segunda-feira, 26 de maio de 2008

Convocatória para a Revista “Textos de la Cibersociedad” com o tema: Internet, Sistemas Interativos e Saúde.


Recentemente o Google lançou um serviço onde qualquer um poderá colocar o histórico de sua Saúde e compartilhá-lo com seus médicos e familiares.


Pesquisas apontam que a busca de informações sobre saúde já é um dos usos mais importantes na Internet e não é difícil encontrar comunidades virtuais trabalhando sobre alimentação, saúde da mulher, da criança e da terceira idade, além de comunidades de solidariedade relativas as mais diferentes doenças crônicas, portadores de Aids, obesos, etc... Serviços de Telemedicina possibilitam estudantes e técnicos da área de saúde acompanhar e mesmo participar em intervenções cirúrgicas à distância ou controlar o estado de saúde de alguém através de dispositivos remotos; diversas instituições públicas de saúde já encaminham o atendimento a partir de portais e Sites, organizando a partir daí o acesso aos serviços.

Estas e muitas outras iniciativas que surgem na Internet, têm levado diversos pesquisadores da área de saúde a se debruçar sobre a Internet e seus impactos na relação médico-paciente, sobre grupos e redes sociais que se constroem na área de saúde; reflexões sobre o problema da validação de conhecimentos nesta área; o uso da Internet e sistemas colaborativos na área de gestão, da popularização da saúde, na pesquisa, na informação aos usuários do sistema de saúde em suas mais diversas áreas.

Estes estudos, ainda que dispersos e em número reduzido para a importância do tema, são pontos de partida importantes para a construção de uma reflexão sobre os problemas relativos aos estudos sobre “Interação, Internet e Saúde”.

O Observatório de la Cibersociedad (OCS) – Rede de Virtual Internacional de pesquisadores que tem base na Espanha (www.cibersociedad.net) e o Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Laces) em nome do Instituto de Comunicação e Informação em Ciência e Tecnologia em Saúde (Icict) da Fiocruz (Brasil) estão reunindo esforços e desenvolvendo iniciativas para cobrir esta lacuna.

Uma destas iniciativas é a publicação de um número especial da revista eletrônica “Textos de la Cibersociedad”, sobre o tema: “Internet, Sistemas Interativos e Saúde”, com convocatória a pesquisadores em caráter internacional.

A revista é uma primeira oportunidade de reunir pesquisadores sobre o tema em escala internacional, contribuindo não só para a área da Saúde, como para outros pesquisadores que estudam a Internet e suas práticas interativas em qualquer campo de conhecimento.

A Revista Textos de la Cibersociedad é uma publicação em Espanhol e Português, classificada como QUALIS “A” INTERNACIONAL pela Capes/Brasil e seus artigos são lidos por cerca de 10.000 pesquisadores, internacionalmente.

A OCS e o Laces-Icict-Fiocruz convidam aqueles que participam deste esforço desbravador de pensar a Internet na área da saúde, a contribuir com a construção desta área de conhecimento divulgando suas pesquisas e reflexões enviando artigos para este número especial que será coordenado pelo pesquisador Nilton Bahlis dos Santos pelo e-mail do Laboratório de Pesquisa em Comunicação e Saúde (Icict-Fiocruz).

Além da convocação para participação neste número especial da Revista Textos de la Cibersociedad, a OCS e Icict/Fiocruz convidam os pesquisadores que trabalham com a área de Internet e Saúde a participar nos demais espaços para publicação que o Observatório para la CiberSociedad põe a disposição dos investigadores em sua plataforma. Assim, textos de divulgação podem ser enviados para a seção de DIVULGACIÓN, resenhas bibliográficas para o espaço de RESENHAS, e os artigos que já foram publicados em outras publicações de caráter científico podem ser enviados ao ARCHIVO da OCS.

Os artigos para o número especial da Revista Textos de la Cibersociedad devem ser encaminhados para:
http://www.cibersociedad.net/actividades/textos_saludTIC.php.

