segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

JCTN - Journal of Computational and Theoretical Nanoscience - Call for Paper, Nano-Photonics/Electromagnetics Special Issue

It is our pleasure to announce you a Special Issue in the Journal of Computational and Theoretical Nanoscience on "Functional Nanophotonics and Nanoelectromagnetics".

You are cordially invited to submit your nanophotonics and nanoelectromagnetics research and review papers to this
Special Issue on one of the following topics of interest:
* Nanophotonics and ultra-dense integrated optics
* Optical on-chip interconnects
* Functional photonic crystal devices
* Plasmonics
* Functionalized metamaterials
* Electric and magnetic nanowires and nanoparticles
* Nanotubes based nanostructures and devices
* Nonlinear Interactions
* Slow and fast light
* Light-induced forces in the nanoscale.
* Fundamental limits of nano-optical devices
* Computational (nano-) optics
* Optimization-based design strategies
* EM-/microwave-inspired nanophotonic design

The publication is free of charge and the authors are encouraged to submit their manuscripts to the guest editors via e-mail by June 1, 2008 (an advance notice is highly appreciated).

A detailed scope of this Special Issue is given in the attached Call for Papers. Comprehensive information regarding preparation and electronic paper submission is provided from our special website www.photonics.uni-due.de .

For further questions don't hesitate in calling us directly. We are looking forward to your interesting contributions.

Best regards,

Prof. Dr. Daniel Erni,
University of Duisburg-Essen, Faculty of Engineering,
General and Theoretical Electrical Engineering (ATE),
D-47048 Duisburg, Germany,
Tel.: +49(0)203-379-4212
e-mail

Prof. Dr. Christophe Caloz,
École Polytechnique de Montréal,
Department of Electrical Engineering,
Poly-Grames Research Center,
Montréal, Québec, Canada, H3T 1J4
Tel.:+1-514-340-4711 ext. 3326

Source: Fórum Metrologia & Calibração

Software gratuíto ajuda a preservar e prolongar a vida útil de frutas e hortaliças

Preservar a qualidade e prolongar a vida útil de frutas e hortaliças com o auxílio de uma ferramenta prática de auxílio aos processos de resfriamento desses produtos. Essa é a proposta do software CoolSys, destinado à comunidade acadêmica e ao setor produtivo, que está disponível para download gratuito no site da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

De acordo com a coordenadora do projeto de desenvolvimento do software, Barbara Teruel Mederos, professora do Conselho Integrado de Infra-Estrutura Rural da Feagri, as baixas temperaturas, usadas na medida certa, podem aumentar a vida útil dos alimentos. Mas, quando usado de maneira incorreta, o frio pode comprometer os valores nutritivos e econômicos do produto: os alimentos ficam com o metabolismo acelerado e amadurecem mais rápido, fazendo com que, muitas vezes, tenham que ser jogados fora antes de serem consumidos.

“Com o software, por meio de dados extraídos de pesquisas científicas e inseridos em modelos matemáticos, o produtor ou o revendedor podem calcular quais os tipos de alimentos, que podem ser refrigerados juntos, com a mesma temperatura e umidade relativa do ar, e quais devem ser conservados separadamente”, disse Barbara.

“Assim os produtos chegarão à mesa do consumidor com a melhor relação custo-benefício possível. Muitas pessoas compram alimentos, principalmente frutas, que, mesmo aparentemente bonitas, podem ter perdido seu valor nutricional devido ao armazenamento incorreto. Os danos nos alimentos começam internamente e só aparecem na casca quando todo o produto está comprometido”, complementa.

O programa é dividido em dois módulos. O primeiro possui um banco de dados com informações técnicas, colhidas na literatura nacional e internacional, sobre cerca de cem frutas e hortaliças consumidas no Brasil. São dados como os nomes científico e comercial, temperatura de conservação e tempo de armazenamento recomendados pela literatura, além de sensibilidade ao etileno, gás liberado pelas frutas que contribui para a aceleração de seu envelhecimento.

Nesse primeiro módulo também podem ser encontradas as propriedades térmicas e físicas de cada alimento. Já no segundo módulo são feitas as simulações por meio de uma interface gráfica, de modo que o usuário entenda como um produto fresco deve se comportar na chamada “cadeia do frio”, que é o conjunto de operações, realizadas depois da colheita até a comercialização, para manter o produto sob as condições ideais de temperatura.

