terça-feira, 27 de maio de 2008

Tese analisa dengue a partir do comportamento da população

As invisibilidades do dengue: um olhar sobre suas representações em uma favela do Município do Rio de Janeiro – retratos de uma vulnerabilidade

Além da água parada
Mais um ano, mais uma epidemia de dengue em diversos estados do país. No Rio de Janeiro, os números têm impressionado, com mais de cem mortes e um total superior a 150 mil casos desde janeiro. Apenas na capital, foram mais de 80 mil casos.

Em São Paulo, a preocupação maior é em relação ao crescimento do número de casos em cidades do interior. Em Mogi-Guaçu, por exemplo, foram confirmados 270 casos no primeiro trimestre do ano, número próximo do total de registros da doença na cidade em todo o ano passado (288 casos). Araraquara teve cerca de mil casos até abril – em todo o ano passado, foram 355.

Enquanto se discutem os motivos que levaram o problema a tamanha dimensão, Márcia de Freitas Lenzi, tecnologista sênior do Departamento de Ciências Biológicas da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz, aponta que culpar a população pela epidemia de dengue é, em parte, uma saída política para justificar a falha no planejamento e execução das ações de controle e assistência.

Em tese de doutorado intitulada As invisibilidades da dengue: um olhar sobre suas representações em uma favela do município do Rio de Janeiro – retratos de uma vulnerabilidade, Márcia analisou a doença a partir do comportamento da população e da qualidade da informação sobre a prevenção a ela oferecida.

A pesquisa para a tese foi desenvolvida junto a um grupo de moradores do Complexo de Favelas de Manguinhos, localizado em uma das regiões da cidade do Rio de Janeiro com maior foco da doença.

Depois de analisar os folhetos distribuídos nas últimas campanhas de combate à dengue e o conhecimento que esses moradores tinham sobre a doença, a pesquisadora constatou que, apesar do conjunto de dados divulgados sobre a endemia, não houve preocupação, por parte dos órgãos governamentais, em saber que informações são mais ou menos conhecidas, como elas são recebidas pelo público e quais as dificuldades para colocá-las em prática ou passá-las adiante.

Embora existam dezenas de pesquisas sobre o vírus e o vetor da dengue, ainda são poucos os estudos comportamentais relacionados à endemia. Em entrevista à Agência FAPESP, a autora do trabalho fala sobre a responsabilidade do governo em gerir informação e educação em saúde e do papel da população no processo de prevenção, e alerta para o uso indevido de medicação.

Quais são as principais causas que podem ser atribuídas por conta de diversos locais do país terem que enfrentar nova epidemia da dengue?
Existem vários aspectos a serem considerados. A culpabilização da população é, em parte, uma saída política para justificar a falha no planejamento e execução das ações de controle e assistência. Pode-se perceber que existem vários aspectos que dificultam a participação efetiva da população no combate à dengue, como, por exemplo, a falta de informações importantes para compor um cenário realista sobre a doença e também fatores sociais graves, como baixo nível de escolaridade.

Isso foi verificado no local em que a senhora pesquisou, o Complexo de Favelas de Manguinhos?
A região que investiguei apresenta um índice de analfabetismo de 18%. Ali, o fornecimento de serviços básicos como água e coleta de lixo é ineficiente. Acredito que culpa não é o termo a ser aplicado, mas sim responsabilidade e parceria. Entretanto, para isso, é necessário criar condições possíveis para uma participação efetiva da população nesse processo, por meio de informações bem planejadas e constantemente divulgadas, principalmente no período de baixa incidência. Com isso, seria possível construir um processo educativo, aliado sempre a ações de controle por parte das secretarias municipais.

As informações veiculadas pelas campanhas são sempre centradas no cuidado com os reservatórios domiciliares. Praticamente toda a população sabe que se deve ter cuidado com a água parada, senão o mosquito prolifera. Apesar disso, todos os anos há alta incidência da doença. De que outras informações a população carece?
Posso citar, como exemplo, a ligação que se faz entre o mosquito e ambientes insalubres ou de mata. As pessoas acreditam que em ambientes limpos não há a reprodução de mosquitos, ou seja, elas pensam que uma casa bem cuidada dificilmente teria Aedes aegypti. A falta do conhecimento sobre o ciclo do mosquito – sua reprodução em água limpa, de larva até o estágio de alado – poderia ajudar a esclarecer esse aspecto. Qualquer grupo sabe de cor as informações veiculadas pelas campanhas, que são centradas no cuidado com reservatórios domiciliares desde 1986, quando ocorreu a primeira epidemia no Rio de Janeiro, causada pelo vírus de tipo 1. Porém, existem subjetividades importantes que precisam ser trabalhadas nas campanhas, para tornar as informações mais efetivas.

Sua pesquisa também destaca a importância do uso correto de medicação.
Sim. Outro grave problema é a banalização do paracetamol, constantemente citado como ideal para tratamento da dengue e tomado sem prescrição médica, sem conhecimento dos desdobramentos que esse tipo de atitude possa ter. Em relação à febre hemorrágica de dengue, também não existe informação suficiente para a população. Deveria haver, por obrigação, alertas sobre os sintomas de risco, o que poderia salvar vidas. No estudo, a população somente caracteriza a dengue como hemorrágica se houver perda visível de sangue ou hemorragia.

Qual o papel do Estado no processo de informar e educar?
Não há estudo avaliativo sobre o tema “informação e educação” que componha qualquer ação preventiva relacionada a endemias existentes no Brasil. Na mídia, podemos observar, esporadicamente, campanhas de prevenção à Aids e à dengue, que são as mais veiculadas. Entretanto, não se sabe que tipo de informação vai mais ao encontro das representações que a população tem sobre essas doenças. O Estado tem a obrigação de garantir acesso aos serviços de saúde e à informação, permitindo que o cidadão tenha conhecimentos sobre etiologia, sintomatologia, tratamento e formas de prevenção.

Fonte: Washington Castilhos / Agência FAPESP

Pesquisa alerta para a falta de mão-de-obra qualificada no setor tecnológico

Mercado de Trabalho para o Engenheiro e Tecnólogo no Brasil

Após exatos dois anos de lançamento do Programa Inova Engenharia, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e por diversos parceiros, a carência de mão de obra qualificada no setor tecnológico continua a ser um dos principais problemas que emperram o desenvolvimento econômico do país. A falta de pessoal, principalmente de engenheiros, é apontada na pesquisa “Mercado de Trabalho para o Engenheiro e Tecnólogo no Brasil”, divulgada no mês de março pelo Sistema Indústria em parceria com o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea).

