sábado, 7 de julho de 2007

Estudo mostra a resistência do Pau-Brasil

A árvore considerada símbolo do país, o pau-brasil (Caesalpinia echinata), acaba de ter características de resistência de sua madeira destacadas em pesquisa feita no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O trabalho, de autoria de Claudia Alves da Silva, apresentado como tese de doutorado, analisou a composição da parede celular da madeira do pau-brasil com o objetivo de verificar a resistência a organismos xilófagos, como cupins e fungos. O estudo foi orientado por Márcia Regina Braga, professora do Instituto de Botânica de São Paulo e credenciada junto ao Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Estrutural da Unicamp.

As amostras de pau-brasil foram coletadas na Reserva Biológica de Mogi-Guaçu do Instituto de Botânica da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, que conta com uma plantação para fins de pesquisa com cerca de 270 árvores da espécie com idades estimadas em 25 anos. Foi utilizado o cerne do pau-brasil, a parte do tronco em que está o corante vermelho conhecido como brasileína.

Corpos-de-prova da madeira permaneceram durante várias semanas em contato com culturas de fungos e com cupins, separadamente. Em seguida, as amostras foram pesadas e o desgaste na madeira mensurado. As análises foram realizadas em parceria com o Laboratóio de Preservação de Madeiras e Biodeterioração de Materiais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

As características do cerne do pau-brasil foram comparadas com as de madeiras como o eucalipto (Eucalyptus grandis), pinus (Pinus elliotti) e angico-preto (Anadenathera macrocarpa), esta última tradicionalmente utilizada na confecção de dormentes de trens.

“O pau-brasil se comportou de maneira semelhante ao angico-preto, considerada uma madeira comercial de altíssima resistência”, disse Marcia Regina Braga. “Os cupins não só não conseguiram perfurar a madeira como morreram, devido às substâncias tóxicas presentes no cerne.”

Enquanto 85,2% dos cupins que foram colocados em contato com a madeira do pau-brasil morreram, o índice de mortalidade dos insetos no angico-preto foi de 86,3%. Em pínus esse índice foi de 55,4%, e, no eucalipto, de 32,5%. Quanto à resistência aos fungos apodrecedores, apenas 1% da madeira do pau-brasil sofreu desgaste. Essa porcentagem foi cerca de 2% para o angico-preto, 10% para o pínus e 16% para o eucalipto.

Segundo Márcia Braga, conhecer características de resistência do pau-brasil é importante para as atividades de cultivo e de uso sustentável da madeira. “Sabendo que o pau-brasil é uma espécie resistente a organismos xilófagos, além de cultivos em bosques experimentais poderíamos incentivar programas de arborização urbana com a espécie, por exemplo”, apontou.

Apesar de estar na lista de espécies ameaçadas de extinção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o pau-brasil ainda é comercializado, especialmente para a confecção de arcos de instrumentos de corda, como o violino.

“Não existe uma madeira com propriedades acústicas tão peculiares como o pau-brasil para essa finalidade, o que faz com que continue a ser explorado ilegalmente”, destacou Márcia.

A ocorrência natural do pau-brasil se restringe atualmente a poucas áreas remanescentes na Mata Atlântica localizadas entre os Estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Os resultados da tese serão divulgados em artigo na revista International Biodeterioration and Biodegradation.

O trabalho "Análise da composição da madeira de Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil): subsídios para o entendimento de sua estrutura e resistência a organismos xilófagos" é um dos desdobramentos do projeto temático Caesalpinia echinata (pau-brasil): da semente à madeira, um modelo para estudos de plantas arbóreas tropicais brasileiras, coordenado pela professora Rita de Cássia Leone Figueiredo Ribeiro, da Seção de Fisiologia e Bioquímica de Plantas do Instituto de Botânica, concluído em 2005 com apoio da FAPESP.

Fonte: Agência Fapesp

Edital do Ministério da Saúde apóia eventos científicos com R$ 1 milhão

Os interessados em encaminhar propostas para a 2ª Chamada Pública de Apoio a Eventos Científicos em Saúde – 2007 podem fazê-lo até o dia 10 de agosto. O edital é uma iniciativa do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde.

O objetivo é disseminar novos conhecimentos e tecnologias que apresentem alto impacto nas soluções de saúde, garantir maior intercâmbio científico entre pesquisadores e gestores na área da saúde e aumentar a visibilidade do Ministério da Saúde junto à comunidade científica e tecnológica e à sociedade. Serão apoiados eventos técnico-científicos a serem realizados de outubro de 2007 a março de 2008. O total de recursos é de R$ 1 milhão.

Para consultar a íntegra do edital, acesse www.saude.gov.br. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail deciteventos@saude.gov.br.

