sábado, 19 de janeiro de 2008

Especialista afirma que desmatamento e urbanização desordenada contribuem para aumento da febre amarela

O desmatamento intenso, a urbanização desordenada de áreas rurais e as conseqüentes mudanças climáticas decorrentes de todo o processo colaboram para que doenças como a febre amarela se alastrem não só no Brasil, mas também em um grande número de países em todo o mundo. A afirmação é do médico epidemiologista José Cássio de Moraes, da Santa Casa de São Paulo.

O último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta crescimento não apenas do número de casos de febre amarela como também do número de países atingidos pela doença nos últimos 20 anos. “Toda essa mudança do ecossistema, o aquecimento global, chuvas intensas, calor, tudo isso é um facilitador de doenças por vetores", disse o Moraes. Ele destacou a grande preocupação mundial com o que tais mudanças podem representar de aumento desse tipo de doença.

Segundo Moraes, existe ainda outro agravante: a grande dificuldade de controle da transmissão pelo mosquito Aedes aegypti: Além do fácil acúmulo de água em recipientes, o combate ao mosquito transmissor com inseticidas tem uma grande limitação – o produto se espalha facilmente e é necessária a visita de agentes de controle de casa em casa para um combate efetivo às larvas. “Isso é praticamente inviável. Tem uma dificuldade ecológica importante na transmissão de doenças por vetores”.

O epidemiologista lembrou que, no início do ano 2000, houve um aumento de casos de febre amarela similar ao que se registra atualmente no país – em viajantes que visitaram regiões turísticas durante o período de férias, sobretudo nos estados de Goiás e de Mato Grosso.

“Na passagem do milênio, houve várias excursões a locais considerados exotéricos, como a Chapada dos Veadeiros [em Goiás] e a Chapada dos Guimarães [em Mato Grosso]. Tivemos um aumento razoável de casos de febre amarela em viajantes que foram para essas regiões e não estavam vacinados.”

Segundo ele, a invasão de terras para a criação de trilhas ecológicas com fins comerciais, como é o caso de regiões em Goiás e também em Minas Gerais, provocam grandes alterações no ecossistema, que podem levar o mosquito haemagogus a substituir o macaco pelo homem. “Os macacos vivem nas copas das árvores. O ciclo se forma e se mantém restrito ali. Na hora em que as árvores são destruídas e surge a presença de um outro primata, o ser humano, esse haemagogus vai substituir o macaco pelo homem”.

Moraes alerta que, se a expansão urbana em áreas rurais não for ordenada e equilibrada, a mudança pode acarretar não só o aumento de casos de febre amarela em escala mundial, como também de outras doenças transmitidas por vetores, como a leishmaniose e a malária. “Existe toda essa questão de desequilíbrio e ocupação desordenada, que traz este aumento de casos”.

Ele acredita que o quadro de febre amarela no Brasil é de uma epidemia localizada em população não-vacinada, que mora em regiões rurais ou que entra em contato com a mata onde podem ser encontrados macacos portadores do vírus da doença.

De acordo com o epidemiologista, a situação endêmica ocorre quando existe um número bastante reduzido de casos. Os surtos são registrados apenas em áreas restritas, como uma comunidade ou uma escola. Já o alastramento de casos é caracterizado como epidemia. “Qualquer caso que exceda aquele padrão de poucos casos já se considera epidemia”, afirmou Moraes.

Fonte: Paula Laboissière / Agência Brasil

Professores de odontologia da Unicamp lançam livros de atualização

Com base na pesquisa didática gerada nas salas de aula da pós-graduação, professores da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) organizaram quatro novos livros voltados para a atualização de profissionais da área, com ênfase em microbiologia e na prática clínica.

Os professores José Francisco Höffling e Reginaldo Bruno Gonçalves organizaram os livros Imunologia para Odontologia, Microscopia de luz (ótica) em Microbiologia – Morfologia Bacteriana e Fúngica, Isolamento e Caracterização de Fungos Patogênicos de Importância Médica e Microbiologia para Odontologia. Os dois primeiros já estão disponíveis nas livrarias e os outros serão lançados em breve.

