segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Amazonia boliviana: arqueología de los Llanos de Mojos

Bolivian Amazonia: archaeology of the Llanos de Mojos

Entre 1908 e 1909, o antropólogo sueco Erland Nordenskiöld (1877-1932) realizou uma grande expedição pelo interior da Amazônia boliviana. A partir de então, a região conhecida como Llanos de Mojos, no nordeste do país, sairia do anonimato para entrar na lista dos enigmas científicos da humanidade.

O pesquisador identificou uma série de alterações no terreno, que teriam sido feitas pelos índios que habitavam a região. Eram desde platôs, que surgiram a partir de obras de terraplanagem, a canais recortados no solo possivelmente usados para fazer o deslocamento da água. Muitas das feições encontradas, até hoje não foram totalmente estudadas ou desvendadas.

Potes de cerâmica, que também eram feitos por outras tribos da Amazônia, foram identificados também naquele período. Entre 1977 e 1981, uma missão especial do Museu de La Plata, da Argentina, fez novas escavações na área e levantou diversas informações arqueológicas sobre o passado da região de Beni, nome oficial da área boliviana.

“As informações geradas lá ajudam a esclarecer, mas não a simplificar, o panorama pré-hispânico regional, tão importante na temática arqueológica sul-americana”, escreveu um dos pesquisadores, Horacio Calandra, em artigo que acaba de ser publicado na revista Acta Amazonica, editada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). A revista está fazendo sua estréia na biblioteca eletrônica SciELO.

Depois de décadas de estudos e discussões científicas em várias partes do mundo, o enigma permanece. Uma das correntes defende que na região existia uma grande e complexa civilização, com o mesmo peso da dos incas, maias ou aztecas. Um outro grupo afirma que tudo o que foi descoberto lá, na realidade, é fruto da ação de tribos indígenas que habitaram a Amazônia em épocas diferentes. Ou seja, o que é visto em Llanos de Mojos é apenas a sobreposição de diferentes sociedades e não de apenas uma.

Se as alterações antrópicas descobertas no solo boliviano ajudam os defensores da tese da sociedade complexa – os pesquisadores argentinos são mais adeptos dessa linha – elas não são suficientes para que essa postura seja dada como totalmente certa.

O problema, segundo Calandra, é que as informações que ainda estão lá, para serem investigadas, podem desaparecer por completo. “Hoje, o principal destruidor é o mesmo homem que em prol de seu bem estar avança de forma inexorável”, afirma. A chegada dos espanhóis na Bolívia contribuiu – e muito – para a destruição das obras na terra feitas pelos índios.

Para ler o artigo no SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte:Agência FAPESP - 01/10/2004

Pneus usados para pavimentar rodovias

Por ano, mais de 30 milhões de pneus são descartados no Brasil. Por si só, este já é um dado alarmante, mas o que deixa o problema muito mais sério é o fato de os pneus demorarem cerca de 400 anos para se decompor. Por isso, é muito importante que a sociedade discuta soluções para o descarte desses pneus que não têm mais utilidade em sua função original. O que os pesquisadores estão descobrindo é que os pneus usados podem voltar para as rodovias para serem usados no pavimento. Em outubro, o CBR&C - Congresso Brasileiro de Rodovias & Concessões apresentará duas palestras sobre diferentes maneiras de reaproveitamento de pneus usados.

Paulo Romeu A. Gontijo, da Strata Engenharia, falará sobre os métodos de fabricação, carcterísticas e a experiência brasileira com o asfalto borracha. A experiência das concessionárias com o asfalto ecológico no Brasil começou em 2001, no Rio Grande do Sul. A utilização de pneus na fabricação de asfalto colabora com a preservação do meio ambiente, mas também proporciona avanços em relação às rodovias. Estudos comprovam que a utilização de pneus produz um asfalto de melhor qualidade e com vida útil maior. Melhoram também as condições de segurança, uma vez que a composição do produto absorve as propriedades elásticas e estabilizadoras da borracha de pneu. Por ter uma textura mais áspera, aumenta o coeficiente de atrito e aderência pneu/pavimento e reduz a aquaplanagem. Outra vantagem é que, por ser mais áspero, diminui o efeito "spray", ou seja, aquela névoa que se forma quando um veículo passa sobre o asfalto molhado.

