sábado, 2 de fevereiro de 2008

Abertas as inscrições para o Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid)

Estão abertas as inscrições para o Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid), da Coordenção de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). Os recursos do Pibid para 2008 são da ordem de R$ 39 milhões.

De acordo com informações da Capes, o programa beneficia alunos de cursos de licenciatura e pedagogia de instituições federais de educação superior (Ifes), com o objetivo de incentivar a carreira do magistério nas áreas da educação básica com maior carência de professores, como ciência e matemática de 5ª a 8ª série do ensino fundamental e física, química, biologia e matemática para o ensino médio.

Sobre o valor das bolsas, a Capes informou que o coordenador geral do projeto e os subcoordenadores de áreas do conhecimento receberão R$ 1,2 mil. Os alunos dos cursos de licenciatura terão direito a bolsa de R$ 300 e os supervisores, que são os professores das disciplinas nas escolas onde os estudantes universitários vão estagiar, receberão bolsa de R$ 600.

De acordo com a coordenação, podem participar do processo as Ifes que ofereçam licenciaturas com conceitos satisfatórios no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). As inscrições são em fluxo contínuo, mas a Capes informa que os projetos que derem entrada até agosto poderão iniciar ainda neste ano, e aqueles que optarem pelas inscrições a partir de setembro, só terão início em 2009.

Pibid
O programa foi instituído por meio de portaria normativa do MEC, publicada no Diário Oficial da União do dia 13 de dezembro do ano passado. O Pibid é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Entre os seus objetivos, constam: valorizar o magistério, incentivando os estudantes que optam pela carreira docente; promover a melhoria da qualidade da educação básica; e elevar a qualidade das ações acadêmicas voltadas à formação inicial de professores nos cursos de licenciaturas das instituições federais de educação superior.

Informações adicionais sobre o Pibid e o formulário de inscrição podem ser acessados no endereço http://www.capes.gov.br/bolsas/nopais/pibid.html .

Fonte: Gestão CT

Técnica desenvolvida na UNB indica com 70% de acerto áreas de futuros desmatamentos na Amazônia

Uma nova técnica de análise baseada nas características biofísicas da floresta e nas estatísticas de desmatamentos permite estimar, com mais de 70% de acerto, os locais onde ocorrerão as próximas derrubadas de árvores na Amazônia. O modelo de Análise Multivariada Aplicada a Zoneamento para Predição de Desmatamento (Amazon-PD) foi formulado, testado e validado em uma tese de doutorado defendida em julho de 2007 no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB).

Dados como localização das árvores remanescentes, inclinação do solo, proximidade com hidrovias, entre outras dezenas de variáveis, foram confrontados com as imagens de clareiras capturadas por meio do sensoriamento remoto entre 1985 e 2004. Daí foi possível checar as características que mais influenciavam no desmatamento para criar um programa capaz de estimar, com base nesses dados, onde ocorrerão os próximos desmatamentos.

“Árvores mais próximas dos clarões têm mais chances de serem derrubadas primeiro. Da mesma forma, aquelas que ficam próximas de rodovias e hidrovias também caem antes. Isso se explica pela facilidade de acesso”, exemplifica Darcton Policarpo Damião, autor da pesquisa, que também é mestre em sensoriamento remoto. No estudo, ele também mostra que quanto mais plano for o terreno, mais fácil de ocorrerem derrubadas. “Tora não tem alça, dificilmente um sujeito vai se animar a derrubar uma árvore num terreno acidentado”, comenta. Além disso, o grau de fragmentação florestal tem influência direta no processo de desmatamento.

EXPERIMENTO – A pesquisa Uso de técnicas de análise multivariada para a predição de desmatamento na Amazônia: o modelo Amazon-PD foi orientada pelo professor Newton Moreira de Souza. Para a formulação do modelo, foram levantadas as relações existentes entre variáveis biofísicas identificadas em uma única imagem do Landsat (satélite para sensoriamento remoto), localizada no município de São Félix do Xingu (sul do Pará). A cena foi observada em seis datas espaçadas entre 1985 e 2004. “Embora tenha sido aplicado a uma única cena de cerca de 34.000 km2 situada na Amazônia Oriental, pode-se dizer, com base em suas características conceituais, que o Amazon-PD é diretamente aplicável a outras regiões da Amazônia”, afirma o especialista.