A idéia da simulação é garantir, quando o conhecimento adquirido for aplicado em procedimentos práticos, o prolongamento da vida útil dos alimentos com a diminuição de sua degradação enzimática, da velocidade de proliferação de fungos e da perda de água, fatores que afetam a aparência, o sabor e o aroma dos produtos.

“Na prática, boa parte do setor produtivo e do varejo realiza inadequadamente os procedimentos da cadeia do frio. Por falta de conhecimento tecnológico, eles normalmente submetem diferentes tipos de frutas e hortaliças a uma mesma temperatura padrão, incompatível com a fisiologia de cada alimento”, afirma Barbara.

Para as simulações do processo de resfriamento do software, explica Barbara, o usuário precisa introduzir informações como as dimensões do alimento e da embalagem, temperatura inicial do fruto e a velocidade e o sentido da circulação do ar refrigerado.

“Não precisa ser especialista na área para coletar esses dados. Normalmente a temperatura do produto é a ambiente, por exemplo. Em caso de dúvidas, o usuário pode consultar o primeiro módulo do software e obter dados de literatura para cada alimento. Esse módulo pode inclusive ser usado como fonte de informações para outras atividades de pesquisa por estudantes das engenharias”, conta a professora.

O programa informa ainda os melhores tipos de embalagens para cada tipo de alimento, sem fazer alusão a nenhuma marca comercial. O software, registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), foi desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba e teve um auxílio à pesquisa da FAPESP.

Mais informações: www.feagri.unicamp.br/agripaginas.php

Fonte: Thiago Romero Agência Fapesp

Pólo de Excelência em Florestas de Minas concentra esforços de pesquisa

Minas Gerais tem todas as condições de ocupar, de forma incontestável, a vanguarda do desenvolvimento sustentável do negócio florestal e criar mais um poderoso atrativo de investi-mentos. Assim, o governador Aécio Neves defendeu a importância do lançamento, em novembro passado, do Pólo de Excelência em Florestas.

O estado tem a maior área de floresta plantada do país, com mais de 1,2 milhão de hectares. As plantações florestais estão presentes em 300 municípios, empregando cerca de 800 mil pessoas. Aqui, as ações relacionadas ao setor são pautadas para o desenvolvimento tecnológico do uso múltiplo das florestas plantadas.

O Pólo de Excelência é a mais nova ação para beneficiar o negócio florestal. A iniciativa vai impactar as cadeias produtivas de carvão vegetal, celulose e papel, madeira e móveis, promover a integração entre lavoura, pecuária e floresta, e incentivar o plantio em áreas degradadas, criando alternativa de renda para os produtores rurais.

O objetivo é reunir massa crítica de pesquisadores, universidades, centros de pesquisa, órgãos de desenvolvimento e entidades empresariais, focados no desenvolvimento da cadeia produtiva. O Pólo em Florestas vai criar e atrair novos negócios, gerando desenvolvimento e criando uma rede de inovação tecnológica.

O Pólo vai possibilitar também o desenvolvimento de infra-estrutura metrológica e de certificação, para assegurar a qualidade, a competitividade e a inserção dos produtos e serviços nos mercados interno e externo.

A coordenação do Pólo de Excelência em Florestas vai ser sediada nas dependências da UFV - Universidade Federal de Viçosa, e terá papel decisivo na organização e fortalecimento das estruturas geradoras de conhecimento e tecnologias, formando recursos humanos, o que é imprescindível, e prestando serviços técnico-especializados, para a promoção do desenvolvimento sustentável do setor de base florestal.

Para sua implantação, o projeto, recebe o apoio da Fapemig - Fundação de Amparo à Pesquisa, e prevê a elaboração de um plano de negócios para definir o foco, o modelo de governança e sustentabilidade, a montagem do escritório de funcionamento e a manutenção da estrutura administrativa.

De imediato, Minas vai ganhar um Núcleo de Capacitação Técnica, um Centro de Inteligência Florestal e o curso de mestrado profissionalizante para a área, que será oferecido pela UFV.