Kevis Charles Abbey, pesquisador da Penn State Institutes of the Environment, dos Estados Unidos, fará a palestra "Onde a borracha faz a rodovia - o emprego de pneus usados como sub-base", que conta com o patrocínio da ANIP - Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos. A Universidade Penn State estuda o uso de fardos de sobras de pneus para sub-base do pavimento. Apesar de esta não ser a primeira idéia de uso de sobras de pneus em rodovias, acredita-se que esta é a primeira vez a se utilizar os pneus inteiros, que são comprimidos em blocos formados por aproximadamente 100 pneus cada um.

Estas duas palestras acontecerão no dia 5 de outubro, das 11h às 12h30, no 5º CBR&C 2007 - Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões, que será promovido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias - ABCR, de 4 a 6 outubro, no The Royal Palm Plaza, em Campinas (SP).

Fonte: Reciclaveis

Aracruz Celulose utiliza incentivos fiscais para a inovação

A Aracruz Celulose, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose branqueada de eucalipto, responde por 27% da oferta global do produto, destinado à fabricação de papéis de imprimir e escrever, papéis sanitários e papéis especiais. Uma empresa inovadora, que assim como o Instituto Inovação, preocupa-se com o desenvolvimento tecnológico.

Utilizando os incentivos fiscais da Lei de Inovação, regulamentados pela “Lei do Bem”, a Aracruz conseguiu recuperar mais da metade dos gastos da empresa em Pesquisa e Desenvolvimento, na forma de dedução de impostos.

“O trabalho foi excelente. A equipe é muito flexível e dedicada, o que facilitou o desenvolvimento, porque tínhamos que lidar com a agenda de muitas pessoas e de diversas áreas, além de lidarmos com prazos legais a cumprir.”, conta Glaisy Domingues, gerente tributária da Aracruz.

Glaisy elogia o avanço da legislação no sentido de incentivar a inovação nas empresas. “A chamada Lei do Bem faz com que as empresas possam investir cada vez mais em novas tecnologias, porque o investimento retorna para a companhia”, diz.

Entretanto, a gerente tributária ressalta a insegurança no uso do incentivo, já que algumas regras e conceitos ainda não são apresentados de forma clara. O fato de a fiscalização ser responsabilidade da Receita Federal, que não é familiarizada com este tipo de trabalho, também reforça este sentimento, já que antes da “Lei do Bem”, os projetos desse tipo eram aprovados pelo MCT, que hoje é quem tem o know-how desse tipo de projeto. “Espero que as pessoas responsáveis pela Receita Federal procurem o MCT para aprender o que são esses incentivos e poderem fazer uma fiscalização consciente”, conclui.

A atuação do Instituto Inovação com sua experiência em gestão da inovação e da Incentivar, especializada em incentivos fiscais, é uma forma de auxiliar no mapeamento e classificação dos projetos de P&D, sob a ótica da legislação, e com isso, garantir a correta justificação do uso dos incentivos. Procura-se, ainda, capacitar a empresa para a continuidade de utilização dos incentivos nos exercícios futuros.

Funcionou com a Aracruz. Nas áreas que são exclusivamente dedicadas à pesquisa e ao desenvolvimento, a recuperação fiscal dos gastos com P&D foi de cerca de 54%. Glaisy ressalta que o trabalho realizado foi excelente em vários aspectos. “O resultado foi além do que esperávamos. Sabemos que ainda temos muito que fazer internamente, mas o resultado obtido até agora foi fantástico. Isso até estimula as áreas mais operacionais a participarem do projeto e, realmente, se engajar.”

