segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Pesquisa estudará melhoramento de peixes e camarões

Começa a ser desenvolvida , em várias partes do país, uma ampla pesquisa que vai estudar, pela primeira vez, o melhoramento genético na aqüicultura brasileira. Orçado em R$ 8 milhões, o projeto envolve uma estrutura de pesquisa formada por oito unidades da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento – MAPA), dez universidades federais, três estaduais, uma universidade norte-americana e outros importantes institutos de pesquisa.

A Embrapa aprovou a proposta no Macroprograma 1, instância em que se estudam os grandes desafios nacionais. A empresa vai liberar R$ 2,7 milhões para a pesquisa – R$ 2,5 milhões para custeio e R$ 200 mil para investimentos. Segundo a pesquisadora Emiko Kawakami de Resende, líder do projeto em rede, o restante dos recursos terá de ser captado nos próximos quatro anos.

Emiko disse que serão objetos de pesquisa as espécies camarão branco, a tilápia, o tambaqui e o pintado. O primeiro é cultivado na costa brasileira, principalmente no Nordeste. A tilápia, originária da África, é cultivada em todo o país, especialmente no Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. O pintado é um peixe nativo do Pantanal e o tambaqui, da Amazônia. A escolha dessas espécies baseou-se na importância econômica nacional e regional das mesmas.

Espécies Exóticas
O desempenho da aqüicultura no país hoje é baseado em espécies exóticas com o uso de tecnologias importadas, como acontece com o camarão marinho e a tilápia. “A tilápia /Gift (Genetically Improved Farming Tilapia)/ já foi melhorada na Tailândia e trazida ao Brasil pela Universidade Estadual de Maringá (PR), onde o pesquisador Ricardo Pereira vai continuar o melhoramento genético”, disse Emiko.

Serão obtidas linhagens melhoradas para crescimento e transferidas aos produtores, aumentando a viabilidade econômica da atividade. Um aspecto importante no melhoramento genético dos peixes é o ganho da ordem de 15% na taxa de crescimento por geração, o que propicia alcançar o dobro da taxa de crescimento em sete gerações, não encontrado em outros grupos de animais.

Camarão Branco
No caso do camarão branco (/L. vannamei/), a pesquisa vai focar a resistência a doenças, especialmente as linhagens mais resistentes ao vírus da mionecrose infecciosa.

Para as espécies nativas (pintado e tambaqui), os pesquisadores vão implantar o primeiro plantel de reprodutores melhorados. “Essas linhagens superiores serão avaliadas sob as condições propostas nos distintos projetos componentes para a geração de técnicas e tecnologias biosseguras e com alto valor agregado”, explicou a pesquisadora da Embrapa Pantanal.

O projeto prevê ainda o conhecimento das exigências nutricionais das espécies escolhidas para que sejam obtidas rações de baixo custo e ambientalmente corretas; produzir animais mais sadios por meio do diagnóstico e prevenção de doenças; recomendar boas práticas de manejo para assegurar a qualidade do pescado cultivado e tecnologias para agregar valor ao produto, além de consolidar e treinar equipe técnica integrada para estudos em rede sobre aqüicultura no Brasil.

Conheça os parceiros da pesquisa: Embrapa Pantanal, Embrapa Agropecuária Oeste, Embrapa Meio-Norte, Embrapa Meio Ambiente, Embrapa Amazônia Ocidental, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Semi-Árido, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal do Paraná, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal da Grande Dourados, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP (Universidade Estadual de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu, Universidade Estadual de Maringá, Unigran (Centro Universitário da Grande Dourados), Auburn University, Fiperj (Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro), Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos), IAC (Instituto Agronômico de Campinas), Instituto Nilton Lins (Manaus), Apta São Paulo (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), Mogiana Alimentos, Mar e Terra e Ações Guabi, dentre outros.*

Fonte :Ana Maio / Embrapa

VIII International Symposium of Temperate Zone Fruits in the Tropics and Subtropics

De 21 a 25 de outubro, um dos maiores encontros científicos na área de pesquisa frutífera, o VIII International Symposium of Temperate Zone Fruits in the Tropics and Subtropics (Simpósio Internacional de Fruticultura de clima Temperado sob condições tropicais e subtropicais).

O evento, que é coordenado pela Embrapa Clima Temperado e Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), reunirá, nas dependências do Hotel Maria do Mar, pesquisadores de todo o mundo, que trabalham com pesquisa frutífera em regiões de clima temperado.Já são mais de 200 inscritos, de 24 países.

Cinqüenta por cento das inscrições são do exterior. Durante o Simpósio, serão levadas ao público seis palestras e 53 apresentações orais. As apresentações em pôsteres já ultrapassam a casa de 200. Números significativos para o evento, sediado pela primeira vez na América Latina.Nos dias 19 e 20 de outubro, a diretoria da Sociedade Internacional de Horticultura já estará em Florianópolis, para a realização de uma reunião interna.

