segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Brasileira é eleita vice-presidente de organização meteorológica internacional

Maria Assunção Faus Silva Dias, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), foi eleita no mês passado vice-presidente da Associação Internacional de Meteorologia e Ciências Atmosféricas (IAMAS - The International Association of Meteorology and Atmospheric Sciences).

A eleição, que confirmou a indicação dos novos membros do Conselho Executivo para o período de 2007 a 2011, foi realizada no início do mês passado, em Perúgia, na Itália, durante a 24ª Assembléia Geral da União Internacional de Geodésia e Geofísica (IUGG - International Union of Geodesy and Geophysics), a qual o Iamas é uma das sete instituições científicas associadas.


A recomendação do nome da coordenadora do CPTEC/Inpe foi feita pelo diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Antonio Divino Moura.Como vice-presidente, Maria Assunção passa a integrar o Bureau da entidade, o mais alto nível de condução dos trabalhos da Iamas.

De acordo com o estatuto, revisto e aprovado em Perúgia, a escolha dos membros da Associação Internacional é feita com base na competência e experiência dos candidatos, respeitando ainda a distribuição geográfica de seus membros.Para ela, a eleição representa a maturidade científica do país na pesquisa meteorológica, de ciências atmosféricas e áreas correlatas no âmbito mundial.

"É também uma oportunidade para colocar os nossos problemas científicos da área da Meteorologia na agenda internacional", acrescenta.
O Iamas atua no estímulo às pesquisas em parceria com instituições internacionais, como a Organização Meteorológica Mundial (OMM) - agência especializada da ONU nesta área científica -, Unesco, entre outras organizações.

A Associação oferece ainda o apoio e a coordenação às pesquisas que necessitam de cooperação internacional, além de promover eventos e discussões científicas. O Iamas conta com 10 comissões internacionais de pesquisa em diferentes áreas das ciências atmosféricas.

Fonte: Gestão CT

São Luís sediará 1º Encontro Regional de Biodiesel

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) está apoiando a realização do 1º Encontro Regional de Biodiesel, a ser realizado nos próximos dias 30 e 31, em São Luís (MA). Sob a coordenação do Núcleo de Biodiesel da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), o evento vai discutir toda a cadeia produtiva do biodiesel na região Nordeste.

Integra a programação três mini-cursos: Culturas para a Produção de Biodiesel: Vantagens e Desvantagens, (Embrapa - Meio Norte), Controle e Qualidade do Biodiesel (Pensalab), e Processo de Produção de Biodiesel (Tecbio).

Também serão apresentadas palestras por representantes dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Confederação Nacional da Indústria (CNI) das agências de Desenvolvimento do Nordeste (Adene), e Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e também dos programas de biodiesel dos estados do Nordeste.

Além da Finep apóiam a iniciativa o governo estadual, a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisas Tecnológicas (Abipti), e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

As inscrições pode ser feitas no Setor de Projetos da Fapema ou pelo e-mail.

Outras informações estão no endereço.

Fonte: Gestão CT

Monserrat lança livro sobre direito na era espacial

A obra de José Monserrat Filho discute o que o autor considera "as questões mais agudas" do Direito Espacial e de todo o jogo político que o envolve. Posto na praça pela Casa Editorial Vieira&Lent, do Rio de Janeiro, em cuidadosa edição, o livro foi lançado na última quinta-feira (16), no Museu da República, Palácio do Catete.

Monserrat é vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA), membro da diretoria do Instituto Internacional de Direito Espacial, membro efetivo da Academia Internacional de Astronáutica e do Comitê de Direito Espacial da International Law Association (ILA).

E integra, como consultor, desde 1997, a delegação do Brasil junto ao Subcomitê Jurídico do Comitê das Nações Unidas sobre o Uso Pacífico do Espaço (Copuos).

Este é seu segundo livro sobre o assunto. O primeiro, "Introdução ao Direito Espacial", foi lançado em 1998, graças à iniciativa da SBDA com o apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB). "Direito e Política na Era Espacial" pode também ser visto como uma tentativa de balanço dos principais problemas políticos e jurídicos dos 50 anos das atividades espaciais, que se comemoram exatamente neste ano.

Vale lembrar que a Era Espacial foi inaugurada com o lançamento do Sputnik I, em 4 de outubro de 1957.

Em anexo, são publicados os textos de todos os Tratados e Resoluções que conformam o conjunto de fontes do Direito Espacial hoje, além da Declaração da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre o Direito ao Desenvolvimento, o que torna o livro um instrumento de consulta.