Fonte: Instituto Inovação

Qualidade do sono e saúde cardiovascular

Effects of continuous positive airway pressure on early signs of atherosclerosis in obstructive sleep apnea

Um grupo de pesquisadores brasileiros demonstrou que o tratamento da apnéia obstrutiva do sono (AOS) pode prevenir a arteriosclerose, diminuindo o risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares. O tratamento é feito com o uso do equipamento conhecido como CPAP (sigla em inglês para pressão positiva contínua nas vias aéreas).

O estudo foi feito por pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O trabalho foi publicado na edição de outubro do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, revista da Sociedade Torácica Norte-Americana.

De acordo com Luciano Drager, primeiro autor do artigo, pela primeira vez um estudo demonstra uma relação direta entre a AOS e a arteriosclerose. “O avanço que a pesquisa traz à área, que ela acrescenta na literatura, é que a apnéia é um novo fator de risco para a arteriosclerose”, disse.

O CPAP, segundo Drager, pressuriza o ar ambiente, enviando-o por uma tubulação a uma máscara de silicone que deve ser usada durante o sono. O aparelho elimina completamente a AOS grave.

A apnéia é uma doença caracterizada por pausas respiratórias durante o sono, que podem durar de 10 segundos a 1 minuto. “É um dos distúrbios de sono mais freqüentes. Há um fechamento das vias aéreas superiores e o indivíduo tem sensação de sufocamento e roncos freqüentes”, explicou Drager.

As pausas ocorrem várias vezes durante a noite, causando alterações nos padrões de sono. “Com apnéia, a pessoa tem uma queda na quantidade de oxigênio no organismo e dorme muito mal, por isso tem excessiva sololência diurna, má qualidade de vida, problemas de memória e baixo rendimento no trabalho”, disse.

Drager explica que, além de todo o impacto social, trabalhos recentes têm indicado crescentemente a relação da AOS com doenças cardiovasculares. Pacientes não tratados, ao longo dos anos, têm maior chance de desenvolver infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais, por exemplo.

“Sabíamos que o tratamento com CPAP diminuía esses eventos, mas queríamos entender os mecanismos que estavam por trás disso. Há dois anos, nosso grupo demonstrou que pacientes com AOS apresentavam marcadores precoces de arteriosclerose em relação a um grupo de voluntários sadios e passamos a estudar isso”, disse o médico.

Como os pacientes com AOS não tinham hipertensão, não fumavam e estavam isentos de fatores de risco, o estudo feito em 2005 indicou uma clara associação entre a apnéia e a arteriosclerose.

“Conseguimos mostrar que a AOS acelera em quase dez anos o envelhecimento arterial e a progressão da arteriosclerose – isto é, quem tinha apnéia apresentava marcadores tão altos quanto os de pessoas dez anos mais velhas”, destacou.

Alterações importantes
Durante os dois anos seguintes, os pesquisadores estudaram efeitos do CPAP em pacientes com apnéia grave – isto é, que apresentavam mais de 30 eventos respiratórios por hora de sono – e sem outras comorbidades.

“Estudamos 24 voluntários divididos em dois grupos aleatoriamente: um não recebia tratamento e o outro usava o CPAP. Fizemos medidas dos marcadores arteriais no início do estudo e após quatro meses da randomização”, explicou Drager.

Além do colesterol, da glicemia e de fatores ligados à inflamação – importante componente da arteriosclerose –, os cientistas mediram marcadores de atividade simpática.

“Observamos que os indivíduos tratados com o CPAP apresentaram reduções significativas dos marcadores, incluindo rigidez arterial. O grupo controle não demonstrou a mesma redução”, disse o médico do InCor.