Segundo Höffling, docente do departamento de Diagnóstico Oral, as pesquisas que geraram as obras fizeram parte do projeto de ensino aplicado na pós-graduação da FOP. Os 35 anos de atividade dos dois professores no setor possibilitaram a sistematização desse conhecimento na forma de livros.

“Os quatro livros são o resultado de muitos anos de trabalho de alunos sob a minha coordenação. Todos eles são de interesse para profissionais, professores e pesquisadores da área odontológica, médica e paramédica”, disse Höffling.

De acordo com o professor, o livro Imunologia para Odontologia é indicado para uma compreensão aprofundada dos problemas encontrados no dia-a-dia pelo profissional de odontologia.

“O livro aborda os estudos bioquímicos e genéticos que envolvem os mecanismos do sistema imunológico e deram origem à rápida evolução da compreensão dos processos biológicos dos organismos. Ele aprofunda o conhecimento sobre as infecções microbiológicas, os processos tumorais e o desenvolvimento de vacinas”, disse.

Microscopia de luz em Microbiologia – Morfologia Bacteriana e Fúngica, segundo o professor, fornece aos estudantes de odontologia um guia sobre o tema. “É um manual prático que não tem nenhum similar atualizado no Brasil e pode ser utilizado em cursos de todos os níveis. Dos quatro, este livro é o mais especificamente voltado para a odontologia”, declarou.

O livro de interesse mais geral, segundo Höffling, é Isolamento e Caracterização de Fungos Patogênicos de Importância Médica . “A micologia é uma ciência que envolve o estudo de um grande número de seres microscópicos ou macroscópicos como leveduras e fungos miceliais. O livro não pretende ser um tratado, mas sim propiciar um material didático com informações básicas e consulta acessível a estudantes”, afirmou.

A obra Microbiologia para Odontologia, segundo o professor, é voltada para os estudantes de odontologia, mas tem o objetivo de capacitá-los para o entendimento teórico dos eventos biológicos que envolvem microrganismos e suas conseqüências para o homem e animais.

“O livro é focado na odontologia como um segmento da microbiologia médica e clínica na área da saúde. O tema é fundamental para o conhecimento das patologias que envolvem a cavidade bucal e peribucal, em particular, e, de forma mais geral, para a capacidade de atuar sobre os eventos biológicos que envolvem microrganismos”, afirmou o professor.

Segundo Höffling, os dois últimos livros ainda não foram lançados, mas já estão disponíveis para quem quiser adquiri-los numa edição exclusiva. “Os quatro livros já estão catalogados pela Unicamp e pela Biblioteca Nacional do Livro, por isso já temos respaldo para distribuir os que ainda não foram lançados”.


Imunologia para Odontologia
Autores: José Francisco Höffling e Reginaldo Bruno Gonçalves
Mais informações: www.artmed.com.br

Microscopia de luz em Microbiologia – Morfologia Bacteriana e Fúngica
Autores: José Francisco Höffling e Reginaldo Bruno Gonçalves
Mais informações pelo e-mail.

Isolamento e Caracterização de Fungos Patogênicos de Importância Médica
Autores: José Francisco Höffling e Reginaldo Bruno Gonçalves
Lançamento: 2008
Mais informações e-mail.

Microbiologia para Odontologia
Autores: José Francisco Höffling e Reginaldo Bruno Gonçalves
Lançamento: 2008
Mais informações e-mail.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

CEITEC seleciona profissionais para diversas áreas técnicas

O Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) seleciona profissionais formados em diversas áreas técnicas, entre elas, Eletrônica, Mecânica, Química, Eletrotécnica, Refrigeração e Automação.

Para visualizar estas vagas, clique aqui.

Para visualizar outras vagas, clique aqui.