O estudo foi feito pela empresa Analítica Consultoria, com dados de 2007, e dá continuidade às ações do Inova Engenharia. Lançado em 2006, o programa foi criado para promover uma ação de mobilização nacional em prol da modernização na educação da engenharia brasileira. A iniciativa conta com o apoio diversas instituições do meio acadêmico e dos setores públicos e privado brasileiro, entre elas a ABIPTI.

Para realizar o novo trabalho, foi entrevistado um universo de 1.098 empresas, de todos os portes e setores, oriundas de todas as regiões do país. “Sabemos que a pesquisa é o melhor método para se radiografar qualquer situação e sugerir soluções de melhoria. O programa Inova Engenharia reflete esse objetivo quando revela o perfil do profissional que temos hoje e o perfil que o mercado de trabalho e as novas tecnologias exigem”, destaca o presidente em exercício do Confea, Ricardo Veiga, em entrevista ao Gestão CT.

Em sua avaliação, a curto prazo, uma solução para resolver a questão da falta de pessoal qualificado seria tentar trazer de voltar ao país os engenheiros que atuam no exterior. “Mas isso é difícil. Esse pessoal se preparou para atuar fora e para retornar teriam que ter salários compatíveis”, afirma.

Para ele, a solução para a questão iminente do “apagão de engenheiros”, expressão que é constantemente utilizada pelo secretário executivo da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque, passa pela educação. Veiga acredita que, a médio prazo, é necessário estimular a opção por cursos técnicos e por profissões que têm a engenharia como base, o que não vem ocorrendo nos últimos anos. “A longo prazo, além de uma formação mais moderna, é preciso investir em pesquisa.”

Entre outros dados divulgados pela pesquisa, Veiga destaca que o mercado de trabalho registra poucas empresas que empregam grande quantidade de engenheiros. As que têm em seus quadros até cinco engenheiros representam mais de 60% do mercado. “As grandes empregadoras, com mais de 100 engenheiros, são apenas 2,8% do total.”

Categorias
De acordo com o estudo, na grande maioria das empresas aparecem com destaque três tipos de engenheiros, os civis e afins, os eletricistas e eletrônicos e os mecânicos. No total, podem não ser as categorias mais contratadas, mas são as de presença mais constante em todos os portes de empresa.

Em quarto lugar vêm os pesquisadores de engenharia e tecnologia, bem distribuídos por todos os portes de empresas. “Em quinto lugar, mas com uma distribuição menos homogênea do que os pesquisadores, estão os engenheiros agrossilvipecuários, indicando o peso do setor agropecuário na economia brasileira”, aponta a pesquisa.

O sexto lugar é ocupado pelos engenheiros de produção, qualidade e segurança, com concentração acima da média entre as empresas que contratam de um a cinco engenheiros, o que, segundo o estudo, demonstra a preocupação crescente da micro e pequena empresa com qualidade e processos.

Entrada
O trabalho também indica que o caminho mais comum para a entrada dos engenheiros nas empresas é pela participação em programas de estágio (junto com os estudos) ou após um período como trainee. A necessidade de estágios é apontada como crucial por boa parte dos entrevistados na pesquisa como forma de superar a barreira da falta de prática no ensino. “A empresa é vista como participante do processo de formação real do engenheiro para as necessidades do mercado”, diz a pesquisa.

O estudo aponta que, quando se fala nas correções ou ajustes que a educação de engenharia deveria sofrer, a questão da prática aparece sempre com destaque. Ainda segundo a pesquisa, a necessidade de estágios é tão grande que são poucos os engenheiros que se formam no tempo mínimo de cinco anos, face à necessidade de dividir o tempo entre estudos e estágios se quiserem ter chances reais de bons empregos quando formados.

No entanto, o estudo indica que, se a entrada nas empresas depende de um período de estágio e treinamento, a permanência dependerá, cada vez mais, de atualização e adaptação a novas técnicas e tecnologias.

Outro dado que merece destaque é que, mesmo com programas de estágios e trainees, 41% das empresas ainda declaram realizar programas de treinamento específicos para os engenheiros recém contratados. “Por outro lado são relativamente poucas as que têm programas de atração de engenheiros recém formados ou prestes a se formarem”, diz a pesquisa.

Avaliação
Uma das seções do trabalho fez uma avaliação sobre o atual estágio da engenharia brasileira. Foram feitas várias perguntas aos entrevistados, que deram notas entre zero e sete a diferentes aspectos da engenharia e aos cursos de engenharia no Brasil. De acordo com o estudo, na grande maioria das escolas de engenharia e superiores, a média sete permite ao aluno passar de ano sem exame final. “Desta forma, a nota sete é um separador do aceitável e do que está abaixo do aceitável”, aponta a pesquisa.

Foram avaliados os seguintes itens: adaptar-se às mudanças de mercado; engenheiros de modo geral; base teórica (matemática, ciências, engenharia); adaptar-se às demandas específicas das empresas; cursos de engenharia; formação de engenheiros.
A análise feita indica que a engenharia brasileira está quase que exatamente na média do adequado, sem nenhuma nota que se destaque para os aspectos selecionados. A avaliação também aponta que o grau de atualização das escolas de engenharia do Brasil fica abaixo da média. “As respostas às perguntas sobre o que poderia ser feito para melhorar o ensino de engenharia no Brasil indicam que, no Brasil, a universidade é pouco participante no processo de geração de inovação e tem dificuldades para acompanhar a indústria.”

Sugestões
A pesquisa revela uma grande distância entre o que as escolas ensinam e aquilo que o mercado demanda. A principal queixa, a falta de prática profissional, é parcialmente resolvida pelo esquema de estágios e programas de trainees, mas mesmo assim as empresas alegam que precisam fazer uma contribuição substantiva sob a forma de treinamento na empresa, cursos fora e tempo de adaptação do engenheiro aos processos e produtos específicos da empresa.

Entre as sugestões apresentadas pelas empresas entrevistadas constam: um ensino mais prático, em que um embasamento teórico firme não impeça que a aplicação prática da teoria seja aprofundada e se aproxime mais das condições utilizando instrumentos similares aos que existem no mercado; a oferta de cursos de especialização de foco restrito, porém em profundidade para áreas de interesse específico das empresas; evitar a preocupação só com os aspectos técnicos, colocando mais ênfase no trabalho em equipe, na capacidade de liderança e de gerenciamento de equipes e projetos complexos.
De acordo com o estudo, as propostas para melhorias apresentam soluções para eliminar os pontos críticos atuais. Ao fazer isso, colocam as próprias empresas como parte da solução, recomendando uma aproximação delas com os estudantes e com as escolas. “Isso não significa que elas estejam falando em bancar os investimentos necessários; ainda cobram das escolas e do governo mais investimento em laboratórios e equipamentos que atualizem as escolas”, indica a pesquisa.

