sexta-feira, 14 de setembro de 2007

MCT e CNPq lançam edital para fixar doutores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Com recursos do Fundo Setorial de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (CT-Petro), no total de R$ 4,5 milhões, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do Ministério da Ciência e tecnologia (MCT), está selecionando propostas para o desenvolvimento de pesquisas em áreas vinculadas ao setor nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Por meio do edital lançado nesta quinta-feira (13), a agência irá selecionar propostas no âmbito do Programa de Estímulo à Fixação de Recursos Humanos de interesse dos Fundos Setoriais (Proset).

As propostas podem ser submetidas até 28 de outubro por pesquisadores doutores que queiram desenvolver projetos em áreas vinculadas aos setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis em instituição de ensino superior ou instituto de pesquisa científica ou tecnológica localizado no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do País.

Os recursos serão liberados em duas etapas - sendo R$ 2 milhões para este ano e R$ 2,5 milhões em 2008 – e destinados à concessão de bolsas e auxílios, incluindo a aquisição de material de consumo e bibliográfico, pagamento de serviços de terceiros, compra de equipamentos e outras despesas relativas necessárias para o desenvolvimento do projeto.

Os resultados serão divulgados na segunda quinzena de novembro e a contratação das propostas está prevista para dezembro deste ano.

O edital na íntegra e o formulário eletrônico para submissão de propostas estão disponíveis no endereço.

Fonte: Agência CT

3ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero tem inscrições abertas

Pensar e escrever sobre as desigualdades existentes entre homens e mulheres e entre os próprios homens e as próprias mulheres são temas instigantes.

Para solidificar esta discussão e o processo democrático dentro das escolas e universidades de todo o País está sendo realizado a 3ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero - Concurso de redações para estudantes do ensino médio e de artigos científicos para estudantes de graduação e graduados.

Os interessados podem se inscrever por meio de formulário eletrônico, disponível no endereço, até o dia 16 de novembro.

O 3º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero - concurso de redações e artigos científicos na área das relações de gênero, mulheres e feminismos - é uma iniciativa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), do Ministério da Educação (MEC), e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem).

A iniciativa tem como objetivos estimular a pesquisa no campo dos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos.

Novos prêmios
Esta edição traz uma novidade - as instituições de ensino e professores também serão agraciados com prêmios. As 33 instituições - escolas, universidades ou institutos de pesquisas - às quais estejam vinculados os premiados de cada categoria vão ganhar um computador (CPU), monitor LCD, teclado, mouse, caixa de som e estabilizador) com sistema operacional Linux e Open Office instalados, no valor estimado de R$ 2,5 mil.

As instituições receberão ainda uma assinatura anual da Revista Estudos Feministas e dos Cadernos Pagu. A mesma premiação, assinaturas das publicações, também serão entregue aos professores dos alunos vencedores.

Balanço
Nas duas edições anteriores cerca de 5 mil alunos e alunas do ensino médio, de todos os cantos do país, inscreveram suas redações. Estas categorias receberam prêmios como computadores, impressoras e bolsas de iniciação júnior.

Os vencedores da graduação e graduados ganharam prêmios de R$ 5mil a R$10 mil.

Na 1ª edição do programa, em março de 2006, foram inscritos no total, 141 trabalhos científicos da graduação e 176 do nível graduado. No segundo ano, este número ficou em 154 e 207, respectivamente. Quanto à inscrição por gênero, em 2006, nas três categorias, foram apresentados trabalhos, predominantemente por estudantes do sexo feminino (71%). No ano seguinte, o percentual subiu para 72%.

Candidatos
Os três vencedores da etapa nacional de redações do ensino médio - na qual concorrem os 27 ganhadores dos estados e do Distrito Federal - receberão como prêmio um Laptop, uma impressora multifuncional e uma bolsa de iniciação científica júnior.

Os 24 vencedores restantes da etapa estadual receberão um microcomputador, com monitor LCD. A premiação é individual e não cumulativa.

Os três melhores artigos científicos da graduação e os três dos graduados poderão ser premiados. Os estudantes de graduação deverão receber R$ 5 mil e uma bolsa de iniciação científica. Já os vencedores da categoria graduados contarão com R$ 10 mil e bolsas de mestrado ou doutorado.

