quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Representações Sociais de Meio Ambiente: A Reserva Florestal Adolpho Ducke

O uso da palavra “coisa” no discurso de alguém pode ter muito mais significado do que simplesmente falta de vocabulário. Em termos de análise de conteúdo, oferece detalhes sobre a maneira de pensar do indivíduo. A utilização repetida desse substantivo pode indicar, por exemplo, falta de conhecimento sobre o assunto evocado ou ausência de um termo apropriado para designar aquilo a que se quer dar nome. Ou seja, na falta de vocabulário apropriado, surge a palavra “coisa”.

Em pesquisa realizada com a população do entorno da Reserva Ducke, o substantivo foi citado diversas vezes quando as pessoas tentavam definir “meio ambiente”. De acordo com Genoveva Chagas de Azevedo, autora do estudo, a utilização de “coisa” no discurso dos moradores pode significar que, para eles, o conceito de meio ambiente ainda é algo muito abstrato. Ou ainda, ao utilizar uma palavra vaga, os moradores mostram um certo grau de desconhecimento em relação ao tema.

Um dos entrevistados disse que meio ambiente “significa muitas coisas, muitas coisas que a gente não sabe também”. Segundo a pesquisadora, eles não sabem ou não conseguem explicar o conceito de meio ambiente. Além da população do entorno, Genoveva coletou a opinião de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) que desenvolvem trabalhos na Reserva. Os resultados da análise foram publicados no livro “Representações Sociais de Meio Ambiente: A Reserva Florestal Adolpho Ducke”, publicado com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Um dos objetivos da autora foi entender qual a representação social (percepção coletiva) que moradores e pesquisadores têm do meio ambiente e da Reserva Ducke, ou seja, as idéias, as imagens, concepções e visões que eles têm sobre tais assuntos. Utilizando técnicas de associação livre de palavras e de entrevista semi-dirigida, Genoveva chegou a resultados bastante diferentes entre os grupos amostrados.

A representação social que os pesquisadores têm de meio ambiente está diretamente relacionada a aspectos conceituais da área de conhecimento a qual eles pertencem, ou seja, às características físico-químicas e naturais dos ecossistemas. Já para os moradores, meio ambiente está ligado ao senso comum – opiniões, informações veiculadas na imprensa e conversas informais com pessoas de seu convívio.

Em relação à Reserva Ducke, os pesquisadores apontam ter um significado pessoal e afetivo com o local, em razão principalmente das pesquisas desenvolvidas na unidade. Por outro lado, parte da representação social que a comunidade tem da Reserva traduz-se em um discurso de proibição e inacessibilidade. Esses sentimentos geram curiosidade em relação ao que a unidade de conservação abriga. Os moradores sabem que não devem entrar, mas não sabem explicar exatamente o porquê disso.

A pesquisa mostra que a população tem vontade de conhecer mais sobre a Reserva. Um dos moradores afirma: “Por uma parte, ela (a Reserva) é boa, ela é boa porque mais que (sic) a gente não possa entrar, eu pelo menos tenho curiosidade de entrar e conhecer tudo aí dentro, (...) mas eu tenho medo por causa da insegurança (sic), mas eu acho ótimo”.

Diante dos resultados do estudo, a pesquisadora sugere que o Inpa dialogue mais com a comunidade, explicando sobre a importância científica e ambiental do local. Genoveva recomenda ainda que o Instituto elabore uma cartilha ou um livro com linguagem acessível, a fim de que a publicação traduza o conhecimento científico para os moradores e os sensibilize para auxiliar a instituição a manter a Reserva protegida.

Pressão sobre a Reserva
De propriedade do Inpa, a Reserva Florestal Adolpho Ducke possui uma área de 100 milhões de metros quadrados de mata primária. Ela é utilizada como base de suporte para o desenvolvimento de pesquisas do Inpa e de outras instituições, portanto, seu acesso é controlado.

De acordo com a pesquisadora Maria Inês Higuchi, coordenadora do Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental do Inpa, a maior ameaça à unidade é a ocupação urbana. A proximidade da cidade com a área florestal já causou vários impactos à Ducke, como a existência de clareiras na floresta, a derrubada de árvores e a depredação da vegetação rasteira.