Tecnólogos
Do total das empresas entrevistadas, 39% disseram já ter contratado tecnólogos. Na média, são 7,5 tecnólogos por empresa, em comparação com os 12,7 engenheiros por empresa.

“Com um tempo de formação mais curto, esse setor do ensino pode adaptar-se mais rapidamente à demanda do que o ensino superior tradicional, mais moroso e controlado na criação de vagas”, diz o estudo. Parte dos entrevistados também acredita que o tempo de formação mais curto do tecnólogo ainda permite que ele esteja mais atualizado ao se formar.

A pesquisa indica que, até o momento, a qualidade dos tecnólogos formados parece estar satisfazendo o mercado, que lhes dá uma média de 7,1, com 70% dos que fizeram a avaliação atribuindo-lhes notas entre sete e dez.

As áreas em que os tecnólogos são mais reconhecidos são as de mecânica, informática e as relacionadas à construção civil. Ainda segundo o estudo, com o sucesso em termos de qualidade de formação e agilidade no atendimento das demandas do mercado, a predisposição de aumento de contratações é um pouco mais alta do que para a contratação de novos engenheiros (65% contra 62% dos engenheiros).

A íntegra da pesquisa está disponível neste link.

Fonte: Bianca Torreão / Gestão CT

Abertas as inscrições para a OBF 2008 - Olimpíada Brasileira de Física

Estão abertas, até 6 de agosto, as inscrições para o cadastramento das escolas de todo o país que desejam que seus alunos participem da edição 2008 da Olimpíada Brasileira de Física (OBF), organizada pela Sociedade Brasileira de Física (SBF).

Depois de credenciada, a escola poderá inscrever gratuitamente quantos alunos quiser. Podem participar alunos do último ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio. As provas da primeira fase da OBF serão realizadas em agosto.

Em 2006, participaram da competição 64,6 mil alunos de 3.445 escolas de todos os estados brasileiros. Em 2007, o número de participantes subiu para 129,2 mil e, para este ano, a organização do evento espera reunir 180 mil participantes.

Os objetivos da competição, que tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), são despertar e estimular o interesse pela física e por outras áreas da ciência, melhorar a qualidade do ensino da disciplina no país e incentivar os estudantes a seguir carreiras científico-tecnológicas.

Nesse contexto, além da realização da OBF, as coordenadorias estaduais do evento vêm trabalhando para estreitar a relação com professores, alunos e escolas. Em vários estados são realizadas oficinas e palestras sobre temas relacionados à física para professores e pais dos alunos que fazem as provas.

A OBF também seleciona e prepara as equipes para a Olimpíada Internacional de Física (International Physics Olimpiad, na sigla em inglês), que neste ano ocorrerá em julho no Vietnã, e para a Olimpíada Ibero-Americana de Física, em setembro, no México.

Mais informações: www.sbfisica.org.br/olimpiadas

Fonte: Agência FAPESP

Primeiro transplante de coração realizado no Brasil e na América Latina comemora seus 40 anos.



40 anos de esperança para o coração
O primeiro transplante de coração realizado no Brasil e na América Latina, no início da manhã de 26 de maio de 1968, comemora seus 40 anos. Esse feito memorável e marco da Medicina brasileira, dentre outros, merece ser especialmente lembrado pelo seu significado de esperança de vida para milhares de pessoas, pelo que representou de avanço no meio médico e científico e pelo exemplo de capacidade e determinação daqueles que o realizaram.

No cenário nacional de transplantes de órgãos, hoje realizados anualmente aos milhares, o transplante de coração pioneiro sucedeu em poucos anos os transplantes de rins no Rio de Janeiro em 1964 e em São Paulo em 1965. A façanha foi liderada com determinação e audácia, no Hospital das Clínicas da USP, pelo professor Euryclides de Jesus Zerbini, paulista de Guaratinguetá nascido em 10 de maio de 1912 e graduado médico em 1942, estrela maior de uma constelação brilhante de 41 homens e mulheres destemidos que dignificaram e engrandeceram a cardiologia brasileira, a qual, por esse e outros feitos, passou a se destacar sobremaneira no cenário mundial.

Destacaram-se na equipe os cirurgiões doutores Delmont Bittencourt, Euclides Marques, Geraldo Verginelli, Miguel Marcial e Sérgio Oliveira, o cardiologista Dr. Luiz Décourt e o anestesista Dr. Ruy Gomide. Foi o lavrador matogrossence João Ferreira da Cunha (João Boiadeiro), de 23 anos, com avançada doença do miocárdio e insuficiência cardíaca, que recebeu o primeiro coração transplantado, mas morreu de rejeição imunológica 28 dias depois. Esta era a mais temida complicação na época, questão hoje praticamente superada. O doador foi Luis Ferreira de Barros, um jovem falecido por atropelamento automobilístico.

Embora tudo estivesse preparado, o Brasil e a equipe do professor Zerbini perderam, por menos de seis meses, a primazia do primeiro transplante cardíaco mundial, então realizado pelo Dr. Christian Barnard, em 3 de dezembro de 1967 na Cidade do Cabo na África do Sul, em um dentista negro, tendo como doadora uma mulher branca acidentada. A realização do transplante cardíaco foi mais um exemplo da ousadia que faz progredir o conhecimento científico e dignifica o homem. Herança desse e de outros pioneirismos, o transplante de órgãos no Brasil é hoje uma realidade de salvação para milhares de pessoas sem alternativa para continuar vivendo. Atualmente, cerca de 54% dos transplantados cardíacos sobrevive por 10 ou mais anos, um sucesso da evolução técnica, da competência profissional especializada e do controle terapêutico altamente eficaz.

Mas, nesse momento de comemoração jubilosa algumas reflexões são necessárias a respeito – de ordem ética - e quanto às prioridades médico-sociais, à ampla disponibilidade, à melhoria de toda a operacionalidade envolvida e aos custos implicados, visando à expansão do procedimento e torná-lo mais viável e acessível. Nesse contexto, diversas dificuldades se destacam, como a insuficiente oferta de doadores, a pouco ágil captação de órgãos, a deficiente infra-estrutura hospitalar necessária para novos centros e a restrita formação de pessoal especializado, cujas soluções dependem de uma política de interesse, eficaz e resolutiva. Apesar dos obstáculos, o Brasil é um dos países que detém o maior número de transplantes em geral, com cerca de 11 mil realizados anualmente, dos quais cerca de 3 mil são cardíacos. No entanto, a demanda reprimida por transplantes em geral é da ordem de 70 mil necessitados aguardando na fila. O Sistema Público de Saúde (SUS) paga 95% dos mesmos e o restante é pago por convênios.

