sábado, 5 de janeiro de 2008

28th EARSeL Symposium and Workshops

Following a successful first call we would like to let you know that, due to some requests, the organising committee decided to _extend the due date for abstract submission_ for the forthcoming 28th EARSeL Symposium "REMOTE SENSING FOR A CHANGING EUROPE" 2-5 June 2008,Istanbul, Turkey to: Friday, 11 JANUARY 2008.

Please submit your one page abstract via the website interface, available at http://www.conferences.earsel.org. For details on the conference please visit www.earsel28.itu.edu.tr.

Contributions are welcome on the following topics:
Geoinformation and remote sensing
New sensors and instruments
Image processing techniques
Data fusion
Imaging spectroscopy
Radar remote sensing
land use and land cover
LIDAR
Urban remote sensing
Land degradation and desertification
Hydrology, land ice & snow
Coastal Zone
Forestry
Agriculture
3D spatial analysis
Remote sensing for archaeology and heritage
Time series analysis
Hazards and disasters
Education and Training
World Heritage

In addition, you are cordially invited to contribute to three workshops to be held back-to-back with the Symposium:

1) 4th Workshop of the EARSeL Special Interest Group on Developing Countries, in conjunction with GISDECO 8, 8th workshop of the GIS in Developing Countries network, with field excursion to the Black Sea, 4-7 June 2008, Istanbul, Turkey, http://www.earsel-dc.uni-hannover.de/
Due date for abstract submission: 11 January 2008

2) 3rd Workshop of the EARSeL Special Interest Group Geological
Applications: "SEISMIC HAZARDS", 6-7 June 2008, Istanbul, Turkey, with
field excursion to the Gulf of Izmit area, http://www.earsel.org/?target=announce/earselevents
EXTENDED ABSTRACT SUBMISSION DATE: 11 January 2008

3) 1st Workshop of the EARSeL Special Interest Group Education and Training, "EARTH OBSERVATION: From Research to Teaching in Schools and Universities, 6 June 2008, Istanbul Turkey, http://las.physik.uni-oldenburg.de/SIG-ET/1st-workshop/
Due date for abstract submission: 17 March 2008
We look forward to welcoming you to Istanbul,

Other informations: http://www.earsel.org or phone: +49-511-762 2482, fax: +49-511-762 2483 or e-mail.

Source: Earsel

Brasileiros participam de uma das principais descobertas de 2007

A revista Science publicou, na edição de 9 de novembro de 2007, um estudo realizado no Observatório Pierre Auger, na Argentina, que envolveu 370 cientistas de 17 países e demonstrou que os raios cósmicos de energia extrema teriam origem nos buracos negros supermassivos situados no centro de galáxias vizinhas.

No mês seguinte, a descoberta foi consagrada entre as mais importantes do ano, nas listas da Associação Norte-Americana de Física, da revista Nature e da Science, na qual figurou como terceira principal conquista científica de 2007.

Com o trabalho, os autores desvendaram um mistério que persistia desde o início do século 20 – quando o fenômeno foi descoberto – e inauguraram a era da astronomia de raios cósmicos, segundo Carlos Ourivio Escobar, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um dos autores brasileiros do estudo.

Até então, a ciência desconhecia como esses raios cósmicos – cuja energia pode superar em 100 milhões de vezes a do mais poderoso acelerador de partículas disponível atualmente – eram produzidos, de onde vêm e como se propagam no espaço.

A extrema importância da descoberta, segundo Escobar, se deve ao fato de que ela abre todo um novo campo na física e uma nova janela para observar o Universo. Conforme a ciência acumular mais dados, o conhecimento sobre raios cósmicos aumentará a ponto de serem transformados em uma nova ferramenta para a observação de objetos astronômicos.

O Observatório Pierre Auger, a maior instalação voltada para a detecção e o estudo de raios cósmicos de altíssima energia, com 3 mil quilômetros quadrados, tem a FAPESP como um dos órgãos financiadores. O projeto conta com a participação de representantes de diversas universidades e centros de pesquisa brasileiros.

Recursos valiosos
“Há várias razões para o sucesso desse projeto. Tivemos um longo período de testes, no qual foram avaliadas em campo, de maneira real, todas as tecnologias usadas. Apenas quando nos certificamos da adequação dessas tecnologias ao projeto passamos à construção em larga escala de todos os componentes do observatório”, disse Escobar.