"É um privilégio para o nosso país acolher uma reunião deste porte, devido a grande valorização desse evento", avalia o chefe da Estação Experimental de Caçador (SC) - ligado à Epagri, Gabriel Leite.Durante o Simpósio, integrantes da mesma diretoria discutirão com os representantes nacionais alternativas para uma maior adesão de pesquisadores, professores e profissionais em suas atividades.

Motivar o maior número de pesquisadores da América Latina a participar desta edição e promover o congresso internacional, que acontecerá em Portugal, em 2010, Unidade coordena grande evento mundial de fruticultura em SC, em outubrotambém está na pauta da diretoria.A promoção do International Symposium é da Sociedade Internacional de Horticultura e Sociedade Brasileira de Fruticultura. Para conferir a relação das palestras e obter mais informações sobre o Simpósio, basta acessar endereço e clicar no ícone VIII International Symposium of Temperate Zone Fruits in the Tropics and Subtropics em Florianópolis/ SC e, em seguida, clicar no link.

Fonte: Sady Sapper / Embrapa

Vidas no singular: noções sobre “mulheres sós” no Brasil contemporâneo

A rápida mudança nas relações familiares, sobretudo o padrão “homem provedor e mulher cuidadora”, está relacionada com o fato de a profissão ter se tornado fundamental na vida das mulheres. Nesse contexto, o trabalho remunerado ganhou força nas últimas décadas como uma das justificativas mais expressivas para não investir no casamento.

Essa tendência é destacada no trabalho de pesquisa Vidas no singular: noções sobre “mulheres sós” no Brasil contemporâneo, apresentado como tese de doutorado por Eliane Gonçalves no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A pesquisadora, orientada pela antropóloga Adriana Piscitelli, analisou informações de estudos de população e reportagens veiculadas na mídia impressa brasileira.

Ao lado de dados da Associação Brasileira dos Estudos de População (Abep) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram consultadas revistas femininas e jornais de circulação nacional. Com base em dados do IBGE, estima-se que o número de domicílios brasileiros ocupados por uma única pessoa subiu de 9% para 11% desde o ano 2000.

Narrativas de 12 mulheres de classe média residentes na cidade de Goiânia, com idades entre 29 e 53 anos, todas sem filhos e que moram sozinhas há mais de dois anos, complementaram o estudo.

“No universo das entrevistadas, a preocupação com a profissão aparece de maneira marcante em diferentes fases da vida. Ainda que não seja o único fator, todas afirmaram a importância do trabalho na viabilização da escolha de morar só”, disse Eliane, que atualmente é pesquisadora da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás.

Ela conta que, apesar de as narrativas permitirem conhecer a diversidade dos estilos de vida adotados, como as relações de amizade, experiências amorosas e projetos para o futuro, as entrevistadas se referiram positivamente à independência financeira gerada pela profissão com expressões como “sou dona da minha vida” e “não devo nada a ninguém”.

“Como o sentido de independência está vinculado à estabilidade financeira, conquistada no trabalho formal, o dinheiro é um elemento recorrente nas narrativas. Elas dizem ser donas do próprio dinheiro e ter, por isso, o destino em suas mãos. E é no mundo do trabalho que homens e mulheres se enfrentam como indivíduos aparentemente livres e iguais”, disse Eliane.

Segundo ela, o ditado popular “sair das rédeas do pai e cair nas rédeas do marido” expressa uma visão do casamento como cenário no qual se está “sob controle”. “Se historicamente para algumas mulheres sair de casa, estudar e trabalhar corresponde a um roteiro planejado, cujo destino final é o casamento, para a maioria das entrevistadas no estudo o casamento foi considerado secundário”, afirmou.

O trabalho destaca ainda que, sob a lógica da mídia, que pressupõe o casamento como condição privilegiada de saúde e felicidade, também não procede o rótulo de que as mulheres solteiras são percebidas como solitárias e insatisfeitas.

“Em certo sentido, morar sozinha não foi percebido com um sentido negativo de solidão entre as entrevistadas. Pelo contrário, trata-se de um sinal de status que lhes confere maior grau de mobilidade. Esse estilo de vida as distingue socialmente como mulheres autônomas e senhoras de si”, concluiu Eliane, que é co-fundadora do Grupo Transas do Corpo, organização não-governamental de Goiânia voltada a ações educativas e de pesquisa em gênero, saúde e sexualidade.

Para ler o estudo Vidas no singular: noções sobre “mulheres sós” no Brasil contemporâneo, clique aqui.

