quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

9,5 milhões de downloads no portal do SEBRAE em 2007

Navegar é preciso, disse uma vez Fernando Pessoa. Em tempos de internet, a frase do poeta português nunca foi tão adequada. Hoje milhões de pessoas navegam pelo mundo digital a procura de informação.

Na educação, a internet está explodindo. E não são apenas crianças e jovens atrás de informações escolares que povoam a rede mundial de computadores. Quem quer abrir um negócio, tem um pequeno negócio ou mesmo um empreendedor informal já descobriu que pode se capacitar via rede mundial de computadores.

Somente o portal do Sebrae em São Paulo fechou o ano de 2007 com 9,5 milhões de documentos de gestão baixados (download) pelos internautas, crescimento de 50% em relação a 2006. O número de visitantes únicos cresceu mais ainda, 57%, chegando a 4,9 milhões de usuários.

Em dezembro passado, o portal registrou 567 mil downloads, dos quais 319 mil (cerca de 56%) se referem à série 'Comece Certo', que aborda questões relevantes para quem decidiu abrir seu próprio negócio. Cada exemplar apresenta uma atividade. Dos dez títulos com maior número de downloads no portal do Sebrae/SP, seis estavam relacionados a serviços: salão de beleza, lan house, bar e lanchonete, cafeteria, pizzaria e academia de ginástica.

Serviços é um setor com potencial de expansão elevado devido a suas características. Trata-se de um setor bastante heterogêneo. De um lado, o setor engloba atividades que atendem o consumidor final, satisfazendo um grande leque de demandas, como bares e lanchonetes, lan houses e academias de ginástica. Outras atividades de serviços têm predominantemente como clientes outras empresas, como é o caso dos diversos tipos de consultorias (por exemplo, contábil e jurídica).

Para o gerente da Unidade de Gestão do Conhecimento do Sebrae/SP, Manfredo Paes, os negócios mais procurados são exatamente os que dispensam alta tecnologia para serem abertos. “São negócios que também não precisam de grande infra-estrutura. Basta respeitarem um plano de negócios básico”.

Segundo ele, os dados revelam também que o empresário de pequenos negócios vem se modernizando. “O número de downloads mostra que quem já tem um negócio também tem um computador e está aprendendo a se capacitar on-line”.

Outro dado interessante é que o maior número de acessos é feito geralmente à noite ou antes do início do expediente. “Isso mostra que as pessoas estão usando o tempo livre para adquirirem conhecimento”. Há entre os interessados endereços de fora do País.

“Podem ser brasileiros que morem no exterior e queiram abrir um negócio no Brasil, como é o caso dos dekasseguis”. Por meio de enquete no portal, a Unidade de Gestão do Conhecimento conseguiu detectar que entre 20% e 25% dos acessos é feito por pessoas que querem abrir o próprio negócio no futuro; 40% já são empresários e o restante são aposentados, empresários por conta própria, entre outros. Os dados mostram que atuação do Sebrae deve ser forte no segmento de serviços, já que 44% das pessoas que acessam o portal têm interesse nesta área

“Essas informações acabando refletindo nas ações cotidianas do Sebrae. Com os dados na mão, a instituição acaba formatando novos cursos e produtos para atender à demanda.”. Em 2007, o site recebeu 4 milhões de visitantes únicos e 26 milhões de pageviews. Em média, o visitante permanece nove minutos navegando pelo portal. Criado em 2004, o site possui atualmente mais de 25 mil páginas de conteúdo.

Cursos on-line
Um dado interessante foi divulgado no final do ano passado em Brasília. Segundo o Censo da Educação Superior de 2006, de 2003 a 2006, o número de cursos de educação a distância passou de 52 para 349, o que significa aumento de 571%.

O crescimento do número de estudantes em cursos de educação a distância também superou expectativas. Eles passaram de 49 mil em 2003 para 207 mil em 2006, aumento que corresponde a 315%.

O secretário de educação a distância, Carlos Bielschowsky, atribui o crescimento da credibilidade desse método de ensino ao incremento da tecnologia nos últimos quatro anos e à criação da Universidade Aberta do Brasil (UAB). “O Exame Nacional de Avaliação de Desempenho de Estudantes demonstrou que os alunos de cursos a distância vão tão bem quanto os de cursos presenciais. Aliás, em alguns cursos, eles tiveram desempenho melhor”, diz Bielschowsky.

