sábado, 1 de dezembro de 2007

Offre de Bourse Doctorale - SIMBIOS Centre

Je cherche un étudiant ou une étudiante, pour un programme de doctorat de 3 ans. La bourse couvre l'entièreté des frais de scolarité et procure um salaire adéquat. Les recherches se feront dans le cadre du Centre SIMBIOS, de l'Université d'Abertay, à Dundee (Ecosse), en partenariat avec l'un ou l'autre laboratoire en Europe.

L'objet des recherches est centré sur la modélisation du devenir de la matiere organique dans les sols en fonction de la température ambiante croissante, due au réchauffement climatique. Dans un premier temps, le thésard ou la thésarde passera en revue en détail les différents modèles disponibles à l'heure actuelle, et analysera leurs hypothèses de base.

Ensuite, le but des recherches sera de développer un modèle qui intègre non seulement les aspects microbiologiques et biochimiques de la dégradation de la matière organique, mais également les modifications de la structure et de la géometrie porale qui y sont associées, ainsi que les conséquences probables sur la rétention d'eau des sols, qui influence l'activité microbienne.

Les compétences souhaitées pour mener ces recherches incluent des connaissances de base en physique et microbiologie des sols, ainsi qu'en modélisation mathématique (programmation, description mathématique).

Date de début des recherches et de la bourse : fin janvier 2007 ou peu après.

Pour tous renseignements complémentaires, me contacter à l'adresse.

Professor Philippe Baveye
Editor in Chief, Journal of Hydrology
Chair of Soil Ecosystems Modeling
SIMBIOS Centre, Dundee, Scotland "
Fonte: SilvNet

Trabalho e distúrbios psíquicos em professores da rede municipal de Vitória da Conquista

Work and psychological distress among public school teachers in Vitória da Conquista, Bahia State, Brazil

O trabalho docente pode levar a pequenos distúrbios psíquicos. Essa foi a conclusão de um estudo que acaba de ser publicado nos Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O autor da pesquisa, Eduardo José Reis, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), trabalhou com uma amostra de 808 docentes da rede municipal de Vitória da Conquista (BA). O estudo apontou que 56% dos professores apresentaram distúrbios psíquicos classificados como “menores”.

“Apesar de não ser um quadro psiquiátrico já instalado, como uma neurose ou uma psicose, os distúrbios psíquicos ‘menores’ são manifestações que podem ser passageiras, mas que também podem se tornar bem mais graves”, explicou . “De qualquer forma, não deixa de ser um distúrbio que expressa um sofrimento acompanhado de uma sensação de frustração.”

Do total de 808 professores que responderam ao questionário preparado pelo pesquisador, 78% relataram sentir nervosismo, tensão e preocupação constantes, 60% disseram levar sustos com facilidade, 59% reclamaram de dores no estômago, 52% de dores de cabeça freqüentes e 49% contaram estar deprimidos ou tristes.

“Vários fatores podem explicar esse estresse, entre eles a jornada de trabalho extensa, o acúmulo de funções, o excesso de cobrança por parte dos alunos e a chegada do fim do ano, período em que os professores ficam mais saturados”, aponta Reis. O tempo médio de trabalho dos professores analisados foi de 10,4 anos.

O questionário incluiu perguntas sobre o estado sociodemográfico dos professores (renda, idade, sexo e situação conjugal), hábitos saudáveis (prática de atividade física e de lazer), aspectos do trabalho docente (horas semanais trabalhadas e número de turmas e alunos) e atividades domésticas (número de habitantes na casa, responsabilidade sobre os filhos e volume de atividades domésticas).

Para ler o artigo Trabalho e distúrbios psíquicos em professores da rede municipal de Vitória da Conquista, na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Thiago Romero /Agência FAPESP - 01/12/2005

UFT abre 190 vagas para professores e auxiliares de ensino

A Universidade Federal do Tocantins (UFT) abriu edital para provimento de vagas no cargo de auxiliar de ensino, professor assistente e professor adjunto. As inscrições para o concurso público se encerram no dia 10 de dezembro.

Serão oferecidas 191 vagas em diversas especialidades. O concurso será executado pela Comissão Permanente de Seleção da Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT) e realizado na cidade de Palmas.