Outras contribuições podem ser encaminhadas entrando no site da OCS e clicando na seção onde desejem colaborar

Maiores Informações podem ser solicitadas ao Coordenador deste número pelo e-mail.

Fonte: Prof. Nilton / Fiocruz

Butantan produzirá vacina contra a dengue

Produção 100% nacional

A tecnologia de uma vacina contra a dengue está sendo transferida para o Instituto Butantan pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), dos Estados Unidos.

O acordo de cooperação permitirá que o Butantan produza o imunizante em pequena escala, em fase piloto, e realize testes clínicos em humanos. Com isso, o instituto estaria capacitado a produzir a vacina em escala industrial. O acordo com a instituição do governo norte-americano também prevê a transferência de tecnologia da vacina do rotavírus.

Um acordo de cooperação semelhante está sendo feito com o laboratório francês Sanofi-Pasteur, responsável pelo desenvolvimento da vacina contra a gripe e até hoje seu maior produtor mundial.

Por meio dessa parceria, o Butantan poderá fornecer 20 milhões de doses da vacina contra a gripe. Tornar o país 100% auto-suficiente em vacinas é uma das metas da nova política de inovação em saúde do governo.

“Estamos indo atrás de produtos para a saúde pública, como vacinas e fármacos, a preços menores, para que possamos atingir uma população de maior número. Não podemos usar uma vacina cara no programa nacional de imunização”, disse Hisako Gondo Higashi, diretora da Divisão de Desenvolvimento Tecnológico e de Produção do Instituto Butantan.

Embora o conceito de Complexo Industrial de Saúde esteja sendo mais discutido agora que o governo federal busca articular inovação em saúde e desenvolvimento industrial, o instituto paulista já está inserido nesse complexo, segundo Hisako, desde meados da década de 1980.

“A inserção do Butantan no programa de auto-suficiência se deu em 1985, quando faltou soro no país e precisamos aumentar a produção. A partir daí começou o investimento no instituto”, relembrou durante o Seminário sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, realizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, na semana passada.

Para realizar os testes clínicos das vacinas contra a dengue e do rotavírus, o Butantan receberá apoio financeiro do BNDES, dentro do Programa de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançado este mês pelo governo federal. “Atualmente, testes clínicos são muito caros”, disse Hisako.

Segundo a pesquisadora, o BNDES está injetando R$ 32 milhões neste novo projeto. “O problema é que vacinas como dengue, a anti-rábica e a do rotavírus são produzidas em cultivo celular”, explicou a bioquímica.

O método, descoberto por cientistas japoneses em 1961, além de evitar o sacrifício de animais, permite a obtenção de um produto mais puro e capaz de induzir maior produção de anticorpos. O Butantan recebeu cinco cepas do rotavírus para o cultivo.

A produção atual de imunizantes nos laboratórios públicos, como Butantan e Bio-Manguinhos, já é altamente expressiva, permitindo que o país atinja a auto-suficiência. O instituto paulista, por exemplo, produz hoje a vacina tríplice, a hemófilos, a tríplice infantil, a vacina recombinante contra a hepatite B, a anti-rábica e a vacina da gripe.

“Em dois anos, o Brasil será auto-suficiente na imunização de idosos”, afirmou Hisako. A diretora do Butantan também adiantou que o instituto produzirá a primeira vacina pentavalente brasileira – que atuará contra o tétano, a difteria pertussis, a hepatite B e a Haemophilus influenza tipo B.

Fonte: Washington Castilhos / Agência FAPESP

?POR QUE O JURO É TÃO ALTO E O CRESCIMENTO TÃO BAIXO?