Fonte: Gestão CT

Inscrições para Prêmio Andifes de Jornalismo terminam no final de julho

Estão abertas, até 30 de julho, as inscrições para o Prêmio Andifes de Jornalismo 2007. Os interessados em participar devem submeter reportagens publicadas de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2006.

Organizado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o concurso premia, anualmente, os melhores textos, publicadas em jornais e revistas, sobre Ensino Superior e Educação Básica. Ele tem o objetivo de estimular jornalistas a produzirem trabalhos sobre este importante segmento do país. São duas categorias: reportagem e série de reportagens.

Para concorrer é necessário enviar, pelos Correios, um original e uma cópia do trabalho submetido, juntamente com a ficha de inscrição. Não há limite de matérias por concorrente. O endereço para envio é SCS Quadra 1, Bloco K, Ed. Denasa, nº 30, 8º andar, CEP – 70398-900, Brasília (DF)

Cada vencedor receberá duas passagens aéreas para qualquer capital do país.

A íntegra do regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessadas neste link.

Mais informações, no site.

Fonte: Gestão CT

Cadastramento de professores para Olimpíada Brasileira de Física vai até o dia 22 de julho

Está aberto, até 22 de julho, o cadastramento de professores para 8ª Olimpíada Brasileira de Física (OBF). O credenciamento serve para que eles possam, a partir de agosto, inscrever alunos para o concurso. Realizada pela Organização Brasileira de Física (OBF), a competição tem o objetivo de divulgar a ciência e tecnologia entre os jovens estudantes e incitar o interesse pela física e outras ciências.

A olimpíada é dividida em três fases. A primeira será em 25 de agosto e acontecerá nas escolas que tiverem estudantes inscritos na competição. A segunda etapa será em 6 de outubro. Ela ocorrerá em locais a serem determinados pelos organizadores. Já a terceira etapa será em 24 de novembro e será realizada na sede da comissão estadual do concurso. Para os alunos da última série do ensino fundamental e do primeiro e segundo ano do ensino médio, na terceira fase, haverá, ainda, uma prova prática.

Podem participar alunos que estejam matriculados a partir da nona série. Os alunos interessados em participar devem se inscrever diretamente com um professor cadastrado de sua escola. O cadastro dos professores pode ser feito neste link.

Mais informações, no site.

Fonte: Gestão CT

Redução de estômago pode ocasionar, anos mais tarde, problemas dentários e de alcoolismo

Estudo do HC mostra que alguns pacientes submetidos à cirurgia de redução de estômago sofrem de alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo e dentes quebradiços depois de cinco anos de operação

O objetivo do estudo, ainda em andamento, é demonstrar que só a cirurgia, que é feita no hospital há nove anos, não basta para o sucesso do tratamento utilizado para a diminuição drástica do peso

Alguns pacientes submetidos à cirurgia de redução do estômago apresentam, após cinco anos ou mais, um considerável novo ganho de peso. Além disso, outros distúrbios também estão sendo observados no mesmo período após a operação, entre eles o alcoolismo, anorexia, bulimia, bruxismo, aumento excessivo de cáries e dentes quebradiços.

As informações vêm sendo obtidas e interpretadas por um grupo de estudo multidisciplinar do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP. O objetivo do estudo, ainda em andamento, é demonstrar que só a cirurgia, que é feita no hospital há nove anos, não basta para o sucesso do tratamento utilizado para a diminuição drástica do peso.

Segundo a psicóloga Marlene Monteiro da Silva, de um grupo de pacientes operados pela técnica Fobi-Capella entre cinco e nove anos atrás, 13% voltou a um estado de obesidade mórbida, com um índice de massa corpórea (IMC) superior a 40. O IMC é obtido dividindo-se o peso da pessoa pela altura ao quadrado. No total, 64,15% voltou a ser obeso, com um IMC maior que 30.

Após a cirurgia, espera-se que o paciente emagreça a quantidade almejada e, depois, engorde dez quilos novamente. Porém, entre os 53 pacientes pesquisados, 58,5% ganhou mais que dez quilos, 39,6% mais de vinte quilos e 13,2% engordou mais de trinta quilos. Somente 7,84% dos pacientes mantiveram o peso ideal ou emagreceram demasiadamente (nos casos de bulimia e anorexia).

"Trata-se de resultados brutos e ainda não foram feitos estudos estatísticos. Os dados não foram correlacionados com as questões orgânicas e a integridade da cirurgia. Mas não deixa de ser um alerta a pacientes e médicos: a cirurgia não deve ser entendida como uma fórmula mágica", explica Marlene.

Compulsão
De acordo com o médico e coordenador do grupo, Bruno Zilberstein, o estudo pretende mostrar que a operação não é o fim do tratamento. "Esses pacientes podem substituir uma compulsão por outra. O segredo para o sucesso é o acompanhamento", explica.