Temos como parceiros as secretarias de Estado de Agricultura, pecuária e Abastecimento - Seapa, e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Semad, Universidades Federais de Viçosa - UFV, Lavras - Ufla, e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Sociedade de Investigações Florestais, Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Marcenaria de Ubá, Associação Mineira de Silvicultura, Sebrae/MG e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais - Faemg.

Com o Choque de Gestão promovido pelo Governo de Minas em 2003, foram instituídos os projetos estruturadores, para alavancar áreas prioritárias no estado. Dentre eles, foi criado o Projeto Estruturador Arranjos Produtivos Locais.

Desenvolvemos ações nos APLs Moveleiros, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, como a consolidação da Rede de Certificação e do Organismo de Conformidade de Produtos moveleiros, a criação da Rede de Design para os APLs e a implantação do Centro Minas Design.

O programa de pesquisa Uso múltiplo de Florestas Renováveis do Governo de Minas gera conhecimento e informação para o negócio florestal no Estado. Desde a sua criação, há oito anos, 50 projetos de pesquisa já foram apoiados em parceria com a Fapemig, por meio de sete editais induzidos, sendo cinco deles diretamente ligados à pesquisa em toda a cadeia de base florestal, e dois direcionados aos arranjos produtivos locais moveleiros.

Atualmente, uma parceria entre a Seapa, UFV e IEF - Instituto Estadual de Florestas, está promovendo a transferência de tecnologia em plantio e manejo de florestas na Zona da Mata.

Neste ano, o plantio de mil hectares de florestas de eucalipto foi acompanhado, ou seja, cerca de 350 pequenos e médios produtores rurais receberam todo apoio, por meio de transferência de tecnologia para as suas plantações. Até 2011, a meta é atingir 10.000 hectares.

A finalidade do projeto é orientar o produtor rural, inserindo uma alternativa de renda nas propriedades, localizadas nas cidades do entorno do Pólo Moveleiro de Ubá, e, conseqüentemente, ofertar madeira com características que atendam ao setor. A criação de uma base florestal na região era uma demanda antiga do Arranjo Produtivo Local de Ubá.

Paralelamente ao lançamento do Pólo de Excelência em Florestas, a Seapa promoveu a criação da Câmara Técnica de Desenvolvimento Florestal, um instrumento para definição de políticas públicas para o setor, que fortalecerá esse esforço empreendido em Minas. O déficit de matéria-prima no estado chega a 50%, para o abastecimento da indústria de base florestal. A meta é mudar esse cenário, com alternativas para gerar aumento de renda e preservação das matas nativas, consolidando o desenvolvimento sustentável no estado de Minas. (Alberto Duque Portugal -Secretário de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais)

Fonte: Revista Opiniões

POLI-USP desenvolve sistema inédito de tratamento de efluentes domésticos de esgoto

Uma pesquisa realizada na Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP) resultou num inédito sistema para tratamento de efluentes que possibilita o reúso da água de esgoto doméstico em atividades do setor produtivo.

O sistema piloto, que combina o tratamento por lodos ativados ao uso de membranas de ultrafiltração, foi o resultado do doutorado defendido por Ricardo Nagamine Costanzi no Centro Internacional de Referência de Reúso de Água da Poli.

De acordo com Costanzi, que é professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Londrina, o objetivo do estudo era contribuir com soluções que pudessem amenizar a escassez de água em São Paulo.

“A idéia era propor um sistema que pudesse tratar o esgoto e retornar a água com uma qualidade viável para reúso. Seria uma alternativa ao uso de água potável no processo industrial, que geralmente representa um desperdício financeiro e ambiental”, disse Costanzi.

O principal diferencial do sistema, segundo o pesquisador, é a combinação das duas técnicas. Nos sistemas convencionais, além de uma desinfecção com cloro, a água de esgoto passa por um tratamento com lodos ativados.

“Esses sistemas possuem bactérias que consomem substâncias como o carbono, o nitrogênio e o fósforo. Assim, a água pode ser devolvida aos rios e córregos com menos impacto ambiental”, explcou. Segundo Costanzi, o protótipo foi instalado no sistema de coleta de esgoto dos conjuntos residenciais da USP, na Cidade Universitária.