Entre as disciplinas estão pedagogia, letras, arquitetura e urbanismo, direito, medicina, fisioterapia, educação física, odontologia, ciências contábeis, matemática, geografia, psicologia, história, ciências sociais, zootecnia e engenharias.

A remuneração inicial para o cargo de professor auxiliar em regime de 20 horas semanais será de R$ 1.410,47 e, em regime de 40 horas semanais, de R$ 1.782,87.

Os selecionados para o cargo de professor assistente receberão R$ 1.477,67 (20 horas) e R$ 2.428,95 (40 horas), enquanto a remuneração para o cargo de professor adjunto, em regime de 40 horas semanais, será de R$ 3.581,02.

Os candidatos devem ter nacionalidade brasileira ou ser estrangeiro com permissão para trabalhar e residir no território nacional, além de estar em dia com as obrigações eleitorais.

Deverão ainda efetuar sua inscrição no concurso observando requisitos exigidos para o campus, curso e área a que deseja concorrer. A inscrição deverá ser feita exclusivamente por meio da internet, pelo site www.uft.edu.br

Fonte: UFT

Criadas comissões técnicas sobre serviços jurídicos e sistema de informações pela Confap

No último dia 29, em Florianópolis (SC), representantes das comissões técnicas criadas no âmbito do Conselho Nacional de Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), apresentaram os resultados do primeiro encontro dos grupos, iniciado na tarde de ontem. Paralelamente, as comissões se reuniram para discutirem duas áreas consideradas de extrema importância nas atividades operacionais das FAPs. São elas: serviços jurídicos e sistemas de informação.

As comissões foram compostas por técnicos ligados aos dois setores de cada FAP e que estavam presentes no encontro. Participaram técnicos das FAPs de sete unidades da Federação – Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Pará e Amazonas.

Para Odenildo Sena, presidente do Confap, o encontro dos dirigentes de FAPs representa uma reunião técnica, portanto de trabalho. Segundo ele, a preocupação que começa a vir à tona entre os presidentes das fundações é a de que é necessário que o resultado das reuniões se revertam em ações práticas. “Temos nos ajudado muito pouco. Nós, entre as FAPs, precisamos afinar o discurso e o conhecimento, para não enfraquecermos.” Odenildo destacou a importância de as fundações trabalharem na direção de ajustar e uniformizar procedimentos.

Serviços jurídicos
A comissão técnica de serviços jurídicos tem entre os seus objetivos eliminar a burocracia que impede as ações das FAPs; melhorar a operacionalização dos processos internos das fundações (informatização); e compartilhar a interpretação de processos.

Como resultado dos trabalhos realizados ontem e hoje, a comissão de serviços jurídicos apresentou a proposta de uma medida provisória que altere a Lei de Licitações e Contratos (nº 8.666/93). A proposta seria a de incluir o inciso 29 no artigo 24 da legislação, que fala dos casos em que a licitação é dispensável. A redação seria a seguinte: “na aquisição de bens, serviços e mão-de-obra com recursos oriundos exclusivamente de programas de subvenção econômica à inovação tecnológica, nos moldes previstos na lei 10.973/04 (Lei de Inovação), bem como na legislação estadual correspondente”.

A proposta ainda poderá será aprimorada e aprovada pelos dirigentes do conselho, antes de ser encaminhada ao ministro da C&T.

Sistema de informação
Essa comissão teve como ponto de partida três objetivos. São eles: elaboração de indicadores; compartilhamento e implementação de sistemas de gestão estratégicos de CT&I e intercâmbio de melhores práticas; e a identificação de software para realização de procedimentos informatizados.

Como proposta levada aos dirigentes das FAPs presentes, o grupo sugeriu a criação do Sistema de Indicadores de CT&I das FAPs (SIFAPs). Neste sistema, seriam feitas perguntas às FAPs, ao MCT, às agências federais e outros. A partir das respostas serão definidos quais indicadores seriam necessários para responder às questões; um outro passo seria o de como obter os dados para compor os indicadores (via prospecção, via sistemas de informação e outros); e, ainda, seria identificada e criada uma forma de manter o projeto SIFAPs.