Edmar Bacha explica as razões nesta terça, 27, no CBPF

Entender a relação entre a elevada taxa de juros e os baixos índices do desenvolvimento brasileiro parece não ser mais preocupação exclusiva de sociólogos e economistas. Nesta terça, dia 27, o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), instituto de pesquisas do Ministério da Ciência e Tecnologia, recebe como convidado da sua série de Colóquios o economista Edmar Bacha (consultor do BBA, banco de
investimentos controlado pelo Grupo Itaú), que promete desvendar para uma audiência de físicos e matemáticos, e para o público em geral, as razões dessa assimetria.

Anunciado em abril, o novo aumento na taxa básica de juros (e, em conseqüência, nos valores da dívida pública) coloca em risco recursos destinados aos investimentos sociais e compromete metas importantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, lançado no ano passado. Algumas dessas metas estão relacionadas a
ações consideradas estratégicas para a consolidação do Sistema Nacional de C&T, como os investimentos na formação de recursos humanos, na infra-estrutura de fomento à pesquisa científica e tecnológica e na cooperação internacional.

No encontro de terça, Edmar Bacha, que foi presidente do IBGE e do BNDES e participou das equipes que formularam os planos monetários Cruzado e Real, vai avaliar as causas da desaceleração do crescimento brasileiro desde 1980, acompanhando estimativas de quanto o país pode crescer nos próximos anos, e propor explicações, com base em pesquisas recentes, para o fato de o Brasil ser "campeão mundial" dos juros.

Serviço
Série Colóquios do CBPF
"POR QUE O JURO É TÃO ALTO E O CRESCIMENTO TÃO BAIXO?"
Edmar Bacha, Consultor do BBA (Banco de Investimentos do Grupo Itaú)
Terça, 27 de maio, 16 horas
CBPF, Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros

Maiores informações pelo e-mail , ou pelos telefones (21) 2141-7291 ou(21) 8196-5662

Fonte:Dayse / CBPF

Construindo a cultura de inovação

Cultura inovativa
Para inovar, é preciso ter uma cultura de inovação. Essa foi uma das frases mais ouvidas durante a 8ª Conferência Anpei de Inovação Tecnológica, realizada pela Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras na semana passada, em Belo Horizonte.

Essa cultura, ou o ambiente favorável à inovação, de acordo com os especialistas presentes no evento, deve ser construída internamente pelas empresas a partir de instrumentos do governo e de políticas públicas.

“A atividade de inovação depende das empresas, mas a maioria delas tem uma tradição de imitação e não de inovação. O grande desafio é superar tal posicionamento”, disse Ruy Quadros de Carvalho, professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual da Universidade de Campinas (Unicamp).

Carvalho apresentou os resultados de uma pesquisa que buscou mapear o posicionamento estratégico e a organização da gestão da inovação em 50 empresas industriais do país. A pesquisa apurou que a minoria (16%) realiza pesquisa tecnológica de maneira sistemática.

Para o pesquisador, as empresas nacionais não buscam competir com base na inovação porque a inovação ainda não é uma atividade sistemática. Conforme o modelo por ele apresentado, a cultura de inovação resulta de três fatores principais: governança (decisões da empresa sobre inovação, como orçamento para pesquisa e desenvolvimento), organização estratégica da empresa para inovar e recursos humanos qualificados.

Especificamente, a temática dos recursos humanos qualificados para pesquisa, desenvolvimento e inovação também ganhou destaque durante a conferência. Foi tema de uma das sessões que expôs as atividades do comitê de recursos humanos para a área criado pela Anpei há alguns anos. O comitê integra empresas como Embraer e Vallèe e pesquisadores do Programa de Gestão Tecnológica (PGT), da Universidade de São Paulo (USP).

Os dados apresentados pelo comitê indicam que o Brasil deverá formar 80 mil engenheiros em 2008, mas que apenas 10 mil trabalharão com pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor produtivo.

Nesse contexto, a demanda por profissionais qualificados, como engenheiros, foi um dos principais gargalos identificados na instalação de um ambiente de pesquisa, desenvolvimento e inovação – e de uma cultura de inovação – nas empresas.

