quinta-feira, 5 de abril de 2007

Biomassa na geração termelétrica

A biomassa foi a principal fonte energética da geração termelétrica do país no ano passado. Segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional 2007 - ano base 2006 -, divulgados no dia 29 de março, a biomassa representou 27,8% de toda a produção de energia das usinas térmicas do país no ano passado.

Em seguida, veio o gás natural, com 25,9%, e a energia nuclear, com 15,9% de participação. No mix termelétrico, a geração por derivados de petróleo ficou com 16,2% de participação, enquanto o carvão mineral teve percentual de 10,5%.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tolmasquim, destacou que a geração termelétrica registrou aumento de 7,4% na oferta interna de energia elétrica no país, o que elevou a participação no total de eletricidade gerada de 14,8% em 2005 para 15,2% em 2006.

O ano passado, considerou Tolmasquim, foi "o ano da cana-de-açúcar", que vive um momento de mercado aquecido em função da produção de etanol. Os "produtos da cana-de-açúcar" - açúcar, álcool, eletricidade (bagaço) e calor - apresentaram crescimento de 9,7% na oferta interna. O BEN 2007 detectou a elevação de 12% na produção de cana-de-açúcar no ano passado em relação ao anterior, e de 7,5% na área plantada, além da expansão de 50% no volume de etanol exportado.

Nesse sentido, o insumo apresentou participação de 14,4% na oferta interna de energia total do país, quase equivalente à energia hidráulica, que fechou o ano passado com percentual de 14,6%. Outro crescimento da fonte foi verificado na participação na oferta interna de energia renovável, que ficou em 32,4% em 2006, contra 31% em 2005.

Fonte: Canal Energia

Formação a distância de professores pela UFSCar

Um canal para levar a produção mais avançada na área de formação de professores à realidade das salas de aula. Trata-se do Portal dos Professores, que completa três anos no ar.

A iniciativa de pesquisadores do Centro de Educação e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) consiste em um conjunto de projetos, serviços e atividades organizados no espaço virtual para o atendimento das necessidades formativas de docentes de diferentes níveis e modalidades de ensino.

De acordo com as responsáveis pelo portal, Aline Reali e Regina Tancredi, do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar, o coração do projeto é o Programa de Mentoria, dirigido a professores iniciantes do Ensino Fundamental.

Atualmente, além do Programa de Mentoria, o portal oferece uma agenda de eventos ligados à educação, biblioteca de publicações sobre formação, materiais e recursos didáticos, glossário educacional e uma série de serviços interativos.

De acordo com Aline, uma das seções mais populares é “Pergunte para quem sabe”, em que especialistas traduzem conceitos científicos para a linguagem do professor. “Traduzindo conhecimentos” oferece subsídios para ampliação do conhecimento, na fronteira entre a difusão e a educação científica.

Financiado pelo Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext), do Ministério da Educação, o portal teve apoio da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para algumas seções específicas, como o Programa de Mentoria.

“Mas não se trata apenas de uma atividade de extensão”, alerta. De acordo com a pesquisadora, o portal, além de ser uma plataforma de prestação de serviços, vincula em sua essência as atividades de pesquisa do grupo. O objetivo primordial é extrair o conhecimento gerado na pesquisa e difundi-lo na prática das salas de aula.

O portal atende professores de diferentes níveis e modalidades de ensino. Ele opera com o envolvimento de quatro professores do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSCar, colaboradores de outras universidades e um grupo de 15 alunos de pós-graduação, além de bolsistas de graduação. Cerca de 1,5 mil usuários cadastrados participam de atividades sistemáticas, de acordo com Aline.

Mais informações no endereço.

Fonte: Agência Fapesp

Céu carregado de eletricidade

São Caetano do Sul é, pela segunda vez consecutiva, o município com maior densidade de raios no país. De acordo com dados do Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas por Município no Brasil, feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat/Inpe), caem cerca de 12 raios por quilômetro quadrado por ano no município paulista.

Unistalda e Itacurubi, ambos no Rio Grande do Sul, aparecem logo em seguida, com 11 e 9 raios por quilômetro quadrado por ano, respectivamente. O primeiro ranking foi divulgado em 2005, apenas para a região Sudeste. A principal novidade do novo levantamento é a expansão da área de cobertura, que mapeou de forma detalhada a ocorrência de raios em toda a região Sul, além de Mato Grosso do Sul e Goiás.