Ainda em anexo está a Declaração de Buenos Aires sobre a Cooperação em Direito Espacial, assinada durante o I Encontro "Ciência, Tecnologia e Sociedade", promovido pela SBPC e Associação Argentina para o Progresso da Ciência, na capital argentina em novembro de 2004. Esse documento dá uma idéia das necessidades regionais do estudo do Direito Espacial.

A apresentação do livro é firmada pela professora Sylvia-Maureen Williams, da Universidade de Buenos Aires, renomada especialista deste ramo do Direito Internacional.

A seu ver, "o autor aborda com autoridade, ao longo de doze capítulos, os temas mais diversos e sensíveis do Direito Espacial contemporâneo, em cujo âmbito se entrelaçam permanentemente aspectos jurídicos e políticos".

Na chamada "orelha" do volume, lê-se um texto do físico Ennio Candotti, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Candotti escreve: "Esse livro nos mostra que, no céu como na Terra, a justiça balança. Que valores estamos introduzindo nesta imensidão toda, acima de nossas cabeças? Entender é um direito. Urgente. Conhecer é um direito fundamental".

Na contra-capa, o advogado José Paulo Cavalcanti Filho, consultor da Unesco e ex-ministro da Justiça, faz o seguinte comentário:

"Aqui está um guia completo do Direito Espacial – passado, presente e futuro. Cenário amplo, não apenas descritivo e crítico, também propositivo. Ao realismo com que são apresentados os temas, se junta o otimismo com que Monserrat marca suas obras. Para ele, por exemplo, a Terra é "o único corpo celeste, até agora, com meios para reconhecer e até melhorar o seu próprio futuro". Não obstante advertindo sempre ser esse "um ramo do Direito envolvido com tecnologias de elevado valor estratégico para o bem e para o mal".

Um livro de referência. Construído em muitos anos de estudo, e vivência, pelo maior especialista brasileiro no tema".

Títulos dos capítulos do livro:
1. Como nasceu a Era Espacial
2. O Direito diante do Sputnik I
3. O Direito Espacial do Planeta Terra
4. Mais justiça no céu do que na Terra?
5. O "Complexo Militar-Industrial" e a Era Espacial
6. As corporações e o Direito Espacial
7. Atos de agressão no espaço exterior
8. Como tratar o Lixo Espacial?
9. Espaço e Desenvolvimento Nacional
10. Desenvolvimento, Direitos Humanos e Cooperação Espacial
11. Dados de satélite para o Desenvolvimento Nacional
12. Direito Espacial: o que será do amanhã?

Com informações de José Monserrat Filho

Fonte: Agência CT

XI Congresso Nacional de Lingüística e Filologia na Uerj

Joaquim Mattoso Câmara Jr. foi quem publicou o primeiro compêndio brasileiro de lingüística da língua portuguesa, nos anos 40, sendo fundamental para o desenvolvimento da disciplina no país. Numa época em que o português de Portugal orientava os estudos lingüísticos, ele sistematizou a língua falada no Brasil e fundou o primeiro programa de pós-graduação em lingüística do país.

Em tempos de discussão sobre mudança ortográfica e acordo com outros países de língua portuguesa, a lembrança do pioneirismo de Câmara Jr. é mais que oportuna. Por isso, o XI Congresso Nacional de Estudos Filológicos e Lingüísticos, que acontece na Uerj, do dia 27 a 31 de agosto, homenageará esse grande filólogo. O Congresso é organizado pelo Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos,(CIFEFIL) com a participação do Centro Filológico Clóvis Monteiro (CEFIL) e do Laboratório de Idiomas do Instituto de Letras da Universidade.

O objetivo é divulgar pesquisas filológicas e lingüísticas e promover o intercâmbio nacional e internacional dos estudos nesses campos, relativamente recentes no Brasil. Estarão presentes pesquisadores de várias universidades do país, EUA, Portugal, Uruguai e Chile. Durante o evento, haverá mesas-redondas, conferências, grupos de comunicações coordenadas, palestras, mini-cursos, pôsteres e algumas sessões culturais com música ao vivo, além de uma tarde de autógrafos e lançamentos.

A inscrição custa R$ 50,00 para obter o certificado, porém a entrada é franca para quem quiser apenas assistir. As inscrições podem ser feitas por fax, telefone ou email.


Fonte: Uerj

SciELO faz 10 anos e apresenta novidades

Oferecer novos recursos de busca para o acesso integrado às coleções, por meio de diferentes tipos de filtros e categorizações, além de disponibilizar uma série de inovações – como os serviços personalizados, em que o usuário poderá receber artigos, notícias e outros serviços de acordo com seus temas de interesse.