Outra proposta desse grupo foi a de estabelecer os sistemas estaduais de gerenciamento estratégico. Nesses sistemas seriam identificados os processos operacionais, estratégicos e de transparência; como as ações estão sendo desenvolvidas, levando-se em conta os aspectos gerais e específicos; e o que elas deveriam ter – identificar formas de padronização e metodologias.

Para a realização dessas atividades, os membros da comissão propuseram a criação de um grupo de trabalho permanente, multidisciplinar e multiinstitucional, composto por representantes de FAPs, secretarias, MCT, ministérios da Educação e Saúde, e outras instituições que compõem o Sistema Nacional de CT&I. O grupo deverá trabalhar para implementar essas duas propostas num prazo de três meses.

Para articular o SIFAPs, foi proposta uma parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) ou com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), entidade associada à ABIPTI.

Fonte: Fabiana Santos / Gestão CT

CGEE estuda descentralização dos Fundos Setoriais

O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) está elaborando um estudo de Avaliação dos Fundos Setoriais (FS) na perspectiva da descentralização.

Segundo Sofia Daher, coordenadora do estudo no centro, o objetivo da iniciativa é avaliar experiências de parcerias entre o governo federal e as fundações de amparo à pesquisa (FAPs).

Esse novo estudo foi apresentado dia 29, em Florianópolis (SC), durante as atividades do Seminário Interno e Técnico do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).

No âmbito da pesquisa será elaborado um quadro geral das informações consolidadas de programas desenvolvidos pelas FAPs com recursos federais. Serão identificados e analisados os mecanismos de gestão dos programas e, ainda, os seus resultados.

Primeiramente, a coleta de informações será feita com cinco fundações, depois será expandida a todas as unidades da Federação. Serão avaliados os projetos envolvidos com quatro editais dos programas Primeiros Projetos (PPP) e Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe), sendo dois editais de cada programa. Daher explicou que na primeira etapa das atividades será feita coleta de informações no MCT e nas agências nacionais. Entre as informações a serem coletadas estão as ações e os programas envolvidos.

“A idéia não é vigiar as FAPs, não vamos identificar os projetos que foram realizados e os que não foram. A intenção é identificar informações dos programas realizados, mecanismos utilizados, para obtermos um mapeamento desses dados, que podem contribuir para a compreensão dos recursos utilizados pelos FS em parceria com as FAPs”, explicou a coordenadora.

Daher informou que os formulários serão distribuídos na próxima semana às FAPs e que, primeiramente, o prazo para entrega dos dados preenchidos será no final do mês de janeiro de 2008.

O presidente do Confap, Odenildo Sena, ressaltou a relevância da iniciativa em conjunto com as fundações e solicitou que, num futuro breve, o CGEE possa realizar um trabalho mais completo, com maior abrangência sobre as ações das FAPs. “Essa iniciativa vem ao encontro do que conversávamos ontem: trabalharmos [Confap] em parceria com o governo federal e reunirmos dados das ações das fundações.”

Fonte: Fabiana Santos / Gestão CT

MDIC estuda lançar o Portal Brasileiro de Arranjos Produtivos Locais

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) estuda a criação do Portal Brasileiro de Arranjos Produtivos Locais. A informação foi dada por Armando Meziat, secretário do Desenvolvimento da Produção do ministério, aos participantes da 3ª Conferência Brasileira de APLs, no dia 27. O evento aconteceu em Brasília (DF).

Segundo Meziat, o portal conterá um sistema de informações em APLs e a atualização do levantamento dos arranjos de todo o país. A expectativa é que seja lançado no próximo ano.

O secretário destacou ainda que o esforço do governo federal concentra-se no sentido de orientar e coordenar as ações para promover o desenvolvimento regional e local, gerando empregos e renda e estimulando as exportações. Para o próximo ano, as ações do governo para os APLs serão de realização de eventos de consolidação da metodologia de organização dos arranjos; análise de crédito e inovação; e em consolidação de agendas de compromisso.

O fortalecimento e a ampliação dos APLs e a integração regional proporcionada pelo programa desenvolvido pelo MDIC em todo o país foram os pontos mais debatidos no evento.

Na ocasião, o secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, destacou que o ministério manterá a política de simplificação e desburocratização na abertura de novas empresas. Segundo informações publicadas pelo MDIC, atualmente o país possui cerca de mil APLs.