Para a professora doutora Regina Mello Silva, do Departamento de Engenharia da Computação e Sistema Digitais da Universidade de São Paulo e especialista em redes de computadores, apesar de o acesso à internet ainda ser muito caro, a expectativa é que nos próximos anos estes custos caiam e que a população mais carente tenha acesso.

“Os cursos on-line, principalmente para os profissionais já formados, beneficiam as pessoas que estão fora dos grandes centros. Esses cursos não são para todos porque requerem muita disciplina, organização e comprometimento”.

A professora também adverte os empresários a acessarem portais e sites de instituições reconhecidas em suas áreas, como é o caso do Sebrae. “Sabemos que os cursos presenciais do Sebrae são muito bem conceituados. Assim como de outras entidades como Senac e Sesi”.

É importante também, segundo ela, certificar-se se a entidade está habilitada a dar um certificado, se tem registro no Ministério da Educação etc. “Quando é preciso ter um certificado, o aluno deve estar atento à qualidade do certificado”.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Critérios para vacinação contra a Febre Amarela

Depois das mais de 40 notificações de casos com suspeita de febre amarela silvestre – das quais 19 foram confirmadas e, dessas, dez terminaram em morte –, a doença deixou parte do país em estado de alerta.

Tanto que Bio-Manguinhos, principal fornecedor da vacina contra a doença, decidiu produzir, até o fim do ano, 30 milhões de doses do imunizante. Oito milhões serão entregues até o Carnaval, época em que deve aumentar o deslocamento de pessoas para áreas de risco, como o Centro-Oeste e Norte do país, e o oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

Somente em Goiás, onde ocorreram as dez mortes confirmadas pela doença, estão sendo aplicadas 200 mil doses por dia. Contudo, para Hermann Schatzmayr, do Laboratório de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), especialista na virologia de doenças como dengue e febre amarela, a vacinação deve ser criteriosa.

“A vacinação em lugares que não têm a doença é desnecessária. Não há razão de se vacinar em centros como Rio e São Paulo, exceto quando os residentes nessas localidades viajarem para as áreas de risco. Há pessoas se revacinando, tomando três doses da vacina em dez dias, e isso é um grande risco. A vacina é feita de um vírus vivo e pode causar efeitos colaterais, os quais podem até levar a processos de meningite e encefalite, que podem ser fatais. Indivíduos imunodeprimidos, portadores de câncer ou do vírus HIV, podem ter mais problemas que os outros”, disse Schatzmayr.

Na quarta-feira (30/1), uma mulher de 43 anos, imunizada duas semanas antes, encontrava-se internada em coma no Hospital Geral de São Mateus, na zona leste de São Paulo, com suspeita de febre amarela vacinal (atualização: a mulher na manhã do dia 31. O laudo para confirmação da doença, feito pela Vigilância Epidemiológica, deve sair em 30 dias).

Schatzmayr ressalta que o imunizante contra a febre amarela é uma vacina viva atenuada, como a da pólio, o que significa que ela é produzida a partir de um vírus modificado mantido em laboratório, daí o perigo em se promover a vacinação em áreas em que não há a circulação do vírus. “A vacinação deve ser feita em pessoas que moram em áreas de risco ou que vão viajar para uma delas”, afirmou.

Segundo ele, o que está ocorrendo no momento no Brasil é um fenômeno natural da doença. “A febre amarela não é uma doença humana por definição, isto é, ela não precisa do homem para sobreviver. Ela infecta primatas, que são reservatórios naturais da doença. Quando encontramos esses animais mortos é um sinal de que aumentou a circulação do vírus na natureza e muito provavelmente um novo ciclo de febre amarela está começando”, explicou.

O virologista conta que a cada cinco ou oito anos há um aumento no número de casos de febre amarela em primatas e de mosquitos infectados. “Portanto, há uma maior tendência de pessoas que entram na mata sem vacinação serem infectadas, uma vez que há muito mais mosquitos portadores do vírus do que em outros tempos. Os casos atuais estão ocorrendo em pessoas que entraram nas áreas de risco sem vacinação”, disse.

Mudanças ecológicas
A febre amarela silvestre é transmitida de macacos para macacos pelos mosquitos sabethes e hemagogos, vetores que circulam na mata e tendem a viver nas copas das árvores. Por isso, transmitem a doença com muita eficiência aos primatas. E picam o homem eventualmente.

Em 1972, na mesma região de Goiás mais afetada atualmente, houve um surto da doença que logo se tornou epidemia, ao se espalhar por outros municípios. Na época, foram registrados mais de 300 casos e 90 pessoas morreram.

O problema, explica Schatzmayr, é que, com as mudanças ecológicas, os ciclos da doença, que antes eram constantes, passaram a ser imprevisíveis, devido à mudança de comportamento das populações. Por isso, o mosquito começa a atingir o homem também. O vírus é agressivo ao fígado e ao sistema renal e atinge o sistema circulatório, provocando hemorragias internas, como a gástrica. Dessa maneira, acaba provocando a falência múltipla dos órgãos e a morte.

O ciclo atual da doença podia ter sido previsto, na análise do pesquisador. “Há, todo ano, uma média de 30 casos registrados da doença. Nos últimos 12 anos tivemos 349 casos da doença, dos quais 161 pessoas morreram, o que significa cerca de 13 mortes ao ano. Houve uma baixa nos três últimos anos, quando ocorreram em média três mortes por ano. Essa baixa poderia nos fazer pensar que haveria um aumento em breve, seria um presságio de que os casos aumentariam”, observou.

O que não se deve achar, segundo o pesquisador, é que isso somente ocorre no Brasil. “Na América do Sul, por exemplo, Peru e Bolívia têm mais casos de febre amarela ao longo do ano do que aqui – o primeiro registra em torno de 600 casos anuais e o segundo em torno de 200. A Nigéria tem todo ano cerca de 5 mil casos. O Brasil exporta vacinas para a América Latina e África, em um total de mais de 30 países”, disse.

Schatzmayr observa que a situação atual e a falta de informação têm gerado uma confusão entre a febre amarela urbana e a silvestre. “O ciclo urbano começa quando um indivíduo chega à cidade infectado no ciclo silvestre e passa a infectar o mosquito aedes aegypti – o mesmo vetor da dengue – e esse começa a transmitir o vírus em seu ciclo de vida de dois meses. Felizmente, a febre amarela urbana não existe mais no Brasil, foi erradicada em 1942”, disse.

Fonte: Washington Castilhos /Agência Fapesp

Prefeitura de Santa Catarina propõe criar a primeira Reserva da Biosfera Urbana do mundo

A proposta para a criação da Reserva da Biosfera Urbana na Ilha de Santa Catarina vai ser apresentada à Unesco num encontro ecológico mundial na cidade de Madri, Espanha, de quatro a nove de fevereiro. O painel sobre a proposta de Florianópolis será discutido dia sete.

Para sintetizar a criação da biosfera, funcionários públicos ligados a questões ecológicas realizaram leituras técnicas sobre áreas de preservação permanente, ocupação da cidade, extrativismo, desenvolvimento urbano, sua gente e cultura durante dois anos. Todas as informações foram discutidas e debatidas desde 2005 em reuniões, oficinas e workshops com a comunidade.

Técnicos do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf) acreditam que a Unesco aprove a proposta para, então, ser implementada definitivamente o projeto da Biosfera em Ambiente Urbano, que vai servir de base para o Plano Diretor da cidade. É justamente o projeto da Reserva da Biosfera Urbana que vai dar sustentação para o Plano Diretor oficializar o zoneamento da cidade definindo áreas de preservação permanente, mistas e ocupacionais.

"Se a proposta for aprovada Florianópolis será a primeira cidade do mundo a ter uma Reserva de Biosfera Urbana", disse o presidente do Ipuf, Ildo Rosa, que viaja no carnaval para Espanha. Também participam da comitiva o superintendente da Fundação do Meio Ambiente ( Floram) José Carlos Rauen; o presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera e Mata Atlântica, Clayton Lino; o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), Lúcio Botelho; o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina, Antônio Diomário Queiroz, e o professor da Ufsc, Érico Porto Filho.