Fonte: Sabine Righetti / Agência FAPESP

Textos de Discussão em Geopolítica e Gestão Ambiental de Petróleo


Cada vez mais caro
Em tempos em que a cotação do barril do petróleo no mercado internacional quebra um recorde atrás de outro, tendo ultrapassado a marca dos US$ 130, a pergunta que se impõe é: por que os preços do petróleo não param de subir?

O fundamento principal para a alta na tendência dos preços de petróleo, de acordo com livro que acaba de ser lançado por professores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a incerteza sobre demanda e oferta futuras do óleo.

Incertezas que, de acordo com o livro Textos de Discussão em Geopolítica e Gestão Ambiental de Petróleo, afetam os investimentos em novos projetos em exploração e produção de petróleo, o que acaba dificultando e até impedindo o equilíbrio no mercado e uma cada vez mais improvável queda nos preços do combustível.

A obra, organizada por Alexandre Salem Szklo e Alessandra Magrini, é resultado de estudos desenvolvidos nos últimos três anos em duas disciplinas de doutorado do Programa de Planejamento Energético da Coppe: mercado internacional de petróleo e sua geopolítica e gestão ambiental na indústria do petróleo.

“Trata-se de uma coletânea de versões modificadas de artigos – em sua maioria publicados em revistas indexadas no Brasil e no exterior – que trazem resultados de dezenas de estudos nessas duas grandes áreas de trabalho da Coppe”, disse Szklo. Em suas 424 páginas o livro traz 24 artigos.

“Os textos são independentes, mas fazem parte de um conjunto de argumentos que explicam por que a indústria do petróleo enfrenta uma situação de tensão mundial associada tanto à escassez e dificuldade de acesso ao óleo como aos problemas que envolvem o refino e o mercado crescente de derivados de petróleo nos países emergentes”, explicou.

Na linha de pesquisas em geopolítica de petróleo, segundo Szklo, o elo entre os vários estudos é justamente o preço. Para isso, não poderiam ficar de fora discussões sobre o mercado chinês do produto e a contribuição da evolução da economia daquele país para a trajetória ascendente nos preços.

“Nessa área do conhecimento temos ainda discussões importantes sobre as diferenças de preço entre petróleos de melhor e pior qualidade, o acesso às reservas, os gargalos que envolvem o refino do óleo no país e até os problemas da competição entre etanol e gasolina para a indústria mundial de petróleo, fatores que também influenciam a qualidade e o preço final do produto”, afirma Szklo.

Em relação às questões ambientais, são discutidas no livro as relações entre a indústria e o meio ambiente, em especial os instrumentos e políticas ambientais como parte das estratégias empresariais.

“Nessa parte são discutidos desde aspectos de gestão corporativa a impactos ambientais na cadeia do petróleo, abordando temas como o reúso de água em refinarias”, disse.

“Indústria química brasileira e o desenvolvimento sustentável”, “Estudo de localização para instalação de uma refinaria de petróleo no estado do Rio de Janeiro” e “Análise comparativa das condições e padrões de lançamento de efluentes nos corpos hídricos brasileiros” são temas de artigos dessa parte da obra.

Compreensão da tendência de alta
O livro aponta que uma das principais explicações para as incertezas nos preços se fundamenta na idéia de que não se conseguirá, em breve, repor as reservas de petróleo no mundo, o que aumentaria a pressão sobre os preços.

“A evolução do preço do óleo no Brasil é condicionada pelas cotações internacionais do barril. Isso porque o país não é um produtor capaz de afetar o valor no mercado mundial. Por mais que a Petrobras aumente a produção, isso acaba não tendo influência no preço final do petróleo pelo fato de ele ser uma commodity transacionada internacionalmente”, explicou Szklo.

“Por outro lado, o aumento na produção local diminui a dependência do país do mercado internacional. Com a produção e refino, a Petrobras, por exemplo, fica sujeita à oscilação de custo, e não de preço, conseguindo assim dominar parte da volatividade de preços do óleo para o consumidor final”, disse.