Participaram do evento representantes do Ministério da Integração Nacional, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Banco do Brasil (BB), do Banco do Nordeste (BNB), e da Caixa Econômica Federal (CEF).

Informações adicionais no endereço .

Fonte: Gestão CT

Consulta pública sobre a Lei de acesso aos recursos genéticos até 28/02

O anteprojeto de lei sobre acesso aos recursos genéticos, conhecimentos tradicionais e repartição de benefícios está sob consulta pública até o dia 28 de fevereiro de 2008.

Segundo informações do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o projeto irá substituir a medida provisória 2.186-16, de 2001, que é hoje a legislação que permite o acesso aos recursos genéticos e seus derivados, orienta à pesquisa e bioprospecção, e estabelece mecanismos para a repartição de benefícios com as comunidades indígenas e tradicionais.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, expõe na consulta que a relevância da matéria recomenda a sua ampla divulgação, a fim de que todos possam contribuir para o seu aperfeiçoamento. Os interessados em contribuir devem mandar sugestões para: Casa Civil da Presidência da República, Palácio do Planalto, 4º andar, sala 3, Brasília-DF, CEP 70.150-900, com a indicação “sugestões ao projeto de lei que dispõe sobre o acesso aos recursos genéticos e seus derivados”, ou pelo e-mail .

Ainda de acordo com o MMA, uma das novidades do anteprojeto é sobre a repartição de benefícios. Pela nova proposta, os benefícios serão direcionados para fundos públicos, os quais canalizarão os recursos financeiros arrecadados para projetos de pesquisa e conservação da biodiversidade e irão assegurar a sustentabilidade das comunidades indígenas e tradicionais. Na MP, a repartição de benefícios era vinculada à titularidade da área de ocorrência do recurso genético o que, segundo o ministério, criava empecilhos burocráticos e não assegurava retorno de benefícios para a conservação da biodiversidade.

Outra modificação proposta pelo governo, no anteprojeto, é a permissão de atividade de pesquisa independe de autorizações ou licenças. Já as atividades de bioprospecção passam a ter licenças automatizadas. Na atual legislação, eram necessárias autorizações para as finalidades de pesquisa, bioprospecção e desenvolvimento tecnológico. Segundo o MMA, estas autorizações exigiam muitos requisitos burocráticos e dependiam da aprovação por um conselho interministerial, que se reunia ordinariamente uma vez por mês.

O texto do anteprojeto de lei, sob consulta, pode ser conferido no endereço: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/consulta_publica/consulta_biologica.htm.

Fonte: Gestão CT

R$ 3 milhões para a realização de cursos na área de software

Entidades que têm o interesse de iniciar um curso de qualificação de mão-de-obra no setor de software receberão um apoio importante. Até o fim do ano, R$ 3 milhões serão liberados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Plano Setorial de Qualificação (Planseq), para a seleção de cursos nesta área.

O incentivo será dividido entre seis unidades da Federação: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os cursos deverão oferecer 300 horas/aula e abordar áreas de carência profissional existentes em cada região específica. A proposta é suprir, em um curto prazo, as demandas profissionais de empresas de software nesses locais. As instituições e governos que forem contemplados com o apoio financeiro do ministério deverão apresentar uma contrapartida de valor igual ao financiamento recebido.

Os números de vagas para os cursos disponíveis em cada unidade da Federal serão de 661 na Bahia; 300 no Distrito Federal; 140 no Espírito Santo; 662 no Rio Grande do Sul; 661 no Paraná; e 2.007 em São Paulo.

O Planseq para a área de software é um projeto piloto. Ele foi criado com base em inúmeras reuniões envolvendo o Ministério do Trabalho, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), entidades setoriais e representantes dos governos federal, estadual e municipal.

Mais informações, pelo telefone (61) 3317-6203.

Fonte : ABDI

Finep divulga resultado de editais de subvenção econômica, coagulação, cultura de algodão e Rede Genoprot

A Finep divulgou, nesta semana, o resultado de quatro chamadas públicas. Entre elas está o resultado final do edital de subvenção econômica. Os outros resultados publicados são dos editais fatores de coagulação, cultura de algodão e Rede Genoprot.