Para Marlene, o caso do alcoolismo, observado em 18% dos mesmos 53 pacientes estudados, é um dos exemplos da troca de compulsão. As pessoas começam a aproveitar o benefício social do emagrecimento - diferentemente da condição anterior, na qual elas não saíam de casa - passando, assim, a beber excessivamente.

"A obesidade, porém, é um sintoma de problemas anteriores a isso. Existe, no obeso, a necessidade de se esconder de alguma coisa que vai ser descoberta somente após a cirurgia", conta a psicóloga, acrescentando que perto de 80% das pessoas apresentam um quadro de depressão tanto antes quanto depois da cirurgia.

"A pessoa passa a comer menos porque o estômago não admite maior volume de alimento, e não porque tenha deixado voluntariamente o hábito de comer em grandes quantidades", observa o médico Joel Faintuch. Os retrocessos na perda de peso, segundo ele, vêm também pelo fato de o estômago operado ainda ter a capacidade de se dilatar, "podendo ampliar seu volume em até quatro vezes".

Problemas bucais
Os dados a respeito de distúrbios odontológicos são inéditos e mostram que metade dos pacientes retornou ao médico com alguma queixa. Cerca de 80% estava com os dentes quebradiços e 60% apresentava um aumento no número de cáries. Esses problemas foram observados tanto em pacientes vindos do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de planos de saúde particulares, o que mostra que a situação está pouco ligada à classe socioeconômica dos pacientes

Segundo a dentista Vera Lúcia Kogler, os motivos exatos desses problemas ainda estão sendo estudados. "Porém, isto pode estar relacionado com um problema na absorção de nutrientes já observado; com refluxos gastro-esofágicos; com um ressecamento da boca, fruto da medicação administrada ou ainda com vômitos".

A cirurgia de redução de estômago é um dos principais temas do 32º Gastrão, evento que conta com a participação de cerca de mil médicos especialistas em cirurgia do aparelho digestivo. No evento, que começou nesta segunda (dia 4) e vai até sexta (8), no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, haverá conferências, mesas-redondas e transmissão de cirurgias ao vivo.

Fonte: USP Notícias - 07/07/2005

Aparato institucional para a gestão do turismo: o caso do estado de Sergipe

Institutional apparatus for tourism management

Turismo desarticulado
A estrutura dos órgãos públicos de turismo em Sergipe prejudica a gestão das atividades voltadas para o setor no estado. Segundo uma pesquisa recém-concluída, isso tem ocorrido principalmente por causa da sobreposição de competências e pela falta de articulação entre essas instituições.

“Comparado com outros estados do Nordeste, Sergipe não conta com muitos atrativos turísticos e a falta de articulação entre os órgãos do governo faz com que as poucas potencialidades continuem praticamente inexploradas”, disse Maria Arlete de Araújo, diretora do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Em artigo publicado na Revista de Administração Pública, Maria Arlete analisa a situação do turismo em Sergipe. O trabalho também é assinado por Marcilio de Medeiros Brito, pesquisador em gestão governamental do Programa de Pós-Graduação em Administração da UFRN.

O estudo baseou-se em pesquisa bibliográfica e documental e entrevistas com gerentes das três unidades administrativas responsáveis pela gestão do turismo no estado: a Secretaria de Estado do Turismo (Setur), a Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur) e a Unidade Executora Estadual do Prodetur em Sergipe (UEE).

Foram avaliadas variáveis e indicadores como hierarquia das organizações, divisão de departamentos, capacitação de recursos humanos, comunicação e marketing turístico, fiscalização das atividades setoriais, políticas de planejamento turístico e novos investimentos em infra-estrutura de acesso e de lazer.

A pesquisadora identificou que, em determinados setores, uma mesma atividade é atribuída a mais de um responsável. Com isso, alguns agentes acabam tendo as mesmas funções. “Muitas vezes são criados dois departamentos para cuidar do mesmo problema, duplicando esforços e desperdiçando recursos públicos”, disse.

O estudo classifica as três unidades administrativas analisadas como “burocracias mecanizadas ou detentoras de modelos clássico-burocráticos”. Por conta disso, a estrutura administrativa que deveria ordenar o funcionamento dessas organizações cria, desde o início, “confusão e conflito”. Para a pesquisadora, o poder público de Sergipe precisa entender o turismo como uma opção fundamental de desenvolvimento econômico do estado, de modo a melhorar a qualidade de vida da população.

“Para o turismo em Sergipe ser alavancado de forma mais efetiva, as ações públicas devem ser realizadas com mais dinamismo e de forma mais integrada”, afirma. “Natal, por exemplo, fez claramente a opção pelo turismo. Nos últimos dez anos, a cidade mudou graças a projetos de infra-estrutura que melhoraram os acessos às praias e permitiram a construção de novas unidades hoteleiras”, disse Maria Arlete.