O Brasil, lembra o professor da Coppe, exporta hoje cerca de 600 mil barris de petróleo por dia a aproximadamente US$ 80. Por outro lado, importa em torno de 300 mil barris por dia, de um tipo mais fino, a US$ 130, principalmente para abastecer o mercado interno de diesel.

Outra explicação importante para a alta nos preços é que o mercado de petróleo está assistindo ao retorno de uma “geopolítica dura” em que, após um período em que o balanceamento de oferta e demanda era fruto da dinâmica de mercado, os aspectos geopolíticos da oferta estariam retomando sua relevância na determinação dos preços.

O livro aponta não haver evidências de que, como em outros momentos, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) esteja criando escassez de petróleo para definir um patamar mais alto de preços. “Ao contrário, as evidências internacionais mostram que os preços têm crescido a despeito dos esforços da organização em estabilizar o mercado”, salientou Szklo.

“É verdade que tensões geopolíticas no Oriente Médio, na Nigéria e na Venezuela têm contribuído para o aumento, mas a Opep, ainda que possa se beneficiar de sua influência sobre os valores, não controla tais eventos e tensões”, disse Szklo, que assina o primeiro artigo da obra, intitulado “Diálogo socrático sobre a tendência do preço do petróleo”.

A publicação é destinada a estudantes de graduação e pós-graduação de áreas como economia, engenharia e planejamento energético, planejamento ambiental e demais interessados no assunto.

Mais informações: www.editorainterciencia.com.br

Fonte: Thiago Romero / Agência FAPESP

24º Congresso Brasileiro de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular


O 24º Congresso Brasileiro de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular será realizado em Vitória (ES), de 18 a 21 de setembro. A promoção é da Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular.

Médicos nucleares e de outras especialidades, biomédicos, tecnólogos, biólogos, físicos, farmacêuticos, químicos e outros profissionais da saúde participarão do evento.

O congresso contará com palestras, simpósios e mesas-redondas sobre pesquisas, avanços tecnológicos, radiofármacos, proteção radiológica, diagnóstico e tratamento de doenças por meio da medicina nuclear.

Entre os participantes estão os norte-americanos Andrew Taylor Jr. e Naomi Alazraki, professores da Emory Clinic, e Rodolfo Nuñez, professor assistente de Medicina Nuclear da Divisão de Diagnóstico por Imagem do Centro Anderson de Câncer, em Houston.

O evento ocorrerá no Centro de Convenções Vitória, na rua Constante Sodré nº 117 ao nº 157, bairro de Santa Lúcia.

Mais informações: www.sbbmn.org.br

Fonte: / Agência FAPESP

Cefet Cuiabá lança edital para contratação de professores

O Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso (CEFET MT) abriu inscrições para preenchimento de vagas em Cuiabá na unidade de Pontes e Lacerda. Ao todo são oferecidas 53 vagas distribuídas da seguinte forma: Cuiabá (Unidade Bela Vista) - 16 vagas para os níveis superior e médio; Pontes e Lacerda – 15 vagas para professores de 1° e 2° graus e 22 para técnico-administrativos de níveis superior e médio.

A remuneração dos professores varia de R$ 1.627 a R$ 4.903, conforme a titulação e o regime de trabalho, e a dos técnicos de R$ 1.364 a R$ 1.747, de acordo com o nível de escolaridade.

As inscrições podem ser feitas através do site http://www.cefet-cuiaba.edu.br/, no período de 16/05/2008 a 29/05/2008. Terminais de computadores estarão disponíveis aos interessados durante todo o período de inscrições, das 08h às 17h, na Sala de Memória do CEFET MT, na unidade sede em Cuiabá, e na Escola Municipal 15 de Abril, em Pontes e Lacerda.

