quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Sociologia da violência

O Centro de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (CEV - USP), antigo Núcleo de Estudos da Violência (NEV), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP, nasceu com a missão de investigar a violência do ponto de vista social. O capital intelectual que reúne diante de uma temática única não é formado por criminologistas. O objetivo é gerar conhecimento que possa ser utilizado pela sociedade ou pelo poder público. Faz parte do dia-a-dia do centro dar curso para policiais civis e militares. O centro atende também, por intermédio de programações direcionadas, professores que lidam com jovens ou crianças das camadas da sociedade bastante próximas ao crime.

Fundado em 1987 como Núcleo de Estudos da Violência e atualmente com cerca de 60 pesquisadores, o centro tem como um de seus principais trabalhos a produção de mapas sociais do município de São Paulo, com, por exemplo, o número de homicídios, lesões corporais ou outros tipos de violência nos diversos distritos da capital paulista. Além dessas ferramentas de análise, os cientistas trabalham para gerar estudos teóricos que apoiem a reflexão sobre o problema cada vez mais presente e preocupante que é o da violência urbana.

Em entrevista à Agência FAPESP, um dos coordenadores do Centro de Estudos da Violência, o professor de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas da USP, Sérgio Adorno, revelou alguns novos estudos e falou sobre a questão da violência e da segurança pública no Brasil. Segundo ele, o quadro não é dos melhores no curto prazo e a alternativa mais eficiente passa por reformas, planejamento estratégico e uma sinergia cada vez maior entre conhecimento e políticas públicas.

Um dos pontos nevrálgicos da segurança pública atualmente é a falta de planejamento?
Não quero dizer que não exista planejamento, mas ele ainda é muito circunstancial, feito sob a pressão dos acontecimentos. Quando há, por exemplo, ataques em série do PCC (a facção criminosa Primeiro Comando da Capital), descobre-se que é preciso investir em uma inteligência policial com características específicas. É preciso que exista um planejamento estratégico feito com base em dados confiáveis. Hoje, com os estudos que vêm sendo feitos, é possível examinar cenários e projetá-los para o futuro. Podemos investir em áreas onde há maior probabilidade de ocorrer certos tipos de crime.

Os mapas da violência produzidos pelo Centro de Estudos da Violência seriam boas ferramentas para esses planos estratégicos?
Eles permitem ver como certas combinações de carências sociais estão associadas à presença do tráfico de drogas, com jovens que, na falta de alternativas, acabam se envolvendo com situações de transgressão da ordem ou com uma polícia violenta. Em grande parte, os mapas mostram que a violência passa por carências sociais, mais em algumas regiões da cidade e menos em outras. Muitas vezes o cenário não explica tudo, mas os mapas ajudam a refinar a análise. Podemos descobrir, por exemplo, duas regiões com carência de escolas, onde uma delas é mais violenta. Nesse caso, será preciso analisar não a quantidade, mas a qualidade das escolas, verificar o envolvimento dessas instituições com a comunidade, dos professores com os alunos ou com os pais desses. Os mapas são indicadores que permitem movimentar o nosso olhar, evitando uma visão enviezada dos problemas.

A relação entre violência e pobreza é sempre direta?
Não acho que tudo possa ser explicado pela pobreza. Temos que pensar nas condições de vida, em termos de política de prevenção. É a mesma coisa na saúde. Condições precárias de habitação não explicam completamente uma determinada situação de epidemias ou endemias. Para imunizar uma parte da população, é preciso existir saneamento básico, água potável. São requisitos mínimos universalizados e é esse tipo de raciocínio que precisa, de alguma maneira, ser incorporado pelas autoridades políticas encarregadas de administrar a segurança pública. São políticas também sociais, como segurança alimentar, escolar ou do trabalho. Precisamos construir uma rede de relações sociais na qual pelo menos 80% ou 90% da população tenha a menor oportunidade possível de derivar para o mundo da violência e do crime, seja na condição de vítima ou de agressor.

É possível identificar uma certa resistência na sociedade com relação à expressão “direitos humanos”. Muitos acreditam que “direitos humanos” são “direitos dos bandidos”. Onde está a origem desse discurso?
Isso tem uma historicidade, inclusive muito bem contada por vários analistas, como a professora Tereza Caldeira (da Universidade da Califórnia, em Irvine) no livro Cidade de Muros. Com a transição da democracia, insistimos muito no sentido de que uma sociedade democrática é aquela que preserva os direitos humanos. Depois, surgiu uma articulação que veio da direita, aproveitanto esse discurso, dizendo que o bandido é a vítima. Mas é evidente que isso não é verdade. Quem defende os direitos humanos não está defendendo criminosos, mas sim uma sociedade na qual todos os cidadãos possam estar protegidos. De qualquer maneira, acredito que esse discurso esteja envelhecido. Ele ainda resiste porque as pessoas não conseguem ver mudanças claras relacionadas à sua segurança. A violência não é uma invenção, não é uma histeria. As pessoas estão sendo assaltadas, mortas, estão cada vez mais preocupadas em voltar para casa.

