terça-feira, 14 de agosto de 2007

Abertas as inscrições para bolsas da Internet Society

Estão abertas, até o dia 7 de setembro, as inscrições para a Bolsa Isoc, fornecida pela Internet Society (Isoc).

O objetivo do apoio é levar especialistas em internet, residentes de países em desenvolvimento, aos encontros de debates promovidos pela instituição. Os eventos são: Internet Engineering Task Force (IETF) 70, realizado de 2 a 7 de dezembro em Vancouver (Canadá), e IETF 71, que acontecerá na Philadelphia (EUA), nos dias 9 a 14 de março de 2008.

Serão cinco selecionados para cada encontro. Os escolhidos receberão transporte, hospedagem, inscrição e ajuda de custo. A candidatura para as vagas pode ser feita neste endereço.

O IETF é uma organização internacional. Ela atua congregando profissionais de diversas áreas que têm o foco na evolução e desenvolvimento da internet.

Mais informações no endereço.

Fonte: Gestão CT

O fenômeno workaholic na gestão de empresas

The workaholic phenomenon in business management

Viciados em trabalho
Artigos científicos publicados em revistas de todo o mundo costumam levantar a hipótese de que boa parte dos seres humanos apresenta uma “predisposição psicológica” para o vício em trabalho. Com base nisso, Maurício Serva de Oliveira, professor do curso de pós-graduação em administração da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), resolveu estudar o assunto sob o ponto de vista das exigências empresariais.

O objetivo do trabalho foi questionar se o efeito psicológico pode ser considerado como a única causa do fenômeno conhecido como workaholic. “As pessoas trabalham em excesso não por decisão própria, mas porque são obrigadas. Há sempre uma questão social e econômica maior que faz com que as empresas imponham um forte ritmo de trabalho a seus funcionários”, disse Oliveira. “É claro que o indivíduo também entra nesse jogo radical para ter mais poder e dinheiro, mas não podemos dizer apenas que a causa está em uma predisposição psíquica”, complementa o professor da PUC-PR.

O pesquisador, em companhia de Joel Lincoln Ferreira, das Faculdades Jorge Amado, em Salvador (BA), analisou, por meio de entrevistas qualitativas, o cotidiano de oito gerentes que atuam em empresas brasileiras de diferentes segmentos, em quatro estados do país. Os resultados do artigo “O fenômeno workaholic na gestão de empresas” foram publicados na Revista de Administração Pública.

Como decorrência do ritmo imposto pelo trabalho, todos os gerentes analisados sofreram conseqüências. Em menor grau, esgotamento físico e mental, estresse e enxaquecas. Ou ainda, em situações mais extremas, enfartos, úlceras gástricas e distúrbios do sistema imunológico. “Essas pessoas já foram escolhidas por serem consideradas workaholics. A intenção foi mostrar as evidências da contribuição das empresas nesse processo”, explica Oliveira, que também é presidente, no Brasil, do Centro Internacional de Pesquisa e Informação sobre a Economia Pública, Social e Cooperativa (Ciriec).

Segundo o pesquisador, por ocuparem posições de comando, os gerentes apresentam um índice elevado de responsabilidade acumulada. Além de uma pesada carga de trabalho, os profissionais estão sujeitos a situações de complexidade por terem de lidar com prazos apertados e a constante presença do risco. “Sem contar o fato de que a empresa ainda espera que ele seja sempre um vencedor”, diz Oliveira.

Em nome da competitividade, as empresas atualmente estão sempre reduzindo custos, o que muitas vezes acaba sendo sinônimo da redução de mão-de-obra. A conseqüência imediata desse cenário bastante conhecido é o aumento da jornada de trabalho entre os gerentes analisados.

“Jornada diária com mais de 10 horas, extensão das atividades em casa e nos finais de semana, reduzido tempo de lazer, falta de socialização e dificuldade de relacionamento com amigos e família são considerados sintomas graves e características importantes de um viciado em trabalho”, explica o pesquisador. “Mas, é claro, o grande problema é quando isso ocorre de forma permanente. Se a pessoa estiver envolvida em um projeto temporário, ela não deve ser considerada um workaholic.”