Os interessado devem enviar currículo para o e-mail.

O Centro
O Ceitec é um centro independente de excelência em tecnologia eletrônica, especializado no desenvolvimento e produção de circuitos integrados de aplicação específica (ASICs). O projeto tem como base a colaboração dos governos federal, estadual e municipal, de instituições de ensino e pesquisa e entidades empresariais.

Na forma de Centro multiusuário, o Ceitec colabora com o desenvolvimento de produtos e processos no campo da microeletrônica, com destaque para os setores de telecomunicações, informática, entretenimento, eletrônica embarcada e de consumo. Estará também em condições de fornecer infra-estrutura para a realização de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) e de formação de recursos humanos em microeletrônica.

Atualmente, o Ceitec trabalha na reforma estatutária da Instituição para qualificá-la como empresa pública, junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e na conseqüente formação de um quadro próprio de profissionais.

Fonte: Agência CT

Pesquisadores brasileiros e alemães estudam fósseis de samambaias

Pesquisadores do Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro, no interior paulista, estão realizando análises científicas de fósseis vegetais, principalmente samambaias, coletados no município de Filadélfia, no Tocantins.

A equipe, coordenada pelos docentes Dimas Dias-Brito e Rosemarie Rohn Davies, coletou cerca de 750 quilos de material, composto principalmente por fragmentos de caules e folhas de espécies de samambaias dos gêneros Tietea e Psaronius, que atingiam até 15 metros de altura.

Os pesquisadores estimam que o material têm cerca de 290 milhões de anos. Pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins e do Instituto Natureza do Tocantins, o órgão ambiental do governo daquele estado, também participam dos trabalhos.

As descobertas dos fósseis vegetais, que segundo os cientistas pertencem ao Período Permiano – entre 299 milhões e 250 milhões de anos atrás – ocorreram na Floresta Petrificada do Tocantins, área com aproximadamente 31 mil hectares.

Segundo Rosemarie, paleobotânica-chefe das expedições ao local das descobertas, o mais curioso é que os estudos da Unesp mostram que o material apresenta semelhanças com outros fósseis de samambaias também encontrados na cidade de Chemnitz, na Alemanha.

“Os fósseis de samambaias da Floresta Petrificada do Tocantins aparentemente têm uma maior relação com as amostras da Europa do que com materiais semelhantes encontrados em outras regiões do Brasil”, disse Rosemarie.

“Isso pode estar relacionado ao fato de o norte da América do Sul já ter apresentado conexão continental com a Europa e essas duas regiões terem estado na zona tropical. Temos que aprofundar os estudos para saber, por exemplo, o que teria sido responsável pelas diferenças entre as floras do sul e do norte do Brasil. Provavelmente isso se deve a questões climáticas”, explica.

Rosemarie explica que, entre as plantas existentes atualmente, a mais parecida com os fósseis encontrados em Tocantins é o xaxim (Dicksonia sellowiana), que não ultrapassa três metros e é nativo da Mata Atlântica, especialmente dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Devido às semelhanças dos fósseis encontrados no Brasil e na Alemanha, a Unesp assinou um acordo de cooperação com o Museu da Natureza de Chemnitz para a realização de trabalhos conjuntos e intercâmbio de estudantes e docentes.

Três estudos de doutorado em andamento no IGCE e orientados por Rosemarie abordam, entre outras questões, a descrição das espécies de samambaias encontradas no Tocantins e detalhes do processo de fossilização. “Já estamos enviando alunos para a Alemanha para aprofundar essas questões” afirma.

O estudo desses vegetais, diz a professora, também permitirá a investigação de temas como as características externas e internas dos fósseis e o ambiente no Período Permiano onde a vegetação original foi depositada.

Fonte: Thiago Romero /Agência Fapesp

O som do silêncio

Influence of silence and attention on tinnitus perception

Uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) indica que, dependendo do nível de silêncio e do grau de atenção, pessoas com audição normal podem ouvir ruídos fantasma passíveis de ser confundidos com o zumbido, um problema que afeta cerca de 17% da população mundial.