Essas são algumas das novidades do novo portal do programa SciELO (Scientific Electronic Library Online), que foi lançado oficialmente na cerimônia de comemoração de seus dez anos, na quinta-feira (16/8), em São Paulo e estará disponível nos próximos dias.

A biblioteca eletrônica, que no Brasil é mantida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), permite acesso gratuito a artigos de dez coleções em oito países – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Portugal, Espanha e Venezuela –, além de duas coleções temáticas nas áreas de saúde pública e ciências sociais.

“A principal novidade é a recuperação unificada de artigos, independentemente de qual coleção eles façam parte, o que era algo que representava dificuldades na versão anterior do portal”, disse Renato Murasaki, coordenador do Escritório de Projetos da Bireme, à Agência FAPESP. “A partir de agora, será possível fazer uma única expressão de busca e trazer, em uma mesma interface, artigos de todas as revistas disponíveis na biblioteca.”

São mais de 130 mil artigos em 452 títulos de periódicos certificados. “Como todas as coleções dialogam entre elas no novo portal, teremos a possibilidade de gerar indicadores integrados sobre a rede como um todo, sejam de acesso ou de citações, por exemplo, e não mais indicadores isolados por coleção ou revista. Isso é o que estamos chamando de visão sistêmica da rede”, explicou.

Ao se cadastrar gratuitamente, o usuário recebe um login e uma senha e, para o acesso aos serviços personalizados, o sistema também solicita a elaboração de um perfil no qual devem ser indicados os principais temas de interesse. Cada usuário pode cadastrar até três perfis distintos.

Entre os novos serviços personalizados estão “Minha Coleção”, que permite armazenar artigos de interesse e atribuir classificação de um a três estrelas, e “Meus Alertas”, em que é possível monitorar os indicadores do artigo clicando nos itens “Avise-me quando citado” e “Envie-me estatísticas de acesso”.

“Esses serviços personalizados permitem disseminar informações de maneira seletiva. A partir de um perfil cadastrado, serão oferecidos artigos que tenham relação com as áreas de conhecimento de preferência do usuário, sem que ele tenha que procurá-los nas coleções”, disse Murasaki.

Outros dois aplicativos são “Minhas Notícias”, que permite ao usuário adicionar endereços de sites por RSS – tecnologia que permite receber notícias automaticamente e em tempo real –, e “Meus Links”, que oferece a possibilidade de salvar e organizar os endereços de web preferidos por ordem de relevância.

As informações disponíveis no portal também podem ser acessadas por meio de buscas de autores, assuntos, revistas, palavras-chave, cidade ou país, e o usuário pode visualizar o artigo em formato pdf ou xml, conhecer o currículo Lattes dos autores, saber como citar o estudo, visualizar as estatísticas de acesso, acessar as referências bibliográficas do artigo e, por fim, enviá-lo por e-mail.

Para Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, o novo portal dará maior visibilidade para a boa ciência feita nos países da América Latina e em Portugal e Espanha.

“Até então, o SciELO, apesar de permitir acesso livre aos trabalhos, o que é o mais importante, não oferecia muitas funções aos usuários. A partir de agora, a comunicação entre os cientistas será mais facilitada. Os usuários poderão criar sua própria coleção e ainda compartilhar artigos com outros pesquisadores”, destacou.

Mais informações sobre o novo portal no endereço.

Fonte: Thiago Romero / Agência Fapesp

Medicina Translacional

A pesquisa básica em imunologia avança a passos largos, mas ainda são raros os casos em que as descobertas feitas em modelos experimentais são transformadas em terapias.

Por isso, de acordo com a professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Magda Carneiro-Sampaio, uma das tendências atuais da imunologia é a medicina translacional, que procura aproximar a ciência básica da aplicação clínica.

A tendência se manifestou no Simpósio "Imunodeficiências primárias e auto-imunidade", que reuniu, na semana passada, 950 especialistas de diversos países na FMUSP. Segundo Magda, coordenadora-geral do evento, a auto-imunidade – distúrbio que leva as defesas do organismo a uma auto-agressão – manifesta-se com freqüência nas doenças genéticas que abalam o sistema imune. As imunodeficiências primárias seriam, portanto, “experimentos da natureza” úteis para ajudar a compreender os mecanismos moleculares, celulares e sistêmicos da auto-imunidade.