Para ler o artigo na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui

Fonte: Thiago Romero / Agência FAPESP - 14/08/2006

Estresse prejudica os dentes

Pessoas estressadas têm mais chance de desenvolver doenças periodontais, de acordo com um estudo realizado por pequisadores da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e publicado na edição de agosto da revista Journal of Periodontology, da Associação Norte-Americana de Periodontologia.

As doenças periodontais atingem o conjunto de tecidos ao redor dos dentes, responsável por sua fixação e que inclui gengivas, ossos alveolares e fibras que ligam a raiz dental ao osso. De caráter infecto-inflamatório, as doenças periodontais podem causar destruição dos tecido ósseo e levar à perda dos dentes.

Ao realizar uma revisão sistemática da literatura internacional a partir de 1990, a pesquisadora Daiane Peruzzo, do Departamento de Periodontia, encontrou 58 artigos científicos que relacionavam doenças periodontais ao estresse e a outros tipos de fatores psicossociais.

“Do universo de artigos considerados, 14 preecheram os pré-requisitos. Desses, a maioria indicava fortes relações entre o estresse e as patologias. Esse resultado deu fundamento ao prosseguimento do nosso estudo”, disse Daiane.

Segundo ela, os estudos indicam que um indivíduo estressado tem maior probabilidade de sofrer de doença periodontal, dependendo de como reage frente ao estresse. Foi constatado, no entanto, que pesquisadores têm elevada dificuldade para padronizar os impactos do estresse.

“Há dois tipos de impacto, um biológico e um comportamental. Achamos que, no aspecto biológico, o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, aumentando a suscetibilidade a inflamações em todo o organismo”, disse Daiane.

O estudo foi feito pelo grupo da FOP e dosagens hormonais dos animais foram feitas no departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“A revisão sistemática parte do universo total de artigos publicados e segue critérios rigorosos, considerando apenas aqueles que se enquadrem em determinados pré-requisitos. Ela tem alta capacidade de gerar evidências com segurança, ao contrário das revisões narrativas”, disse Daiane.

Segundo a pesquisadora, a revisão sistemática correspondeu à parte inicial de um estudo em fase de finalização, que pretende avaliar todas as dimensões das relações entre estresse e doenças periodontais.

Efeitos sistêmicos
No aspecto comportamental, os pequisadores mostraram que a pessoa estressada se preocupa menos com a higiene e a alimentação, aumentando a probabilidade das doenças. “Além disso, fatores como fumo e diabetes também influenciam – mesmo quando não há estresse. Com o quadro de estresse, o fumante tende a fumar ainda mais e o diabético a tratar menos de sua doença”, disse Daiane.

Aqueles que cuidam de familiares com doenças, como câncer e Alzheimer, por exemplo, tenderiam a sofrer mais impacto comportamental. “Eles passariam a se preocupar muito mais com os familiares, esquecendo de cuidar de sua própria alimentação e higiene. Juntando-se isso aos altos níveis de cortisol, há grande impacto na saúde bucal”, afirmou.

A partir dessas evidências, os pesquisadores continuaram os estudos utilizando camundongos a fim de avaliar a influência do estresse na evolução das doenças periodontais.

“Os modelos animais eram o único recurso disponível para padronizar tipos de estresse e doenças periodontais, a fim de avaliar os efeitos sistêmicos e locais entre ambos. Observamos que o estresse teve alto impacto sobre a progressão da doença periodontal”, disse.

O estudo experimental, de acordo com a professora, está concluído, mas ainda aguarda aprovação para publicação em revistas científicas internacionais. “O novo estudo vai trazer algumas respostas, pois avaliou a expressão gênica em relação ao estresse sistematicamente e localmente no periodonto”, destacou.

Fonte: Fábio de Castro / Agência Fapesp

Imunodeficiências primárias e auto-imunidade

“Imunodeficiências primárias e auto-imunidade” será o tema do evento que o Grupo Brasileiro de Imunodeficiências (Bragid) e o Grupo Latino-Americano de Imunodeficiências Primárias (Lagid) promovem de 16 a 18 de agosto, em São Paulo.

O encontro se caracteriza como uma reunião-satélite do Congresso Mundial de Imunologia, cuja 13ª edição será realizada de 21 a 25 de agosto, no Rio de Janeiro.

Entre os conferencistas confirmados estão Daniel Kastner, diretor clínico do Instituto Nacional de Artrite e Doenças Muscoesqueléticas e de Pele (Niams), dos Estados Unidos, Beatriz Tavares Costa-Carvalho, professora da Universidade Federal de São Paulo, e Yehuda Shoenfeld, da Faculdade de Medicina de Tel-Aviv, em Israel.

As imunodeficiências primárias são doenças causadas por alterações no sistema imunológico que, apesar de serem consideradas raras no passado, vêm sendo cada vez mais diagnosticadas e tratadas. A principal característica desse grupo de doenças é a maior suscetibilidade à infecção.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Feira Internacional Econegócios e Tecnologias Limpas

A Feira Internacional de Econegócios e Tecnologias Limpas pretende, de 22 a 25 de agosto, no município de Serra (ES), mobilizar pesquisadores, governos e empresas para problemas relacionados aos resíduos sólidos.

Para isso, a programação científica abordará temas como “Gestão e gerenciamento de resíduos sólidos”, “Energias renováveis e energias limpas”, “Mudanças climáticas”, “Mercado ambiental” e “Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente”.

O evento é promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae), pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado para Ações Sociais (Idéias).

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

BNDES libera recursos do Linha Inovação para o Porto Digital em Recife

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou, na sexta-feira (10), R$ 4,5 milhões para a implantação de um centro empresarial destinado a abrigar empresas do setor de tecnologia da informação (TI) no Porto Digital, no Recife (PE).

Segundo informações do banco, os recursos fazem parte do programa Linha Inovação: Produção. O Centro de Negócios de Tecnologia da Informação (ITBC), que foi criado em um prédio histórico do Recife, abrigará cerca de 40 empresas de TI.

O Centro de Excelência em Tecnologia de Software do Recife (SoftexRecife) tomou o empréstimo no BNDES para a viabilização do ITBC. Ainda de acordo com o BNDES, o projeto financiado pelo banco contribuirá para a revitalização do espaço urbano do Bairro do Recife, que abriga o Porto Digital.

A revitalização do bairro e a atração das empresas de TI foram iniciadas na gestão de Cláudio Marinho, então secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco. Foi então criado o Porto Digital, definido como o Arranjo Produtivo de Tecnologia da Informação e Comunicação, com foco no desenvolvimento de software.

Agora o governo de Pernambuco aportou, segundo informações do BNDES, cerca de R$ 6 milhões para a implantação do ITBC e alocou recursos orçamentários no valor de R$ 33 milhões para o financiamento das empresas de TI que se instalarem no Porto Digital.

A Secretaria de C&T e Meio Ambiente de Pernambuco é associada à ABIPTI. Informações complementares sobre o Porto Digital podem ser obtidas no endereço.

Para saber mais sobre os financiamentos do BNDES para a área de inovação, acesse o endereço.

Fonte: Gestão CT

Fucapi realiza workshop preparatório para o Congresso ABIPTI 2008

O 2º Workshop Regional Norte ABIPTI será realizado nos dias 27 e 28 de agosto de 2007, no auditório da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), em Manaus (AM). O tema do evento é “Ações dos Institutos de Pesquisa Tecnológica frente aos Desafios Regionais”.

Na solenidade de abertura, estão previstas as presenças de Isa Assef, diretora presidente da Fucapi e vice-presidente da ABIPTI pela região Norte, José Aldemir de Oliveira, secretário de Ciência e Tecnologia do Amazonas, Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque, secretário executivo da ABIPTI, e Antônio Carlos da Silva, vice-presidente da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam).

A programação do workshop prevê, entre outras, discussões sobre a política de C&T no Amazonas, o modelo de gestão dos institutos de pesquisa tecnológica (IPTs), a interação entre IPTs e empresas, a criação de competências para apoiar o desenvolvimento regional, e a importância do conhecimento tradicional para a região amazônica. Esta última palestra será apresentada pelo presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Jorge Ávila.

O evento é realizado pela Fucapi com o apoio da ABIPTI.

Fonte: Gestão CT

Ompi - Organização Mundial da Propriedade Intelectual - divulga mapa da inovação

A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi - WIPO em inglês) divulgou, no dia 10, o relatório 2007 sobre patentes da organização. O documento aponta para um aumento médio de 4,7% ao ano no número de depósitos de patentes feitos em todo o mundo.

O relatório analisa dados coletados em 2005. O número de patentes concedidas somente naquele ano, em todo o mundo, aumentou em 3,6% se comparado com dados de 2004.

O Japão é quem lidera a lista de patentes concedidas em relação à sua população, seguido pela Coréia do Sul, Estados Unidos, Alemanha e Austrália. São aproximadamente 3 mil patentes obtidas para cada milhão de japoneses, cerca de 2.500 para cada milhão de sul-coreanos, quase 700 para cada milhão de estadunidenses, cerca de 600 para cada milhão de alemães e aproximadamente 500 patentes para cada milhão de australianos.

O relatório aponta que a Coréia do Sul e a China tiveram participação significativa no aumento dos depósitos de patentes em todo o mundo. Os escritórios chineses, por exemplo, registraram um aumento de 42,1% no número de patentes depositadas por residentes. Na China, os depósitos por não residentes aumentaram em 23,6%.

Os dados mostram que, em 2005, cerca de 600 mil patentes foram concedidas. No fim daquele ano, 5,6 milhões de patentes estavam vigentes em todo o mundo.

Os escritórios que mais recebem demandas para depósitos de patentes, segundo dados da Ompi, são os do Japão, Estados Unidos, China, Coréia do Sul e Escritório Europeu de Patentes (OEB, sigla em francês). De acordo com o relatório, os cinco países representam 77% das demandas por depósitos de patentes e 74% das patentes concedidas em todo o mundo.

A Ompi também considerou que o sistema de patentes tem crescido “notavelmente” nos últimos anos. Segundo a organização, mesmo a maior parte das patentes sendo depositadas pelos Estados Unidos e Japão (49% das 5,6 milhões em vigor) os novos dados mostram que os países industriais ou em desenvolvimento estão utilizando cada vez mais o sistema de patentes.

“É um indicador que manifesta o nível de inventividade e de inovação do mundo que tem resultado no domínio daqueles que desenvolvem mais tecnologia”, disse Kamil Idris, diretor geral da Ompi, por meio de sua assessoria.

Brasil
Segundo o relatório, o Brasil está entre os 20 escritórios que mais concedem patentes no mundo, em 12º lugar. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é o escritório que cuida da concessão de patentes no país.

Os dados da Ompi para o Brasil mostram que o país ainda está muito aquém do desejável no número de patentes concedidas. Em 2005, houve uma redução de 13,5% no número de patentes concedidas, se comparados com dados do ano anterior.

O número de patentes concedidas para não residentes foi, em 2005, maior do que as patentes concedidas para residentes. Ainda sim, em ambos os casos, houve uma redução das patentes concedidas. Se comparado com dados de 2004, houve uma redução de 1,8% no número de patentes concedidas para residentes e uma redução de 17% das patentes concedidas para não residentes.

O relatório ainda aponta que o Brasil é o último colocado em relação a patentes obtidas em outros países. Os Estados Unidos ficam em primeiro lugar, com cerca de 160 mil patentes concedidas em outros países. O Brasil tem cerca de mil patentes. Mesmo estando em último lugar, houve um aumento de 4%, em 2005, do número de patentes brasileiras concedidas em outros países.

O Brasil é o 17º na lista que mede a relação entre investimentos em P&D e o número de patentes concedidas para residente. O país concede 0,29 patentes para residentes a cada 1 milhão de dólares investidos em P&D. Já a Coréia do Sul concede 5,08 patentes na mesma relação. Se comparados os dois países, é possível verificar que os investimentos feitos em pesquisa e desenvolvimento na Coréia geram 17,5 vezes mais patentes concedidas do que no Brasil.

Para conferir a íntegra do relatório acesse o endereço.

Fonte: Tatiana Fiuza / Gestão CT

8º Seminário de Economia Industrial

“As novas trajetórias da inovação tecnológica no Brasil” será o tema discutido de 15 a 17 de agosto, em Araraquara (SP), durante o 8º Seminário de Economia Industrial.

O objetivo do evento é realizar um balanço dos temas mais relevantes para o desenvolvimento da inovação no país, apresentar proposições para a investigação e colaborar na orientação das políticas de promoção do desenvolvimento tecnológico no país.

“A rede de pesquisa para a cadeia do etanol”, “Experiências universidade-empresa: incubadoras”, “Parques tecnológicos”, “Tomada de decisão em ciência, tecnologia e inovação” e “Implantação de laboratórios de P&D nas empresas” serão assuntos abordados.

A promoção é do Grupo de Estudos em Economia Industrial da Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara da Universidade Estadual Paulista.

Mais informações no endereço.
Fonte: Agência Fapesp

Jornada Argumentação e Discussão Crítica

O Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo promove, no dia 15 de agosto, na capital paulista, a Jornada Argumentação e Discussão Crítica.

O evento, que será conduzido pelo professores Frans van Eemeren e Bart Garssen, da Universidade de Amsterdã, na Holanda, tem o objetivo de apresentar os princípios básicos da argumentação e suas estratégias e, por meio delas, estabelecer uma discussão crítica em diversos tipos de discurso.

A participação é gratuita e não há necessidade de se inscrever.

Mais informações: (11) 3091- 4828 / 4512

Fonte: Agência Fapesp

R$ 7 milhões para projetos de telemedicina

A democratização da saúde, com a utilização de tecnologias de informação e comunicação para levar serviços especializados às populações de regiões carentes do país, é o foco da chamada que acaba de ser lançada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Um total de R$ 7 milhões será destinado para apoiar projetos de pesquisa científica e de desenvolvimento tecnológico aplicados a ambientes de telemedicina e telessaúde.

Segundo a Finep, o objetivo é desenvolver soluções para melhorar a qualidade do diagnóstico e promover colaboração on-line entre médicos e pesquisadores. São duas linhas temáticas: imagens médicas e ferramentas de apoio à decisão médica.

As propostas podem ser enviadas até 17 de setembro.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

CNPq e Capes lançam Edital Editoração

O CNPq acaba de lançar, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Edital Editoração. A chamada foi publicada na edição de hoje (13) do Diário Oficial da União.

A data limite para submissão eletrônica das propostas é o dia 26 de setembro. Já a documentação complementar deverá ser enviada até o dia 3 de outubro.

O objetivo é apoiar e incentivar a editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros, sendo considerado prioritário o apoio às revistas divulgadas simultaneamente por meio eletrônico na internet, em modo de acesso aberto, em todas as áreas do conhecimento. Essas publicações devem ser mantidas e editadas por instituição ou sociedade científica brasileira, sem fins lucrativos, de âmbito nacional, que contribua para elevar o nível de qualidade, forma e conteúdo das revistas nacionais dedicadas à ciência e tecnologia.

O edital conta com R$ 5 milhões, sendo 50% proveniente do CNPq e 50% da Capes. A diretoria executiva de ambas as agências definirão quais propostas serão contempladas.

A íntegra do edital pode ser acessada no endereço.

Fonte: Gestão CT