Vale lembrar que o estudo foi realizado no início de 2004 e reflete a realidade dos órgãos de turismo naquele momento. Hoje, a situação é diferente e o governo do Estado, consciente da necessidade de correção de alguns problemas diagnosticados, fez uma reestruturação organizacional nos órgãos de turismo, extinguindo a Emsetur e fortalecendo a Setur.

Para ler o artigo “Aparato institucional para a gestão do turismo: o caso do estado de Sergipe” na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.

Fonte: Thiago Romero / Agência FAPESP - 07/07/2006

Embrapa lança livro "Geomática - Modelos e Aplicações Ambientais"



Geomática - Modelos e Aplicações Ambientais lançado pela Embrapa Solos em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) é uma referência para usuários e estudiosos de geotecnologia e ciência da informação espacial.

Os organizadores da edição Margareth Meirelles (Embrapa Solos), Gilberto Camara e Cláudia Maria de Almeida (ambos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE) afirmam que é o primeiro livro em português que mostra as mais novas descobertas em teoria e ferramentas de geomática para análise e modelagem de problemas ambientais no ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). É uma obra que se propõe a divulgar novas metodologias, receituário técnico e instrumental tecnológico desenvolvido na Geomática.

A publicação compreende um amplo leque temático, como técnicas de inferência e análise espacial, bancos de dados geográficos, métodos geoestatísticos e modelagem dinâmica espacial. Sempre abordando aspectos teóricos e exemplificações de casos práticos em estudos ambientais. É essencialmente um livro de caráter didático, e destina-se a atuar como tutorial para alunos, professores, pesquisadores e desenvolvedores de aplicativos que atuem nas Ciências da Geoinformação.

"Esta obra percorre o leque de alternativas em modelagem numérico-computacional aplicáveis em Geomática. Os exemplos mostrados servem como rota para indicar novos rumos e tendências do que será rotineiro em Ciências da Informação Espacial em um futuro breve", finaliza Margareth.

Mais informações e aquisição da publicação na livraria virtual da Embrapa.

Fonte: Embrapa

Finep destina R$ 1 bilhão para apoio à inovação

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciou que pretende alavancar cerca de R$ 1 bilhão para o apoio a fundos de inovação, dos tipo private equity, venture capital e capital semente.

O processo de seleção atraiu 20 propostas de fundos, que juntos poderão beneficiar mais de 200 empresas. A demanda por capital ultrapassou os R$ 2,5 bilhões.

Segundo Patrícia Freitas, chefe da unidade de investimentos da Finep, os números refletem o aquecimento do mercado. “Os fundos apresentam propostas cada vez mais estruturadas, com foco em empresas que possuam potencial para crescer, internacionalizar os negócios e abrir capital na Bovespa. Outro ponto positivo é a chegada de novos gestores. No atual processo de seleção, são 11 os grupos estreantes, renovação que representa mais da metade dos inscritos”, disse.

Segundo a Finep, os recursos serão aplicados por meio da Incubadora de Fundos Inovar, estrutura criada para estimular a criação de fundos de venture capital no Brasil. O programa conta atualmente com R$ 600 milhões comprometidos em 13 fundos, que já investiram em cerca de 50 empresas inovadoras.

Uma novidade é a adesão da Fundação de Assistência e Previdência Social (Fapes) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O fundo de pensão se torna parceira da Incubadora Inovar no momento em que anuncia o desejo de dobrar o volume de recursos investidos em private equity e venture capital. Segundo a Fapes, a carteira de aplicações no setor pode chegar a R$ 200 milhões este ano.

Para selecionar os fundos que receberão aportes, a Finep lançou simultaneamente, em abril, a 2ª Chamada Pública do Programa Inovar Semente e a 8ª Chamada de Fundos Inovar Venture Capital. No Programa Inovar Semente, dos cinco candidatos inscritos, quatro passaram pela pré-qualificação e participam da banca. O tamanho médio dos fundos é de R$ 14,4 milhões e cada um deve beneficiar 16 empresas.

Em seis anos, o Inovar Semente deverá aplicar R$ 300 milhões em cerca de 24 fundos de capital semente. A modalidade é focada em apoiar empreendimentos em estágio pré-operacional, muitas vezes ainda dentro de incubadoras e universidades. Serão beneficiadas cerca de 450 empresas inovadoras, com aportes que variam entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. A previsão é que a Finep, ao longo do programa, invista em cinco novos fundos por ano, com montantes entre R$ 4 milhões e R$ 4,8 milhões.