O valor da taxa de inscrição para os concorrentes às vagas de técnico-administrativo de nível médio e de nível superior é, respectivamente, de R$ 30,00 (trintas reais) e R$ 40,00 (quarenta reais). Para os professores, a taxa de inscrição é de R$ 50,00 (cinqüenta reais). Os valores deverão ser pagos somente em dinheiro, em qualquer agência bancária, através de boleto impresso no site do CEFET MT.

No caso dos docentes, as vagas são distribuídas nas seguintes áreas: Administração (1), Construção Civil (2), Contabilidade (1), Direito (1), Educação Artística (1), Engenharia Elétrica (1), Engenharia Mecânica (1), Geografia (1), História (1), Língua Portuguesa/Literaturas (1), Língua Portuguesa/Espanhola (1), Língua Portuguesa/ Inglesa (1), Pedagogia (1) e Psicologia (1).

Para técnicos de nível superior há vagas para os seguintes cargos: Administrador (1), Analista de Tecnologia da Informação (1), Assistente Social (1), Auditor (1), Contador (2), Engenheiro Civil (1), Pedagogo (02) e Técnico em Assuntos Educacionais (05). Já os candidatos aos cargos de nível intermediário concorrerão às vagas de: Assistente em Administração (20), Técnico de Tecnologia da Informação (1), Técnico em Alimentos e Laticínios (1), Técnico de Laboratório de Construção Civil (1) e Técnico de Laboratório de Eletro-Eletrônica (1).

Aos Portadores de Necessidades Especiais (PNEs) são destinadas três vagas, uma para professor na área de Construção Civil, e duas para técnico-administrativo de nível médio no cargo de Assistente em Administração.

Para os professores, o concurso público será realizado em três etapas distintas: Prova Escrita, Prova de Desempenho Didático e Prova de Títulos. Para os cargos que exigem nível médio (exceto o cargo de Assistente em Administração), o concurso será realizado em duas etapas: Prova Teórica e Prova Prática. Já para técnicos de nível superior, haverá uma única etapa, que consiste numa prova contendo 60 questões objetivas de múltipla escolha.

Tanto a Prova Escrita (professor), quanto as Teóricas (técnicos de nível médio ou superior) serão aplicadas no dia 08 de junho (08/06), das 8h às 12h, horário de Mato Grosso, nas cidades de Cuiabá e Pontes e Lacerda, devendo o candidato, no ato da inscrição, indicar o local onde deseja realizar a prova.

Fonte: Cefet

Prêmio FCW de Ciência e Cultura 2007 anuncia ganhadores

A Fundação Conrado Wessel anunciou os ganhadores do Prêmio FCW de Ciência e Cultura 2007. Cada um dos homenageados receberá R$ 200 mil, totalizando uma premiação de R$ 800 mil, uma das maiores do país.

O neurocientista Ivan Izquierdo, que dirige o Centro de Memória do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, foi o escolhido pela comissão julgadora na categoria Ciência Geral.

Em Ciência Aplicada, a ganhadora foi Hisako Gondo Higashi, diretora da Divisão de Desenvolvimento Tecnológico e de Produção do Instituto Butantan. O cirurgião plástico Ivo Pitanguy foi o ganhador em Medicina e o poeta Affonso Ávila em Literatura.

A cerimônia do Prêmio FCW de Ciência e Cultura será realizada em São Paulo, no próximo dia 2 de junho, na Sala São Paulo.

A comissão julgadora foi formada por representantes da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia Brasileira de Letras (ABL), do Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), além de representantes dos ministérios da Saúde, Educação, Cultura, da Marinha do Brasil e da Secretaria Especial da Aqüicultura e Pesca.

Promovido anualmente, o Prêmio FCW tem reunido uma coleção de grandes nomes na sua galeria de homenageados. Em Medicina, já foram homenageados Adib Jatene, César Gomes Victora, Maria Inês Schmidt e Ricardo Renzo Brentani, diretor-presidente da FAPESP.