Programa Mulher e Ciência
O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero integra o Programa Mulher e Ciência, criado com o objetivo de estimular a produção científica e a reflexão acerca das relações de gênero no País, desde o ensino médio, para promover a participação das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas.

Participam também da construção e como apoiadores do programa Mulher e Ciência, o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e outras 23 entidades, entre associações e sociedades científicas, núcleos de estudos e programas de universidades e organizações não-governamentais.

Além do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, o programa dispõe de mais dois tipos de incentivos:

Edital CNPq - que tem por objetivo fortalecer a produção de pesquisas no campo de estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos, buscando contemplar a intersecção com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.

Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa - Pensando Gênero e Ciências - cujos objetivos são: mapear e analisar o campo de pesquisas sobre gênero e ciências, no Brasil; estimular a produção de estudos relacionados à questão de gênero; propor medidas e ações que contribuam para a promoção das mulheres no campo das ciências e carreiras acadêmicas.

O primeiro aconteceu em Brasília, nos dias 29, 30 e 31 de março de 2006, o segundo está previsto para o primeiro semestre de 2008.

Fonte: Agência CT

Conferência Nacional de Bioenergia

Debater e abordar a bioenergia de forma abrangente, desde avanços científicos e tecnológicos até seus impactos sociais, econômicos, regionais e ambientais envolvidos com o tema estratégico.

Essa é a proposta da Conferência Nacional de Bioenergia, evento promovido pela Universidade de São Paulo (USP) de 26 a 28 de setembro, na capital paulista.

“O programa de bioenergia do Estado de São Paulo”, “Políticas públicas e inovação para o desenvolvimento da bioenergia”, Política energética de biomassa no Estado de São Paulo” e “Pesquisa e desenvolvimento tecnológico para a produção da bioenergia” serão temas em pauta.

Também serão assuntos em análise “Cenários mundiais do biodiesel”, “Bioenergia e meio ambiente”, “Bioenergia e indústria automobilística no Brasil e no mundo” e “Perspectivas de investimentos em bioenergia e os seus impactos na economia brasileira”.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Capital Tech - Finep apóia novo fundo de capital de risco

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia, aprovou o investimento em mais um fundo de capital de risco (venture capital).

Administrado pela Invest Tech, o Capital Tech pretende aplicar, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 32,5 milhões em dez empresas inovadoras. Do total de recursos, cerca de 30% serão aportados pela Finep. O fundo é o 12º apoiado pela empresa.

“Vamos privilegiar o setor de tecnologia da informação, mas teremos liberdade de aproveitar boas oportunidades nas áreas em que elas surgirem”, disse Maurício Lima, um dos gestores do Capital Tech. O fundo concluiu a fase de captação de recursos e deve começar a operar no primeiro trimestre de 2008. Em agosto, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou um financiamento de US$ 2,1 milhões para o fundo.

O objetivo é beneficiar empresas fluminenses e paulistas que faturem entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões. O aporte máximo por empreendimento será de R$ 4,8 milhões, mas a média deverá ficar em torno de R$ 3 milhões. O foco está em negócios que, embora ainda pequenos, apresentem um ciclo comercial completo. “Não apoiaremos idéias, apenas empresas que possuam faturamento, produto, canal de distribuição e clientes”, explicou Lima.

Mesmo antes de lançar o fundo, os gestores já estão em busca de bons negócios. Até o momento, foram analisadas 35 empresas, das quais três iniciaram conversações mais efetivas.

A Finep afirmou que a aposta no venture capital é uma alternativa de apoio às pequenas empresas inovadoras. Segundo a empresa, atualmente empreendimentos de porte reduzido ficam impedidos de contrair empréstimos no sistema bancário, pois não possuem as garantias reais exigidas.

A Finep aporta recursos em fundos de capital de risco, que são administrados por gestores especializados em garimpar bons projetos nos mais diversos setores. Os fundos, por sua vez, repassam o dinheiro às empresas. Na prática, os investidores tornam-se sócios dos empreendimentos por meio da compra de participações, o que significa dividir lucros e perdas.

A Finep destinou R$ 112 milhões para 12 fundos, que juntos já investiram em 31 empreendimentos.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Escorpiões são campeões da intoxicação

O Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) acaba de divulgar um relatório com os dados mais recentes sobre intoxicações em humanos no Brasil, referentes a 2005.