Baseado nas variáveis e nos dados de evolução do desmatamento, Damião construiu um mapa que mostrou ano a ano as características mais propícias à destruição ambiental. Quando chegou ao ano 2000, em vez de confrontar as características biofísicas daquela área florestal aos dados já conhecidos sobre o desmatamento naquele ano, ele traçou uma projeção para até 2004. O resultado foi melhor que o esperado e mostrou um acerto em mais de 70%. “Com base nas projeções será possível formular políticas públicas que permitam otimizar melhor os recursos governamentais voltados para inibir o desmatamento que ocorre em milhões de hectares por ano”, afirma Damião.

No estudo, ele optou por não usar variáveis políticas e socioeconômicas para inferir as causas do desmatamento. Segundo ele, a opção pelo estudo da cobertura do solo (desmatamento) e não de seu uso, que pode ter diferentes vertentes (extração madeireira, pecuária extensiva e agricultura, por exemplo) evita uma forçosa adoção de variáveis de cunho socioeconômico para avaliar o desmatamento .

Maiores informações pelos telefones (12) 3947 6750 e (12) 9716 0231 ou pelo e-mail.

Fonte: Apoena Pinheiro/UnB

Programa de bolsas Thyssen-Humboldt para cientistas sociais

Estão abertas as inscrições de cientistas latino-americanos interessados em receber bolsas para desenvolver, no período compreendido entre 2009 e 2010, seus projetos de pesquisa na Alemanha.

O programa de Bolsas Thyssen-Humboldt de Curta Duração para Cientistas Sociais da América Latina (Thyssen-Humboldt-Kurzzeitstipendien für Gesellschafts-wissenschaftler aus Lateinamerika), promovido em parceria pela Fundação Humboldt e pela Fundação Fritz Thyssen, receberá candidaturas até 30 de abril.

Serão aceitas pesquisas nas áreas de ciências jurídicas, econômicas e sociais, com duração de 6 meses, divididos em duas estadas, durante as férias letivas na América Latina (entre os meses de dezembro e março).

Neste período, todos os bolsistas selecionados se reunirão na Alemanha para a formação de uma rede especializada e regional, e os resultados das pesquisas serão publicados numa coletânea traduzida para vários idiomas.

No endereço do programa os pesquisadores interessados obterão informações sobre a seleção, bem como sobre os requisitos e documentos exigidos.

Informações também podem ser adquiridas através do e-mail.

Fonte: Usp Notícias

Construindo o automóvel sustentável

Introduzir materiais sustentáveis nos componentes utilizados para a fabricação de automóveis é o principal objetivo das pesquisas conduzidas por Mohini Sain, diretor do Centro de Biocompósitos e Processamento de Biomateriais da Universidade de Toronto, no Canadá.

Sain coordena o setor de biofibras renováveis e biomateriais para componentes do Projeto Auto 21, uma grande rede de centros de excelência em pesquisa científica e tecnológica – com participação de mais de 500 estudantes e 200 cientistas de universidades e empresas –, financiada pelo governo do Canadá para promover o desenvolvimento e a sustentabilidade da indústria automotiva no país.

Ao utilizar fibras de materiais florestais e agrícolas, o objetivo é criar substitutos renováveis para materiais plásticos e metálicos em painéis, bancos, portas, consoles e outros componentes. O desafio é fazer com que, dentro de 25 anos, cerca de 50% dos materiais utilizados na fabricação dos carros sejam feitos de fibras vegetais.

Sain detém diversas patentes de biomateriais e suas pesquisas geraram a empresa spin-off GreenCore. No Brasil para ministrar uma série de cursos na Universidade São Francisco, em Itatiba (SP), com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Vinda de Pesquisador Visitante, o professor canadense também participou do workshop “Bionanocompósitos com Aplicação na Indústria Automobilística”, promovido pela Associação Brasileira de Polímeros no dia 30, quando concedeu entrevista à Agência FAPESP.