O estudo, resultado da tese de doutorado da fonoaudióloga Keila Knobel e orientada por Tanit Sanchez, teve parte de seus resultados publicados na revista Otolaryngology – Head and Neck Surgery, editada pela Academia Norte-Americana de Otorrinolaringologia.

De acordo com Keila, o estudo avaliou 66 pessoas com audição normal, que não sofrem com nenhum tipo de zumbido. Os participantes foram isolados numa câmara silenciosa onde nenhum ruído foi emitido.

Recebendo orientação de focar a atenção nos estímulos auditivos, 68% deles ouviram zumbidos e outros ruídos, mesmo com a cabine em completo silêncio. Quando a atenção era orientada para estímulos visuais, 45,5% ouviram os ruídos. Quando os participantes se dedicaram a uma tarefa, apenas 19,7% ouviram ruídos.

“Foi muito visível o efeito da atenção sobre a percepção do zumbido no silêncio. Hoje, a principal orientação dada aos pacientes que sofrem com o problema é que evitem o ambiente silencioso. Mas agora vemos que pode ser importante também mudar o foco da atenção. Essa constatação pode levar a uma aplicação clínica”, disse Keila.

Segundo a pesquisadora, um conhecido estudo realizado em 1953 constatou que 94% das pessoas colocadas numa câmara silenciosa relataram algum tipo de ruído. Desde então, acredita-se que quase todo mundo tem algum tipo de zumbido, mas que a maioria não percebe graças ao som ambiental que encobre os ruídos.

“Foi um estudo marcante, mas tinha falhas metodológicas, pois eles não chegaram a avaliar previamente a audição dos participantes. Nosso estudo mostra que o zumbido ocorre em pessoas totalmente saudáveis, mas em proporção bem menor do que se acreditava. Por outro lado, constatamos que a atenção da pessoa influencia decisivamente”, afirmou a cientista.

O teste foi dividido em três etapas. Na primeira, antes de os participantes entrarem na cabine acústica, os pesquisadores avisaram que poderiam ouvir um ruído ou não. A grande maioria (68%) ouviu algum tipo de zumbido ou outros ruídos.

Na segunda etapa, os participantes foram informados de que poderiam perceber alguma alteração na iluminação da cabine. “Com a atenção na via visual, 45% das pessoas disseram que não viram mudança na luz, mas que ouviram ruídos, que na verdade eram percepções auditivas fantasma, já que não correspondiam a sons no ambiente”, disse.

Na última etapa, os voluntários foram orientados a montar um quebra-cabeça conhecido como Torre de Hanói, que consiste em organizar discos de madeira de diferentes tamanhos em três pinos, freqüentemente usado como procedimento para avaliação da capacidade de memória de trabalho.

“A pessoa sempre era induzida a pensar que estava fazendo um experimento de atenção. Com a concentração na tarefa, o número de participantes que relatou ter ouvido o ruído fantasma diminuiu para 19,7%”, declarou Keila.

Alucinações auditivas
Um fator que chamou a atenção dos pesquisadores foi a qualidade dos sons relatados pelos participantes. A maior parte deles (58%) ouviu sons que não são característicos de quem sofre de zumbido no ouvido e sim de típicas alucinações auditivas.

“Geralmente, quem tem zumbido no ouvido em ambiente silencioso descreve o ruído como um apito, uma cachoeira, uma cigarra, um grilo e outros sons contínuos. Nesses casos, as pessoas ouviram vozes de pessoas, bebês chorando e latidos de cachorros.”

Apenas 20% dos que relataram zumbidos disseram acreditar que o som era proveniente de seus próprios ouvidos. “Os outros acharam que ouviam realmente um som no ambiente. Algumas pessoas relataram, por exemplo, que me ouviram andar de salto alto fora da cabine. Mas eu permaneci sentada todo o tempo.”