Comparado ao ranking de 2005, que tinha as dez primeiras colocações ocupadas por cidades da Grande São Paulo, o novo ranking conta com diversos municípios do oeste do Rio Grande do Sul entre as primeiras colocações. Fazem parte do ranking atual, que está disponível pela internet, 3.183 municípios.

Para chegar aos resultados, os técnicos do Elat dividiram o número total de raios incidentes em um determinado período de tempo pela área do município. A medição foi feita do início de 2005 a meados de 2006.

Entre as medidas de proteção que podem ser aplicadas estão a instalação de mais pára-raios industriais e residenciais e o melhor dimensionamento das linhas de transmissão de energia elétrica.

Causas distintas
Segundo o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe, a elevada incidência de raios no Rio Grande do Sul é explicada de maneira completamente distinta do que ocorre na Grande São Paulo.

No Rio Grande do Sul, em linhas gerais, a principal causa é a proximidade de cidades como Unistalda e Itacurubi do Paraguai e do norte da Argentina. A localização desses municípios nessa região do continente, onde as tempestades são mais freqüentes e duram mais tempo, explica a maior incidência de queda de raios.

Na Grande São Paulo, o maior vilão é o processo de urbanização. A grande quantidade de áreas asfaltadas responsáveis pelo maior aquecimento do solo, os prédios que dificultam a circulação do ar e a poluição dos carros que injetam ar quente e poluído na atmosfera são fatores que geram as “ilhas de calor”, que fazem com que a região se torne mais quente do que se não houvesse a urbanização.

O raio é resultado de tempestades que, por sua vez, são causadas por massas de ar úmidas e quentes que atingem grandes altitudes na atmosfera. Ao serem jogadas para cima e encontrar temperaturas mais baixas, essas massas de ar quente se transformam em gotículas de água e, posteriormente, em partículas de gelo. No interior das nuvens, o atrito das partículas de gelo faz com que as nuvens se carreguem eletricamente até dar origem ao raio.

Outro aspecto importante é o seguinte: os ventos úmidos que sopram do oceano Atlântico, na Baixada Santista, em direção à Grande São Paulo. Essas massas de ar batem nas montanhas da serra e chegam à capital do Estado. Ao encontrar as massas de ar quente originadas nas ilhas de calor, o ar úmido e ascendente resulta na combinação perfeita para a formação de grandes tempestades.

Vítimas e prejuízos
Os prejuízos causados pela incidência de descargas atmosféricas no país giram em torno de R$ 1 bilhão anuais, sendo R$ 600 milhões no setor elétrico. Em média, cem pessoas morrem por ano após serem atingidas por raios.

Uma nova edição do ranking deverá ser divulgada em 2009, com dados de outras cidades do Centro-Oeste e de alguns estados do Norte e Nordeste.

Os dados do ranking são provenientes da Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas (BrasilDAT), que abrange os sensores da Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas (Rindat), do Sistema de Informações Integradas baseado no Sistema de Detecção de Descargas Atmosféricas (Siddem) e da Rede de Detecção de Descargas do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas: www.inpe.br/ranking.

Fonte: Agência Fapesp

Cetene tem programa para aumentar produtividade do setor sucroalcooleiro

Utilizar cana-semente sadia, livre de patógenos que provocam doenças comuns, para aumentar a produtividade dos pequenos e médios produtores do setor sucroalcooleiro. É com esse objetivo que o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), do Ministério da Ciência e Tecnologia, quer formar parcerias com a iniciativa privada nos estados que são maiores produtores de cana-de-açúcar no Nordeste – Pernambuco, Paraíba e Alagoas, para implantação do Projeto Cana de Meristema para o Nordeste.

O programa consiste na produção e distribuição, no período de quatro anos, de 60 milhões de mudas de cana-de-açúcar micropropagadas na Biofábrica Governador Miguel Arraes, pertencente ao Cetene. Ele vai permitir que pequenos e médios fornecedores tenham acesso ao mesmo material genético hoje disponível para as maiores usinas.
As Usinas de açúcar e álcool da região também se beneficiarão diretamente, pelo acesso às mudas produzidas e, indiretamente, pela melhoria da qualidade da matéria-prima entregue pelos fornecedores.

"A produção consiste na multiplicação de materiais genéticos de alta produtividade nas condições do Nordeste, seja na Zona da Mata, seja nas áreas irrigadas, tratados termicamente para a eliminação dos patógenos e, posteriormente, micro-propagadas e aclimatizadas", afirma o pesquisador Arnóbio Andrade, coordenador do projeto. "Assim, entrega-se ao produtor um material de sanidade certificada".
Contatos já estão sendo feitos associações e sindicatos de produtores e cultivadores de cana, para informar que o Cetene dispõe de materiais micro-propagados para a iniciativa privada. O Governo federal e os governos estaduais são os demais parceiros buscados.

