Alemanha, considerados países-chave no debate internacional sobre conservação.

“O Brasil detém a maior biodiversidade do planeta e a Alemanha é um país em que a consciência ambiental e o interesse pela questão talvez sejam dos mais intensos no planeta. O tema é central no debate político das duas nações”, afirmou.

Na avaliação do diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, um dos principais aspectos da exposição é apresentar ao público internacional os resultados dos três projetos.

“É importante mostrar que o Brasil está atento à sua biodiversidade da maneira mais sofisticada, que consiste em tratá-la como objeto de programas de pesquisa bem organizados, bem preparados e com resultados de impacto mundial”, afirmou.

Passado retomado
Segundo Lack, a exposição também coroa uma longa cooperação entre Brasil e Alemanha no campo do conhecimento sobre biodiversidade. Ele lembra que tudo começou com a viagem de 10 mil quilômetros empreendida no século 19 por Carl von Martius pela Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Floresta Amazônica.

“O material compilado por Martius descrevia quase 23 mil espécies, incluindo quase 4 mil ilustrações de plantas, flores, frutos e sementes. Tudo isso foi feito de uma forma moderna, que, em vez de uma abordagem colonialista, caracterizava-se por um esforço internacional voltado para o conhecimento científico”, salientou

De acordo com Lack, que também é professor da Universidade Livre de Berlim, o projeto da Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representou uma continuidade ao trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado depois da morte do autor, em 1906.

Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações.

O trabalho foi financiado por uma parceria entre FAPESP, Fundação Vitae e Natura Cosméticos e executado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos. O Flora Brasiliensis On-line está disponível em florabrasiliensis.cria.org.br.

“Os resultados da digitalização da Flora Brasiliensis foram apresentados a pesquisadores do mundo inteiro durante a Oitava Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica, em Curitiba, em 2006, por meio de uma exposição organizada pela FAPESP. Foi essa mostra que recebeu convite do Museu Botânico de Berlim para ser apresentada na Alemanha”, disse Maria da Graça Mascarenhas, gerente de comunicação da FAPESP e curadora da mostra Brazilian Nature: Mistery and Destiny.

“Mais tarde, a FAPESP decidiu ampliar a idéia, criando uma nova exposição incluindo resultados de outros projetos no campo da biodiversidade”, acrescentou Maria da Graça.

O projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes.

Rumo a um novo inventário
A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 com a participação de mais de 200 pesquisadores. O projeto descreveu cerca de 2 mil espécies fanerógamas – que produzem flores – na vegetação nativa paulista. Dessas, pelo menos 20 não haviam sido identificadas. Estima-se que os ecossistemas paulistas guardem 7,5 mil espécies de plantas desse tipo.

O levantamento já resultou na publicação de cinco volumes com ilustrações e informações sobre plantas de todo tipo presentes no Estado de São Paulo. Outros dez volumes serão publicados nos próximos anos.

Segundo o embaixador Corrêa, projetos como o Flora Fanerogâmica representam um modelo que, lançado pioneiramente em São Paulo, poderá ser seguido por outros estados, proporcionando, no futuro, a produção de uma nova e completa Flora brasiliensis

“A FAPESP nos ofereceu uma oportunidade de levar à Alemanha exemplos muito claros do passado, do presente e de como será o futuro da nossa contribuição na área de área de biodiversidade, mostrando a seriedade com que nós tratamos a questão no Brasil e indicando nosso compromisso com a comunidade internacional na preservação ambiental”, disse.

O projeto Flora Fanerogâmica reúne pesquisadores da Unicamp, da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo. Pesquisadores da Embrapa, de 15 outros estados brasileiros e de outros países também contribuem.

Da teoria para a prática
O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa Biota-FAPESP, cujos resultados têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no território paulista.

De acordo com o presidente da FAPESP, Celso Lafer, a importância da biodiversidade presente nos biomas do Estado de São Paulo dá à iniciativa um profundo significado global. “É importante que a exposição transmita à Alemanha e à comunidade internacional o alcance desse trabalho onde a teoria e a prática se unem”, disse.

O Biota-FAPESP faz o inventário e a caracterização da fauna, da flora e dos microrganismos em São Paulo e, desde sua criação, em 1999, já descreveu mais de 500 espécies de plantas e animais. Produziu ainda 75 projetos de pesquisa, 150 mestrados e 90 doutorados, além de gerar 500 artigos em 170 periódicos, 16 livros e dois atlas.

O programa integra na internet uma rede de laboratórios na qual 1,2 mil pesquisadores trabalham em 80 projetos. Os dados científicos produzidos pelo Biota-FAPESP foram recentemente transformados em mapas, que passaram a orientar os critérios de preservação da vegetação nativa paulista.

Premiado pela Fundação Henry Ford de Conservação Ambiental como iniciativa do ano em 1999, o Biota tem entre seus desdobramentos uma base de dados conectada a um Atlas digital, uma revista científica eletrônica e uma rede de bioprospecção e bioensaios.

“Todo esse trabalho é uma inciativa de imensa importância, porque, embora a obra de Martius seja incrivelmente extensa, a biota brasileira pode ter quase 1,8 bilhão de espécies e hoje não são conhecidas mais de 200 mil”, disse Lack.

Os painéis da exposição Brazilian Nature, em exibição em Berlim, podem ser vistos, com legendas em português, inglês e alemão, no site

Por Fábio de Castro / Agência FAPESP

Fim da Cofins seria mais eficaz que três programas Bolsa Família, diz Ipea

O fim da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) teria o mesmo efeito que a implantação de três programas Bolsa Família na redução da pobreza e da desigualdade social no Brasil, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apresentado hoje (5) no Senado.

De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, sem a Cofins, o país teria condições de reduzir em 10,2% a pobreza, o que corresponderia a retirar dessa condição 6,4 milhões de pessoas, o equivalente à população da cidade do Rio de Janeiro.

A idéia, segundo o estudo, seria reduzir a carga de impostos indiretos, que incidem sobre produtos e serviços, como a Cofins, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e elevar os diretos, que recaem sobre a renda e a propriedade, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto de Renda (IR).

“O sistema tributário atual aumenta a desigualdade porque os pobres pagam mais tributos que os ricos”, disse Pochmann, explicando que os impostos indiretos são repassados para o preço dos produtos e serviços. Ou seja, o pobre e o rico pagam a mesmo valor por um determinado produto.

“Nós temos um sistema tributário muito regressivo, que cobra mais dos pobres do que dos ricos. Justamente por essa interpretação, oferecemos uma simulação que permitiria, mantida a arrecadação tributária do jeito que se encontra hoje, termos menos desigualdade”, reforçou Pochmann.

Para compensar a perda de arrecadação com o fim da Cofins, o Ipea sugere o aumento do Imposto de Renda e a criação de uma contribuição sobre as grandes fortunas.

Com a mudança, explicou Pochmann, o IR passaria das atuais duas faixas de alíquotas para 12. A primeira seria de 5% para quem tem renda entre R$ 1,257 e R$ 2 mil. A faixa intermediária seria de 27,5% para aqueles com rendimentos entre R$ 6,5 mil e R$ 8 mil. A última alíquota, de 60%, atingiria quem tem renda acima de R$ 50 mil.

Maiores informações : www.ipea.gov.br

Veja a apresentação completa, acessando o site .

Fonte: Ivan Richard / Agência Brasil

Segunda maior torre de medição meteorológica do mundo será construída na Amazônia

Emissão de gases da floresta
A Amazônia Ocidental receberá a segunda maior torre de medição meteorológica do mundo. A primeira está localizada na Sibéria. O projeto Torre Alta de Observação da Amazônia (ATTO) permitirá o monitoramento de longo prazo – cerca de 30 anos – que será realizado por instituições do Brasil e na Alemanha.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), com o equipamento será possível realizar medições de forma contínua em uma área de observação com raio de centenas de quilômetros. A torre também possibilitará a comparação das emissões continentais com as naturais (camada planetária marítima).

Com a torre será possível avaliar a variação interanual da absorção de dióxido de carbono pela floresta. Tais informações são consideradas essenciais para o desenvolvimento de estratégias de redução das emissões causadas pelo desflorestamento.

O projeto está orçado em 1 milhão de euros. Para entrar em operação será necessária a concessão de licenças. A expectativa é que os trabalhos do projeto ATTO, que serão realizados por instituições do Brasil e da Alemanha, tenham início até outubro.

Do lado brasileiro, diversas instituições indicaram apoio ao projeto, como o Inpa, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Universidade de São Paulo, a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Amazonas e a Universidade do Estado do Amazonas. Do lado alemão, participarão o Ministério Nacional de Educação e Ciência, os institutos Max Planck de Química e de Biogeoquímica e a Cooperação Técnica da Alemanha (GTZ).

Segundo o pesquisador responsável pelo projeto, Juergen Kesselmeier, do Instituto Max Planck de Química, em uma altitude de 300 metros as condições são mais estáveis, o que permitirá avaliações gasosas sem interferência de outros fatores em um raio bem maior de centenas de quilômetros, diferentemente das torres atuais, que têm de 50 a 60 metros de altitude e medem as trocas gasosas apenas entre a biosfera e atmosfera.

“A nova torre possibilitará medições em um estrato da atmosfera onde não há mais variação entre o dia e a noite, fotossíntese e radiações”, disse Kesselmeier.

A grande vantagem da torre, de acordo com o pesquisador, é que ela produzirá dados parecidos com os obtidos por balões meteorológicos. Contudo, os balões sobem até um determinado ponto e têm um tempo de vida curto. Além disso, com ATTP, os dados serão fornecidos continuamente.

“A torre será o elemento entre as medições feitas, em escala, na superfície terrestre, nas copas das árvores, na biosfera e na troposfera, em uma rede de estações de monitoramento nos diferentes continentes terrestres. Os dados obtidos por satélite, por exemplo, poderão ser ajustados com os obtidos próximos à superfície”, disse.

As informações serão captadas automaticamente e enviadas para o solo. Os dados serão compartilhados entre os pesquisadores no âmbito do consórcio das instituições do Brasil e da Alemanha.

Mais informações: www.inpa.gov.br

Fonte: Agência FAPESP

IPT instalará laboratório de pesquisa e tecnologia aeronáutica no interior paulista

Um novo laboratório de pesquisas e tecnologia aeronáutica, com foco em projetos inovadores, será instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos, em São Paulo. O laboratório funcionará em imóvel doado pela prefeitura e será gerenciado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

A iniciativa tem apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que aprovou hoje (4) financiamento no valor de R$ 27,6 milhões para o IPT e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para construção do laboratório. Os recursos, não-reembolsáveis, são oriundos do fundo tecnológico do banco, criado para financiar investimentos em desenvolvimento tecnológico e inovação em áreas estratégicas para o país.

O prazo previsto para conclusão do projeto é de três anos, mas, segundo o diretor do Centro de Integridade de Estruturas e Equipamentos do IPT, Luiz Eduardo Lopes, a partir do sexto mês de obras, o laboratório poderá ter áreas em condições de operação. Ele disse que, assim que o BNDES liberar o dinheiro, serão encomendados os equipamentos necessários. Alguns deles, por envolverem tecnologias avançadas, são importados e têm prazo de entrega que pode chegar a até um ano e meio.

O projeto será assessorado por um comitê de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, para que a agenda de desenvolvimento tecnológico seja compatível com o que é feito de mais moderno no mundo hoje, afirmou o engenheiro Luiz Lopes. O novo laboratório de pesquisas e estruturas leves contará com uma equipe de pesquisadores de muitas instituições, “especialmente acadêmicas”, do próprio IPT e do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), além de engenheiros da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer).

Lopes informou que os primeiros projetos desenvolvidos na nova unidade terão como principal cliente a Embraer. “Hoje, os projetos que são estruturantes têm como objetivo estruturas aeronáuticas, porque a grande preocupação da indústria aeronáutica é o ganho de peso nas novas aeronaves.”

O engenheiro acrescentou que as tecnologias, bastante amplas, deverão ser incorporadas por outros setores industriais, como os de petróleo, automobilístico, químico, de geração e transporte de energia, de transportes em geral, próteses ortopédicas e indústria do lazer. “As estruturas leves fazem um caminho transversal dentro das diversas indústrias. São tecnologias que serão incorporadas pelas outras indústrias muito fortemente em curto espaço de tempo.”

O financiamento do BNDES corresponde a 30,5% do investimento total de R$ 90,5 milhões. O restante será aportado pela Embraer, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia, e governo de São Paulo.

Lopes disse que as novas tecnologias que vierem a ser desenvolvidas poderão ser inclusive exportadas para outros países. “Para países que não têm uma indústria aeronáutica estabelecida neste momento inicial do laboratório, com certeza é possível [exportar]”. Ele ressaltou, entretanto, que o principal objetivo é capacitar e treinar pessoal no Brasil, “para dar suporte à indústria aeronáutica nacional e às outras indústrias”.

Fonte: Alana Gandra / Agência Brasil

Inovação e Estratégia na Idade Moderna – O Papel Pioneiro de Portugal

A Agência USP de Inovação, da Universidade de São Paulo, inicia no próximo dia 11 o Ciclo de Palestras sobre Criatividade, Inovação e Empreendedorismo.

“Inovação e Estratégia na Idade Moderna – O Papel Pioneiro de Portugal” será o tema da primeira palestra, a ser proferida por Tessaleno Campos Devezas, professor da Universidade da Beira Interior (UBI), em Portugal.

Devezas abordará, entre outros pontos, o pioneirismo de Portugal na introdução dos caminhos marítimos para a troca de informações e produtos em substituição aos caminhos terrestres iniciados pelos romanos cerca de dois milênios antes.

O palestrante leciona na UBI um conjunto de disciplinas na área de materiais e também a disciplina de técnicas de previsão. Coordena ainda o Grupo de Trabalho em Previsão Tecnológica e Teoria da Inovação e é membro do corpo consultivo dos periódicos Technological Forecasting & Social Change e Journal of Sociocybernetics.

Foi professor associado no Instituto Militar de Engenharia, no Rio de Janeiro, entre 1981 e 1983, e pesquisador sênior no Centro Técnico Aeroespacial, em São José dos Campos (SP), entre 1983 e 1990. Em 1992, transferiu-se para Portugal.

A palestra será realizada das 11h30 às 12h30, na Sala Bandeirantes do prédio da Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP.

A inscrição deve ser feita por e-mail para inovacao@usp.br, com o título “Ciclo de Palestras sobre Criatividade, Inovação e Empreendedorismo”.

Mais informações: www.inovacao.usp.br

Fonte: Agência FAPESP

2º BHiotec - Inovações Biotecnológicas

Expor a realidade e as atualidades da biotecnologia em Belo Horizonte (MG), um pólo biotecnológico de referência nacional, é o objetivo da 2º BHiotec - Inovações Biotecnológicas, que será realizada na capital mineira entre os dias 10 e 12 de junho.

O evento é promovido pela BioJr, empresa dos alunos de ciências biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). As palestras introduzirão aos participantes os conceitos básicos da área, o mercado atual de trabalho e as novidades das pesquisas produzidas em Minas Gerais.

A BHiotec ocorrerá no auditório 3 do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), da UFMG, no período das 14h às 17h30 e contará com a presença de professores e pesquisadores de renome nacional que aplicam esta ciência no seu dia-a-dia, além de empresários que trabalham com a transferência e a comercialização destas tecnologias.

Serão realizadas palestras sobre nanotecnologia, bioinformática, desenvolvimento de vacina contra dengue, melhoramento genético animal, transgênicos, biodiesel, biorremediação, entre outras.

Mais informações: www.icb.ufmg.br/biojr

Fonte: Agência Fapesp

I Curso Internacional de Bioequivalencia y Biodisponibilidad

Fecha: 4 y 5 de Junio
Lugar: Auditorio del Hospital Edgardo Rebagliati Martins - Av. Edgardo Rebagliati Martins.
Horario: 4pm - 10pm

Profesores
Prof Gordon L. Amidon - Recibió el Bachillerato en la State University of New York, Buffalo, la Maestría en Matemáticas y el Ph.D. en Química Farmacéutica en la University of Michigan. Ha recibido el Charles R. Walgreen, Jr., Professor de Farmacia en 1994 y en el año 2006 recibió el Pharmaceutical Sciences Award por parte de la Federación Internacional de Farmacia. El Profesor Amidon es internacionalmente reconocido por su investigación en el campo de la solubilidad, fenómenos de transporte, prodrogas y absorción de drogas; esta activamente involucrado en el desarrollo del Sistema de Clasificación Biofarmacéutica con la FDA, que sirve de base para la regulación de medicamentos a nivel internacional. Adicionalmente, ha publicado más de 170 artículos y 250 resúmenes y ha contribuido con 30 capítulos en libros y monografías.

Prof Marival Bermejo - Recibió su Bachillerato y Ph.D. de la Universidad de Valencia (España). Desde 1998 es Profesora Asociada de Ciencias Farmacéuticas en la Universidad de Valencia. Sus últimos proyectos de investigación han sido enfocados en la validación de modelos in situ y modelos in vitro para las predicciones de permeabilidad oral y sus aplicaciones al desarrollo biofarmacéutico de nuevo fluorquinolonas. Es miembro de la “BIOSIM Network of Excellence” y es coordinadora del proyecto “MEMTRANS”, siendo ambos proyectos solventados por la Comisión Europea. Es co-autora de 30 artículos, miembro del Board of Directors of the Drug Delivery Foundation y asesor externo de la Agencia Española de Medicamentos (AGEMED)

Mayores informes: e-mail , www.redsaf.org

Fuente: Red Sudamericana de Atención Farmacéutica