Subvenção Econômica
O edital MCT/Finep/Subvenção Econômica à Inovação – 01/2007 visa o apoio ao desenvolvimento de processos e produtos inovadores por meio do financiamento a projetos em cinco grandes áreas: tecnologias da informação, comunicação e nanotecnologia; biodiversidade, biotecnologia e saúde; inovações em programas estratégicos; biocombustíveis e energia; e desenvolvimento social. No dia 14 deste mês, a financiadora já havia publicado um resultado parcial, com 75 projetos aprovados. A nova lista traz 99 novas propostas, perfazendo um total de 174 selecionados.

De acordo com dados da Finep, em 2007, o edital apresentou evoluções em relação ao ano passado. Um exemplo está na quantidade de projetos escolhidos vindos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, 30% do total, em 2007, 18% a mais do que em 2006. Outro avanço foi no número de propostas provenientes de micro e pequenas empresas, 103 nesta edição. No ano passado, foram contempladas 91.

A quantidade de recursos disponíveis neste programa é de R$ 450 milhões. Os projetos receberão financiamento que variam entre R$ 383 mil e R$ 18,5 milhões.

De acordo com a Finep, os empresários que tiveram propostas aprovadas já devem começar a preparar a documentação necessária. A contratação e o pagamento da primeira parcela acontecerão ainda neste ano.

O resultado completo pode ser visto no endereço.

Fatores de Coagulação
Financiar um projeto cooperativo de pesquisa, desenvolvimento e inovação que busque a obtenção dos fatores VIII e IX de coagulação sanguínea. Este é o objetivo do edital MCT/Finep/MS/SCTIE/Decit – CT saúde e FNS – Fatores de Coagulação Sanguínea – 01/2007.

A proposta selecionada, pelo edital, aborda o escalonamento da aquisição dos fatores de coagulação mencionados recombinantes em bioreatores e ensaios pré-clínicos em camundongos hemofílicos. O projeto é desenvolvido pela Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto.

O resultado desta chamada pode ser conferido no endereço.

Cultura de Algodão
Oito projetos foram selecionados no âmbito do edital MCT/Finep – Ação Transversal – Tecnologias para a Cultura do Algodão – 07/2007. Ao todo, a chamada prevê o investimento de R$ 3 milhões nas propostas aprovadas.

O edital se propõe a financiar projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a cultura do algodão, direcionadas à agricultura familiar no Semi-Árido brasileiro. É considerado fundamental que os trabalhos busquem a redução do custo de produção e o aumento da produtividade.

Entre os selecionados, cinco são de entidades da Paraíba, uma de Pernambuco, uma do Rio Grande do Norte e uma de Minas Gerais.

A lista completa pode ser acessada no endereço.

Rede Genoprot
A chamada pública MCT/Finep/Ação Transversal – Rede Genoprot – 08/2007 tem o objetivo de financiar projetos de pesquisa interdisciplinares nas áreas de genômica e proteômica, que contribuam para a compreensão de processos epigenéticos e de controle da expressão gênica e protéica, que possam ser utilizados na geração de novos produtos e processos biotecnológicos.

Foram selecionadas 19 propostas, sendo 14 de universidades federais e estaduais. Os recursos disponíveis para o financiamento são da ordem de R$ 10 milhões.

A lista completa das propostas selecionadas pode ser conferida no endereço.

Fonte: Gestão CT

Genômica florestal brasileira em expansão

Tecnologias genômicas de alto desempenho, integradas aos programas de melhoramento florestal, estão abrindo novas perspectivas para o estudo de genes e genomas, facilitando a compreensão das relações complexas entre variabilidade genética e diversidade fenotípica. A genômica contrasta com a abordagem molecular tradicional do estudo de um ou poucos genes de cada vez, por permitir a análise, em paralelo, de milhares de genes, ou mesmo todos os genes de um organismo.

Ganhos extraordinários em produtividade e qualidade das florestas industriais de eucalipto têm sido obtidos nos últimos vinte anos no Brasil, aplicando-se os princípios da genética quantitativa, aliados a uma revolução nos procedimentos silviculturais, com destaque para a clonagem em larga escala de árvores elite. O que se espera da genômica é um outro salto equivalente, que permitirá, por exemplo, a seleção precisa de clones elite, em idade precoce, com base na identificação direta da constituição genômica superior, para características fisico-químicas da madeira.