No Brasil, o transplante de órgãos é regulamentado pela Lei 9.434 de 4/2/1997, decreto 2.268 de 30/6/1997 e Lei 10.2111 de 23/3/2001. Algumas entidades de apoio existem, como a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, e a Aliança Brasileira de Doação de Órgãos e Tecidos. Também está implantado o Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde, regulamentador técnico, operacional e normativo, com base na lei e decreto de 1997. Em cerca de 28 cidades de todas as regiões do Brasil, existem 47 centros capacitados, envolvendo 1.338 equipes preparadas para o transplante cardíaco.

Enfim, a Medicina segue promovendo conquistas para que todos possam desfrutar vida digna e saudável. Dos órgãos, instituições, associações e autoridades implicadas esperam-se eficazes políticas de assistência e apoio à saúde que acompanhem essas conquistas, visando beneficiar enorme contingente de necessitados.

Luiz F. Junqueira Jr é professor titular de Clínica Médica, Cardiologia e Fisiologia Cardiovascular da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). É doutor em Clínica Médica/Cardiologia, mestre em Fisiologia, especialista em Clínica Médica e Cardiologia, bacharel em Ciências Biomédicas e graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP).





 

Luiz F. Junqueira Jr / UnB

ABDI desenvolve sistema para o monitoramento das ações e metas previstas na PDP

Para fazer uma melhor análise e execução da nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) desenvolveu um sistema de monitoramento das ações e metas previstas no âmbito do programa do governo federal. A informação foi dada pelo economista da ABDI, Rogério Araújo, em entrevista ao Gestão C&T online.

Ele destaca que a PDP é mais abrangente em relação à Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce) e contempla diversos setores industriais, além da Tecnologia da Informação e Comunicação. “Isto não quer dizer, entretanto, que está havendo escolha de setores”, afirma.

Araújo lembra que, durante a execução da PDP e dado os mecanismos de diálogo entre o setor privado e público, haverá inclusão de outros setores industriais e até mesmo o aperfeiçoamento de determinados programas. De acordo com o economista, os setores inicialmente contemplados na política já representam em torno de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. “Apesar de a PDP ser abrangente, não quer dizer que ela não tenha foco, já que além das macro-metas estabelecidas, há diversas metas setoriais já definidas”, ressalta.

Pitce
Araújo ainda avalia a fase 1 da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce) como importante, pois marcou a retomada de políticas para o desenvolvimento competitivo da indústria brasileira. “Durante a execução da Pitce, houve a recuperação da capacidade de formulação e coordenação do Estado brasileiro”, afirma.

Segundo ele, essa capacidade de formulação e coordenação permitiu a definição de ações integradas visando mudar o patamar da indústria nacional. Entre elas, Araújo destaca a Lei do Bem. O economista ainda ressalta que a capacidade de coordenação permitiu que a PDP fosse formulada e lembra que, como toda política, há pontos negativos que podem ser mencionados. “Mas o mais importante a destacar é que, além da retomada de uma política industrial a partir de 2004, ela vem passando sempre por um processo de aprimoramento para adequar a realidade econômica do país.”

Tecnologia
Rogério Araújo ainda reafirmou a meta de investimento em tecnologia e exportação, anunciada durante o lançamento da PDP, no dia 12, no Rio de Janeiro (RJ). Ele destaca que, para se alcançar patamares maiores de competitividade, é necessário cada vez mais que a indústria brasileira invista em inovação. “Desse modo, uma das macro-metas estabelecidas é a elevação dos dispêndios com pesquisa e desenvolvimento em relação ao faturamento de 0,51% para 0,65%.”

O economista afirma que, para o alcance desta meta, estão definidas várias ações voltadas para o desenvolvimento tecnológico nos diversos programas previstos inicialmente. Entre as ações anunciadas, ele destaca a permissão para depreciação imediata de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos novos destinados às atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento da inovação tecnológica. “Ademais, o BNDES destinará recursos em torno de R$ 6 bilhões para apoio à inovação.”

Desoneração
A desoneração prevista, anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante o lançamento, é superior a R$ 20 bilhões até 2011. No entanto, o economista destaca que uma política industrial ativa não se resume apenas em desonerações, “mas de ações concretas no qual haja um comprometimento tanto do setor público quanto do setor privado”.

A íntegra da PDP está disponível neste link: www.desenvolvimento.gov.br/pdp/

Fonte: Bianca Torreão / Gestão CT

4ª Semana de Engenharia Mecatrônica


A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP) promoverá, de 2 a 6 de junho, a 4ª Semana de Engenharia Mecatrônica.

O evento contará com palestras, minicursos, visitas técnicas, mesas-redondas e até um desafio inteligente de robótica, o Smart Challenge, em que os participantes deverão construir e programar um robô para cumprir tarefas pre-determinadas.

“Nanotecnologia e materiais alternativos”, “Automação agroindustrial”, “Engenharia automobilística”, “Tecnologia em caças de quarta geração” e “Energias renováveis” serão alguns eixos temáticos do encontro.

Mais informações: www.sematron.eesc.usp.br

Fonte: Agência FAPESP

Prêmio Finep 2008 é lançado em quatro regiões do país

O Prêmio Finep de Inovação 2008 foi lançado este mês nas regiões Norte, Sul, Sudeste e Nordeste do país. As inscrições para os interessados em participar seguem até o dia 28 de agosto e podem ser feitas no site www.finep.gov.br/premio.

O Prêmio Finep de Inovação irá selecionar projetos de âmbitos regionais. Os vencedores regionais de cada categoria concorrerão entre si a etapa nacional.

Na região Norte, o Prêmio Finep foi lançado em Belém (PA), na sede do Sebrae, no dia 19 de maio. O lançamento do Prêmio Finep da região Sul foi realizado no dia 15 de maio, em Curitiba (PR). O grande avanço no ambiente de apoio à inovação na última década foi destaque no evento.

Já no dia 7 de maio o prêmio foi lançado na região Sudeste, em Belo Horizonte (MG). Durante o evento, que aconteceu na sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), o diretor de Inovação da financiadora, Eduardo Costa, destacou que “muito além de simplesmente reconhecer a criatividade tecnológica, o prêmio é uma láurea para aqueles que resolvem investir em processos produtivos inovadores".

O lançamento das etapas regionais teve início em Fortaleza (CE) na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), também no dia 7. Ainda está previsto o lançamento do concurso na região Centro-Oeste, que acontecerá em Goiás. A data ainda será definida pela Finep.

Categorias
Neste ano, o prêmio traz novas categorias. São elas: Micro/Pequena Empresa, Média Empresa, Instituição de Ciência e Tecnologia, e Tecnologia Social, além de duas especiais, Inventor Inovador, na qual são escolhidos os inventores que mais se destacaram no país, e Grande Empresa, que seleciona, na carteira de clientes da Finep, o conjunto de ações desenvolvidas por empresas inovadoras.