As intoxicações por medicamentos, que lideravam os casos até 2004, foram superadas pelos casos envolvendo animais peçonhentos – mais de um terço causado por escorpiões. O Sinitox é coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Foram registrados, em 2005, 84.456 casos de intoxicação humana no Brasil. Os dados vieram de 28 dos 34 Centros de Informação e Assistência Toxicológica em atividade no país naquele ano.

Segundo Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox, em 2005 os animais peçonhentos responderam por 23.647 (28%) dos casos de intoxicações em seres humanos no Brasil. Desse total, 8.208 (35%) envolveram escorpiões. As serpentes contribuíram com 4.944 (21%), as aranhas com 4.661 (20%) e os demais animais peçonhentos com 5.834 (25%).

Os casos de intoxicações por medicamentos vieram logo atrás, com 26% do total. No entanto, de acordo com a pesquisadora, a inversão das posições pode ser efeito de uma distorção causada pela ausência de dados do Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI/SP) em 2005.

“O centro de São Paulo é o segundo maior em número de notificações, atrás do centro de Porto Alegre. Tradicionalmente, o centro da capital paulista apresenta cerca de 4 mil intoxicações por medicamentos. Em 2005, o local não participou do levantamento por problemas operacionais e isso pode ter baixado a participação de medicamentos”, disse Rosany .

Escorpiões em alta
Segundo a coordenadora do Sinitox, o que mais chamou a atenção nos novos dados é que os escorpiões ultrapassaram – em muito – as serpentes em número de acidentes. “Prevíamos essa tendência desde 2002 e ela começou a aparecer em 2004. Agora, foi confirmado um grande aumento dos acidentes com escorpiões”, disse.

A pesquisadora observa também que houve um aumento importante do número de mortes causadas pelo animal. “Em 2004 tivemos quatro óbitos relacionados a acidentes com escorpiões. Em 2005, o número saltou para 16. É um aumento de 300%, na maior parte envolvendo crianças”, disse.

Para Rosany Bochner, a expansão de áreas urbanas sem planejamento, solos empobrecidos e pouco acesso ao saneamento básico podem ser razões do aumento de casos de envenenamento por escorpiões.

Os dados do Sinitox destacam que Pernambuco foi o estado que mais registrou acidentes com os escorpiões: cerca de 2,2 mil casos em 2005. Levantamentos anteriores indicaram grande incidência em áreas de pastos, com presença de barrancos e cupinzeiros, que são ocupados por populações de baixa renda.

“Essas populações vivem com pouca infra-estrutura e têm problemas com coleta de lixo. Os escorpiões convivem muito bem com o lixo urbano. Notamos que, nessas áreas, eles abandonam um comportamento típico da espécie, que é o canibalismo. Isso se deve a uma abundância de alimento nessas áreas”, disse Rosany.

Segundo a pesquisadora, a maior parte dos problemas está relacionada à espécie Tityus serrulatus, cujos indivíduos podem se reproduzir sozinhos. “Basta um deles ser carregado em uma caixa de frutas, por exemplo, para infestar uma nova área. Ele tem duas crias por ano, cada uma com 20 filhotes. Os hábitos noturnos fazem com que passe despercebido”, explicou.

A espécie pode estar entrando em áreas onde não estava presente antes, de acordo com a cientista. “Onde aparece o Tityus serrulatus, não se encontra nenhuma outra espécie, ela prevalece. Ela causa os acidentes mais graves. Acredito que o aumento da presença desse escorpião esteja ligado ao crescente número de óbitos”, disse.

Campeões de letalidade
A parcela mais expressiva dos casos de intoxicação está relacionada com animais peçonhentos e medicamentos, mas, segundo o relatório, os agrotóxicos causam o maior número de mortes (33%). Os medicamentos foram responsáveis por 18%, os raticidas por 11% e os animais peçonhentos por 9%.

“O número de mortes por intoxicação cresceu bastante de modo geral. Foram registrados 456 óbitos: 18% a mais em relação a 2004. O agente tóxico mais letal continua sendo o agrotóxico de uso agrícola. Quase 3% dos casos terminam em morte”, disse a cientista.

Segundo Rosany, no entanto, o impacto dos agrotóxicos pode ser ainda maior do que o mostrado pelos números. “Os dados só registram os casos agudos. Imaginamos que haja muitos casos crônicos que não são notificados”, disse. No total, os agrotóxicos de uso agrícola foram responsáveis por 5.577 notificações.