De acordo com Drager, antes e depois do tratamento os voluntários não tiveram alteração de peso, de índice de massa corpórea, de colesterol ou de glicemia. Mas os pacientes tratados com CPAP mostraram mudanças importantes nos marcadores inflamatórios e naqueles ligados à atividade simpática. No grupo que não recebeu tratamento, os marcadores continuaram estáveis.

Drager alerta, no entanto, que o estudo tem limitações, pois envolve um número pequeno de casos e os pacientes estudados não apresentavam comorbidades, isto é, patologias geralmente associadas à apnéia, como obesidade, hipertensão e diabetes.

“Não podemos extrapolar os resultados para todos os pacientes com AOS. Mas os resultados nos animaram a iniciar um projeto maior, com mais pacientes, para estudar o efeito do CPAP sobre o paciente padrão de AOS, com várias comorbidades associadas”, afirmou.

O artigo Effects of continuous positive airway pressure on early signs of atherosclerosis in obstructive sleep apnea, de Luciano Drager, Luiz Bortolotto, Adelaide Figueiredo, Eduardo Moacyr Krieger e Geraldo Lorenzi-Filho, pode ser lido por assinantes da American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine em no endereço.

Krieger é diretor da Unidade de Hipertensão do InCor e membro do Conselho Superior da FAPESP.

Fonte: Agência Fapesp

30 novas espécies de peixes identificadas

Um grupo de alunos e docentes do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (Ibilce) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São José do Rio Preto, identificou 30 novas espécies de peixes nos rios da bacia do Alto Paraná.

Liderados pelo coordenador do Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da universidade, Francisco Langeani, o grupo faz na região, desde 2005, um levantamento da ictiofauna – conjunto de peixes – para produzir uma síntese das espécies existentes. As coletas são feitas principalmente em riachos que desembocam nos rios Grande (MG) e Paranaíba (MG e GO).

Os pesquisadores analisaram os trabalhos publicados em revistas nacionais e internacionais sobre as espécies da bacia, revisaram o material de coleções científicas sobre a região e, por fim, coletaram espécimes. Segundo Langeani, apenas 310 espécies de peixes, de 38 famílias, eram conhecidas na bacia do Alto Paraná.

“Todas essas 310 espécies têm nome formal na literatura. Como não havia registros formais das 30 espécies identificadas durante as nossas coletas, estamos criando novos nomes para elas, a fim de buscar reconhecimento junto à comunidade científica”, disse o professor do Departamento de Zoologia e Botânica da Unesp.

“Uma nova espécie biológica só passa a ser reconhecida após sua descrição em revistas da área. Estamos em fases distintas de publicação, alguns trabalhos foram aceitos e publicados, outros ainda estão sendo escritos. Ao todo, serão mais de dez artigos científicos”, explicou. Um trabalho de síntese será publicado na próxima edição da Biota Neotropica, revista do Programa Biota-FAPESP.

A maior parte das 310 novas espécies (65%) é considerada de pequeno porte por ter menos de 21 centímetros de comprimento. “O que ocorre é que muitos leigos acham que são filhotes de espécies grandes já conhecidas nos rios, enquanto se trata de adultos de novas espécies”, disse.

Langeani destaca que outros cientistas do Brasil e do exterior também estão em fase de descrição de outras 20 novas espécies coletadas na bacia do Alto Paraná. Com isso, são 50 novas espécies encontradas nos últimos três anos na região.

Segundo o professor da Unesp, o Alto Paraná é uma das porções das bacias de águas interiores historicamente mais estudadas no país. “Se mesmo com essa grande quantidade de cientistas coletando material da ictiofauna na região estão sendo apresentadas 50 espécies inéditas, fazendo uma extrapolação para as outras bacias no país, como a do São Francisco e a Amazônica, provavelmente teremos situações proporcionalmente semelhantes”, disse.

Langeani calcula que a bacia Amazônica, a maior em área do país, conta com cerca de 1,5 mil espécies descritas. O trabalho da Unesp tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa. A bacia do Alto Paraná abrange os rios Paranaíba, Grande, Paraná, Tietê, Paranapanema e São José dos Dourados até chegar ao reservatório de Itaipu.