Fonte: Thiago Romero /Agência Fapesp

Microsoft Research recebe indicações para bolsas de doutorado e estágios de Universidades Latino-Americanas

A Microsoft Research, centro de pesquisa da Microsoft, está recebendo indicações para o Programa Latino-Americano de Bolsa de Estudos para Doutorado e para o Programa Latino-Americano de Estágios.

As indicações podem ser feitas por algumas instituições acadêmicas na América Latina e as bolsas são para o ano acadêmico de 2007-2008. Ao todo, 13 universidades da Argentina, Brasil, Chile, México e Uruguai foram convidadas a enviar recomendações de estudantes para o processo seletivo dos programas.

Os programas têm o objetivo de oferecer oportunidade para que alunos de universidades de pesquisa da América Latina possam trabalhar com pesquisadores da Microsoft dentro dos laboratórios da empresa, em Redmond.

Outras metas são ampliar a interação entre pesquisadores da companhia com corpos docentes e alunos das principais universidades da região e descobrir novos talentos que, futuramente, poderão se candidatar a posições na Microsoft.

Cada universidade pode indicar até três candidatos de seus departamentos de ciências da computação, engenharia da computação e engenharia elétrica para ambos os programas. O candidato deverá apresentar resultados acadêmicos significativos, alto potencial para pesquisa e grande interesse na área de tecnologia da informação, além de proficiência em inglês.

“O talento e a criatividade são forças propulsoras do setor de computação e nosso objetivo é oferecer aos alunos da área científica a experiência prática que estimulará e apoiará o desenvolvimento de tecnologias inovadoras”, disse Jaime Puente, gerente sênior de Pesquisas e Programas Externos da Microsoft Research na América Latina.

No Brasil, as instituições acadêmicas que podem indicar candidatos são Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). No ano passado, três brasileiros foram selecionados para o programa de bolsas e estagiaram na Microsoft Research.

O programa de bolsa de estudos irá oferecer, após o processo seletivo, duas bolsas aos melhores entre os alunos indicados pelas universidades para concorrer ao doutorado. Se selecionado para uma bolsa, a Microsoft oferecerá automaticamente ao aluno a oportunidade de fazer um estágio em Redmond.

O programa de estágio, que também é remunerado, tem duração de 12 semanas e poderá ser oferecido a qualquer momento durante o ano. O instituto também oferece assistência para o visto, remanejamento e moradia.

Os indicados devem preencher um formulário até 26 de setembro de 2007 no endereço.

Junto com o formulário, o candidato deve incluir seu currículo, dois endereços de e-mail e cartas de referência. Os candidatos à bolsa de estudo devem ter interesse em cursar o doutorado e incluir uma proposta de tese junto ao formulário. As informações dos indicados serão analisadas e uma notificação será enviada por e-mail até 29 de outubro.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Reconstrução da base de Alcântara deverá seguir modelo chinês

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, declarou na última quarta-feira (19), na China, acreditar que ainda este ano começa a reconstrução do centro espacial de Alcântara, no Maranhão, que poderá seguir o modelo das instalações chinesas, segundo disse à Xinhua.

"Devemos reconstruir a torre de lançamento e construir o centro espacial como o que se tem aqui em Taiyuan", informou Rezende, mencionando a base de lançamentos na capital da província chinesa de Shanxi, norte do país, a 750 quilómetros de Pequim.

O complexo, de onde foi enviado à órbita terrestre o satélite de sensoriamento remoto sino-brasileiro CBERS-2B, conta com centros de controle com tecnologia de ponta, além de alojamentos e demais serviços que permitem ao seus técnicos terem quase o mesmo conforto das cidades que deixaram.

"Alcântara ainda não tem nada disso, ou seja, o que é necessário para se ter um programa espacial completo", considerou Rezende, referindo-se ao centro brasileiro.

Essa base ficou inoperante após a explosão do foguete brasileiro, em 2003 - construído para colocar satélites em órbitas -, provocando um acidente que deixou 21 mortos, todos especialistas aeroespaciais, e prejudicando o andamento do programa espacial.

Segundo o ministro, o novo centro de Alcântara deve custar entre US$ 150 milhões e US$ 300 milhões, dos quais cerca de US$ 15 milhões serão destinados à torre de lançamento. Ele lembrou que o governo já realizou uma licitação para selecionar a empresa encarregada das obras, mas que esse processo está suspenso por conta dos questionamentos, perante à Justiça, da companhia que perdeu a concorrência.

"Estou otimista de que seja ainda neste ano [o início do processo de reconstrução]", declarou à Xinhua.

Por outro lado, Rezende disse que por ter muitos técnicos brasileiros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT) na China, na base de Taiyuan, o Brasil já teria um acúmulo de conhecimento para dispor de um complexo que seguirá o modelo chinês.