A pesquisadora da Fiocruz alerta que o segundo agente tóxico mais letal, o raticida, que mata 1,65% dos intoxicados, pode incluir também um agrotóxico de uso agrícola: o produto conhecido popularmente como “chumbinho”.

“Esse produto é um agrotóxico de altíssima toxicidade para lavouras de café, por exemplo, que é utilizado clandestinamente como raticida. Muitos dos casos notificados como intoxicação por raticida se referem ao uso desse agrotóxico”, explicou Rosany.

A coordenadora do Sinitox explica que em casos de intoxicação é necessário procurar serviço médico. Em caso de dúvidas e esclarecimentos, a população pode entrar em contato com o Disque-Intoxicação da Anvisa. O telefone é 0800-722-6001, a ligação é gratuita e o usuário é atendido por uma das 36 unidades da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat), presente em 19 estados e no Distrito Federal.

“É importante ressaltar que o Disque-Intoxicação não é voltado apenas para a população em geral, que procura primeiros socorros. É uma orientação especializada que pode e deve ser usada pelos médicos que eventualmente tenham dúvidas sobre o procedimento a adotar”, destacou a pesquisadora.

Mais informações no endereço.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

5° Workshop Internacional Brasil-Japão em biocombustível, meio ambiente e novos produtos da biomassa.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realizará de 29 de outubro a 1º de novembro, o 5° Workshop Internacional Brasil-Japão em biocombustível, meio ambiente e novos produtos da biomassa. O evento acontece no centro de convenções da Unicamp.

O workshop visa estimular a discussão de informações atuais dos programas governamentais, da iniciativa privada e universidade, na área de energia, biomassa, meio ambiente, sustentabilidade, tratamento de resíduos sólidos e líquidos e novas tecnologias aliados ao intercâmbio da pesquisa e perspectivas de abrir novos canais de cooperação internacional de interesse estratégico entre instituições japonesas e brasileiras.

O evento contará com a participação de várias autoridades. Entre eles estão: José Tadeu Jorge, reitor da Unicamp; Sergio Rezende, ministro da C&T; Hélio de Oliveira Santos, prefeito de Campinas; Toshio Kuroki, reitor Gifu University; Ken Shimanouchi, embaixador do Japão no Brasil; Carlos Suzuki, presidente do 5º Workshop Brasil-Japão; e Romeu Santini, secretário Municipal de Cooperação Internacional de Campinas.

As inscrições para o workshop devem ser feitas no endereço.

Mais nformações podem ser obtidas acessando o endereço.

Fonte: Inovação Energética

Fonte:

Inscrições para mestrado profissional do INPI vão até 29 de setembro

O curso em propriedade intelectual e inovação do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) será gratuito para as 25 vagas disponíveis. As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de setembro.

As aulas ocorrerão duas vezes por semana, no centro de treinamento do instituto, no Rio de Janeiro (RJ). A duração máxima é de 24 meses e o curso será iniciado em 2008.

O mestrado profissional é dividido nas seguintes linhas de pesquisa: globalização e regionalização – modelos de proteção à propriedade intelectual e seu papel no desenvolvimento; políticas setoriais e campos emergentes; e propriedade intelectual, tecnologia, sociedade e empresas brasileiras.

O processo seletivo compreende a avaliação de histórico escolar, currículo e carta de apresentação do candidato. Na segunda fase, haverá provas discursivas sobre propriedade intelectual e inovação, além de compreensão de textos em inglês. A última fase é composta pela avaliação da proposta de projeto e entrevista com os membros da comissão de seleção.

Para saber mais, acesse o endereço.

Fonte: Gestão CT

Motocicleta Flex é apresentada por empresa brasileira no exterior

O Brasil está presente no Salão de Frankfurt com uma tecnologia nacional, mas já conhecida do público, o sistema flex, ou bicombustível. O flex está em carros das mais variadas origens, inclusive com sistemas desenvolvidos na Europa.

Mas a novidade é que o sistema flex equipa agora uma motocicleta. O protótipo está no estande da Delphi, e foi desenvolvido pelo engenheiro Roberto Stein, diretor da empresa, no laboratório de Tecnologia da Delphi em Piracicaba.

Conceitualmente o sistema é o mesmo usado nos carros, o problema é que a moto é mais atrasada tecnologicamente do que o carro, ela não usa catalisador.