O foco central da pesquisa genômica florestal tem sido o entendimento dos mecanismos genéticos, bioquímicos, moleculares e celulares envolvidos no processo de formação da madeira. O entendimento da ação conjunta e coordenada dos genes que controlam o processo de formação da madeira tem impacto significativo em questões aplicadas de eficiência industrial e diversificação de produtos florestais.

Por exemplo, um dos principais componentes do custo de produção, depois da madeira, é a utilização de reagentes químicos e energia associada, para converter madeira em papel. Isto custa para a indústria de celulose, em média, 50 US$/tonelada, totalizando cerca de 6,5 bilhões de dólares por ano. A maior parte deste custo envolve a separação química da celulose e da lignina, utilizando soluções alcalinas e altas temperaturas e pressão. A redução de lignina na composição final da madeira economizaria cifras substanciais no processo e ainda teria um impacto benéfico na diminuição da utilização de solventes químicos.

Espécies de Pinus e Populus têm sido objeto de projetos de pesquisa genômica nos EUA, Canadá e Suécia. Recentemente o consórcio internacional do genoma de Populus completou o sequenciamento do genoma de Populus trichocarpa, o primeiro completo de uma árvore, inteiramente disponibilizado no domínio público.

No Brasil, dois projetos de pesquisa do genoma do eucalipto foram iniciados paralelamente, entre 2001 e 2002. O projeto Forests, financiado pela Fapesp e por quatro empresas paulistas, anunciou, em 2002, a finalização de um banco de 120 mil seqüências de genes expressos de Eucalyptus grandis. O projeto Genolyptus, iniciado em meados de 2002, baseia-se numa parceria entre o governo federal, através do Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP- Fundo Setorial Verde Amarelo), o setor acadêmico e de pesquisa representado por sete Universidades e três centros da Embrapa e o setor privado com, hoje, 14 empresas florestais, 13 brasileiras e uma empresa portuguesa.

A formação desta rede representou um posicionamento estratégico importante das empresas brasileiras do setor na área de biotecnologia. Dificilmente cada uma delas, individualmente teria fôlego tecnológico para sustentar um esforço concentrado na área de ciências genômicas, que se caracterizam pela novidade constante, complexidade técnica, necessidade de equipes especializadas e uma imprevisibilidade do retorno efetivo, a curto/médio prazo, do investimento realizado.

Concebido dentro de um inovador espírito pré-competitivo, o projeto Genolyptus envolve mais de 60 pesquisadores de Universidades, Embrapa e empresas e há uma importante participação de estudantes de graduação e pós-graduação. O projeto baseia-se na geração de uma plataforma integrada de recursos experimentais e bases de dados genômicos para descobrir, mapear, validar e entender a variação subjacente nos genes e regiões genômicas de importância econômica em Eucalyptus, com ênfase no processo de formação da madeira e resistência a doenças.

O projeto Genolyptus completou, em 2004, uma coleção de mais de 130 mil seqüências, cobrindo os 30 a 40 mil genes do eucalipto, a partir de DNA de quatro espécies de Eucalyptus, buscando capitalizar nos potenciais interespecíficos do gênero. Indo além de um típico projeto genoma, entretanto, o projeto Genolyptus fundamenta-se numa estratégia de interconexão entre as diferentes tecnologias genômicas, experimentação de campo, tecnologia da madeira e fitopatologia.

Entre 2002 e 2003, foi instalada uma rede experimental, cobrindo as cinco regiões do país, consolidando assim uma base experimental florestal inédita em nível mundial, especificamente voltada para a investigação genômica do eucalipto.

A interação estreita entre os cientistas das instituições públicas e privadas tem permitido grandes avanços na área de tecnologia da madeira e de fitopatologia. Foram internalizadas novas metodologias de avaliação das propriedades químicas da madeira. Árvores que apresentam resistência às quatro doenças bacterianas ou fúngicas, alvo do projeto, foram identificadas. Mapas genéticos já permitiram a localização de segmentos do genoma que controlam as características de densidade da madeira, teor de celuloses e lignina e florescimento.

O Brasil é reconhecido mundialmente como um dos líderes no desenvolvimento e aplicação de inovações na área de genética e propagação florestal, notadamente de eucalipto.

