sábado, 6 de outubro de 2007

Colóquio História e historiadores da África

O Colóquio História e historiadores da África será realizado de 15 a 17 de outubro, em Guarulhos (SP), em homenagem ao historiador Joseph Ki-Zerbo. As inscrições podem ser feitas até 14 de outubro.

O objetivo é promover reflexões sobre o ensino de História da África, as culturas africanas, as lutas dos negros no Brasil, a participação do negro na formação da sociedade brasileira e no currículo oficial dos níveis de ensino fundamental, médio e superior.

Estarão presentes historiadores do Brasil, da Costa do Marfim, do Senegal e de Moçambique. Promovem o evento o Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o curso de História da Universidade Federal de São Paulo, a Casa das Áfricas e o Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo.

Mais informações no endereço, http://dpdphp.epm.br ou pelo telefone (11) 6498-9018

Fonte: Agência Fapesp

Petrobrás investe em tecnologia para montar sua rede de 750 km de dutos

Os investimentos da Petrobras em dutos submarinos chegarão a cerca de US$ 2,2 bilhões até 2010, quando terá uma rede de 750 quilômetros espalhada por toda a costa brasileira. Com este crescimento, o volume de transporte de gás aumentará dos atuais 15,8 milhões de metros cúbicos por dia para 55 milhões de metros cúbicos diários. Os números foram apresentados pelo gerente de engenharia de dutos da Petrobras, Marcelo Teixeira, em exposição sobre o cenário brasileiro de dutos submarinos durante a Rio Pipeline 2007.

A Petrobras tem priorizado o investimento na coleta de dados, em pesquisa de materiais, novos conceitos e técnicas de construção de dutos submarinos. Para tal, a empresa utiliza uma sonda apelidada de “peixe”, que desce a quatro mil metros de profundidade. “A tecnologia tem nos ajudado a descobrir o que acontece com a mudança de relevo e a mitigar os possíveis problemas encontrados nas instalações em águas profundas”, afirma Teixeira. Atualmente, 60 profissionais se dedicam exclusivamente aos estudos referentes à instalação de dutos submarinos, utilizando os mais modernos softwares do mercado.

Segundo o gerente de engenharia de dutos da Petrobras, para se criar um desenho seguro, que respeite as normas ambientais, são necessários de seis a sete meses. Para complementar esta pesquisa, a empresa conta com a parceria das universidades no campo da geologia. “A instabilidade do solo é um assunto importantíssimo para a construção de redes submarinas. O auxílio das universidades e empresas continua a ser essencial para esta atividade”, concluiu.

Fonte: TN

3ª Olimpíada de Matemática - provas ocorrem no próximo dia 20

Cerca de 780 mil alunos foram selecionados para participar da segunda fase da 3ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), no dia 20 de outubro. As provas serão realizadas às 14h30, horário de Brasília. Os locais devem ser informados por carta às escolas até o dia 11 de outubro.

Caso isso não ocorra, a instituição de ensino deve entrar em contato com a organização da olimpíada pelos telefones 0800-616161, (21) 2529-5084 ou pelo e-mail. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de e-mail .

Mais informações no endereço da OBMEP.

Fonte: Ministério da Educação

Brasil realiza pesquisa sobre coberturas vacinais

O Ministério da Saúde terá, até o final do ano, dados consistentes sobre a vacinação em crianças nas capitais e no Distrito Federal. Iniciado em agosto passado, o inquérito nacional sobre as coberturas vacinais envolve 350 profissionais, entre pesquisadores e supervisores. No início de 2008, será realizada a análise das informações.

Neste final de semana, a pesquisa será iniciada na cidade de São Paulo. O mesmo levantamento já foi realizado em Belém (PA), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).

Ao todo, serão avaliadas 20.370 crianças, divididas em três estratos: menores de um ano, com 18 meses de vida e 30 meses. Para o Ministério da Saúde, o estudo é fundamental para avaliar a cobertura vacinal e saber os motivos que impedem as crianças de completar oportunamente o esquema vacinal.

Os resultados do estudo trarão o retrato da realidade dos níveis de cobertura vacinal e fornecerão subsídios para novas estratégias de vacinação de crianças nessa faixa etária.

Encomendado pelo Ministério da Saúde, o estudo, realizado em todas as capitais, está sendo conduzido pelo Centro de Estudos Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão (CEALAG), com sede no Departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Ao final da pesquisa, os gestores federal, estaduais e municipais terão informações e análises bastante apuradas sobre a realidade dos níveis de cobertura vacinal, o que fornecerá subsídios para novas estratégias de vacinação de crianças nessa faixa etária.

O Ministério da Saúde ressalta que é de extrema importância o acesso dos pesquisadores e supervisores às famílias pesquisadas, que podem conferir a identificação desses profissionais antes de permitir a entrada na residência.

No Brasil
Além de mensurar os dados das capitais, o estudo permitirá, também, estimar a quantidade de crianças em dia com a vacinação nas macrorregiões e para o país.

Atualmente, a cobertura vacinal, no Brasil, tem sido calculada com base em dados registrados pelas unidades básicas de saúde em relação às doses administradas e com base em dados populacionais estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na avaliação do Ministério da Saúde, esses dados apresentam limitações porque podem estar super ou subestimados. Daí a necessidade desse estudo para avaliar as coberturas vacinais nas capitais e no DF. Para viabilizar o levantamento, foram estabelecidas parcerias com estados, municípios e universidades.

Médicos
Simultaneamente, um outro estudo verificará junto a profissionais de saúde, em especial os médicos, os motivos pelos quais pais ou responsáveis não levam as crianças para tomar vacinas. Para esse levantamento foram escolhidas as capitais com maior população de cada região. Portanto, integram esse outro estudo as cidades de Belém, Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Salvador.

Duração
O estudo leva de cinco a seis semanas para ser realizado em cada cidade. Em São Paulo e Recife, por exemplo, cidades com maior população, a amostra é de 1.050 entrevistas, realizadas em cinco etapas com dados de 210 crianças em cada uma delas. Nas capitais de médio porte, como Campo Grande e Maceió, a amostra será de 630 crianças, com a coleta de dados em três etapas, também com 210 crianças cada. Em capitais como Rio Branco e Macapá, com menor porte populacional, serão pesquisadas 420 crianças, em duas etapas.

As entrevistas com os familiares ou responsáveis pelas crianças estão sendo realizadas aos finais de semana para garantir uma maior cobertura do inquérito. De acordo com a coordenação do estudo, a classificação das famílias foi feita com base em dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do ano de 2000. Entre os aspectos que foram considerados estão a renda e a escolaridade dos entrevistados.

Fonte: Agência Saúde - MS