O simpósio, promovido pelo Grupo Brasileiro de Imunodeficiências (Bragid) e pelo Grupo Latino-americano de Imunodeficiências Primárias (Lagid), foi um dos eventos-satélite do Congresso Mundial de Imunologia, cuja 13ª edição será realizada a partir desta terça-feira (21/8), no Rio de Janeiro.

O simpósio tratou de imunodeficiências primárias e auto-imunidade. Por que associar os dois temas?
Magda Carneiro-Sampaio – As doenças auto-imunes são a segunda manifestação mais comum entre os pacientes com imunodeficiências primárias. Esses pacientes têm deficiência no sistema imune, que acarreta falta de resistência às infecções, mas, paradoxalmente, apresentam auto-imunidade, que é uma hiper-reatividade. Os pacientes com imunodeficiências primárias têm doenças monogênicas – isto é, decorrentes de alterações em um único gene. Por isso, são doenças muito bem caracterizadas. O que tentamos fazer é, por meio do estudo desses pacientes, ganhar conhecimento sobre a auto-imunidade.

A auto-imunidade continua sendo, então, um desafio central para a imunologia?
Magda Carneiro-Sampaio – Sim. As doenças auto-imunes humanas são um grupo de doenças poligênicas bastante complexas, cujos processos são difíceis de compreender. Por outro lado, são doenças muito comuns. De 5% a 7% da população mundial tem alguma doença auto-imune.

Quais são as doenças auto-imunes mais comuns?
Magda Carneiro-Sampaio – São enfermidades como o vitiligo e as doenças da tireóide de maneira geral. Mas existem outras muito graves, como o lúpus ou a artrite reumatóide. Estamos tentando entender melhor essas doenças a partir do estudo de pacientes com doenças monogênicas. Existem certamente alguns defeitos do sistema imune que predispõem a certas doenças auto-imunes. O simpósio que organizamos segue essa proposta, dentro de uma tendência geral da imunologia de fazer medicina translacional.

O que é a medicina translacional?
Magda Carneiro-Sampaio – É algo novo e bastante interessante. O termo vem de translational medicine, um ramo da pesquisa médica que procura conectar diretamente a investigação científica ao tratamento dos pacientes. Existe algo paradoxal na imunologia: a pesquisa básica está extremamente avançada, mas a parte clínica, médica, que é o alvo da pesquisa básica, foi pouco desenvolvida. Quando se junta essas pessoas com saberes e pontos de vista diferentes, temos uma maneira de avaliar até onde avançou o conhecimento adquirido a partir de modelos animais, para tentar aplicar isso de forma mais rápida em seres humanos – evidentemente, dentro de todos os princípios éticos.
Quais são os principais desafios no estado atual da pesquisa em imunologia?
Magda Carneiro-Sampaio – Um dos nossos principais alvos de pesquisa é o timo. Muitas dessas doenças auto-imunes têm relação com esse órgão, que ainda é muito pouco conhecido. Alguns cientistas, inclusive no nosso grupo, consideram que as doenças auto-imunes são, no fundo, defeitos do timo. Para mim, o grande desafio, como pediatra, é entendê-lo melhor.

Por que o timo é de tão difícil compreensão?
Magda Carneiro-Sampaio – O timo foi o último dos grandes órgãos do corpo – é uma glândula enorme, principalmente nas crianças – a ter sua função revelada. E essa função continua bastante mal compreendida. O problema é que não há como explorá-lo. Podemos fazê-lo radiologicamente, mas não há dosagens bioquímicas ou hematológicas que permitam saber se ele está funcionando, ou se foi afetado por uma determinada medicação. Por exemplo, achamos que corticóides afetam o timo. Damos corticóides com alta freqüência a crianças, mas não temos como avaliar se isso afeta o órgão. Para outros, como fígado e pulmão, temos vários testes de avaliação funcional bastante precisos. Mas não sabemos avaliar o timo.

Pode-se dizer que a imunologia tem uma relação íntima com a pediatria?
Magda Carneiro-Sampaio – Sim, tem uma relação ampla. Por serem congênitas, quase todas as imunodeficiências primárias se manifestam na criança. Geralmente são os pediatras quem cuidam dessas doenças genéticas. O diagnóstico dessas doenças é um problema considerável. Essas imunodeficiências, quando diagnosticadas a tempo, podem ser tratadas de forma que o paciente tenha uma vida normal. Com diagnóstico tardio, o paciente pode morrer ou levar uma vida muito difícil. Por serem pouco freqüentes e pouco conhecidas, muitas vezes o diagnóstico demora a ser feito.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp