segunda-feira, 10 de março de 2008

1ª Semana da Sociologia do Conhecimento Científico e Tecnológico

A 1ª Semana da Sociologia do Conhecimento Científico e Tecnológico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ocorrerá de 5 a 9 de maio, em Belo Horizonte.

Segundo os organizadores, o evento pretende discutir “as interfaces da sociologia do conhecimento científico e tecnológico, que investiga as maneiras pelas quais a sociedade chega àquilo que é considerado conhecimento, com outras áreas, como engenharia de produção, inteligência artificial, filosofia, história da ciência, educação e letras”.

“Uma visão histórica da sociologia do conhecimento científico e tecnológico”, “Expertise por interação e linguagem”, “Tipos de conhecimento e os limites da automação e sistemas especialistas” serão assuntos em pauta.

Mais informações: www.ufmg.br

Fonte: Agência Fapesp

Dr. Joseph M. Juran, "Father of Quality," has Passed Away

SOUTHBURY, CT - Dr. Joseph M. Juran, noted author and "father" of modern day quality management, passed away on February 28, 2008, from natural causes. He was 103 years old, and was physically and mentally active until his death. Born in Braila, Romania, in 1904, Dr. Juran's family immigrated to the United States, settling in Minneapolis, MN, in 1912.

Joseph De Feo, Juran Institute's CEO, and 20 year employee, states that, "Dr. Juran recently told me that he wanted everyone to know he had a wonderful life and hoped that his contributions to improving the quality of our society will be remembered. Although Dr. Juran has been retired from the Institute since 1995 he remained Chairman Emeritus and ensured that we could carry on his mission to improve the quality of our society. He was even still working hard at completing another text book, caring for himself and his wife of 81 years, Sadie, when he passed away."

Dr. Juran had many notable accomplishments in his life. His major contribution to society was in the field of quality management. Perhaps most importantly, he is recognized as the person who added the managerial dimension to quality-broadening it from its statistical origins.

In 1937, Dr. Juran coined the Pareto Principle, which millions of managers rely on to help separate the "vital few" from the "useful many" in their activities. He also wrote the first standard reference work on quality management, the Quality Control Handbook, first published in 1951 and now moving into its sixth edition.

His classic book, Managerial Breakthrough, first published in 1964, presented a more general theory of quality management. It was the first book to describe a step-by-step sequence for breakthrough improvement. This process has evolved into Lean and Six Sigma today and is the basis for quality initiatives worldwide.

The Juran Trilogy, published in 1986, identified and was accepted worldwide as the basis for quality management. After almost 50 years of research, his trilogy defined three management processes required by all organizations to improve. Quality control, quality improvement, and quality planning have become synonymous with Juran and Juran Institute Inc.

Dr. Juran traveled the world to teach others how to improve quality, and in 1979, at the age of 85, he founded Juran Institute, Inc. (JII). JII initially focused on providing training and techniques to improve enterprise quality. It grew over the years to provide clients and society with a full compliment of tools and techniques to improve business results. Many of Dr. Juran's techniques to improve business performance are still in use today, such as the Lean and Six Sigma tools and principles used worldwide.

As a result of the power and clarity of Joseph Juran's thinking and the scope of his influence, business leaders, legions of managers and his fellow theorists worldwide recognize Dr. Juran as one of "the vital few" - a seminal figure in the development of management theory. Juran contributed more to the field and over a longer period of time than any other person, and yet, felt he had barely scratched the surface of his subject. "My job of contributing to the welfare of my fellow man," wrote Juran, "is the great unfinished business."

Juran Institute was founded in 1979 by Dr. Joseph M. Juran, the internationally recognized pioneer and visionary of the quality management field. Juran is a global leader of research, consulting, and education in managing operational excellence. With offices spanning the United States, China, Germany, Korea, the Netherlands, South Africa, Spain, and the United Kingdom, Juran is able to provide support worldwide. Through training and consulting, our professionals exemplify the standard for quality leadership, enabling clients to achieve Six Sigma levels of quality and optimal business performance. To learn more about Juran and our mission statement, visit www.juran.com . (qualitymag)

Fonte: Metrologia e Calibração

Pesquisa resgata o histórico de mortes em todas as capitais brasileiras de 1950 a 2000

Na primeira metade do século passado os brasileiros adoeciam e morriam mais por doenças infecciosas e parasitárias, como malária, sarampo e poliomelite. A partir da década de 1960, essa tendência epidemiológica se inverteu e a maior parte da população começou a padecer de doenças crônicas não transmissíveis.

As conclusões são de uma pesquisa feita no Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM), unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco. O trabalho fez um resgate histórico das mortes em todas as capitais brasileiras de 1950 a 2000, com base em exploração documental e bibliográfica junto ao Ministério da Saúde e ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o trabalho, na década de 1930 mais de 45% dos óbitos no Brasil foram causados por doenças infecciosas e parasitárias, enquanto as doenças do aparelho circulatório representaram 10% dos óbitos. Na década de 1980, essa participação caiu para 11% no primeiro grupo de doenças e subiu para 32% no segundo grupo.

“Além do maior acesso da população aos sistemas de saúde e à melhoria na qualidade de vida, a produção de vacinas eficientes atreladas a programas de controle do governo são fatores que explicam a diminuição da mortalidade e morbidade por doenças infecciosas e parasitárias”, disse a coordenadora do trabalho Eduarda Cesse, professora do Departamento de Saúde Coletiva da CPqAM.

Segundo ela, no topo da lista das doenças crônicas não transmissíveis que mais acometem os brasileiros estão as do aparelho circulatório – como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e hipertensão arterial –, responsáveis por 27,9% dos óbitos nas capitais brasileiras. Em seguida aparece o câncer (13,7%) e o diabetes (3,8%).

“De 1950 a 2000 foram registrados nas capitais cerca de 362,9 mil óbitos por doenças do aparelho circulatório, 159,8 mil por neoplasias malignas e 34,3 mil por diabetes. Podemos afirmar que, com base em dados recentes divulgados pelo Ministério da Saúde, as doenças crônicas não transmissíveis são a principal causa de morte entre os pacientes brasileiros”, apontou a sanitarista.

A tendência histórica do estudo feito na Fiocruz indica, por outro lado, uma diminuição no risco de morte por doenças do aparelho circulatório de 1950 a 2000, principalmente nas capitais mais desenvolvidas como São Paulo e Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, tanto o risco de óbito como a mortalidade por cânceres e por diabetes sempre estiveram em franco aumento no período analisado.

“Em cidades como Recife e Fortaleza, por exemplo, essa tendência de diminuição no risco de doenças do aparelho circulatório ocorreu apenas a partir de 1980, uma vez que esses municípios tiveram um processo de urbanização posterior ao das capitais do Sudeste. Devido à falta de modernização, o risco de contrair esse tipo de doença cresceu entre 1950 e 1980 nessas cidades do Nordeste”, explicou.

O decréscimo no risco de óbitos por doenças do aparelho circulatório nas grandes cidades brasileiras, segundo Eduarda, é uma tendência mundial, mesmo que ainda seja a primeira causa de morte no Brasil. “Na segunda metade do século 20, a prevalência de doenças do aparelho circulatório no Brasil se assemelhou à de países desenvolvidos.”

“Entre algumas explicações para isso estão a melhoria nos diagnósticos e tecnologias médicas, o maior acesso aos serviços de saúde e a maior expectativa de vida da população, cujo envelhecimento tem favorecido o aumento de outras doenças, como o próprio diabetes e cânceres, que ocorrem com mais freqüência depois dos 60 anos de idade”, disse Eduarda.

Fonte: Thiago Romero / Agência Fapesp

Ufam abre inscrições para concurso de professor

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) abre nesta terça-feira (26) inscrições para o concurso que oferecerá 22 vagas de professor-adjunto. As inscrições podem ser feitas até 20 de março.

Os cargos exigem dedicação exclusiva com remuneração mensal de R$ 5.489,65, no caso de professor-adjunto e de R$ 3.566,21, para professor assistente. A inscrição custa R$ 138 para o cargo de professor-adjunto, e R$ 89, para professor assistente.

O edital requer formação mínima em nível de doutorado. As provas poderão ser realizadas no período de 14 a 30 de abril, em datas a serem definidas pelos coordenadores.

Maiores informações pelo endereço.

Fonte: Ufam - RC

12 milhões de brasileiros vivem em assentamentos precários

Mais de 12 milhões de brasileiros vivem em assentamentos precários nos cerca de 560 municípios brasileiros com mais de 150 mil habitantes, ou localizados em regiões metropolitanas.

O número, equivalente a 14% da população dessas cidades, é quase o dobro dos 6,3 milhões que moram em setores censitários classificados como subnormais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados, revelados por uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP – para o Ministério das Cidades, foram publicados no livro Assentamentos precários no Brasil urbano, disponível para download gratuito.

O livro incluiu tabelas com dados detalhados por município e 371 cartografias relativas às principais áreas urbanas analisadas, com o objetivo de delimitar os assentamentos precários e descrever padrões e dinâmicas espaciais intramunicipais. A versão impressa será lançada em breve.

De acordo com o coordenador do estudo Eduardo Marques, diretor do CEM, a obra permite saber a localização e o número de moradores em favelas ou em condições análogas de habitação em cada cidade ou região.

“O livro é importante para ajudar a traçar cenários para políticas habitacionais em níveis federal e municipal. O ministério tinha grandes dificuldades nessa área porque não existiam bases de informações nacionais construídas com esse objetivo”, disse Marques.

Para o pesquisador, se o Ministério das Cidades orientasse as políticas públicas de habitação apenas aos setores classificados como subnormais pelo IBGE, muitas áreas em condições análogas, com carências sociais e infra-estrutura precária, seriam excluídas.

“A classificação do IBGE tem caráter administrativo. As áreas subnormais são aqueles nas quais a coleta de dados é mais difícil e, portanto, os pesquisadores ganham um adicional. Mas é um critério anterior ao trabalho de campo e não remete às características dos locais”, afirmou.

Políticas locais
Utilizando técnicas estatísticas, uma equipe de mais de dez pesquisadores do CEM identificou, entre os setores classificados como comuns pelo IBGE, aqueles que se assemelhavam aos do tipo subnormal, segundo variáveis socioeconômicas, demográficas e de características habitacionais.

“Partimos do princípio de que a classificação do IBGE dava uma indicação correta da localização dos assentamentos precários, mas que havia outros com as mesmas características que ficaram de fora. Foram utilizados os dados do censo de 2000”, explicou Marques.

A categoria de assentamentos precários, segundo o pesquisador, inclui as favelas – nas quais os moradores se fixam em uma terra que não lhes pertence – e o loteamento clandestino ou irregular, onde o morador possui o lote, mas quem produziu o loteamento não seguiu os procedimentos da legislação.

“É difícil discriminar essas situações de precariedade habitacional. A partir de agora, esperamos que os municípios possam fazer uma delimitação mais precisa. A idéia é que, com as cartografias locais, os municípios possam organizar suas políticas locais”, destacou.

De acordo com Eduardo Marques, a distribuição de grande parte dos recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) para a habitação já foi feita com base nos novos dados sobre a localização dos assentamentos precários.

Copie gratuitamente :Assentamentos precários no Brasil urbano

Fonte: Fábio de Castro /Agência Fapesp

Jornada de Neurociências da Unicamp

A Jornada de Neurociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), promovida pela Faculdade de Ciências Médicas, ocorrerá nos dias 14 e 15 de março, no interior paulista.

O evento tem o objetivo de congregar profissionais de saúde para a atualização de conhecimentos em neurologia e psiquiatria. Por meio de conferências e mesas-redondas serão discutidos temas como depressão, epilepsia, acidente vascular cerebral e demências.

Durante a jornada também será realizado o Desafio Neurociências, competição entre equipes sobre conhecimentos relacionados à área. Podem participar residentes, pós-graduandos e estudantes de graduação.

Mais informações: www.lepedic.com.br

Fonte: Agência Fapesp

UFScar inicia o Curso de Especialização em Gestão Escolar

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) iniciou na sexta-feira (7/3) o Curso de Especialização em Gestão Escolar. A cerimônia oficial de abertura do curso, seguida de aula inaugural, foi realizada no Teatro Universitário Florestan Fernandes, no campus São Carlos da universidade.

O curso faz parte do Programa Escola de Gestores da Educação Básica, do Ministério da Educação (MEC). A UFSCar será a instituição responsável por oferecer o programa em todo o Estado de São Paulo a 400 gestores de escolas municipais da educação básica.

Segundo a UFSCar, a atividade se caracteriza como uma ação de extensão universitária, na modalidade de educação a distância, e seu objetivo é formar os gestores escolares na perspectiva da gestão democrática e da efetivação do direito à educação escolar com qualidade social.

As atividades do curso serão realizadas em dez pólos de apoio localizados nas cidades de São Carlos, Campo Limpo, São José dos Campos, Sorocaba, Ilha Comprida, Barretos, Presidente Prudente, Ourinhos e Guarulhos.

Alguns desses pólos atendem aos cursos de graduação de educação a distância da UFSCar. “É fundamental preparar e capacitar pessoas para gerir sistemas de ensino, tendo em vista algumas políticas nacionais como a municipalização, por exemplo”, disse Celso Conti, coordenador das atividades na universidade.

O curso é voltado a pofissionais que tenham cargo de professor concursado e que estejam no exercício da função de direção de escola de ensino fundamental. A divulgação do curso ficou sob responsabilidade da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino (Undime), que repassou as informações aos pólos, responsáveis por divulgar as inscrições junto aos municípios participantes.

As inscrições foram feitas junto aos pólos, pelos diretores de escolas e a listagem dos inscritos foi repassada para a UFSCar, que realizou a seleção dos alunos para participação no curso.

Mais informações: www.ufscar.br

Fonte: Agência Fapesp