Outra razão para o sucesso, segundo ele, é a maneira como um grande projeto desse tipo é organizado. “Há instâncias para a discussão e decisão de aspectos políticos, científicos, técnicos e orçamentários. Todas essas instâncias se comunicam e se respeitam. Isso minimiza a possibilidade de erros ou decisões irreversíveis”, explicou.

Mais um aspecto que favoreceu o trabalho, segundo Escobar, foi a coesão do grupo, cujo núcleo central trabalha em conjunto desde 1994. “Além disso, a decisão de construir um observatório gigantesco, que no princípio parecia muito ambiciosa, provou ser correta. Foi a única maneira de se estudar o problema da origem e natureza dos raios cósmicos de altíssimas energias”, afirmou.

A energia desse tipo de raio cósmico ultrapassa a escala de 40 vezes 10 elevado a 18 elétrons-volts. Mas se trata de fenômeno bastante raro: chegam à Terra em uma taxa de uma partícula por quilômetro quadrado a cada século.

Por isso, em um observatório de 1 quilômetro quadrado, seria preciso esperar cem anos para colher uma partícula. Ou seria preciso ter um observatório imenso. É o caso do Pierre Auger, cujos 3 mil quilômetros quadrados possibilitaram a observação de 30 partículas em um ano.

Escobar comentou ainda as vantagens da participação brasileira no projeto. “Do ponto de vista brasileiro, aprendemos muito nesse projeto com o gerenciamento de uma grande colaboração que movimenta grandes recursos e, principalmente, com um envolvimento forte de indústrias nacionais em todo o processo”, disse.

O projeto teve ainda um retorno inestimável, segundo ele, em relação à formação de recursos humanos. “Um grande número de estudantes de pós-graduação e pós-doutores passou e ainda passará pelo projeto. Praticamente todos se mantêm ativos na área ou em áreas correlatas e alguns foram para a indústria com bastante sucesso”, disse.

Escobar destacou também o papel das agências de fomento. “A FAPESP esteve presente desde o primeiro instante. O CNPq, por meio do Pronex, também, e, mais tarde a Finep”, disse.

Mais informações: www.auger.org

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

5º Curso de Verão do Instituto de Biociências de Botucatu - IB-Unesp

A Universidade Estadual Paulista realizará, de 11 a 16 de fevereiro, a quinta edição do Curso de Verão do Instituto de Biociências de Botucatu (IB-Unesp).

“Manipulação de ácidos nucléicos: do DNA ao produto gênico” será o tema abordado no evento, promovido pelo Departamento de Morfologia do IB-Unesp.

Entre as atividades propostas estão práticas laboratoriais e palestras direcionadas a pesquisadores e estudantes das mais diversas áreas da biologia molecular.

Mais informações: http://www.ibb.unesp.br/

Fonte: Agência Fapesp

1º Workshop de Matemática Computacional, Estatística e Computação

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos promoverá, de 11 a 22 de fevereiro, o 1º Workshop de Matemática Computacional, Estatística e Computação.

O evento contará com cursos de longa duração, minicursos e palestras dirigidos a membros da comunidade acadêmica e a profissionais das áreas relacionadas. As inscrições podem ser feitas até 20 de janeiro.

“Aplicações de processamento de imagem na robótica móvel”, “Coletas de dados e inferência estatística”, “Modelos simétricos transformados”, “Otimização matemática e aplicações”, “Simulação numérica de escoamentos turbulentos com partículas” e “Reconhecimento de voz” serão alguns dos assuntos abordados.

Mais informações: www.icmc.usp.br/~verao-mcec

Fonte: Agência Fapesp

ICGEB - Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia recebe propostas até 15 de março para programas de pesquisa colaborativa

Termina no dia 15 de março o prazo para que as instituições de ensino e pesquisa brasileiras, interessadas em participar da programação de 2009 do Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia (ICGEB, na sigla em inglês), apresentem propostas para programas de pesquisa colaborativa, encontros e cursos do centro.

As propostas devem ser encaminhadas ao escritório do centro no Brasil, representado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

A iniciativa visa a estimular a interação entre o ICGEB e sua rede de centros afiliados, além de criar programas específicos aos dois países participantes em áreas como saúde pública, indústria e meio ambiente, botânica, agricultura e ciências básicas.

Segundo o MCT, a duração máxima dos programas de pesquisa colaborativa é de 36 meses. Já os cursos teóricos e práticos têm duração de uma a duas semanas e são realizados nos dois centros de pesquisa do ICGEB: em Trieste, na Itália, e em Nova Déli, na Índia, e também em instituições de ensino e pesquisa dos 55 países membros que o compõem.

Os candidatos ao Programa de Bolsas de Estudos para os cursos de doutorado e pós-doutorado têm até 31 de março para concorrer a vagas. Apenas o Programa de Doutorado-Sanduíche não tem data-limite de inscrição.

Para os cursos de doutorado e pós-doutorado, as bolsas flexíveis e de curta duração são oferecidas apenas para pesquisa colaborativa em andamento entre pesquisadores. O Programa de Doutorado-Sanduíche é destinado a alunos que estejam envolvidos em projeto de doutorado em seu próprio país e estejam estudando assuntos correlatos a uma das áreas de pesquisa dos grupos vinculados ao centro.

O ICGEB foi criado em 1983 pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) com o objetivo de promover a cooperação internacional para o desenvolvimento e a aplicação pacífica da engenharia genética e da biotecnologia, particularmente entre os países em desenvolvimento.

No Brasil, o centro é coordenado pela Coordenação de Biotecnologia da Secretaria de Política e Programas de Pesquisas e Desenvolvimento do MCT.

Mais informações: www.mct.gov.br/index.php/content/view/4969.html

Fonte: Agência Fapesp

84% da frequencia dos alunos do programa Bolsa Família é monitorada

Pela primeira vez desde que começou a ser monitorada, a informação da freqüência escolar dos beneficiários do programa Bolsa Família foi superior a 84%. Dos 15,5 milhões de alunos do programa, 13,1 milhões foram acompanhados, informa o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome.

O progresso na coleta de dados, segundo a secretária nacional substituta de Cidadania do ministério, Lúcia Modesto, ocorre desde o início do acompanhamento da freqüência pela internet, feito juntamente com o Ministério da Educação.

"Um sistema deste ministério é disponibilizado para todos os municípios, que nele lançam as informações sobre a freqüência escolar. Os dados são consolidados e encaminhados ao Ministério do Desenvolvimento Social, contendo os nomes dos que cumpriram o mínimo de 85% de comparecimento e dos que não o cumpriram, incluindo os motivos – alguns desses descumprimentos são considerados falta justificável", explicou.


Em outubro de 2004, o governo federal recebeu informação de 6,3 milhões do total de 12,3 milhões de alunos. Em 2005, foi registrada freqüência de 10,1 milhões de crianças e adolescentes, de 13,3 milhões de beneficiadas.

Os municípios dos estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Paraíba tiveram o maior registro de freqüência, com média acima de 89%. Já Amapá, Bahia, Distrito Federal e Pernambuco, informaram freqüência de 80%. “No último ano, nós conseguimos um incremento de 22% no acompanhamento de todos os alunos e tentaremos manter esse acréscimo, para no final de 2008 cheguemos perto de 100% de acompanhamento”, afirmou a secretária.

Lúcia Modesto destacou o esforço desses municípios em acompanhar a freqüência desses alunos. “São 15,5 milhões de alunos e os municípios têm que acompanhar essa freqüência de dois em dois meses. Essa é uma informação fundamental, não para punir as famílias em relação ao descumprimento, mas sim para que se possa adotar medidas e ações destinadas às crianças que não estão comparecendo à escola. Muitas vezes, os motivos podem ser violência doméstica, doença, trabalho infantil”, lembrou.

Desde 2004, mais de 30 famílias já foram excluídas do programa, por não cumprirem as normas. A secretária informou que os motivos que levaram as crianças e adolescentes a não cumprirem as regras são encaminhados pelos ministérios aos municípios, para que façam o acompanhamento dessas famílias e levem os alunos a freqüentar novamente as salas de aula.
Fonte: Agência Brasil