Os vencedores do prêmio receberão troféu e a possibilidade de financiamento pela Finep para a implementação de projetos de inovação que variam de R$ 500 mil a R$ 10 milhões.

Para mais informações e inscrições, acesse o site www.finep.gov.br/premio.

Fonte: Gestão CT

Workshop Internacional Complex Systems 2008

De 30 de julho a 2 de agosto, o Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada (LAC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), sediará o Workshop Internacional Complex Systems 2008.

O encontro tem caráter multidisciplinar e envolverá apresentações orais e na forma de painéis sobre teorias e aplicações de ferramentas da matemática, da física e da computação no estudo de temas diversos, entre os quais processos não-lineares e caóticos, formação de padrões e complexidade computacional.

Serão discutidos ainda temas relacionados à simulação e análise de dados em física do meio ambiente e física espacial. O evento é um encontro satélite do Conference on Computational Physics (CCP-2008) que será realizado, pela primeira vez no Brasil, de 5 a 9 de agosto, em Ouro Preto (MG).

Mais informações: www.lac.inpe.br/WSACS

Fonte: Agência FAPESP

Novo fundo de capital de risco é lançado em São Paulo

Lançado no dia 15, em São Paulo (SP), durante o Integrity Forum 2008, o fundo de capital de risco Capital Tech aplicará R$ 31,4 milhões em cerca de dez empresas inovadoras. O fundo é administrado pela empresa Invest Tech e apoiado pela Finep e tem como objetivo beneficiar, principalmente, empresas paulistas e fluminenses que tenham faturamento entre R$ 1 e 10 milhões. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) também são investidores do fundo.

A Finep aportará 30% dos recursos. Cada empreendimento receberá até R$ 4,7 milhões, mas a média deverá ficar em torno de R$ 3 milhões. Em notícia publicada pela financiadora, o presidente da Invest Tech, Miguel Perrotti, explica que o Capital Tech busca investir, sobretudo, na área de tecnologia da informação, além de direcionar o seu foco para empreendimentos que estejam posicionados entre o seed money e o venture capital. “Nosso desafio é alavancar o crescimento de negócios que, mesmo pequenos, já apresentem um ciclo comercial completo”, afirmou.

Maurício Lima, que é sócio de Perrotti e é um dos gestores do Capital Tech, destaca que o fundo vai estabelecer um processo de controle corporativo nas empresas, de forma a elevar, em até cinco anos, um possível faturamento que hoje está na casa dos R$ 4 milhões, para R$ 40 milhões.

Durante o lançamento, o diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa, destacou que o bom momento vivido pela economia brasileira tem impulsionado os aportes em capital de risco. “Vivemos um cenário especial para investimentos em novas empresas que agreguem inovação aos seus processos e negócios”, afirmou.

Ainda segundo a Finep, a aposta no capital semente (seed money), modalidade que contempla empreendimentos nascentes, muitas vezes ainda na incubadora, e no venture capital, é uma alternativa de apoio às pequenas empresas inovadoras. A financiadora ainda investe em fundos de private equity, que são direcionados para empresas de médio porte que ainda não ingressaram na bolsa. A agência já concedeu R$ 125,3 milhões para 13 fundos, que, juntos, aplicaram recursos em 38 empreendimentos.

Informações sobre as ações da Finep podem ser obtidas no site www.finep.gov.br.

Fonte: Gestão CT

R$ 21 milhões para pesquisas sobre terapia celular

No início deste mês de maio, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, anunciou, em São Paulo (SP), que o governo está acertando os detalhes para o lançamento da Rede Nacional de Terapia Celular.

Segundo informações do CNPq, a rede contará com recursos na ordem de R$ 21 milhões. Serão dois editais para a seleção de projetos que possam consolidar a rede. Um dos editais será lançado pelo CNPq, em parceria com o Ministério da Saúde, e prevê investimentos de R$ 10 milhões para o financiamento de pesquisas básicas, pré-clínica e clínica que trabalhem com diferentes tipos de células-tronco e de patologias.

O outro edital será operado pela Finep, também em parceria com o ministério, e voltado para de infra-estrutura, com o objetivo de cultivar, no Brasil, linhagens de células-tronco para o fornecimento de material aos membros da rede.

Ainda de acordo com o CNPq, uma comissão de pesquisadores de todas as regiões do país está elaborando os mecanismos de fomento que irão constar nos editais. O grupo ficará responsável, ainda, de criar um plano de trabalho e o regimento da rede, que detalhará, entre outros pontos, as obrigações dos diferentes membros, da central de insumos e da secretaria executiva. A minuta com os termos de referência para os editais deverá ser entregue em 30 dias.

A Rede Nacional de Terapia Celular é parte do Programa Mais Saúde do governo federal. Em notícia divulgada pelo CNPq, Reinaldo Guimarães, ressaltou que a rede nascerá com os propósitos de estruturar o esforço nacional de pesquisa em terapia celular; ampliar a geração de conhecimento, por meio de uma maior interação entre a comunidade científica e qualificar novos profissionais.

Informações complementares sobre o programa Mais Saúde podem ser obtidas neste link.

Fonte: Gestão CT

Nova chamada FAPESP e Inria

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e o Instituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação (Inria), da França, abriram nova seleção pública de propostas no âmbito do acordo de cooperação técnica entre as instituições.

A chamada oferecerá recursos para o intercâmbio de pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa no Estado de São Paulo e pesquisadores do Inria, visando à execução de projetos colaborativos e o estabelecimento de relacionamentos duradouros.

A organização de eventos de caráter científico sobre os temas escolhidos em comum por cientistas do Inria e de instituições de ensino superior e pesquisa paulistas, que estimulem o intercâmbio, também será apoiada.

Serão aceitas propostas de pesquisa e desenvolvimento em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), e sua aplicação em quaisquer áreas do conhecimento, nas quais haja colaboração científica entre pesquisadores. As propostas serão recebidas até o dia 26 de junho.

No âmbito da chamada, podem participar, pelo lado brasileiro, pesquisadores responsáveis por Auxílios a Pesquisa na Linha Regular, Projetos Temáticos, Apoio a Jovens Pesquisadores ou Centros de Pesquisa Inovação e Difusão (Cepids) vigentes e financiados pela FAPESP.

Pelo lado francês, são elegíveis pesquisadores e engenheiros do corpo científico do Inria e pesquisadores ou acadêmicos autorizados por sua instituição de origem a participar em projetos do Inria.

As propostas deverão ser encaminhadas para a FAPESP, à rua Pio XI, 1500, Alto da Lapa, CEP 05468-901 – São Paulo/SP, mencionando no envelope “Chamada FAPESP/INRIA 08/2008”.

Mais informações: www.fapesp.br/inria/2008

Fonte: Agência FAPESP

Curso :Biodiversidad y Conservación del Subtrópico: Una Vision Integradora

Biodiversidad y conservación del subtrópico: una visión integradora es un curso intensivo de campo, a nivel de postgrado, impartido en español. Las actividades se llevarán a cabo en 5 provincias del sub-trópico Argentino: Iguazú, Corrientes, Chaco, Jujuy y Tucumán durante 7 días a la semana durante 4 semanas

Los objetivos del curso son que los estudiantes conozcan los diferentes paisajes, problemas, enfoques, herramientas y actores asociados a la conservación de la biodiversidad en la región a través de una visión integradora de las diferentes realidades e intereses sectoriales.

El curso
El curso será liderado por un coordinador y un asistente a tiempo completo. Cuatro coordinadores locales también participarán en las diferentes regiones. Todo el equipo de coordinación posee amplia experiencia en el dictado de cursos intensivos de campo en ecología y conservación, y experiencia en los sitios visitados (ver perfiles más abajo). Adicionalmente, en cada sitio visitado colaborarán especialistas y actores involucrados en los diferentes temas de conservación tratados.

El programa general de este curso comprende estadías en lugares escogidos por su diversidad y problemática ambiental y/o social ligada a la conservación. En cada sitio habrá salidas de campo a áreas naturales para conocer su biodiversidad y vistas a emprendimientos productivos, organizaciones empresariales, sociales y conservacionistas involucradas de una u otra manera en problemáticas conservacionistas.

Los sitios a visitar son la selva Misionera, los esteros del Ibera, la región Chaqueña y las selvas de montaña de las Yungas. En cada una de estas zonas habrá actividades coordinadas por una de las cuatro instituciones organizadoras del curso (ver abajo), las cuales buscarán ofrecer la visión más amplia posible de los ecosistemas locales, los intereses de los principales grupos involucrados en la conservación (gobiernos, ONGs, centros de investigación, empresas, comunidades locales, etc.) y en la explotación de los recursos naturales (empresas, productores rurales); los conflictos existentes entre ellos, y las iniciativas conservacionistas más exitosas que se están implementando sobre el terreno. De este modo, el curso busca ofrecer una perspectiva amplia de la conservación en la región que trascienda la formación disciplinaria clásica de las carreras universitarias. Las actividades del curso incluirán visitas sobre el terreno, estudios de casos, lectura y discusión de artículos, entrevistas a expertos y personalidades locales, mesas redondas, ejercicios de grupo y presentaciones por parte de los estudiantes.

Destinatarios
El curso estará dirigido a profesionales jóvenes (graduados universitarios o estudiantes de postgrado) de una amplia variedad de formaciones académicas, pero que compartan un interés explícito en la conservación de la biodiversidad y el manejo sostenible de los recursos naturales de la región. Dentro de las formaciones de los estudiantes se incluyen la biología, agronomía, geografía, ciencias forestales y ambientales, veterinaria, sociología, antropología, derecho y economía. El curso estará abierto fundamentalmente a participantes de la región subtropical de Sudamérica (Argentina, Chile, Bolivia, Paraguay, Brasil y Uruguay), aunque no se descarta la incorporación de estudiantes de otras regiones que se destaquen por su compromiso y experiencia en la temática del curso

Más información: Conservacion Subtropical

Fuente: Conservacion Subtropical

Representação das informações imagéticas: análise e indexação nas Unidades de Informação

Os Grupos de Pesquisa "Imagem, Memória e Informação" e "Representação e Organização da Informação e do Conhecimento", com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília, convidam para a palestra "Representação das informações imagéticas: análise e indexação nas Unidades de Informação" ministrada pela Prof.a Dr.a Rosa Inês de Novais Cordeiro*

* Rosa Inês de Novais Cordeiro é professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), no Instituto de Arte e Comunicação Social, no Departamento de Ciência da Informação e no Laboratório de Investigação Audiovisual. É doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ/1998), realizou seu pós-doutorado no Instituto de Psicologia da UFRJ (2003). Possui as graduações em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal Fluminense (1978), graduação em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1982).

Atua, desde 1983, no ensino das graduações de Arquivologia; Biblioteconomia e Documentação da UFF e ministrando disciplinas sobre a representação temática de documentos. São seus principais domínios de atuação o estudo da representação temática de documentos de diversas naturezas e a pesquisa sobre a dinâmica da informação estética e, em particular, a análise e a representação de imagens (cinema).

É autora do livro Informação e Movimento: uma ciência da arte fílmica (2000), também publicou e apresentou vários trabalhos, tais como: A imagem e a subtração do olhar informativo e estético para a revista Datagramazero (dezembro, 2006); Uma reapropriação da natureza pela imagem fílmica (UFPE, 2006); Análise e representação de filmes em Unidades de Informação para a revista Ciência da Informação (2005); Figuras do cinema brasileiro na década de 20 para a Revista de Comunicação e Linguagens da Universidade Nova de Lisboa (2003); Informação estética no domínio fílmico; A geração da informação fílmica revista Poiesis (UFF, 2002 e 2001); A narração da obra fílmica revelada por sua árvore genealógica para a coletânea Interdiscursos da Ciência da Informação: Arte, Museu e Imagem (CNPq/IBICT, 2000), além de outros ensaios.


Serviço:
Data: 02 de junho de 2008 (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: Auditório do Departamento de Ciência da Informação e Documentação
(prédio anexo à Biblioteca Central da UnB)

Fonte: UnB

1 ºSeminário “Políticas Públicas Focadas na Humanização dos Postos de Trabalho: Diversidade, Exercício da Cidadania e Inclusão Social

UERJ discute políticas públicas para humanização do mercado de trabalho
O mercado de trabalho sempre foi seletivo com as minorias. Os números não deixam dúvidas: os negros ganham hoje, em média, R$ 558,24 menos do que o rendimento médio dos brancos, R$ 1.087, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Por isso, o Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Uerj está realizando o I Seminário “Políticas Públicas Focadas na Humanização dos Postos de Trabalho: Diversidade, Exercício da Cidadania e Inclusão Social”.

O objetivo do evento é o de ampliar o debate sobre as ações das políticas públicas focadas na diversidade, no exercício do direito à cidadania e na inclusão social de grupos historicamente excluídos do mercado produtivo, tais como mulheres, negros, homossexuais e pessoas com deficiências. O público-alvo do seminário são pesquisadores, professores, empresários, gestores e técnicos dos setores público e privado, estudantes, representantes de ONG’s, sindicatos, movimentos sociais e demais instituições da sociedade civil. A programação completa do evento está no site: www.rio.rj.gov.br/trabalho/seminario/.

Serviço:
Data: 3 e 4 de junho
Horário: 9h às 17h30
Local: Pavilhão Reitor João Lyra Filho, 1º andar, bloco F, auditório 11

Fonte: Ana Cristina Lima / UERJ

Governo define lista produtos prioritários para saúde

A proposta do governo federal de fortalecer o complexo industrial da saúde e induzir as compras governamentais é uma das determinações da nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Uma das primeiras medidas nesse sentido foi tomada na semana passada pelos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

No dia 19, os dois ministérios publicaram no Diário Oficial da União a portaria nº 978 que dispõe sobre a lista de produtos estratégicos, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com a finalidade de colaborar com o desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde.

A medida traz a lista de medicamentos, vacinas, soros, dispositivos diagnósticos, prognósticos e ferramentas terapêuticas para doenças virais, negligenciadas e neoplasias, além de equipamentos e materiais de uso em saúde mais utilizados pelo governo brasileiro.

“Enquanto não se muda a lei de licitações, a portaria é uma maneira de ajustá-la e adequá-la ao uso do poder de compras do Estado e ao desenvolvimento do complexo produtivo da saúde. Ela tem claramente um poder indutor”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em notícia divulgada pelo ministério.

A portaria traz as áreas de interesse do governo federal e deverão direcionar a estratégia de compras pelos laboratórios oficiais e ações como o financiamento de empresas e indústrias pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da saúde (Profarma).

A lista será revisada a cada dois anos e será monitorada por uma comissão de revisão e atualização composta por representantes das secretarias de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; de Atenção à Saúde; de Vigilância em Saúde; e Executiva do ministério. Confira a íntegra da portaria nº 978 no link.

Fonte: Gestão CT

Seminário Internacional Crimes Cibernéticos e Investigações Digitais

O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica (CAEAT) da Câmara dos Deputados realizará, no dia 28 de maio, o Seminário Internacional Crimes Cibernéticos e Investigações Digitais no Auditório Nereu Ramos, das 9h às 19h.

O evento visa adequar o ordenamento jurídico brasileiro na reformulação da legislação relacionada à temática. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.camara.gov.br.

O desenvolvimento e a popularização das tecnologias da informação e comunicação vêm impondo mudanças profundas na sociedade contemporânea. Entre elas, a alteração no processo de comunicação, que traz agilidade nas trocas sociais, econômicas, políticas e culturais. Ao mesmo tempo, traz um aumento dos crimes cometidos por meios eletrônicos, em função da popularização da Internet. O conselho, reconhecendo a necessidade de se discutir a criação e o amadurecimento de mecanismos institucionais capazes de absorver os efeitos sociais decorrentes do fenômeno em pauta, promoverá esse seminário.

Veja a programação completa do seminário neste link.

Fonte: Gestão CT

Oswaldo Luiz Alves recebe o Prêmio SBQ de Inovação Fernando Galembeck

Oswaldo Luiz Alves, professor do Instituto de Química (IQ) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi o escolhido pela Sociedade Brasileira de Química (SBQ) para receber o Prêmio SBQ de Inovação Fernando Galembeck.

A solenidade de entrega do prêmio será realizada nesta terça-feira (27/5), às 20h15, na 31ª Reunião Anual da SBQ, em Águas de Lindóia. O nome do prêmio é uma homenagem a Galembeck, também professor da Unicamp, que foi seu primeiro ganhador.

Segundo a SBQ, a proposta é reconhecer a competência e a capacidade inovadora dos contemplados, além de reconhecer a sua atuação na ciência e tecnologia nacionais. Não se trata de uma honraria anual. A concessão ocorre sempre que a SBQ pretende chamar a atenção para um desenvolvimento do setor químico feito com a participação de seus sócios.

Alves é coordenador científico do Laboratório de Química do Estado Sólido (LQES), um dos principais locais de pesquisa na área, onde assina 16 patentes em materiais ópticos, ecomateriais e nanomateriais.

De acordo com o professor, o LQES trabalha desde a década de 1990 com a perspectiva de inovação e de aplicações dos resultados de pesquisa no setor produtivo.

Alves é membro da Academia Brasileira de Ciências desde 2001. Recebeu o título de comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico em 2002 e o Prêmio Fritz Feigl, do Conselho Regional de Química, em 2005.

Fonte: Agência FAPESP

Julgamento para liberar pesquisas com células-tronco será retomado no dia 28

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai retomar, na próxima quarta-feira (28), o julgamento que determinará a constitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que prevê a realização de pesquisas com células-tronco embrionárias humanas.

O julgamento foi interrompido no mês de março com o pedido de vista ao processo do ministro Carlos Alberto Menezes Direito. A decisão sobre a constitucionalidade ou não do artigo caberá a todo o Plenário. Ainda em março, os ministros Carlos Ayres Britto (relator da ação) e Ellen Gracie votaram a favor das pesquisas, ou seja, pela constitucionalidade do artigo 5º.

O ministro Menezes Direito será o primeiro a manifestar o seu voto, seguido pelos demais no Plenário. A decisão sobre liberar as pesquisas poderá ser definida ainda no dia 28. Para conferir os detalhes do primeiro julgamento, acesse este link.

Já para acompanhar a tramitação da Ação Direta de Inconstitucionalidade acesse este link.

Fonte: Gestão CT

Portaria estabelece prazo para a apresentação de propostas junto a Secis

Foi publicada, na edição do dia 16 do Diário Oficial da União, uma portaria que estabelece um prazo mínimo para a apresentação de projetos de eventos que pretendem obter recursos da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do MCT.

O texto estipula o prazo mínimo de 90 dias de antecedência do evento para a apresentação de propostas visando a celebração de convênios, termos de parceria e outros instrumentos que tenham por objeto o apoio financeiro da Secis para a realização de congressos, seminários, simpósios, feiras e eventos similares.

A PORTARIA Nº 2, DE 13 DE MAIO DE 2008está disponível neste link.

Fonte: Gestão CT

MT - 2º Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação terá prêmio de R$ 150 mil

O Governo do Estado do Mato Grosso destinará R$ 150 mil para a premiação da 2º Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. A mostra é uma realização do governo estadual, por meio das secretarias estaduais de Ciência e Tecnologia (Secitec), de Educação (Seduc) e de Esportes (Seel).

O regulamento do concurso foi divulgado no Diário Oficial do Estado do dia 29 de abril.

Serão duas categorias contempladas. A primeira é formada por alunos dos ensinos fundamental e médio e a segunda, por alunos da educação profissional técnica de nível médio. Poderão participar alunos de escolas da rede pública e privada. Na primeira categoria, serão seis projetos finalistas. Na segunda, apenas um. Cada um dos sete projetos finalistas receberá R$ 10 mil em equipamentos, dois notebooks e três computadores completos que serão entregues, respectivamente, à escola, ao professor e ao aluno responsável por cada trabalho.

O concurso ocorrerá em quatro etapas, unidade escolar, municipal, regional e estadual. A fase regional será realizada junto com os jogos escolares, em quatro regiões do Estado: Comodoro, de 7 a 10 de junho, em Água Boa, de 14 a 17 de junho, em Campo Verde, de 9 a 12 de agosto e em Nova Mutum, de 6 a 9 de setembro. Os trabalhos selecionados nas fases regionais participarão da fase estadual, que será realizada em Cuiabá, juntamente com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, de 20 a 26 de outubro.

Mais informações podem ser obtidas no site ou pelo telefone (65) 3613-0113.

Fonte: Gestão CT

Feijão do Tocantins poderá ter indicação geográfica

Produtores de feijão do Estado do Tocantins e representantes da Embrapa e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) se reuniram, no dia 8, em Palmas para discutir a proposta de obter uma indicação geográfica para o feijão do Tocantins.

Segundo informações do INPI, a idéia é valorizar as sementes de feijão do Vale do Rio Javaés que seriam mais resistentes a pragas devido ao solo e à irrigação no local.

A Embrapa Arroz e Feijão está auxiliando os produtores a se adequarem às normas para obter o registro.

A indicação geográfica é a garantia quanto a origem de um produto ou suas qualidades e características regionais. No Brasil, o INPI é o responsável por conceder esse tipo de indicação, que parte de um pedido dos produtores locais.

O país já possui algumas indicações conhecidas como os vinhos do Vale dos Vinhedos, e a indicação de procedência como a cachaça Paraty, no Rio de Janeiro.

Para mais informações sobre os processos de pedidos de indicação geografia consulte o link: www.inpi.gov.br/menu-esquerdo/indicacao

Fonte: Gestão CT

Fapitec abre as inscrições para o seminário dos projetos de tecnologias sociais

Estão abertas as inscrições para o seminário dos projetos de Tecnologias Sociais (TS) da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec), a ser realizado no dia 5 de junho, das 8h às 12h, no auditório da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social de Sergipe (Seides). As inscrições são gratuitas e limitadas a 110 vagas. Os participantes terão direito a certificado.

Com o tema “Idéias e soluções para o desenvolvimento em Sergipe”, o seminário vai tratar de temas diversificados como, fogão solar, apicultura para produção de pólen, compostagem de resíduos orgânicos em feiras livres, laboratório de previsão de safra agrícola, incubação de empreendimentos solidários, capacitação e cooperativa de doceiras.

O objetivo do evento é apresentar à sociedade sergipana, principalmente às autoridades governamentais, corpo acadêmico e estudantes, a importância da pesquisa, por meio do desenvolvimento de um produto, método, processo ou técnica simples, que possa contribuir para a melhoria da qualidade de vida e a geração de renda e novos empregos para a população sergipana.

A apresentação do evento será feita pelo presidente da Fapitec, José Ricardo de Santana, pela secretária da Seides, Ana Lúcia, e pelo secretário de Estado da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Jorge Santana.

Informações sobre a programação do seminário podem ser obtidas no link:
www.fapitec.se.gov.br/modules/tinyd0/index.php?id=61

Fonte: Gestão CT

Equalab 2008 - Congresso de Qualidade e Metrologia

Nos dias 9 a 12 de junho acontecerá, em São Paulo (SP), o Congresso de Qualidade e Metrologia (Equalab 2008).

O encontro vai discutir diferentes aspectos da metrologia como rastreabilidade, metrologia elétrica, normalização na metrologia, programas interlabotariais, metrologia em química, automação, metrologia legal e incerteza de medição.

Ainda está previsto uma seção de pôsteres e a realização de mesas redondas e painéis sobre outros temas, como, por exemplo, gestão de laboratórios e metrologia em alimentos. As inscrições estão abertas e podem ser feitas online.

A iniciativa é da Rede Metrológica do Estado de São Paulo (Remesp), com o apoio da ABIPTI e da Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM). Informações complementares podem ser obtidas no link: www.remesp.org.br

Fonte: Gestão CT

Seminário Internacional sobre Promoção da Inovação e da Propriedade Intelectual em Tecnologia da Informação

O Seminário Internacional sobre Promoção da Inovação e da Propriedade Intelectual em Tecnologia da Informação será realizado de 28 a 30 de maio, em Curitiba (PR). O evento é organizado pela Organização Mundial da Propriedade Industrial (OMPI) em cooperação com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.tecpar.br.

As palestras serão divididas entre os temas Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior: Programas de Computador e Serviços de Tecnologia da Informação; Propriedade Intelectual e Software: Desafios e Perspectivas; Comparando Diferentes Regimes de Proteção à Propriedade Intelectual para Programas de Computador; Criação e Propriedade do Software: Proprietário, Open Source e Plataformas Mistas; Lei de Inovação e o Poder das Compras Governamentais e Inovação na Indústria Brasileira de Software: Estudos de Caso. Além dos palestrantes de várias instituições brasileiras, foram convidados palestrantes internacionais.

Já nos dias 8 a 10 de junho, será realizado, também em Curitiba, o 5º Seminário – A propriedade intelectual como fator de inteligência competitiva: inovação tecnológica na saúde. A organização é da Rede Paranaense de Gestão em Propriedade Intelectual. As inscrições podem ser feitas pelos sites www.nitpar.pr.gov.br e www.tecpar.br/appi.

Mais informações e inscrições neste link.

Fonte: Gestão CT

Evento: Minerais Industriais: fronteiras para o futuro

Em reunião no dia 20, em Londres, Inglaterra, o coordenador do Pólo de Excelência Mineral e Metalúrgico, Renato Ciminelli, acertou detalhes para a realização do evento “Minerais Industriais: fronteiras para o futuro” com o editor-chefe da revista Industrial Minerals, Mike O’Driscoll. Com o objetivo de atrair empresários internacionais para os mercados mineral e metalúrgico brasileiro, o evento ocorrerá nos dias 4 e 5 de novembro, em Belo Horizonte (MG).

No encontro serão discutidos a abertura do mercado chinês, o sucesso da matriz energética brasileira, a problemática do aquecimento global e o aumento do preço dos alimentos.

O Pólo de Excelência Mineral e Metalúrgico faz parte da Rede de Inovação Tecnológica (RIT) da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes). É uma plataforma de programas, projetos e iniciativas de base científica e tecnológica alinhados para a organização e o fortalecimento de estruturas de geração e difusão de conhecimentos.

Mais informações podem ser obtidas no site www.sectes.mg.gov.br

Fonte: Gestão CT