A Delphi implantou o sistema flex em várias motos, das marcas Honda, Yamaha e Sandow, que permanecem em testes. O lançamento comercial da moto bicombustível poderá acontecer em dois anos, mas isso vai depender das montadoras.

A moto flex poderá resolver o problema de poluição nessa categoria de veículo, já que a moto despeja na atmosfera uma quantidade infinitamente maior de resíduos poluentes do que um automóvel. E a partir de 2009 ela terá que se enquadrar numa legislação ambiental mais rigorosa, provavelmente tendo a necessidade de fazer uso do catalisador. Ou então usando o álcool como combustível.

Fonte: Agência AutoInforme

Ecolatina 2007 ocorrerá em Belo Horizonte



A 7ª Conferência Latino-Americana sobre Meio Ambiente e Responsabilidade Social (Ecolatina 2007), promovida pela Rede de Tecnologia Social (RTS), acontecerá de 16 a 19 de outubro, em Belo Horizonte (MG).

O objetivo principal da sétima edição do evento é debater estratégias de sustentabilidade, novos modelos de negócios e os desafios derivados das restrições quanto à emissão de gases de efeito estufa e acesso à água e a recursos naturais.

O evento reunirá alguns dos maiores especialistas internacionais e nacionais em responsabilidade socioambiental, além de representações governamentais, lideranças empresariais e acadêmicas.

A programação contém fóruns, seminários, cursos e workshops, além do 3º Encontro Técnico Científico, que apresentará soluções tecnológicas para os problemas de sustentabilidade do Brasil e da América Latina.

Informações e inscrições, no endereço.

Fonte: Gestão CT

Unit promove a 9ª Semana de Pesquisa em Sergipe

A 9ª Semana de Pesquisa da Universidade Tiradentes (Sempesq) acontecerá de 17 a 21 de setembro, nos campi da universidade, em Sergipe. A universidade, que tem cinco campi espalhados pelo Estado, realizará o evento em parceria com o Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), a Incubadora de Empresa de Base Tecnológica (I-TEC) e a Embrapa Tabuleiros Costeiros. O ITP é uma entidade associada à ABIPTI.

Com o tema “Educação e Desenvolvimento Humano”, o seminário tem o objetivo de proporcionar um ambiente para apresentação e discussão da produção científica aos pesquisadores, alunos de iniciação científica e aos interessados em geral que estarão presentes. Além disso, a Sempesq possibilita à sociedade o acompanhamento da produção científico-acadêmica dos pesquisadores, docentes e alunos das instituições do Estado de Sergipe e região.

O evento conta com cerca de 400 resumos inscritos para apresentação. Ele traz ao campus Aracaju Farolândia da Unit alguns conferencistas de renome regional e nacional, como os doutores Emídio Cantídio, diretor de pesquisa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e Jaime Giolo, diretor de avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Está previsto na programação da semana o lançamento de livros dos professores do Núcleo de Pós-Graduação em Educação da Unit (NPED). Em outubro, os docentes que projetam o programa de mestrado em educação da universidade também deverão lançar suas obras durante a 3ª Bienal Nacional e a 1ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas.

Mais informações no endereço.

Fonte: Gestão CT

Primeira planta de soja transgênica brasileira

Depois de 12 anos de pesquisas, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Brasília, em parceria com a multinacional alemã Basf, concluiu a fase de desenvolvimento tecnológico e de testes no campo da primeira planta de soja transgênica brasileira.

A nova variedade, que é resistente a herbicidas, deverá estar no mercado até 2011. O produto geneticamente modificado foi desenvolvido inteiramente no Brasil, de acordo Elibio Rech, geneticista e engenheiro agrônomo da Embrapa que coordenou a pesquisa.

A inovação está na modificação do genoma da planta da soja com a inserção de um único gene, o Ahas, extraído da Arabidopsis thaliana, planta usada na produção de herbicidas da classe imidazolinonas. Os experimentos foram realizados no Centro Nacional de Recursos Genéticos (Cenargen) da Embrapa.

Com isso, quando se aplica esse tipo de herbicida na lavoura para a eliminação de ervas daninhas, a soja transgênica não sofre seus efeitos. O gene Ahas foi patenteado pela Basf e a Embrapa também depositou um pedido da tecnologia de transformação genética no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Resistente à classe de herbicidas imidazolinonas, o novo produto concorrerá com sementes de soja tolerantes ao glifosato, cujo uso pode apresentar vantagens econômicas em relação às sementes convencionais (saiba mais).