O novo sistema utiliza a mesma técnica biológica associada a uma nova etapa: um sistema de membranas capaz de reter as bactérias antes da desinfecção. “É um tipo de filtragem que deixa a água completamente livre das bactérias. Passam no máximo alguns vírus, que são facilmente eliminados com a desinfecção”, afirmou o cientista.

De acordo com o professor, a água produzida pelo sistema tem qualidade substancialmente melhor que a dos tratamentos tradicionais. “Fizemos diversos tipos de análises laboratoriais e constatamos que a presença de sólidos suspensos foi zerada. A membrana deixou passar apenas alguns sólidos dissolvidos e sais. Visualmente, parece água de torneira”, disse.

A membrana atua como uma barreira seletiva devido ao tamanho de seus poros e às características físico-químicas dos materiais que a compõem. Além de sistemas produtivos industriais, a água de reúso poderia ser utilizada para irrigação, lavagem de ruas e outras atividades que dispensem o uso de água potável, segundo Costanzi.

O pesquisador afirma que existem sistemas similares, mas nenhum deles aplicável ao tratamento de esgoto doméstico. “Como o piloto foi um sucesso, queremos estudar melhor os dados de operação e qualidade da água de saída para, em seguida, passarmos o sistema para uma escala maior”, afirmou.

O pesquisador diz que, para aplicação do sistema em grandes centros urbanos, será preciso estudar as condições logísticas de distribuição – as estações de tratamento precisam estar próximas das indústrias, já que a tubulação de água potável e esgoto não pode ser utilizada – e também o custo do processo, que não foi avaliado na pesquisa.

“Sabemos que, para ser viável, a água de reúso precisa custar entre R$ 1 e R$ 3 por metro cúbico. O próximo passo das pesquisas será definir os custos operacionais. Se conseguirmos um valor próximo desse, já valerá a pena, pois a qualidade da água é melhor”, declarou.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

UNIFESP abre edital para contratação de professores adjuntos

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) abriu edital para a contratação de 46 docentes para os campi Baixada Santista e Diadema. As inscrições vão até 7 de fevereiro.

O objetivo do concurso público é prover vagas de professor adjunto nível 1 em regime de trabalho de 40 horas semanais ou dedicação exclusiva. Das 46 vagas, 24 são para a Unifesp Diadema e 22 para a Unifesp Baixada Santista.

A remuneração inicial será de R$ 3.581,05 ou R$ 5.549,41, conforme o regime que o candidato optar. Além disso, é requisito para participação no concurso o título de doutor conferido por instituição brasileira ou, caso a pessoa tenha cursado doutorado em universidade estrangeira, revalidado por instituição nacional.

O boleto bancário e a ficha de inscrição devem ser obtidos no site do Departamento de Recursos Humanos da Unifesp. O valor das inscrições é R$ 89,52 para candidatos que optarem pelo regime de 40 horas e R$ 139,00 para candidatos em regime de dedicação exclusiva.

As inscrições devem ser feitas pessoalmente ou por procuração no campus de interesse do candidato, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h, até o dia 7 de fevereiro.

De acordo com informações da Unifesp, outro edital deverá ser publicado, até o fim de janeiro, com mais 21 vagas na área de Humanas para a Unifesp Guarulhos.

Mais informações: www.unifesp.br/pradmin/drh

Fonte: Agência Fapesp

MIT G-Lab compartilha experiência em empreendedorismo em Campinas

Representantes do MIT Sloan School of Management, escola de negócios do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, vão apresentar, no dia 24 de janeiro, em Campinas, a dinâmica de trabalho de seu laboratório de empreendedorismo, o G-Lab.

Trata-se do evento “MIT G-Lab: a experiência global em empreendedorismo do MIT e as empresas brasileiras”, onde alunos do curso de MBA do instituto vão explicar como funcionam os processos e a metodologia de trabalho do G-Lab, com foco nas atividades da DigitalAssets, empresa selecionada para o atual ciclo de consultorias.

O evento será realizado em inglês, sem tradução simultânea. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Agência de Inovação da Universidade Estadual de Campinas (Inova Unicamp).

Mais informações: www.inova.unicamp.br

Fonte: Inova / Unicamp