Para a consolidação das novas ferramentas genômicas, como um instrumento adicional do melhoramento genético, é fundamental, entretanto, que o investimento privado brasileiro em pesquisa continue, seja através de parcerias público-privadas, bem como através de investimentos crescentes em projetos competitivos, interconectados com as estratégias e tecnologias da genética biométrica e melhoramento florestal.

Fonte: Dario Grattapaglia / Revista Opiniões / Sbef News

Abertas as inscrições para mestrado em C&T das Radiações pelo CDTN

O Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear(CDTN-CNEN), entidade associada à ABIPTI, lançou, na semana passada, edital de seleção para a turma de 2008 do mestrado em Ciência e Tecnologia das Radiações, Minerais e Materiais. As inscrições devem ser feitas até 11 de janeiro, via postal ou diretamente na Secretaria de Pós-Graduação do centro, em Belo Horizonte (MG).

O curso tem como objetivo formar pessoas com qualificação científica e tecnológica capazes de atuar em diversas áreas, com uma base sólida de conhecimentos relacionados às ciências exatas, ciências da terra, ciências da vida e engenharias.

O programa divide-se nas seguintes áreas: ciência e tecnologia dos minerais e meio ambiente (CTMI); ciência e tecnologia dos materiais (CTMA); e ciência e tecnologia das radiações (CTRA).

Poderão se inscrever graduados em ciências exatas e da terra, engenharias, ciências da saúde e ciências biológicas, que sejam diplomados em cursos com carga igual ou superior a 2.100 horas. Nos dias 23 e 24 de janeiro, respectivamente, os candidatos serão submetidos à prova de conhecimento técnico e de inglês.

Veja o edital completo em: http://www.cdtn.br/ensino/pos_graduacao.asp .

Fonte: CDTN

58 mil estudantes recebem bolsas de iniciação à pesquisa científica do CNPq

O Brasil possui 800 mil estudantes. Destes, 28 mil recebem bolsas de graduação e de ensino médio. Outros 30 mil, são voluntários na iniciação à pesquisa científica, é o que revela os dados apresentados pelo presidente do CNPq, Marco Antonio Zago, durante reunião da Comissão Nacional de Avaliação da Iniciação Científica (Conaic), na última terça-feira (27), em Brasília (DF).

“O programa de iniciação científica que temos hoje é de causar inveja a muitos pesquisadores estrangeiros”, avalia Zago, em texto publicado pelo CNPq. Para ele, o programa poderá, até mesmo, resolver o problema da falta de pesquisadores na pós-graduação em algumas áreas, como é o caso dos cursos de engenharias, onde o estudante se forma e parte para o mercado de trabalho. “Com este programa nós estamos investindo na cultura da pesquisa e atraindo os estudantes, durante a graduação, para conseguirmos mudar o quadro atual da pesquisa”, destaca o presidente.

Programa
O Programa de Iniciação Científica do CNPq é composto por outros três programas. São eles:

• Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), que concede cotas de bolsas para as universidades brasileiras concederem aos alunos de graduação;

• Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti), que estimula o estudante do ensino técnico e superior ao desenvolvimento e a transferência de novas tecnologias e inovação, por meio de cotas de bolsas para as instituições;

• Programa de Iniciação Científica Júnior (IC-Jr), que visa despertar a vocação científica dos estudantes de ensino fundamental e médio e de educação profissional da rede pública, incentivando os talentos potenciais à participação em atividades de pesquisa ou extensão científica ou tecnológica, com a orientação de um pesquisador qualificado.

Anualmente, o CNPq também lança um edital para conceder cotas de bolsas de iniciação científica diretamente a pesquisadores que apresentem suas propostas de pesquisa científica e tecnológica. Há ainda as bolsas concedidas como premiações, como exemplo, do prêmio Construindo a Igualdade de Gêneros, e por meio de convênios com outras instituições ou por programas de Olimpíadas.

Todas as ações representam um investimento de R$ 90 milhões, além dos recursos repassados por outras instituições, dos fundos setoriais e das parcerias com as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) de cada Estado.
Para a vice-presidente do CNPq, Wrana Panizzi, o programa de iniciação científica é uma das “jóias” do CNPq. E se encontra como um dos cinco programas mais importantes da agência de fomento.