Como resultado da primeira chamada pública do Inovar Semente, realizada em outubro do ano passado, a Finep conta atualmente com três propostas de fundos de capital semente em fase final de aprovação. Juntos, deverão investir cerca de R$ 30 milhões em 40 empresas.

A Chamada de Fundos Inovar, que tradicionalmente apóia apenas gestores de venture capital, pela primeira vez selecionará também fundos de private equity. A modalidade de investimento é voltada para empresas de médio porte que ainda não estão prontas para abrir capital na bolsa de valores. Das cinco propostas de private equity inscritas, quatro passaram pela pré-qualificação. Os fundos, de em média R$ 315 milhões, devem investir em sete empresas cada.

Em relação aos fundos de venture capital, dez se inscreveram e todos foram pré-qualificados. Os fundos têm em média R$ 90 milhões e a estimativa é que oito empresas sejam apoiadas por cada um.

Mais informações no site.

Fonte: Finep

Novo método previne vazamento de informações por e-mail

Quem nunca enviou e-mail para um destinatário errado? Uma situação como essa pode ser apenas cômica ou constrangedora, dependendo do teor da mensagem. Mas a conseqüência tende a ser desastrosa quando se lida com informação sigilosa em ambientes empresariais, governamentais ou jurídicos.

A fim de procurar evitar esse tipo de situação, o brasileiro Vitor Carvalho, pesquisador da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo método para prevenção de vazamentos de informações por e-mail.

“É uma aplicação de inteligência artificial e processamento automático de linguagem natural que diminui substancialmente a probabilidade de ocorrerem vazamentos de informação. Em testes, o método detectou os envios de e-mails a destinatários indevidos em 82% dos casos”, disse Carvalho.

O trabalho fez parte da tese de doutorado de Carvalho, defendida no Instituto de Tecnologias de Linguagens da Universidade Carnegie Mellon, cuja pós-graduação em ciência da computação foi considerada a melhor dos Estados Unidos segundo comparativo divulgado este ano pela revista U.S. News & World Report. O método foi desenvolvido em conjunto com William Cohen, do Departamento de Inteligência Artificial.

Segundo Carvalho, a técnica foi patenteada provisoriamente e aguarda propostas para implementação em sistemas de larga escala de e-mail ou web-mail. “O potencial é muito grande, uma vez que o e-mail é um meio de comunicação usado por milhões. E, quanto maior a lista de contatos de uma pessoa ou organização, maior é a chance de um vazamento indesejado”, disse.

Para o pesquisador, o método seria especialmente importante para as empresas que trabalham com segurança na internet e para organizações que lidam com dinheiro público ou privado. O pesquisador cita como exemplo um caso famoso de vazamento de informações confidenciais que ocorreu nos Estados Unidos em 2001.

“O governo da Califórnia enviou acidentalmente a uma lista de e-mails uma mensagem com dados sigilosos sobre a compra de uma empresa de energia. Como havia jornalistas na lista, a informação vazou e prejudicou as negociações, interferiu em futuras licitações e manchou a imagem de políticos”, contou.

Um dos principais motivos de erros do tipo, segundo Carvalho, é que os programas de e-mail mais populares sugerem a complementação dos e-mails quando eles são digitados. “Às vezes, podemos digitar com pressa, ou dar uma resposta a todos os destinatários de e-mails anteriores. Isso é muito comum”, disse.

Com o novo método, à medida que se escreve a mensagem, o programa identifica tópicos e palavras-chave relacionados a listas de antigos destinatários. “Em uma coluna, aparece uma lista de destinatários mais e menos prováveis para determinado conteúdo. Se no fim da redação há nomes muito improváveis na lista, o sistema indica possibilidade de vazamento”, explicou.

Para possibilitar o método, foi desenvolvido um algoritmo com base em técnicas de aprendizado de máquina e de modelos de linguagem. Enquanto se digita o e-mail, o sistema busca similaridades em textos de todas as mensagens anteriores.

“Ao identificar os termos, o sistema cruza dados com toda a lista de destinatários do histórico do programa de correio eletrônico. O sistema considera a freqüência de contatos com cada um deles, o quão recente foi o último contato e quantas vezes se falou com eles sobre determinados termos. Com isso, o sistema calcula a probabilidade de determinado assunto ter relação com cada destinatário”, disse Carvalho.

No modelo implementado foi utilizada uma coleção de e-mails relacionada ao escândalo da empresa Enron, cujo acesso foi liberado pelo Ministério Público norte-americano após a concordata que se seguiu a uma série de denúncias de fraudes contábeis e fiscais.

“A coleção tem algumas centenas de milhares de mensagens e graças a ela pudemos testar a eficiência do método”, afirmou Carvalho, que mora desde 2003 nos Estados Unidos e é graduado pela Universidade Federal de Pernambuco, com mestrado pela Universidade Estadual de Campinas.

Fonte: Fábio de Castro /Agência Fapesp

Abipti realiza 4ª e 5ª capacitação do projeto Excelência na Gestão de Unidades de Design

Nos próximos dias 11, 12 e 13 acontece, em Florianópolis (SC), a 4ª e 5ª Capacitação do projeto Excelência na Gestão de Unidades de Design – Ciclo 2007. Os encontros são organizados pela ABIPTI em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

No dia 11, a Capacitação em Benchmarking e Formação de Grupos Cooperativos de Unidades de Design visa repassar aos participantes a importância estratégica do benchmarking e o planejamento e execução de estudos comparativos.

Já o Planejamento Estratégico e Balanced Scorecard, que acontecerá nos dias 12 e 13, tem como objetivo a capacitação sobre a influência da estruturação no processo de planejamento estratégico visando desenvolver um sistema de medição definindo indicadores de desempenho balanceados com base na metodologia do balanced scorecard.

As inscrições podem ser feitas até 4 de julho. Para efetuá-la, o participante deve enviar e-mail. Ele deve ter os seguintes dados: nome completo, nome para o crachá, e-mail, instituição, cidade e Estado, e telefones para contato (fixo e celular).

Informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3340-3272

Fonte: Gestão CT

RCM lança curso "Formação de lead assessor NBR ISO/IEC 17025-2005"

Maiores informações pelo e-mail.

Fonte: Rcm

Novo índice de Desenvolvimento Municipal é desenvolvido pela UNESP - UFSCar.

Um método de pesquisa para a caracterização e elaboração de um novo Índice de Desenvolvimento Municipal (IDM) em cidades brasileiras foi desenvolvido por docentes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O projeto, que teve início com um convênio de cooperação firmado pela Assessoria de Relações Exteriores (Arex), órgão vinculado à reitoria da Unesp, com a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, busca mapear as condições de vida de áreas urbanas para fornecer às prefeituras caminhos para o planejamento de políticas públicas.

Para comprovar a eficácia da metodologia de coleta de dados do IDM e verificar a possibilidade de transferir a metodologia para outros municípios, um projeto piloto foi realizado em 2005 e 2006 no município de Ourinhos, interior paulista.

A cidade foi estratificada em 16 zonas homogêneas e a caracterização do desenvolvimento humano e qualidade de vida foi feita a partir de quatro áreas temáticas: saúde, educação, segurança e saneamento. Mais de 800 famílias foram consultadas em Ourinhos.

“A coleta de dados do projeto foi feita por amostragem. Primeiramente, dividimos a cidade em estratos socioeconômicos com base em indicadores do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], como escolaridade e renda. Em seguida, fizemos um sorteio aleatório das residências em que os estudantes iriam colher os dados”, disse Fernando Frei, coordenador do projeto.

Segundo ele, o IDM é caracterizado pelo conceito da distância entre os resultados de cada indicador e um valor ótimo almejado. O resultado final do índice apresenta uma pontuação que varia de zero (o pior desenvolvimento humano municipal) a mil pontos (o melhor).

“Se de cem crianças que vivem em determinada região dez morrem antes de completar o primeiro ano de vida, temos um coeficiente de 0,1. Como o ideal é que a taxa de mortalidade infantil seja zero, quanto menor a distância entre os valores coletados e seus respectivos ótimos, maior será o valor do IDM”, explicou Frei, que é professor da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, em Assis.

Segundo o pesquisador, esse conceito se assemelha ao empregado pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Índice de Desenvolvimento Infantil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O resultado do IDM é fornecido de maneira geral, englobando todo o município, e por áreas temáticas em cada uma das zonas homogêneas da cidade.

“O modelo de coleta e geração dos dados do IDM pode ser aplicado em qualquer cidade do país. Um dos resultados do projeto foi o desenvolvimento de um sistema de informática, disponível gratuitamente na internet, que pode ser acessado pelos gestores municipais para a elaboração dos indicadores”, disse Frei. A metodologia está sendo aplicada nas cidades de Marília, São José do Rio Preto e Jaboticabal, todas no interior de São Paulo.

Participaram do projeto Índice de desenvolvimento municipal: alternativa metodológica para a avaliação intra-urbana, apoiado pela FAPESP por meio do Programa de Pesquisas em Políticas Públicas, alunos e docentes da Unesp da Faculdade de Ciências e Letras, em Assis, e do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, em São José do Rio Preto, além de um pesquisador da UFSCar.

Mais informações pelo site ou pelo e-mail.

Fonte: Thiago Romero /Agência Fapesp

RedLAC e RELAPI lançam programa de estágios de intercâmbio para incubadoras

A Rede Latino-Americana de Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos (RedLAC) e a Rede Latino-americana de Associações de Parques Tecnológicos e Incubadoras (RELAPI) lançaram um programa de estágios para facilitar o intercâmbio de empreendedores e pessoal das incubadoras de empresas. O projeto foi desenvolvido pela Incubadora Ingenio e conta com o financiamento do InfoDev.

O objetivo é favorecer o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre os integrantes das incubadoras de empresas das duas redes por meio de um programa de financiamento parcial de estágios.

Os estágios deverão ter uma duração mínima de cinco dias úteis completos. O programa financiará hospedagem na localidade onde se desenvolverá o estágio, passagem de ida e volta até um máximo US$ 2.000 por cada estágio. As despesas serão reembolsadas contra o cumprimento dos requisitos e relatórios requeridos.

Para participar, os candidatos deverão apresentar um pedido dirigido a ingenio@ingenio.org.uy, indicando o estágio a realizar, incluindo as informações:

- Dados da pessoa que realizará o estágio, incluindo um currículo de até três páginas;
- Instituição ou empresa que integra;
- Dados da Empresa ou Instituição a visitar;
- Carta de apoio da incubadora de origem e da incubadora receptora do estágio;
- Programa de atividades a desenvolver durante a visita, incluindo sua duração, objetivos, alvos e resultados esperados;
- Programa de atividades preparatórias e posteriores à visita;
- Justificativa da necessidade ou conveniência do estágio;
- Apuração das despesas a reembolsar.

As incubadoras às quais pertencerem os proponentes deverão, ao mesmo tempo, estar dispostas a serem receptoras de estágios. Serão selecionados até vinte pessoas. O prazo para a apresentação das solicitações vai até 31 de julho de 2007, às 16 horas do Uruguai (19h no horário de Brasília). O resultado está previsto para ser divulgado até 10 de agosto de 2007. A previsão é que o estágio seja feito durante o mês de agosto de 2007.

O regulamento completo pode ser conferido no site.

Estudo apresenta dados de acesso à internet no Brasil

Segundo um estudo publicado pela Interactive Advertising Bureau Brasil (IAB Brasil), mais de 33 milhões de brasileiros tem acesso à internet. Número 67% maior do que o de quatro anos atrás. As pesquisas do trabalho foram realizadas pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), em conjunto com a Global Internet Trends (GNett) e a NetRatings, além de utilizar dados do Projeto Inter-Meios 2006 e do Barômetro Cisco de Banda Larga no Brasil (IDC).

Os 33 milhões apresentado no estudo engloba pessoas que utilizam a rede mundial de computadores no trabalho, na residência, na escola, em cyber café, entre outros. Conforme os dados, em um ano, mais de 1 milhão de pessoas passaram a ter acesso à rede.

Em relação a banda larga, de dezembro de 2005 ao mesmo mês do ano seguinte, o crescimento do total de conexões ativas do serviço registraram aumento de 40,1%. A meta para 2010 é de 10 milhões de conexões.

O internauta brasileiro é um dos que passa mais tempo conectado, segundo o estudo. A média por usuário residencial em abril de 2007 foi de 21h43. Assim, a evolução dos investimentos publicitários em internet é promissora e a expectativa, para o fim deste ano, é de R$ 470 milhões. Um aumento de 30% em relação a 2006.

Após a divulgação do estudo, o Ministério das Comunicações divulgou, no site, que as iniciativas do órgão irão tornar esse crescimento ainda maior. “Apenas o novo contrato do programa Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), vai ampliar os atuais 3,4 mil pontos de presença [de conexão à internet banda larga] para 20 mil pontos em todo o país, nos próximos três anos”.

Segundo o texto, a prioridade é a conexão em escolas, mas outras áreas têm igual relevância. “Também vamos conectar as instituições de segurança pública, como delegacias e tribunais, e os demais órgãos públicos", declara o ministro Hélio Costa.

Acesse o estudo.

Informações adicionais, pelo telefone (11) 3849-8468 ou pelo e-mail.

Fonte: Gestão CT

Empresa incubada prevê lançamento de primeira aeronave agrícola brasileira

Kraüss Aeronáutica Indústria e Comércio de Aeronave, empresa que integra a Incubadora da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos (SP), desde junho de 2006, trabalha para lançar no mercado um projeto totalmente inovador: uma aeronave agrícola de desenvolvimento e fabricação inteiramente nacional: KA-01.

O modelo preliminar do KA-01 foi desenvolvido para reunir todas as qualidades desejáveis numa aeronave agrícola multitarefa: robustez, desempenho, versatilidade, eficiência, baixo custo de aquisição e de operação, elevada carga útil, segurança de operação e facilidade de manutenção.

O equipamento poderá ser usado no combate a incêndios, no saneamento básico, no treinamento de pilotos, na inspeção de tubulações de gás e linhas de transmissão, no repovoamento de águas com alevinos e no reflorestamento.

A proposta da Kraüss Aeronáutica é envolver todos os operadores de aviões agrícolas do mercado (pilotos, mecânicos, fazendeiros, consultores) para fabricar uma aeronave a mais próxima possível das necessidades de quem realmente entende do assunto.

Atualmente a empresa está com 46 intenções de compra. O KA-01 deve estar pronto em 20 de novembro, e seu primeiro vôo está previsto para a primeira quinzena de dezembro deste ano.

Fonte: Anprotec

Empresa do CELTA faz parceria com Aurora e se destaca em softwares para agronegócios

A Agriness, empresa incubada do centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas (CELTA), localizada em Florianópolis (SC), desenvolve softwares para o agronegócio, e acaba de fechar uma parceria com a Aurora, com o intuito de facilitar e incentivar o acesso de suinocultores à gestão informatizada e de qualidade.

Atenta a evolução da atividade, a Cooperativa do Oeste de Santa Catarina enxergou na parceria a oportunidade de ter, com o uso do Agriness S2, uma visão melhor do mercado, ou seja, informações úteis para planejamento e projeções. Atualmente, a Aurora é considerada um dos maiores conglomerados industriais do Brasil, com 17 cooperativas filiadas e mais de 74 mil associados.

O software Agriness S2 é o carro-chefe da empresa, respondendo por 80% do faturamento. A solução se adapta a qualquer tipo de granja e permite que o produtor conheça índices detalhados do seu negócio. A idéia é informatizar as granjas cooperadas e garantir maior segurança para enfrentar as oscilações do mercado, buscando o aumento de produtividade, competitividade e lucros. Para isso, os cooperados terão condições especiais na aquisição do software, com descontos e até parcelamentos.

A Agriness, em 2005, venceu o prêmio ANPROTEC de melhor empresa incubada do Brasil. Foi a primeira vez que uma empresa do ramo de softwares para gerenciamento de agronegócios venceu o prêmio que existe há nove anos. Ainda no mesmo ano, recebeu o prêmio Top de Agronegócio 2005, conferido pelo Instituto de Estudos e Pesquisa de Qualidade (IQ) e foi considerada a empresa que mais teve destaque na categoria Pecuária, segmento software para suinocultura. Em 2006, recebeu o prêmio de melhor empresa instalada no CELTA.

Fonte: Anprotec

Prêmio Santander incentiva Empreendedorismo, Ciência e Inovação

Estão abertas até o dia 03 de setembro as inscrições para a 3ª edição dos Prêmios Santander de Empreendedorismo e de Ciência e Inovação. Os prêmios visam a estimular a atitude empreendedora e a pesquisa científica no meio acadêmico. Ira revelar novos talentos, que beneficiarão a sociedade brasileira com a implementação de seus projetos empreendedores e de suas pesquisas científicas.

Para o Prêmio de Empreendedorismo, poderão se inscrever equipes de estudantes de graduação e/ou pós-graduação e, no de Ciência e Inovação, pesquisadores-doutores, participando tanto individualmente como em equipe, de instituições de ensino superior parceiras do Universia e/ou do Santander. Os vencedores de cada categoria, de ambos os prêmios, receberão R$ 50 mil para viabilização do projeto, totalizando R$ 350 mil em premiações.

Esta é a terceira edição e terá prêmios regionais em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A premiação final será em novembro, em Brasília.

Maiores informações no site do prêmio.

Fonte: Anprotec

Conferência Latinoamericana de Práticas Inovadoras em Programas de Geração de Trabalho e Renda

A Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares e o programa Knowledge Infrastructure with and between Counterparts KIC de Oxfam Novib organizam a Conferência Latinoamericana de Práticas Inovadoras em Programas de Geração de Trabalho e Renda. O evento ocorrerá de 13 a 16 de agosto, no Rio de Janeiro (RJ).

O objetivo é compartilhar e sistematizar informações sobre ações inovadoras de instituições e entidades que desenvolvem programas de Geração de Trabalho e Renda, sobre sete temas:

* Promoção de eqüidade de gênero em empreendimentos populares;
* Uso de tecnologias de Informação e comunicação como ferramentas de programas de Geração de Trabalho e Renda;
* Sistemas de monitorização e indicadores;
* Empreendimentos populares e acesso a crédito e mercados;
* Responsabilidade social corporativa como estratégia de inclusão de empreendimentos populares na cadeia produtiva;
* Políticas públicas e legislação em benefício de empreendimentos populares;
* Redes de cooperação.

Mais informações pelo e-mail: conferencia@itcp.coppe.ufrj.br ou pelos sites da UFRJ ou da Oxfamkik .
Fonte: Anprotec