(As informações são de Manuel Martínez, editor do serviço latino-americano da Xinhua News Agency )

Fonte: Agência CT

NSF financia projeto para estudar aranhas encontradas em todo o mundo

Elas são minúsculas, têm de 1 a 3 milímetros de comprimento, estão espalhadas pelo mundo e têm muito a nos ensinar sobre diversidade de espécies. Essas são algumas das observações sobre as aranhas da família Oonopidae, mais conhecidas como "goblin spider". Elas são alvo de um dos mais ambiciosos projetos de sistemática de animais já realizado no planeta.

Financiado pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos (NSF), o Inventário Planetário de Biodiversidade de Aranhas Oonopidae tem como missão identificar o maior número possível de espécies de aranhas dessa família, que apresenta uma distribuição mundial, mas ainda é pouco conhecida pelos cientistas. Até hoje, 459 espécies já foram descritas, mas estima-se que, pelo menos, cinco mil espécies pertençam a esse grupo megadiverso.

No Brasil participam do projeto o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), em Belém (PA), e o Instituto Butantan, de São Paulo (SP), que coordena o trabalho no País. À equipe do MPEG cabe inventariar os gêneros Neoxyphinus, Hytanis, Simoonops e Decuana, quatro grupos biológicos que apresentam distribuição neo-tropical.

"Nossa meta é avançar no conhecimento taxonômico desse grupo biológico, que é abundante, mas pouco conhecido da ciência", explica Alexandre Bonaldo, que coordena os estudos no Goeldi. Segundo ele, as "goblin spiders" se adaptam a diversos ambientes, habitando desde o solo até o topo das árvores.

O projeto se vale de tecnologia de ponta para padronizar o processo de descrição das espécies estudadas. A descrição é feita diretamente na página do site do projeto, onde, apenas os pesquisadores envolvidos têm acesso a um banco de dados que armazena as informações geradas pela pesquisa. Também é desenvolvido um software específico para a identificação automática das espécies descritas.

"Uma das vantagens desse projeto é que a sua estrutura permite aos pesquisadores conhecer melhor os gêneros que têm uma distribuição ampla. Temos também um maior acesso a informações biogeográficas por meio desse sistema", explica Bonaldo.

Além de contribuir para um melhor gerenciamento de áreas e da ecologia das comunidades estudadas, o conhecimento gerado também pode ser empregado em inventários ecológicos.

O Inventário mundial é coordenado pelo pesquisador Norman Platnick, do Museu Americano de História Natural, em Nova York, e está orçado em US$ 2,5 milhões e tem duração prevista para cinco anos. Um das metas é identificar outras espécies da família Oonopidae, por meio do estudo taxonômico de espécimes de aranhas pertencentes a coleções de instituições científicas de várias partes do mundo. Também serão realizadas expedições para coleta de exemplares na África do Sul, Madagascar, Sri Lanka, Índia e China. A ação já envolve 18 instituições de pesquisa de dez países e um total de 36 especialistas em taxonomia e sistemática de aranhas.

Outro objetivo é tentar compreender a evolução filogenética da família Oonopidae, cuja distribuição geográfica atual é reflexo de um passado quando os Continentes estavam unidos. A hipótese defendida pelos cientistas é a de que a família tenha surgido quando as massas continentais formavam um supercontinente denominado Pangea, que existiu até 200 milhões de anos, na era Mesozóica.

Fonte: Maria Lúcia Morais / Agência CT

Como aproximar a ciência e as crianças, a partir do contexto e histórico do Science World British Columbia-Canadá

O Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com o Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), convidou Pauline Finn, diretora do centro de ciências Telus World of Science, no Canadá, para falar sobre divulgação científica para crianças e jovens.

O evento, que será realizado no dia 28 de setembro, em Campinas (SP), é intitulado “Como aproximar a ciência e as crianças, a partir do contexto e histórico do Science World British Columbia-Canadá”.

A palestra, gratuita e ministrada em inglês, é destinada a professores, museólogos, jornalistas e outros profissionais que atuam como divulgadores de ciência.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

22º Workshop Temático do Centro de Toxinologia Aplicada

O 22º Workshop Temático do Centro de Toxinologia Aplicada ocorrerá no dia 25 de setembro, no Museu Biológico do Instituto Butantan, em São Paulo, com o tema “Da bancada ao produto”.

O encontro, que tem o objetivo de apresentar inovações na área de biotecnologia, reunirá representantes de instituições de pesquisa, universidades, órgãos de fomento e indústrias farmacêuticas.

O objetivo é promover novas oportunidades de parceria na área da saúde. O Centro de Toxinologia Aplicada é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP.

Mais informações no endereço ou telefone (11) 3726-1024.

Fonte: Agência Fapesp