Cana-semente sadia
A utilização de cana-semente sadia, livre dos patógenos que provocam as doenças mais importantes dessa cultura, obtida com o uso da termoterapia seriada e micropropagação, aumenta em até 30% o potencial produtivo da cultura, desde que associada à utilização de variedades mais produtivas e um adequado uso de técnicas de cultivo e insumos.

Particularmente para o Nordeste, destacam-se as variedades lançadas pelo Programa Nacional de Melhoramento de Cana-de-açúcar , conduzido pela Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro – RIDESA. São essas variedades que deverão ser utilizadas pelo Cetene para a produção de cana-semente. As plantas matrizes serão obtidas nas estações experimentais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), em Carpina (PE), e da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), que integram RIDESA.

Resultados esperados
Cada 15 mil mudas micropropagadas plantadas (viveiro primário) em hum hectare dão origem a rebolos (ou canas-semente) suficientes para plantar 10 hectares e, em plantios secundários, 80 hectares de plantios renovados. Assim, como resultados do projeto, os técnicos esperam que 60 milhões de mudas produzam 4 mil hectares de viveiro primário e 40 mil hectares de viveiro secundário. Essas plantas possibilitarão a renovação de até 320 mil hectares de cana-de-açúcar, entre 2009 e 2012, o que representa mais de 30% de toda a cana cultivada na região.

O projeto prevê que as mudas produzidas pela Biofábrica Governador Miguel Arraes e já aclimatadas serão distribuídas gratuitamente com os assentamentos da reforma agrária que produzam cana-de-açúcar e com fornecedores de até 2 mil toneladas/ano. Para os fornecedores de 2 a 10 mil t/ano, a contribuição para o programa seria de R$ 0,10 por muda. Entre 10 e 50 mil t/ano, R$ 0,15/muda e entre 50 e 100 mil t/ano R$ 0,20/muda e, acima disso, R$ 0,25/muda.

O pesquisador Arnóbio Andrade afirma que para o fornecedor de até 2 mil toneladas não haverá aumento de custos de plantio. Já para o estrato entre 2 e 10 mil t/ano, o plantio com a utilização de canas de meristema representa cerca de 30% de acréscimo de custos apenas no viveiro primário. Entre 10 e 50 mil t/ano, o acréscimo representa 50% e, para os grandes produtores, 75%. Os custos dos viveiros secundários são idênticos aos do plantio comercial.

A cana no Nordeste
O Nordeste produziu na safra 2005/2006 aproximadamente 60,9 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o equivalente a cerca de 14,4% da produção nacional. A produtividade média, de 53,8 t/ha-ano, é 28% menor que a nacional.

Essa menor produtividade é atribuída à qualidade dos solos, heterogeneidade na topografia e na pluviosidade e baixo nível de investimentos em tecnologia de produção, como a utilização de materiais genéticos superiores, quantidade de calcário e fertilizantes, entre outras.

Fonte: MCT

Biodiesel, à procura da matéria-prima ideal

São Carlos coloca combustível alternativo em pauta

Biodiesel, à procura da matéria-prima ideal é tema do seminário organizado pelo Instituto de Química (IQ) do campus da USP em São Carlos. O evento que será realizado no próximo dia 20 contará com a presença de Luiz Alberto Colnago, pesquisador da EMBRAPA Instrumentação Agropecuária.

O biodiesel refere-se a um combustível alternativo ao diesel (derivado do petróleo), biodegradável e renovável, obtido a partir da reação química de gorduras e óleos de origem vegetal ou animal.

No seminário serão apresentadas as novas tecnologias de análise que estão sendo desenvolvidas para acelerar a seleção dos materiais mais promissores, como pinhão manso, macaúba entre outras plantas.

O evento, gratuito, organizado semestralmente com o apoio da Comissão de Pós-Graduação acontece às 10h no anfiteatro do Instituto. O IQ fica na Av. Trabalhador São-carlense, 400. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (16) 3373-8036 ou do e-mail .

Fonte: USP

5º Fórum Regional de Pesquisa em Enfermagem

Pesquisa em enfermagem
Com o intuito de promover e divulgar a atividade científica e o conhecimento produzido, não só na USP mas também em outros centros de pesquisa, a Escola de Enfermagem (EE) da USP realiza, nos dias 11 e 12 deste mês, o V Fórum Regional de Pesquisa em Enfermagem.

Destinado a profissionais da área, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação na área de saúde, o evento vai ser realizado no Auditório Maria Rosa Sousa Pinheiro da EE que fica na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419, Cerqueira César - São Paulo, próximo da estação Clínicas do Metrô.

Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo site: www.ee.usp.br/.

Fonte: USP

Aspectos Regionais e Setoriais da Contribuição do Grupo de Trabalho 2 ao 4º Relatório de Avaliação "Mudança Climática 2007" do IPCC

Avaliação de mudança climática do IPCC em São Paulo

Em 10 de abril, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA) realizará o evento Aspectos Regionais e Setoriais da Contribuição do Grupo de Trabalho 2 ao 4º Relatório de Avaliação "Mudança Climática 2007" do IPCC. O encontro será no auditório Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA, em São Paulo.

O objetivo é esclarecer o relatório do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC, sigla em inglês) à sociedade e aos jornalistas. Por isso, os quatro pesquisadores brasileiros que contribuíram no segundo volume do documento vão participar do encontro e fazer suas exposições.

São eles: Carlos Nobre, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos/Inpe e do International Geosphere-Biosphere Programme; Philip Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) – ambos atuaram no capítulo sobre a América Latina; Ulisses Confalonieri, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que participou do capítulo sobre saúde humana; e Antonio Rocha Magalhães, do Banco Mundial, colaborador sobre avaliação das práticas, opções, condicionantes e capacidades adaptativas.

O encontro faz parte de uma série programada pelo IPCC, que começa a partir de 10 de abril e percorrerá outros países. A primeira parte do evento será às 14h e será aberta a todos. A segunda parte, entretanto, será exclusiva à imprensa, e começará às 16h15. Haverá transmissão via internet pelo site www.iea.usp.br/aovivo. Os internautas poderão fazer suas perguntas por e-mail iea@usp.br aos cientistas, mas, na segunda parte do evento, só serão aceitas perguntas de jornalistas devidamente identificados.

A realização é do IEA, em parceria com o IPCC e apoio da Academia Brasileira de Ciências, do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e da Sociedade Brasileira de Meteorologia.

Os interessados em assistir à primeira parte do evento no auditório do IEA podem obter mais informações com Inês Iwashita, pelo e-mail . Já os jornalistas devem se credenciar com Mauro Bellesa, pelo e-mail - a mensagem deve ter nome, veículo, e-mail para contato e telefone.

Para mais informações: www.iea.usp.br/iea/contato/contato95.html.

Fonte: Gestão CT

Programa de Capacitação em Desenvolvimento Regional para a região Norte

Desenvolvimento para a região Norte
Foi lançado, no dia 3, o segundo curso do Programa de Capacitação em Desenvolvimento Regional para a região Norte. O curso é uma promoção da Secretaria de Políticas de Desenvolvimento Regional (SDR), do Ministério da Integração Nacional, em parceria com o Banco da Amazônia, com a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA) e com o Instituto Interamericano de Cooperação da Agricultura (IICA).

O curso será desenvolvido em três etapas. A primeira acontecerá em Belém do Pará, nos dias 28 de maio e 1º de junho. Serão organizadas palestras e debates sobre a experiência regional de desenvolvimento, com foco na Amazônia. Na segunda etapa, serão realizadas visitas de campo, em semanas intercaladas, de 18 de junho a 20 de julho.

Nessa fase, cada treinando terá a oportunidade de participar de investigação in loco nas regiões de Araguaína (TO), Santarém (PA), e Ariquemes (RO). O terceiro momento também acontecerá em Belém, entre 6 e 10 de agosto. O objetivo é gerar a síntese da revisão teórica e a experiência de campo de forma prática, na simulação de um exercício estruturado de planejamento.

Para informações complementares sobre o curso e para se inscrever no curso, clique aqui ou ligue para (61) 3414-5867.

Fonte: Gestão CT

FAPEG: R$ 2,35 milhões para pesquisa em Goiás

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) dá início a suas ações de fomento com o lançamento do edital do Programa de Fortalecimento de Redes de Pesquisa, em montante total de R$ 2,35 milhões.

Os recursos são provenientes da dotação orçamentária da Fapeg que este ano conta com um total de R$ 24 milhões, segundo a diretoria científica da fundação.
Os interessados em participar do programa devem enviar carta-consulta até o dia 20 de abril. As inscrições podem ser feitas por grupos compostos por no mínimo três entidades, coordenados por um doutor docente efetivo de instituição de ensino superior de Goiás.