Todos participaram das oficinas e chegaram a conclusão de que a Ilha de Santa Catarina tem um potencial para ser credenciada à Reserva da Biosfera Urbana pelas seguintes razões: por ser parte de uma Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (Maciço do Morro da Cruz); pelo processo de urbanização; por sua singularidade territorial de ser uma ilha; por seu nível de população e densidade, sobre uma matriz territorial ainda predominantemente natural; por sua unidade governamental, sendo todo o território da Ilha, pertencente a um só município, além de outros pontos favoráveis ao projeto.

O que é Reserva da Biosfera
Reservas da Biosfera são porções de ecossistemas terrestres ou costeiros onde se procuram meios de reconciliar a conservação da biodiversidade com o seu uso sustentável. Elas possuem três funções básicas: conservação das paisagens, ecossistemas e espécie; desenvolvimento econômico e humano, cultural, social e ecologicamente sustentável; e logística que dê suporte para pesquisas, monitoramento e educação.

Fonte: Prefeitura Municipal de Santa Catarina

Nova metodologia para estimar a expectativa de vida em pacientes com câncer pediátrico

Com o intuito de promover a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer terminal e oferecer a elas um tratamento mais adequado às suas necessidades, a pesquisadora do Departamento de Pediatria do Hospital do Câncer A.C. Camargo, Andréa Y. Kurashima, desenvolveu uma metodologia inovadora em oncologia pediátrica para estimar, de modo aproximado, a expectativa de vida desses pacientes.

A pesquisadora conduziu, em sua tese de doutorado orientada pela professora Beatriz de Camargo, um estudo com 70 pacientes com câncer pediátrico fora de possibilidade terapêutica curativa atendidos pelo Grupo de Cuidados Paliativos do hospital.

Durante quatro anos, acompanhou os pacientes, que tinham idades entre 0 e 29 anos, para determinar quais fatores interferiam no tempo de sobrevida. A intenção era, por meio de características simples como a prevalência de alguns sintomas, validar indicadores e obter novas informações para estimar o tempo de vida.

Andréa criou uma espécie de escore que quantifica, por meio de notas numéricas, o quadro clínico do paciente com base em variáveis como os próprios sintomas e os tipos de câncer e tumor. A elaboração da contagem se baseia em quatro características, consideradas de alto impacto no tempo de sobrevida das crianças.

A primeira é se o paciente tem diagnóstico de leucemia ou linfoma, duas doenças que foram agrupadas devido aos seus comportamentos clínicos semelhantes no organismo, ou se o diagnóstico é de um tumor sólido. Outra característica é se o paciente é cuidado pela mãe ou por outro membro da família.

“Os pacientes que são cuidados pelas mães normalmente sobrevivem mais tempo. Esse foi um dos resultados de minha dissertação de mestrado, em que analisei 83 crianças para saber quais fatores têm mais impacto na sobrevida dos pacientes”, disse Andréa, que é coordenadora do Curso de Pós-graduação Lato sensu - Especialização em Enfermagem Oncológica da Fundação Antônio Prudente, vinculada ao Hospital do Câncer A.C. Camargo.

A terceira variável são as atividades dos pacientes em casa para que seus comportamentos e atividades da vida diária sejam avaliados. “Os familiares, que estão 24 horas por dia com o paciente, são as melhores pessoas para nos ajudar a entender a gravidade do problema e como a criança está. Muitos médicos e enfermeiros acabam errando quando classificam um quadro de fase terminal muito mais avançada do que é. Isso porque, na maior parte das vezes, nosso contato fica restrito à hora da consulta”, explicou.

A última característica é saber, por meio de um exame de sangue, se o paciente tem anemia quando se iniciam os cuidados paliativos, que são os procedimentos médicos que não têm intenção de cura. “O paciente anêmico tem características, como cansaço e falta de energia para brincar. Esses dados também nos auxiliam em sua estimativa de vida”, disse.

Sintomas dão pistas
Com a somatória dos pontos dos quatro fatores, os médicos conseguem ter uma probabilidade, em porcentagens, de a criança estar viva em 60 dias após o início da terapia paliativa. “Os dois meses foram estipulados por serem o período ideal para fazer uma programação assistencial mais bem elaborada”, explicou.