Além disso, há o uso inadequado de recursos naturais da reserva (madeira, frutas e animais) apesar da intensa vigilância. Os recursos hídricos já sofrem também a poluição que adentra centenas de metros no interior do local, segundo Maria Inês.

Serviço
Livro: Representações Sociais de Meio Ambiente: A Reserva Florestal Adolpho Ducke
Autora: Genoveva Chagas de Azevedo
Editora: Editoria da Universidade do Amazonas (Edua) / Editoria do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)

Fonte: Agência Fapeam

A Procura por Exoplanetas na Divisão de Astrofísica do Inpe

“A Procura por Exoplanetas na Divisão de Astrofísica do Inpe” é o título da palestra que será apresentada pelo Dr. Francisco José Jablonski nesta quinta-feira (29), às 19 horas, no auditório do Centro de Visitantes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), em São José dos Campos (SP).

Esta será a última palestra de 2007 do Ciclo criado há três anos pelos pesquisadores do Inpe para popularizar e esclarecer temas ligados à astronomia. As apresentações - gratuitas e abertas a toda a comunidade - acontecem todos os meses, com exceção do período de férias escolares.

Nesta oportunidade, o palestrante fará uma revisão a respeito dos exoplanetas já conhecidos, ou seja, os planetas que orbitam outras estrelas. “Mostramos quantos são conhecidos no momento e quais são as suas principais características. Também vamos mostrar como estes planetas são descobertos, explicando os métodos de velocidades radiais, trânsitos e eventos de lentes gravitacionais”, adianta o Dr. Francisco José Jablonski.

Ele destaca que ainda serão apresentados alguns resultados da colaboração PLANET, projeto internacional do qual participam astrônomos com acesso a telescópios em várias partes do mundo e que, em 2007, fez parte das atividades da Divisão de Astrofísica do Inpe.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone (12) 3945-7277, com Sônia. Há um limite de 40 vagas para cada palestra.

Mais informações no endereço http://www.das.inpe.br/palestras.htm .

Fonte: Agência CT

Bolsa de Doutoramento - Adaptación local y reclutamiento en Pyrus

Se busca candidato para solicitar una beca predoctoral dentro de la convocatoria FPU 2007 (http://www.mec.es/universidades/fpu/index.html ; fecha limite de solicitud 7 de Diciembre 2007).

El tema de la Tesis Doctoral es: "Adaptación local y reclutamiento en Pyrus bourgaeana Denec: consecuencias de las interacciones planta-animal en paisajes fragmentados". La tesis estaría co-dirigida por José María Fedriani y Miguel Delibes (Estación Biológica de Doñana, CSIC).

Los interesados deben tener un expediente academico no menor a 2 y deben estar dispuestos a realizar tanto trabajo de campo como trabajo de laboratorio. Se valorará experiencia en alguno de los dos campos así como conocimientos de inglés, informática o estadistica.

Los interesados deben contactar con Jose Mª Fedriani , Estacion Biologica de Donana (CSIC), Avda. Mª Luisa s/n, Sevilla 41013 Spain, Telfno: 34+954232340, Fax: 34+954621125 , http://www2.ebd.csic.es/fedriani

Fuente: CSIC

Aberto o 2º Congresso Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel

Com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, foi aberto ontem dia 27 , em Brasília, o 2º Congresso Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel.

Entre as novidades desta edição estão o crescimento no número de inscritos, que totalizaram 750 pessoas, e a ampliação do envio de artigos técnicos (305). Para o ministro, o evento é uma excelente oportunidade para serem analisadas estratégias e o planejamento de ações soberanas a nível nacional.

"Acredito que podemos promover, cada vez mais, uma articulação entre os resultados e a utilização concreta de novas rotas", afirmou Rezende. Ele também fez questão de salientar a importância da produção familiar e da Inclusão Social que o Programa Nacional do Biodiesel poderá propiciar.

Segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME), cerca de 100 mil agricultores já fazem parte do projeto, que está promovendo a consolidação do uso de novas oleaginosas e está presente em 42 fábricas, produzindo dois bilhões de litros por ano.

Representando o MME, o diretor de Energias Renováveis, Ricardo Dornelles, frisou os valores negociados nos sete leilões promovidos pelo Governo Federal.

Já o secretáro de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), disse que a pesquisa na área trará grande benefícios para o desenvolvimento. Ele também destacou a evolução da rede de tecnologia e da concretização de projetos com testes de motores em todo o País.

Testes
Outro diferencial do Congresso é a apresentação, para a rede de pesquisadores e autoridades presentes, do primeiro grupo gerador do País com motor movido a biodiesel puro (B100). Além do grupo gerador a B100, estará em destaque também uma apresentação de testes com motores.

Esse grupo gerador a B100 já alcançou êxitos, tendo sido lançado no mercado no final de outubro, com garantia de fábrica. As pesquisas foram desenvolvidas numa parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paraná e a empresa Maquigeral, com o apoio do MCT.

O Congresso faz parte do projeto de Consolidação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, iniciado em 2005 pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti), com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec/MCT).

O evento segue até sexta-feira (29), no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

Mais informações: www.2congresso.rbtb.abipti.org.br .

Fonte: Agência CT

CBAB - Centro Brasileiro Argentino de Biotecnologia - define calendário de cursos para 2008

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O Centro Brasileiro Argentino de Biotecnologia (Cbab) definiu nesta terça-feira (27) os próximos cursos que farão parte do calendário de 2008, em reunião do seu Comitê Assessor que termina hoje (28), em Brasília, com representantes dos dois países.

O Comitê julgou as propostas dos editais lançados no Brasil pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em setembro último, e na Argentina, pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva do Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia.

Foram selecionados os cursos a serem ministrados, sete dos quais no Brasil, e cinco na Argentina. O calendário deve ser disponibilizado ainda em dezembro.

Ontem, o Cbab reuniu seu Conselho Binacional, presidido pelo secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCT, Luiz Antonio Barreto de Castro. Os conselheiros fizeram um balanço das atividades de 2007, quando foram oferecidos nove cursos no Brasil e sete na Argentina.

Nesta reunião foi feita a indicação do novo comitê assessor, respeitando a permanência de 30% dos membros anteriores para a manutenção da memória do Centro, e transmitido o cargo de diretor binacional do Brasil para a Argentina, que cada país ocupa por dois anos. Assumiu agora a argentina Beatriz Mendes, substituindo o brasileiro Fábio de Oliveira Pedrosa.

Para os próximos anos foi sugerido pelo Brasil a integração de editais voltados também para a pesquisa e desenvolvimento no âmbito do Cbab. "Queremos reunir esforços para financiar projetos de grande porte, projetos pré-competitivos, de interesse dos dois países e que estejam voltados para uma biotecnologia aplicada nas indústrias. Queremos pensar o Centro para uma nova década", explicou Barreto de Castro.

Segundo o secretário do MCT, o desenvolvimento científico e tecnológico nos próximos 10 anos deverá ser muito maior do que o ocorrido nas duas últimas décadas.

A idéia agradou também os conselheiros argentinos e deve ser melhor discutida na próxima reunião do Centro, em maio de 2008.

Fonte: Rachel Mortari / Agência CT

IDH coloca Brasil no grupo de países de alto desenvolvimento humano

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil aumentou em relação ao ano passado e permitiu que o país entrasse pela primeira vez no grupo dos países de Alto Desenvolvimento Humano.

Em termos absolutos, o país ultrapassou a barreira de 0,800 (linha de corte) no índice — que varia de 0 a 1 —, considerada o marco de alto desenvolvimento humano.

Em termos relativos, o Brasil caiu uma posição no ranking de 177 países e territórios: de 69º, em 2006, para 70º este ano.

O IDH, calculado anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) foi divulgado nesta terça-feira e faz parte do Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 – Combater as Mudanças do Clima: Solidariedade Humana em um mundo dividido.

Neste ano, Albânia e Arábia Saudita ultrapassaram o Brasil, subindo respectivamente cinco e 15 posições no ranking. A ilha caribenha de Dominica, que estava acima do Brasil em 2006, ocupando o 68° lugar no ranking, caiu duas posições. No caso da Arábia Saudita,a revisão na forma de cálculo na taxa de matrícula foi o grande impulsionador da melhora do país.

Como já aconteceu no ano passado, o estudo usou indicadores que foram revisados e aperfeiçoados.
Parte destas variações resultou de atualizações feitas para a expectativa de vida em 62 países (revisão do impacto da incidência, transmissão e sobrevida dos infectados com HIV/AIDS). Esta revisão beneficiou o Brasil e a Albânia. A expectativa de vida no Brasil aumentou de 70,8 anos para 71,7. Na Albânia, o aumento foi de 73,9 anos para 76,2 anos, em média, graças a esta revisão. (*veja tabela*)

Da mesma forma, o PIB per capita foi ajustado para 159 países como o propósito de melhor refletir os preços correntes de 2005. Com estas revisões, o Brasil teria passado, já em 2004, para 71,5 anos de expectativa de vida, com 87.5% de taxa de matrícula e US$ 8.325 de renda per capita. O aumento efetivo correspondente ao ano de 2005 foi de 0.2 anos para expectativa de vida e US$ 77 para a renda per capita. Os dados da educação para o Brasil não foram disponibilizados pelo Instituto de Estatística da UNESCO para 2005, razão pela qual foram usados os dados de 2004 atualizados, refletindo de qualquer forma, uma melhoria da educação no país.

Por estas razões, qualquer comparação entre o IDH deste ano com o de anos anteriores deve ser vista com muita cautela. De fato, os dados recebidos a cada ano das agências internacionais apresentam valores para os anos mais recentes que estão disponíveis, assim como, revisões e atualizações que melhor refletem a situação dos países. Consequentemente, O PNUD recomenda que mais ênfase deve ser dada ao desempenho de longo prazo dos países que mostrem mudanças reais nas diferentes dimensões.

Sem levar em consideração as revisões de dados, que ocorreram para todas as dimensões do IDH, é possível afirmar que o IDH brasileiro cresceu de 0.792para 0.800. É importante notar que o progresso nos indicadores de desenvolvimento humano básico para o Brasil se deu de maneira consistente em todas as dimensões.

Ou seja, a melhora do IDH brasileiro, além de constante – desde 1975 todos componentes que formam o índice vêm apresentando melhora – é harmônica.

Quando comparamos o ranking do Brasil dentro das diferentes dimensões, podemos verificar como o Brasil está melhor posicionado nas dimensões educação e renda. Em particular, deve-se notar como a taxa de matrícula no Brasil situa-se entre as 36 mais altas do mundo.

Tendências de longo prazo
O IDH foi concebido para mostrar tendências na avaliação do desenvolvimento humano no longo prazo. Ele é um indicador com várias dimensões que não respondem a políticas de curto prazo. Isso é particularmente o caso da taxa de alfabetização de adultos e da expectativa de vida no nascimento. Por esta razão é fortemente recomendado que os indicadores sejam comparados em um período de médio a longo-prazo.

No caso do Brasil pode-se afirmar que a evolução dos indicadores de desenvolvimento humano mostra uma alta consistência entre 1990 a 2005.

Durante este período, a expectativa de vida cresceu mais que cinco anos e meio, o PIB per capita cresceu por volta de um sexto e as taxas de alfabetização dos adultos cresceu quase sete pontos percentuais. No entanto, foi a taxa combinada de matrícula que cresceu mais –quase 20 pontos percentuais. O resultado cumulativo destas mudanças foi uma progressão harmônica do desenvolvimento humano no Brasil.

Antes de o IDH ser calculado, convertem-se os indicadores de cada dimensão em índices usando os valores máximos e mínimos escolhidos para cada indicador (para mais detalhes sobre o cálculo do IDH, ver a *Nota Técnica 1*do RDH 2007/2008). A figura abaixo mostra a contribuição de cada componente para o IDH do Brasil desde 1975.

Avaliando o progresso do IDH brasileiro em relação ao dos outros países Desde a metade dos anos 1970, quase todas as regiões do mundo aumentaram progressivamente o seu IDH. A Ásia do Sul e Leste aceleraram o seu progresso desde 1990. A Europa Central e do Leste e a União dos Estados Independentes (CIS), após uma queda catastrófica na metade dos 1990s, já retornaram aos níveis anteriores a crise. A grande exceção é a Africa subsaariana. A região está estagnada desde 1990, parcialmente devido a uma crise econômica, mas principalmente como resultado dos efeitos catastróficos da AIDS sobre a expectativa de vida.

Na América Latina e Caribe, os 'vizinhos de IDH' mais próximos do Brasil em 2005 foram o Panamá e Dominica, nas posições 62 e 71 respectivamente.

Ao ingressar no grupo de países de alto desenvolvimento humano, o Brasil marca o início, mesmo que simbólico, de uma nova trajetória e de um novo conjunto de aspirações. O olhar deve voltar-se ao desempenho do conjunto de países latino-americanos que têm um desenvolvimento humano superior ao brasileiro, incluindo Argentina, Chile, Uruguai, Costa Rica, Cuba e México.

O Brasil possui indicadores de desenvolvimento humano inferiores em quase todas as dimensões.

Mais informações no site: http://www.pnud.org.br.

O relatório completo pode ser lido no site.

Fonte: PNUD

13º Congresso Florestal Mundial - 13º World Forestry Congress


A cidade de Buenos Aires foi escolhida como sede do XIII Congresso Forestal Mundial, que se realizará entre os dias 18 e 25 de outubro de 2009 e é organizado em conjunto pelo governo argentino e pela FAO.

O congresso está aberto a todas pessoas ou organismos interessados na temática florestal e se prevê a participação de 6.000 pessoas de todo o mundo. As atividades – que incluiram dissertações, mesas redondas, apresentações de posters, eventos paralelos, viagens de estudos técnicos – giraram em tono do tema principal, 'Desenvolvimento forestal: equilibrio vital'.

Tanto o Congreso como a Feira Forestal Internacional anexa acontecerá no prédio da feira 'La Rural' , um dos centros comerciais mais importantes de América Latina.

No encerramento do congresso os participantes participarão de viagens turísticas e técnicas por toda a Argentina. .

Os interessados devem visitar a página oficial do XIII Congresso Forestal Mundial 2009, http://www.cfm2009.org/ , onde encontrarão as últimas novidades relacionadas a organização do evento.

Outras informações poderão ser solicitadas pelo e-mail.

Fonte: XIII WFC

2º Workshop: Fenologia Como Ferramenta Para Conservação e Manejo de Recursos Vegetais Arbóreos

O evento tem como objetivo reunir pesquisadores, professores, estudantes e Instituições de pesquisas, para discutir e estabelecer propostas para o estudo das mudanças climáticas sobre os ciclos fenológicos e dos polinizadores das espécies arbóreas nativas dos ecossistemas brasileiros, a fim de investigar as conseqüências biológicas, econômicas, e sociais relacionadas com as mudanças climáticas observadas e preditas

O workshop ocorrerá entre os dia 04 a 07 de dezembro de 2007, no Hotel DEVILLE, na Rua Comendador Araújo, 99, Curitiba, Paraná.

As inscrições e envio on-line dos manuscritos serão feitos no período de 28 de maio à 30 de novembro de 2007. Só serão aceitos trabalhos com pelo menos um dos autores inscrito no II WORKSHOP FENOLOGIA.

Os textos serão analisados pela Comissão Técnica Científica. As cartas comunicando aceitação ou não, serão encaminhadas ao primeiro autor até a data limite de 30 de agosto de 2007.Não serão aceitas inscrições no dia.

Entenda mais sobre mudanças climáticas e o mundo biológico acessando o endereço.

Mais informações: http://www.cnpf.embrapa.br/evento/detalfen07.htm

Fonte: Embrapa