De acordo com Keila, os relatos indicam que, assim como o zumbido pode estar presente em pessoas saudáveis, o modo de funcionamento normal do cérebro parece fornecer em si mesmo um substrato para as alucinações auditivas.

“É possível que o cérebro normal tenha mecanismos de geração de alucinações auditivas quando se encontra em presença de silêncio e com a atenção voltada para a audição. Provavelmente a atenção ativa o córtex auditivo mesmo no ambiente silencioso”, explicou.

A pesquisadora destaca que o zumbido no ouvido não é uma doença. Apenas 25% das pessoas que ouvem o zumbido o vêem como um problema e procuram ajuda médica. Um zumbido da mesma intensidade pode gerar diferentes reações.

“Uma pessoa pode ignorá-lo e conviver com ele sem dificuldade, enquanto outra pode sofrer profundamente. O efeito vai depender das associações que se vá fazer com o ruído."

O artigo Influence of silence and attention on tinnitus perception, de Keila Knobel e Tanit Sanchez, pode ser lido por assinantes do Otolaryngology – Head and Neck Surgery em http://www.otojournal.org/.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

Sebrae oferta cursos via internet

Uma maneira prática para que o empreendedor ou empresário possa ter acesso ao conhecimento sobre a gestão de um negócio. Com essa perspectiva, desde 2001 o Sebrae desenvolve cursos de educação a distância (EAD) pela internet. Até o dia 28 de janeiro, os interessados em participar dessa programação podem se inscrever pela internet no site http://educacao.sebrae.com.br .

Cerca de 700 mil pessoas já participaram gratuitamente dos cursos de Educação a Distância do Sebrae via Internet, que são 'Iniciando um Pequeno Grande Negócio (IPGN)', 'Aprender a Empreender', 'Como Vender Mais e Melhor', 'Análise e Planejamento Financeiro' e 'D-Olho na Qualidade'. O aluno dispõe de 60 dias para concluir o curso IPGN e de 30 dias de prazo para cada um dos outros.

Todos os meses, exceto em dezembro, são abertas novas turmas. O Sebrae espera a participação de 30 a 40 mil alunos mensalmente em 2008. O número é mais de 100% superior à média mensal do ano passado. "Estamos apostando em melhorar nossa estrutura para atender mais pessoas", informa Mário Lúcio Larios, da equipe de EAD do Sebrae.

Para participar dos cursos, o interessado deve entrar no site e se cadastrar. A partir daí, pode fazer a sua matrícula. Normalmente com uma rotina muito atarefada, o empresário tem no sistema de aprendizagem pela internet a oportunidade de estudar nos horários de sua conveniência.

Todos os cursos têm o propósito não apenas de transmitir o conhecimento como o de desenvolver competências para que o aluno possa aplicar o que aprende em seu cotidiano de empreendedor, em temas relacionados a análise do mercado, escolha do ponto onde montará sua empresa, importância do bom atendimento, controle das receitas, gastos das empresas e várias outras questões.

No ambiente virtual, o estudante tem acesso a todo o material do curso, que inclui textos, exercícios e ilustrações. O empreendedor pode fazer o download desse material, para imprimir e estudar quando não houver possibilidade de usar um computador.

Junto ao conteúdo didático, o aluno tem a oportunidade de se comunicar por e-mail com os tutores do seu curso, profissionais responsáveis pelo seu acompanhamento e que podem tirar dúvidas, passar informações adicionais e opinar sobre o processo de aprendizado. Os tutores trabalham sob orientação dos tutores-coordenadores.

Os cursos de educação a distância são realizados totalmente pela internet. Após estudar 100% da programação, o aluno recebe pelo correio um certificado de conclusão. O documento chega em um prazo de até 90 dias, mas o aluno também tem a opção de imprimi-lo do site.

Informações sobre os cursos no site http://educacao.sebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae de Notícias