Os esforços para reduzir o impacto ambiental causado pelos automóveis geralmente se concentram no desenvolvimento de combustíveis mais limpos. Por que nas suas pesquisas o foco está nos materiais que compõem os carros?
Geralmente culpamos os combustíveis pela poluição, mas eles são apenas parte do problema. Os materiais são outra parte. No entanto, nossa maior preocupação é o imenso consumo de energia embutido no processo de fabricação tanto de combustíveis como dos materiais. Cada polímero usado em um componente de um carro resulta de um processo de transformação do petróleo cru em etanol, em butanol e assim por diante. Portanto, as emissões causadas por um carro não saem apenas do escapamento: há emissões da indústria petrolífera, da petroquímica, de processamento de plástico e de manufaturas.

A idéia é fazer uma abordagem sistêmica?
Sim. Não adianta reduzir o problema da poluição à questão de usar combustivel limpo. É preciso contabilizar como os materiais são feitos, de onde vêm, como e por qual distância são transportados, qual é a vida útil, em quanto tempo vão para o lixo, se vão parar no solo e assim por diante. A sustentabilidade do material é muito importante. Por isso não dedicamos o projeto Auto 21 apenas às células combustíveis, tecnologias de hidrogênio ou biocombustíveis. Isso também está incluído, mas achamos que é preciso olhar para os materiais, porque eles são o que realmente tem potencial para alterar todo o processo.

Que tipo de componentes vocês pretendem substituir nos automóveis?
Pesquisamos materiais para aplicação em diversas partes, como o forro da porta, pára-choques, consoles, painéis, bagageiros e instrumentos. A idéia é utilizar sempre compósitos reforçados por fibras naturais para substituir as partes de plástico, metal ou vidro. Cada componente que conseguimos substituir significa uma diminuição no consumo de petróleo cru no fim da cadeia produtiva.

Essa substituição também se reflete no consumo dos veículos?
Sim. Os bioplásticos são em média 10% mais leves do que os plásticos convencionais. Cada quilo de plástico tirado de um veículo de uma tonelada economiza entre sete e nove litros de combustível por ano.

Que tipo de materiais são usados?
Todo tipo de fibra natural. A intenção é aproveitar os resíduos descartados na cadeia de produção agrícola e florestal. Evitamos utilizar matrizes como o milho, que possam comprometer a indústria alimentar, mas procuramos aproveitar a biorrefinaria de subprodutos das fazendas. Com isso, em vez de derrubar árvores e competir com a agricultura, agregamos a esses setores mais uma atividade econômica. As tecnologias que desenvolvemos são coerentes com a realidade econômica a que se aplicam.

Poderia exemplificar algumas dessas tecnologias?
Alguns ácidos graxos de vegetais, óleo de soja e canola, por exemplo, podem ser convertidos em espuma de polietileno para os assentos. Utilizando uma bactéria, o amido de milho pode ser transformado em plástico biodegradável para os painéis e as portas. Algumas fibras podem ser usadas como agente de reforço. Também estudamos o desenvolvimento de biopolímeros a partir de recursos renováveis. Começamos a trabalhar com biotecnologias para a conversão de amido, a fim de fazer polímeros naturais a partir de tapioca e batatas, por exemplo. O resultado é algo muito próximo do polipropileno.

Que vantagem esses materiais têm, além da economia de energia na produção?
Além da biogênese das fibras naturais gastar menos energia, elas diminuem o risco potencial de poluição na hora de serem descartadas. Esses compostos são facilmente recicláveis.

Há aplicação de nanotecnologia também?
Há algumas intervenções em nível molecular nas biofibras. Estamos desenvolvendo um processo de transformação de fibras florestais que podem ser introduzidas em bioplásticos para a produção de bionanocompósitos com rendimento altamente elevado.

Quais são os maiores desafios enfrentados pelo projeto neste momento?
Para fazer a indústria substituir peças de plástico, polipropileno, policarbonato e náilon por materiais renováveis é preciso que eles tenham a mesma performance e um preço competitivo. Se não conseguirmos baratear a produção, é impossível introduzir o material. Ao mesmo tempo, temos que fazer com que a produção desse material traga ganho econômico

A idéia é ter um carro sustentável?
Em última instância, sim. Mas isso tem que ser introduzido gradualmente. Não queremos criar de uma vez só um carro inteiramente “verde”. Primeiro porque seria economicamente inviável. Além disso, na percepção do público, um “carro ecológico” seria visto como algo suspeito, provavelmente mais caro e com menor rendimento. Mas, se os materiais forem introduzidos aos poucos, dentro de alguns anos o “carro verde” seria aceito e, em seguida, a noção se inverteria. Provavelmente, no futuro, haverá selos de certificação de sustentabilidade dos carros e o público exigirá isso. Mas é algo que precisa ser gradual.

Há uma perspectiva para o ritmo dessa substituição?
Esses materiais já começam a entrar no mercado. Na nossa avaliação, nos próximos cinco ou seis anos haverá substituição de 50 a 100 quilos de componentes dos carros por esses biocompósitos. E, entre 10 e 20 anos, serão introduzidos outros 100 quilos. De 20 a 25 anos, acreditamos que 50% dos carros serão feitos com esses tipos de tecnologias. Não ficarei surpreso se for mais, pois essas são estimativas conservadoras.

Fonte: Fábio de Castro /Agência Fapesp

Brasil prorroga acordo de cooperação educacional com Timor Leste

No dia 28, o ministro da Educação, Fernando Haddad, recebeu, em Brasília, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Timor Leste, Zacarias da Costa. O objetivo do encontro foi reforçar a cooperação educacional entre os governos brasileiro e timorense. Este ano, os dois países renovaram o acordo de qualificação docente e ensino da língua portuguesa no Timor Leste, firmado em 2004. Com isso, o termo estará vigente até 2010.

Durante o encontro, Haddad falou sobre a reforma educacional que está em vigor no Brasil, por meio do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O ministro citou dados do censo escolar por aluno e destacou pontos como a ampliação do acesso ao ensino superior e o investimento na educação profissional.

Na avaliação de Haddad, a reforma educacional dá ao Brasil condições de cooperar ainda mais com países como o Timor. Ele destacou que os projetos que estão sendo desenvolvidos podem ser facilmente prorrogados e expandidos. “Agora temos condições para isso”, ressaltou o ministro, em notícia publicada no site do MEC.

Já Zacarias da Costa aproveitou a oportunidade para agradecer o apoio do Brasil, especialmente por reintroduzir a língua portuguesa no Timor. Ele lembrou que o seu país é novo e ainda tem fragilidades. “Uma delas é a formação de profissionais qualificados e é nisso que também queremos investir”, apontou.

Parceria
A independência do Timor Leste foi declarada em maio de 2002. Logo em seguida, o Brasil firmou dois acordos com o país. Um dos termos é voltado para a cooperação educacional e o outro para a cooperação técnica. As parcerias foram ratificadas pelo Congresso Nacional em 2004.

De acordo com o MEC, o apoio brasileiro foi solicitado para retomar a língua portuguesa como idioma mais falado no Timor. Hoje, os timorenses falam o tétum (idioma local) e o indonésio, conseqüência da ocupação do país pela Indonésia, entre 1975 e 1999.

Apesar do Timor Leste ter sido colonizado por Portugal até meados da década de 1970, somente pequena parcela da população – entre 10 e 20% - fala português, já que a Indonésia proibia o uso e a publicação de revistas e jornais no idioma.

Em 2004, o presidente Lula assinou o decreto nº 5.274, que instituiu o Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste. A partir da assinatura do ato, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) enviou a Dalli, capital timorense, 50 professores, que deverão permanecer na cidade até junho deste ano.

Lá, os docentes brasileiros realizam projetos de formação de professores em exercício, de capacitação de professores de educação pré-secundária e secundária, de ensino da língua portuguesa instrumental, de promoção da qualidade no ensino de ciências e de implantação da pós-graduação na Universidade Nacional Timor Lorosae.

A íntegra do decreto nº 5.274/04 está disponível no endereço.

Fonte: Gestão CT

Chamada de Trabalhos - Revista Ciências & Cognição

A revista eletrônica Ciências & Cognição está recebendo trabalhos até o dia 29 de fevereiro de 2008 para seu 13o. volume.

A revista Ciências & Cognição trabalha em sistema de fluxo contínuo, recebendo colaborações para seus próximos volumes durante todo o ano. Os prazos para envio orientam as datas de fechamento de quadro para avaliações. Os materiais recebidos após cada período de fechamento, são automaticamente incluídos para o volume seguinte.

