quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Genetic variability in Amerindian populations of Northern Argentina

A hipótese de trabalho de um grupo de pesquisadores que analisou a genética das tribos Toba, Wichi e Chorote, que vivem no norte da Argentina, está refutada. Ao contrário do que eles imaginavam, a variabilidade de determinados marcadores genéticos é bastante alta dentro dessas populações.

As amostras obtidas pelos cientistas, liderados por Cristina Dejean, da Universidade de Buenos Aires, eram pequenas, de apenas 67 indivíduos. Além disso, a existência de um contato moderado entre as três tribos e os povos não-indígenas era motivo bastante forte para se acreditar que o fluxo genético dentro de cada população fosse bastante baixo.

O que se viu, entretanto, depois do estudo de quatro alelos específicos presentes no DNA humano, foi um quadro bastante diferente. Surpreendentemente, a variação genética detectada dentro de cada um das populações foi bastante alta.

A diversidade intrapopulacional, segundo a pesquisa, representa 96% de toda a variabilidade encontrada na região do Grande Chaco, no norte argentino. E isso apesar de o coeficiente de diferenciação dos genes ser relativamente baixo.

Segundo os autores do estudo, publicado na revista Genetics and Molecular Biology, parte do fluxo gênico intenso pode ter sido estimulado em épocas passadas. Os povos que viveram no Chaco sempre tiveram relações comerciais e culturais intensas entre eles e também com outros povos de fora da região, como as tribos que vivam nos Andes e na Amazônia.

O artigo sobre a variabilidade genética dos índios argentinos pode ser encontrado no SciELO (FAPESP/Bireme). Para ler o texto, clique aqui.

Fonte: Agência FAPESP - 11/01/2005

10º Simpósio da cultura de feijão irrigado

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, promoverá, de 5 a 7 de fevereiro, em Piracicaba (SP), o 10º Simpósio da Cultura de Feijão Irrigado.

Estarão reunidos engenheiros agrônomos, pesquisadores e produtores para a atualização de conhecimentos sobre a cultura do feijão no Brasil.

“Mercado e comercialização”, “Feijão para exportação”, “Aproveitamento de água e luz por parte do feijoeiro”, “Novas doenças do feijoeiro”, “Princípios básicos de funcionamento de fungicidas” e “Inovações tecnológicas de empresas de insumos e de máquinas” serão temas abordados por especialistas no assunto.

Mais informações pelo e-mail.

Fonte : Agência FAPESP