“Por outro lado, se a probabilidade for baixa sabemos que temos que correr contra o tempo no sentido de dar suporte psicossocial à família e trabalhar, o mais rápido possível, para resolver os inúmeros sintomas causados pela progressão do tumor ou pelo próprio tratamento. Algumas crianças chegaram a apresentar 22 sintomas de uma só vez”, disse Andréa.

O período que as 70 crianças tiveram de sobrevida variou entre um dia e 39 meses após o início da terapia paliativa. Os principais sintomas apresentados pelos pacientes, que, segundo Andréa, também fornecem “pistas” que auxiliam na assistência médica, foram dor, nervosismo, sonolência, tristeza e falta de energia.

“Essa metodologia, que está sendo aplicada pelo Grupo do Departamento de Pediatria do Hospital A.C. Camargo, nos auxilia a ter estimativas mais confiáveis e diminuir as incertezas, uma vez que, ao saber que se trata de um câncer incurável, instintivamente os familiares querem saber o tempo de vida que o paciente terá”, destacou Andréa.

Segundo ela, a estimativa fornecida pelos médicos, “que muitas vezes é empírica”, encerra uma alta dose de responsabilidade. “Eles se apegam a esse tipo de informação e, quando a morte ocorre antes do que dizemos, a cobrança deles gera situações de frustração para todos os envolvidos nesse processo”, disse.

O Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Oncológica da Fundação Antônio Prudente recebeu nota sete, por duas vezes consecutivas, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Fonte: Thiago Romero /Agência Fapesp

1ª Chamada Pública de Apoio a Eventos Científicos em Saúde

O Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde lançou a 1ª Chamada Pública de Apoio a Eventos Científicos em Saúde. Pesquisadores e professores que desejam ter apoio na realização de eventos na área podem se inscrever até 11 de março.

Será destinado R$ 1 milhão ao auxílio de, no mínimo, 20 eventos de médio e grande porte a serem realizados de abril a setembro de 2008.

Segundo o Ministério da Saúde, cada evento poderá ter apoio de até R$ 50 mil, sendo indispensável que tenham relevância para o Sistema Único de Saúde (SUS) e consonância com a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde.

Os itens de despesas elegíveis poderão incluir passagens aéreas e terrestres, nacionais e internacionais, diárias para conferencistas e participantes com apresentação oral de trabalhos, aluguel de instalações e de equipamentos, além de material para divulgação do evento, incluindo desenvolvimento e manutenção de sites e confecção de cartazes, folders e banners.

As propostas serão selecionadas por comissão julgadora e os resultados divulgados no dia 20 de março no site do ministério.

Mais informações: www.saude.gov.br/eventos

Fonte: Agência Fapesp

Amazonian School on Quantum Theory and Applications

O evento Amazonian School on Quantum Theory and Applications, que será realizado de 25 a 29 de fevereiro, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, abordará aspectos atuais da teoria quântica, seus desafios científicos e aplicações.

O objetivo é despertar o interesse e promover a formação de pessoal qualificado nas áreas de mecânica quântica, teoria quântica de campos em espaços planos, teoria quântica de campos em espaços curvos, modelos análogos à gravitação e aplicações.

Estarão presentes estudantes de iniciação científica, de pós-graduação e jovens pesquisadores interessados em desenvolver pesquisas nessas áreas.

Promovem o evento o Programa de Pós-Graduação em Física da UFPA e o Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Mais informações: http://www2.ufpa.br/ppgf/ASQTA/2008.htm

Fonte: Agência Fapesp

26º Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas - 28º Congreso de la Asociación Latino-Americana de Malezas

A cidade de Ouro Preto (MG) irá abrigar, de 4 a 8 de maio, dois eventos técnico-científicos simultâneos: o 26º Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas e o 28º Congreso de la Asociación Latino-Americana de Malezas.

O tema central dos dois encontros será “A ciência das plantas daninhas na sustentabilidade dos sistemas agrícolas”.

A promoção é da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, (SBCPD) da Universidade Federal de Ouro Preto, e da Embrapa Milho e Sorgo, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas (MG).

“Biodiversidade de plantas daninhas”, “Manejo integrado de plantas daninhas em cana-de-açúcar” e “Potencial de utilização e manejo de plantas daninhas nas culturas da mamona, do girassol e do pinhão-manso” serão assuntos discutidos.


Fonte: Agência Fapesp