Cien. & Cogn. é uma publicação quadrimestral, avaliada pela QUALIS (A, Nacional, em Educação; C, Nacional, em Saúde Coletiva; A, Local, em Filosofia, Teologia; e C, Local, Multidisplinar.)
Está indexada aos Bancos de dados internacionais: LATINDEX, DOAJ, Dialnet, Clacso, UNC, E-jounals.org, AERA SIG e SCIRUS.

Está indexada aos Bancos de dados nacionais: Periódicos Capes(multidisciplinar, saúde coletiva, filosofia, sociologia, psicologia e educação), SIBINet, BVE (Cognição, psicologia e educação, revistas de educação), CanalCiência (Ibict), Livre (Ciência da Computação, Filosofia, Psicologia, Neurofisiologia, Neuropsicofarmacologia, Lingüística), CCB-PSI e Biblioteca Virtual.

São aceitos os seguintes formatos para publicação:
* Artigos Científicos
* Artigos Revisionais (Revisões Críticas)
* Ensaios Acadêmicos
* Resenhas
* Artigos de Divulgação Científica

As normas para publicação encontram-se disponíveis em formato pdf e doc nos seguintes endereços, respectivamente: http://www.cienciasecognicao.org/pdf/norm.pdf ou http://www.cienciasecognicao.org/modelos/norm.doc

Os artigos recebidos após a data limite serão avaliados para as edições seguintes, conforme as datas limite abaixo:
* 16 de fevereiro para o volume de Julho (lançamento em 31/03); [Exceção em 2008]
* 16 de junho para o volume de Julho (lançamento em 31/07);
* 16 de outubro para o volume de Novembro (lançamento em 30/11).

Maiores informações acesse o endereço: www.cienciasecognicao.org

Fonte: Ancib

Finep recebe inscrições para a 6ª Venture Forum

A Finep está recebendo, até o dia 13 de fevereiro, inscrições de empresários inovadores interessados em participar da 16ª edição do Venture Forum da financiadora. O evento acontece nos dias 14 a 16 de abril, no Rio de Janeiro (RJ), no Hotel Softel.

Para participar do fórum, o empresário deve ser cadastrar no portal da Finep. Segundo informações da financiadora, a proposta é dar a oportunidade aos empreendedores de apresentar negócios promissores a alguns dos principais investidores do país.

O Venture Forum Finep acontece desde 2000 e, de acordo com a financiadora, já viabilizou investimentos em 42 empresas brasileiras de base tecnológica, em um montante de R$ 160 milhões. Mais de 150 empreendimentos foram apresentados durante os eventos.

A Finep fará a seleção das propostas apresentadas e os aprovados serão orientados por um período de dois meses. Eles serão capacitados sobre questões tecnológicas, mercadológicas e financeiras dos empreendimentos, além do aperfeiçoamento das apresentações aos investidores.

O cadastro dos empresários pode ser feito no endereço eletrônico: http://www.venturecapital.gov.br/fm/cadastro_empreendedores.asp .

Fonte: Gestão CT

Apresentada a 3ª fase do estudo sobre o uso sustentável da cana-de-açúcar

A terceira fase do estudo sobre o potencial do etanol de cana-de-açúcar para o País foi concluída em dezembro de último. Conduzido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), essa terceira fase teve a participação do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

O trabalho analisa cenários de expansão em grande escala da produção sustentável de etanol combustível no País, que atendam também à demanda em expansão do mercado externo. Além disso, examina quais seriam os impactos econômicos, sociais e ambientais decorrentes da expansão; a disponibilidade de terras e de recursos humanos; e as condições naturais e tecnológicas para fazer face a esse desafio.

O estudo foi realizado no âmbito do contrato de gestão entre o CGEE e a União, supervisionado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT).

As fases anteriores
Em 2005, o CGEE encomendou um estudo prospectivo ao Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético - Nipe/Unicamp intitulado “Estudo sobre as Possibilidades e Impactos da Produção de Grandes Quantidades de tanol Visando à Substituição Parcial da Gasolina do Mundo”.

O professor Rogério Cerqueira Leite, da Unicamp, liderava o projeto, cujo objetivo geral era oferecer subsídios para políticas públicas voltadas à expansão sustentável da produção de etanol no País, para abastecer os crescentes mercados interno e externo.

O estudo busca responder, por muitos ângulos, e em suas três fases, a uma série de perguntas relacionadas ao pleno aproveitamento dos recursos naturais e tecnológicos brasileiros. Baseou-se em cenários de substituição de 5% e 10% da gasolina do mundo em 2025.

Na primeira fase, a equipe envolvida consolidou informações sobre o mercado atual, os países produtores de etanol, a disponibilidade de recursos naturais para a expansão da produção, a tecnologia atual da cultura da cana no Brasil; a infra-estrutura já existente e a necessária para o incremento na produção e a exportação de etanol; e os impactos sociais, ambientais e econômicos dessa expansão.

“Os resultados da primeira fase, concluída em dezembro de 2005, utilizaram o conceito de ‘usina padrão’ para a produção de etanol”, explica Marcelo Poppe – que ocupou a secretaria do Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia (2001-2003) e coordena esse e outros projetos da área de energia no CGEE.

Na segunda fase, concluída em março de 2007, o trabalho dos pesquisadores concentrou-se no levantamento e consolidação de dados relacionados à melhoria das tecnologias já estabelecidas no cultivo da cana e na fase industrial da produção de álcool. “Nessa fase, o estudo evolui para o conceito de ‘usina modelo’, que se diferencia da ‘usina padrão’ pela incorporação de inovações tecnológicas. Os cenários contemplam, também, a organização da produção em clusters de destilarias, de forma a poderem ser servidas por alcooldutos”, diz Poppe.

Leia a matéria na íntegra.

Fonte: Agência CT

CBPF inicia Seminários de Astrobiologia com a presença do Prof. Wolfgang Kundt

Dando início ao programa de seminários (Ano/2008) do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (Icra), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCT), o professor Wolfgang Kundt estará no CBPF no período de 11 a 20 de março, abordando as principais questões de interesse da Astrobiologia.

Considerada ainda uma jovem disciplina - surgida há menos de dez anos -, a Astrobiologia investiga a possibilidade de vida fora da Terra. Entre elas, as prováveis condições químicas e termoquímicas que explicam a origem da vida e sua correlação com as leis da Física.

Com seis livros e mais de 250 artigos publicados abrangendo as áreas de física, astrofísica, cosmologia e disciplinas afins, Wolfgang Kundt fez parte da equipe de pesquisa do Helios Experiment 11, programa desenvolvido pela Nasa no final da década de 70.

Desde 1985, Kundt é diretor da Erice School of Nuclear Physics, além de participar regularmente de atividades acadêmicas e de pesquisa em várias cidades da Europa e da Ásia.

As conferências serão ministradas em inglês e acontecerão às 3ªs e 5ªs, de 10h às 11h30.

Os interessados deverão inscrever-se até o dia 7 de março através do e-mail, informando nome completo, telefone, instituição, nível de formação e temas de pesquisa e/ou interesse.

Aqueles que desejarem obter certificado de participação também deverão manifestar esse interesse. A participação é gratuita.

Fonte: Maria Luiza Costa Martins / CBPF

CNPq divulga resultado das Bolsas de Produtividade em Pesquisa - PQ

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) divulgou nesta quinta-feira (31/1), conforme seu calendário, o resultado do julgamento das Bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ). Foram aprovadas 3.380 bolsas, que representam um investimento mensal do CNPq de R$ 5 milhões.

As bolsas serão implementadas a partir de 1º de março e os contemplados vão receber uma mensagem eletrônica do CNPq comunicando a concessão, o nível e o endereço para acessar o termo, que deve ser assinado e devolvido com a maior brevidade.

Bolsa PQ
Com o objetivo de distinguir o pesquisador e valorizar sua produção científica, o CNPq concede as bolsas PQ para pesquisadores de todas as áreas do conhecimento, desde que atendam aos critérios de avaliação dos Comitês de Assessoramento .

Entre os critérios estão a produção científica, participação na formação de recursos humanos e sua contribuição para a área. A análise comparativa e os bolsistas são distribuídos em cinco níveis (1 A, 1 B, 1 C, 1 D e 2).

Confira aqui o resultado (2007).

Fonte: Agência CT