quarta-feira, 21 de março de 2007

Organismos com potencial nas áreas medicinal e comercial

Um grande projeto do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está fazendo o levantamento de informações genéticas sobre cinco grupos de organismos - dois sapos, dois jacarés e uma erva. Eles possuem potencial para uso na indústria farmacêutica e no comércio.

Denominado "Distribuição da Variabilidade Genética de Organismos Amazônicos com Potencial Biotecnológico", o projeto tem como objetivo determinar as relações genéticas entre as populações com características morfológicas semelhantes e processos genéticos, ecológicos e/ou históricos que os levaram à distribuição em locais distintos da Amazônia.

Segundo a pesquisadora do Inpa e coordenadora do projeto, Albertina Pimentel Lima, pós-doutora em Ecologia pela Griffith University (Austrália), na literatura existem informações de que, por exemplo, a carne do jacaré pode ser comercializada em supermercados e feiras. Já os sapos têm em sua pele substâncias químicas bioativas que podem ser utilizadas pela medicina, e a helicônia pode ser comercializada por floriculturas.

Durante as pesquisas, os cientistas envolvidos pretendem responder se todos os organismos citados têm problemas de identificação de espécie, além de uma grande distribuição geográfica (são encontrados em toda a Amazônia), sendo uma das principais questões do projeto. Um dos meios que será adotado para responder à questão é o gene mitocondrial citocromo b, que consiste em uma técnica genética de identificação de espécies diferentes ou de populações em processo de evolução.

O projeto levará dois anos e meio para ser concluído e executado e será financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Durante os trabalhos de campo, serão levantados dados sobre os sapos: kambo (Phyllomedusa bicolor) e Allobates femoralis; os jacarés tinga (Caiman crocodilus) e do pantanal (Caiman yacare); e a helicônia (Heliconia acuminata). Alguns dos dados já foram coletados no Parque Nacional da Amazônia, localizado no Pará, na BR-163, e que segue em direção à Cuiabá (MT), ao longo do rio Abunã, um dos braços do rio Madeira e na região do município de Borba (interior do estado do Amazonas).

Sapos

Em relação aos sapos, a pesquisadora afirma que algumas espécies se reproduzem fora d'água, deixando seus ovos expostos em ninhos. Então, presume-se que os ovos são protegidos contra fungos e bactérias devido às substâncias químicas encontradas na gelatina que os engloba. Essas sustâncias podem ser usadas contra diversos agentes patogênicos. No passado, alguns índios já usavam a secreção da Phyllomedusa bicolor, devido sua função dilatadora, a qual era chamada pelos índios como vacina do Kambo.

Apesar das várias aplicações que as substâncias químicas podem ter, os pesquisadores não sabem ainda quais as espécies e nem as variações existentes dos sapos.

Segundo a pesquisadora, existem várias populações de sapos que ainda não são consideradas espécies. Isso acontece porque há três questões: elas estão em processo de evolução; ainda não está definida como espécie; é uma outra população com variação genética.

Helicônia

Pertencente ao grupo acuminata, Lima diz que as vantagens de utilização da planta são diversas. Todavia, como ela é um grupo e dentro dele podem existir várias espécies distintas, por exemplo, flores de diferentes tonalidades (amarelo, laranja e vermelho), é fundamental saber com qual espécie se está lidando. Dessa forma, pode-se, então, indicar aos produtores qual a espécie mais resistente às mudanças ambientais ou aos diferentes tipos de solos, ou seja, saber quais podem ser aproveitadas comercialmente, pois têm como habitat natural: a floresta.

Jacarés

Já em relação aos jacarés tinga e do pantanal, os pesquisadores não sabem, ainda, se existem três ou se apenas duas espécies.

Lima diz que, durante a pesquisa, será avaliada a existência de híbridos. Ela explica que do cruzamento pode surgir uma outra espécie com características diferentes dos pais. Devido a isso, ela acaba adaptando-se a um ambiente diferente ocupado pelos genitores. Entretanto, o novo animal também pode desaparecer porque não consegue sobreviver ao ambiente existente.

Fonte: Inpa

Estudo com células-tronco em pacientes cardiopatas do Amazonas

Está sendo realizado, no Amazonas, o primeiro estudo em células-tronco do Estado. O objetivo é encontrar tratamento avançado para pacientes com doenças de coração, principalmente a isquemia, que é a falta de oxigenação de um tecido orgânico.

Denominado Protocolo de pesquisa com células-tronco em pacientes com cardiopatia isquêmica, o estudo está sendo realizado pela doutora Adriana Malheiros, na Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam).

A pesquisa aguarda a aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), do Ministério da Saúde, para ser iniciada. Espera-se que a aprovação seja autorizada ainda neste mês.

Segundo informações divulgadas pelo site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), é a primeira vez que esse tipo de pesquisa é realizado fora da cidade do Rio de Janeiro. Para a médica, que teve a pesquisa contemplada no Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS), da Fapeam, a possibilidade de realização desta pesquisa é um passo importante para os pacientes cardíacos da região Norte.

Será estudada, em um grupo de cardiopatas em tratamento no Hospital Francisca Mendes, gerenciado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a implantação de células-tronco no coração de pacientes que tiveram infarto no miocárdio, provocado por isquemia, por mais de uma vez.

O tratamento consiste na coleta de células-tronco do sangue do paciente para, após a seleção e preparação em laboratório, serem aplicadas no coração do paciente em procedimento cirúrgico.

Outras informações pelo sitio ou pelo telefone (92) 3642-3629.

Fonte: Gestão CT

Henry Walter Bates: um viajante naturalista na Amazônia e o processo de transferência da informação


Henry Walter Bates: a traveler naturalist in the amazon region and the process of information transference


Biologia, zoologia, sociologia, história e antropologia. O viajante Henry Bates (1825-1892), assim como Alexander von Humboldt (1769-1859), Johann Baptist von Spix (1781-1826) e Carl Friedrich Philipp von Martius (1794 – 1868), entre outros, vivia na Europa com um sonho bastante freqüente para aquela época. Conhecer a floresta tropical, que a maioria dos europeus achava algo distante e horripilante. Ao lado do amigo Alfred Wallace, o filho de comerciante resolveu atravessar o Atlântico rumo ao Brasil. Ele esteve na Amazônia entre 1848 e 1859.

“A história da ciência na Amazônia deve muito às contribuições de Bates”, afirma Rubens Ferreira, bibliotecário da Universidade Federal do Pará (UFPA). “Quando iniciei minha pesquisa sobre imagens da Amazônia, um estudo na iconografia nas obras produzidas pelos viajantes naturalistas dos séculos 18 e 19, no Museu Paraense Emílio Goeldi, em 2003, não encontrei viajante que mais se afeiçoasse à região como ele”, explica o pesquisador paraense.

Assim como o inglês que morreu pobre, pois nunca conseguiu ocupar cargos de destaque na área acadêmica – no máximo foi assistente –, se encantou com a diversidade faunística e cultural da região, o bibliotecário da UFPA, e também integrante do grupo de pesquisa em representação e transferência da informação da instituição, resolveu puxar o novelo batesiano até os dias de hoje. E ele se mostrou bastante longo. “Transcorridos 156 anos dessa expedição, a produção científica de Bates continua a participar do circuito acadêmico de produção de conhecimento sobre a Amazônia na contemporaneidade”, afirma Ferreira.

Durante seus 11 anos em solo amazônico, Bates protagonizou importantes descobertas científicas. Ele listou 14.800 espécies desconhecidas para época e fez um retrato histórico considerado até hoje bastante fidedigno da Belém do Pará que ele conheceu. “Deixou também interessantes registros etnográficos sobre os índios munducuru e os ticuna. Esse assunto rendeu uma das ilustrações mais bonitas do livro The naturalist on the river amazon, escrito por Bates quatro anos depois de voltar à Inglaterra”.

No caso da biologia, o explorador inglês também fez contribuições que circulam até hoje entre os estudantes e profissionais dessa área do conhecimento. É na Amazônia que nasceu a teoria chamada hoje de mimetismo batesiano. Bates a forjou a partir da observação de uma espécie de mariposa que imitava as formas de um beija-flor para parecer mais forte e, assim, escapar do seus predadores que viviam na selva.

“É curioso verificar que há poucos registros documentais no Brasil sobre os anos em que Bates viveu na Amazônia”, explica Ferreira. Segundo o pesquisador da UFPA, em 2003, o pesquisador Anthony Crawforth, que está escrevendo um livro sobre o conterrâneo, veio ao país para obter informações sobre uma possível medalha Cavaleiro da Ordem Imperial a Bates. “Ele nada encontrou sobre isso”, disse Ferreira.

Para o pesquisador brasileiro, que fez um artigo sobre a circulação das informações geradas por Bates no século retrasado – o texto está disponível na biblioteca eletrônica Scielo -, a sobrevivência da obra do naturalista inglês se deve também a um motivo bastante interessante. “As narrativas de viagem acabam sendo lidas pelas pessoas de classe média como um livro de histórias, de aventuras. Se o livro de Bates fosse uma obra cientificamente hermética ela não teria a mesma aceitação por parte de toda sociedade, como teve.”

Acostumando a viver entre os livros e aos arquivos amazônicos, Ferreira não descarta a possibilidade de ainda existirem obras a serem redescobertas sobre o tema Amazônia. “Espero que outros pesquisadores possam contribuir para o resgate da história da ciência na Amazônia, que teve início exatamente quando esses primeiros viajantes passaram por aqui”. A reexploração da floresta tropical, por meio dos arquivos, seria pelo menos bem mais segura para a própria floresta.

Para ler o artigo Henry Walter Bates: um viajante naturalista na Amazônia e o processo de transferência da informação, publicado o ano passado no periódico Ciência da Informação clique aqui.

Fonte: Eduardo Geraque /Agência FAPESP -21/03/2005

15º Congresso brasileiro de agrometeorologia

O prazo para o envio de trabalhos a serem apresentados no 15º Congresso Brasileiro de Agrometeorologia, que ocorrerá de 2 a 5 de julho, em Aracaju (SE), termina no dia 20 de maio.

A promoção é da Sociedade Brasileira de Agrometeorologia (SBA) e da Embrapa Tabuleiros Costeiros, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Aracaju. Serão realizadas mesas-redondas, apresentação de trabalhos, palestras e minicursos.

Entre os temas abordados, destacam-se: “Escassez de água no século 21”, “Efeito das mudanças climáticas na agricultura, “Agrometeorologia e otimização do uso da água na irrigação”, “Bioenergia e fontes de energia alternativas”, “Geoprocessamento e sensoriamento remoto aplicado à agrometeorologia” e “Zoneamento agrícola no Brasil”.

Mais informações: www.cbagro2007.com.br/.

Fonte: Agência FAPESP

Estudo com células-tronco em pacientes cardiopatas do Amazonas

Está sendo realizado, no Amazonas, o primeiro estudo em células-tronco do Estado. O objetivo é encontrar tratamento avançado para pacientes com doenças de coração, principalmente a isquemia, que é a falta de oxigenação de um tecido orgânico.

Denominado Protocolo de pesquisa com células-tronco em pacientes com cardiopatia isquêmica, o estudo está sendo realizado pela doutora Adriana Malheiros, na Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam).

A pesquisa aguarda a aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), do Ministério da Saúde, para ser iniciada. Espera-se que a aprovação seja autorizada ainda neste mês.

Segundo informações divulgadas pelo site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), é a primeira vez que esse tipo de pesquisa é realizado fora da cidade do Rio de Janeiro. Para a médica, que teve a pesquisa contemplada no Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS), da Fapeam, a possibilidade de realização desta pesquisa é um passo importante para os pacientes cardíacos da região Norte.
Será estudada, em um grupo de cardiopatas em tratamento no Hospital Francisca Mendes, gerenciado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a implantação de células-tronco no coração de pacientes que tiveram infarto no miocárdio, provocado por isquemia, por mais de uma vez.

O tratamento consiste na coleta de células-tronco do sangue do paciente para, após a seleção e preparação em laboratório, serem aplicadas no coração do paciente em procedimento cirúrgico.

Outras informações pelo site www.fapeam.am.gov.br/ ou pelo telefone (92) 3642-3629.

Fonte: Gestão CT

AEB prorroga prazo dos editais dos programas Microgravidade e Uniespaço

A Agência Espacial Brasileira (AEB) prorrogou o prazo dos editais (anúncios de oportunidades) dos programas Microgravidade e Uniespaço. Agora, os interessados podem submeter suas propostas até o dia 10 de abril.

O edital do Programa Microgravidade (3º Anúncio de Oportunidades) selecionará experimentos para voar em “gravidade zero” nos foguetes de sondagem – VSB-30, desenvolvido pelo Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA).

A AEB está oferecendo desde o suporte técnico até recursos orçamentários para a viabilização da experiência. Por meio desse anúncio de oportunidades, a comunidade científica também poderá se candidatar ao envio de experimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS), a exemplo do que ocorreu durante o vôo do astronauta Marcos Pontes.

Já os interessados em desenvolver pesquisas com aplicação direta no programa espacial brasileiro devem conferir o edital do Programa Uniespaço (Anúncio de Oportunidades – AO- 01/2006). Os temas a serem apoiados são: “Veículos Espaciais”; “Materiais”, “Computador de Bordo para Aplicação Espacial” e “Sensores e Atuadores para Sistemas de Controle de Altitude de Satélites”.

Ao todo, o Programa Microgravidade disponibilizará R$ 1,2 milhão para a execução dos experimentos. Já o Programa Uniespaço destinará R$ 600 mil para o primeiro ano. No entanto, o valor de cada proposta é limitado a R$ 100 mil para os 24 meses, que é o tempo máximo de duração do projeto.

Anúncio de Oportunidades do Programa Microgravidade pode ser acessadi pelo site.

Já para conferir o Anúncio de Oportunidades do Programa Uniespaço acesse: www.aeb.gov.br/area/PDF/uniespaco/anuncio.pdf

Fonte: Gestão CT

Fundação Banco do Brasil e Petrobras lançam edição 2007 do Prêmio de tecnologia social

Será lançada, no dia 27 de março, em Brasília, a 4ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. A iniciativa é da própria fundação e da Petrobras, e tem como característica ser um instrumento de identificação, seleção, certificação, promoção e fomento de tecnologias que apresentem respostas efetivas para diferentes demandas sociais.

Para a edição de 2007, os vencedores receberão R$ 400 mil em prêmios, sendo divididos em cinco tecnologias desenvolvidas por instituições sem fins lucrativos e um destinado a empresas
.
O Prêmio é realizado a cada dois anos, para permitir a alternância entre os períodos de captação e de disseminação de soluções.

Após o lançamento, o regulamento do prêmio estará disponível no site www.tecnologiasocial.org.br/. Informações adicionais pelo e-mail .

Fonte: Gestão C&T

Impactos no ecossistema amazônico

Rápido declínio da composição da comunidade de árvores em fragmentos florestais da Amazônia

O artigo “Rápido declínio da composição da comunidade de árvores em fragmentos florestais da Amazônia” foi premiado com o título de "A Publicação Mais Notável em Ecologia de Paisagem", concedido pela Associação Internacional dos Ecologistas de Paisagens – US Chapter of the International Association of Landscape Ecologists.


O artigo é resultado de pesquisas realizadas pelo Projeto de Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), um convênio entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) e o Instituto Smithsonian, de Washington (EUA). O prêmio é dado anualmente em reconhecimento às contribuições mais notáveis à literatura no campo da ecologia de paisagem.

O trabalho foi apresentado pelos pesquisadores William Laurence, Henrique E. M. Nascimento, Susan G. Laurance, Ana Andrade, José E. L. S. Ribeiro, Juan Pablo Giraldo, Thomas E. Lovejoy, Richard Condit, Jerome Chave, Kyle E. Harms e Sammya D'Angelo e publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS, sigla em inglês) – 103;19010-19014.2006.

A premiação acontecerá na próxima reunião da Associação, a acontecer no dia 12 de abril em Tucson (Arizona – EUA) e contará com a presença de um dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho. A Associação Internacional de Ecólogos de Paisagem é uma reconhecida organização cientifica que estuda como o homem altera a paisagem natural.

O artigo descreve os impressionantes impactos da fragmentação do habitat (redução da floresta a pequenos fragmentos) no ecossistema amazônico, que contém a maior diversidade biológica de comunidades de árvores, com até trezentas espécies ocorrendo numa área do tamanho de apenas dois campos de futebol. Estas florestas estão sendo rapidamente derrubadas e reduzidas a pequenas ilhas por madeireiras, fazendas de gado e cultivos industriais de soja.

A equipe do projeto estudou o destino de quase 32 mil árvores amazônicas desde 1980. O resultado mais impressionante, dizem os autores, é a velocidade com que as comunidades de árvores estão mudando nos fragmentos de floresta. Em apenas duas décadas – um piscar de olhos para árvores com mil anos – o ecossistema tem sido seriamente degradado.

Os autores também argumentam que os principais causadores dessas alterações são as mudanças ecológicas nas bordas das frações de florestas.

Solicite o artigo em PDF através do e-mail.

Fonte: Gestão CT

Cachaça científica – a ciência destilada

O bate-papo “Cachaça científica – a ciência destilada” ocorrerá hoje, a partir das 18h, na Cachaçaria Mangue Seco, no Rio de Janeiro (RJ). A idéia é despertar o interesse pela ciência e incentivar discussões sobre o conhecimento científico, buscando relacioná-lo a questões do cotidiano.

Nesse evento, serão abordados diversos aspectos da cachaça, como história, procedimentos de fabricação e certificação, os princípios científicos relacionados ao processo de fermentação, ao aroma e ao gosto e a produção de cana-de-açúcar no Brasil.

A iniciativa é da Casa da Ciência e do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail .

Fonte: Gestão CT