Em Ciência, ganharam Aldo da Cunha Rebouças, Almirante Alberto dos Santos Franco, Aziz Ab’Saber, Carlos Afonso Nobre, Carlos Henrique de Brito Cruz (diretor científico da FAPESP), Dieter Carl Ernst Heino Muehe, Isaias Raw, Jairo Vidal Vieira, José Galizia Tundisi, Luiz Carlos Fazuoli, Magno Antonio Patto Ramalho, Philip Martin Fearnside, Sérgio Mascarenhas de Oliveira e Wanderley de Souza, além de instituições como o Museu Paraense Emílio Goeldi e o Instituto Agronômico de Campinas.

A premiação em Cultura destinada à Literatura contemplou Fábio Lucas, Ferreira Gullar, Lya Luft e Ruth Rocha.

Instituição sem fins lucrativos, a Fundação Conrado Wessel foi criada em 1994, após o falecimento do fotógrafo Ubaldo Augusto Conrado Wessel, que explicitou em testamento desejo de criar uma fundação voltada para a filantropia, o fomento e o apoio às atividades culturais, artísticas e científicas no Brasil.

Incluído o Prêmio de Ciência e Cultura, a fundação distribui anualmente, desde 2003, mais de R$ 1,2 milhão em prêmios. Também oferece quatro grandes bolsas no exterior para música e ciência em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e patrocina o Prêmio Almirante Álvaro Alberto, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Mais informações: www.fcw.org.br

Fonte: Agência FAPESP

UFMG publica edital para contratação de docente de botânica

O Departamento de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Unviersidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgou edital para contratação de um professor titular na área de botânica. As inscrições estão abertas até o dia 7 de julho.

Segundo o instituto, o concurso será realizado de 60 a 80 dias após do término das inscrições. As provas incluem julgamento de títulos, argüição de memorial e apresentação de seminário sobre tema atual à escolha do candidato.

Os candidatos deverão ter título de doutor, livre-docente, ou notório saber em botânica e áreas afins, outorgados pela UFMG. O cargo será exercido em regime de trabalho em dedicação exclusiva, a partir de novembro de 2008.

Mais informações: www.icb.ufmg.br

Fonte: Agência FAPESP

2º Congresso sobre Diversidade Microbiana da Amazônia

O 2º Congresso sobre Diversidade Microbiana da Amazônia será realizado de 24 a 27 de junho, no Auditório da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), em Manaus.

Realizado a cada dois anos na capital do Amazonas, trata-se de um evento idealizado por um grupo de pesquisadores do Instituto Leônidas e Maria Deane, da Fundação Oswaldo Cruz, da UEA, do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

O congresso contará com a participação de profissionais do Brasil e de outros países amazônicos e visa a promover a discussão científica, a troca de resultados técnicos, o intercâmbio de conhecimentos atuais, bem como o aumento da interação e de futuras colaborações entre professores, alunos e cientistas.

Mais informações: www.amazonia.fiocruz.br/cdmicro2008

Fonte: Agência FAPESP

Gestora de Inovação

Prezados Senhores,

Meu nome é Patrícia e estou escrevendo para saber se os senhores poderiam me ajudar com algumas informações.

Sou química, e fiz mestrado e doutorado na Unicamp com desenvolvimento de processos avançados de tratamento de águas e efluentes. Minha tese gerou inclusive uma patente.

Agora, já concluído meu doutorado, tenho muita vontade de trabalhar como Gestora de Inovação nas empresas pois estou atuando como auditora ISO 14001 e percebo que a maioria das pessoas/indústrias não tem nenhum conhecimento de como implementar ou buscar qualquer tipo de inovação para substituir os processos antigos por novos processos que visem sustentabilidade a longo prazo.

Recebo o informativo do Inovabrasil e percebo que existe muita coisa a ser feita como Gestora de Inovação, e como minha formação é técnica, mas com uma ampla visão de gestão, creio que conseguiria fazer um bom trabalho nesta área, não sei quem procurar nem como iniciar este trabalho.
Muito obrigada

Patrícia
Química /Especialista Gestão Ambiental