Informações adicionais, pelo site www.cnpq.br .

Fonte: Gestão CT

Seminário - A Economia Digital como Forma para o Desenvolvimento Econômico, Geração de Emprego e Renda

A Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal (Sect) e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), instituição associada à ABIPTI, realizam, nos dias 10 e 11 de dezembro, o seminário “A Economia Digital como Forma para o Desenvolvimento Econômico, Geração de Emprego e Renda”. O evento acontecerá no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília (DF).

O seminário está dividido em painéis, que vão discutir temas sobre a inclusão da micro e pequena empresa na economia digital, parques tecnológicos e cidade digital. Participarão do evento o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, o secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Izalci Lucas, e o presidente da Comissão de C&T do Senado Federal, senador Wellington de Oliveira (PMDB-MG).

O seminário é voltado para profissionais e órgãos do governo do Distrito Federal, para representantes de empresas privadas que desenvolvem produtos de tecnologia ou serviços, de instituições acadêmicas, de centros de pesquisa, e para profissionais que atuam em áreas relacionadas à aplicação das tecnologias de informação e comunicação (TIC) para o desenvolvimento da economia digital.

Os interessados devem se inscrever no endereço http://www.camara-e.net/_eventos/seminario/ , onde poderão encontrar informações adicionais sobre o evento.

Fonte: Gestão CT

Pólo de Excelência em Florestas.é lançado em Minas Gerais

O governo do Estado de Minas Gerais lançou dia 28, em Belo Horizonte (MG), o Pólo de Excelência em Florestas. O objetivo é gerar soluções inovadoras para o setor florestal que consolidem o desenvolvimento sustentável da região, garantindo qualidade, competitividade e promoção social.

O pólo vai abranger as cadeias produtivas de carvão vegetal, celulose e papel, madeira e móveis, além de promover a integração entre lavoura, pecuária e floresta, para a conservação da água e do solo. A iniciativa vai promover, também, a integração entre o setor empresarial, universidades e instituições de pesquisa, articulando as cadeias produtivas, as instituições de financiamento, o governo e os parceiros.

O Pólo de Excelência em Florestas vai organizar e fortalecer as estruturas geradoras de conhecimento e tecnologias, formação de recursos humanos e prestação de serviços técnico-especializados, para a promoção do desenvolvimento sustentável do setor de base florestal. O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, afirma que a integração vai criar e atrair novos negócios para a cadeia produtiva.

Mercado
A iniciativa possibilitará, também, o desenvolvimento da infra-estrutura metrológica e de certificação para assegurar a qualidade, a competitividade e a inserção de produtos e serviços do pólo nos mercados interno e externo. O pólo terá um gerente executivo e um coordenador científico, que atuarão juntamente com o comitê gestor e com o comitê executivo, que ainda serão definidos.

O governador do Estado, Aécio Neves, afirmou, ontem (28), que estudos realizados por associações e entidades de pesquisa revelam que há um déficit de 50% no abastecimento à indústria de base florestal e que a demanda continuará crescendo para a produção de celulose, gusa, ferro liga, móveis e energia. Segundo ele, o centro de inteligência, que já começou a funcionar, poderá ainda evitar o corte de madeira nativa.

Geração de Empregos
Dados da Associação Mineira de Silvicultura (AMS) identificaram concentrações de plantações florestais com fins industriais em 129 municípios mineiros. O negócio, no Estado de Minas Gerais, representa, hoje, 7% do produto interno bruto (PIB) estadual, agregando R$ 3,8 bilhões em exportações e respondendo por cerca de 730 empregos na região. No país, a cadeira produtiva florestal contribui com a geração de 2,5 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos. Para cada US$ 1 milhão investidos nesse segmento, são gerados cerca de 160 novos empregos nas comunidades rurais.

O projeto recebe o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), que é uma instituição associada à ABIPTI, e prevê a elaboração de um plano de negócios para definir o foco, o modelo de governança e sustentabilidade, a montagem do escritório de funcionamento e a manutenção da estrutura administrativa. Serão lançados, ainda pelo governo, pólos de energia, de eletro-eletrônico e de biotecnologia, entre outros.

Fonte: Gestão CT