O programa tem como proposta apoiar prioritariamente o fortalecimento de núcleos de pesquisas emergentes, bem como a consolidação dos grupos de excelência existentes no estado, com o objetivo de indução à formação ou consolidação de redes de pesquisa.

A carta-consulta a ser enviada nesta primeira etapa de seleção consiste em um resumo executivo do projeto, no qual os proponentes devem informar como a iniciativa proposta poderá contribuir para o fortalecimento das redes de pesquisa em Goiás. Além disso, deverá enfocar de que maneira será feita a cooperação entre as três instituições proponentes.

Serão apoiados projetos nas seguintes áreas: qualidade de vida; conhecimento e expressão humana; infra-estrutura e sistemas produtivos; desafios estratégicos e políticas públicas; agronegócio e desenvolvimento rural e fundiário; e pesquisa inicial e fundamental. As áreas foram definidas em seminários que reuniram um total de 446 pesquisadores e representantes do setor privado.

Mais informações: www.fapeg.go.gov.br/.

Fonte: Agência FAPESP

UAB - Universidade Aberta do Brasil oferecerá 60 mil vagas

O Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), do governo federal, vai disponibilizar 60 mil vagas este ano em cursos superiores na modalidade de educação a distância (EAD), priorizando a formação inicial e continuada de professores da educação básica, que poderão escolher entre uma variedade de 90 opções de cursos públicos e gratuitos.

O programa já tem 290 pólos de apoio presencial iniciando suas atividades neste ano em 289 municípios, distribuídos em todos os estados do país. Os municípios que ainda não fazem parte do sistema UAB poderão encaminhar seus projetos de pólos municipais para o ensino a distância até o dia 20 de abril. As instituições públicas de ensino superior também têm o mesmo prazo para encaminhar suas propostas de cursos superiores, nos termos do edital, disponível no endereço eletrônico www.uab.mec.gov.br/.

Para o segundo processo seletivo da UAB, algumas mudanças ocorreram em relação ao primeiro edital. As inscrições e o envio de projetos de proponentes, por exemplo, agora são feitas por meio eletrônico, em sistema da internet desenvolvido em parceria entre a SEED (Secretaria de Educação a Distância) e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Isso vai facilitar o trabalho dos proponentes e das equipes técnicas do Ministério da Educação.

Entre os cursos a distância, a prioridade está na formação inicial e continuada para os professores da educação básica. Uma das propostas é ministrar cursos que possam ajudar os professores a lidar com os preconceitos existentes em sala de aula. É o caso do programa Gênero e Diversidade na Escola, que partiu das universidades públicas do Rio do Janeiro e será expandido para todo o Brasil por meio da Universidade Aberta do Brasil.

O programa já foi aplicado com 1.200 professores em cinco municípios e o sucesso da iniciativa foi comemorado pelos coordenadores da ação.

Fonte: Em Questão

2º Encontro de Prefeitos: Projetos de desenvolvimento no agronegócio

Diante de novos rumos, com destaque para o desenvolvimento local, com planejamento estratégico da gestão pública, é fundamental que a administração municipal conheça ferramentas, tecnologias e parcerias que possam auxiliar suas ações para o desenvolvimento, assim como contribuir na elaboração do Plano Diretor.

O evento, no dia 23 de Abril de 2007, em Campinas, aparece para atuar na divulgação de conhecimentos e ferramentas que permitam o incremento ordenado do meio urbano e rural.

A Associação Tecnologia para Todos - TECHNALLBR, órgão não-governamental sem fins lucrativos de direito privado, promove este encontro levando ao poder público municipal sua experiência e de seus associados que atuam no desenvolvimento de Ciência e Tecnologia juntamente com instituições renomadas do Estado de São Paulo, e com o apoio do Centro de Tecnologia/UNICAMP.

Programação detalhada na página do evento:
www.ct.unicamp.br/technallbr.php

Fonte: Unicamp

Eqüidade: incluir com o acesso à saúde?

O seminário Eqüidade: incluir com o acesso à saúde? será realizado no dia 13 de abril, na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. As inscrições são gratuitas.

O evento é promovido pela revista Saúde e sociedade, editada pela FSP/USP em parceria com a Associação Paulista de Saúde Pública. O objetivo é discutir os principais problemas, estratégias e abordagens em busca da igualdade do direito do acesso a serviços de saúde.

Na ocasião serão lançados dois números temáticos da publicação: “Eqüidade em saúde” e “Exclusão social e políticas públicas”.

Mais informações:
www.apsp.org.br/saudesociedade/Seminario_Equidade/index.htm.

Fonte: Agência FAPESP