A percepção da violência, de certa forma, está muito além do real?
Existe a fabricação do medo e, muitas vezes, uma percepção exagerada por parte da população. Mas isso não deixa de ter um fundo real. O crime organizado, por exemplo, tem uma grande capacidade de mobilização e de causar problemas, inclusive para as autoridades encarregadas de controlar prisões. É evidente que a parcela da população carcerária envolvida com o crime organizado é pequena, mas a imagem que fica é que todo preso pertence ao PCC ou à uma facção rival. Desse modo, acaba se criando a sensação de estarmos em uma guerra civil, na qual é legítimo matar o inimigo.

Qual o papel da mídia nessa ressonância da violência?
Claro que a mídia tem uma capacidade de traduzir os fatos com uma ressonância diferente de um simples rumor localizado, mas não podemos atacá-la como um todo. Parte dela é responsável e tem feito um trabalho sério ao colocar a violência em debate, mas há os que se identificam com a fabricação do medo, muitas vezes fazendo isso por uma maior audiência, por interesses financeiros. Alguns, inclusive, estão convencidos de possuir a missão de serem porta-vozes da desgraça alheia. É uma sociedade complexa, não de mocinhos e bandidos, mas de pessoas que vivem em situações muito precárias. Nos bairros mais pobres, as pessoas não pedem a morte dos bandidos, mas que eles saiam dali. Elas sabem que, muitas vezes, o bandido é o mesmo menino criado ali no bairro, conhecidos por todos.

Mas o quadro da violência, especialmente a urbana, parece bastante caótico?
Apesar de ser um problema muito sério, não acredito que exista uma crise de Estado. Outras áreas, mesmo que não estejam satisfazendo plenamente a população, estão funcionando. O sistema escolar ou o de saúde, por exemplo. Também não se perdeu o controle da criminalidade. De seu lado, o Judiciário está em uma situação muito crítica, que exige um diagnóstico preciso. Parte dos desembargadores está convencida da necessidade de mudanças. A justiça precisa mudar para ficar mais eficiente e oferecer maior segurança ao cidadão.

Essa questão também tem a ver com a impunidade, que o sr. está estudando no momento?
Nosso estudo sobre a impunidade tem uma grande meta, que é contribuir para a reforma do sistema de justiça penal. Trata-se de uma reforma que será feita por partes, que não vai resolver tudo de uma única vez. Além de ser uma questão política, nenhuma das reformas que conheço foi feita da noite para o dia. Na França, para se chegar ao padrão considerado adequado hoje, levou quase um século. Espero que nossa pesquisa possa contribuir para um debate público e político, envolvendo policiais, juízes e a sociedade civil. Precisamos discutir, a partir de um quadro real, como a situação da violência atual pode ser enfrentada no curto, médio e longo prazo. Os estudos do NEV mostram que a impunidade é muito elevada e não vai mudar de 10 para 100 rapidamente. Mas pode ser viável aumentar a proporção de condenações por crimes graves de 10 para 25, no espaço de cinco anos. Então, vamos tentar fazer isso. Na próxima etapa, poderemos subir de 25 para 50. Se houver um planejamento, como se faz, por exemplo, em algumas áreas estratégicas, como o petróleo, nas quais se pensa em períodos do tipo cinco ou seis décadas, poderemos resolver muitos problemas.

Fonte: Eduardo Geraque / Agência FAPESP - 14/11/2003

Passo a passo, salto a salto, vôo a vôo: O cientista Santos-Dumont


Cem anos depois do primeiro vôo do Demoiselle - o segundo avião de Santos-Dumont - o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCT) inaugurou no último dia13, no Rio de Janeiro, a exposição Passo a passo, salto a salto, vôo a vôo: O cientista Santos-Dumont.

A mostra, realizada em parceria com o Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica (Cendoc), traz o acervo de fotos e recortes de jornal da época colecionados pelo próprio Alberto Santos-Dumont e complementado por sua família, que doou este material inédito à Aeronáutica.

Além dessas imagens estarão expostos alguns documentos inéditos, como o atestado de óbito do inventor e um recibo de consulta com o psiquiatra Henrique Roxo.

Santos-Dumont inventou e pilotou o primeiro aparelho mais pesado que o ar a decolar, voar e aterrissar por seus próprios meios. O brasileiro foi quem mais contribuiu para o desenvolvimento da aeronáutica nos seus primórdios.

A exposição privilegia o material inédito contido no acervo doado, e tem objetivo de destacar a vida e o esforço científico e tecnológico do ilustre personagem até chegar ao vôo do avião.

“Passo a passo, salto a salto, vôo a vôo: O cientista Santos-Dumont” ressalta que o vôo só foi possível graças a um grande esforço de desenvolvimento científico e tecnológico, que envolveu o trabalho de várias pessoas e a resolução de vários problemas associados.

As fotos expostas retratam Santos-Dumont desde a adolescência até o vôo do Demoiselle, em 16 de novembro 1907. A curadoria é de Henrique Lins de Barros, um dos principais pesquisadores da vida e obra do inventor e autor de três livros sobre o tema.

Fonte: Justo D’Ávila / Mast

LNCC oferece Mestrado em Modelagem Computacional com Ênfase em Bioinformatica e Biologia Computacional

Estão abertas as inscrições para o curso de Mestrado em Modelagem Computacional com enfase em BIOINFORMATICA e BIOLOGIA COMPUTACIONAL do programa de pos-graduacao em Modelagem Computacional do LNCC/MCT em estreita colaboracao com a pos-graduacao em Genetica da UFRJ.

Este programa tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico (CNPq), do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), da Fundacao Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e da Coordenacao de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nivel Superior (CAPES).

As inscricoes estao abertas até 30 de Novembro de 2007.

Mais informacoes podem ser obtidas em http://www.lncc.br.

Fonte: LNCC

13ª Conferência Nacional de Saúde

O presidente da República e o ministro da Saúde, abrem nesta quarta-feira (14), às 19 horas, em Brasília (DF), a 13ª Conferência Nacional de Saúde. Mais de cinco mil pessoas são esperadas para o encontro no ExpoBrasília, Pavilhão de Feiras e Exposições no Parque da Cidade que acontece até domingo.

A 13ª Conferência é um dos maiores encontros do setor saúde do país. Dos 5.564 municípios brasileiros, 4.430 realizaram suas conferências municipais. Nas conferências prévias foram eleitos 3.068 delegados para a etapa nacional, com a seguinte representação: 50% de usuários, 25% de profissionais de saúde e 25% de gestores e prestadores de serviços em saúde.

A Conferência Nacional de Saúde é realizada a cada quatro anos com a finalidade de promover discussões e permitir deliberações de políticas públicas de Saúde para os anos seguintes. As deliberações de uma Conferência Nacional de Saúde podem modificar radicalmente o retrato social do país, como aconteceu em 1986, com a realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde, que deu origem ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à modernização das políticas públicas para o setor.

O evento também tem como objetivo avaliar a situação da saúde, de acordo com os princípios e as diretrizes do SUS previstos na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Saúde; definir diretrizes para a plena garantia da saúde como direito fundamental do ser humano e como política de Estado, de desenvolvimento humano,
econômico e social; e definir diretrizes que possibilitem o fortalecimento da participação social na perspectiva da plena garantia de implementação do SUS.

A 13ª tem como tema central "Saúde e Qualidade de Vida: Política de Estado e Desenvolvimento". Serão discutidos os três eixos que conformam o tema:

• Eixo I: Desafios para a Efetivação do Direito Humano à Saúde no Século XXI: Estado, Sociedade e Padrões de Desenvolvimento;

• Eixo II: Políticas Públicas para a Saúde e Qualidade de Vida: o SUS na Seguridade Social

• Eixo III – A Participação da Sociedade na Efetivação do Direito Humano à Saúde.

A 13ª Conferência Nacional de Saúde realiza-se num momento importante para o sistema público do Brasil. A Câmara dos Deputados acaba de aprovar a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que define claramente o que são ações e serviços de saúde, além de determinar que os recursos federais anuais para o SUS terão como base a variação nominal do Produto Interno Bruto, mais a elevação ano a ano do percentual de recursos da CPMF. A regulamentação da Emenda Constitucional 29, e a prorrogação da CPMF foram assuntos recorrentes nas Conferências Municipais e Estaduais, país afora, e serão temáticas discutidas durante a 13ª Conferência Nacional de Saúde.

Veja o relatório consolidado da: 13ª Conferência Nacional de Saúde.

Fonte: MS

Enriquecimento de pão com proteínas de pescado

Bread enrichment with fish protein

Pão com nutrientes de peixe
Uma nova pesquisa testou a fabricação de pães enriquecidos com proteína de pescado, a partir de filé de cabrinha (Prionotus punctatus), uma espécie de baixo valor comercial.

De acordo com Graciela Salete Centenaro, doutoranda na Faculdade de Engenharia de Alimentos da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG-RS), o objetivo do estudo foi aumentar a quantidade de proteína no pão, alimento presente na mesa de todos os brasileiros, mas pobre em proteínas.

“A idéia inicial era desenvolver um produto de panificação diferenciado, com a intenção de melhorar seu valor nutricional. Na cidade gaúcha de Rio Grande existem várias indústrias pesqueiras que, devido ao baixo valor comercial, não aproveitam parte do pescado capturado. Decidimos aproveitar essa biomassa, rica em nutrientes, para adicionar em um produto de acesso a todos, como o pão”, disse Graciela.

Foram desenvolvidas cinco formulações de pão: com 30%, 40% e 50% de polpa lavada úmida (PU) e 3% e 5% de polpa lavada seca (PS) à base de farinha. Além do conteúdo protéico, foram realizadas avaliações sensoriais, tecnológicas e físico-químicas. O trabalho foi publicado na revista Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Todos os pães tiveram aceitação superior a 74%, de acordo com testes feitos com voluntários – consumidores diários de pão, com entre 15 e 50 anos, de ambos os sexos, que não conheciam a composição das amostras e foram escolhidos de modo aleatório.

Participaram da primeira avaliação sensorial – teste de ordenação – 39 julgadores. Em seguida, as amostras que obtiveram melhor aceitação (pães com 50% de PU e 3% e 5% de PS) foram submetidas a uma nova avaliação, com 30 julgadores.

“Em uma terceira etapa, as amostras selecionadas (pães com 50% de PU e 5% de PS) e o pão padrão foram submetidos a teste de atributos com 17 julgadores treinados, em que foram analisados aroma, sabor, textura do miolo, estrutura da célula do miolo, forma e simetria”, disse Graciela.

Os produtos apresentaram boa aceitação sensorial, apesar das características tecnológicas terem sido prejudicadas ao se adicionar mais de 3% de PS. Nesses casos, houve alteração das características internas (cor do miolo, estrutura da célula do miolo, textura) e externas (crosta, cor da crosta, quebra, simetria).

O conteúdo protéico dos pães com 3% e 5% de PS e 50% de PU apresentou um aumento de 31%, 45% e 48%, respectivamente, em relação ao tipo padrão.

“O produto elaborado com pescado pode ter seu volume diminuído. Verificamos que para quem não gosta de pescado não haveria problema em colocar mais polpa na massa, para que o gosto apareça. Alguns julgadores disseram ter sentido gosto de sardinha e não se importaram. Outros não gostaram. As pessoas que não apreciam pescado, mas gostariam de ter essa proteína incluída na dieta, disseram concordar em adquirir pão com menor adição de polpa”, explicou Graciela.

De acordo com a pesquisadora, na avaliação sensorial, “os pães adicionados de 30% e 40% de polpa úmida ficaram com baixo volume – a massa ficou muito compacta e, por isso, optou-se por retirar essas duas formulações nas conclusões finais.”

Hábitos culturais
A maioria dos julgadores “gostou moderadamente” das três amostras avaliadas e nenhum “desgostou muito” ou “desgostou extremamente”. A formulação de pão contendo 3% de PS obteve maior percentual na afirmação “gostei moderadamente”(40%) e “gostei muito” (30%).

De acordo com o estudo, à medida que se aumentava a concentração da polpa na formulação houve uma rejeição maior por parte dos julgadores, devido ao forte gosto de pescado, principalmente nos pães com polpa seca.

Na avaliação tecnológica, o pão com 3% de PS apresentou melhor qualidade, obteve as maiores notas e melhor volume específico em relação aos demais, uma vez que a polpa seca se incorporou melhor aos ingredientes da massa.

“O pão com polpa lavada úmida mostrou melhor sabor do que as demais formulações de polpa lavada seca, de acordo com os julgadores. No entanto, perdeu notas nos atributos forma e simetria, características da crosta, cor do miolo e volume específico”, disse Graciela.

Para que pães ricos em proteínas de pescado possam chegar a ser comercializados, segundo a pesquisadora, será preciso que os produtos se assemelhem mais aos tradicionais.

“Muitas pessoas apresentam resistência ao consumo de produtos à base de pescado, principalmente no Rio Grande do Sul, onde o consumo é um dos mais baixos do país. Por isso, buscamos oferecer outra forma de consumo de pescado, adicionando-o ao pão. Todas essas características (cheiro, gosto, textura) levam à aceitação ou à rejeição do produto”, disse.

Para ler o artigo Enriquecimento de pão com proteínas de pescado, de Graciela Salete Centenaro e outros, disponível na biblioteca eletrônica SciELO (FAPESP/Bireme), clique aqui.

Fonte: Alex Sander Alcântara / Agência FAPESP – 14/11/2007