“Não podemos falar em monopólio, mas as sementes de soja tolerantes aos herbicidas à base de glifosato representam o único produto do tipo disponível no mercado brasileiro”, disse Elibio Rech. “O nosso será mais uma opção aos sojicultores brasileiros para a redução de custos de produção com a aplicação racional de herbicidas visando o controle das plantas daninhas.”

“A diferença é que utilizamos imidazolinonas, o que contribui tanto para a maior concorrência da planta de soja brasileira no exterior como também para a redução do preço dos herbicidas vendidos aqui no país”, disse.

Segundo o geneticista, o meio ambiente também seria menos prejudicado com uma segunda variedade de soja transgênica no mercado. “Ao alternar o plantio com grãos e herbicidas distintos nas safras, os produtores conseguirão reduzir o surgimento de ervas daninhas resistentes a um único tipo de produto químico”, afirmou.

Regulamentação nacional e global
Os pesquisadores da Embrapa e da Basf estão realizando estudos de avaliação de segurança alimentar e ambiental para, em 2008, submeter a nova tecnologia à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), atendendo às exigências da Lei de Biossegurança.

Segundo Rech, a nova variedade de soja deverá estar disponível no mercado em 2010. “Com a possível aprovação da CTNBio para comercialização, vamos cumprir todas as etapas de produção de sementes em larga escala. Devemos lançar o produto comercial em 2010 para os produtores de sementes e, em 2011, para os produtores de soja”, disse.

Com base nos testes de campo da Embrapa, em que o cultivo das sementes transgênicas foi realizado em dez áreas diferentes do país com solos e climas variados, a expectativa é que a soja ganhe 20% do mercado nacional. “Faz parte também do pacote tecnológico que será disponibilizado em 2011 a criação de um herbicida à base de imidazolinonas específico para a planta transgênica brasileira”, destacou.

De acordo com o pesquisador, como em todo evento novo de biotecnologia, é também necessária a aprovação de países compradores de soja do Brasil. Por isso, a nova tecnologia deverá ser regularizada simultaneamente em mais de 20 países para permitir o uso doméstico e internacional do grão e seus derivados.

Os royalties provenientes da venda da tecnologia serão divididos igualmente entre a Embrapa e a Basf, com base em um acordo de cooperação técnica comercial mantido pelas duas instituições. Foram investidos até o momento mais de R$ 13 milhões nos estudos e no desenvolvimento tecnológico da nova variedade de soja transgênica.

Fonte: Thiago Romero / Agência Fapesp

Encontro - "Pesquisa para Saúde – Desenvolvimento e Inovação para o SUS”

De 22 a 24 de outubro acontecerá, em Brasília (DF), o evento “Pesquisa para Saúde – Desenvolvimento e Inovação para o SUS”. Realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, o encontro tem o objetivo fundamental de debater os projetos da própria Secretaria e traçar objetivos para CT&I no país.

Na pauta estão programados análise sobre a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, apresentação da nova Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, discussão sobre o Sistema Nacional de Inovação e o Complexo Industrial da Saúde, e apresentação do Sistema Nacional de Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Durante o encontro ocorrerá, também, a entrega do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS deste ano.

O evento é direcionado a gestores das áreas de saúde e C&T, pesquisadores e empresários. As inscrições podem ser feitas, até 30 de setembro, no endereço.

Mais informações, no endereço.

Fonte: Gestão CT

Encontro Econômico Brasil-Alemanha terá inovação como tema

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2007, que acontecerá de 18 a 20 de novembro, em Blumenau (SC), terá como tema Inovação Tecnológica: uma Cooperação para a Competitividade Internacional.

O evento será promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação das Indústrias da Alemanha - Bundesverband der Deutschen Industrie (BDI), com organização da pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc).

A 25ª edição do evento visa o fortalecimento do relacionamento bilateral nos seus mais diferentes aspectos: comercial, formação de parcerias, atração de investimentos, incluindo também transferência de tecnologia.

Entre os assuntos a serem abordados estão eficiência energética, infra-estrutura, agronegócio, logística, tecnologia, indústria automobilística, tecnologia de informação e gestão da saúde e bem-estar. As inscrições podem ser feitas no endereço.

Fonte: Anpei