Fonte: Agência Fapesp

Anunciados os ganhadores do Prêmio CEBDS

Philip Martin Fearnside, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), recebeu o Prêmio Hours Concours do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

Os jurados da terceira edição do prêmio escolheram o pesquisador por sua trajetória em defesa da Amazônia. Há mais de 30 anos, Fearnside tem se destacado no trabalho de apoio à criação de mecanismos institucionais de valorização dos serviços ambientais da floresta amazônica.

Nascido nos Estados Unidos, Fearnside é pesquisador titular do Departamento de Ecologia do Inpa, em Manaus, e tem seus trabalhos reconhecidos pela comunidade científica internacional. Um levantamento feito em 2006 pela Thomson ISI, por meio de referências em revistas indexadas na área, apontou o cientista como o segundo mais citado no mundo sobre o tema aquecimento global nos últimos dez anos.

Os ganhadores do Prêmio CEBDS foram anunciados no dia 19. A terceira edição do prêmio, criado para incentivar o desenvolvimento de atividades economicamente viáveis, ambientalmente responsáveis e socialmente justas, teve 285 trabalhos inscritos. A premiação foi de R$ 10 mil para cada uma das categorias: ONG, Pequena Empresa, Mídia, Setor Acadêmico e Administração Pública.

O vencedor na categoria Setor Acadêmico foi o trabalho “Síntese que organiza o olhar: Uma proposta para a construção e representação de indicadores de desenvolvimento sustentável e sua aplicação para os municípios fluminenses”, apresentado na Escola Nacional de Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O melhor trabalho na categoria Administração Pública foi o Projeto Municipal de Coleta Seletiva Solidária da Prefeitura de Mesquita, Rio de Janeiro.

Na categoria ONG, o ganhador foi o Projeto Comunitário de Mulheres na Amazônia, desenvolvido há oito anos pela Associação Vida Verde da Amazônia. Na categoria Mídia, o escolhido foi a reportagem da revista Época, “Isto pode acontecer? O impacto do aquecimento global no Brasil”.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Simpósio Internacional em Técnicas de Emboloterapia

Avanços recentes da emboloterapia, técnica da radiologia intervencionista que pode ser usada para o tratamento de diversas doenças, serão apresentados de 3 a 6 de outubro, em São Paulo, no Simpósio Internacional em Técnicas de Emboloterapia.

Trata-se de uma terapia minimamente invasiva que funciona por meio da introdução de um fino tubo plástico, o cateter, em uma veia ou artéria do paciente na qual o médico injeta os agentes embólicos – medicamentos ou stents.

Entre os convidados está o médico japonês Shinichi Hori, professor da Universidade de Osaka, que irá expor sua experiência com a utilização de microesferas farmacológicas para tratamento de tumores.

Outro pesquisador que participará do evento é o norte-americano Ziv Haskal, da Universidade de Columbia, em Nova York, que demonstrará o tratamento de controle de sangramento em cirrose hepática com o uso de um stent.

O evento é promovido pelo Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, com apoio da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Conferência : A utilidade do conhecimento

Em comemoração aos 30 anos do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) será realizado, até o fim do ano, uma série de conferências na universidade.

No dia 4 de outubro, Carlos Vogt, membro fundador do CLE e secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, proferirá a conferência “A utilidade do conhecimento”.

Participarão do evento pesquisadores brasileiros e estrangeiros, entre os quais Ana Maria Pellegrini e Lauro Frederico da Silveira (Unesp), Newton da Costa (USP), Ubiratan D´Ambrosio e Zeljko Loparic (PUC-SP), Harvey Brown (Universidade de Oxford, na Inglaterra), Daniele Mundici (Universidade de Firenze, na Itália) e Pim Haselager (Universidade de Nijmegen, na Holanda).

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp